Tag: Josh Hart

  • Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Olha, eu não acredito no que eu vi no Madison Square Garden na segunda-feira. Os Knicks estavam ganhando por 14 pontos no terceiro quarto e conseguiram entregar de bandeja pro Hawks. 107 a 106 para Atlanta. Simplesmente absurdo.

    O time de Nova York comandava o jogo tranquilamente — 32-23 no primeiro quarto, 61-54 no intervalo, chegou até a abrir 80-66 no terceiro período. E aí? Veio o quarto quarto e o pesadelo. Atlanta fez 13 pontos a mais que os Knicks nos 12 minutos finais, incluindo uma sequência devastadora de 15-6 nos últimos 4:46.

    A virada que ninguém esperava

    “Simplesmente continuamos competindo”, disse o técnico do Hawks, Quin Snyder. E cara, tem que dar o crédito pro time dele. Quando você está perdendo por 14 no terceiro quarto em Nova York, no playoff, é muito fácil entregar os pontos. Mas não — os caras acreditaram até o final.

    O mais louco é que CJ McCollum perdeu dois lances livres com 5 segundos restantes. Josh Hart pegou o rebote, tocou pro Mikal Bridges que teve a chance de ganhar no apito final, mas não conseguiu.

    “A realidade é que por isso existem séries de sete jogos”, falou Mike Brown, técnico dos Knicks. Cara, ele tá certo, mas deve estar mordendo as unhas por dentro. Perder em casa no playoff dói — e muito.

    Hart desabafa após double-double desperdiçado

    Josh Hart fez 15 pontos e 13 rebotes (double-double sensacional), mas não adiantou nada. “Era um jogo que deveríamos ter ganho e, no playoff, você não pode entregar jogos de graça”, disse o cara, visivelmente frustrado.

    E vocês acham que os Knicks vão conseguir se recuperar em Atlanta? Porque agora a situação ficou complicada mesmo. O terceiro seed ia dominar o sexto, mas o Hawks mostrou que veio pra brigar.

    A série agora vai pra Atlanta com o jogo 3 na quinta-feira às 19h, e permanece por lá até o jogo 4 no sábado às 18h. Só volta pro MSG na terça que vem.

    “Já estivemos nessa situação antes”, tentou tranquilizar Hart. “Obviamente todo mundo está frustrado com essa derrota, mas vamos pro jogo 3 com máxima atenção aos detalhes e foco total pelos 48 minutos.”

    Sinceramente? Os Knicks precisam acordar rápido. No playoff, cada bobeira dessas pode custar uma eliminação. Karl-Anthony Towns teve momentos bons (aquela bandeja no terceiro quarto foi monstro), mas o time como um todo relaxou quando não podia.

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Que jogaço foi esse no MSG! Josh Hart simplesmente resolveu virar o monstro no último quarto e carregou os Knicks nas costas pra uma vitória de 112 a 106 sobre os Celtics. Cara, 15 pontos só no quarto período final — quando a coisa apertou, o cara apareceu.

    Olha, eu já falei aqui no Sexto Homem que o Hart é subestimado demais. O cara fez 26 pontos no total (10/15 nos arremessos, sendo 5/7 do perímetro) e ainda defendeu pra caramba. Quando você tem um jogador que aparece nos momentos decisivos assim, é porque o time tem mentalidade vencedora mesmo.

    Brunson e Towns fazendo a parte deles

    Jalen Brunson não deixou por menos: 25 pontos e 10 assistências. Double-double caprichado do armador que tá tendo uma temporada absurda. E o Karl-Anthony Towns? 16 pontos e 12 rebotes. Nada espetacular nos números, mas fez o trabalho sujo quando precisava.

    O que mais me impressionou foi a dupla Brunson-Towns funcionando bem nos pick-and-rolls. Eles tão entendendo o jogo um do outro cada vez mais, e isso vai ser fundamental nos playoffs.

    Tatum voltou, mas não foi suficiente

    Jayson Tatum jogou pela primeira vez no Madison Square Garden desde que rompeu o Aquiles nos playoffs do ano passado. Que volta difícil, né? O cara fez 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências — números bons —, mas com apenas 7/22 nos arremessos. Dá pra ver que ainda tá voltando ao ritmo.

    Sem o Jaylen Brown em quadra, quem salvou os Celtics foi o Payton Pritchard saindo do banco com 23 pontos em 35 minutos. E o Baylor Scheierman? Meu Deus, 20 pontos com 6/7 do perímetro! O cara quase roubou o jogo sozinho no quarto período.

    Sinceramente, achei que os Celtics iam levar essa. Eles chegaram a abrir 7 pontos no último quarto, mas aí o Hart decidiu que não ia deixar barato. Duas bolas de três no último minuto pra fechar o caixão — isso é de clutch player raiz.

    Com essa vitória, os Knicks (52-28) chegaram no total de vitórias da temporada passada com ainda dois jogos pela frente. E olha que briga gostosa pela segunda posição do Leste! Vocês acham que eles conseguem passar os Celtics na classificação geral?

    O clima no MSG tava de playoff mesmo. Esse tipo de jogo que te prepara pro que vem pela frente. Hart foi o MVP da noite, sem dúvida — defendeu bem o Tatum e apareceu quando mais precisava. É esse tipo de jogador que faz a diferença nas séries eliminatórias.

  • Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Cara, que noite emocionante no Mecca do basquete. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde que rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado — e mesmo marcando 24 pontos, viu os Knicks levarem a melhor por 112 a 106.

    Olha, eu não sei vocês, mas fiquei arrepiado só de pensar na pressão que o cara deve ter sentido pisando naquela quadra de novo. Ruptura de Aquiles é coisa séria, e voltar justamente no MSG? Isso é filme.

    Jogo de vai e vem épico

    Os Knicks começaram mandando — chegaram a abrir 72-59 no terceiro quarto. Aí que eu pensei: “Pronto, vai ser massacre”. Mas não, né? Os Celtics não são time pra entregar os pontos assim.

    Boston aplicou um 24-9 devastador e virou o jogo. Baylor Scheierman e Tatum acertaram arremessos de 3 consecutivos, colocaram os visitantes na frente por 89-83, e a galera do Garden ficou meio tensa (imagino eu, né).

    Só que os Knicks responderam na mesma moeda — empataram em 92-92 com sete pontos seguidos. Daí pra frente foi troca-troca o tempo todo. Karl-Anthony Towns acertou uma bomba pra colocar NY na frente por 99-98, e o negócio ficou maluco.

    Josh Hart resolve no final

    No finalzinho, quem decidiu foi Josh Hart. O cara terminou com 26 pontos — mais que o próprio Tatum — e quando precisou, meteu a decisiva de longa distância. Jalen Brunson também jogou muito, com 25 pontos e 10 assistências. Que dupla, cara.

    Towns fez um double-double discreto mas eficiente: 16 pontos e 12 rebotes. Os Knicks melhoraram pra 52-28 e seguem firmes na terceira posição do Leste.

    Boston jogou sem Jaylen Brown, que ficou de fora por causa de uma tendinite no tendão de Aquiles esquerdo. Coincidência meio estranha, né? Os dois principais jogadores do time com problemas no Aquiles… Enfim, os Celtics recebem o Pelicans hoje no TD Garden.

    Sinceramente? Mesmo na derrota, ver o Tatum de volta àquela quadra já foi uma vitória. E vocês, acham que ele tá 100% recuperado ou ainda sente alguma coisa da lesão?

  • Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Que noite foi essa no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar serviço quando mais precisavam e derrubaram os Celtics por 112-106, mantendo viva a briga pela segunda posição no Leste. E olha, não foi qualquer vitória não — foi daquelas que você assiste e pensa: “cara, esse time tem personalidade”.

    Josh Hart foi simplesmente monstruoso no último quarto. 15 dos seus 26 pontos vieram nos momentos decisivos, incluindo duas bombas de 3 nos últimos 42 segundos que praticamente selaram o jogo. Jalen Brunson fez a sua parte também: 25 pontos e 10 assistências, comandando o time como um verdadeiro general.

    O retorno emotional de Tatum ao MSG

    Agora, vamos falar do elefante na sala. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles nos playoffs da temporada passada. O cara admitiu que estava nervoso — e olha, quem não estaria, né?

    Mesmo assim, Tatum mostrou que é craque: 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Por pouco não fez um triple-double no retorno ao palco da sua lesão. Tem que respeitar a coragem do garoto.

    Mas sinceramente? Deu pra perceber que ele ainda não está 100%. A ausência do Jaylen Brown (machucado) pesou demais pro Boston, mesmo com Payton Pritchard (23 pontos) e Baylor Scheierman (20 pontos, 6/7 de 3) fazendo a parte deles.

    A corrida pelo 2º lugar esquentou de vez

    Agora a matemática fica interessante. Os Knicks (52-28) ficaram a apenas dois jogos dos Celtics (54-26) com duas partidas restantes para cada time. E o mais importante: New York tem a vantagem no confronto direto depois de ganhar a série por 3-1.

    Ou seja, se os Knicks ganharem os próximos dois jogos (Toronto e Charlotte) e Boston tropeçar duas vezes (New Orleans e Orlando), a segunda posição vai pro MSG. Improvável? Talvez. Impossível? Definitivamente não.

    O que mais me impressiona é como esse time do Mike Brown evoluiu. Eles já têm mais vitórias agora do que na temporada passada inteira sob o Thibodeau (51-31). E convenhamos, derrotar justamente os Celtics — time que eles eliminaram nos playoffs do ano passado — tem um gosto especial.

    Vocês acham que os Knicks conseguem essa façanha nas últimas duas rodadas? Eu tô começando a acreditar que esse time pode surpreender muito gente nos playoffs, independente de onde termine na classificação.

  • Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Cara, os Knicks estão numa sinuca de bico que me deixa preocupado. Terceira derrota consecutiva ontem contra o Houston Rockets (111-94), e o Josh Hart já não está mais com papas na língua: o próximo jogo contra o Memphis é “decisivo”. Quando um cara como o Hart — que nunca dramatiza — fala isso, é porque a coisa está feia mesmo.

    “Não estamos indo na direção certa”, disparou Hart depois da pancada em Houston. “Não estamos melhorando. Temos que descobrir o que está acontecendo.”

    Começaram perdendo por 14-1. Catorze a um!

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas ver os Knicks tomarem 14-1 nos primeiros três minutos contra Houston é de chorar. Entraram no segundo quarto perdendo por 37-21. Que negócio é esse?

    O técnico Mike Brown estava visivelmente frustrado. “A união existe no time”, disse ele, “mas hoje não estava lá, especialmente no pick and roll. Tinha momentos que parecia que não estávamos jogando como um time, nem na defesa nem no ataque.”

    E sabe o que mais me incomoda? Na derrota anterior contra o Thunder (que inclusive estão voando com 60-16), pelo menos os caras lutaram até a prorrogação. Mas ontem? Hart foi direto: “aquele esforço, atenção aos detalhes, disciplina… foi bem constrangedor”.

    A matemática ainda é favorável, mas…

    Tá, os Knicks já garantiram vaga nos playoffs (estão com 48-28), ocupam a terceira posição no Leste. Mas os Cavaliers estão respirando no pescoço, e com apenas seis jogos restantes na temporada regular, não dá para bobear.

    Sinceramente? Acho que essa sequência ruim vem em má hora. Time que estava bem encaminhado de repente patina assim do nada. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo dos playoffs?

    O próximo teste é amanhã contra o Memphis — que está numa temporada para esquecer com 25-50. Se não conseguirem vencer esse, aí sim a preocupação vira desespero. Depois voltam para casa contra o Bulls na sexta. Seis jogos para encontrar o caminho de volta.

    “As últimas partidas, não tivemos isso”, admitiu Brown. “E times passam por períodos assim. Temos seis jogos para encontrar nossa identidade novamente.”

    Vamos torcer para que seja só uma fase ruim. Mas quando o Hart fala em “decisivo”, é melhor levar a sério.

  • Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Cara, que frustração pro torcedor dos Knicks. Sete vitórias seguidas jogadas no lixo numa noite em que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo dos Hornets. 114 a 103 pra Charlotte, e o Josh Hart não poupou palavras no pós-jogo.

    “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão. Eu senti que estávamos um passo mais lentos em muitas das ações deles”, disse Hart, e olha, ele não tava mentindo não. Os Hornets chegaram a abrir 21 pontos de vantagem!

    O ritmo que matou os Knicks

    Sabe o que mais me chamou atenção? Hart reconheceu que não foi só o LaMelo Ball ditando o ritmo – coisa que a gente sempre espera dele. “Eles têm múltiplos armadores naquela equipe. Não dependem só dele”, falou o cara dos Knicks.

    E realmente, os números comprovam. Kon Knueppel (que nome é esse, hein?) fez 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas o mais absurdo: o moleque virou o MAIS JOVEM da história da NBA a chegar nas 250 bolas de três! Acertou seis de três só nessa partida.

    LaMelo botou 22, Brandon Miller colocou 21, e cada um deles mandou quatro bombas de três. Era chuva de três pontos no Spectrum Center.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Olha, não foi por falta de tentar. Os Knicks até conseguiram 17 pontos dos 18 erros dos Hornets, e o Jalen Brunson fez a sua parte com 26 pontos e 13 assistências (double-double bonito, diga-se). Hart também se movimentou bem: 16 pontos, 7 assistências e 5 roubos de bola.

    Mas Charlotte foi mais pros lances livres: 16 de 20 contra apenas 8 de 9 de New York. Essa agressividade toda fez a diferença, e os Hornets embalaram a quinta vitória consecutiva.

    E aí, será que os Knicks conseguem se recuperar contra o Thunder no domingo? Com 48 vitórias e 26 derrotas, eles ainda tão numa situação boa, mas essa derrota deve ter doído. Principalmente depois de Hart admitir que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo do adversário.

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Olha, eu preciso ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias seguidas dos Knicks tá bonita no papel, mas… será que é tão impressionante assim?

    Os caras de Nova York estão embalados mesmo, não dá pra negar. Sete jogos seguidos ganhando antes de encarar uma sequência pesada na estrada. Mas aqui que a coisa fica interessante — todos esses sete triunfos vieram contra times com campanha negativa. Todos mesmo!

    Vitórias “fáceis” demais?

    Seis dessas vitórias foram contra times com pelo menos 23 derrotas a mais que vitórias. A única exceção? Os Warriors, mas sem Curry e sem Draymond Green. Ou seja, praticamente um time reserva.

    O Josh Hart falou uma coisa que faz sentido depois da vitória sobre os Pelicans na terça: “Times bons ganham os jogos que devem ganhar”. Verdade. Mas agora vem a parte complicada da temporada.

    E vocês sabem como é — na NBA qualquer um pode te pegar desprevenido numa noite qualquer. Mas fazer isso contra times fracos é uma coisa, fazer contra os monstros da liga é outra completamente diferente.

    Calendário de fogo pela frente

    Quinta-feira já começa o teste de verdade contra os Hornets, que tão voando baixo — 22 vitórias em 28 jogos recentes. Isso é coisa de time que quer brigar sério pelos playoffs.

    Depois vem o Thunder, atual campeão da NBA, e ainda por cima com o Jalen Williams de volta. Lembram quando os Knicks perderam apertado pra Oklahoma City no início do mês? Pois é, agora vai ser com time completo.

    Na sequência tem os Rockets (que ninguém quer enfrentar agora) e só então um respiro contra os Grizzlies, que tão fazendo uma temporada pra esquecer.

    Sinceramente? Esse vai ser o momento da verdade. Os Knicks tão brigando pela segunda colocação no Leste com os Celtics — diferença mínima na classificação. Uma sequência boa aqui pode garantir vantagem de mando na primeira rodada dos playoffs.

    Hart admitiu que tá de olho na tabela: “Talvez um pouquinho. Ainda é meio cedo, tem vários times próximos. Daqui a quatro ou cinco jogos eu vou olhar melhor”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter o ritmo contra adversários de verdade? Porque uma coisa é certa: playoff é outro campeonato, e chegar embalado faz toda a diferença.

  • Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Cara, o Zion Williamson tá diferente nesta temporada. O cara que já foi chamado de “aberração da natureza” pelo Josh Hart — e olha que o Hart jogou com ele por uma temporada e meia em New Orleans, então sabe do que tá falando — finalmente parece ter encontrado o caminho.

    45 jogos dos últimos 46 antes do confronto com o Knicks. Pra quem acompanha a carreira do Zion desde que foi primeira escolha geral em 2019, isso é praticamente um milagre. O moleque passou anos sendo mais famoso pelas lesões do que pelos jogos em si.

    O físico que impressiona até os ex-companheiros

    “Ele é uma aberração da natureza. E eu falo isso com todo respeito”, disse o Hart ao The Post. “Quando ele tá focado e comprometido, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, senão melhor ainda.”

    E sinceramente? Eu concordo. Os números podem não estar gritando — 21.3 pontos, 5.8 rebotes, quase 60% de aproveitamento de quadra em menos de 30 minutos por jogo — mas qualquer um que já viu o Zion jogar sabe que estatística não conta a história toda.

    O Hart falou uma coisa que me chamou atenção: “O que mais impressiona é aquela primeira explosão, mas também o segundo salto dele. Quando eu vi ele pela primeira vez, pelo jeito que ele arremessa próximo da cesta, você pensaria que ele não tem toque nenhum. Mas ele tem um toque incrível. E quando erra, tem um segundo salto tão rápido que consegue pegar o rebote antes mesmo dos caras saírem do chão.”

    Pelicans motivados = problema pro Knicks

    Aqui tá o ponto: o New Orleans tem 25 vitórias e 47 derrotas na temporada, mas venceu 12 dos últimos 19 jogos. Diferente dos últimos adversários do Knicks — Pacers, Nets e Wizards — os Pelicans não estão fazendo tanking. Eles trocaram sua primeira escolha de 2026 pro Hawks, então não tem incentivo nenhum pra perder.

    Ou seja, o Knicks vai enfrentar um time motivado com um Zion que finalmente tá saudável e jogando com regularidade. E vocês sabem como é: jogador motivado + físico absurdo + regularidade = dor de cabeça pros adversários.

    O mais engraçado é que o Zion só jogou duas vezes no MSG como profissional — uma vitória em 2024 e uma derrota em 2021. Será que ele vem com sede de mostrar serviço no palco mais famoso do basquete?

    Na minha opinião, se o Zion conseguir manter essa regularidade e continuar saudável, ele pode facilmente voltar a ser aquele jogador que todo mundo esperava quando saiu de Duke. O físico dele é simplesmente diferente de qualquer coisa que a gente vê na liga hoje em dia.