Tag: Karl-Anthony Towns

  • KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    Gente, o que aconteceu ontem em Atlanta foi simplesmente surreal. Os Knicks meteram uma sapatada histórica nos Hawks: 140 a 89. Isso mesmo que você leu. E o Karl-Anthony Towns? Cara, o cara fez história no meio dessa pancadaria toda.

    Olha, eu já vi muito jogo de playoffs na minha vida, mas 83 a 36 no intervalo? Isso é a maior vantagem de primeiro tempo na história dos playoffs da NBA. Os torcedores do Hawks começaram a sair do ginásio no segundo quarto — imagina a humilhação.

    KAT vira lenda ao lado do Wilt

    Mas vamos ao que realmente importa aqui: Towns fez um triple-double (12 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e entrou para um grupo muito seleto. Agora ele é apenas o segundo pivô de 2,13m ou mais na história a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. O outro? Ninguém menos que Wilt Chamberlain.

    Sinceramente, não esperava ver KAT nessa lista tão cedo. O cara sempre foi conhecido pelos pontos, mas essas 10 assistências mostram uma evolução no jogo dele que tá sendo absurda de acompanhar. E contra o Hawks, que tem uma defesa decente, fazer isso é ainda mais impressionante.

    Knicks responderam às críticas

    A real é que os Knicks vinham tomando pau dos próprios torcedores nesta série. Estavam perdendo de 2-1 pros Hawks — imagina a pressão. Towns mesmo admitiu que entende a frustração da torcida: “É compreensível, os fãs não sabiam qual versão de nós eles veriam, especialmente depois que não jogamos nosso melhor basquete nesta série.”

    E ele não tá errado não. Quando você vê um time com esse potencial jogando abaixo, dá uma raiva mesmo. Mas ontem foi diferente — foi aquela noite em que tudo encaixa perfeitamente.

    “Para nós, fazer uma declaração sobre quem podemos ser quando estamos funcionando em todos os cilindros, é ótimo termos esse tipo de gravação para olhar para trás e ver quando estamos jogando nosso melhor”, disse Towns após o jogo.

    Agora vem o teste real: conseguir essa consistência contra adversários mais duros. Os Knicks vão enfrentar o vencedor de Celtics x 76ers, que forçaram um jogo 7 depois da vitória da Filadélfia ontem. E aí, vocês acham que esse KAT “distribuidor” consegue manter esse nível contra Boston ou Philly?

  • Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Meu amigo, eu vi muita coisa estranha na NBA, mas o que os Knicks fizeram ontem com os Hawks foi simplesmente desumano. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Uma diferença de 51 pontos que entrou pra história como uma das maiores surras dos playoffs.

    OG Anunoby foi um monstro absoluto — 29 pontos em apenas 27 minutos de quadra. O cara fez 26 pontos só no primeiro tempo, praticamente acabou com o jogo antes do intervalo. E o Karl-Anthony Towns? Segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Quando o Towns tá distribuindo bola assim, pode ter certeza que o time tá funcionando.

    Recorde atrás de recorde

    Os números são tão absurdos que eu tive que conferir três vezes. No primeiro quarto, os Knicks já estavam ganhando de 40 a 15 — a maior vantagem do primeiro período na era do relógio de 24 segundos. No intervalo, a diferença era de 47 pontos, a maior da história dos playoffs da NBA.

    Sinceramente? Quando vi que eles chegaram aos 100 pontos ainda no terceiro quarto, com mais de 8 minutos restantes, eu sabia que isso ia virar massacre histórico. Os titulares dos Knicks nem precisaram jogar o último quarto inteiro — saíram de quadra faltando quase 3 minutos pro terceiro acabar.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do outro lado, os Hawks pareciam um time de várzea. 12 de 39 nos arremessos do primeiro tempo, 4 de 18 nas bolas de três. Quatorze turnovers só na primeira metade! O Jalen Johnson até tentou, fez 21 pontos, mas era como tentar apagar incêndio com baldinho d’água.

    A situação ficou tão tensa que rolou até briga entre Dyson Daniels e Mitchell Robinson no segundo quarto, quando os Knicks já estavam ganhando de 50 pontos. Os dois foram expulsos, mas o estrago já estava mais que feito.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo contra Boston ou Philadelphia nas semifinais do Leste? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar com algo maior em Nova York…

  • Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Cara, eu tenho que começar falando do Karl-Anthony Towns e esse negócio do Gatorade que virou meme nos Knicks. Ontem à noite, depois de uma vitória absoluta por 126 a 97 sobre os Hawks, o cara protagonizou mais um momento hilário com a bebida esportiva.

    “Nem vou encostar no Gatorade”, disse Towns. Dois segundos depois: “Mentira, mentira… tô com sede, mano”. E pronto, a internet pegou fogo com mais um capítulo dessa saga que tá rolando nos playoffs.

    Dominação total no Madison Square Garden

    Mas vamos ao que importa: os Knicks simplesmente destruíram os Hawks no jogo 5. Foi uma daquelas performances que você assiste e pensa “cara, esse time tá funcionando mesmo”. Nova York controlou o ritmo desde o primeiro quarto e nunca mais soltou.

    Towns foi peça fundamental nessa vitória. O gigante anotou um double-double maroto: 16 pontos, 14 rebotes e ainda distribuiu 6 assistências. Aproveitamento? 5 de 7 nos arremessos de quadra. Ah, e ainda roubou 2 bolas e deu 2 tocos em pouco mais de 34 minutos. Tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs.

    O que mais me impressiona nos Knicks agora é essa química que eles desenvolveram. A bola tá circulando, todo mundo tá contribuindo — não é só um jogador carregando o time nas costas. Na defesa então? Os caras tão disciplinados demais, não deixaram os Hawks respirarem praticamente o jogo inteiro.

    Atmosfera relaxada que assusta

    Sinceramente, essa vibe descontraída do Towns com o Gatorade mostra muito sobre o momento do time. Quando você tá confiante, essas coisas naturais acontecem. O pessoal tá relaxado, mas focado. É uma combinação perigosa para qualquer adversário.

    E olha que interessante: essa personalidade do Towns que muita gente criticava no passado agora tá sendo abraçada pela torcida. Os fãs adoraram o momento, viralizou nas redes sociais. Às vezes é isso que falta no esporte — um pouco de humanidade, de espontaneidade.

    Agora a série volta para Atlanta com os Knicks liderando por 3 a 2. Jogo 6 decisivo pela frente. Vocês acham que eles fecham a série fora de casa ou vai ter jogo 7?

    Na minha visão, se mantiverem esse nível de jogo e essa química que vem mostrando, os Knicks têm tudo para avançar. Towns tá jogando num nível All-Star mesmo, e quando ele joga assim, esse time fica muito perigoso. Só espero que ele não esqueça de se hidratar direito no próximo jogo!

  • Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o monstro que a gente sabe que ele é. 39 pontos na vitória de 126-97 sobre os Hawks, colocando os Knicks com 3-2 na série. E o mais louco? Fez 17 pontos só no último quarto, como se fosse brincadeira.

    Olha, eu estava começando a ficar preocupado com o garoto. Nas quatro primeiras partidas da série, ele estava fazendo média de 25.5 pontos, mas acertando apenas 41.6% dos arremessos. Para os padrões do Brunson, isso estava meio estranho, sabe?

    O show do quarto período

    Aí chegou ontem à noite e o cara simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo. No último quarto, acertou 5 de 6 arremessos, incluindo duas bolas de três. Em 8 minutos e meio de quadra. Absurdo.

    E tem um detalhe que eu acho genial no jogo do Brunson: aqueles movimentos de hesitação dele. O cara para, finge que vai numa direção, e quando você vê já passou pelo marcador para uma bandeja tranquila. Perguntaram pra ele de onde veio essa jogada e a resposta foi na lata:

    “Tem muitos caras mais altos, mais rápidos e mais fortes que eu, então preciso tirar eles do equilíbrio de algum jeito.”

    Sinceramente? É por isso que eu amo esse moleque. Com 1,88m, ele não tem o físico dos outros armadores elite da liga, mas compensa com QI de basquete e footwork absurdo.

    O fator Karl-Anthony Towns

    Agora, tem uma coisa interessante rolando. O Towns teve mais 6 assistências ontem, depois de fazer 10 no jogo anterior (primeiro triple-double da carreira nos playoffs, diga-se). Os Knicks estão dando mais a bola pra ele iniciar as jogadas, e isso pode estar liberando o Brunson.

    Perguntaram pro próprio Towns se ele foi responsável pela explosão do armador, e a resposta foi hilária: “Cara, ele é um dos melhores armadores da NBA, então não sei se fui eu o motivo disso” – disse rindo. “Vou assistir os lances e torcer que amanhã, quando assistirmos o filme, eu possa dizer que ajudei ele a ser quem sempre foi.”

    Humilde, né? Mas faz sentido. Quando você tem um pivô que consegue distribuir como o Towns, cria mais espaço pra todo mundo.

    E olha só que curiosidade: o técnico Mike Brown (que tem o pai do Brunson, Rick, na comissão técnica) foi perguntado de onde vem a paciência do garoto pra jogar sempre no seu ritmo. Resposta: “Vem da mãe dele. A mãe dele tem muita paciência e é muito esperta.”

    Os Knicks estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. E com o Brunson jogando assim? Eu já tô imaginando onde essa historia pode chegar. Vocês acham que ele consegue manter esse nível contra adversários mais pesados?

  • OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    Cara, que aula de rebote foi essa dos Knicks no Jogo 5! OG Anunoby e Karl-Anthony Towns simplesmente dominaram o garrafão contra o Hawks de uma forma que deu até dó. Os dois caras pegaram 24 rebotes dos 48 do time — isso é METADE dos rebotes da equipe, mano.

    O mais louco? O Atlanta tinha uma das melhores estatísticas de rebote ofensivo da temporada regular. Mas ontem à noite no Madison Square Garden foi outra história completamente.

    Dupla destruiu no garrafão

    KAT e OG pegaram mais rebotes juntos (24) do que o Hawks inteiro conseguiu como equipe (21). Absurdo, né? Dos 24 rebotes da dupla, 14 foram na defesa — basicamente tirando qualquer segunda chance que o Atlanta poderia ter.

    “KAT e OG foram monstros”, disse Mike Brown depois do jogo. E olha, não tem como discordar. Limitaram os Hawks a apenas seis pontos de segunda chance e quatro pontos de contra-ataque. Isso é defesa de playoff raiz.

    Towns fez apenas sete arremessos na partida, mas contribuiu com 16 pontos e ficou a apenas quatro assistências do segundo triple-double consecutivo. O cara tá jogando um basquete inteligentíssimo — quando não tem o arremesso, vai pro rebote e criação.

    OG mostrando por que é peça-chave

    Anunoby fechou com 17 pontos e 10 rebotes, o segundo double-double seguido dele na série. Tá averaging 20 pontos e nove rebotes nos playoffs — números de estrela mesmo.

    “Ele é um dos melhores jogadores de duas pontas da NBA”, falou Towns sobre o parceiro. E não tá mentindo não. OG sempre foi conhecido pela defesa monstro, mas esse lado ofensivo dele tá impressionante.

    Sinceramente? Essa dupla no garrafão pode ser o diferencial dos Knicks nessa pós-temporada. Com Jalen Brunson finalmente engrenando também, esse time do New York tem cara de quem pode ir longe.

    Quinta-feira eles tentam fechar a série jogando fora de casa. E aí, será que o Hawks consegue reagir ou os Knicks vão mesmo pra próxima fase? Com o jeito que KAT e OG tão jogando, eu apostaria no Knicks fechando logo.

  • Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 5! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar por que o Madison Square Garden é considerado a Meca do basquete. Vitória de 126 a 97 sobre os Hawks, e agora estão a uma vitória de avançar na série que já estava 3×2 para Nova York.

    Olha, eu sempre soube que essa dupla Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns ia dar problema quando encaixasse. E ontem à noite? Meu amigo, encaixou que foi uma beleza.

    Brunson gelado como sempre

    O baixinho simplesmente decidiu que ia ser noite de massacre. 39 pontos com 8 assistências, acertando 15 de 23 arremessos. Sinceramente, acho que não existe coisa mais bonita no basquete do que ver o Brunson no modo assassino.

    Os Hawks até tentaram colocar o Dyson Daniels para marcar ele, mas quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem defesa que segure. E o mais impressionante? Mike Brown manteve o Brunson em quadra no início do quarto período, e ele simplesmente continuou cozinhando. Essa é a diferença dos astros nos playoffs – eles aparecem na hora que mais importa.

    KAT finalmente acordou

    E o Karl-Anthony Towns, hein? 16 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Pode não parecer muito pelos padrões dele, mas foi eficiente: 5 de 7 nos arremessos. O cara finalmente entendeu que não precisa forçar, só precisa jogar dentro do sistema.

    O que mais me impressionou foi a movimentação sem bola dos Knicks. Towns apareceu nas horas certas, fez os passes certos, pegou os rebotes importantes. Quando os Hawks resolveram fazer dupla marcação nele, abriu espaço para todo mundo. É isso que a gente espera de um cara experiente nos playoffs.

    Na minha visão, essa foi a partida mais completa dos Knicks na série toda. Eles acertaram 60% dos arremessos no primeiro e no último período. Sessenta por cento! Isso é coisa de time que tá determinado a não dar chance para o adversário.

    Defesa que fez a diferença

    Mas não foi só no ataque que os Knicks dominaram. A defesa deles foi absurda. Limitaram os Hawks a apenas 4 pontos em contra-ataques – isso é fundamental contra um time rápido como Atlanta.

    Os Hawks são perigosos no ataque, todo mundo sabe disso. Mas os Knicks não deixaram eles estabelecerem o ritmo de jogo deles. Forçaram eles a jogarem no meio de quadra, com marcação física o tempo todo. Mitchell Robinson apareceu na hora certa fazendo a proteção do aro que todo mundo esperava.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série em Atlanta? Porque uma coisa é dominar em casa, outra é ir lá na casa do adversário e fazer o trabalho sujo.

    Sinceramente? Depois de uma atuação dessas, eu tô começando a acreditar que esse time dos Knicks pode ir longe nestes playoffs. Brunson tá jogando como um astro de verdade, Towns finalmente entendeu o papel dele, e o time como um todo tá jogando junto.

    E vocês, acham que os Knicks fecham no Game 6 ou os Hawks conseguem forçar um jogo 7? Porque depois de ver esse massacre, eu tô achando difícil apostar contra Nova York.

  • Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Cara, que noitaça do Jalen Brunson! O armador dos Knicks simplesmente resolveu fazer a festa no Madison Square Garden e liderou uma surra histórica nos Hawks por 126 a 97 no jogo 5. Agora Nova York tem vantagem de 3-2 na série e pode fechar em Atlanta na próxima quinta.

    Olha, eu já esperava uma reação dos Knicks jogando em casa, mas essa dominância foi absurda. Desde o primeiro quarto eles pisaram no acelerador e nunca mais tiraram o pé. A torcida de NY deve estar enlouquecida!

    Towns finalmente apareceu do jeito que todo mundo esperava

    Karl-Anthony Towns estava devendo uma grande atuação nessa série, e ontem ele entregou logo no primeiro quarto. O cara aproveitou o mismatch contra Jonathan Kuminga e mandou suas três primeiras tentativas pra dentro. Mike Brown até elogiou o trabalho dele nos dois lados da quadra antes do jogo — parece que o big man ouviu.

    O que mais me chamou atenção foi a estratégia do Brown de colocar Mitchell Robinson junto com Towns em quadra. Dois towers? Em 2026? Mas funcionou perfeitamente. Robinson entrou com tudo: 3 pontos, 3 rebotes e 1 toco nos primeiros 4 minutos. Os Hawks não sabiam como reagir.

    O banco dos Knicks foi um show à parte

    Sinceramente, não esperava essa contribuição gigantesca do banco. Jordan Clarkson e Jose Alvarado foram fundamentais — Clarkson ajudou numa corrida de 12-2 no final do primeiro quarto, enquanto Alvarado mandou três cestas certeiras no começo do segundo período.

    OG Anunoby também merece destaque. O cara pegou 7 rebotes só no primeiro quarto (recorde pessoal desde 2020) e depois acordou pro jogo no terceiro período, dobrando seus pontos da primeira metade.

    Brunson foi simplesmente imparável no último quarto

    Mesmo com a vantagem gorda, Mike Brown manteve Brunson em quadra no último período. E que decisão certeira! O capitão dos Knicks fez uma daquelas sequências que só ele sabe fazer: 12 pontos consecutivos que esticaram a vantagem pra mais de 20 e enterraram qualquer chance de reação dos Hawks.

    No final das contas, Brunson terminou com 39 pontos — sua melhor marca na série. Towns contribuiu com 14 pontos e 8 rebotes, enquanto Anunoby fechou com 10 pontos. Juntos, Towns e Anunoby pegaram 24 rebotes, apenas 3 a menos que todo o time de Atlanta.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série fora de casa? Atlanta vai ter que fazer algo especial pra forçar um jogo 7, porque do jeito que NY está jogando, parece difícil parar esse trem. A próxima quinta promete ser decisiva!

  • Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Knicks domina Hawks no Jogo 4 e volta pra casa com tudo em aberto

    Cara, que jogaço dos Knicks! Depois de desperdiçar duas vitórias certas nos Jogos 2 e 3 (perderam por apenas 1 ponto cada), New York mostrou do que é capaz no Jogo 4 contra o Hawks. Vitória por 16 pontos de diferença e agora a série volta pra casa empatada em 2-2.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro — triple-double brilhante e jogando como se fosse videogame. O Brunson, que tinha forçado algumas jogadas nos jogos anteriores, voltou a jogar com inteligência, sem querer resolver tudo sozinho. E o resto do time? Cada um fazendo sua parte direito.

    O jogo perfeito que mudou tudo

    Olha, eu não vou mentir — estava começando a ficar preocupado com os Knicks. Perder dois jogos por 1 ponto cada, com mental breakdown no final… isso dói na alma de qualquer torcedor. Mas aí vem esse Jogo 4 e lembra a gente por que esse time chegou até aqui.

    Towns com triple-double, OG Anunoby metendo 22 pontos (9/16 nos arremessos), e o banco funcionando. Miles McBride, Josh Hart, Alvarado, Mikal Bridges — todo mundo contribuindo. Única coisa que me incomodou foi o Mitchell Robinson ter jogado pouco, mas fora isso foi quase perfeito.

    E agora? Agora a narrativa da série mudou completamente.

    Vantagem de casa pode ser decisiva

    Aqui vem o dado que todo mundo precisa saber: quando uma série volta empatada 2-2 pro time com vantagem de casa, o time de casa vence o Jogo 5 em mais de 75% das vezes na história da NBA. Setenta e cinco por cento, meu amigo!

    Os Knicks têm o Madison Square Garden lotado esperando, e sabemos como aquela torcida pode influenciar. Claro, o histórico da temporada regular não foi lá essas coisas em casa (22-19), enquanto o Hawks se virou bem jogando fora (22-19 também). Mas playoff é outra história.

    E tem mais um número que assusta: quem vence o Jogo 5 numa série empatada 2-2 avança em aproximadamente 83% dos casos. Ou seja, terça-feira pode definir tudo — ou quase tudo.

    O que me chama atenção é a diferença de experiência. Os Knicks têm um grupo que já jogou playoff junto, conhece a pressão. Já o Hawks? CJ McCollum jogou apenas 41 partidas pelo time na temporada, Kuminga só 16 jogos. São peças importantes que ainda estão se adaptando.

    Sinceramente, não vejo nenhum dos dois times conseguindo ganhar dois seguidos do outro. Por isso esse Jogo 5 é tão crucial. Não é bem “ganha ou vai pra casa”, mas tá quase lá. E vocês sabem como é: os Knicks têm muito mais a perder nesse playoffs. Uma eliminação precoce pode significar o fim dessa formação atual do time.

    E aí, quem vocês acham que leva? Os Knicks conseguem aproveitar a casa cheia no Garden ou o Hawks vai dar o troco?

  • Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Cara, que jogo foi esse dos Knicks contra o Hawks! Eu tava aqui mordendo as unhas porque era literalmente vida ou morte no jogo 4, e os caras entregaram tudo. Josh Hart simplesmente decidiu que o CJ McCollum não ia jogar basquete ontem à noite.

    O técnico Mike Brown botou o Hart pra marcar o McCollum desde o primeiro minuto, e mano… foi um clinic defensivo. O cara limitou McCollum a míseros 8 pontos nos primeiros 20 minutos. Oito! Um jogador que normalmente mete 20+ por jogo ficou completamente perdido. Hart tem esse pé ligeiro e quando ele trava na defesa, não tem conversa.

    KAT fez o que tinha que fazer

    Com o Jalen Brunson meio sumido (acontece até com os melhores), alguém precisava assumir a responsa. E quem foi? Karl-Anthony Towns. O cara não só assumiu como fez HISTÓRIA — primeiro triple-double da carreira nos playoffs!

    Sinceramente, eu já tava cansado de ver o Towns sendo subutilizado o ano todo. Quantas vezes a gente não gritou na TV: “Passa a bola pro Towns!” Pois é, no sábado finalmente passaram. Resultado? 10 pontos e 4 assistências só no primeiro quarto. Definiu o tom do jogo ali mesmo.

    O Hart falou uma coisa depois do jogo que me chamou atenção: “Ele é um hub”. Perfeito. O Towns não é só um cara alto que arremessa de 3 — ele distribui, cria jogadas, abre o jogo. Precisavam usar isso melhor o tempo todo.

    OG Anunoby tá voando

    E o OG Anunoby? Meu amigo, esse cara tá num nível absurdo nestes playoffs. Liderou o time com 12 pontos no primeiro tempo, fechou com 22 e 10 rebotes. Quase 9 rebotes por jogo na série — isso é 4 a mais que a média dele na temporada regular!

    Na minha visão, ele tá sendo o melhor Knick nesta série toda. Nos três primeiros jogos: 20 pontos de média com 56% de aproveitamento. E aqueles 8 de 15 de 3? Monstro demais.

    O que mais me impressiona é que quando o Brunson não tá no seu melhor dia, os outros caras aparecem. O José Alvarado saindo do banco e fazendo a diferença, o Hart travando na defesa, o OG dominando dos dois lados… É assim que se ganha playoff.

    Agora vem o jogo 5 e a pergunta que não quer calar: como é que vão marcar o McCollum dessa vez? Porque se ele acordar, a coisa complica. Vocês acham que o Hart consegue repetir aquela performance defensiva?

  • KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu virar playmaker e destruiu os Hawks com um triple-double absurdo: 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. E olha, não é qualquer triple-double não — foi o PRIMEIRO dele nos playoffs em 11 anos de carreira.

    O mais louco? O KAT é conhecido por ser um monstro no arremesso pra um pivô, mas assistências nunca foram o forte dele. Durante a temporada regular, ele fez média de apenas 3 assistências por jogo. Ontem foram 10. Dez!

    Companhia de elite no Madison Square Garden

    Com esse triple-double, Towns entrou num grupo bem seleto na história dos Knicks. Ele se juntou aos lendários Walt Frazier e Dick McGuire, e ao companheiro Josh Hart como os únicos a conseguir um triple-double nos playoffs vestindo a camisa de Nova York. Não é pouca coisa não.

    “As oportunidades apareceram e meus companheiros fizeram acontecer”, disse Towns após a vitória por 114-98 que empatou a série em 2-2. E sinceramente, eu adorei a humildade dele. Porque vamos combinar, ele que criou essas oportunidades com uns passes que eu nem sabia que ele tinha no repertório.

    Brunson aprova a nova versão do KAT

    Jalen Brunson, que normalmente é o cérebro do ataque dos Knicks, ficou impressionado com a performance do pivô. “Esta foi uma grande atuação dele. Tomadas de decisão excelentes. Ele realmente nos colocou em posição de vencer”, disse Brunson, que contribuiu com 19 pontos.

    O que mais me chamou atenção foi ver Towns falando que prefere dar assistência a fazer cestas. “Ver meus companheiros brilharem e conseguir envolvê-los é algo que eu gosto ainda mais do que acertar um arremesso”, declarou. Mano, essa mentalidade é o que separa os bons dos grandes.

    OG Anunoby foi quem mais se beneficiou dos passes do Towns, recebendo cinco assistências e liderando os Knicks com 22 pontos. “Ele é um talento especial, pode fazer de tudo”, elogiou Anunoby. “Não importa quão fechada esteja a janela, ele vai me encontrar.”

    Agora os Knicks voltam pra casa pro decisivo Jogo 5 na terça-feira. Vocês acham que o KAT consegue manter esse nível? Porque se conseguir, essa série pode virar rapidinho. E olha que eu nem sou torcedor dos Knicks, mas essa performance foi de dar arrepio.