Tag: Karl-Anthony Towns

  • Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Olha, eu não sei vocês, mas quando o Anthony Edwards fala, eu paro pra escutar. E pelo visto ele tá bem incomodado com o que viu acontecer com o Karl-Anthony Towns.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, o Ant Man tá querendo que os Timberwolves melhorem o elenco — e não é pra menos. O cara viu o ex-companheiro KAT chegando nas Finals pelo Knicks enquanto ele ficou vendo de casa. Isso deve doer, né?

    A cobrança do franchise player

    “Daqui pra frente, depois desta série, o futuro dos Timberwolves tá meio em questão por causa do que o Ant sente sobre o elenco”, disse Windhorst. E completou: “Eu me pergunto se o KAT ainda estivesse lá, se ele faria isso”.

    Cara, imagina você sendo o cara do time, tendo que carregar tudo nas costas, e ver seu ex-parceiro disputando o título com outro uniforme? Eu entendo a frustração do Edwards. O moleque é um monstro, mas basquete é esporte coletivo.

    Contrato milionário e pressão por títulos

    O Anthony Edwards tá amarrado com Minnesota até a temporada 2028-29, com quase US$ 157 milhões ainda por receber. Absurdo de grana, né? Ele pode assinar uma extensão já neste offseason, mas provavelmente vai esperar pelo menos um ano pra maximizar o acordo.

    E sabe o que eu acho? Edwards tá certo em usar esse tempo pra ver se os Wolves conseguem montar um time de verdade. O cara quer ganhar anel — e quem não quer? Mas pra isso precisa de ajuda.

    Sinceramente, acho que Minnesota tá numa encruzilhada. Eles têm um jogador franchise incrível, mas precisam mostrar pra ele que têm ambição de título. Senão, daqui uns anos, pode rolar aquela história conhecida: estrela pedindo trade.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Edwards? Ou será que vamos ver mais uma franquia desperdiçando o auge de um craque?

  • Cam Johnson já crava quem vai ser o MVP das Finais da NBA

    Cam Johnson já crava quem vai ser o MVP das Finais da NBA

    Olha, eu sei que ainda temos uma final inteira pela frente, mas o Cam Johnson do Nuggets já bateu o martelo: Karl-Anthony Towns vai levar o troféu de MVP das Finais da NBA. E sinceramente? Não tô vendo mentira nenhuma aí.

    Com os Knicks dominando os Spurs por 2-0 na série, o KAT tá fazendo um trabalho monstro dos dois lados da quadra. Johnson, que só pode assistir de casa depois dos Nuggets caírem logo na primeira rodada (que dor), não poupou elogios ao pivô dos nova-iorquinos.

    Por que Towns merece ser MVP?

    “Ele é o MVP deles neste ponto, na minha opinião, das Finais”, disparou Johnson no OldManAndThree. “Ele tem uma tarefa muito difícil defensivamente. Sabemos que não é só ele que marca o Wemby, mas é uma missão quase impossível. E ofensivamente? Cara, ele tá se impondo sem sair do roteiro.”

    E os números não mentem: 21 pontos, 13 rebotes e 4 assistências com 8/12 nos arremessos no último jogo. Isso é eficiência no mais alto nível. Johnson destacou que quase tudo que o KAT conseguiu foram cestas fáceis que ele mesmo criou — exceto talvez aquela bomba de três que ele soltou ontem.

    O fator Garden pode decidir tudo

    Agora os Knicks voltam pra casa, pro caldeirão do Madison Square Garden, com dois jogos de vantagem. Se eu fosse apostar (e olha que não sou de apostar), diria que o jogo 3 vai ser decisivo. Os Spurs precisam reagir AGORA, senão pode virar passeio.

    A conexão que Johnson mencionou é real — Towns não tá só pontuando, ele tá fazendo a equipe toda jogar melhor. Isso que separa um bom jogador de um MVP de Finais.

    Vocês concordam com o Johnson ou acham que ainda é cedo pra cravar? Porque na média da série, KAT tá com 19.5 pontos e 12.5 rebotes por jogo. Se continuar assim, vai ser difícil tirar esse troféu dele.

    O jogo 3 rola na segunda-feira, 21h30, direto do Garden. E pelo visto, pode ser o começo do fim para San Antonio.

  • KAT finalmente calou os haters? Ex-NBA diz que sim

    KAT finalmente calou os haters? Ex-NBA diz que sim

    Olha, eu sempre achei que o Karl-Anthony Towns tinha potencial pra muito mais do que mostravam os números dele no Minnesota. E agora, vendo ele destruindo nas Finals da NBA pelo New York Knicks? Cara, o negócio tá ficando sério mesmo.

    O KAT meteu 18 pontos no garrafão contra o San Antonio Spurs no Jogo 1 das Finals — e não foi qualquer 18 pontos, foi dominando lá dentro mesmo. Chandler Parsons, que jogou na liga por anos, foi direto ao ponto no programa Run it Back: “KAT finalmente calou todos os haters… o cara tá jogando demais”.

    Brunson é o líder, mas KAT virou peça fundamental

    Sinceramente, eu não esperava que o Towns se adaptasse tão rápido em Nova York. Todo mundo sabe que o Jalen Brunson é o cérebro desse time — e Parsons até brincou que se o Brunson trouxer o título pro Knicks, vai ganhar uma estátua no Madison Square Garden mesmo.

    Mas o que me impressiona é como o KAT encontrou seu papel perfeito ao lado do Brunson. “Ele é uma peça crítica pros Knicks ganharem o título”, disse Parsons. E eu concordo 100%. O cara tem um combo que poucos pivôs da liga conseguem: domina no garrafão E acerta de três. Como você para isso?

    Os números falam por si só — desde 23 de abril (primeiro dia do Draft da NFL, curiosamente), os Knicks não perderam UM jogo sequer. São 12 vitórias consecutivas entrando no Jogo 2. Doze. Em sequência. Nas playoffs. Isso é coisa de campeão mesmo.

    San Antonio precisa encontrar uma resposta rápida

    O Spurs tá numa sinuca de bico danada. Como você neutraliza um cara de 2,11m que arremessa bem de qualquer lugar da quadra? Se deixar ele solto no perímetro, ele acerta. Se fecha muito o garrafão, ele passa pro Brunson criar.

    Na minha visão, se o KAT repetir a performance do Jogo 1 hoje à noite, os Knicks abrem 2-0 na série — e aí fica muito difícil pro San Antonio se recuperar jogando em casa dos caras.

    E aí, vocês acham que o Towns finalmente encontrou sua casa em Nova York? Porque pra mim, esse cara sempre foi subestimado. Talvez só precisasse do ambiente certo pra mostrar do que é capaz.

  • Wemby elogia KAT após apanhar dos Knicks: ‘Ele é bom jogador’

    Wemby elogia KAT após apanhar dos Knicks: ‘Ele é bom jogador’

    Cara, eu não esperava ver o Victor Wembanyama reconhecendo superioridade de alguém tão cedo na carreira dele. Mas é exatamente isso que tá rolando nas Finais da NBA.

    Depois de levar uma surra no Jogo 2, o francesinho foi direto ao ponto sobre o que tá incomodando os Spurs: Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu virar jogador completo na hora que mais importa.

    O elogio que ninguém esperava

    “É muito diferente das séries anteriores”, disse Wemby após o jogo. “Ele (Towns) está nos levando para áreas difíceis porque eles têm bons jogadores. Ele é um bom jogador. Precisamos descobrir como resolver isso.”

    Olha, quando um monstro de 2m20 que domina a NBA há dois anos fala que precisa “descobrir como resolver” você, é porque você tá jogando MUITO basquete. E o KAT tá mesmo — 21 pontos em 8 de 12 arremessos no Jogo 2, incluindo 3 de 5 do perímetro. Absurdo.

    A defesa que ninguém acreditava existir

    Mas aqui vem a parte mais louca da história: Towns tá defendendo. Sim, o mesmo cara que a vida toda foi criticado por ser moleza na defesa agora tá dando trabalho para o Wembanyama. Sinceramente, eu nunca pensei que veria isso.

    O que tá acontecendo é que os Knicks bolaram um esquema perfeito. Com Towns espalhando a defesa do Spurs (o cara arremessa de qualquer lugar), o Wemby não consegue ficar plantado no garrafão fazendo aquele terrorismo defensivo de sempre. E quando o francês sai da área, o KAT aproveita para marcar presença no perímetro e ainda consegue acompanhar ele na defesa.

    13 rebotes e 4 assistências completaram a noite mágica do pivô dos Knicks. O cara tá tendo a melhor fase da carreira dele justamente nas Finais. Timing perfeito, não?

    Nova York a um passo da glória

    Com 2-0 na série, os Knicks estão praticamente com um pé no título. E olha que eu achava que seria o contrário — que o Towns ia ser o elo fraco contra esse fenômeno francês. Mano, como eu estava errado.

    A verdade é que Towns tá mostrando que quando você junta talento com motivação máxima, coisas incríveis acontecem. Ele sempre teve o potencial, mas nunca mostrou essa consistência dos dois lados da quadra. Agora, nas Finais, resolveu virar o jogador completo que todo mundo sabia que ele podia ser.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível até o fim da série? Porque se conseguir, pode preparar o discurso de Finals MVP.

  • Knicks fazem história e estão a 2 vitórias do título de 73!

    Knicks fazem história e estão a 2 vitórias do título de 73!

    Cara, eu não acredito no que tô vendo. Os New York Knicks estão literalmente reescrevendo a história da NBA neste momento — e olha que eu pensava que nunca mais ia ver esse time brigar por título de verdade.

    Depois de vencer os Spurs por 105-104 no Jogo 2 das Finais na sexta, o Brian Windhorst da ESPN soltou uma frase que resume tudo: “Os Knicks são uma máquina de vitórias”. E sinceramente? Ele tá certo.

    Sequência histórica que ninguém esperava

    Treze vitórias consecutivas nos playoffs. Treze. Isso coloca os Knicks como a segunda maior sequência da história da NBA nos playoffs, perdendo só pros Warriors de 2016-17 que ganharam 15 seguidas (aquele time absurdo com KD, Curry, Klay e Draymond).

    O mais impressionante? Eles tão ganhando de todo jeito possível. Jogos de placar alto, jogos truncados, nos detalhes… É como se o time tivesse encontrado uma fórmula mágica que funciona contra qualquer adversário.

    Windhorst disse uma coisa que me arrepiou: “Você não conseguiria escrever esse roteiro porque ninguém poderia ter previsto isso”. E é exatamente assim que me sinto assistindo esse time.

    Karl Towns destruindo o hype do Wemby

    Vamos falar sério: quem aqui apostaria que o Karl-Anthony Towns ia dominar o Victor Wembanyama numa Final da NBA? Porque eu certamente não.

    O cara fez 21 pontos, 13 rebotes e ainda acertou 3 de 5 da linha dos três. Enquanto isso, o Wemby — que é um monstro defensivo e fez seus 29 pontos — simplesmente não conseguiu parar o Towns no primeiro tempo. Foi um show à parte.

    E olha que o francês teve até chance de virar o jogo no final. Perdeu uma bola crucial faltando 12 segundos, fez falta no Brunson (que converteu o lance livre do desempate) e ainda errou o arremesso da vitória no último segundo.

    Madison Square Garden pode explodir segunda

    Agora vem a parte mais emocionante: os Knicks voltam pra casa com 2-0 na série. O Jogo 3 é segunda à noite no Madison Square Garden, e cara… imagina a energia daquela arena com o time a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos?

    Eles já eliminaram Hawks, Sixers e Cavaliers nessa trajetória histórica. E aí, vocês acham que os Spurs conseguem reagir jogando em Nova York? Porque pelo que tô vendo, esse time dos Knicks parece que não sabe mais como perder.

    Uma coisa eu garanto: não importa o que aconteça, essa já é uma das campanhas de playoffs mais impressionantes que eu já vi na minha vida como fã de basquete.

  • Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Cara, eu preciso dividir isso com vocês: os Knicks estão simplesmente DESTRUINDO tudo nas Finals. 2-0 contra o Spurs, ambos jogos fora de casa. E Nova York? Mano, a cidade já tá em estado de delírio total.

    Olha, 53 anos sem título é tempo DEMAIS pra qualquer torcida aguentar. Eu lembro do meu pai falando dos Knicks dos anos 70, e agora finalmente parece que chegou a hora. Literalmente não dá pra andar duas quadras em Manhattan sem ver alguém de azul e laranja.

    A cidade virou um caldeirão

    O negócio tá tão louco que até o metrô entrou na vibe. A estação da Penn Station — que fica literalmente embaixo do Madison Square Garden — foi pintada toda de azul e laranja. Os caras da MTA deixaram o verde tradicional de lado e abraçaram a causa.

    E não para por aí não. Tem bandeira dos Knicks pendurada em prédio de quinta andar, bar fazendo promoção especial, e você escuta “Knicks in four” em cada esquina. Sinceramente, eu nunca vi nada igual na minha vida acompanhando NBA.

    Karl-Anthony Towns falou uma parada que me arrepiou: “A maior moeda que você pode ganhar em Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs e da cidade nos deixa ricos além da imaginação.” Cara, isso é NYC resumido em uma frase.

    Sequência histórica em curso

    Agora vem o dado que tá deixando todo mundo maluco: os Knicks já ganharam 13 jogos seguidos nos playoffs. Treze! É a segunda maior sequência da história da NBA. Se fecharem em quatro jogos (o que tá bem provável), vão empatar com os Warriors de 2016-17 com 15 vitórias consecutivas.

    O prefeito já até falou que como nova-iorquino tá louco pra festa, mas como prefeito tá com medo do “caos absoluto” que vai virar a cidade. E vocês acham que ele tá exagerando?

    Fat Joe — que literalmente não perde um jogo — até virou condutor especial do trem linha 1. As watch parties do lado de fora do Garden já estão tomando a 7th Avenue inteira.

    Olha, eu tô tentando manter os pés no chão aqui, mas não tem como não se empolgar. Os caras estão jogando um basquete ABSURDO, dominaram dois jogos em San Antonio, e agora voltam pra casa podendo fechar a série. Nova York não vê uma coisa dessas desde 1973, galera. É história pura sendo escrita.

  • Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Cara, assistir o Victor Wembanyama nas Finais da NBA tem sido uma montanha-russa de emoções. O garoto tá vivendo exatamente o que o Kobe, o LeBron e outros monstros da liga passaram: aprender que grandeza se conquista através da dor.

    “Eu ainda estou muito confuso. Esse é o problema todo. Preciso ter mais controle, mais domínio do jogo”, disse Wemby depois do Jogo 2. E olha, essa frase resume tudo.

    A física do Karl-Anthony Towns

    Os Knicks descobriram a fórmula: porrada no francesão. O KAT e toda a defesa de Nova York tão martelando o Wemby em cada rolamento, empurrando, dificultando a vida dele de todas as formas possíveis. É basquete físico no seu melhor (ou pior, dependendo do seu ponto de vista).

    Durante seis quartos dessas Finais, o Victor tava perdido. Números até que razoáveis no papel, mas sem aquela pegada dominante que a gente viu contra o Thunder nas Finais da Conferência Oeste. Parecia outro jogador — e não no bom sentido.

    Aí no terceiro quarto do Jogo 3, o jogo virou. Towns foi pro banco com quatro faltas (algumas meio forçadas, né?) e o Wembanyama finalmente achou espaço pra respirar. Foram 12 pontos no período, quatro arremessos só no garrafão. O menino lembrou que é um alienígena mesmo.

    Os 12 segundos que doem até hoje

    Mas é nos momentos decisivos que a experiência fala mais alto. Com 57 segundos no relógio, Wemby fez um and-1 absurdo e colocou os Spurs na frente. Parecia que ia dar tudo certo.

    Brunson empatou (porque é isso que craque faz), e aí veio aqueles 12 segundos finais que vão dar pesadelo no francesão por um tempo. Wemby pegou o rebote defensivo, saiu correndo — porque com aquele tamanho dele, ele literalmente voa pela quadra — e tentou um passe de primeira pro Stephon Castle.

    Só que o Castle tava de costas. Não viu nada. A bola bateu nas costas dele, sobrou pro Brunson, e na pressa de tentar corrigir o erro, Wemby cometeu falta. “É, eu joguei fora. Foi erro meu”, assumiu depois.

    Brunson acertou só um dos dois lances livres (ainda bem), mas os Spurs não conseguiram aproveitar a chance final.

    Lições que só se aprendem na quadra

    Sinceramente? Isso me lembra demais as primeiras Finais do LeBron em 2007, quando os Spurs (ironicamente) deram uma aula nele. Ou o Kobe perdendo pros Celtics em 2008. São lições que não tem como aprender no treino ou conversando com guru espiritual.

    O Wembanyama nasceu com dons absurdos — altura, atletismo, toque de bola — e trabalhou pra caramba pra lapidá-los. Mas essa frieza nos momentos grandes? Essa se ganha na pancada mesmo.

    Vocês acham que ele vai conseguir se recuperar dessa? Porque eu tô aqui torcendo pra ver esse moleque evoluir em tempo real. As Finais ainda não acabaram, e conhecendo o Wemby, ele vai usar essa experiência como combustível.

    Uma coisa é certa: se ele conseguir superar essa, vai sair muito mais forte. É assim que nascem as lendas da NBA.

  • Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Gente, vocês precisam ver isso. Uma fã dos Knicks que trabalha como nail designer simplesmente resolveu elevar o fanatismo a outro nível. A Tamami (é assim que ela se identifica no Instagram) pintou os rostos do Jalen Brunson, Jordan Clarkson e Karl-Anthony Towns nas unhas de uma mão — com direito a pelos do rosto e tudo mais.

    Mas espera que fica melhor. Na outra mão? Ela pintou os uniformes dos caras: branco, azul e preto alternativo. Quando ela junta as duas mãos, forma o corpo inteiro de cada jogador. Cara, é de um nível de criatividade absurdo.

    A repercussão foi instantânea

    Durante o Jogo 2 das Finais na sexta-feira, ela postou a arte no Instagram e explodiu. Os comentários? Uma chuva de elogios. “Você arrasou”, “ISSO É TUDO”, e olha só — até uma fã dos Celtics admitiu: “Ok, isso tá bom demais! Com carinho, uma torcedora dos Celtics!”

    Sinceramente? Eu já vi muito fanatismo na NBA, mas isso aqui tá em outro patamar. A dedicação pra fazer cada detalhe, a precisão nos rostos… E o mais legal é que ela conseguiu capturar a essência de cada jogador.

    Arte e paixão pelo basquete

    Como alguém que acompanha os Knicks há anos (e sofreu muito, viu), ver esse tipo de dedicação da torcida me emociona. A franquia pode não ter ganhado título há décadas, mas a paixão da torcida never dies.

    E vocês, o que acham? Fariam uma nail art do seu time favorito? Ou acham que a Tamami exagerou na dose de amor pelos Knicks? Eu tô impressionado com a qualidade da arte — parece que cada unha virou uma mini obra de arte.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem essas Finais, essa nail art vai entrar pra história como um dos símbolos mais criativos da torcida nova-iorquina.

  • KAT roubando o show na Finals e humilhando Wemby? Que loucura!

    KAT roubando o show na Finals e humilhando Wemby? Que loucura!

    Gente, vou ser bem honesto com vocês: eu não esperava que Karl-Anthony Towns fosse DOMINAR assim nas Finais da NBA. Mas é exatamente isso que tá rolando entre Knicks e Spurs, e eu tô aqui babando vendo esse cara jogar no nível que sempre soubemos que ele tinha.

    Na sexta-feira, no Jogo 2, o KAT fez uma jogada que resume bem o que ele tá fazendo nessa série. Recebeu um passe do José Alvarado, deu uma dribladinha e meteu uma enterrada das brabas na cara do Victor Wembanyama. E depois? Se virou e gritou na cara do francês. Sem dizer nada, mas falando tudo ao mesmo tempo.

    Os números não mentem (e são absurdos)

    Olha só os números do Towns em 2 jogos: 19,5 pontos, 12,5 rebotes e 4 assistências por jogo, acertando 55,6% dos arremessos de quadra e 42,9% das bolas de três. Monstro demais, né?

    No Jogo 2 especificamente, foram 21 pontos, 13 rebotes, 4 assistências em apenas 34 minutos. Os Knicks foram +11 com ele em quadra — o melhor saldo entre todos os titulares. E no Jogo 1? +14. Coincidência? Eu acho que não.

    As casas de apostas já sacaram o movimento. KAT entrou nas Finais cotado a +2200 para MVP das Finais (praticamente sem chance), e agora tá a +185. Ou seja: de zebra total para um dos favoritos. Isso em apenas dois jogos!

    KAT vs Wemby: o duelo que não esperávamos

    Todo mundo falava que seria Brunson vs Wembanyama, mas na real tá sendo Towns vs Wembanyama — e o brasileiro naturalizado americano (brincadeira, ele é dominicano-americano) tá levando a melhor.

    Wemby até tá pontuando mais (27,5 contra 19,5), mas olha a eficiência: o francês tá acertando só 40,5% dos arremessos e 26,7% das bolas de três. Towns? Os números que já falei ali em cima. A diferença é gritante.

    “É muito diferente das séries anteriores. Está nos trazendo para áreas difíceis porque eles são bons jogadores. [Towns] é um bom jogador”, admitiu Wembanyama depois do Jogo 2. Traduzindo: o cara tá apanhando e reconhecendo.

    Por que Towns tá funcionando tão bem?

    A resposta tá na versatilidade. O KAT obriga o Wemby a sair do garrafão para marcar ele na linha dos três pontos. Isso significa que o francês não consegue ficar ali sendo aquela muralha que a gente conhece.

    Lembram do Chet Holmgren nas Finais da Conferência Oeste? O cara ficou com medinho de atacar o Wembanyama e os Thunder perderam em parte por isso. Towns? Zero medo. Pelo contrário, tá indo pra cima e ainda provocando depois.

    “Vem com a experiência. Eu já estive em séries de playoffs onde fiz demais e prejudiquei o time, e já estive em séries onde fiz de menos e também prejudiquei”, explicou KAT antes do Jogo 2. “É uma linha tênue.”

    E vocês acham que ele consegue manter esse nível pelos próximos jogos? Porque se conseguir, os Knicks podem estar a dois jogos do primeiro título desde 1973. E Towns pode levar um MVP das Finais que ninguém via vindo.

    Sinceramente, eu tô curtindo demais ver esse cara finalmente mostrar todo o potencial que sempre teve. E humilhar o Wemby no processo? Bônus completo.

  • Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Cara, o que rolou com o Karl-Anthony Towns ontem foi de arrepiar. Depois de ajudar os Knicks a vencerem por 105-104 contra o Spurs no Jogo 2 das Finais, o cara foi direto falar sobre a mãe dele que morreu de COVID em 2020.

    “Quando você perde um dos pais, você fica procurando por sinais. Eu rezei pra ela antes daquela última posse”, disse o KAT pra ABC. E olha, não é que o Wembanyama errou aquele arremesso no último segundo? Towns teve certeza: foi a mãe dele protegendo.

    O jogo que mudou tudo

    Os Knicks tavam perdendo feio no começo – mais de dez pontos de diferença. Aí o Towns simplesmente resolveu pegar o time nas costas. 21 pontos, 13 rebotes, e ainda deu aquela segurada no Wemby quando precisou. Monstro absoluto.

    Sinceramente? Eu sempre achei que o Towns tinha potencial pra ser diferenciado, mas ver ele jogando assim nas Finais é outro nível. O cara tá jogando como se a vida dependesse disso – e talvez dependa mesmo, né?

    A dor que vira força

    A história da mãe do Towns é de partir o coração. Jackie Cruz-Towns morreu em abril de 2020, vítima da COVID. E foi o próprio KAT que teve que tomar a decisão mais difícil da vida dele – desligar os aparelhos.

    Imagina a pressão que esse cara carrega? Perdeu a mãe no auge da pandemia, teve que lidar com tudo isso sendo figura pública, e agora tá a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos dos Knicks. Se isso não é filme, eu não sei o que é.

    “Eu sei que ela tá orgulhosa, não importa o que aconteça. Mas cara, se ela pudesse ver como eu tô perto de conquistar tudo…” – foi mais ou menos isso que ele quis dizer, mas com muito mais emoção na voz.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Porque depois de ver o Towns jogar desse jeito, eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano deles mesmo.