Tag: Karl-Anthony Towns

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    Olha, eu não esperava que o Karl-Anthony Towns fosse ser ESSE cara nos playoffs, mas o homem simplesmente decidiu que era a hora dele brilhar. No jogo 4 contra o Hawks, KAT mandou o primeiro triple-double da carreira dele nos playoffs (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências) e ajudou os Knicks a empatarem a série em 2-2 com uma vitória de 114 a 98.

    E que atuação, meu amigo! Towns não só pontuou bem — 6 de 10 arremessos —, como distribuiu a bola que nem um armador veterano. Dez assistências! O cara que sempre foi criticado por ser individualista demais mostrou que pode sim fazer os companheiros jogarem melhor.

    Mikal Bridges e Josh Hart acordaram na hora certa

    Depois daquela performance horrorosa no jogo 3 (onde o Bridges nem pontuou), tanto ele quanto o Josh Hart resolveram aparecer. Os dois que fizeram 1 de 12 coletivamente no jogo anterior, mandaram 7 de 11 no primeiro tempo desta vez. Hart inclusive fechou a primeira etapa em grande estilo, anotando 9 dos últimos 11 pontos dos Knicks antes do intervalo.

    Sinceramente, essa dupla estava devendo essa resposta. E que alívio deve ter sido pro Thibodeau ver esses caras voltarem a produzir quando mais precisava.

    Defesa sólida e rebote dominante

    Uma coisa que me chamou atenção foi como os Knicks dominaram no garrafão. Eles pegaram rebote ofensivo o jogo todo, criando segundas chances enquanto não deixavam os Hawks nem chegarem perto da tabela deles. No primeiro tempo, Atlanta fez só 44 pontos — uma pressão defensiva absurda.

    O OG Anunoby também mandou bem com um double-double de 22 pontos e 10 rebotes. E tem o Miles McBride saindo do banco pra fazer 8 dos seus 11 pontos no último quarto, acertando 3 de 6 do perímetro.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade no jogo 5? Porque uma coisa eu garanto: se o Towns continuar jogando assim, distribuindo e pontuando, essa série pode virar rapidinho. O cara mostrou que quando resolve aparecer nos momentos grandes, ele realmente pode ser decisivo.

    Brunson fez 19 pontos mas perdeu 6 bolas — algo que ele precisa melhorar pro próximo jogo. Mas com Towns nesse nível e os outros caras voltando a acertar os arremessos, os Knicks têm tudo pra surpreender nessa série.

  • KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    Cara, que situação complicada a do Karl-Anthony Towns e dos Knicks. Depois de levar uma virada cruel dos Hawks por 109 a 108 no Jogo 3, o pivô deixou bem claro o que todo mundo já sabia: não adianta fazer bonito no individual se o time não consegue fechar as partidas.

    “Não significa nada se você não ganha, honestamente. Essa é a resposta”, disparou KAT quando perguntaram sobre seu desempenho ofensivo. E olha, ele tem toda razão. O cara fez um jogaço – 21 pontos e 17 rebotes em 34 minutos, muito mais agressivo que no Jogo 2, quando ficou zerado no último quarto.

    A evolução do KAT que não bastou

    Sinceramente, eu vi uma versão bem diferente do Towns no Jogo 3. Além de buscar mais o jogo ofensivo (como todo mundo pediu depois daquela atuação apagada), ele também apareceu na defesa. Duas tocos no momento decisivo! Para um cara que sempre foi questionado defensivamente, isso é um baita progresso.

    Mas aí que tá o problema: fazer tudo certo individualmente e ainda assim perder por um ponto dói demais. “É difícil, temos que manter a cabeça erguida. Tudo bem ficar desapontado, isso significa que nos importamos”, falou Towns depois do jogo. Dá pra sentir a frustração na voz do cara.

    Knicks com a corda no pescoço

    A realidade é crua: os Knicks estão 2-1 atrás na série e não podem mais vacilar. Perder o Jogo 4 em Atlanta seria praticamente assinar o atestado de óbito da temporada. Eu sei que 3-1 não é morte (pergunta pro Warriors de 2016), mas convenhamos – não é todo time que consegue uma virada dessas.

    O que mais me chamou atenção na fala do Towns foi ele assumir que o time “lutou” mas não conseguiu “fechar o jogo”. Essa é a palavra-chave: fechar. Os Knicks tiveram a chance de empatar a série em casa e deixaram escapar nos detalhes finais.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem reagir em Atlanta? Porque pelo que eu vi, o KAT tá fazendo a parte dele – agora o resto do time precisa aparecer também. Sábado tem Jogo 4, e é literalmente agora ou nunca para Nova York.

  • Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Cara, eu não consigo mais defender esse time dos Knicks. 109 a 108 pro Hawks em casa, tomando virada no final — isso não é playoff, é vexame mesmo.

    Olha, vou ser sincero: talvez os Knicks (1-2) nem merecessem ganhar esse jogo contra o Hawks (2-1). Começaram dormindo no primeiro quarto, tomaram 18 pontos de diferença no segundo, e só acordaram quando já era tarde demais. Conseguiram virar por 3 com um minuto no relógio, mas aí o CJ McCollum resolveu aparecer e os caras entregaram mais uma posse de bola decisiva.

    KAT e Brunson fizeram a parte deles

    Karl-Anthony Towns foi monstro: 21 pontos e 17 rebotes, com +22 de saldo. O Brunson também apareceu com 26 pontos em 11 de 23 arremessos. Mas mano, basquete é esporte coletivo — e o resto do time simplesmente sumiu.

    Mikal Bridges tentou 3 arremessos e fez ZERO pontos. Zero! Mitchell Robinson foi um -18 em apenas 11 minutos de quadra. Josh Hart? 2 pontos em 1 de 9 tentativas. É de chorar mesmo.

    Os Knicks até dominaram o garrafão (56 a 40 pontos na área) e equilibraram no rebote (46-45), mas perderam no que mais importa: eficiência. O Hawks acertou 45% dos arremessos contra 43% de Nova York, mas principalmente nas bolas de três — 39% contra 29%. E as 18 bolas perdidas dos Knicks viraram pontos fáceis pro adversário.

    Primeiro quarto foi um pesadelo

    Sinceramente, nunca vi um time tão apático em playoff. No primeiro quarto, só dois jogadores pontuaram: Anunoby e Brunson. Towns tentou UM arremesso (e errou). O time perdeu 5 bolas logo de cara e não foi na linha de lance livre até restar 1min30.

    Enquanto isso, o Hawks estava jogando um basquete lindo. Assistiram em 10 das 12 cestas do primeiro quarto, com Jonathan Kuminga saindo do banco perfeito: 4 de 4 e 10 pontos. Os Knicks erraram 10 das 12 tentativas de três pontos. Dez de doze, gente!

    No final do primeiro quarto: 33 a 21 pro Hawks. Uma diferença que grita despreparo.

    A reação que não veio

    No segundo quarto, Towns finalmente acordou e diminuiu a diferença de 15 para 10 pontos com algumas enterradas bonitas. Mas aí o McCollum resolveu o jogo com uma virada de meio de quadra, Onyeka Okongwu roubou uma bola do Bridges e transformou em pontos fáceis.

    A verdade é essa: esse time dos Knicks não tá levando a sério os playoffs. Tom Thibodeau demora demais pra fazer os ajustes, os jogadores parecem estar passeando, e o resultado tá aí — 2 a 1 pro Hawks numa série que deveria ser nossa.

    E vocês, ainda acreditam nesse time? Porque eu tô começando a perder a fé…

  • CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks! Sério mesmo, essa série tá sendo puro entretenimento e CJ McCollum simplesmente resolveu virar protagonista quando ninguém esperava.

    Atlanta venceu por 109-108 em um final de tirar o fôlego e agora lidera a série por 2-1. E olha, não vou mentir — eu não esperava que o McCollum fosse dominar dessa forma depois da troca dele pros Hawks.

    McCollum simplesmente monstro

    O cara fez 23 pontos e ainda cravou a cesta da vitória nos segundos finais com uma frieza absurda. Vocês viram aquele pull-up? Completamente no controle, corpo alinhado, sem pressa nenhuma. Isso é veterano experiente fazendo o que sabe de melhor.

    Eu sempre achei que o McCollum encaixaria melhor jogando ao lado do Jalen Johnson do que com o Trae Young, mas confesso que tô impressionado com a versatilidade que ele tá mostrando. O cara tá fazendo de tudo — criando jogadas, pontuando, sendo válvula de escape. É plug-and-play no melhor sentido.

    Knicks com problemas sérios

    Do outro lado, Nova York tá com uns problemas bem chatos. Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (29) foram bem, mas não dá pra ganhar jogo na NBA dependendo só de dois caras.

    E o que tá acontecendo com o Karl-Anthony Towns, hein? O homem simplesmente não aparece no primeiro tempo — dessa vez foram só 8 pontos na primeira metade, sendo ZERO no primeiro quarto. Zero! Isso não pode acontecer com um jogador do calibre dele.

    Mikal Bridges então… 21 minutos, quatro turnovers e nenhum ponto. Nenhum! Sinceramente, tá difícil de entender como um jogador desse nível some completamente numa série de playoffs.

    A única salvação veio do banco mesmo, com Miles McBride contribuindo com 15 pontos importantes. Mas não dá pra viver disso, né?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem reagir no próximo jogo? Porque se o Towns não acordar pra vida e o Bridges continuar sumido, vai ficar complicado demais pra Nova York. Essa série tá longe de acabar, mas os Hawks tão numa posição bem confortável agora.

  • Towns quer ser ‘Knick pra vida toda’, mas pressão é absurda

    Towns quer ser ‘Knick pra vida toda’, mas pressão é absurda

    Olha, eu sempre achei que o Karl-Anthony Towns tinha cara de quem ia se apaixonar por Nova York. E pelo visto não me enganei — segundo fontes próximas ao pivô, ele quer mesmo ficar no Knicks pro resto da carreira. “Ele quer muito que as coisas deem certo aqui”, disse uma fonte à ESPN. “Ele quer ser um Knick pra vida toda.”

    Mas calma aí. A coisa não é tão simples assim.

    A pressão em cima do KAT tá no nível estratosférico, cara. O James Dolan (dono do Knicks) praticamente deu um ultimato: é pra chegar na final da NBA pela primeira vez desde 1999. Sim, 1999! Eu nem tinha nascido direito quando o Knicks chegou na final pela última vez.

    O fantasma do Giannis ronda Madison Square Garden

    E aqui entra a parte mais tensa da história. Towns ainda tem dois anos de contrato pela frente — US$ 57,7 milhões em 2026-27 e uma opção de jogador de US$ 61 milhões pra 2027-28. Esse salário gigante faz dele a principal moeda de troca caso o Knicks resolva partir pra cima do Giannis Antetokounmpo.

    Pois é, parece que Knicks e Bucks já tiveram conversas exclusivas sobre o Greek Freak no verão passado. E com Milwaukee fazendo uma temporada turbulenta, todo mundo espera que essas conversas voltem a esquentar.

    Sinceramente? Eu entendo o Towns querer ficar. Nova York é o palco dos sonhos, Madison Square Garden é lendário. Mas a pressão deve ser de enlouquecer.

    Números em queda livre preocupam

    E olha, os números não tão ajudando muito o nosso pivô. Esta temporada ele teve apenas 13,8 arremessos por jogo — recorde negativo na carreira. A pontuação caiu pra 20,1 pontos por partida, a menor desde o ano de calouro. Vários assistentes técnicos da Conferência Leste tão questionando como o Mike Brown tem usado o KAT.

    “Se eles não chegarem na final, o Towns vai levar a maior bronca — depois do Bridges, que custou todas aquelas picks de draft”, disse um executivo rival. “Porque o Brunson não vai ser culpado, e vão dizer que o Towns não entregou. Especialmente com o Giannis ali disponível.”

    Cara, que pressão absurda, né? O monstro quer ficar, tem talento de sobra, mas tá numa sinuca de bico. E vocês, acham que ele consegue aguentar essa pressão toda e levar o Knicks longe nos playoffs?

  • Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistindo o jogo 2 dos Knicks contra o Hawks segunda-feira, bateu aquela sensação de “lá vamos nós de novo”. Karl-Anthony Towns, o cara que ganha 53 milhões por ano, simplesmente desapareceu no quarto período.

    Nos três primeiros quartos? O homem estava voando. 18 pontos, 8 rebotes, 8 de 10 nos arremessos. Em 25 minutos, os Knicks ganharam por 15 pontos quando ele estava em quadra. Aí chegou a hora da verdade e… duas tentativas de arremesso em oito minutos. Duas! E errou as duas.

    Mike Brown coloca a culpa no Towns

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown não poupou o astro. Basicamente disse que Towns precisa se impor mais no jogo. “Ele sabe que precisamos que ele seja agressivo”, falou o treinador.

    Olha, eu entendo a posição do Brown. Towns não é mais um novato – o cara já foi várias vezes All-Star. Mas sinceramente? Acho que o problema vai além da “falta de agressividade”.

    No jogo 1 foi o contrário: Towns começou mal (2 de 9 nos três primeiros quartos) mas explodiu no final – 11 pontos em 7 minutos no último período, acertando tudo que tentou. Essa inconsistência está matando os Knicks.

    O problema é mais profundo

    A real é que os Knicks ainda não descobriram como usar o Towns de forma consistente no ataque. Em 77 jogos com Brown, eles ainda não acharam a fórmula mágica.

    E olhem os números que descobri: quando Towns joga contra alas, ele tem posse de bola 32% do tempo. Contra outros pivôs? Esse número salta para 48%. No jogo 2, os Hawks colocaram Onyeka Okongwu pra marcar ele no meio do terceiro quarto, mas mesmo assim os Knicks não conseguiram explorar essa vantagem.

    O próprio Brown admitiu depois: “Não executamos bem no ataque, começando por mim. Não variamos o suficiente no final do jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem resolver isso a tempo? Porque com expectativas de título e o salário que o Towns ganha, não dá pra continuar com ele desaparecendo nos momentos decisivos. Se não resolverem logo, podem dar tchau pros playoffs mais cedo do que esperavam.

  • Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Cara, o Stephen A. Smith tá pistola com o Karl-Anthony Towns. E olha, depois do que rolou no jogo 2 contra o Hawks, eu até entendo a revolta do cara.

    Os Knicks estavam dominando, mano. 91 a 79 no último quarto, tranquilão no Madison Square Garden. Aí do nada — PUFF — despencaram e perderam de 108 a 100. Mas o que mais irritou o Stephen A. não foi nem a derrota em si. Foi ver o KAT mandando beijinho depois de acertar umas bolas de 3 enquanto o time tava derretendo.

    O show de horrores do quarto período

    “Esses caras ficam mandando beijinho quando acertam um arremesso de 3”, disse o Stephen A. no First Take. “Eu entendo que o Jalen Brunson faz isso depois de todo arremesso, mas o KAT fica soprando beijinho e fazendo essas coisas todas. Que diabos você tá fazendo?”

    E não é que ele tem razão? O cara tá celebrando enquanto o time despenca 12 pontos de vantagem. No último quarto, o Towns simplesmente sumiu — apenas dois arremessos. DOIS! Enquanto isso, o CJ McCollum dos Hawks meteu 9 de 12 arremessos e destruiu a defesa dos Knicks.

    Cadê a pegada Thibodeau?

    Sinceramente, eu sinto falta daquele Knicks casca-grossa do Tom Thibodeau. Essa defesa “durona” que tanto falavam parece que evaporou junto com ele. O Mike Brown ainda teve a brilhante ideia de colocar o Mitchell Robinson em quadra — um cara que não jogou NEM UM MINUTO na temporada toda.

    O banco também foi uma vergonha total. Só dois reservas fizeram pontos. Dois! Como é que você compete assim nos playoffs?

    Olha, eu gosto do Towns. É um jogador talentoso pra caramba, mas esse comportamento no meio de um colapso foi de dar vergonha alheia. Vocês acham que ele vai acordar pra vida ou vai continuar mais preocupado com as celebrações?

    Agora a série tá empatada 1-1 e vai pra Atlanta. Se os Knicks não se ligarem rapidinho, vão tomar uma surra na casa do Hawks e aí já era. KAT precisa trocar os beijinhos por cestas no quarto período, senão essa temporada vai acabar mais cedo do que todo mundo esperava.

  • Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente na série de playoffs contra os Hawks, vencendo por 113 a 102, e olha que foi uma partida bem mais complicada do que o placar sugere.

    Jalen Brunson começou o jogo em outro planeta — literalmente não errava nada. Acertou os primeiros seis arremessos e já tinha 22 pontos no primeiro tempo. Eu tava achando que ia rolar mais um daqueles shows de 40+ pontos que ele anda fazendo nos playoffs, mas aí o segundo tempo chegou e… 0 de 7 nos arremessos. Zero mesmo.

    Quando o craque apanha (literalmente)

    E não é que o cara ainda tomou uma joelhada do C.J. McCollum bem onde não pode? Monstro demais a forma como ele continuou jogando e comandando o time mesmo depois disso. Aliás, o jogo foi bem físico — Karl-Anthony Towns levou uma cotovelada na cabeça, o Mitchell Robinson também apanhou… pareceu mais luta livre que basquete em alguns momentos.

    Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade do Brunson. Mesmo sem conseguir acertar nada no segundo tempo, o cara continuou distribuindo bolas, defendendo bem e comandando o time. Terminou com 28 pontos e mostrando que evoluiu muito desde aqueles tempos de Dallas.

    Towns finalmente apareceu quando precisava

    E o Karl-Anthony Towns? Esse sim salvou o jogo no segundo tempo. Depois de um primeiro tempo meio apagado, o cara acordou e meteu 19 pontos apenas na segunda etapa. Fechou com 25 pontos, 8 rebotes e 4 assistências — números de quem tá preparado pra playoffs.

    A química entre Brunson e Towns ainda não é perfeita, não vou mentir. Mas em momentos como esse, quando um não tá conseguindo, o outro aparece. É exatamente isso que times campeões fazem.

    OG Anunoby contribuiu com 19 pontos e Josh Hart fez aquela performance típica dele: 11 pontos e 14 rebotes, fazendo o trabalho sujo que ninguém vê mas que faz toda diferença.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo na série toda? Porque se conseguirem, essa pode ser finalmente a temporada que a torcida do Madison Square Garden tanto espera. O primeiro jogo sempre dá uma ideia do que vem pela frente, e esse aqui mostrou que vai ser uma série física e disputada até o final.

  • Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Mano, o Jalen Brunson tá numa fase absurda. Os Knicks venceram o primeiro jogo da série contra o Atlanta Hawks por 113 a 102, e o cara foi simplesmente monstro nos momentos decisivos. 28 pontos, liderando o time quando a coisa apertou.

    Depois da vitória, o Brunson falou sobre como conseguiu manter o foco mesmo quando o jogo ficou tenso. E olha, isso é algo que separa os grandes jogadores dos medianos — a capacidade de não desesperar quando as coisas não tão fluindo 100%.

    A receita do sucesso de Brunson

    “Comecei bem no primeiro quarto. A bola tava entrando, encontrei um pouco de ritmo”, disse Brunson após o jogo. “Obviamente, dentro dos jogos, as coisas podem subir e descer. Só encontrei uma maneira de manter a compostura e ainda tentar impactar o jogo.”

    Cara, essa mentalidade é ouro puro. Brunson acertou 9 de 22 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro — nada espetacular em termos de aproveitamento, mas ele distribuiu 7 assistências e pegou 5 rebotes. Ou seja, quando o arremesso não tava caindo, ele encontrou outras formas de ajudar o time.

    Knicks com força total

    E não foi só o Brunson que brilhou. Karl-Anthony Towns fez 25 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres: 10 de 10. Absurdo. Mais 8 rebotes e 3 tocos. Quando o KAT tá assim, concentrado e eficiente, os Knicks viram um problema sério para qualquer adversário.

    Do lado do Hawks, CJ McCollum liderou com 26 pontos, Jalen Johnson contribuiu com 23 pontos e 7 rebotes, e Onyeka Okongwu ajudou com 19 pontos e 7 rebotes. Time competitivo, mas que não conseguiu acompanhar o ritmo dos Knicks quando precisou.

    Inclusive, até o Ben Stiller tá confiante na temporada dos Knicks. O ator, que é fanático pelo time, postou uma foto do Brunson no Twitter com a legenda “This is our cap” (algo como “esse é nosso líder”). Sinceramente, eu entendo o hype — depois de chegar às finais da Conferência Leste, os Knicks têm tudo para fazer barulho de novo.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível durante toda a série? O Jogo 2 é terça-feira no Madison Square Garden, e eu tô curioso pra ver se o Hawks consegue se ajustar.