Cara, que situação complicada a do Karl-Anthony Towns e dos Knicks. Depois de levar uma virada cruel dos Hawks por 109 a 108 no Jogo 3, o pivô deixou bem claro o que todo mundo já sabia: não adianta fazer bonito no individual se o time não consegue fechar as partidas.
“Não significa nada se você não ganha, honestamente. Essa é a resposta”, disparou KAT quando perguntaram sobre seu desempenho ofensivo. E olha, ele tem toda razão. O cara fez um jogaço – 21 pontos e 17 rebotes em 34 minutos, muito mais agressivo que no Jogo 2, quando ficou zerado no último quarto.
A evolução do KAT que não bastou
Sinceramente, eu vi uma versão bem diferente do Towns no Jogo 3. Além de buscar mais o jogo ofensivo (como todo mundo pediu depois daquela atuação apagada), ele também apareceu na defesa. Duas tocos no momento decisivo! Para um cara que sempre foi questionado defensivamente, isso é um baita progresso.
Mas aí que tá o problema: fazer tudo certo individualmente e ainda assim perder por um ponto dói demais. “É difícil, temos que manter a cabeça erguida. Tudo bem ficar desapontado, isso significa que nos importamos”, falou Towns depois do jogo. Dá pra sentir a frustração na voz do cara.
Knicks com a corda no pescoço
A realidade é crua: os Knicks estão 2-1 atrás na série e não podem mais vacilar. Perder o Jogo 4 em Atlanta seria praticamente assinar o atestado de óbito da temporada. Eu sei que 3-1 não é morte (pergunta pro Warriors de 2016), mas convenhamos – não é todo time que consegue uma virada dessas.
O que mais me chamou atenção na fala do Towns foi ele assumir que o time “lutou” mas não conseguiu “fechar o jogo”. Essa é a palavra-chave: fechar. Os Knicks tiveram a chance de empatar a série em casa e deixaram escapar nos detalhes finais.
E vocês, acham que os Knicks conseguem reagir em Atlanta? Porque pelo que eu vi, o KAT tá fazendo a parte dele – agora o resto do time precisa aparecer também. Sábado tem Jogo 4, e é literalmente agora ou nunca para Nova York.

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