Tag: New York Knicks

  • 76ers demitem Daryl Morey após vexame histórico pros Knicks

    76ers demitem Daryl Morey após vexame histórico pros Knicks

    Eita, quando eu falei que o vexame dos 76ers contra os Knicks ia dar merda, não imaginava que seria TÃO rápido assim. Mal deu tempo de esfriar a poeira dos playoffs e a diretoria de Philly já meteu o pé na bunda do Daryl Morey.

    O cara que comandou as operações de basquete dos Sixers por seis anos tomou o cartão vermelho ontem, dois dias depois daquela humilhação histórica nos playoffs. E olha, sinceramente? Era questão de tempo.

    A varredura que selou o destino

    Perder de 4 a 0 já é ruim. Agora, perder por uma média de 22,3 pontos por jogo? Mano, isso não é só derrota, é atestado de incompetência. Os Knicks simplesmente passearam contra um time que tinha Joel Embiid e companhia.

    Morey construiu esse elenco apostando todas as fichas numa Big Three que nunca conseguiu ficar saudável ao mesmo tempo. Embiid sempre machucado nas horas decisivas, as trocas questionáveis, aquela obsessão por jogadores velhos… A conta chegou.

    E agora, quem assume a bagunça?

    Bob Myers vai comandar a busca pelo substituto e tocar as operações no meio tempo. O cara que ajudou a construir a dinastia dos Warriors nos anos 2010 — quatro títulos, nada mal né? Agora é ele quem vai tentar consertar a casa em Philly.

    Nick Nurse continua como técnico, pelo menos por enquanto. Mas convenhamos, quantas chances mais ele vai ter? O time tá numa encruzilhada braba: Embiid já tem 30 anos, o salário tá estourado e a janela de título se fechando rapidinho.

    E aí pessoal, acham que demitir o Morey resolve? Ou o problema dos 76ers vai muito além de quem comanda as operações? Porque na minha opinião, enquanto não resolverem a questão das lesões do Embiid, qualquer executivo que vier vai enfrentar o mesmo dilema…

  • Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Cara, que nostalgia. Acabei de bater um papo com Danilo Gallinari e, sinceramente, foi uma das conversas mais legais que já tive sobre basquete. O italiano — que começou a carreira justamente no Knicks — tava super de boa pra falar sobre tudo.

    Primeiro, parabéns pra ele que acabou de ganhar um título na liga de Porto Rico! Quando comentei sobre isso, o cara ficou até surpreso que alguém sabia. Deu aquele sorrisão genuíno, sabe? Isso que é humildade.

    O Pesadelo de Fevereiro de 2009

    Agora, preparem-se para a história mais brutal de estreia na NBA que vocês já ouviram. O Gallo chegou no Knicks em 2008 e, cara… que recepção diabólica!

    Imaginem a cena: primeira semana de fevereiro de 2009. Kobe Bryant chega no Garden e mete 61 pontos — na época, o maior placar de um visitante na arena. Dois dias depois, LeBron James aparece e faz 52 pontos com 11 assistências. Na sexta, o Boston Celtics campeão vem e atropela os Knicks por 110-100.

    “Quando a maioria das pessoas pensa numa recepção, é algo bom”, brincou o Gallinari. “A minha foi… diferente.”

    E olha que ele lembra de cada detalhe até hoje! Isso que é trauma (risos). Mas também imaginem a loucura de um garoto de 20 anos dividir a quadra com essas lendas todas noites. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.

    Os Defensores Mais Cascudos da Liga

    Perguntei pro Gallo qual foi o defensor mais difícil que ele enfrentou. Ele pausou uns segundos e soltou: “Metta World Peace.” Depois veio a lista dos pesadelos: Tony Allen, Kawhi Leonard, Draymond Green.

    Faz todo sentido, né? O cara era um ala de 2,08m super versátil — sabia driblar, arremessar de três, jogar de costas pros menores. Óbvio que ia pegar os melhores defensores da liga sempre.

    Na minha opinião, o Gallinari foi um dos forwards mais subestimados da década de 2010. Durante dez temporadas, o monstro fez média de 16.7 pontos por jogo! E isso enfrentando esses caras aí toda noite.

    Cooper Flagg é o Novo Gallinari?

    A parte mais engraçada foi quando perguntei se algum jogador atual lembra ele. “Cooper Flagg”, respondeu na lata, antes de rir. “Só que ele fez mais posterizadas que eu quando rookie.”

    Interessante essa comparação, não acham? Flagg também tem essa versatilidade toda — pode jogar em várias posições, dribla bem, arremessa. E vocês, concordam com essa análise?

    O Gallo também comentou que se jogasse na NBA de hoje, com esse ritmo alucinado e espaçamento, teria se dado ainda melhor. Mas deu os créditos pro Mike D’Antoni, que já implementava um estilo parecido nos Knicks.

    Cara, bateu uma saudade do prime do Gallinari. Era um jogador completamente diferenciado na época dele.

  • McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite na Filadélfia. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os 76ers por 144-114 no jogo 4 e fecharam a série com uma varredura histórica. E quem foi o protagonista? Miles McBride. Isso mesmo, o Miles McBride que praticamente ninguém conhecia há duas semanas.

    O garoto entrou no lugar do OG Anunoby machucado e decidiu que ia virar o Michael Jordan da noite para o dia. 25 pontos acertando 7 de 9 tentativas do perímetro. SETE DE NOVE DE TRÊS! Eu tô maluco ou isso aí é coisa de videogame?

    A chuva que destruiu a Filadélfia

    Mas não foi só o McBride não. Os Knicks como um todo resolveram que ia ser uma aula de arremesso de longa distância. 24 cestas de três em 43 tentativas. No primeiro quarto foram 11 acertos em 13 tentativas – vocês conseguem imaginar isso? Eu assisti e ainda não acredito.

    No intervalo já era 78-53, com 17 bolas de três convertidas. Os 76ers nem sabiam onde enfiar a cara, sinceramente. Jalen Brunson colaborou com 22 pontos, Karl-Anthony Towns fez um double-double (17 pontos e 10 assistências) e Josh Hart quase chegou lá também com 17 e 9 rebotes.

    De cirurgia à glória em questão de semanas

    A história do McBride é surreal, gente. O cara voltou de uma cirurgia de hérnia em março, mal apareceu em oito jogos, e de repente vira titular porque o Anunoby se machucou no jogo 2. É desses roteiros que a NBA entrega de vez em quando que deixam a gente de queixo caído.

    Anunoby estava voando nos playoffs (21.4 pontos e 7.5 rebotes por jogo), se machucou numa penetração boba, e abriu espaço para essa pérola que estava guardada no banco. Às vezes o basquete é poético demais, não é?

    E olha que varredura não é brincadeira na NBA, viu? A última dos Knicks foi em 1999 – eu tinha 8 anos! Agora eles estão nas finais do Leste pelo segundo ano seguido. Vocês acham que conseguem chegar nas Finais mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar alto…

    Os 76ers simplesmente não tiveram resposta. Quando o time adversário acerta 24 de três e você não tem nenhum plano B, é isso que acontece. Uma surra histórica em casa, na frente da torcida. Deve estar doendo até agora.

  • Knicks massacram 76ers e vão pra final do Leste de novo

    Knicks massacram 76ers e vão pra final do Leste de novo

    Cara, que coisa absurda foi esse jogo 4 dos Knicks contra os 76ers. Não foi só uma vitória — foi uma demolição completa. 144 a 114 e sweep consumado. Os caras simplesmente resolveram dar uma aula de basquete na Filadélfia.

    O mais louco? Antes do jogo começar já dava pra sentir que ia dar ruim pros 76ers. O Embiid foi VAIADO no próprio ginásio durante o aquecimento! E olha que a torcida do Knicks tinha tomado conta do lugar — parecia que estavam jogando em Nova York.

    Chuva de três pontos histórica

    Aí começou o show de bola. Os Knicks acertaram 25 bolas de três — empatando o RECORDE da NBA em jogos de playoffs. Vinte e cinco! É muita pancada, gente.

    No primeiro quarto foi simplesmente surreal: 11 de 13 do perímetro. O Miles McBride, que tava começando no lugar do OG Anunoby machucado, meteu 7 de 9 de três pontos e fez 25 pontos. O cara simplesmente não errava — quatro seguidas numa sequência que foi pura poesia.

    Jalen Brunson também mandou ver com três bolas de três só no primeiro quarto. E olha que os 76ers tentaram, mas foram só 2 de 10 de três no mesmo período. Diferença gritante.

    Quando você sabe que acabou

    43 pontos no primeiro quarto e 19 de vantagem. Aí no segundo período foram mais sete bolas de três. Na metade do jogo já tinham 18 acertos do perímetro — outro recorde de playoffs — e 81 pontos no placar. Os 76ers já tinham largado a corda.

    E o Brunson ainda teve tempo de humilhar o Dominick Barlow com uma caneta linda antes de fazer a bandeja. Na sequência, roubou a bola do Embiid e meteu mais uma de três. Cinco pontos em cinco segundos. Nessa altura a diferença já era de 29 pontos e a torcida cantando “Knicks in four”.

    Sinceramente, eu não esperava uma surra dessas. Tá, todo mundo sabia que os Knicks estavam voando, mas 89 pontos de diferença na série toda? É coisa de louco.

    Rumo à final do Leste de novo

    Agora os Knicks estão na final da Conferência Leste pelo segundo ano consecutivo. E olha o dado: sete vitórias seguidas nos playoffs, primeira vez na história da franquia. A média de 19,4 pontos de diferença por jogo é a maior desde 1984 quando os playoffs viraram de 16 times.

    O técnico Mike Brown falou uma parada interessante sobre consistência ser a marca dos grandes. E cara, os Knicks tão mostrando isso mesmo. Agora é esperar quem sai de Pistons x Cavaliers pra saber o adversário da final do Leste.

    Vocês acham que esse ritmo de três pontos se sustenta numa série mais longa? Porque se sustentar, esse time pode ir longe mesmo…

  • Sixers levam vassourada dos Knicks e voltam pro velho script

    Sixers levam vassourada dos Knicks e voltam pro velho script

    Cara, eu sabia que ia dar ruim. SABIA. Os Sixers fazem isso toda temporada — te dão uma esperancinha e depois te chutam no estômago. Ontem rolou o que todo mundo já esperava: New York fechou a série em 4-0 e mandou Philadelphia de volta pras férias mais cedo.

    Olha só que tragédia: depois daquela virada histórica contra Boston na primeira rodada (primeira vez que ganharam dos Celtics nos playoffs desde 1982!), os caras conseguiram a proeza de perder por uma média de 22 pontos por jogo contra os Knicks. Vinte e dois pontos! É covardia isso aí.

    O Embiid sumiu na hora H (de novo)

    E claro que o Joel Embiid apareceu no injury report do nada no jogo 2, né? Joelho e quadril machucados — porque com os Sixers sempre tem alguma coisa. O cara fez uma cirurgia de apendicite 17 dias antes dos playoffs e ainda conseguiu jogar bem contra Boston, mas quando chegou a hora de encarar Nova York… tchau e benção.

    Na moral, dói ver o único MVP da história da NBA que nunca passou da segunda rodada dos playoffs. E não é por falta de talento — é que sempre acontece alguma coisa bizarra com esse time.

    Paul George, quando perguntaram qual era o plano depois de estar 3-0 na série, respondeu: “Ganhar um jogo, p*rra.” Spoiler: eles não ganharam.

    A humilhação foi completa

    Pra piorar, os torcedores dos Knicks invadiram Filadélfia como gafanhotos e fizeram a festa. Um deles teve a cara de pau de interromper um minuto de silêncio pelo irmão do técnico Nick Nurse que tinha falecido recentemente. Sem palavras, mano.

    Vários fãs dos Sixers postaram nas redes que teria sido melhor perder logo pros Celtics do que passar essa vergonha contra os Knicks. E eu entendo perfeitamente o sentimento.

    O que mais me deixa pistola é que há alguns meses tinha até uma luz no fim do túnel. Tyrese Maxey e VJ Edgecombe formando uma dupla de armadores promissora, o time jogando sem pressão… Mas aí chegaram os playoffs e voltou o mesmo filme de sempre.

    São NOVE temporadas consecutivas caindo na primeira ou segunda rodada (com exceção do ano passado que nem classificaram). A última vez que chegaram na final de conferência foi em 2001. Dois mil e um, galera!

    Vocês acham que algum dia esse ciclo vai quebrar ou os Sixers estão condenados a eternamente nos decepcionar? Porque do jeito que as coisas vão, já tô me preparando pro drama da próxima temporada.

  • Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi as imagens do Xfinity Mobile Arena ontem à noite, quase cuspi minha cerveja na TV. Laranja e azul dominando COMPLETAMENTE a casa dos Sixers. E o Tyrese Maxey? O cara não teve papas na língua pra falar o que todo mundo tava pensando.

    “É uma merda absoluta, se eu for honesto”, disparou o armador depois da eliminação por 144-114. “É uma merda mesmo. É tudo que posso dizer sobre isso, cara.”

    E olha, eu entendo a revolta dele. Imagina você jogando em casa e ouvindo mais gritos da torcida adversária do que da sua própria? É de partir o coração mesmo.

    A invasão orange foi surreal

    Os torcedores dos Knicks simplesmente lotaram a Filadélfia. E não foram poucos não — a galera fez barulho como se fosse no Madison Square Garden. O próprio Maxey admitiu: “Parecia mais alto aqui pra eles do que no Garden”.

    Mano, isso dói. Principalmente depois do Joel Embiid ter implorado pros torcedores dos Sixers não venderem os ingressos após a série contra Boston. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”, disse o Processo. Mas não adiantou nada.

    Os Sixers até tentaram restringir a venda de ingressos pra residentes da Grande Filadélfia e doaram 500 ingressos pra comunidades locais. Só que essa restrição só valia no Ticketmaster — StubHub e SeatGeek tavam liberados. E com ingressos chegando a mais de 1.000 dólares nas cadeiras de baixo, a galera dos Knicks topou pagar e fazer a viagem.

    25 anos de sofrimento continuam

    Sinceramente? Esse é só mais um capítulo na saga de sofrimento dos Sixers. 25 anos sem passar das semifinais de conferência. Vinte e cinco! A última vez foi com o AI levando o time até as Finais em 2001.

    E agora os caras levaram uma surra de 119 pontos de saldo negativo na série toda. Quatro jogos, quatro derrotas. É de doer mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reverter essa situação na próxima temporada? Porque do jeito que tá, parece que nem em casa eles têm sossego. O Maxey tem razão — isso realmente sucks mesmo.

  • Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Embiid promete estar mais disponível: ‘Nunca estive tão confiante’

    Cara, o Joel Embiid me deixou com um misto de esperança e ceticismo depois dessa eliminação pros Knicks. O cara saiu da quadra falando que nunca esteve tão confiante sobre sua saúde — e olha, eu QUERO acreditar nele, mas vocês sabem como é…

    Na coletiva após a surra de 144-114 no jogo 4, o pivô dos Sixers foi categórico: “Estou olhando para o ano que vem, obviamente estando mais disponível. Sei que se eu estiver disponível e jogar o máximo possível, todo o resto vai seguir naturalmente.”

    O eterno problema das lesões

    Vamos aos fatos: em 10 temporadas, Embiid jogou uma MÉDIA de apenas 49 jogos por ano. Quarenta e nove! É quase uma temporada inteira que ele perde todo ano. E não estou nem contando as duas primeiras temporadas que ele perdeu completamente.

    Nesses playoffs foi mais do mesmo — apendicectomia de emergência, problemas no quadril, tornozelo, e ainda os efeitos de ter voltado muito cedo da cirurgia. Perdeu o jogo 2 contra os Knicks e jogou comprometido a série toda.

    “Mesmo as coisas que tenho enfrentado, todas estão relacionadas à cirurgia”, explicou Embiid. “Por ter voltado cedo e com o core enfraquecido, tudo mais é afetado. Tudo mais sai do lugar.”

    Tem luz no fim do túnel?

    Olha, eu tenho que dar crédito onde é devido. O cara fez uma média de 24 pontos, 7.3 rebotes e 5.4 assistências nesses playoffs — jogando machucado! E aquela virada histórica contra Boston? Monstro demais. Primeira vez na história da franquia que eles viraram um 3-1.

    O Nick Nurse elogiou o esforço: “Eu o parabenizo. Ele trabalhou pra caramba para conseguir estar lá e jogar.”

    Agora vem a parte interessante: Embiid disse que o joelho esquerdo problemático — que limitou ele a 19 jogos na temporada passada e 38 nesta — foi “resolvido”. E pela primeira vez em anos, ele planeja passar a offseason trabalhando no jogo dele ao invés de se reabilitando.

    Sinceramente? Eu quero acreditar. O cara tem três anos restantes naquele contrato monstro de $187.8 milhões. Vai ganhar quase $68 milhões na última temporada — que é opção do jogador, por sinal.

    “Esta noite, eles foram simplesmente melhores”, admitiu sobre os Knicks. “Temos que melhorar de cima a baixo. Proprietários, diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo tem que melhorar.”

    E aí, galera — vocês acham que dessa vez vai? Ou é mais uma promessa que vai virar pesadelo na próxima temporada? Philadelphia não chega nas finais de conferência há 25 anos. VINTE E CINCO!

  • Knicks já garantiram final do Leste! Thunder pode fechar hoje contra Lakers

    Knicks já garantiram final do Leste! Thunder pode fechar hoje contra Lakers

    Gente, o New York Knicks não tá brincando em serviço. Os caras acabaram de garantir vaga na final da Conferência Leste pelo segundo ano consecutivo, depois de uma varredura histórica de 4-0 no Philadelphia 76ers. E olha que começo demolidor: 137×98, 108×102, 108×94 e pra fechar com chave de ouro, 144×114. Simplesmente massacraram os Sixers.

    Mas a coisa não para por aí. No Oeste, o Oklahoma City Thunder tá a um passo de também carimbar o passaporte. Com 3-0 na série contra o Los Angeles Lakers, eles podem fechar a conta hoje à noite (segunda, 11 de maio) às 22h30. Cara, eu não esperava que os Lakers fossem apanhar tanto assim — 108×90, 125×107, 131×108. O time do LeBron simplesmente não conseguiu encontrar resposta pra juventude e energia do Thunder.

    Detroit surpreendendo, San Antonio brigando forte

    No Leste, ainda temos Detroit Pistons (que ninguém esperava chegar até aqui) liderando 2-1 contra Cleveland Cavaliers. Os Pistons, que eram zebra total nos playoffs, continuam provando que basquete não se joga no papel. Depois de eliminar Orlando Magic numa série de sete jogos épica, agora tão dando trabalho pros Cavs.

    Já no Oeste, San Antonio Spurs também lidera 2-1 contra Minnesota Timberwolves. O Wemby deve estar se divertindo em seus primeiros playoffs — imaginem a pressão que esse moleque de 2 metros e poucos deve estar sentindo, mas pelo visto tá lidando bem com ela.

    E agora? Quem vocês acham que vai pra final?

    Olha, se for Thunder x Knicks na final, vai ser um jogaço entre experiência dos nova-iorquinos (que já estiveram lá ano passado) contra a fome de vitória dessa geração dourada do OKC. Sinceramente, acho que seria uma das finais mais equilibradas dos últimos anos.

    Mas calma lá — ainda tem muita bola pra rolar. Detroit pode muito bem dar a volta por cima contra Cleveland, e quem garante que os Lakers não vão fazer história sendo o primeiro time da NBA a virar uma série perdendo por 3-0? (Tá, isso nunca aconteceu, mas né…)

    O fato é que esses playoffs de 2026 tão sendo absolutamente insanos. Quem diria que veríamos Detroit Pistons brigando por uma vaga na final de conferência? Basquete é isso aí, pessoal — qualquer coisa pode acontecer quando a bola sobe.

    Fiquem ligados que hoje tem Thunder x Lakers às 22h30, e pode ser o último jogo da carreira de playoff do King. Será mesmo o fim de uma era?

  • Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Knicks destroem os 76ers por 30 pontos e varrem Philly dos playoffs!

    Cara, eu assisti esse jogo e ainda não acredito no que vi. Os New York Knicks simplesmente destruíram os Philadelphia 76ers por 144-114 e varreram a série por 4-0. Foi um massacre histórico que ainda tá ecoando na minha cabeça.

    O negócio foi surreal desde o primeiro minuto. Os Knicks começaram 9 de 10 do perímetro — nove de dez! Aí você pensa: “tá, deve ter sido sorte”. Mas não, meu amigo. Eles continuaram chovendo bola de três e fecharam o primeiro quarto com 11 arremessos convertidos de longa distância. Onze no primeiro período! Isso é recorde de playoffs na era moderna.

    Uma chuva de três que entrou pra história

    Vocês conseguem imaginar estar na Xfinity Arena e ver seu time tomando uma surra dessas? Porque a torcida do Knicks praticamente tomou conta do ginásio — parecia mais o Madison Square Garden do que a casa dos 76ers.

    O primeiro tempo foi uma aula de basquete. Os Knicks acertaram 18 de 29 tentativas de três pontos nos primeiros 24 minutos (62% de aproveitamento), empatando o recorde de playoffs da NBA para mais bolas de três em um tempo. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns praticamente carregaram o ataque: participaram de 59 dos 81 pontos do time na primeira etapa.

    Sinceramente, no terceiro quarto com 30 pontos de vantagem, eu já tava com dó. Se fosse futebol de várzea, o juiz já tinha encerrado o jogo por goleada.

    Deuce McBride foi o garçom da festa

    Quem roubou a cena foi Deuce McBride com sete bolas de três e 25 pontos. O cara tava inspirado — cada arremesso que ele soltava, eu já sabia que ia entrar. Brunson fez seus 22, enquanto Josh Hart e Towns contribuíram com 17 cada.

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid até tentou com 24 pontos, Tyrese Maxey adicionou 17, mas não teve jeito. Quando o adversário acerta 25 bolas de três (empatando outro recorde de playoffs), você só pode aplaudir e partir pro próximo ano.

    Os 144 pontos também entraram pra história — maior pontuação dos Knicks em playoffs na história da franquia. Ou seja, a gente testemunhou algo que nunca tinha acontecido antes.

    E agora? Knicks voando e 76ers no buraco

    Com essa vitória, New York volta às Finais do Leste pelo segundo ano consecutivo, mas agora com uma cara muito mais dominante. Eles vão enfrentar quem passar entre Detroit e Cleveland (Pistons lideram 2-1), chegando embalados com sete vitórias seguidas e uma média de 26,4 pontos de diferença nesses jogos.

    Já Philadelphia… rapaz, que situação complicada. 25 anos sem passar da segunda rodada. É de doer no coração de qualquer torcedor dos Sixers. E o pior: com Embiid e Paul George custando mais de 100 milhões combinados na próxima temporada, fica difícil mexer no elenco.

    Na minha opinião, chegou a hora dos 76ers apostarem definitivamente em Tyrese Maxey como o cara do time. O garoto tá jogando demais e merece estar no All-NBA esse ano. E aí, vocês acham que Philadelphia consegue se reinventar no verão ou vai ser mais um ano de promessas?

    Uma coisa é certa: essa varredura dos Knicks foi história pura. E que história!

  • 76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    Cara, eu tô vendo essa série dos Sixers contra os Knicks e, sinceramente, tá difícil de engolir. Game 3 era AQUELE jogo — Joel Embiid voltando, OG Anunoby machucado do lado dos Knicks. Parecia que finalmente ia dar certo pro Philadelphia. Mas não deu. 108-94 pros Knicks, e agora é 3-0 na série.

    Olha, eu entendo que voltar de 3-0 é praticamente impossível (só aconteceu quatro vezes na história da NBA), mas cara… os Sixers tão jogando como se já tivessem entregado os pontos.

    O primeiro quarto iludiu todo mundo

    O primeiro período foi absurdo. Paul George metendo 15 pontos, aquele step-back de três que foi pura arte, VJ Edgecombe voando com enterradas em sequência. Os Sixers abriram dupla vantagem e eu já tava sonhando com a virada épica.

    Aí veio a realidade. Do segundo quarto pra frente, virou aquela coisa: Jalen Brunson fazendo o que quer na quadra, os Knicks pegando rebote ofensivo à vontade, e o Philadelphia simplesmente sumindo de quadra.

    Brunson tá virando pesadelo recorrente

    Esse menino do Brunson tá impossível de parar. 33 pontos no Game 3, acertando de todo lugar, indo pra linha de lance livre quando quer. Os Sixers tentaram de tudo: colocaram Quentin Grimes, Kelly Oubre Jr., até o próprio Edgecombe pra marcar ele. Mudaram a cobertura no pick-and-roll, fizeram Embiid vir mais alto, testaram lineups menores…

    Nada funcionou. E olha que não é por falta de tentar, viu? O problema é que o Embiid não tá 100% fisicamente, então quando o Brunson força a troca ou ataca o garrafão, sobra espaço pra ele ou pros companheiros.

    É frustrante porque você vê que o talento tá ali, mas a execução…

    Os detalhes que fazem a diferença

    Uma coisa que me incomoda muito é o rebote. No segundo quarto do Game 3, os Knicks pegaram CINCO rebotes ofensivos. Cinco! Isso resultou em 20 pontos de segunda chance no jogo todo. Cara, contra um time que já tá jogando melhor que você, dar essas oportunidades extras é pedir pra perder.

    Eu sei que a temporada foi longa, que os caras chegaram cansados depois daquela virada histórica contra o Celtics (3-1 pra baixo, nunca esqueço). Mas isso não pode ser desculpa pra não brigar por cada rebote.

    O Kelly Oubre Jr. foi praticamente o único que apareceu no Game 3. 22 pontos, 8 rebotes, cortando bem, acertando de três. Mostra que quando os caras se dedicam, o talento aparece.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos evitar a vassourada no Game 4? Porque sinceramente, do jeito que tá, vai ser difícil…