Tag: New York Knicks

  • Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Cara, eu não consigo parar de pensar no que o Jalen Brunson tá fazendo com o Knicks nessas Finals. O maluco pode se tornar o primeiro ex-jogador de Villanova a ganhar o prêmio de MVP das Finais da NBA. Isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Olha, Villanova sempre teve jogadores que ganharam anel de campeão — desde o Red Klotz em 1948 até o Kyle Lowry em 2019 com o Toronto. Sem falar no Donte DiVincenzo que levou com o Milwaukee em 2021. Mas MVP das Finals? Nunca.

    Por que isso é tão especial?

    A real é que os caras de Villanova sempre foram peças importantes, mas nunca O cara principal. Mesmo o Lowry, que foi monstro no título dos Raptors, ficou na sombra do Kawhi Leonard — que sinceramente mereceu mesmo.

    Agora o Brunson tá lá, favorito nas casas de apostas, liderando o Knicks numa vantagem de 2-0 sobre o San Antonio. E olha só os números: 25 pontos por jogo nas Finals. Tá jogando muita bola.

    O que mais me impressiona é que nem o próprio Jay Wright, técnico que trabalhou com ele em Villanova, esperava que o Brunson chegasse NESSE nível. E convenhamos, quem esperava? Eu lembro quando ele saiu do Dallas e muita gente duvidava se ele conseguiria ser o cara principal de um time de playoff.

    Trio de Villanova fazendo história

    E tem mais uma parada louca: além do Brunson, o Knicks tem o Josh Hart e o Mikal Bridges — todos ex-Villanova. É tipo uma reunião de ex-alunos, só que no palco mais importante do basquete mundial.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão? Porque jogar no Madison Square Garden, com toda essa expectativa, não é brincadeira. Mas pelo que tô vendo, o cara tá tranquilão. Aliás, parece que quanto maior a pressão, melhor ele joga.

    Se o Brunson realmente levar esse MVP, vai quebrar um jejum histórico de Villanova. E olha que a escola tem tradição no basquete universitário — mas ter o primeiro MVP de Finals seria algo completamente diferente.

    Faltam no máximo mais quatro jogos pra saber se a história vai ser escrita. E sinceramente? Eu tô torcendo pra ele conseguir. Seria muito louco ver um cara que muitos subestimaram chegar no topo absoluto do basquete mundial.

  • Prefeito de NY paga R$ 5 mil pra ver Knicks nas Finals do nariz sangra

    Prefeito de NY paga R$ 5 mil pra ver Knicks nas Finals do nariz sangra

    Olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas isso aqui é diferente. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, chegou no Madison Square Garden de SUV blindado pra assistir o Jogo 3 das Finals entre Knicks e Spurs — e pasmem, o cara foi direto pro nariz sangra!

    Durante coletiva na segunda-feira, Mamdani foi bem direto: “Comprei meu ingresso por quase mil dólares no Madison Square Garden. Vou ao Jogo 3 de hoje à noite e vou ficar em pé durante todo o jogo”. Cara, quase cinco mil reais pra ficar em pé lá no último andar do Garden. Isso que é amor pelo time!

    Política e basquete: uma mistura que funciona

    O que me impressiona é a humildade do cara. Prefeito da maior cidade dos EUA poderia facilmente conseguir um lugar na primeira fila, ao lado dos famosos. Mas não — escolheu ficar no alto com outros legisladores estaduais, vivendo a experiência real do torcedor comum.

    As redes sociais do time postaram um vídeo do Mamdani sendo escoltado por seguranças até a entrada do Garden. A cena toda tinha uma vibe meio surreal — SUV preto, esquema de segurança, mas o destino final era o setor mais barato da arena.

    Finals históricas no Garden

    E que momento pra estar lá, né? Os Knicks estavam tentando abrir 2-1 na série contra os Spurs — uma oportunidade única que a cidade de Nova York não via há décadas. Imagina a pressão, a energia da torcida, e o prefeito lá em cima gritando junto com todo mundo.

    Sinceramente, acho que isso mostra o quanto as Finals mexem com todo mundo. Não importa se você é prefeito, CEO ou estudante — quando seu time chega nas Finals, você faz o que for preciso pra estar lá dentro. E ficar de pé por três horas? Pequeno preço a pagar por uma memória que vai durar pra sempre.

    Vocês fariam a mesma coisa? Pagar essa grana toda pra ver uma final mesmo que fosse do último lugar da arena?

  • Wemby tá perdido nos Finals – será que precisa virar o Tim Duncan?

    Wemby tá perdido nos Finals – será que precisa virar o Tim Duncan?

    Cara, eu não esperava estar escrevendo isso, mas o Wemby tá meio perdido nesses Finals contra o Knicks. E olha que eu sou fã do moleque desde que ele chegou na NBA, mas sinceramente? Tá rolando algo estranho com o jogo dele.

    Duas vezes nessa série o San Antonio construiu vantagens importantes. Duas vezes não adiantou nada. O Knicks simplesmente chega, executa o básico de forma perfeita e vira o jogo. É frustrante de assistir, principalmente pra quem torce pelos Spurs.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: comparando com o resto dos playoffs, o Vic tá fazendo 27.5 pontos (era 24.6), mas os números que importam estão em queda livre. Aproveitamento de arremessos caiu de 50.9% pra 40.5%. Das três? De 37% pra míseros 26.7%. E o pior: saltou de 2.9 turnovers por jogo pra 5.0!

    Eu tô vendo os jogos e é visível – o Wemby não tem aquela presença avassaladora de sempre. Sabe quando você vê ele em quadra e pensa “esse maluco vai dominar”? Pois é, não tô sentindo isso nos Finals.

    Do lado do Knicks, o Karl-Anthony Towns tá metendo 43% das três e fazendo o Wemby correr atrás dele igual criança no parquinho. O KAT tá sacando que pode esticar a defesa dos Spurs e ainda conseguindo algumas penetrações espetaculares, deixando o francesão comendo poeira.

    O problema da versatilidade

    Aqui que fica interessante (e meio irônico): quando tinha 15 anos, o Wemby recusou a proposta da academia do Barcelona porque não queria ficar limitado ao papel de pivô tradicional. Ele queria liberdade pra desenvolver todas as habilidades possíveis.

    E funcionou, né? O cara chegou na NBA como um fenômeno. Mas agora parece que essa mesma versatilidade tá atrapalhando. Ele tá tentando fazer muita coisa – arremessos de três difíceis demais, muitos dribles no garrafão, forçando jogadas que não existem.

    Vocês acham que talvez seja hora do Wemby abraçar um pouco mais o “Big Fundamental”? Tipo, pegar uma página do livro do Tim Duncan e focar no que realmente funciona?

    A defesa do Knicks tá funcionando

    Olha, tem que dar crédito pro esquema do Knicks. O KAT conseguiu se manter na frente do Wemby sem cometer faltas bobas (coisa que ele fazia bastante antes), o Josh Hart e o Mitchell Robinson estão cortando os rebotes ofensivos… É um trabalho coletivo impressionante.

    O resultado? Um Wembanyama que, pela primeira vez desde que chegou na liga, parece… controlável. Isso é absurdo de falar, mas é o que tá acontecendo.

    Não vou mentir – como fã dos Spurs e do basquete em geral, tô ansioso pra ver se o Vic consegue fazer os ajustes necessários. Porque se ele encontrar o equilíbrio entre a versatilidade dele e a disciplina tática que o momento exige, essa série ainda pode virar.

    E aí, galera do Sexto Homem? Vocês acham que o Wemby vai conseguir se reinventar no meio dos Finals ou os Knicks realmente encontraram a fórmula pra neutralizar o fenômeno francês?

  • Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Olha só que história interessante: o Atlanta Hawks acabou de renovar o contrato do técnico Quin Snyder — e uma das razões pode ser o fato de eles terem sido o último time a derrotar os New York Knicks nesta temporada. Isso mesmo, os caras que hoje estão dominando as finais da NBA contra o Spurs por 2-0.

    Na minha opinião, essa renovação faz todo sentido. Snyder, de 59 anos, conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time que trocou sua estrela (Trae Young foi negociado) em uma máquina competitiva. Os Hawks terminaram a temporada regular com 46 vitórias e 36 derrotas, garantindo a sexta colocação no Leste.

    A série que quase mudou tudo

    E que série foi aquela contra os Knicks nos playoffs, hein? Atlanta chegou a liderar por 2-1 na melhor de sete, e por um momento eu realmente acreditei que eles iam fazer a zebra. Mas aí os Knicks acordaram pra vida e ganharam três seguidas — começando uma sequência absurda de 13 vitórias consecutivas que os levou até as finais.

    O mais impressionante é que desde aquela virada, os Knicks simplesmente não perderam mais. Nenhum jogo. Zero. E pensar que os Hawks estiveram a um jogo de quebrar essa sequência…

    A revolução silenciosa em Atlanta

    Mas vamos falar sério: o que o Snyder fez em Atlanta foi monstro. Mesmo com a saída do Trae Young, ele conseguiu moldar um time defensivamente sólido. A contratação de Nickeil Alexander-Walker foi genial — o cara veio dos Timberwolves e mudou completamente a pegada defensiva do time.

    Os números não mentem: Atlanta teve o 12º melhor net rating da liga na temporada regular. Pra vocês terem ideia, isso foi melhor que o Lakers, que fez 53-29. Absurdo, né?

    E tem também o desenvolvimento do Jalen Johnson, que acabou sendo selecionado para o terceiro time da NBA. Esse garoto tem tudo pra ser especial, e o trabalho do Snyder com ele tem sido fundamental.

    Sinceramente, acho que os Hawks estão no caminho certo. Snyder chegou lá em fevereiro de 2023, depois que demitiram o Nate McMillan no meio da temporada. O cara tinha saído do Jazz após oito anos de trabalho sólido, então já chegou com credibilidade.

    Agora é ver se conseguem dar o próximo passo na próxima temporada. Com esse núcleo jovem e a experiência de ter incomodado os futuros campeões, eu diria que o futuro é promissor em Atlanta. E vocês, acham que os Hawks podem surpreender ainda mais no ano que vem?

  • Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Cara, quem conhece a torcida do Knicks sabe que eles não ficam quietos quando veem sacanagem. E ontem à noite no Jogo 3 das Finals contra o Spurs… nossa, foi de arrepiar.

    A situação foi a seguinte: segundo quarto rolando, Stephon Castle (do Spurs) simplesmente atropelou o Jalen Brunson numa disputa de rebote. E quando digo atropelou, é atropelou mesmo — o cara passou por cima do Brunson como se fosse um obstáculo no caminho.

    A polêmica que incendiou o Madison Square Garden

    Os árbitros pararam pra revisar o lance (até aí, tudo bem), mas depois de olhar o replay umas cinco vezes, decidiram que era só falta comum. Falta comum! O Brunson no chão, reclamando das costas, e os caras acham que não tem nada demais.

    Aí que a coisa ficou boa. A torcida do Knicks simplesmente perdeu a linha. “Bulls—!” ecoou por todo o Madison Square Garden, seguido de um sonoro “Refs you suck!” que chegou limpo na transmissão da ABC. Os censores cochilaram legal, porque passou tudo no ar — e olha, eu não tô reclamando não.

    Knicks mostra personalidade mesmo com polêmica

    O mais impressionante? O time usou essa raiva como combustível. Saíram perdendo por 12 no primeiro quarto e viraram o placar, terminando o primeiro tempo ganhando de 64-57. Sinceramente, essa é a mentalidade que eu quero ver nas Finals.

    Brunson até machucou as costas no lance, mas continuou jogando. E vocês acham que os árbitros vão engolir essa pressão toda da torcida pros próximos jogos? Porque eu tenho minhas dúvidas… às vezes parece que quanto mais a galera reclama, mais os caras ficam teimosos.

    Mas uma coisa eu digo: essa atmosfera do Madison Square Garden nas Finals é impagável. A torcida do Knicks esperou décadas por esse momento, e eles não vão deixar nada passar batido. Nem que seja pra xingar os árbitros no horário nobre da TV.

  • Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Olha, quando o assunto é superstição no esporte, os americanos não brincam em serviço. E o Spike Lee? Esse cara levou a coisa pra outro patamar — literalmente celestial.

    O diretor mais fanático dos New York Knicks apareceu no Jogo 3 das Finals contra o San Antonio Spurs usando uma camisa personalizada do Papa Leo. Isso mesmo, você leu certo. Uma camisa do Papa.

    A história por trás é até interessante: Lee ganhou essa camisa do próprio pontífice durante uma visita ao Vaticano em novembro do ano passado. Imagina a cena — o cara vai lá no Vaticano, bate um papo com o Papa e ainda sai de lá com uma camisa dos Knicks abençoada. Só o Spike mesmo pra conseguir uma dessas.

    A maldição de 1973 e o desespero de Nova York

    Vamos ser honestos aqui: os Knicks não ganham um título desde 1973. Cinquenta e três anos, cara. Cinquenta e três! Eu nem tinha nascido e esse time já estava na seca. Então quando você espera tanto tempo assim, qualquer ajuda é bem-vinda — até mesmo a divina.

    O mais interessante é que Lee já tinha usado essa camisa antes, no Jogo 2 da primeira rodada contra o Atlanta Hawks. E adivinha só? Os Knicks perderam por 107-106. Uma das apenas duas derrotas que o time sofreu em toda essa caminhada dos playoffs.

    Será que o Papa não tá funcionando? Ou foi só azar mesmo?

    Madison Square Garden vira terra santa do basquete

    O Madison Square Garden ontem parecia mais uma procissão do que um jogo de basquete. Ben Stiller, Timothée Chalamet, e claro, nosso querido Spike Lee com sua camisa papal marcando presença na arquibancada.

    Sinceramente, eu acho genial a estratégia do Spike. Se não consegue ganhar no talento puro (que aliás, os Knicks têm de sobra nessa temporada), apela pra quem manda lá de cima. E olha, considerando que estamos falando de um time que passou décadas sendo motivo de piada na NBA, qualquer bênção é lucro.

    E aí, vocês acham que a intervenção divina vai funcionar? Ou os Spurs vão mandar essa história de Papa pra casa mesmo assim? Uma coisa eu garanto: se os Knicks levantarem esse troféu, pode ter certeza que vai ter uma missa de agradecimento no Vaticano.

  • Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Olha, eu não esperava estar escrevendo sobre política no meio das Finals da NBA, mas aqui estamos. O presidente Donald Trump apareceu no jogo 3 entre Knicks e Spurs no Madison Square Garden, e o comissário Adam Silver saiu em defesa da presença dele.

    Pra quem não sabe (ou esqueceu), esta é a primeira vez que o Knicks chega nas Finals desde 1999. Vinte e sete anos, pessoal. E no meio de toda essa emoção histórica, rola toda essa discussão sobre a presença do Trump na arquibancada.

    Silver defendendo o fã Trump

    “Ele é bem-vindo aqui”, disse Silver antes do jogo. E completou com algo que, sinceramente, faz sentido: “O que torna o esporte tão especial, especialmente quando há tantas coisas que dividem as pessoas, é que é algo que temos em comum.”

    Segundo o comissário, Trump é um fã “genuíno” do Knicks. E olha, isso não é novidade não. O cara costumava ser presença constante no Madison Square Garden, tinha até ingresso cativo na courtside. Ia até no Draft da NBA!

    “Ele era uma figura constante nos jogos do Knicks”, explicou Silver. Eu lembro de ver ele lá várias vezes quando era mais novo, sempre com aquela cara de quem tá levando o jogo a sério.

    Mas e a segurança?

    Agora, vamos falar da parte chata: a operação de segurança foi absurda. Os fãs tiveram que chegar duas horas antes do jogo. Duas horas! Imagina você, que já pagou uma fortuna pelo ingresso das Finals, tendo que chegar cedo desse jeito por causa da segurança presidencial.

    O perímetro de segurança ao redor do MSG foi estendido, proibindo trânsito de carros e pedestres. Basicamento transformaram o local num bunker.

    Mas Silver não tá nem aí para as reclamações: “Sim, há algum inconveniente para os fãs aqui, mas olhando ao redor da arena, está lotada. As pessoas ouviram, chegaram cedo, passaram por qualquer segurança extra que fosse necessária.”

    Esporte unindo ou dividindo?

    A questão é: será que funciona mesmo essa ideia de que o esporte une as pessoas? Eu quero acreditar que sim, mas vocês viram as reações nas redes sociais? Tá longe de ser consenso.

    Silver insiste que “devemos usar o esporte para criar mais senso de comunidade entre as pessoas, não menos”. Bonito no papel, mas na prática… bem, cada um tem sua opinião sobre isso.

    O que importa mesmo é que o Knicks tá nas Finals depois de quase três décadas. E independente de quem tá na arquibancada, essa é uma conquista que todo fã de basquete deveria celebrar. Ou pelo menos eu acho que sim — e vocês, o que acham?

  • Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Olha, eu não sei vocês, mas já tava meio esperando isso acontecer. Landry Shamet tá chamando atenção de vários times pela liga toda, segundo o Marc Stein — e depois dos playoffs que o cara fez, não é surpresa nenhuma.

    O ala-armador de 29 anos tá numa situação interessante em Nova York. Atualmente com um contrato mínimo veterano, ele vai virar agente livre irrestrito no verão. E cara, com os números que ele tá colocando nos playoffs, vão ter times fazendo fila pra contratar.

    Os números não mentem

    Shamet tá metendo 6.6 pontos por jogo nos playoffs convertendo absurdos 56.3% dos arremessos de três. Cinquenta e seis porcento! Isso é coisa de monstro mesmo. Pra quem acompanha, sabe que especialista em bola de três assim não cresce em árvore.

    O cara sempre foi conhecido pelo arremesso, mas essa eficiência toda nos playoffs… sinceramente, eu não esperava que ele fosse TÃO preciso quando mais importa. E times pela liga inteira tão vendo isso também.

    Os Knicks podem segurá-lo?

    Aqui que fica interessante: Nova York tem os direitos de Early Bird dele, o que significa que podem oferecer um contrato começando em 105% do salário médio da liga. Não é pouca coisa.

    Na minha visão, os Knicks deveriam fazer de tudo pra manter o Shamet. O time precisa de arremessadores confiáveis, e depois de ver como ele performou quando importava… cara, seria burrice deixar escapar.

    Mas aí vem a pergunta: será que outros times não vão oferecer mais? Especialista em três pontos que acerta mais da metade nos playoffs é commodity valiosa demais na NBA moderna. E aí, vocês acham que ele fica em Nova York ou vai testar o mercado?

    Uma coisa é certa — quem pegar o Shamet vai estar levando um cara que não treme quando a coisa aperta. E isso, meus amigos, não tem preço.

  • Mavs perderam Brunson por bobeira e ainda acabaram trocando Doncic

    Mavs perderam Brunson por bobeira e ainda acabaram trocando Doncic

    Cara, essa história do Jalen Brunson deixando Dallas pra ir pro Knicks fica ainda mais dolorosa quando a gente descobre os bastidores. O pessoal dos Mavericks basicamente dormiu no ponto — e olha que eu sempre achei que foi mais questão de grana.

    Segundo fontes do próprio time, os Mavs atrasaram a renovação do Brunson em 2021 porque tinham medo da dupla dele com o Luka na defesa. E sinceramente? Não estava errado. Lembra daquela série contra os Clippers em 2020? Os caras miravam nos dois guards defensivamente e dava aquele desespero de assistir.

    A decisão que custou caro

    A diretoria preferiu esperar a temporada 2021-22 inteira pra ver se o grupo tinha condições reais de brigar pelo título. Aí quando ofereceram extensão idêntica pro Brunson e pro Dorian Finney-Smith depois da trade deadline, o armador disse não.

    Mas aqui que fica interessante: os Mavs subestimaram completamente as conexões familiares do Brunson com os Knicks. O Leon Rose (presidente dos Knicks) tinha sido agente tanto do Jalen quanto do Rick Brunson (pai dele). E pasmem — contrataram o pai como assistente técnico semanas antes da free agency começar.

    “Acho que o Jalen tinha lealdade aos Mavs porque eles que draftaram ele, mas os Knicks eram sua família de verdade”, disse uma fonte do time. “Não captamos isso totalmente.”

    O que poderia ter sido

    Imagina só se tivessem segurado o Brunson? O cara assinou por 4 anos e $105 milhões com New York em 2022 e hoje é um dos armadores mais consistentes da liga. Média de quase 28 pontos naquela série contra o Utah enquanto o Luka estava machucado — o moleque já mostrava que podia carregar o time nas costas.

    E agora? Os Mavericks acabaram trocando o próprio Doncic pros Lakers em fevereiro de 2025. Dois craques que se foram por decisões questionáveis da diretoria.

    Vocês acham que Dallas ainda consegue se recuperar dessa sangria de talentos? Porque sinceramente, perder Brunson e Doncic em sequência é de doer no coração de qualquer torcedor.

  • Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Olha, eu tô aqui assistindo os Knicks nos playoffs e uma coisa que não dá pra ignorar é como o Mitchell Robinson tá jogando quando sai do banco. O cara simplesmente resolve na defesa, principalmente marcando o Wembanyama — e isso não é brincadeira não.

    Mas aqui vem a bad news para os fãs dos Knicks: o Robinson vai ser agente livre na offseason. E pelo jeito, meio mundo tá de olho nele.

    Lakers, Bulls e mais time na briga

    Segundo o Jake Fischer (que manja das fofocas da NBA), quatro times já estão sendo cotados como principais interessados: Lakers, Bulls, Hornets e Raptors. Cara, faz sentido total — todos esses times precisam de um pivô confiável saindo do banco.

    O que me impressiona é como o Robinson tá se destacando mesmo jogando poucos minutos. No Jogo 2 contra os Spurs, ele ficou apenas 14 minutos em quadra, mas foi o suficiente para arrancar elogios do técnico e até do Karl-Anthony Towns. A defesa individual dele no Wemby foi absurda de assistir.

    E tem mais: ele fez a parada decisiva no último lance do Jogo 2. Imagina a confiança que isso dá pro cara na hora de negociar contrato?

    Jogando machucado e mesmo assim arrasando

    O mais louco é que o Robinson tá fazendo tudo isso com uma fratura no quinto metacarpo da mão direita. Sinceramente, eu não sei como ele consegue jogar nessa condição, mas tá aí fazendo a diferença quando entra.

    Na minha visão, cada jogo que ele joga bem nessa série final aumenta o preço dele no mercado. E olha que os Knicks já sabem disso — eles vão ter que abrir a carteira se quiserem manter o cara.

    Vocês acham que vale a pena os Knicks gastarem uma grana preta pra segurar o Robinson? Ou será que é melhor deixar ele ir e investir em outra posição? Eu tô dividido, porque o cara realmente faz diferença, mas pivô reserva caro sempre me deixa com um pé atrás.

    Uma coisa é certa: se ele continuar jogando assim até o final da série, vai ter fila de time querendo contratar ele. E aí os Knicks vão ter que decidir se querem entrar nessa guerra de lance ou não.