Tag: New York Knicks

  • Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Mano, o Jalen Brunson tá a duas vitórias de conquistar algo que pode mudar completamente a carreira dele — e ao mesmo tempo descobrir uma verdade meio amarga que o Stephen Curry conhece muito bem.

    Depois de bater o San Antonio Spurs duas vezes fora de casa pra começar as Finais, o Knicks tá ali, pertinho do título. E o capitão do time, nosso queridinho subestimado, pode estar prestes a aprender uma lição que todo armador “pequeno” da NBA acaba descobrindo mais cedo ou mais tarde.

    O cara que ninguém acreditava

    Olha só a ironia: Brunson ouviu 32 nomes serem chamados antes do dele no Draft de 2018. Trinta e dois! Quando perguntaram pra ele recentemente o que os olheiros perderam sobre ele antes do Draft, a resposta foi certeira: “Tudo”.

    E não é mentira. O cara é bicampeão da NCAA, três vezes All-NBA, três vezes All-Star, Clutch Player of the Year de 2025 e MVP das Finais da Conferência Leste de 2026. Mas ainda assim… sabe como é, né?

    A sina dos armadores “baixinhos”

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio cruel. Nos anos 2020, qualquer cara que leva o time dele pro título costuma ser reconhecido automaticamente como o melhor jogador da liga. O LeBron saiu da bolha de 2020 no trono. O Giannis era “Robin” até ganhar o Finals MVP em 2021 e virar o melhor do mundo. O Jokic “não conseguia ganhar por causa da defesa” até ser MVP das Finais em 2023.

    Mas o Curry? Cara, mesmo sendo absurdamente dominante, teve que aguentar o Kevin Durant levar o Finals MVP nas duas primeiras. Quando finalmente ganhou o seu em 2022, ainda teve gente falando que ele não tava no nível do Jokic. Sério?

    É simples: parece que você precisa ter 2,10m pra ser respeitado nessa liga. O Curry é apenas um dos dois melhores armadores da história da NBA, mas hey, ele é “baixinho” demais pro clube mais exclusivo.

    Brunson vai se importar?

    Sinceramente acho que não. Assim como o Curry, o Brunson parece ser daqueles caras que deixam o jogo falar por eles. Se ele conseguir levar esse título pro Madison Square Garden — e olha que as chances estão ótimas —, pode ter certeza que ele vai aprender a mesma lição.

    Vocês acham que ele vai se importar com o que os “especialistas” vão falar? Eu duvido. Championship ring brilha mais que qualquer opinião, não é mesmo?

    Duas vitórias. É só isso que separa o Brunson de entrar pra história — e de descobrir que às vezes ser campeão não é suficiente pros outros, mas é mais que suficiente pra você.

  • Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Olha, eu não sei vocês, mas tô aqui nervoso demais com essa final. Os Spurs estão literalmente contra a parede — 0-2 para os Knicks, perderam os dois primeiros jogos EM CASA. É, meus amigos, a situação tá feia pro lado de San Antonio.

    Mas o que me chamou atenção foi a postura do calouro Dylan Harper. O garoto simplesmente chegou e falou a real sobre o jogo 3 de hoje à noite no Madison Square Garden. E cara, as palavras dele me arrepiaram.

    “Desespero” como combustível

    “Desespero. Eu acho que jogo meu melhor basquete quando sinto esse tipo de desespero, e é exatamente isso que a gente precisa agora”, disse Harper. “Vou entrar em quadra e não importa as circunstâncias — se eu não jogar com esse fogo, essa garra, vou estar fazendo um desserviço com todo mundo.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O moleque entende a gravidade do momento. Estamos falando de um rookie que tá jogando sua primeira final da NBA e já entende que ou vira o Mamba ou vai pra casa. Isso me lembra muito da postura do nosso Nenê quando jogava momentos decisivos.

    Mission Impossible no Garden

    E o cenário não podia ser mais hostil. O Madison Square Garden vai estar pegando fogo (no mau sentido para os Spurs). Os ingressos estão custando mais de 10 mil dólares — dez mil! — porque os torcedores dos Knicks estão desesperados para ver o time na final pela primeira vez neste século.

    Imaginem a pressão: você é um garoto de 19 anos, primeira temporada na liga, e tem que jogar em Nova York, com toda aquela energia selvagem da torcida, sabendo que se perder hoje, praticamente acabou. Histórico não mente — equipes que perdem os dois primeiros jogos em casa raramente conseguem reverter.

    Mas sabe o que me dá esperança? Esses Spurs jovens já mostraram que sabem virar jogo. Nas duas séries anteriores dos playoffs, eles saíram atrás no placar e conseguiram buscar a classificação. Será que conseguem fazer mais uma mágica?

    Fogo vs experiência

    Harper também falou sobre execução: “A gente tem que entrar em quadra com um nível altíssimo de execução.” E aí está a chave de tudo. Os Spurs têm o talento, têm a juventude, têm essa fome que o Harper mencionou. Mas os Knicks têm Nova York do lado deles e a experiência de saber como fechar uma série.

    Vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos ganhar hoje e manter a série viva? Eu, particularmente, tô torcendo pelo caos. Uma final que vai pro jogo 7 seria o sonho de qualquer fã de basquete.

    O jogo 3 rola hoje às 21h30 (horário de Brasília) direto de Nova York. Harper prometeu fogo — agora é ver se ele e os Spurs conseguem entregar.

  • Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Cara, que reviravolta nas Finals de 2026! Quem diria que os Knicks iam conseguir abrir 2-0 jogando FORA de casa contra os Spurs? Todo mundo coroando o Wembanyama como o melhor jogador da liga antes mesmo da série começar, mas Nova York veio pra mostrar que não tá de brincadeira.

    Com a série voltando pro Madison Square Garden, o ranking de candidatos ao MVP das Finals mudou completamente. E olha, sinceramente? Acho que nem o próprio Wemby esperava estar nessa situação.

    Dylan Harper fazendo história como calouro

    Monstro, esse menino tá jogando muito! Dylan Harper é só um rookie, mas já tá tendo uma das melhores performances de Finals pra um calouro desde os tempos do Magic Johnson. O filho do Ron Harper foi a 2ª escolha do draft e jogou pouquinho na temporada regular — só 22.6 minutos por jogo. Mas nas Finals? Completamente diferente.

    Os 15.5 pontos por jogo dele são os segundos maiores dos Spurs na série. E o mais impressionante: não tá parecendo nem um pouco com rookie sob essa pressão toda. Ganhar o MVP com o time perdendo por 2-0 é praticamente impossível, mas se os Spurs conseguirem uma virada histórica, pode ser que seja por causa desse garoto.

    OG Anunoby — o candidato surpresa dos Knicks

    O OG não é um cara de fazer barulho, né? Raramente dá entrevista, não fica fazendo jogada pro highlight. Mas, cara, que defensor absurdo! E ofensivamente tem sido uma máquina nos playoffs — 19.3 pontos com 47.8% de aproveitamento de três.

    Nas Finals, manteve o nível: 17 pontos por jogo acertando 45.5% das bolas de três. Se continuar nesse ritmo quente, pode muito bem entrar na briga pelo troféu. Vocês acham que ele tem chances reais ou é só um sonho?

    Wemby caindo ladeira abaixo

    Olha, dói no coração falar isso do fenômeno francês, mas estar perdendo por 2-0 complica muito a vida dele. O cara era o grande favorito, é claramente o melhor defensor da NBA (ganhou o DPOY), lidera a liga em tocos desde que chegou… Tá fazendo 27.5 pontos por jogo na série, que é absurdo!

    Mas teve aquele turnover no Jogo 2 que custou caro pros Spurs. E ainda perdeu a chance de empatar no último segundo. Jerry West é o ÚNICO cara que ganhou MVP das Finals no time perdedor (1969). Será que Wemby consegue repetir o feito?

    Na minha visão, se San Antonio virar essa série — o que seria completamente insano — só pode ser ele o MVP. Mas do jeito que tá…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva? KAT assumindo a liderança pros Knicks ou Wemby ainda consegue dar a volta por cima?

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…

  • Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Cara, eu tô aqui vendo o Jalen Brunson liderar os Knicks para as Finals da NBA e não consigo parar de pensar: onde exatamente esse cara se encaixa entre os maiores armadores da história de Nova York?

    Lembram quando a Becky Hammon disse que jogador baixo não ganha título? Que o Brunson era “pequeno demais”? Pois é. Agora ele tá aí com o troféu de MVP das Finais da Conferência Leste na mão, levando os Knicks para a decisão da NBA pela primeira vez em mais de 20 anos.

    Olha, eu não vou ficar recontando toda a história do JB — desde Dallas, passando pelo Mark Cuban, até chegar em Nova York. Vocês já conhecem. O que importa é onde estamos agora.

    Os números não mentem

    Nos quatro anos com Brunson na armação, os Knicks ganharam 61,2% dos jogos da temporada regular. Duas semifinais de conferência, duas finais de conferência e agora — finalmente — as Finals da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho dessa conquista: apenas os Knicks de 94-98 e os de 71-74 tiveram sequências melhores que essa atual. E só um desses times ganhou o anel.

    Antes do Brunson chegar, que deserto era aquilo? Sete playoffs em 23 anos. 19 vitórias nos playoffs contra 33 derrotas. Uma bagunça completa. E aí chega esse baixinho de 1,85m e muda tudo.

    Onde ele se encaixa na história?

    Obviamente, Patrick Ewing e Walt “Clyde” Frazier ainda estão acima dele — pelo menos por enquanto. São lendas intocáveis. Mas sinceramente? Se os Knicks ganharem esse título, a conversa muda completamente.

    O que mais me impressiona é como ele assumiu essa responsabilidade. Nova York estava desesperada por um líder, por alguém que não fugisse da pressão do Madison Square Garden. E o JB simplesmente abraçou tudo isso.

    Imaginem só: um cara que saiu de Dallas meio que “desprezado”, chega nos Knicks e em quatro temporadas os coloca na Final da NBA. Isso é coisa de filme, pessoal.

    As casas de apostas ainda consideram ele favorito para o MVP das Finals (odds de +115), mesmo com o Karl-Anthony Towns jogando absurdamente bem. E olha, eu não duvido nada. O cara tem esse DNA de jogos decisivos.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa Final e entrar de vez no panteão dos maiores de Nova York? Porque na minha visão, falta muito pouco para isso acontecer. E quando acontecer, vai ser impossível negar: Jalen Brunson salvou a franquia dos Knicks.

  • Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Cara, o Josh Hart falou uma coisa que todo mundo tava pensando mas ninguém tinha coragem de falar: os preços dos ingressos pros jogos 3 e 4 da Final da NBA no Madison Square Garden estão completamente fora da realidade.

    “Eu meio que queria que os preços dos ingressos não fossem tão malucos quanto estão”, disse Hart pros repórteres no domingo. E olha, quando um jogador da NBA reclama de preço de ingresso, a coisa tá séria mesmo.

    O cara foi direto ao ponto: “Sinto que muita gente que tava esperando esse momento há muito tempo infelizmente não consegue entrar no ginásio. O ingresso mais barato custa 7, 8 mil dólares. Isso é ridículo.”

    Preços que fazem você chorar

    Pra você ter uma ideia da loucura: no sábado à tarde, o ingresso mais barato pro jogo 3 tava custando mais de 9 mil dólares. NOVE MIL. Isso é mais que muito brasileiro ganha num ano inteiro, mano.

    A única “boa” notícia é que os preços baixaram um pouco porque o Trump vai assistir ao jogo 3. Não é piada — aparentemente o pessoal tá com medo da segurança maluca que vai rolar e das filas gigantescas pra entrar. Os Knicks já avisaram que o torcedor tem que chegar 2 horas antes por causa das revistas extras.

    Por causa disso, segundo o Gametime, o ingresso mais barato pro jogo 3 “baixou” pra 6 mil dólares no domingo. O mais caro? Quase 96 mil. Noventa e seis mil dólares, galera. Dá pra comprar uma casa em algumas cidades.

    E o jogo 4 tá ainda pior

    Se você acha que é loucura, espera ver os preços pro jogo 4. Como existe a chance dos Knicks serem campeões em casa (coisa que não acontece há 27 anos), o ingresso mais barato tá mais de 10 mil dólares. O mais caro? 109 mil.

    Sinceramente, isso me deixa meio triste. Quantos fãs de verdade dos Knicks conseguem pagar isso? Estamos falando de gente que acompanha o time há décadas, que sofreu junto, que nunca perdeu a esperança… e agora não pode ver o momento mais importante por causa do preço.

    Até o Adam Silver, comissário da NBA, admitiu que é “frustrante” que mais pessoas não conseguem ir aos jogos. Mas ele deu aquela resposta de executivo: “mercado é mercado”. Fácil falar isso quando você não é quem tá tentando juntar as moedas pra ver seu time jogar, né?

    E aí, o que vocês acham? Será que a NBA deveria fazer alguma coisa pra controlar esses preços, ou isso é só o “mercado funcionando”? Uma coisa é certa: essa Final tá sendo histórica também pelos preços mais absurdos que a gente já viu.

  • Wemby não teme a pressão: ‘Nasci pra isso’

    Wemby não teme a pressão: ‘Nasci pra isso’

    Olha, eu vou falar uma coisa: ver o Victor Wembanyama falando que “nasceu pra isso” depois de errar a última jogada do Jogo 2 das Finais é de arrepiar. O cara tem 22 anos, tá nas primeiras Finais da carreira, perdeu duas em casa — situação que historicamente é praticamente uma sentença de morte — e ainda assim mantém essa confiança absurda.

    “Não tem motivo pra ficar pensando demais nisso. É pra isso que eu nasci”, disse o francês depois do treino de domingo. Cara, que mentalidade é essa?

    O monstro não é o problema

    Sinceramente, quem tá culpando o Wemby pelos Spurs estarem 2-0 atrás não tá assistindo os jogos. O cara cravou 26 pontos no Jogo 1 e 29 no Jogo 2 — foi o cestinha do time nas duas partidas. O arremesso final não entrou? Entrou. Acontece.

    O Keldon Johnson resumiu tudo: “Ele é nosso cara. Desde o primeiro dia, ele é nosso cara. É o motor ofensivo e defensivo. Você não pode acertar todo arremesso decisivo, mas não pode acertar um arremesso que não faz. E a gente vive com essa jogada dele”.

    É essa confiança que separa times grandes de times medianos. Quantas vezes vimos craques se esconderem em momentos assim? O Wemby pelo menos teve a coragem de assumir a responsabilidade.

    Finais no Madison Square Garden

    Agora os Spurs vão pra Nova York enfrentar os Knicks no lendário Madison Square Garden. E olha, se tem uma coisa que pode ajudar esse time jovem de San Antonio é jogar fora de casa — eles tão 6-3 como visitantes nos playoffs, incluindo aquela vitória épica no Jogo 7 contra o Thunder em Oklahoma.

    “A gente acredita que pode ganhar independente de onde estivermos jogando — aqui, em Marte, fora, em casa”, falou o Keldon. Gostei da referência a Marte, cara. Humor é importante nessas horas.

    O Luke Kornet, que já jogou pelos Knicks, até falou que curte esse ambiente hostil: “Toda essa adversidade e barulho honestamente te ajuda a ficar mais focado no basquete”. Mentalidade interessante — transformar a pressão em combustível.

    Estatística cruel da história

    Agora vem a parte que dói: NENHUM time na história da NBA perdeu os dois primeiros jogos das Finais em casa e conseguiu levar o título. Zero. Nenhum. É uma estatística brutal que tá pesando nas costas dos Spurs.

    Mas sabe o que eu acho? Se tem um cara pra quebrar esse tabu, é exatamente o Wembanyama. O francês já quebrou tantos recordes na carreira que mais um não vai fazer diferença. A questão é se o resto do time vai conseguir acompanhar a mentalidade dele.

    O veterano Harrison Barnes mandou a real: “A única coisa que importa é o que tá na nossa frente agora. Não podemos pegar o último jogo e trazer pra esse jogo”.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem a virada histórica? Eu tô curioso pra ver se o Wemby realmente nasceu pra esses momentos ou se a pressão das Finais vai falar mais alto. Uma coisa é certa: não vai ser por falta de confiança do cara.

  • Shamet virou herói dos Knicks e ninguém esperava isso

    Shamet virou herói dos Knicks e ninguém esperava isso

    Cara, quando você pensa nos Knicks chegando nas Finals pela primeira vez em décadas, automaticamente vem na cabeça o Jalen Brunson e o Karl-Anthony Towns, né? Mas eu preciso falar de um cara que tá sendo absolutamente crucial nessa campanha histórica: Landry Shamet.

    E olha que história maluca a desse cara. Há dois anos seguidos ganhando salário mínimo veterano, lidando com lesão no ombro que o deixou fora por um terço da temporada regular… Sinceramente, ninguém apostava muito nele quando a temporada começou.

    De esquecido a herói em questão de jogos

    O negócio mudou completamente nas Semifinais de Conferência contra o Sixers. Shamet simplesmente explodiu nos jogos 3 e 4 na Filadélfia — 15 e 12 pontos respectivamente. Mais importante ainda: acertou 6 de 9 tentativas do perímetro nos dois jogos. Foi ele quem praticamente selou a série.

    Mas a loucura mesmo aconteceu no jogo 1 das Finals de Conferência. Os Knicks perdendo por 22 pontos, faltando só 7 minutos, e o Josh Hart jogando mal pra caramba. O técnico Mike Brown teve a coragem de colocar o Shamet junto com os titulares pra dar espaçamento.

    Resultado? Uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA.

    As cestas que mudaram tudo

    Shamet fez só 9 pontos naquele jogo, mas foram os 9 pontos mais importantes da temporada dos Knicks. Primeiro um arremesso de 3 que cortou a vantagem pra 17. Depois outro que quicou na tabela e entrou faltando menos de um minuto — empatou o jogo. E por fim, a cesta da vitória na prorrogação.

    Vocês acham que foi sorte? Nos jogos seguintes da série, o cara meteu 14 e 16 pontos. Resultado final das Finals de Conferência: 11 acertos em 12 tentativas de 3 pontos. Absurdo.

    E nas Finals mesmo, com o Brunson meio travado e o ataque dos Knicks não funcionando 100%, quem apareceu? Shamet de novo. Dois jogos seguidos com 13 pontos cada, ajudando Nova York a abrir 2-0 jogando fora de casa.

    O cara que ninguém via vindo

    O mais louco é pensar que sem o Shamet, os Knicks provavelmente nem estariam nas Finals. O Miles McBride tá com média de menos de 7 pontos nos playoffs, o Jordan Clarkson praticamente sumiu da rotação… E aí você tem esse cara saindo do banco e salvando o time nos momentos decisivos.

    Na minha visão, essa é uma daquelas histórias que só o basquete consegue criar. Um veterano ganhando salário mínimo, que passou boa parte da temporada machucado, vira peça-chave na busca pelo primeiro título dos Knicks em mais de 50 anos.

    Ainda faltam duas vitórias pra conquistar tudo, mas uma coisa eu garanto: se os Knicks levantarem o troféu, o número 44 do Shamet vai estar pendurado no teto do Madison Square Garden. E vai ser mais do que merecido.

    E aí, quem aqui apostou no Shamet como herói dos playoffs? Eu confesso que não, mas tô aqui aplaudindo de pé!

  • Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Cara, vocês conseguem imaginar? As Finals da NBA voltando pro Madison Square Garden depois de 27 anos. VINTE E SETE ANOS! A última vez foi em 1999, quando o Jordan Clarkson tinha 7 anos de idade. Eu nem tinha nascido direito ainda.

    E se não bastasse toda essa emoção histórica, agora o presidente Trump vai estar lá na segunda-feira pro Jogo 3. Primeira vez na história que um presidente americano em exercício assiste um jogo das Finals da NBA. O negócio vai ser absolutamente insano.

    O Garden vai explodir de emoção

    Josh Hart, que já jogou 30 playoffs em casa pelo Knicks, sabe exatamente o que esperar: “O Garden vai estar pegando fogo”, disse ele. E olha, eu acredito. Se já é difícil conseguir ingresso pra um jogo normal dos Knicks no MSG, imagina pras Finals depois de quase três décadas?

    O Jalen Brunson tá tentando manter os pés no chão, falando que “ainda tem trabalho a fazer”. Mas, sinceramente? Deve ser impossível não sentir essa pressão toda. Do outro lado, o rookie Dylan Harper dos Spurs já tá admitindo que vai ser “tudo que eu sonhei vezes 10”.

    E vocês acham que os caras conseguem mesmo fingir que é só mais um jogo? Eu duvido muito.

    Segurança reforçada muda tudo

    Com o Trump na área, o MSG vai virar praticamente um aeroporto. Proibição de bolsas, revista estilo TSA, chegada duas horas antes do jogo… O Adam Silver falou que isso “adiciona à grandeza do evento”, mas imagina o stress pros torcedores?

    O mais bizarro é que cancelaram até a festa de rua que iam fazer do lado de fora do Garden. A galera que não conseguiu ingresso vai ter que se virar pra assistir em casa mesmo.

    Na minha opinião, isso tudo vai criar uma atmosfera completamente diferente. Não sei se boa ou ruim, mas definitivamente única. Os Knicks lideram a série por 2-0, então qualquer deslize dos Spurs pode ser fatal.

    O que vocês acham? Toda essa pressão extra vai favorecer os donos da casa ou pode fazer eles ficarem nervosos demais? Segunda-feira às 21h30 a gente descobre. Vai ser histórico de qualquer jeito.

  • KAT nas Finais pode acabar com sonho do Giannis nos Knicks

    KAT nas Finais pode acabar com sonho do Giannis nos Knicks

    Olha, eu nunca imaginei que ia escrever isso, mas Karl-Anthony Towns pode estar matando de vez as chances do Giannis Antetokounmpo vestir a camisa dos Knicks. É isso mesmo que vocês leram.

    Enquanto os Knicks estão a duas vitórias do título (cara, ainda não acredito que isso tá acontecendo), o KAT simplesmente virou outro jogador. E isso tá mudando completamente os planos de todo mundo na NBA.

    KAT ressuscitou na hora certa

    Lembram do começo da temporada? Towns tava sofrendo pra se adaptar ao Mike Brown, e todo mundo — eu incluso — achava que ele seria negociado. Os rumores de troca por Giannis eram tão fortes que pareciam questão de tempo.

    Mas aí o homem foi e fez o que ninguém esperava: jogou o melhor basquete da carreira dele justamente nas Finais da NBA. Através dos dois primeiros jogos, KAT tá com médias de 19.5 pontos e 12.5 rebotes, acertando 42.9% das bolas de três. E o mais absurdo? Tá defendendo o Wembanyama como se fosse coisa fácil.

    Sinceramente, se alguém me falasse no início da temporada que Towns ia estar brigando pelo MVP das Finais, eu ia rir. Mas aqui estamos.

    Giannis ficou sem parceiro de dança

    A questão é simples: como é que os Knicks vão desmantelar um time que tá voando rumo ao título? Não faz o menor sentido. Se eles ganharem essas Finais — e tudo indica que vão — seria loucura trocar o KAT logo depois.

    E olha que os Knicks sempre foram cotados como destino certo pro Greek Freak. Até rolaram conversas entre os times em agosto passado, mas pararam por aí. Agora, com Towns jogando desse jeito, essas conversas devem ter morrido de vez.

    Do lado de Milwaukee, a pressão só aumenta. O Giannis pode virar agente livre em 2027 e não tá dando garantias de que fica. Os Bucks querem resolver isso antes do Draft, que rola esse mês. O co-proprietário Jimmy Haslam já falou que vão fazer “o melhor para o Giannis e para a organização”.

    Mas e aí, pessoal — vocês acham que Giannis ainda tem chance de parar em New York? Ou KAT matou de vez essa possibilidade com essas performances monstras?