Tag: New York Knicks

  • Fãs defendem Wemby após drama no Finals: ‘Ele só tem 22 anos’

    Fãs defendem Wemby após drama no Finals: ‘Ele só tem 22 anos’

    Olha, eu sei que todo mundo tá pilhado com os erros do Wembanyama nos últimos segundos do Jogo 2, mas vamos respirar fundo aqui. O cara tem 22 anos e tá disputando suas primeiras finais da NBA. PRIMEIRAS. E mesmo assim levou os Spurs até lá.

    Sinceramente? Eu não esperava ver San Antonio nas finais tão cedo. No começo da temporada, a galera achava que eles iam brigar por uma vaguinha nos playoffs, no máximo. E o Wemby simplesmente decidiu que ia carregar esse time nas costas e levar todo mundo pro Finals contra os Knicks.

    A pressão do momento

    É claro que dói ver aquela virada de bola nos segundos finais, seguida da falta besta e o arremesso da virada que não entrou. Mas cara, quantos superstars já passaram por isso? O próprio Jayson Tatum levou uma surra nas finais antes de conseguir levantar o troféu em 2024.

    Os fãs dos Spurs estão certos em defender o francesão. Como disse um torcedor no Twitter: “Ele tá no terceiro ano, não é um produto acabado. A série expôs algumas falhas, mas ele ainda é o cara que todo time escolheria pra construir uma franquia”.

    E é verdade, mano. Wembanyama fez 29 pontos com 9 rebotes, 4 bloqueios e 2 roubos de bola no Jogo 2. O problema foram aquelas 4 viradas de bola, principalmente aquela no final que praticamente entregou o jogo.

    Madison Square Garden vai pegar fogo

    Agora os Spurs voltam pra Nova York perdendo por 2-0 na série, e o Garden vai estar absolutamente insano na segunda-feira. Wemby nunca jogou numa atmosfera igual a essa – imagina o barulho quando ele for cobrar lance livre?

    Mas sabe o que eu acho? Esses momentos constroem caráter. O monstro francês já mostrou que não foge da responsabilidade. Quando todo mundo duvidava, ele aceitou ser a cara da franquia aos 20 anos. Agora aos 22, tá nas finais da NBA defendendo o título de Jogador Defensivo do Ano.

    Vocês acham que ele consegue se recuperar dessa? Ou a pressão do MSG vai ser demais pra um cara que nunca passou por isso antes? Uma coisa eu garanto: vai ser épico de assistir.

  • NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    Olha só que situação bizarra rolou nos playoffs: a NBA decidiu cancelar a falta técnica que Mitchell Robinson levou no Jogo 2 contra o Spurs. E graças a Deus, porque aquela decisão da arbitragem foi de doer os olhos mesmo.

    O lance que revoltou todo mundo

    A parada aconteceu no final do segundo quarto, e cara… foi de ficar indignado. O Wembanyama empurrou o Robinson, claramente provocando a confusão toda, mas adivinha quem levou a técnica? Isso mesmo, o pivô dos Knicks que nem reagiu!

    Sinceramente, eu assisti o replay umas cinco vezes e não consegui entender o que passou pela cabeça do árbitro. Robinson literalmente não fez NADA. Foi empurrado e ainda tomou a falta técnica de brinde. Parecia até coisa de FIFA isso aí (quem joga videogame sabe do que tô falando).

    Robinson voltando no timing perfeito

    O mais impressionante é que o cara nem tinha certeza se ia conseguir jogar esses playoffs. Ele machucou o dedo depois da série contra o Cavaliers e ficou aquela dúvida no ar. Mas viajou com o time pra San Antonio e foi liberado na hora H.

    E olha, que diferença ele fez! Em apenas 14 minutos no Jogo 2, o monstro fez 7 pontos, 3 rebotes e ainda bloqueou uma bola. Não são números absurdos, mas é aquela presença que faz toda diferença no garrafão.

    Peça fundamental no banco

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série sem o Robinson? Porque olhando os números dele nestes playoffs, o cara tá convertendo 73,8% dos arremessos. Setenta e três vírgula oito por cento! É praticamente só bandeja e enterrada.

    Com 5,2 pontos e 5,3 rebotes de média saindo do banco, Robinson virou aquele sexto homem que você não vê muito no stat sheet, mas que muda completamente a dinâmica do jogo. Principalmente na defesa e na luta pelo rebote.

    A boa notícia é que agora ele tá limpo dessa técnica injusta e pode focar no que realmente importa: ajudar os Knicks a manterem essa vantagem de 2-0 quando a série voltar pro Madison Square Garden. E cara, que ambiente vai ser aquele!

  • Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Cara, eu preciso dividir isso com vocês: os Knicks estão simplesmente DESTRUINDO tudo nas Finals. 2-0 contra o Spurs, ambos jogos fora de casa. E Nova York? Mano, a cidade já tá em estado de delírio total.

    Olha, 53 anos sem título é tempo DEMAIS pra qualquer torcida aguentar. Eu lembro do meu pai falando dos Knicks dos anos 70, e agora finalmente parece que chegou a hora. Literalmente não dá pra andar duas quadras em Manhattan sem ver alguém de azul e laranja.

    A cidade virou um caldeirão

    O negócio tá tão louco que até o metrô entrou na vibe. A estação da Penn Station — que fica literalmente embaixo do Madison Square Garden — foi pintada toda de azul e laranja. Os caras da MTA deixaram o verde tradicional de lado e abraçaram a causa.

    E não para por aí não. Tem bandeira dos Knicks pendurada em prédio de quinta andar, bar fazendo promoção especial, e você escuta “Knicks in four” em cada esquina. Sinceramente, eu nunca vi nada igual na minha vida acompanhando NBA.

    Karl-Anthony Towns falou uma parada que me arrepiou: “A maior moeda que você pode ganhar em Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs e da cidade nos deixa ricos além da imaginação.” Cara, isso é NYC resumido em uma frase.

    Sequência histórica em curso

    Agora vem o dado que tá deixando todo mundo maluco: os Knicks já ganharam 13 jogos seguidos nos playoffs. Treze! É a segunda maior sequência da história da NBA. Se fecharem em quatro jogos (o que tá bem provável), vão empatar com os Warriors de 2016-17 com 15 vitórias consecutivas.

    O prefeito já até falou que como nova-iorquino tá louco pra festa, mas como prefeito tá com medo do “caos absoluto” que vai virar a cidade. E vocês acham que ele tá exagerando?

    Fat Joe — que literalmente não perde um jogo — até virou condutor especial do trem linha 1. As watch parties do lado de fora do Garden já estão tomando a 7th Avenue inteira.

    Olha, eu tô tentando manter os pés no chão aqui, mas não tem como não se empolgar. Os caras estão jogando um basquete ABSURDO, dominaram dois jogos em San Antonio, e agora voltam pra casa podendo fechar a série. Nova York não vê uma coisa dessas desde 1973, galera. É história pura sendo escrita.

  • Fã viral agradece mãe do Brunson nas Finals: ‘Obrigado por ter esse menino’

    Fã viral agradece mãe do Brunson nas Finals: ‘Obrigado por ter esse menino’

    Cara, tem momentos que você vê e pensa: “isso é o basquete que eu amo”. Um torcedor dos Knicks virou sensação nas redes depois de fazer algo que todo fã de NBA deveria fazer — agradecer a mãe do Jalen Brunson por ter criado esse monstro de jogador.

    Joe Clements tava sentado perto da Sandra Brunson nas arquibancadas em San Antonio, depois do Jogo 1 das Finals da NBA (sim, os Knicks chegaram nas Finals, galera!). E o cara não perdeu a oportunidade.

    “Ei, Sra. Brunson, muito obrigado por ter tido esse menino. Ele mudou nossa franquia. A gente ama ele”, disse o Joe no vídeo que já passou de 1,7 milhão de visualizações. A Sandra só sorriu, mas deu pra ver que ficou emocionada.

    A história por trás do craque

    Olha, eu sempre soube que o Brunson era diferenciado, mas quando você para pra pensar na base familiar dele… faz sentido total. A Sandra não é qualquer mãe de jogador da NBA não. A mulher jogou vôlei na Temple University — foi lá que conheceu o Rick Brunson, que hoje é assistente técnico dos Knicks e pai do Jalen.

    Em uma entrevista de 2020, o próprio Brunson chamou a mãe de “melhor amiga, 100%”. E cara, quando você vê o jeito que ele joga, essa garra, essa determinação absurda… agora tudo se encaixa.

    “Ela era a general. Me cobrava por tudo que eu fazia. Se eu colocava minha mente em algo, não podia desistir até terminar. Ela basicamente me deu essa mentalidade de nunca desistir”, contou o Jalen sobre a mãe.

    Virou realeza em NY

    Os comentários do post explodiram, mano. Torcedor chamando ela de “Rainha de Nova York”, dizendo que ela nunca mais deveria pagar uma refeição na cidade, que merece passe livre pra qualquer lugar. Sinceramente? Eu concordo 100%.

    A Sandra hoje é co-fundadora e diretora financeira da Second Round Foundation, uma ONG em New Jersey que trabalha com educação e esporte para jovens. Ou seja, além de criar um craque, ainda tá ajudando outras crianças. Que mulher!

    E vocês, acham que os pais dos jogadores recebem o reconhecimento que merecem? Porque vendo esse vídeo, eu fiquei pensando em quantas histórias incríveis existem por trás dos nossos ídolos da NBA. O Joe Clements fez algo simples, mas que tocou milhões de pessoas — incluindo eu aqui digitando emocionado.

  • Trump vai no Jogo 3 e MSG vira aeroporto – Knicks pedem 2h de antecedência

    Trump vai no Jogo 3 e MSG vira aeroporto – Knicks pedem 2h de antecedência

    Gente, que loucura isso. O Madison Square Garden vai virar praticamente um aeroporto na segunda-feira por causa da presença do Trump no Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs. Sinceramente? Já imagino o caos que vai ser.

    Os Knicks anunciaram no sábado que vão implementar “procedimentos de segurança estilo TSA” – ou seja, aquelas revistas chatas de aeroporto – por conta da visita presidencial. E olha, não é brincadeira não: política de ZERO bolsas e os caras estão pedindo pra galera chegar 2 HORAS antes do jogo que começa às 20h30.

    Knicks dominando e agora com drama presidencial

    O timing é meio surreal, né? O time tá voando – acabou de fazer 2-0 na série depois de ganhar os dois jogos em San Antonio, está com 13 vitórias seguidas nos playoffs e voltou pras Finais pela primeira vez desde 1999. Aí justo agora, no momento mais importante da franquia em décadas, rola essa parada toda de segurança presidencial.

    Na minha opinião, isso pode atrapalhar o ambiente do Garden. Imagina a galera chegando irritada depois de ficar 2 horas na fila? MSG já é conhecido pela energia insana da torcida – Spike Lee, Timothée Chalamet, Ben Stiller sempre lá fazendo a festa. Será que conseguem manter essa vibe com tanto esquema de segurança?

    Fãs vão ter paciência?

    Olha, eu entendo a necessidade da segurança máxima quando se trata de presidente, mas cara… é Jogo 3 das Finais da NBA. A galera já tá nervosa, ansiosa, e agora tem que lidar com isso tudo. Sem contar que Nova York no rush hour já é um inferno, imagina com todo esse aparato de segurança.

    O que vocês acham? Vale a pena todo esse estresse por uma visita presidencial? Eu fico pensando se não seria melhor o cara assistir de casa mesmo e deixar os fãs curtirem o jogo em paz. Mas né, política e esporte sempre deram pano pra manga…

    Uma coisa é certa: vai ser um Jogo 3 inesquecível, seja pelo que rolar em quadra ou pela confusão fora dela.

  • Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Cara, assistir o Victor Wembanyama nas Finais da NBA tem sido uma montanha-russa de emoções. O garoto tá vivendo exatamente o que o Kobe, o LeBron e outros monstros da liga passaram: aprender que grandeza se conquista através da dor.

    “Eu ainda estou muito confuso. Esse é o problema todo. Preciso ter mais controle, mais domínio do jogo”, disse Wemby depois do Jogo 2. E olha, essa frase resume tudo.

    A física do Karl-Anthony Towns

    Os Knicks descobriram a fórmula: porrada no francesão. O KAT e toda a defesa de Nova York tão martelando o Wemby em cada rolamento, empurrando, dificultando a vida dele de todas as formas possíveis. É basquete físico no seu melhor (ou pior, dependendo do seu ponto de vista).

    Durante seis quartos dessas Finais, o Victor tava perdido. Números até que razoáveis no papel, mas sem aquela pegada dominante que a gente viu contra o Thunder nas Finais da Conferência Oeste. Parecia outro jogador — e não no bom sentido.

    Aí no terceiro quarto do Jogo 3, o jogo virou. Towns foi pro banco com quatro faltas (algumas meio forçadas, né?) e o Wembanyama finalmente achou espaço pra respirar. Foram 12 pontos no período, quatro arremessos só no garrafão. O menino lembrou que é um alienígena mesmo.

    Os 12 segundos que doem até hoje

    Mas é nos momentos decisivos que a experiência fala mais alto. Com 57 segundos no relógio, Wemby fez um and-1 absurdo e colocou os Spurs na frente. Parecia que ia dar tudo certo.

    Brunson empatou (porque é isso que craque faz), e aí veio aqueles 12 segundos finais que vão dar pesadelo no francesão por um tempo. Wemby pegou o rebote defensivo, saiu correndo — porque com aquele tamanho dele, ele literalmente voa pela quadra — e tentou um passe de primeira pro Stephon Castle.

    Só que o Castle tava de costas. Não viu nada. A bola bateu nas costas dele, sobrou pro Brunson, e na pressa de tentar corrigir o erro, Wemby cometeu falta. “É, eu joguei fora. Foi erro meu”, assumiu depois.

    Brunson acertou só um dos dois lances livres (ainda bem), mas os Spurs não conseguiram aproveitar a chance final.

    Lições que só se aprendem na quadra

    Sinceramente? Isso me lembra demais as primeiras Finais do LeBron em 2007, quando os Spurs (ironicamente) deram uma aula nele. Ou o Kobe perdendo pros Celtics em 2008. São lições que não tem como aprender no treino ou conversando com guru espiritual.

    O Wembanyama nasceu com dons absurdos — altura, atletismo, toque de bola — e trabalhou pra caramba pra lapidá-los. Mas essa frieza nos momentos grandes? Essa se ganha na pancada mesmo.

    Vocês acham que ele vai conseguir se recuperar dessa? Porque eu tô aqui torcendo pra ver esse moleque evoluir em tempo real. As Finais ainda não acabaram, e conhecendo o Wemby, ele vai usar essa experiência como combustível.

    Uma coisa é certa: se ele conseguir superar essa, vai sair muito mais forte. É assim que nascem as lendas da NBA.

  • Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Gente, vocês precisam ver isso. Uma fã dos Knicks que trabalha como nail designer simplesmente resolveu elevar o fanatismo a outro nível. A Tamami (é assim que ela se identifica no Instagram) pintou os rostos do Jalen Brunson, Jordan Clarkson e Karl-Anthony Towns nas unhas de uma mão — com direito a pelos do rosto e tudo mais.

    Mas espera que fica melhor. Na outra mão? Ela pintou os uniformes dos caras: branco, azul e preto alternativo. Quando ela junta as duas mãos, forma o corpo inteiro de cada jogador. Cara, é de um nível de criatividade absurdo.

    A repercussão foi instantânea

    Durante o Jogo 2 das Finais na sexta-feira, ela postou a arte no Instagram e explodiu. Os comentários? Uma chuva de elogios. “Você arrasou”, “ISSO É TUDO”, e olha só — até uma fã dos Celtics admitiu: “Ok, isso tá bom demais! Com carinho, uma torcedora dos Celtics!”

    Sinceramente? Eu já vi muito fanatismo na NBA, mas isso aqui tá em outro patamar. A dedicação pra fazer cada detalhe, a precisão nos rostos… E o mais legal é que ela conseguiu capturar a essência de cada jogador.

    Arte e paixão pelo basquete

    Como alguém que acompanha os Knicks há anos (e sofreu muito, viu), ver esse tipo de dedicação da torcida me emociona. A franquia pode não ter ganhado título há décadas, mas a paixão da torcida never dies.

    E vocês, o que acham? Fariam uma nail art do seu time favorito? Ou acham que a Tamami exagerou na dose de amor pelos Knicks? Eu tô impressionado com a qualidade da arte — parece que cada unha virou uma mini obra de arte.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem essas Finais, essa nail art vai entrar pra história como um dos símbolos mais criativos da torcida nova-iorquina.

  • Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Olha, depois de mais de uma década, parece que Jeremy Lin e Carmelo Anthony finalmente vão sentar pra conversar. E cara, era hora mesmo.

    Em entrevista exclusiva, Lin revelou que os times dele e do Melo estão negociando uma aparição no podcast do Anthony. Mas tem uma condição: ele quer bater um papo privado antes de gravar qualquer coisa.

    “Meu desejo continua o mesmo. Gostaria de ter uma conversa privada antes de ter uma conversa pública gravada”, disse Lin. “Essa é minha meta agora — conseguir ter essa conversa privada. Adoraria, claro, ir no podcast e falar sobre essas coisas publicamente depois.”

    E sinceramente? Faz todo sentido. Imagina resolver treta de mais de 10 anos num podcast ao vivo. Pode dar ruim.

    O que rolou entre eles?

    Lin admitiu que nem sabe direito quais são as questões com Anthony. “Posso adivinhar, mas não acho que seria justo com o Melo eu supor o que ele pode estar pensando”, falou.

    Do outro lado, Carmelo já tinha mandado o recado: quer o Lin no podcast pra “falar a verdade” e “limpar o ar de todas essas besteiras que estão por aí”.

    A história toda vem lá de 2012, quando Lin explodiu no Knicks durante a Linsanity enquanto Melo estava machucado. Foi mágico por algumas semanas, mas quando Anthony voltou, a química meio que sumiu. O Knicks caiu nas oitavas e Lin vazou pros Rockets com aquele contrato polêmico de 25 milhões — que na época Melo chamou de “ridículo”.

    Volta ao Garden depois de 14 anos

    Plot twist interessante: Lin vai voltar ao Madison Square Garden pela primeira vez em 14 anos, mas como espectador. Os próprios Knicks convidaram ele pra assistir os jogos 3 e 4 das Finais da NBA. A ESPN contratou ele recentemente como analista.

    “Acho que uma conversa privada seria muito importante pra conseguirmos trabalhar essas questões, falar sobre como as coisas terminaram”, disse Lin. “Seria super saudável, seria incrível.”

    E aí, vocês acham que eles vão conseguir resolver essa história? Pra mim, o Lin tá certo em querer conversar em particular primeiro. Algumas coisas são melhores resolvidas longe dos holofotes — pelo menos inicialmente.

    Depois de tanto tempo, seria massa ver esses dois caras fazendo as pazes de verdade. A Linsanity foi um dos momentos mais loucos da história da NBA, e seria injusto isso ficar manchado por briga besta.

  • Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Mano, tem coisa mais engraçada que um cara de Chicago chamando OUTROS fãs de chatos? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu essa semana quando Laurence Holmes, apresentador de rádio esportiva da Cidade dos Ventos, mandou uma dessa no ar.

    “Eu acho que os fãs do Knicks são os mais chatos de todo o esporte americano”, declarou Holmes no programa da 104.3 The Score, na sexta-feira. O cara não teve papas na língua mesmo.

    A ironia vinda de Chicago

    Olha, eu não podia deixar passar a ironia dessa situação. Chicago criticando Nova York? A mesma Chicago cujo Bulls destruiu os sonhos dos nova-iorquinos nos anos 90 com Jordan? É como se o Pelé criticasse o futebol brasileiro, né não?

    O parceiro de programa do Holmes, Matt Spiegel, pelo menos teve o bom senso de discordar na hora. “Cara, eu não acredito que isso seja verdade”, rebateu Spiegel, que ainda sugeriu que os fãs do Cardinals de St. Louis no baseball mereciam mais esse título.

    Aí o Holmes mandou a real que doeu: “Pelo menos o Cardinals tem alguns anéis recentes que justificam a arrogância deles. Mas vocês do Knicks não ganharam nada desde a era Ford”. Ouch. Doeu até em mim aqui.

    Bulls falando de sofrimento?

    Sinceramente, acho meio tosco um fã do Bulls falando de sofrimento alheio. Desde que Jordan pendurou as chuteiras em 98, o que o Chicago fez de relevante na NBA? Praticamente nada. Estão na mesma vala comum dos times esquecidos.

    O mais hilário foi quando contaram pro Holmes que o Knicks tinha mais derrotas que qualquer outro time da NBA no século 21 até 2021, e o cara simplesmente respondeu “que bom” e ainda completou: “Espero mais quatro”. Que maldade, mano!

    E aí, vocês concordam com o cara de Chicago? Ou acham que ele tá sendo muito injusto com a torcida do Knicks? Porque olha, convenhamos – depois de décadas de sofrimento, se o time finalmente tá nas finais (segundo o artigo), deixa o pessoal de Nova York comemorar em paz, né?

  • Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Cara, que partida dolorosa. O San Antonio Spurs teve o jogo nas mãos e deixou escapar nos últimos segundos, perdendo para os Knicks por 105-104 no Jogo 2 das Finals. Agora é 0-2 na série, e vocês sabem como é difícil reverter isso.

    Wemby foi monstro, mas a experiência pesou

    Victor Wembanyama fez uma partida absurda: 29 pontos (11-21 nos arremessos), 9 rebotes, 4 tocos. O francês mostrou por que é considerado o futuro da NBA. Mas olha… nos momentos decisivos, a juventude apareceu de forma cruel.

    Com um minuto restante, Wemby fez uma bandeja com falta e colocou os Spurs na frente por dois. Parecia que a virada épica ia acontecer — eles tinham saído de 14 pontos atrás com uma corrida de 14-0! Mas aí o Jalen Brunson respondeu na lata com um arremesso difícil.

    E no lance final? Wemby pegou o rebote defensivo mas, na pressa, passou a bola nas costas do Stephon Castle. Brunson roubou, levou falta, acertou um lance livre e praticamente fechou o jogo.

    De’Aaron Fox finalmente apareceu

    Depois de um Jogo 1 esquecível, Fox voltou com tudo: 20 pontos em 66% dos arremessos, 5 assistências. Era isso que a torcida do Spurs queria ver! O cara simplesmente resolveu ser agressivo, atacar a cesta e fazer as coisas acontecerem.

    Sinceramente, se Fox jogar assim em Nova York, os Spurs ainda têm chances de brigar nessa série. Ele estava numa seca danada nos playoffs, mas ontem mostrou por que foi uma das principais aquisições da temporada.

    Dylan Harper também teve uma noite sólida com 15 pontos. Esse rookie joga com uma maturidade impressionante — não parece que está na primeira temporada.

    Agora é tudo ou nada

    Olha, vou ser sincero com vocês: 0-2 nas Finals é uma situação bem complicada. Historicamente, poucas equipes conseguem reverter isso. Mas esse time do Spurs tem talento suficiente pra incomodar, especialmente se o Wemby continuar jogando nesse nível.

    O que mais me preocupa é a experiência. Aquele erro do Wemby no final é exatamente o tipo de coisa que acontece com jogadores jovens em momentos de pressão. Ele vai aprender com isso, tenho certeza, mas será que vai ser a tempo de salvar essa série?

    Os próximos dois jogos são no Madison Square Garden. E aí, vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos dividir em Nova York? Porque se voltarem pra San Antonio ainda vivos, aí a coisa fica interessante…