Tag: New York Knicks

  • Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Olha só que coisa mais desnecessária. Mitchell Robinson, do New York Knicks, levou uma multa de 50 mil dólares da NBA — isso mesmo, cinquenta mil — por causa de uma briga besta com Dyson Daniels, do Atlanta Hawks, no Jogo 6 dos playoffs. Daniels também dançou, mas “só” 25 mil.

    A confusão rolou faltando 4:39 para acabar o segundo quarto na vitória avassaladora dos Knicks por 140-89 na quinta-feira. Os dois estavam brigando por posição durante um lance livre quando a coisa esquentou. Resultado? Técnica para os dois e rua.

    Robinson piorou a situação nas redes

    Agora vem a parte mais idiota da história. A liga disse que Robinson levou multa mais pesada não só pela confusão em si, mas porque o monstro ainda foi nas redes sociais depois do jogo fazer gracinha sobre o lance. Cara, você acabou de ser expulso de um jogo de playoff eliminatório — que a sua equipe ganhou de lavada, diga-se de passagem — e ainda vai provocar no Instagram? Sinceramente, não dá pra entender.

    É aquela coisa: às vezes o jogador faz uma cagada pequena e transforma numa grande. Robinson podia ter saído como herói da classificação histórica dos Knicks, mas preferiu virar manchete por motivo errado.

    Pelo menos não vai desfalcar o time

    A boa notícia pros fãs dos Knicks é que nem a multa nem a expulsão vão afetar a disponibilidade do Robinson para o Jogo 1 da semifinal da Conferência Leste. Eles vão enfrentar Boston ou Philadelphia — dependendo de quem avançar — e vão precisar de todo mundo disponível.

    Mas imagina só: 50 mil dólares jogados fora por causa de uma bobagem dessas. Dava pra comprar um Corolla zero! E tudo porque não conseguiu controlar o ego depois de uma vitória que já estava encaminhada desde o primeiro quarto.

    E aí, vocês acham que o Robinson aprendeu a lição ou vai continuar fazendo esse tipo de besteira? Porque sinceramente, com os Knicks sonhando alto nestes playoffs, é o tipo de distração que eles não precisam.

  • Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Vou ser sincero com vocês: no momento que o Atlanta Hawks do Jonathan Kuminga enfrentou o New York Knicks nos playoffs, todo mundo da Dub Nation pegou a pipoca e ficou colado na TV. E olha, foi exatamente o que a gente esperava — para o bem e para o mal.

    Os Hawks caíram ontem à noite num 140-89 que foi menos jogo de basquete e mais uma aula de como NÃO jogar playoffs. Atlanta acertou míseros 37,8% dos arremessos, perdeu 19 bolas e tomou 35 pontos em contra-ataque. Estavam perdendo de 47 no intervalo — o maior déficit do primeiro tempo na história dos playoffs da NBA.

    O Kuminga? 11 pontos em 3/7 nos arremessos, 23 minutos. Foi basicamente um “estive aqui mas não consegui fazer nada”.

    A montanha-russa que já conhecíamos

    Mas vamos olhar a série toda, porque aí sim a história fica interessante. Jogo 1: 8 pontos, 3/7. Jogo 2 no Madison Square Garden: 19 pontos, 7/12, dois roubos de bola, um toco. O tipo de performance que fez Atlanta pensar “nossa, pegamos um monstro na trade deadline”.

    No Jogo 3 veio o melhor Kuminga: 21 pontos acertando 9 de 14 arremessos. 64,3% de aproveitamento. Os Hawks ganharam de novo e todo mundo no Twitter postando “era só o Kerr que não deixava o moleque jogar 😭”.

    Aí chegaram os Jogos 4, 5 e 6. Realidade bateu na porta.

    Jogo 4: 3/10 nos arremessos, 0/6 de três, apenas 10 pontos. Jogo 5: 17 minutos, 13 pontos, mais uma surra. E fechou com esse 11 pontos do último jogo.

    Os números contam a história que já sabíamos

    As médias da série até parecem OK no papel: 13,7 pontos por jogo, 49,1% de aproveitamento, 3,3 rebotes em 25,8 minutos. Números decentes para um sexto homem de um time que chegou como sexta colocada nos playoffs.

    Mas tem um detalhe que mata: 19% nas bolas de três. Quatro em 21 tentativas. E é exatamente isso que impedia as defesas de respeitarem ele totalmente. Toda vez que Atlanta precisava que ele resolvesse um jogo apertado, a inconsistência aparecia — do mesmo jeito que aparecia em Golden State.

    Nós da Dub Nation já conhecemos esse filme de cor. A experiência Kuminga sempre foi essa: dois ou três jogos onde você vê o teto e já começa a calcular quanto custaria uma extensão máxima, seguidos de dois ou três jogos onde o piso te lembra por que os Warriors tinham dúvidas.

    O talento não está em questão. O moleque é atlético pra caramba, machuca na transição e deu muito trabalho pros Knicks no garrafão nas vitórias. Mas essa série confirmou que o debate que tivemos por dois anos em Golden State não foi resolvido em seis jogos de playoff.

    Todo mundo saiu com suas convicções confirmadas. Quem achava que ele era mal aproveitado pegou os Jogos 2 e 3 como prova. Quem achava que a inconsistência era o problema real ficou com os Jogos 4, 5 e 6.

    E aí, vocês acham que o Kuminga vai conseguir encontrar essa consistência que falta? Ou é isso mesmo que ele é — um jogador de altos e baixos que vai deixar qualquer torcida louca?

  • KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    Cara, que transformação foi essa do Karl-Anthony Towns? Durante cinco meses ficamos discutindo se o cara sabia jogar basquete ou se os Knicks não sabiam usar ele direito. Agora, depois de dominar os Hawks nos playoffs, acho que a conversa mudou completamente.

    Olha só os números: nas últimas três vitórias contra Atlanta, KAT teve média de 8,7 assistências e 11,6 rebotes por jogo. Dois triple-doubles nesse período. Ah, e detalhe importante: o time fez +62 pontos com ele em quadra nos jogos 4, 5 e 6. Sessenta e dois pontos de diferença! É absurdo.

    A virada veio no momento certo

    A mudança começou depois do jogo 3, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 na série. O técnico Mike Brown mexeu no esquema tático e começou a colocar o Towns no topo do garrafão para distribuir jogo. Sinceramente? Demorou pra caralho para descobrir isso, mas funcionou perfeitamente.

    “Ele jogou fenomenal”, disse o Jalen Brunson sobre o companheiro. E não é papo furado não – KAT distribuiu 10 assistências no jogo 4 e seguiu achando os companheiros livres pelo resto da série. Virou um verdadeiro facilitador.

    O Josh Hart também elogiou a defesa do Towns no jogo 6: “KAT foi incrível. Começou o jogo pressionando, protegendo o aro, teve uns tocos grandes, a energia dele foi gigante pra gente”. Ver o cara defendendo com essa intensidade é algo que a gente não via há muito tempo.

    De perdido a protagonista

    Lembram lá em outubro quando perguntaram pro Towns sobre o papel dele no time e ele respondeu: “Honestamente, não sei. Não sei mesmo”? Pois é, que diferença seis meses fazem na vida de um jogador.

    Agora ele fala com toda confiança: “Nunca duvidei da minha capacidade. É só questão de se adaptar, especialmente quando te pedem pra fazer coisas que nunca pediram consistentemente na sua carreira”.

    E olha, essa humildade do KAT é impressionante. O cara podia estar pistola por ter demorado tanto tempo pra encontrar seu lugar no sistema, mas não. Ele abraçou as mudanças e virou peça fundamental nos playoffs.

    Mike Brown acertou na mosca

    Depois da série, Brown fez questão de agradecer toda sua comissão técnica pelos ajustes táticos. E cara, que ajustes foram esses! Depois das mudanças implementadas no jogo 4, os Knicks fizeram +96 pontos contra os Hawks. Noventa e seis!

    “Tivemos que mudar porque cada posse era um sofrimento nos três primeiros jogos”, explicou o técnico. “Precisávamos encontrar formas de colocar nossos jogadores em suas forças, chegando lá rapidamente”.

    A jogada foi simples mas genial: usar o Towns como um ponto-pivô, distribuindo bola do alto e criando vantagens pro time todo. Por que ninguém pensou nisso antes?

    O que vocês acham? KAT finalmente encontrou sua identidade nos Knicks ou ainda é cedo pra comemorar? Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe nos playoffs se mantiver esse nível.

  • Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Cara, eu vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou no Jogo 6 entre Hawks e Knicks foi de outro nível. Os caras de Atlanta não só perderam — eles simplesmente desmontaram na frente de todo mundo. Foi 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Alguém me explica como um time da NBA toma 51 pontos de diferença num jogo de eliminação?

    Olha, eu já esperava que os Knicks fossem bem em casa, mas isso aí foi humilhação pura. Desde o primeiro quarto dava pra ver que os Hawks estavam completamente perdidos. Parecia que estavam jogando com preguiça, sabe? Rotação atrasada, passe errado, e uma linguagem corporal que gritava “já era” antes mesmo do jogo acabar.

    OG Anunoby destruiu tudo

    O cara que mais castigou Atlanta foi o OG Anunoby. 29 pontos em apenas 27 minutos — sendo 26 só no primeiro tempo. Sinceramente, parecia que ele estava jogando contra molecada da escolinha. A defesa dos Hawks virou plateia, literalmente. E pra completar o show, Karl-Anthony Towns fez seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    Enquanto isso, os Hawks erraram TUDO que podiam errar. Converteram apenas 12 de 39 arremessos no primeiro tempo e perderam 14 bolas nos primeiros dois quartos. Quando Anunoby fez dois lances livres e abriu 50 pontos de vantagem ainda no segundo quarto, eu já sabia que ia ser uma noite longa e dolorosa pra torcida de Atlanta.

    Dyson Daniels perdeu a linha

    Mas sabe o que mais me irritou? A expulsão ridícula do Dyson Daniels. O moleque conseguiu ser expulso numa briga boba com o Mitchell Robinson justamente quando o time mais precisava dele. 3 pontos em 15 minutos e -36 de aproveitamento. Cara, isso não é profissionalismo.

    Quando a coisa aperta, é hora de mostrar personalidade, não de brigar à toa. Os Hawks já estavam afundando e o Daniels resolveu dar o último empurrão. Aí fica difícil, né? Como você vai competir numa série de playoffs se seus próprios jogadores se eliminam sozinhos?

    E o Nickeil Alexander-Walker também fez a sua parte pra piorar tudo. Cinco erros de ataque em 29 minutos — cada um virando contra-ataque pros Knicks. Era pra ser o cara que organizaria o jogo, mas só aumentou a bagunça.

    Vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação na próxima temporada? Porque olha, tomar uma surra dessas em casa dos caras, num jogo decisivo, deixa marca. Especialmente quando você simplesmente desiste no meio do caminho.

    O que mais me incomoda é que Atlanta tem jogadores de qualidade. Mas quando chegou a hora da verdade, quando precisavam mostrar raça e personalidade, eles simplesmente entregaram os pontos. E aí não tem técnico que resolva — isso é questão de caráter mesmo.

  • Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Cara, tem dias que você sabe que vai ser especial desde cedo. E ontem foi um desses. Os Knicks massacraram os Hawks por 140-89 — sim, você leu certo, cinquenta e um pontos de diferença — e Jalen Brunson decidiu que não queria falar só de basquete.

    Quando um repórter perguntou sobre o Roman Reigns ter reconquistado o cinturão da WWE e reformado o The Bloodline, o cara literalmente se iluminou.

    “Olha, essas são as perguntas que eu quero responder”, brincou Brunson, depois de anotar 17 pontos e 8 assistências na vitória que fechou a série. “Tô muito empolgado. Eu tenho até um cumprimento especial com um dos nossos fisioterapeutas que a gente faz antes de todo jogo reconhecendo ele.”

    Wrestling é coisa séria no MSG

    E olha, não é de hoje que o Brunson é fanático por WWE. Lembram quando ele teve aquela treta épica com o Tyrese Haliburton ano passado? O maluco literalmente correu atrás do cara com uma cadeira de aço no Madison Square Garden durante uma confusão que misturou NBA com wrestling. Foi absolutamente surreal.

    Aquilo aconteceu durante a rixa entre LA Knight e Logan Paul, e sinceramente? Foi um dos momentos mais divertidos que já vi envolvendo jogador da NBA. Só no MSG mesmo pra rolar uma parada dessas.

    Do ringue pras finais

    Agora o Roman Reigns voltou ao topo depois de derrotar CM Punk na WrestleMania 42 — e cara, que combate foi aquele. O cara perdeu o cinturão pro Cody Rhodes depois de mais de 1.300 dias reinando, mas voltou com tudo e já reformou a família com os primos Jey e Jimmy Uso.

    E sabe o que é mais louco? Brunson quer fazer a mesma coisa que o “Tribal Chief” fez: dominar completamente. Só que em vez de um ringue, ele quer levar os Knicks ao topo da NBA pela primeira vez no século 21.

    Vocês acham que ele consegue canalizar essa energia do Roman Reigns pros playoffs? Porque depois de uma surra dessas nos Hawks, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E se rolar, pode ter certeza que o Madison Square Garden vai explodir mais que qualquer WrestleMania.

  • KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    Gente, o que aconteceu ontem em Atlanta foi simplesmente surreal. Os Knicks meteram uma sapatada histórica nos Hawks: 140 a 89. Isso mesmo que você leu. E o Karl-Anthony Towns? Cara, o cara fez história no meio dessa pancadaria toda.

    Olha, eu já vi muito jogo de playoffs na minha vida, mas 83 a 36 no intervalo? Isso é a maior vantagem de primeiro tempo na história dos playoffs da NBA. Os torcedores do Hawks começaram a sair do ginásio no segundo quarto — imagina a humilhação.

    KAT vira lenda ao lado do Wilt

    Mas vamos ao que realmente importa aqui: Towns fez um triple-double (12 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e entrou para um grupo muito seleto. Agora ele é apenas o segundo pivô de 2,13m ou mais na história a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. O outro? Ninguém menos que Wilt Chamberlain.

    Sinceramente, não esperava ver KAT nessa lista tão cedo. O cara sempre foi conhecido pelos pontos, mas essas 10 assistências mostram uma evolução no jogo dele que tá sendo absurda de acompanhar. E contra o Hawks, que tem uma defesa decente, fazer isso é ainda mais impressionante.

    Knicks responderam às críticas

    A real é que os Knicks vinham tomando pau dos próprios torcedores nesta série. Estavam perdendo de 2-1 pros Hawks — imagina a pressão. Towns mesmo admitiu que entende a frustração da torcida: “É compreensível, os fãs não sabiam qual versão de nós eles veriam, especialmente depois que não jogamos nosso melhor basquete nesta série.”

    E ele não tá errado não. Quando você vê um time com esse potencial jogando abaixo, dá uma raiva mesmo. Mas ontem foi diferente — foi aquela noite em que tudo encaixa perfeitamente.

    “Para nós, fazer uma declaração sobre quem podemos ser quando estamos funcionando em todos os cilindros, é ótimo termos esse tipo de gravação para olhar para trás e ver quando estamos jogando nosso melhor”, disse Towns após o jogo.

    Agora vem o teste real: conseguir essa consistência contra adversários mais duros. Os Knicks vão enfrentar o vencedor de Celtics x 76ers, que forçaram um jogo 7 depois da vitória da Filadélfia ontem. E aí, vocês acham que esse KAT “distribuidor” consegue manter esse nível contra Boston ou Philly?

  • Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Mano, que massacre foi esse dos Knicks ontem à noite? 72 a 22 no primeiro tempo. Setenta e dois a vinte e dois! Eu tive que ler duas vezes porque pensei que tinha algum erro no placar.

    E como se não bastasse essa humilhação histórica, ainda rolou briga entre Mitchell Robinson (Knicks) e Dyson Daniels (Hawks). Os caras se agarraram depois de uma falta boba na disputa de rebote, e olha que nem tinha mais o que disputar — o jogo já tava decidido desde o primeiro quarto.

    A briga que ninguém esperava

    A confusão começou com 4:39 restando no segundo quarto. Robinson foi chamado para uma falta na bola solta, e o Daniels deve ter falado alguma coisa que não agradou. Na hora do lance livre, os dois começaram a se empurrar na marcação de rebote e aí foi ladeira abaixo.

    Se agarraram de tal jeito que precisou de uns cinco caras pra separar. Banco inteiro em quadra, aquela confusão clássica da NBA. Por sorte não rolou soco — senão ia dar suspensão e multa pesada pra todo mundo. No final, os dois levaram técnica dupla e foram expulsos.

    Sinceramente? Entendo a frustração do Daniels. Tomar 50 pontos de diferença no primeiro tempo deve ser desesperador. Mas partir pra briga quando seu time tá perdendo feio assim só piora a situação.

    Knicks na segunda fase?

    Com essa vitória absurda, os Knicks abriram 3-2 na série e estão praticamente classificados para a segunda rodada dos playoffs. E vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação no Jogo 7?

    Olha, eu não vou mentir: depois de tomar 50 pontos de diferença em casa, o psicológico do Atlanta deve ter ido pro espaço. Os Knicks tão jogando um basquete monstruoso e parecem ter encontrado o timing perfeito nos playoffs.

    Mitchell Robinson pode até ter sido expulso, mas antes disso já tinha dominado o garrafão completamente. E o ataque dos Knicks? Simplesmente imparável. Quando um time consegue abrir 50 pontos de vantagem no primeiro tempo dos playoffs, é porque tá funcionando TUDO.

    Agora é aguardar o próximo jogo e ver se os Hawks conseguem pelo menos tornar a série competitiva — porque do jeito que foi ontem, deu até dó de assistir.

  • Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Olha, quando você menos espera, sempre aparece uma lesão para complicar tudo. Josh Hart está listado como “questionável” para o Jogo 6 contra os Hawks, e sinceramente? Isso pode virar um baita problema para os Knicks.

    O cara saiu de quadra faltando 6:27 para o final do Jogo 5 — que por sinal foi uma surra histórica de 126 a 97 — e não voltou nem para o banco. Deu para ver ele segurando as costas durante o jogo, e agora tá aí: contusão na lombar.

    O problema não é só a ausência do Hart

    Hart pode até estar errando uns arremessos nessa série, mas cara, o que ele tá fazendo defensivamente é absurdo. A grande sacada dos Knicks foi colocar ele para marcar o CJ McCollum — e funcionou perfeitamente. Finalmente conseguiram parar aquele monstro que tava destruindo tudo nos primeiros jogos.

    Se o Hart não jogar, como é que fica? O plano defensivo para o McCollum vira uma dor de cabeça gigante. E vocês sabem como é: numa série de playoffs, essas pequenas mudanças podem decidir tudo.

    Mike Brown até tentou algumas coisas diferentes no Jogo 5. Colocou Towns e Mitchell Robinson juntos em quadra — coisa que ele evitava fazer porque achava que dava problemas defensivos. Mas funcionou: nos cinco minutos que jogaram juntos, os Knicks aumentaram a vantagem.

    Veteranos mandando no pedaço

    Uma coisa que achei interessante foi o Brown falando sobre como deixa os veteranos participarem das decisões. “É um grupo veterano, eles já passaram por muita coisa juntos”, disse ele. “Se eles falam ‘vamos treinar em tal horário’ ou ‘vamos assistir os vídeos agora’, eu escuto.”

    Faz sentido, né? Quando você tem um grupo maduro que já se entende, às vezes é melhor dar essa liberdade mesmo. E pelo jeito tá funcionando — estão a uma vitória de eliminar os Hawks na primeira rodada.

    A real é que os Knicks estão numa situação boa: 3-2 na série, jogando em casa, e com momentum total depois dessa goleada. Mas basquete é basquete — qualquer coisa pode acontecer, ainda mais se ficarem sem uma peça importante como o Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham a série mesmo sem o Hart? Ou os Hawks conseguem forçar um Jogo 7?

  • Knicks e Celtics podem fechar hoje, mas Nuggets querem Game 7!

    Knicks e Celtics podem fechar hoje, mas Nuggets querem Game 7!

    Cara, que noite promete ser essa quinta-feira! Três séries dos playoffs da NBA podem ter seus destinos definidos, e eu já tô aqui ansioso pra ver se os favoritos confirmam ou se teremos mais emoção.

    Vamos começar pelos Knicks, que estão dominando os Hawks por 3-2 e jogam fora de casa hoje. Sinceramente? Depois de ver o Jalen Brunson fazer 39 pontos no último jogo, acho difícil Atlanta conseguir reagir. O cara simplesmente resolveu destruir todo mundo quando Karl-Anthony Towns foi neutralizado.

    Towns virando armador? Tô impressionado

    Olha, uma coisa que me chamou atenção nessa série foi a evolução do KAT como passador. O cara distribuiu 16 assistências nos últimos dois jogos — isso é 2,2 a mais por jogo do que ele fazia na temporada regular. Quem diria que o gigante ia virar quase um point guard, né?

    Do lado dos Hawks, tá complicado. CJ McCollum roubou os jogos 2 e 3 com jogadas clutch absurdas, mas agora os Knicks encontraram a fórmula defensiva. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker não conseguem repetir o que fizeram na temporada regular. A defesa de Nova York simplesmente não deixa eles estabelecerem ritmo.

    Embiid voltou pra salvar os Sixers

    Enquanto isso, lá em Boston, Joel Embiid provou que realmente fazia falta pros 76ers. Na volta dele depois da apendicectomia, o monstro fez 33 pontos e liderou uma vitória de 113-97 fora de casa. Tyrese Maxey não escondeu a empolgação: disse que o Embiid foi dominante, especialmente no segundo tempo.

    Agora os Celtics que se cuidem. Com Embiid saudável, essa série pode virar completamente. E olha que Boston estava tranquilo na liderança por 3-1…

    Nuggets brigando pela sobrevivência

    Mas a série mais interessante pra mim é Nuggets x Timberwolves. Minnesota perdeu Anthony Edwards e Donte DiVincenzo por lesão, e no jogo 5 em Denver foi um desastre: 25 turnovers e chegaram a ficar 27 pontos atrás no último período.

    O técnico Chris Finch foi direto: não gostou da postura mental do time. Disse que esperaram demais e não tiveram a agressividade de sempre. Cara, sem Edwards e DiVincenzo (que são os melhores arremessadores de 3 e criadores ofensivos), vai ser muito difícil segurar os Nuggets em casa.

    Vocês acham que Minnesota consegue reagir mesmo desfalcada? Eu tenho minhas dúvidas, mas a defesa sufocante deles nos jogos 2, 3 e 4 mostrou que é possível. Se conseguirem repetir aquela intensidade defensiva, quem sabe…

    Das três séries, acho que só Knicks x Hawks tem desfecho hoje. Celtics x 76ers e Nuggets x Timberwolves prometem mais emoção. Mas né, NBA é NBA — qualquer coisa pode acontecer!

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.