Tag: New York Knicks

  • NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finals! A NBA decidiu cancelar a falta técnica que o Mitchell Robinson dos Knicks tomou no Jogo 2 contra o Wembanyama. E cara, essa decisão veio bem a tempo — imagina só o pivô perdendo uma final por conta de uma falta duvidosa dessas?

    A jogada aconteceu no segundo quarto, quando os dois gigantes estavam brigando por posição no garrafão. Os árbitros marcaram técnica no Robinson por empurrar o Wemby, mas — e aqui tá o ponto — não viram que o francês tinha feito exatamente a mesma coisa um segundo antes. Duas medidas, dois pesos. Clássico da arbitragem da NBA, né?

    Knicks dominando as Finals mesmo com polêmica

    O mais louco é que mesmo com toda essa confusão, os Knicks ganharam aquele jogaço por 105-104. Que partida! E agora estão 2-0 na série, numa sequência absurda de 13 vitórias seguidas que começou ainda nos playoffs contra o Hawks.

    Sinceramente, acho que essa decisão da liga foi mais que justa. O Robinson tá jogando com o dedo mindinho da mão direita operado há uma semana — imagina a dor — e ainda assim entregou um jogo sólido: 7 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola.

    Do outro lado, o Wembanyama foi um monstro ofensivo com 29 pontos e 9 rebotes, mas — e isso é crucial — deu umas vaciladas no final que custaram caro pros Spurs. A dupla Robinson-KAT tá fazendo um trabalho excepcional contra o francês, que é sem dúvida o grande x da questão nessas Finals.

    MSG vai virar um caldeirão no Jogo 3

    Agora o negócio fica interessante mesmo. Jogo 3 na segunda-feira no Madison Square Garden, com os ingressos custando uma fortuna (literalmente astronômicos) e até o Trump confirmado pra assistir. Vocês acham que os Knicks conseguem fechar 3-0 em casa?

    Uma coisa é certa: cancelar essa técnica foi o mínimo que a NBA podia fazer. Robinson não merecia ser penalizado por algo que o adversário fez primeiro. E olha que eu não sou muito fã dessas revisões pós-jogo, mas nesse caso específico, foi mais que necessário.

    O que importa agora é que os Knicks estão a dois jogos do título, e o Robinson pode focar 100% em parar o Wembanyama sem se preocupar com suspensão automática. Vai ser épico!

  • Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Wemby entregou o jogo 2 das Finals, mas a culpa é só dele?

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Victor Wembanyama — o MONSTRO que tava carregando os Spurs nas costas — simplesmente entregou o Jogo 2 das Finals com um dos piores turnovers da história da NBA. E olha que eu não tô exagerando não.

    A situação era perfeita: 13.5 segundos, jogo empatado em 104, Wemby pega o rebote depois de um arremesso perdido do Jalen Brunson. Aí o gigante francês resolve… passar a bola nas costas do Stephon Castle? Sem ele nem ver? Brunson intercepta, sofre a falta e converte o lance livre da vitória.

    Déjà vu dos Spurs

    Mas aqui que fica interessante: o técnico Mitch Johnson já tinha passado por isso há um mês atrás. Mesma situação, mesmo placar (104 pontos pro adversário), mesma decisão de NÃO pedir tempo. Na primeira vez foi contra o Minnesota na segunda rodada dos playoffs. Dylan Harper tentou um triplo no finalzinho… e errou.

    Agora aconteceu de novo. E eu fico pensando: será que a culpa é só do Wemby? O garoto tem 22 anos, tá na primeira campanha dele nos playoffs, claramente cansado depois de liderar uma virada absurda de 12 pontos no último quarto. Por que diabos o Johnson não pediu tempo?

    O dilema do técnico jovem

    Sinceramente, eu entendo os dois lados. Johnson tinha dois tempos na manga, podia ter organizado a jogada, tirado o caos da equação. Os Spurs são tecnicamente o segundo time mais jovem a chegar numa Final da história (atrás só do Portland de 1977). Castle tem 21 anos. Esses caras estão EXAUSTOS.

    Por outro lado, tem algo a ser dito sobre jogar no instinto. Wemby é provavelmente o melhor jogador da liga agora, estava em estado de graça. Às vezes você confia no seu cara pra resolver.

    Mas mano… passar a bola nas costas do companheiro sem ele ver? Isso não é nem questão de talento, é erro básico mesmo. Me lembra aqueles airball do Kobe contra o Utah em 98, ou o timeout errado do Chris Webber em 94. Erros que marcam uma carreira.

    E agora, José?

    A real é que os Spurs tão numa fria. Perderam em casa, o Wemby vai carregar esse peso pro resto da vida (espero que não), e os Knicks têm toda a moral agora. Vocês acham que o garoto consegue se recuperar disso? Porque olha, a pressão em Nova York vai ser INSANA.

    Uma coisa eu garanto: se eu fosse o Johnson, no próximo finalzinho de jogo eu tava gritando “TEMPO!” antes mesmo da bola sair da mão do adversário. Porque duas vezes com a mesma situação e duas derrotas? Aí já é demais pro meu coração.

    O que vocês acham? Foi culpa do Wemby ou do técnico que não organizou a jogada?

  • Wembanyama vira pesadelo nos momentos decisivos das Finais

    Wembanyama vira pesadelo nos momentos decisivos das Finais

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso sobre o Wemby, mas o cara tá virando um pesadelo nas horas que mais importam nessas Finais da NBA. O que deveria ser um conto de fadas do menino prodígio francês virou um filme de terror nos momentos clutch contra os Knicks.

    E olha, eu sou fã do moleque desde que ele pisou na NBA, mas não dá pra passar pano pro que aconteceu no Jogo 2. Os Spurs estavam mortos e enterrados, atrás por 12 pontos, aí fizeram uma virada absurda no último quarto. Jogo empatado, menos de 15 segundos no relógio, e o Wemby… entrega a bola de bandeja pros Knicks.

    O lance que pode assombrar a carreira

    A jogada começou bem, na real. Wemby fez uma defesa monstro no Jalen Brunson, forçou o erro e pegou o rebote com 12 segundos restando. Os Spurs tinham timeout na manga, mas o francesão quis bancar o herói e tocou a bola pra cima.

    Aí que vem a parte bizarra: ele tentou passar pro Stephon Castle, só que o moleque já tinha virado as costas e estava correndo pela lateral. Resultado? Bola bateu nas costas do Castle. Turnover. E como se não bastasse, o Wemby ainda fez falta no Brunson na sequência.

    Mano, é o tipo de sequência que te assombra pelo resto da carreira. Em dois segundos, você sai de uma posição pra fazer a cesta da vitória e acaba mandando o adversário pra linha de lance livre.

    A chance perdida

    Mas a história não acabou aí. Brunson errou um dos lances livres, e o Wemby teve a chance de ouro pra apagar tudo. Fez o bloqueio pro De’Aaron Fox, saiu livre no garrafão, arremesso limpo no estouro do cronômetro… e acertou só o ferro.

    Knicks vencem por 105-104 e abrem 2-0 na série. Sinceramente? Doeu até em mim assistindo daqui do Brasil.

    “Eu entreguei essa. Eu errei”, admitiu o Wemby depois do jogo. Pelo menos teve hombridade de assumir o erro, né? Mas cara, não é só esse lance. O francês tá tendo uma fase terrível nos momentos decisivos.

    Pattern preocupante

    Vocês viram os outros arremessos dele no final? Com dois minutos restantes e os Spurs atrás por três, o cara forçou um arremesso de 3 do corner e mandou uma bola aérea. Com 39 segundos no relógio, empatado em 104, escolheu um arremesso de meia distância contestado (onde ele tá convertendo míseros 25% nos playoffs).

    Olha, eu entendo a estratégia do 2-for-1, mas não precisava forçar tanto assim. O menino tinha encontrado o ritmo atacando a cesta, aí resolve se contentar com arremessos difíceis.

    E no Jogo 1? Mesma coisa. Conseguiu acertar a lateral da tabela duas vezes seguidas. A primeira ainda dá pra relevar pela defesa do KAT, mas a segunda foi um arremesso de 3 livre no corner. Livre!

    Olha, ainda acredito no talento do Wemby — o cara é um monstro de 2,24m que joga como pivô e armador ao mesmo tempo. Mas nessas Finais, nos momentos que definem tudo, ele tá parecendo mais um novato nervoso do que o futuro da NBA. E com os Knicks levando a série pra Nova York com 2-0, o tempo tá se esgotando pra ele virar essa chave.

  • Knicks podem perder Mitchell Robinson na agência livre

    Knicks podem perder Mitchell Robinson na agência livre

    Olha, o Mitchell Robinson vai estar livre no mercado esse verão e o negócio não tá fácil pro New York Knicks. O pivô de 28 anos vai ter opções de sobra, e algumas bem tentadoras.

    Sinceramente? Eu acho que os Knicks vão ter que abrir a carteira mesmo. Robinson provavelmente vai ser o melhor pivô disponível na free agency, e todo mundo sabe que pivô bom é raridade na liga.

    A concorrência tá pesada

    Chicago Bulls, Charlotte Hornets, Lakers e Toronto Raptors — todos esses times estão de olho em melhorar a posição de centro. E convenhamos, Robinson não é qualquer um. O cara é um monstro no garrafão defensivo e ainda pega uns rebotes que é uma beleza.

    O problema pros Knicks é que tanto Bulls quanto Lakers podem ter espaço salarial suficiente pra fazer uma oferta que vai doer no bolso. E os Knicks já tão com a folha apertada — cinco caras ganhando entre 20 e 57 milhões. Imaginem só a dor de cabeça do front office.

    Hornets também na disputa

    Charlotte pode oferecer até 15 milhões através da Mid-Level Exception. Não é pouco dinheiro não, principalmente se o cara quiser mais minutos e protagonismo. E tem ainda a possibilidade de sign-and-trade tanto com os Hornets quanto com Toronto.

    Na minha visão, Robinson merece um contrato gordo mesmo. O cara evoluiu muito desde que chegou na NBA, e defensivamente é um dos melhores da posição. Mas será que os Knicks conseguem — ou querem — pagar o preço?

    E aí, vocês acham que ele fica em Nova York ou vai testar as águas em outro lugar? Eu tenho a impressão de que essa vai ser uma das negociações mais interessantes da offseason.

  • Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Cara, o que rolou com o Karl-Anthony Towns ontem foi de arrepiar. Depois de ajudar os Knicks a vencerem por 105-104 contra o Spurs no Jogo 2 das Finais, o cara foi direto falar sobre a mãe dele que morreu de COVID em 2020.

    “Quando você perde um dos pais, você fica procurando por sinais. Eu rezei pra ela antes daquela última posse”, disse o KAT pra ABC. E olha, não é que o Wembanyama errou aquele arremesso no último segundo? Towns teve certeza: foi a mãe dele protegendo.

    O jogo que mudou tudo

    Os Knicks tavam perdendo feio no começo – mais de dez pontos de diferença. Aí o Towns simplesmente resolveu pegar o time nas costas. 21 pontos, 13 rebotes, e ainda deu aquela segurada no Wemby quando precisou. Monstro absoluto.

    Sinceramente? Eu sempre achei que o Towns tinha potencial pra ser diferenciado, mas ver ele jogando assim nas Finais é outro nível. O cara tá jogando como se a vida dependesse disso – e talvez dependa mesmo, né?

    A dor que vira força

    A história da mãe do Towns é de partir o coração. Jackie Cruz-Towns morreu em abril de 2020, vítima da COVID. E foi o próprio KAT que teve que tomar a decisão mais difícil da vida dele – desligar os aparelhos.

    Imagina a pressão que esse cara carrega? Perdeu a mãe no auge da pandemia, teve que lidar com tudo isso sendo figura pública, e agora tá a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos dos Knicks. Se isso não é filme, eu não sei o que é.

    “Eu sei que ela tá orgulhosa, não importa o que aconteça. Mas cara, se ela pudesse ver como eu tô perto de conquistar tudo…” – foi mais ou menos isso que ele quis dizer, mas com muito mais emoção na voz.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Porque depois de ver o Towns jogar desse jeito, eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano deles mesmo.

  • Wemby assume erro que pode ter custado o título pros Spurs

    Wemby assume erro que pode ter custado o título pros Spurs

    Cara, que dor no coração assistir aquele final de jogo. Victor Wembanyama, o fenômeno francês que tem quebrado a NBA inteira esta temporada, teve que engolir seco depois do Jogo 2 das Finais contra os Knicks. E olha, o cara foi honesto demais na entrevista pós-jogo.

    “Eu mandei aquela bola embora”, disse Wemby sobre o passe fatal que bateu nas costas do Stephon Castle nos segundos finais. “Eu errei. Precisávamos ganhar esse jogo. O jogo era nosso.”

    O lance que pode definir tudo

    Vamos ao que aconteceu: jogo empatado em 104, menos de 15 segundos no relógio. Wemby pega o rebote defensivo depois do Jalen Brunson errar — ou seja, os Spurs tinham o controle total da situação. Era só segurar a posse e buscar o arremesso da vitória.

    Aí que mora o drama. O francês tocou a bola pra frente, direto nas costas do Castle, que nem estava olhando. A bola bateu e foi parar na mão do Brunson. Wemby, no desespero, fez falta. Brunson converteu um dos dois lances livres, Knicks 105-104.

    No último segundo, Wembanyama ainda teve a chance de se redimir com um arremesso — que beijou o aro e saiu. Game over. Série 2-0 para Nova York.

    A honestidade que dói

    Sinceramente, admiro a postura do Wemby. Aos 22 anos, nas suas primeiras Finais da NBA, o cara não jogou a culpa em ninguém. Assumiu o erro na cara dura. “Vou me arrepender? Sim, claro. Vou usar isso como combustível para o próximo jogo? Com certeza.”

    Essa maturidade é absurda pra idade dele. Mas a realidade é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA perdeu os dois primeiros jogos em casa e conseguiu ser campeão. Zero. Nenhum.

    Os Spurs agora precisam fazer história no Madison Square Garden. E olha, se alguém pode quebrar essa estatística maldita, é esse monstro francês que tem revolucionado o basquete. Mas vai ser uma montanha pra escalar.

    Vocês acham que o Wemby consegue usar essa raiva pra virar a série? Porque se ele conseguir, essa vai ser uma das viradas mais épicas da história das Finais.

  • Knicks fazem 2-0 nas Finais e NYC já sonha com o título

    Knicks fazem 2-0 nas Finais e NYC já sonha com o título

    Gente, eu tô até tremendo aqui escrevendo isso. Os Knicks acabaram de vencer o jogo 2 das Finais da NBA por 105-104 e agora lideram a série por 2-0 contra os Spurs. Cinquenta e três anos, pessoal. CINQUENTA E TRÊS ANOS desde o último título dos Knicks.

    O final foi de parar o coração. Jogo empatado em 104-104, Wembanyama comete um turnover bobão (sim, até o francesão erra), e aí o Jalen Brunson — que tá jogando como se a vida dependesse disso — vai pra linha do lance livre. Faz um dos dois, Knicks na frente. Wemby ainda teve a chance de virar, mas o arremesso final bateu na borda e saiu.

    KAT brilha e Brunson decide

    Karl-Anthony Towns fez um double-double monstro: 21 pontos e 13 rebotes. O cara tá jogando como se nunca tivesse saído de Minnesota, sabe? E o Brunson? Cara, 20 pontos e o lance livre mais importante da vida dele. Mikal Bridges também contribuiu com 20 — esse trio tá funcionando que é uma beleza.

    Olha só esse dado absurdo: os Knicks agora têm 13 vitórias consecutivas nos playoffs. Treze! Só fica atrás dos Warriors de 2017 (que foram praticamente imbatíveis). E vocês acham que isso é coincidência? Eu não acho não.

    Histórico que arrepia

    Os Knicks se tornaram apenas o terceiro time na história a vencer os dois primeiros jogos das Finais fora de casa. Os outros dois? Bulls do Jordan em 93 e Rockets do Olajuwon em 95. Ambos foram campeões. Tô falando que é destino ou não?

    Wembanyama fez 29 pontos depois de um primeiro tempo apagado, e De’Aaron Fox ajudou com 20. Os Spurs até conseguiram uma virada épica no último quarto — estavam perdendo por 14 pontos! — mas não foi suficiente.

    “Nova York apareceu hoje”, disse o Towns depois do jogo. E apareceu mesmo. Madison Square Garden vai receber os jogos 3 e 4, e cara… os ingressos mais baratos tão custando mais de 11 mil dólares. ONZE MIL! É a febre do basquete tomando conta da cidade.

    E aí, vocês acham que os Knicks finalmente vão quebrar essa maldição de mais de meio século? Porque olhando esse time jogar, eu tô começando a acreditar de verdade.

  • Bridges manda o papo reto: ‘É 0-0’ após vitória dos Knicks

    Bridges manda o papo reto: ‘É 0-0’ após vitória dos Knicks

    Cara, o Mikal Bridges mandou a real no vestiário dos Knicks depois da vitória apertada por 105-104 contra os Spurs. E olha, a mentalidade do cara é exatamente o que todo torcedor de NY queria ouvir.

    “Vamos lutar até o fim. É 0-0. Manter a fome sempre”, disparou Bridges após o jogo 2 das Finais. Mano, isso me lembrou na hora do lendário “Job’s not finished” do Kobe em 2009. Mesma energia, mesmo foco.

    Bridges decidindo nos dois lados da quadra

    E não foi só papo não. O cara entregou 20 pontos, 6 rebotes e 6 assistências. Jogou de tudo um pouco — arremessou de 3, distribuiu assistência e até fez uns passes espetaculares. Aquela bandeja do Mitchell Robinson depois do passe dele foi de arrepiar.

    Sinceramente, eu tô impressionado com o nível do Bridges nessas finais. O cara chegou nos Knicks e já se comporta como se fosse veterano de guerra. Essa mentalidade de “0-0” é exatamente o que separa os grandes dos medianos.

    Nova York sonhando alto

    Os Knicks estão a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos sem título. Cinquenta e três anos, gente! Dá pra imaginar o desespero da torcida? Mas o Bridges tá certo — não pode relaxar agora.

    San Antonio mostrou que não vai entregar fácil. Conseguiram virar um déficit de 14 pontos e quase levaram o jogo. O Wembanyama até perdeu a bola no final, mas não subestimem esse garoto francês. Ele vai aparecer nos próximos jogos.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem manter essa frieza mental? Porque uma coisa eu garanto: com Bridges pensando assim, essa série tá longe de acabar.

  • Jeremy Lin volta ao MSG depois de 14 anos — agora como torcedor

    Jeremy Lin volta ao MSG depois de 14 anos — agora como torcedor

    Cara, que história bonita essa. Jeremy Lin vai voltar ao Madison Square Garden pela primeira vez em 14 anos — mas dessa vez não como jogador adversário, e sim como espectador nos jogos 3 e 4 das Finais da NBA.

    Pra quem não lembra (ou era muito novo), a Linsanity foi um dos fenômenos mais loucos que já rolaram na NBA. Em fevereiro de 2012, esse cara saiu literalmente do banco dos Knicks — um desconhecido de Harvard que nem foi draftado — e virou sensação mundial do dia pra noite. Foi coisa de maluco mesmo.

    A volta do filho pródigo

    “Vou voltar como espectador pela primeira vez”, disse Lin ao New York Post. “Depois que saí dos Knicks, joguei contra eles várias vezes, mas nunca voltei ao Garden como torcedor. Esta será minha primeira vez em 14 anos no Garden sem ser como jogador adversário. Mal posso esperar.”

    E olha, foram os próprios Knicks que chamaram ele de volta. Legal da organização fazer isso, né? Lin até elogiou: “Um grande salve pros Knicks, eles têm sido muito insistentes tentando me levar de volta pra um jogo”.

    O cara vai sentar nas duas primeiras fileiras — não na courtside, mas pertinho. E quando perguntaram se ele espera ser ovacionado ou aparecer no telão, ele foi humilde: “Não tenho expectativas nenhuma de aplausos ou gritos — ou mesmo de aparecer no Jumbotron”.

    Lembrando da Linsanity

    Pra quem viveu aquele momento, foi simplesmente absurdo. Um asiático-americano que ninguém conhecia pegou New York no colo e virou fenômeno mundial. As camisas dele esgotavam, os jogos tinham audiência insana, e ele jogava um basquete genuinamente bonito.

    O problema? A coisa meio que desandou quando o Carmelo Anthony voltou da contusão. A química mudou, Lin perdeu espaço, e no final da temporada ele assinou com o Houston Rockets — num contrato que os Knicks não conseguiram (ou não quiseram) igualar na free agency restrita.

    Foi meio polêmico na época, sinceramente. Muita gente achou que os Knicks mandaram mal em deixar ele ir embora. Mas enfim, agora ele está lá na ESPN como analista das Finais, e finalmente vai poder curtir um jogo no MSG sem a pressão de ter que jogar.

    E aí, vocês acham que a torcida vai fazer festa quando ele aparecer no telão? Eu acho que sim — aqueles 23 jogos que ele fez pelos Knicks marcaram época mesmo.

  • Ingressos dos Finals explodem: R$ 60 mil pra ver Knicks campeão

    Ingressos dos Finals explodem: R$ 60 mil pra ver Knicks campeão

    Cara, se você pensou em ir ver os Knicks conquistarem o título depois de 53 anos de jejum… melhor começar a vender um rim. Os preços dos ingressos para os jogos 3 e 4 no Madison Square Garden simplesmente explodiram depois da vitória por 105-104 sobre o Spurs no jogo 2.

    Estamos falando de valores absurdos. O ingresso mais barato para o jogo 3 desta segunda está custando US$ 11.736 (mais de R$ 60 mil na cotação atual). Na quinta-feira, antes do jogo 2, esse mesmo ingresso custava “apenas” US$ 7.142. Praticamente dobrou em dois dias!

    MSG virou casa de leilão de arte

    E o pior? Os ingressos VIP no lower bowl estão saindo por US$ 104.435. Cento e quatro mil dólares. Mano, com essa grana você compra um apartamento em algumas cidades do Brasil. O mais louco é que esse preço subiu ainda mais depois que vazou que o Trump vai no jogo — aí foi de US$ 96.997 pra esse valor insano.

    Para o jogo 4, que pode ser O jogo do título em casa, a coisa fica ainda mais salgada: US$ 14.654 para entrar no estádio e US$ 109.106 para os lugares na quadra. Sinceramente, eu não esperava que chegasse nesse nível, mas faz sentido — é Nova York, são os Knicks há 53 anos sem título, e o MSG é praticamente um templo.

    San Antonio parece saldão comparado

    Agora olha a diferença: se os Spurs conseguirem forçar um jogo 5 em San Antonio, o ingresso mais barato está “apenas” US$ 1.918. É quase seis vezes mais barato que Nova York! Os mais caros ficam em US$ 86.893 — ainda caro pra caramba, mas bem mais acessível que o MSG.

    Na minha visão, isso mostra o quanto a torcida dos Knicks estava desesperada por esse momento. E olha que se rolar um jogo 7 decisivo em San Antonio, pode ser que compense até fazer uma viagem: US$ 3.400 para entrar e US$ 97.310 para os VIP.

    Vocês acham que vale a pena pagar isso tudo para presenciar história sendo feita? Porque uma coisa é certa: depois de mais de cinco décadas, ver os Knicks levantarem o troféu da NBA no Madison Square Garden vai ser um momento que ninguém esquece. Só que o preço… bom, aí cada um sabe do seu bolso.