Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

O fundo do poço e a volta por cima

Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

A reinvenção que ninguém esperava

Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

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