Tag: Sexto Homem

  • Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Olha, eu admito que não esperava ver Paul Reed virando peça-chave nos playoffs do Detroit Pistons. Mas o cara tá mostrando uma mentalidade que todo técnico sonha em ter no banco. Mesmo na derrota por 116-109 para o Cleveland Cavaliers no sábado, Reed deixou claro qual é a sua função — e como ele abraça ela de verdade.

    “Eu jogo com muitas motivações”, disse Reed depois do jogo. “Minha parada é que você tem que jogar com muita energia e motor quente.” Cara, isso aí é música pros meus ouvidos. Quantas vezes a gente vê jogador reclamando do papel de sexto homem?

    A filosofia do rebote ofensivo

    Mas o que mais me impressionou foi quando Reed soltou essa pérola: “Não precisa me passar a bola o tempo todo, eu vou buscar o rebote ofensivo ou algo assim.” Monstro! Isso é mentalidade de campeão.

    E não é só papo não. O maluco fez 11 dos 26 pontos que vieram do banco dos Pistons. Pode não parecer muito, mas quem entende de basquete sabe que energia contagia. JB Bickerstaff, técnico do Detroit, até cogitou deixar Reed em quadra no lugar do Jalen Duren nos momentos finais.

    “Você sempre tem esses pensamentos sobre o que quer fazer”, explicou Bickerstaff. “P Reed obviamente nos dá uma faísca, mas voltamos com JD.” Sinceramente? Acho que essa confiança do técnico no Reed vai ser crucial pro resto da série.

    O que faltou pros Pistons

    Agora, não vou mentir — o banco não foi o problema nessa derrota. O Cleveland dominou completamente o garrafão, bloqueando sete arremessos e forçando incríveis 16 turnovers dos Pistons. É difícil ganhar jogo assim, por mais energia que o Reed traga.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar? Reed tá mostrando que tem personalidade pra playoffs, mas vai precisar de ajuda dos titulares. O cara entendeu perfeitamente qual é o seu papel — agora é ver se o resto do time consegue executar no mesmo nível de intensidade.

    Uma coisa é certa: com essa mentalidade, Reed conquistou mais um fã aqui. Jogador que não reclama do papel e ainda fala em buscar rebote ofensivo? Isso sim é basquete raiz!

  • Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Gente, tem coisa que só acontece na NBA mesmo. O Naz Reid, aquele monstro do Minnesota Timberwolves, estava se aquecendo antes do Jogo 3 contra o San Antonio Spurs quando rolou uma das cenas mais inusitadas que eu já vi.

    Um casal de torcedores chegou perto do túnel dos jogadores e… não pediu autógrafo não. Queriam que o Naz segurasse o bebê recém-nascido deles pra tirar uma foto. Sim, vocês leram certo. Um bebê!

    O pedido mais inusitado da temporada

    Na boa, eu já vi de tudo nessa vida de acompanhar NBA, mas pedir pro jogador segurar teu filho recém-nascido é novidade até pra mim. E o melhor? O Naz topou numa boa! O cara é simplesmente sensacional — não é à toa que os torcedores de Minnesota são apaixonados por ele.

    O vídeo viralizou nas redes sociais e, sinceramente, mostra o porquê do Naz ser tão querido. Atual Sexto Homem do Ano (2023-24), ele sempre teve esse perfil mais próximo da torcida. É daqueles jogadores que você torce até quando não está jogando no seu time.

    Desempenho em quadra tá na mesma sintonia

    E por falar em performance, o cara tá jogando muita bola nesses playoffs. Contra os Spurs, está fazendo 11,5 pontos e 8 rebotes por jogo, com impressionantes 60% nos arremessos de quadra e 71,4% nas bolas de três. Absurdo!

    Na temporada regular, Reid teve médias sólidas: 13,6 pontos, 6,3 rebotes e ainda contribuindo em todos os fundamentos. É exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença numa série de playoffs.

    Olha, eu não sei se esse bebê vai virar torcedor dos Wolves ou se vai seguir carreira no basquete, mas uma coisa é certa: já começou a vida com uma história incrível pra contar. E vocês, já viram algum pedido mais maluco de torcedor pro seu jogador favorito?

  • Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Cara, tem coisa mais bonita no basquete do que um cara que tava esquecido no banco aparecer na hora H e salvar o time? Landry Shamet fez exatamente isso no Jogo 3 dos Knicks contra o 76ers, e olha — foi lindo de ver.

    O moleque saiu do banco e meteu 15 pontos com 5/6 nos arremessos, incluindo 2/3 do perímetro. Detalhe: ele teve +20 de eficiência na vitória por 108-94 que deixou os Knicks com uma vantagem de 3-0 na série. Praticamente acabou com os Sixers ali.

    “Landry não jogou nem um minuto nos playoffs até agora”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “No primeiro jogo ele tava na rotação, no segundo um pouquinho, depois sumiu. Seis, sete jogos sem ver a quadra direito. Hoje ele foi gigante pra gente.”

    A virada que mudou tudo

    Com OG Anunoby machucado (lesão no posterior), Shamet ganhou uma chance inesperada. E quando os Sixers abriram 31-27 no primeiro quarto, foi ele quem começou a virada.

    O cara entrou no segundo quarto junto com Karl-Anthony Towns como único titular em quadra e participou de praticamente toda a corrida que transformou uma desvantagem de 12 pontos numa vantagem de 12. Absurdo.

    “A gente já sabia que eles iam vir com tudo”, explicou Shamet. “Voltando pra casa perdendo de 2-0, claro que iam ter desespero. Eles jogaram muito bem no começo, fizemos alguns ajustes e aumentamos nossa intensidade defensiva.”

    Quando a oportunidade aparece

    Nos últimos minutos do primeiro quarto e durante todo o segundo, Shamet marcou 9 pontos em apenas 13 minutos combinados. Foi ele quem acertou a bola de três que cortou a diferença pra apenas 4 pontos.

    “Precisávamos de uma faísca quando eles nos atingiram na boca e o Landry nos deu isso”, disse Brown. “Foi um jogaço fora de casa e não o abalou. Foi muito divertido de assistir.”

    Na sexta, Shamet jogou 26 minutos — mais do que nos dois primeiros jogos da série somados (20). E olha, não é fácil pegar um cara que tava praticamente fora da rotação e jogar ele numa situação de playoff decisivo. Mas deu certo.

    Josh Hart resumiu bem: “Landry é o profissional definitivo. Ficar fora da rotação e nos dar minutos importantes tanto no ataque quanto na defesa.”

    “É só se manter pronto”, disse o próprio Shamet. “Quando seu número é chamado, você tem que estar pronto. Foi bom estar lá com meus companheiros. Foi bom conseguir a vitória.”

    Com Anunoby ainda incerto pro Jogo 4, Shamet pode ter mais oportunidades. E se a performance de sexta serve de indicação, o cara vai estar preparado. Às vezes o basquete é isso mesmo — quando você menos espera, alguém aparece e vira herói.

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Gente, que notícia sensacional! Keldon Johnson dos San Antonio Spurs acabou de ganhar o prêmio de Sexto Homem do Ano da NBA 2025-26. E olha, eu já estava torcendo pra esse cara há tempos — finalmente ele teve o reconhecimento que merece!

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 13.2 pontos e 5.4 rebotes em apenas 23.3 minutos por jogo. Mas o mais absurdo? O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada regular saindo do banco. Todos. É dedicação ou não é?

    E a eficiência dele foi de outro mundo — 51.9% nos arremessos de quadra, o melhor percentual desde a temporada de rookie em 2019-20. Sinceramente, eu não esperava essa evolução toda quando ele chegou na liga.

    O que mais me impressiona é que ele fez 1.081 pontos saindo do banco, quebrando o recorde da franquia dos Spurs e ficando em segundo lugar em toda a NBA. Segundo! Isso com os Spurs tendo o segundo melhor recorde da liga (62-20). Coincidência? Eu acho que não.

    A votação e a companhia ilustre

    A decisão veio de um painel com 100 jornalistas do mundo todo. Jamie Jaquez Jr. do Miami Heat ficou em segundo lugar (e que jogador promissor também!), seguido por Tim Hardaway Jr., Naz Reid e Ajay Mitchell.

    Mas o que mais me emociona é saber que Johnson se tornou apenas o segundo Spur da história a ganhar esse prêmio. O primeiro? Nada menos que Manu Ginóbili em 2007-08. Que companhia ilustre, né? Manu é praticamente um ídolo aqui no Brasil também.

    O futuro promete

    Olha, eu sempre achei que o Keldon tinha potencial pra muito mais do que mostrava. E agora, vendo ele abraçar completamente esse papel de sexto homem… cara, isso mostra uma maturidade absurda.

    Pra vocês que acompanham os Spurs: acham que ele continua nessa função na próxima temporada ou volta pro quinteto titular? Eu, particularmente, acho que ele encontrou sua casa perfeita saindo do banco. É aquele tipo de jogador que pode mudar o ritmo do jogo quando entra.

    Parabéns, Keldon Johnson! Merecidíssimo esse reconhecimento. E que venham mais prêmios por aí!

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Cara, que história linda! Keldon Johnson acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da temporada 2025-26, e olha, eu não podia estar mais feliz por esse cara. Não só ganhou o prêmio como ainda quebrou um recorde sagrado do Manu Ginóbili nos Spurs. Isso é coisa de filme mesmo.

    De starter revoltado a sexto homem campeão

    A jornada do Keldon até aqui foi uma montanha-russa total. O cara foi pick 29 do Draft 2020, virou titular rapidinho e até ganhou ouro olímpico com o Team USA em Tóquio. Imaginem só — estava fazendo média de 22 pontos por jogo como titular, se achando o dono da parada.

    Aí chegou Wembanyama em 2023 e mudou tudo. Popovich chamou o Johnson no meio da temporada 2023-24 e falou: “Meu filho, você vai pro banco”. E o Keldon? Ficou pistola. Admitiu que sulcou, deixou as críticas entrarem na cabeça e não jogou nada pelo resto daquela temporada.

    “Eu não conseguia entender”, contou ele no Player’s Tribune. “E no final, eu não levei bem. Fiquei de cara amarrada. Deixei o barulho externo afetar meu jogo.” Sinceramente? Entendo ele perfeitamente. Quem é que gosta de sair da titularidade?

    1.081 pontos saindo do banco — recorde quebrado

    Mas olha que maturidade. O menino engoliu o orgulho e virou peça fundamental nos Spurs. Esta temporada fez média de 13.2 pontos saindo do banco, mais 5.4 rebotes e uma defesa sólida. Jogou todos os 83 jogos da temporada (incluindo a final da NBA Cup) — isso é dedicação, pessoal.

    E o mais legal? Seus 1.081 pontos saindo do banco quebraram o recorde da franquia que pertencia ao lendário Manu Ginóbili (927 pontos na temporada 2007-08, quando também ganhou o prêmio). Quebrar um recorde do Manu é tipo quebrar um recorde do Pelé no futebol — você sabe que fez algo especial.

    Johnson recebeu 63 dos 100 votos de primeira colocação, totalizando 404 pontos na votação. Jaime Jaquez Jr. ficou em segundo com 331 pontos. Só o Jaquez marcou mais pontos totais saindo do banco que o Keldon, e só o Naz Reid pegou mais rebotes.

    Agora é candidato ao título

    Os Spurs fizeram 62-20 na temporada regular — números de candidato real ao título. E o Johnson virou uma das peças mais importantes tanto em quadra quanto no vestiário. Imaginem o crescimento mental desse cara: de jogador revoltado com a mudança para líder emocional de um time que briga pelo anel.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Wembanyama (que ganhou o DPOY de forma unânime) a levar os Spurs de volta ao topo? Porque eu tô começando a acreditar nesse time texano. E ver um cara como o Johnson abraçar o papel de sexto homem assim… isso é basquete do jeito que a gente gosta.

    Parabéns, Keldon! De coração quebrado a campeão moral — que exemplo pra todos nós.

  • NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    Galera, chegou a hora mais esperada da temporada regular! A NBA anunciou que os finalistas dos prêmios de 2024-25 serão revelados no domingo à noite, e adivinha onde? Na NBC, durante a transmissão de Pistons x Magic.

    Olha, eu tô ansioso pra caramba pra ver quem vai estar na briga pelos troféus principais. A liga bolou um esquema bem interessante: vai dividir os anúncios em duas partes durante o jogo em Detroit.

    Antes do jogo às 18h (horário de Brasília, 20h)

    Na primeira leva, às 6 da tarde no horário americano (que é 20h aqui no Brasil), vamos saber os finalistas de:

    Clutch Player of the Year (jogador mais decisivo), Defensive Player of the Year (melhor defensor), Most Improved Player (jogador que mais evoluiu) e — pasmem — Sixth Man of the Year. Cara, esse último me dá um arrepio especial por causa do nome do nosso site!

    Sinceramente, acho que o prêmio de sexto homem tá bem disputado este ano. Temos uns caras saindo do banco fazendo estrago que é uma beleza.

    No intervalo: os prêmios principais

    No halftime do jogo, aí sim vem o que todo mundo quer saber: os finalistas para MVP, Rookie of the Year e Coach of the Year.

    Mano, o MVP tá uma loucura total essa temporada. Não sei vocês, mas eu tô perdido tentando cravar quem vai levar. Tem uns monstros fazendo temporadas absurdas por aí.

    E o Rookie of the Year? Nossa, que safra boa que tivemos no draft passado. Alguns calouros tão mostrando que vieram pra ficar mesmo.

    O legal dessa estratégia da NBA é que vai manter todo mundo grudado na televisão durante o jogo inteiro. Primeiro você fica pra saber os primeiros finalistas, depois tem que aguentar o primeiro tempo todo só pra descobrir o resto no intervalo. Marketing puro!

    E aí, quem vocês acham que vai estar entre os finalistas? Eu tenho minhas apostas, mas vamos ver se a liga vai surpreender a gente com algumas escolhas inesperadas.

  • Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que o Jaime Jaquez Jr. ia dar essa resposta toda depois das especulações de trade que rolaram o ano inteiro. O cara simplesmente ignorou a pressão e mandou ver na temporada.

    E que temporada, meu amigo! Médias de carreira em tudo: 15.4 pontos, 50.7% nos arremessos de quadra, 5.0 rebotes e 4.7 assistências saindo do banco. Compare isso com a temporada passada, quando ele passou pelo famoso ‘slump do segundo ano’ que derruba muito calouro promissor por aí.

    Spoelstra não escondeu a empolgação

    O Erik Spoelstra, que já viu muita coisa boa passar pelo Heat, não economizou nos elogios. Segundo ele, o que mais impressiona no Jaquez é a capacidade de penetrar no garrafão e criar jogadas para os companheiros. “Ele teve um grande ano de ressurreição. Foi trabalhar no verão passado e voltou com uma temporada impactante para nós”, disse o técnico.

    E cara, isso que o Spoelstra falou sobre a melhora no passe é real. O Jaquez evoluiu muito na visão de jogo — coisa que separa os bons dos grandes na liga.

    Disputando espaço com os gigantes

    A parte mais impressionante? O cara conquistou seus minutos (28.3 por jogo) mesmo com o Heat tendo um batalhão de alas: Andrew Wiggins, Norman Powell, Nikola Jovic, Simone Fontecchio. Não é fácil se destacar nesse meio.

    Aliás, vocês acham que ele merece algumas considerações para Sexto Homem do Ano? Eu acho que sim, embora o próprio Jaquez tenha se mostrado modesto sobre suas chances quando perguntaram.

    Infelizmente, a temporada do Heat acabou naquela derrota dolorosa para o Charlotte Hornets no play-in. Mas o Jaquez fez sua parte: 13 pontos, 6 rebotes e 8 assistências. Um veterano de 25 anos que claramente encontrou seu lugar no esquema do Spoelstra.

    Sinceramente, acho que Miami acertou em apostar no garoto. Depois de toda essa pressão de trade e críticas, ele respondeu da melhor forma possível: dentro de quadra. E isso, meus amigos, é o que separa os guerreiros dos meros jogadores.

  • Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Cara, eu não esperava que a temporada do Jordan Clarkson no Knicks ia ser essa montanha-russa toda. Quando ele chegou em Nova York no meio da temporada, todo mundo — eu incluído — ficou animado. O cara é um monstro saindo do banco, sempre foi. Mas aí veio a realidade: Mike Brown simplesmente não estava usando ele.

    Durante a primeira metade da temporada, Clarkson jogou menos de 20 minutos por jogo. Vinte minutos, gente! Para um cara que já foi Sexto Homem do Ano. Fez 20 pontos ou mais apenas três vezes até dezembro. Dava para ver que o ritmo não estava lá, sabe? Não tinha encaixado no sistema ainda.

    Do banco para o esquecimento

    A coisa ficou ainda mais bizarra em janeiro. Clarkson praticamente virou peça de museu — ou ficava no banco sem entrar, ou só jogava quando o jogo já estava decidido. Com a chegada do Jose Alvarado, a situação piorou. Entre fevereiro e março, o cara jogou apenas metade dos jogos, totalizando pouco mais de 130 minutos.

    Imagina a situação: um veterano experiente ficando atrás de garotos como Tyler Kolek e Ariel Hukporti na rotação. Deve ter sido frustrante demais. Quando entrava, era por uns 5 a 12 minutos no máximo, sem conseguir criar ritmo.

    O jogo que mudou tudo

    Aí veio aquela derrota pros Clippers por 126 a 118. Segunda derrota seguida depois de perder pros Lakers. Clarkson jogou míseros três minutos nessa partida, e dava para ver que Mike Brown estava desesperado por uma faísca vinda do banco.

    A resposta veio no jogo seguinte contra o Utah. 26 minutos de quadra — o máximo desde o Natal — e o homem simplesmente destruiu: 27 pontos em 10 de 15 arremessos. Foi o tipo de performance que a torcida dos Knicks estava esperando desde que ele chegou. Mostrou por que ainda é um dos melhores pontuadores reservas da liga.

    Desde então, Clarkson voltou para uma rotação mais estável. Não está fazendo aqueles jogos de 30 pontos toda noite, mas está contribuindo de forma consistente com seus 8 a 14 pontos por jogo em cerca de 20 minutos. E olha, talvez seja exatamente isso que o time precisa agora.

    Depois daquelas duas derrotas em Los Angeles, os Knicks embalaram seis vitórias consecutivas. O ataque está mais equilibrado, as rotações mais definidas e — mais importante — eles estão ganhando. Às vezes é assim mesmo no basquete: o timing é tudo. Clarkson encontrou o dele na hora certa, e Nova York está colhendo os frutos.

    Vocês acham que ele consegue manter essa consistência nos playoffs? Porque uma coisa eu sei: quando a pós-temporada chegar, ter um cara experiente como Clarkson saindo do banco pode fazer toda a diferença.

  • McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    McCain volta à Philly e mostra o que os 76ers perderam

    Cara, que cena linda aconteceu na segunda-feira em Philly. Jared McCain, agora com a camisa do Thunder, voltou ao lugar onde começou sua carreira na NBA — e mostrou exatamente o tipo de cara que os 76ers deixaram escapar.

    Imagina a cena: já passava das 22h, Oklahoma City tinha acabado de meter uma surra no Philadelphia, 123 a 103. Todo mundo já tinha ido embora, mas o McCain? Tava lá ainda, de roupa comum, batendo papo com os amigos nas arquibancadas inferiores da arena. Umas crianças correndo pela quadra, tentando acertar uns arremessos, quando uma delas grita:

    “Jared, podemos tirar uma foto, por favor?”

    “Claro, parceiro”, respondeu o garoto de 22 anos.

    E lá foi ele, posando com quatro moleques vestindo camisas dos Sixers — dois do Embiid, um do Harden e um do lendário Dr. J. É como se o McCain não quisesse ir embora dali, sabe?

    O cara que a Philly perdeu

    Olha, eu vou falar uma coisa que talvez doa nos torcedores dos 76ers: eles podem ter trocado jogadores melhores tecnicamente ao longo da história, mas raramente mandaram embora uma PESSOA melhor que o McCain. O técnico Nick Nurse falou isso na cara dura antes do jogo — que o garoto sempre se destacava tanto pela postura quanto pela habilidade como arremessador.

    “É sempre bom ter um cara assim no seu time”, disse o Nurse. E agora ele não tem mais.

    McCain jogou só 60 partidas pelos Sixers, espalhadas por uma temporada e meia. Jogou bem pra um time ruim no ano passado, não tão bem pra um time melhor este ano. No meio disso tudo, se machucou duas vezes e até passou um tempo na G-League neste inverno.

    Números que fazem chorar

    Mas é aqui que a coisa fica interessante (e dolorosa pros fãs da Philly). Com os 76ers, McCain fazia 6.6 pontos por jogo, com aproveitamento de 38,5% nos arremessos de campo e 37,8% nas bolas de três. Nada demais, né?

    Aí o cara chega no Thunder — atual campeão, diga-se de passagem — e simplesmente explode. Em 20 jogos por lá, tá fazendo 12.3 pontos com 46,8% de aproveitamento geral e ABSURDOS 43,9% do perímetro. Na partida de segunda, saindo do banco, fez 13 pontos em mais de 25 minutos.

    O técnico Mark Daigneault não economizou elogios, chamando McCain de “rato de academia”, “jogador que se fez sozinho” e “artesão”. E disse uma coisa que me chamou atenção: que mesmo sendo novato no time, o garoto não ficou na dele — jogou com agressividade e confiança desde o primeiro dia.

    “Parece que ele tá aqui há mais tempo do que realmente está”, resumiu Daigneault.

    Sinceramente? Dói ver um talento assim prosperando em outro lugar. McCain admitiu que sentiu “muita ansiedade” pra voltar à Philly, e que teve aquele “sentimento sutil de querer provar que o time que te trocou estava errado”.

    E aí, galera dos 76ers — vocês acham que fizeram a escolha certa trocando esse cara por quatro picks do draft? Porque pelo que tô vendo, o McCain continua sendo exatamente o tipo de jogador que qualquer time gostaria de ter no vestiário.