Tag: Sexto Homem

  • Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando: o Keldon Johnson simplesmente sumiu quando o Spurs mais precisa dele. Os caras estão 0-2 nas Finais contra o Knicks e uma das razões é que o KJ não tá entregando nada.

    Olha só que absurdo: as casas de apostas estão pagando quase par (-102) pra ele fazer apenas 8,5 pontos e rebotes COMBINADOS no jogo 3. Isso é humilhante pra um cara que ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano e fez média de 13,2 pontos e 5,4 rebotes na temporada regular.

    O problema não é só do Keldon

    Sinceramente, o Spurs se meteu nessa enrascada sozinho. Eles sabiam desde o começo da temporada que não tinham size no garrafão pra enfrentar times grandes — e agora tão pagando o preço.

    Jeremy Sochan, que era pra ser a solução a longo prazo, perdeu completamente a confiança do técnico Mitch Johnson. O arremesso nunca melhorou e o cara foi dispensado antes do trade deadline. Harrison Barnes tava fazendo o papel dele como titular, mas também perdeu o jump shot e os adversários começaram a dar help defense no Wemby.

    A solução foi improvisar o Julian Champagnie — que é ala natural — jogando de ala-pivô. Funcionou nas outras séries porque ele reboteia bem e tem um arremesso mais confiável. Mas contra o Knicks? É outra história completamente.

    Karl-Anthony Towns é o pesadelo do Spurs

    O grande problema tem nome e sobrenome: Karl-Anthony Towns. Quando o Wembanyama marca o KAT, ele sai do garrafão — e vocês viram como o Alien não tá confortável defendendo longe da cesta nesta série.

    É aí que entra a importância do Keldon. Ele pode não ser o mais alto, mas tem força pra marcar alas-pivôs grandes e energia infinita no rebote. Só que nos playoffs ele simplesmente desapareceu. A eficiência despencou, não consegue mais finalizar perto da cesta, e até o rebote — que sempre foi seu forte — não tá rendendo.

    Dylan Harper até ajudou algumas vezes saindo do banco, mas não dá pra depender só de um rookie nos Finals. O Keldon precisa voltar a ser aquele jogador que faz as coisas acontecerem, que pega rebotes difíceis e marca uns pontos importantes.

    E aí, vocês acham que o Johnson consegue se recuperar ainda nesta série? Porque se ele não acordar logo, essa temporada histórica do Spurs pode acabar de forma bem frustrante. O time do Wemby merecia mais do que isso.

  • Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso do Dylan Harper. Quando o garoto foi escolhido em segundo lugar no draft do ano passado, pensei: “Mais um jovem que vai levar uma temporada inteira pra se achar na NBA”. Que nada. O cara simplesmente decidiu que ia dominar os playoffs saindo do banco.

    136 pontos em 10 jogos de playoffs. Leram certo. Ele tá sendo o melhor reserva em pontuação de TODOS os times nos playoffs, inclusive à frente do Naz Reid (que já foi o Sexto Homem do Ano, galera). Absurdo.

    Aceitou o banco e virou arma secreta

    A história do Harper é interessante porque mostra como a humildade pode ser uma baita virtude na NBA. O cara foi segunda escolha geral, mas chegou no Spurs e encontrou De’Aaron Fox comandando a armação e o Wembanyama sugando todas as bolas. E sabe o que ele fez? Aceitou o banco numa boa.

    “Se ele jogasse em qualquer outro time da liga, estaria titular e provavelmente ganhando o prêmio de Rookie do Ano agora”, disse o companheiro Carter Bryant. É, a concorrência em San Antonio tá pesada mesmo.

    Mas aqui que mora o pulo do gato — Harper aprendeu a jogar SEM a bola. E isso, meus amigos, é ouro puro nos playoffs. O garoto consegue defender múltiplas posições, desde armador até ala-pivô em algumas situações. Seis dos dez melhores quintetos do Spurs nos playoffs têm ele em quadra.

    O Kawhi Leonard do futuro?

    Wembanyama soltou uma que me chamou atenção: “O mais impressionante é como ele controla o corpo. A consciência corporal dele, seja nas penetrações, nos saltos ou na relocação no ar.” Vindo do Wemby, isso é elogio pra caramba.

    E não sou só eu que tô vendo semelhanças com o Kawhi Leonard dos primeiros playoffs dele em 2012. A mesma tranquilidade, a mesma capacidade de fazer jogadas decisivas quando a pressão aperta. Harper tá com 20 anos e jogando como se tivesse cinco anos de experiência.

    Com 54,9% de aproveitamento nos playoffs e um saldo de +73 pontos quando ele tá em quadra… cara, os números não mentem. O Spurs tá liderando a série contra Minnesota por 3-2, e uma vitória os coloca numa semifinal de conferência contra o Oklahoma City Thunder.

    Sinceramente? Acho que San Antonio pode estar chegando no topo antes do tempo previsto. E vocês, acham que esse Harper tem potencial pra ser um dos grandes sextos homens da liga, ou ele vai acabar virando titular mesmo?

  • Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Olha, eu admito que não esperava ver Paul Reed virando peça-chave nos playoffs do Detroit Pistons. Mas o cara tá mostrando uma mentalidade que todo técnico sonha em ter no banco. Mesmo na derrota por 116-109 para o Cleveland Cavaliers no sábado, Reed deixou claro qual é a sua função — e como ele abraça ela de verdade.

    “Eu jogo com muitas motivações”, disse Reed depois do jogo. “Minha parada é que você tem que jogar com muita energia e motor quente.” Cara, isso aí é música pros meus ouvidos. Quantas vezes a gente vê jogador reclamando do papel de sexto homem?

    A filosofia do rebote ofensivo

    Mas o que mais me impressionou foi quando Reed soltou essa pérola: “Não precisa me passar a bola o tempo todo, eu vou buscar o rebote ofensivo ou algo assim.” Monstro! Isso é mentalidade de campeão.

    E não é só papo não. O maluco fez 11 dos 26 pontos que vieram do banco dos Pistons. Pode não parecer muito, mas quem entende de basquete sabe que energia contagia. JB Bickerstaff, técnico do Detroit, até cogitou deixar Reed em quadra no lugar do Jalen Duren nos momentos finais.

    “Você sempre tem esses pensamentos sobre o que quer fazer”, explicou Bickerstaff. “P Reed obviamente nos dá uma faísca, mas voltamos com JD.” Sinceramente? Acho que essa confiança do técnico no Reed vai ser crucial pro resto da série.

    O que faltou pros Pistons

    Agora, não vou mentir — o banco não foi o problema nessa derrota. O Cleveland dominou completamente o garrafão, bloqueando sete arremessos e forçando incríveis 16 turnovers dos Pistons. É difícil ganhar jogo assim, por mais energia que o Reed traga.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar? Reed tá mostrando que tem personalidade pra playoffs, mas vai precisar de ajuda dos titulares. O cara entendeu perfeitamente qual é o seu papel — agora é ver se o resto do time consegue executar no mesmo nível de intensidade.

    Uma coisa é certa: com essa mentalidade, Reed conquistou mais um fã aqui. Jogador que não reclama do papel e ainda fala em buscar rebote ofensivo? Isso sim é basquete raiz!

  • Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Gente, tem coisa que só acontece na NBA mesmo. O Naz Reid, aquele monstro do Minnesota Timberwolves, estava se aquecendo antes do Jogo 3 contra o San Antonio Spurs quando rolou uma das cenas mais inusitadas que eu já vi.

    Um casal de torcedores chegou perto do túnel dos jogadores e… não pediu autógrafo não. Queriam que o Naz segurasse o bebê recém-nascido deles pra tirar uma foto. Sim, vocês leram certo. Um bebê!

    O pedido mais inusitado da temporada

    Na boa, eu já vi de tudo nessa vida de acompanhar NBA, mas pedir pro jogador segurar teu filho recém-nascido é novidade até pra mim. E o melhor? O Naz topou numa boa! O cara é simplesmente sensacional — não é à toa que os torcedores de Minnesota são apaixonados por ele.

    O vídeo viralizou nas redes sociais e, sinceramente, mostra o porquê do Naz ser tão querido. Atual Sexto Homem do Ano (2023-24), ele sempre teve esse perfil mais próximo da torcida. É daqueles jogadores que você torce até quando não está jogando no seu time.

    Desempenho em quadra tá na mesma sintonia

    E por falar em performance, o cara tá jogando muita bola nesses playoffs. Contra os Spurs, está fazendo 11,5 pontos e 8 rebotes por jogo, com impressionantes 60% nos arremessos de quadra e 71,4% nas bolas de três. Absurdo!

    Na temporada regular, Reid teve médias sólidas: 13,6 pontos, 6,3 rebotes e ainda contribuindo em todos os fundamentos. É exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença numa série de playoffs.

    Olha, eu não sei se esse bebê vai virar torcedor dos Wolves ou se vai seguir carreira no basquete, mas uma coisa é certa: já começou a vida com uma história incrível pra contar. E vocês, já viram algum pedido mais maluco de torcedor pro seu jogador favorito?

  • Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Cara, tem coisa mais bonita no basquete do que um cara que tava esquecido no banco aparecer na hora H e salvar o time? Landry Shamet fez exatamente isso no Jogo 3 dos Knicks contra o 76ers, e olha — foi lindo de ver.

    O moleque saiu do banco e meteu 15 pontos com 5/6 nos arremessos, incluindo 2/3 do perímetro. Detalhe: ele teve +20 de eficiência na vitória por 108-94 que deixou os Knicks com uma vantagem de 3-0 na série. Praticamente acabou com os Sixers ali.

    “Landry não jogou nem um minuto nos playoffs até agora”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “No primeiro jogo ele tava na rotação, no segundo um pouquinho, depois sumiu. Seis, sete jogos sem ver a quadra direito. Hoje ele foi gigante pra gente.”

    A virada que mudou tudo

    Com OG Anunoby machucado (lesão no posterior), Shamet ganhou uma chance inesperada. E quando os Sixers abriram 31-27 no primeiro quarto, foi ele quem começou a virada.

    O cara entrou no segundo quarto junto com Karl-Anthony Towns como único titular em quadra e participou de praticamente toda a corrida que transformou uma desvantagem de 12 pontos numa vantagem de 12. Absurdo.

    “A gente já sabia que eles iam vir com tudo”, explicou Shamet. “Voltando pra casa perdendo de 2-0, claro que iam ter desespero. Eles jogaram muito bem no começo, fizemos alguns ajustes e aumentamos nossa intensidade defensiva.”

    Quando a oportunidade aparece

    Nos últimos minutos do primeiro quarto e durante todo o segundo, Shamet marcou 9 pontos em apenas 13 minutos combinados. Foi ele quem acertou a bola de três que cortou a diferença pra apenas 4 pontos.

    “Precisávamos de uma faísca quando eles nos atingiram na boca e o Landry nos deu isso”, disse Brown. “Foi um jogaço fora de casa e não o abalou. Foi muito divertido de assistir.”

    Na sexta, Shamet jogou 26 minutos — mais do que nos dois primeiros jogos da série somados (20). E olha, não é fácil pegar um cara que tava praticamente fora da rotação e jogar ele numa situação de playoff decisivo. Mas deu certo.

    Josh Hart resumiu bem: “Landry é o profissional definitivo. Ficar fora da rotação e nos dar minutos importantes tanto no ataque quanto na defesa.”

    “É só se manter pronto”, disse o próprio Shamet. “Quando seu número é chamado, você tem que estar pronto. Foi bom estar lá com meus companheiros. Foi bom conseguir a vitória.”

    Com Anunoby ainda incerto pro Jogo 4, Shamet pode ter mais oportunidades. E se a performance de sexta serve de indicação, o cara vai estar preparado. Às vezes o basquete é isso mesmo — quando você menos espera, alguém aparece e vira herói.

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Gente, que notícia sensacional! Keldon Johnson dos San Antonio Spurs acabou de ganhar o prêmio de Sexto Homem do Ano da NBA 2025-26. E olha, eu já estava torcendo pra esse cara há tempos — finalmente ele teve o reconhecimento que merece!

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 13.2 pontos e 5.4 rebotes em apenas 23.3 minutos por jogo. Mas o mais absurdo? O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada regular saindo do banco. Todos. É dedicação ou não é?

    E a eficiência dele foi de outro mundo — 51.9% nos arremessos de quadra, o melhor percentual desde a temporada de rookie em 2019-20. Sinceramente, eu não esperava essa evolução toda quando ele chegou na liga.

    O que mais me impressiona é que ele fez 1.081 pontos saindo do banco, quebrando o recorde da franquia dos Spurs e ficando em segundo lugar em toda a NBA. Segundo! Isso com os Spurs tendo o segundo melhor recorde da liga (62-20). Coincidência? Eu acho que não.

    A votação e a companhia ilustre

    A decisão veio de um painel com 100 jornalistas do mundo todo. Jamie Jaquez Jr. do Miami Heat ficou em segundo lugar (e que jogador promissor também!), seguido por Tim Hardaway Jr., Naz Reid e Ajay Mitchell.

    Mas o que mais me emociona é saber que Johnson se tornou apenas o segundo Spur da história a ganhar esse prêmio. O primeiro? Nada menos que Manu Ginóbili em 2007-08. Que companhia ilustre, né? Manu é praticamente um ídolo aqui no Brasil também.

    O futuro promete

    Olha, eu sempre achei que o Keldon tinha potencial pra muito mais do que mostrava. E agora, vendo ele abraçar completamente esse papel de sexto homem… cara, isso mostra uma maturidade absurda.

    Pra vocês que acompanham os Spurs: acham que ele continua nessa função na próxima temporada ou volta pro quinteto titular? Eu, particularmente, acho que ele encontrou sua casa perfeita saindo do banco. É aquele tipo de jogador que pode mudar o ritmo do jogo quando entra.

    Parabéns, Keldon Johnson! Merecidíssimo esse reconhecimento. E que venham mais prêmios por aí!

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Cara, que história linda! Keldon Johnson acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da temporada 2025-26, e olha, eu não podia estar mais feliz por esse cara. Não só ganhou o prêmio como ainda quebrou um recorde sagrado do Manu Ginóbili nos Spurs. Isso é coisa de filme mesmo.

    De starter revoltado a sexto homem campeão

    A jornada do Keldon até aqui foi uma montanha-russa total. O cara foi pick 29 do Draft 2020, virou titular rapidinho e até ganhou ouro olímpico com o Team USA em Tóquio. Imaginem só — estava fazendo média de 22 pontos por jogo como titular, se achando o dono da parada.

    Aí chegou Wembanyama em 2023 e mudou tudo. Popovich chamou o Johnson no meio da temporada 2023-24 e falou: “Meu filho, você vai pro banco”. E o Keldon? Ficou pistola. Admitiu que sulcou, deixou as críticas entrarem na cabeça e não jogou nada pelo resto daquela temporada.

    “Eu não conseguia entender”, contou ele no Player’s Tribune. “E no final, eu não levei bem. Fiquei de cara amarrada. Deixei o barulho externo afetar meu jogo.” Sinceramente? Entendo ele perfeitamente. Quem é que gosta de sair da titularidade?

    1.081 pontos saindo do banco — recorde quebrado

    Mas olha que maturidade. O menino engoliu o orgulho e virou peça fundamental nos Spurs. Esta temporada fez média de 13.2 pontos saindo do banco, mais 5.4 rebotes e uma defesa sólida. Jogou todos os 83 jogos da temporada (incluindo a final da NBA Cup) — isso é dedicação, pessoal.

    E o mais legal? Seus 1.081 pontos saindo do banco quebraram o recorde da franquia que pertencia ao lendário Manu Ginóbili (927 pontos na temporada 2007-08, quando também ganhou o prêmio). Quebrar um recorde do Manu é tipo quebrar um recorde do Pelé no futebol — você sabe que fez algo especial.

    Johnson recebeu 63 dos 100 votos de primeira colocação, totalizando 404 pontos na votação. Jaime Jaquez Jr. ficou em segundo com 331 pontos. Só o Jaquez marcou mais pontos totais saindo do banco que o Keldon, e só o Naz Reid pegou mais rebotes.

    Agora é candidato ao título

    Os Spurs fizeram 62-20 na temporada regular — números de candidato real ao título. E o Johnson virou uma das peças mais importantes tanto em quadra quanto no vestiário. Imaginem o crescimento mental desse cara: de jogador revoltado com a mudança para líder emocional de um time que briga pelo anel.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Wembanyama (que ganhou o DPOY de forma unânime) a levar os Spurs de volta ao topo? Porque eu tô começando a acreditar nesse time texano. E ver um cara como o Johnson abraçar o papel de sexto homem assim… isso é basquete do jeito que a gente gosta.

    Parabéns, Keldon! De coração quebrado a campeão moral — que exemplo pra todos nós.

  • NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    Galera, chegou a hora mais esperada da temporada regular! A NBA anunciou que os finalistas dos prêmios de 2024-25 serão revelados no domingo à noite, e adivinha onde? Na NBC, durante a transmissão de Pistons x Magic.

    Olha, eu tô ansioso pra caramba pra ver quem vai estar na briga pelos troféus principais. A liga bolou um esquema bem interessante: vai dividir os anúncios em duas partes durante o jogo em Detroit.

    Antes do jogo às 18h (horário de Brasília, 20h)

    Na primeira leva, às 6 da tarde no horário americano (que é 20h aqui no Brasil), vamos saber os finalistas de:

    Clutch Player of the Year (jogador mais decisivo), Defensive Player of the Year (melhor defensor), Most Improved Player (jogador que mais evoluiu) e — pasmem — Sixth Man of the Year. Cara, esse último me dá um arrepio especial por causa do nome do nosso site!

    Sinceramente, acho que o prêmio de sexto homem tá bem disputado este ano. Temos uns caras saindo do banco fazendo estrago que é uma beleza.

    No intervalo: os prêmios principais

    No halftime do jogo, aí sim vem o que todo mundo quer saber: os finalistas para MVP, Rookie of the Year e Coach of the Year.

    Mano, o MVP tá uma loucura total essa temporada. Não sei vocês, mas eu tô perdido tentando cravar quem vai levar. Tem uns monstros fazendo temporadas absurdas por aí.

    E o Rookie of the Year? Nossa, que safra boa que tivemos no draft passado. Alguns calouros tão mostrando que vieram pra ficar mesmo.

    O legal dessa estratégia da NBA é que vai manter todo mundo grudado na televisão durante o jogo inteiro. Primeiro você fica pra saber os primeiros finalistas, depois tem que aguentar o primeiro tempo todo só pra descobrir o resto no intervalo. Marketing puro!

    E aí, quem vocês acham que vai estar entre os finalistas? Eu tenho minhas apostas, mas vamos ver se a liga vai surpreender a gente com algumas escolhas inesperadas.

  • Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que o Jaime Jaquez Jr. ia dar essa resposta toda depois das especulações de trade que rolaram o ano inteiro. O cara simplesmente ignorou a pressão e mandou ver na temporada.

    E que temporada, meu amigo! Médias de carreira em tudo: 15.4 pontos, 50.7% nos arremessos de quadra, 5.0 rebotes e 4.7 assistências saindo do banco. Compare isso com a temporada passada, quando ele passou pelo famoso ‘slump do segundo ano’ que derruba muito calouro promissor por aí.

    Spoelstra não escondeu a empolgação

    O Erik Spoelstra, que já viu muita coisa boa passar pelo Heat, não economizou nos elogios. Segundo ele, o que mais impressiona no Jaquez é a capacidade de penetrar no garrafão e criar jogadas para os companheiros. “Ele teve um grande ano de ressurreição. Foi trabalhar no verão passado e voltou com uma temporada impactante para nós”, disse o técnico.

    E cara, isso que o Spoelstra falou sobre a melhora no passe é real. O Jaquez evoluiu muito na visão de jogo — coisa que separa os bons dos grandes na liga.

    Disputando espaço com os gigantes

    A parte mais impressionante? O cara conquistou seus minutos (28.3 por jogo) mesmo com o Heat tendo um batalhão de alas: Andrew Wiggins, Norman Powell, Nikola Jovic, Simone Fontecchio. Não é fácil se destacar nesse meio.

    Aliás, vocês acham que ele merece algumas considerações para Sexto Homem do Ano? Eu acho que sim, embora o próprio Jaquez tenha se mostrado modesto sobre suas chances quando perguntaram.

    Infelizmente, a temporada do Heat acabou naquela derrota dolorosa para o Charlotte Hornets no play-in. Mas o Jaquez fez sua parte: 13 pontos, 6 rebotes e 8 assistências. Um veterano de 25 anos que claramente encontrou seu lugar no esquema do Spoelstra.

    Sinceramente, acho que Miami acertou em apostar no garoto. Depois de toda essa pressão de trade e críticas, ele respondeu da melhor forma possível: dentro de quadra. E isso, meus amigos, é o que separa os guerreiros dos meros jogadores.