Tag: veteranos NBA

  • Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Olha, não sei vocês, mas eu sempre tenho um carinho especial pelos caras que fazem essa volta pra casa depois de uma carreira longa. E é exatamente isso que o Joe Ingles tá fazendo agora — o australiano de 37 anos acabou de assinar um contrato de duas temporadas com o Melbourne United, da liga australiana NBL.

    A volta às origens depois de quase 20 anos

    Cara, que história bonita. O Ingles começou a carreira profissional justamente em Melbourne, em 2006, jogando pelo South Dragons (que nem existe mais). E adivinhem? Já ganhou título por lá. Depois disso, foi literalmente dar uma volta no mundo — Espanha (Granada e Barcelona), Israel (Maccabi Tel Aviv) e finalmente chegou na NBA em 2014.

    Na minha opinião, poucos caras tiveram uma trajetória internacional tão rica quanto a dele. E agora, quase duas décadas depois, volta pra onde tudo começou. Isso é lindo, gente.

    A passagem pela NBA que ficou na memória

    Quem acompanha NBA sabe que o Ingles foi peça fundamental naqueles times do Utah Jazz que incomodaram todo mundo no Oeste. O cara era o típico veterano inteligente — não era o mais atlético, mas sabia ler o jogo como poucos. Arremesso de três certeiro, passes cirúrgicos e uma defesa sempre no lugar certo.

    Sinceramente, aquela lesão no joelho em 2022 foi uma pena. Depois disso, passou por Milwaukee, Orlando e Minnesota, mas nunca mais foi o mesmo jogador. Aos 37 anos, com tanta rodagem, faz todo sentido escolher voltar pra casa em vez de ficar se arrastando na NBA.

    “Melbourne sempre foi minha casa”

    O que mais me chamou atenção na declaração dele foi a parte emocional. “Voltar pra onde minha carreira profissional começou há quase 20 anos é algo que não considero garantido”, disse o Ingles. “Muito coisa aconteceu desde então, mas Melbourne sempre pareceu casa.”

    E aí, vocês acham que ele ainda tem lenha pra queimar? NBL é uma liga competitiva, mas obviamente não tem o nível físico da NBA. Pro Ingles, que sempre foi mais cerebral que atlético, pode ser o ambiente perfeito pra estender a carreira e ainda contribuir bastante.

    Uma coisa é certa: Melbourne United tá ganhando um cara com experiência de sobra e que conhece a casa como ninguém. Vai ser interessante acompanhar se ele consegue repetir aquele título de 2006, agora como veterano experiente. A temporada da NBL começa em setembro, então logo logo vamos ver o “Jingles” de volta às quadras australianas.

  • Mike Conley quer mais: veterano não pensa em aposentadoria

    Mike Conley quer mais: veterano não pensa em aposentadoria

    Cara, depois de 19 temporadas na NBA, você esperaria que Mike Conley estivesse pensando em pendurar as chuteiras, né? Pois é, mas o veterano armador mandou um recado bem claro depois da eliminação dolorosa dos Timberwolves para os Spurs: ele não tá nem cogitando parar.

    “Acho que provei pra mim mesmo que consigo jogar um pouco mais”, disse Conley numa entrevista pós-jogo. E olha, sinceramente, eu acredito nele. O cara passou por uma montanha-russa absurda essa temporada.

    A temporada louca do veterano

    Imagina só a situação: Conley foi trocado pros Bulls no meio da temporada numa negociação envolvendo Ayo Dosunmu, depois foi parar nos Pistons numa troca de três times, e em seguida foi mandado pros Hornets. Parecia que ia acabar a carreira longe de Minnesota.

    Mas aí Charlotte simplesmente dispensou o cara (que loucura, né?), e ele voltou correndo pros Wolves. Foi tipo aquele ex que volta porque percebeu que era bom demais pra deixar ir embora.

    Rendimento nos playoffs mostrou que ainda tem lenha

    Ok, Conley não foi protagonista nos playoffs – jogou apenas 14 minutos por jogo em 12 partidas. Mas quando entrou, mostrou serviço: 4.4 pontos, 2.7 assistências, e o mais impressionante – 50% de aproveitamento tanto nos arremessos de campo quanto nas bolas de três.

    Cinquenta por cento do perímetro aos 36 anos? Isso é coisa de monstro mesmo. E essa eficiência toda com poucos minutos mostra que ele ainda pode ser útil como sexto homem ou veterano mentor.

    “Estar nessa liga é uma bênção e eu não levo isso como algo garantido”, disse Conley. E cara, depois de ver tantos jogadores se aposentarem cedo ou forçarem saídas, é refrescante ver alguém que valoriza cada momento na NBA.

    Agora a pergunta que fica é: onde ele vai jogar a 20ª temporada? Os Wolves certamente vão mexer no elenco, e Conley está livre no mercado. Vocês acham que Minnesota vai renovar com o veterano ou ele vai ter que procurar uma nova casa?

  • Mike Conley quer jogar sua 20ª temporada na NBA aos 38 anos

    Mike Conley quer jogar sua 20ª temporada na NBA aos 38 anos

    Cara, tem que admirar a paixão do Mike Conley pelo basquete. Aos 38 anos, o veterano armador dos Timberwolves anunciou que quer jogar sua 20ª temporada na NBA. Vinte temporadas, gente! Isso é praticamente uma vida inteira dedicada à bola laranja.

    A decisão veio depois da eliminação dolorosa dos Wolves nas semifinais do Oeste contra os Spurs. Mesmo com a derrota no jogo 6, Conley saiu convencido de que ainda tem gás no tanque. “Acho que consegui provar para mim mesmo que posso jogar um pouco mais”, disse o veterano.

    Os números que convenceram o veterano

    E olha, os números até que sustentam a confiança dele. Na série contra San Antonio, Conley teve médias modestas de 5.7 pontos e 2.8 assistências, mas o que impressiona mesmo é a eficiência: 56% nos arremessos de três! Em 21 tentativas na série, o cara simplesmente não errava.

    Durante toda a pós-temporada, foram 26 tentativas do perímetro com 50% de aproveitamento. Para um jogador de 38 anos que já rodou a liga toda, esses números mostram que ele ainda pode contribuir de forma inteligente.

    A montanha-russa da temporada 2025-26

    Sinceramente, a temporada do Conley foi uma loucura total. O cara foi trocado DUAS vezes no deadline! Primeiro saiu de Minnesota numa troca tripla que mandou ele pros Bulls, junto com Kevin Huerter indo pros Pistons. Depois Chicago rapidinho despejou ele pros Hornets junto com o Coby White em troca do Collin Sexton.

    Mas aqui vem a parte mais maluca: tanto Bulls quanto Hornets nunca quiseram ficar com ele de verdade. Charlotte cortou o Conley logo depois da troca, e aí que vem o plot twist – ele conseguiu voltar pros Wolves! Isso só rolou porque tecnicamente ele foi trocado duas vezes antes de ser dispensado, então não se aplicava a regra que impede times de recontratarem jogadores que eles mesmos trocaram.

    Na temporada regular, Conley jogou apenas 54 partidas (15 como titular), com médias de 4.5 pontos e 2.9 assistências. Números baixos? Sim. Mas para um cara que está sendo usado como peça de rotação especializada, faz sentido.

    E aí, vocês acham que Conley consegue mesmo mais uma temporada? O cara tem 19 temporadas nas costas – 12 no Memphis, 4 no Utah e agora essa passagem pelos Wolves. Média de carreira de 13.6 pontos e 5.5 assistências, com 39% de aproveitamento do perímetro. Números respeitáveis para qualquer armador.

    A grande questão agora é se Minnesota vai querer renovar com ele ou se o veterano vai ter que procurar casa nova pela primeira vez em alguns anos. Com essa sede toda de continuar jogando, tenho certeza que algum time vai apostar no veterano para uma última dança.

  • Mike Conley quer jogar até os 40! E o Bones se apaixonou pelos Wolves

    Mike Conley quer jogar até os 40! E o Bones se apaixonou pelos Wolves

    Cara, o Mike Conley simplesmente não quer parar! O veterano armador de 36 anos já disse que pretende jogar mais uma temporada e chegar na marca histórica dos 20 anos de NBA. E olha, depois de ver o que ele fez nos playoffs, eu entendo perfeitamente a decisão.

    Conley mesmo falou que sua performance na pós-temporada foi a prova de que ainda tem lenha pra queimar. E não é pra menos — o cara foi fundamental na campanha histórica dos Timberwolves até a final do Oeste. Aos 36 anos, continua sendo aquele armador inteligente que todo time sonha em ter.

    20 anos de NBA: um feito absurdo

    Vocês param pra pensar no que significa jogar 20 temporadas na NBA? É uma longevidade absurda! Pouquíssimos jogadores conseguem isso na liga. O Mike começou lá em 2007 pelo Utah Jazz, passou pelo Memphis Grizzlies onde virou ídolo, e agora tá vivendo uma segunda juventude em Minneapolis.

    Sinceramente, eu acho que ele merece essa temporada final. O cara sempre foi subestimado — nunca foi All-Star até tarde na carreira, mas sempre foi daqueles jogadores que fazem todo mundo ao redor jogar melhor. É o tipo de veterano que agrega demais num vestiário.

    Bones Hyland encontrou sua casa

    Enquanto isso, o Bones Hyland tá completamente apaixonado pelos Wolves. Depois de rodar pela liga — saiu do Denver meio perdido, passou rapidamente pelo Clippers —, o garoto finalmente achou onde se encaixa.

    “Eu sinto que é aqui que eu pertenço. Definitivamente quero voltar”, disse o Bones. E cara, faz todo sentido! Em Minnesota ele conseguiu aquele equilíbrio perfeito entre ser útil saindo do banco e ainda ter espaço pra mostrar seu talento.

    O backcourt dos Wolves com Conley, Jaden McDaniels, e o próprio Bones saindo do banco pode ser uma das forças da equipe na próxima temporada. É uma mistura interessante de experiência com juventude.

    E aí, vocês acham que o Conley consegue manter esse nível por mais um ano? Eu, particularmente, tô torcendo pra ver esse veterano chegando nos 40 ainda mandando ver na NBA!

  • PJ Tucker se aposenta: fim de uma era de raça pura na NBA

    PJ Tucker se aposenta: fim de uma era de raça pura na NBA

    Cara, que momento. PJ Tucker acabou de anunciar a aposentadoria da NBA através de um post no Instagram que me deixou meio emocionado, não vou mentir. Depois de 20 anos como profissional (sendo 15 na NBA), o cara decidiu que é hora de pendurar as chuteiras aos 41 anos.

    “20 anos sendo meu trabalho, mas mais de 40 anos sem conseguir imaginar fazer qualquer outra coisa. Então aqui está para me aposentar da NBA… porque eu NUNCA vou parar de jogar bola”, escreveu Tucker para seus quase 1 milhão de seguidores.

    O cara que virou sinônimo de playoffs

    Olha, se tem uma coisa que o PJ sempre foi, foi jogador de playoff. O timing do anúncio — bem no meio dos playoffs de 2024 — não podia ser mais simbólico. Tucker participou dos playoffs nove vezes e acumulou mais de 3.000 minutos de pós-temporada. Quando o jogo ficava duro, técnicos procuravam por ele no banco.

    A trajetória dele é dessas histórias que você conta pros netos. Drafteado em 35º lugar pelo Toronto em 2006, foi dispensado um ano depois. Aí que vem a parte incrível: passou cinco anos jogando na Europa antes de conseguir uma nova chance com o Phoenix Suns em 2012. Quantos caras teriam desistido?

    De Bucks campeão a lenda dos vestiários

    PJ conquistou o anel com o Milwaukee Bucks em 2021 — e cara, que momento foi aquele time do Giannis. Mas Tucker não foi só mais um na conquista. Ele era o cara que segurava o Giannis quando ele ficava nervoso, que tomava as faltas duras, que defendia o melhor jogador adversário sem reclamar.

    Ao longo de 886 jogos na temporada regular, as médias dele parecem modestas: 6.6 pontos, 5.4 rebotes, 1.1 roubo de bola e 36.6% nos arremessos de três. Mas estatística não conta a história toda, né? Tucker era aquele cara que fazia as coisas que não aparecem na súmula mas que ganham jogos.

    Passou por oito times diferentes — Raptors, Suns, Rockets, Heat, 76ers, Bucks, Clippers e Knicks. Em todos eles, a mesma coisa: respeito total do vestiário. Jogador de playoff, defensor implacável, veterano que ensinava os mais novos.

    Vocês acham que a NBA vai sentir falta de caras como o PJ Tucker? Porque eu sinceramente acho que sim. Numa liga cada vez mais focada em números e highlights, ter um cara que simplesmente fazia o trabalho sujo era ouro puro.

  • P.J. Tucker se aposenta: a história mais inspiradora da NBA

    P.J. Tucker se aposenta: a história mais inspiradora da NBA

    Cara, se você quer uma lição de perseverança no basquete, a história do P.J. Tucker é o exemplo perfeito. O veterano de 41 anos anunciou oficialmente sua aposentadoria ontem, encerrando uma carreira de quase duas décadas que — sinceramente — é uma das mais inspiradoras que já vi na liga.

    Tucker nunca foi All-Star, mas jogou em times que brigavam pelo título. E olha só que loucura: o cara passou CINCO ANOS jogando na Europa e no Oriente Médio antes de conseguir se firmar na NBA. Israel, Ucrânia, Grécia, Itália, Alemanha — o homem literalmente rodou o mundo atrás do sonho.

    Do banco europeu ao título da NBA

    A jornada começou em 2006, quando foi draftado pelo Toronto na segunda rodada. Com 1,96m jogando de ala, todo mundo sabia que seria difícil. Jogou pouco no primeiro ano, passou mais tempo na D-League, foi dispensado e… aí que começou a aventura internacional.

    Mas em 2012 — aos 27 anos — ele voltou pelo Phoenix Suns. E dessa vez colou. Sabe por quê? Porque Tucker tinha virado um monstro na defesa e fazia todo o trabalho sujo que os técnicos adoram. Rebote, marcação individual, energia… o cara era o sexto homem perfeito (ou titular quando precisava).

    A cereja do bolo veio em 2021: campeão da NBA com o Milwaukee Bucks ao lado do Giannis. Tucker foi titular em 19 dos 23 jogos dos playoffs daquela campanha histórica. Imaginem a emoção do cara que quase desistiu do sonho NBA levantando o troféu de campeão aos 36 anos!

    Números que impressionam

    Ao longo da carreira, Tucker defendeu oito times diferentes na NBA e faturou mais de 90 milhões de dólares — nada mal para quem quase virou bancário na Europa, né? Foram mais de 3.000 minutos em playoffs, participando de nove pós-temporadas.

    A última foi pelo New York Knicks na temporada passada, mas o time não renovou o contrato. Aos 41, Tucker decidiu que estava na hora de pendurar as chuteiras.

    Vocês acham que vamos ver mais histórias como essa na NBA moderna? Hoje em dia, com tanto investimento em desenvolvimento de jovens, fica difícil imaginar alguém ter a paciência (e a coragem) de passar cinco anos na Europa esperando uma nova chance. Mas Tucker provou que nunca é tarde demais para realizar o sonho — e ainda por cima com direito a anel de campeão.

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que história massa: DeAndre Jordan, do New Orleans Pelicans, acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da NBA. E cara, que disputa apertada foi essa!

    Jordan levou com 1.445 pontos na votação dos próprios jogadores da liga. Jrue Holiday (Portland) ficou colado com 1.437 pontos — e olha que o cara já ganhou esse troféu três vezes! Jeff Green (Houston) completou o pódio com 1.420 pontos.

    Veterano que sabe o que é respeito

    Sinceramente, não podia ter escolha melhor. Jordan é daqueles caras que todo mundo quer ter no vestiário. O maluco já tem um currículo absurdo: três seleções All-NBA, dois All-Defensive Team, um All-Star Game, ouro olímpico no Rio 2016 e — pasmem — um anel de campeão com o Denver em 2023.

    Mas o que mais me impressiona é como ele ainda consegue ser esse líder aos 37 anos. O prêmio é dado pro jogador que demonstra “jogo altruísta, liderança dentro e fora de quadra como mentor e modelo para outros jogadores da NBA”.

    Uma homenagem que vale ouro

    Vocês sabem a história por trás desse prêmio? É de arrepiar. O troféu leva o nome de Jack Twyman e Maurice Stokes, que jogaram juntos no Rochester/Cincinnati Royals entre 1955-58. Stokes sofreu uma lesão cerebral no último jogo da temporada regular de 57-58, entrou em coma e ficou paralisado.

    Twyman não abandonou o parceiro — virou guardião legal dele e cuidou do cara pelo resto da vida. Essa é a definição de companheirismo, mano.

    A concorrência estava pesada mesmo. Entre os indicados estavam nomes como Jayson Tatum (Boston), Jalen Brunson (New York), Marcus Smart (Lakers) e até nosso conhecido DeAaron Fox (San Antonio). Mas Jordan mereceu demais essa.

    E aí, vocês acham que ele ainda tem gás pra mais uma temporada sendo esse veterano respeitado? Eu apostaria que sim!

  • DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que surpresa boa: DeAndre Jordan acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da temporada 2025-26! Sinceramente, não esperava essa, mas faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O veterano de 36 anos desbancou uma galera pesada na disputa — Jrue Holiday (que já ganhou três vezes, diga-se de passagem), Jeff Green e Garrett Temple ficaram na segunda colocação. Mas o DJ conseguiu impressionar tanto os executivos da liga quanto os próprios jogadores que votaram.

    O que torna esse prêmio especial

    Cara, esse é um dos prêmios mais legais da NBA porque não tem nada a ver com estatísticas. É sobre ser aquele cara que todo mundo quer ter no vestiário. Liderança dentro e fora de quadra, ser mentor dos mais novos, jogar pelo time sempre — esse tipo de coisa que não aparece na súmula mas faz toda diferença.

    E convenhamos, quem melhor que um pivô veterano de quase duas décadas na liga pra entender disso? O Jordan já passou por praticamente tudo no basquete profissional.

    Nova casa, mesma energia

    O mais interessante é que o DJ tá fazendo isso em Nova Orleans, onde chegou nesta temporada depois de três anos em Denver ajudando o Nuggets a conquistar o título em 2023. Imagino como deve ser legal ter um cara desse calibre chegando no seu vestiário — aquela presença que acalma todo mundo e passa confiança.

    A concorrência tava pesada mesmo. Além do trio que ficou no top 4, rolaram nomes como Jalen Brunson, Jayson Tatum, De’Aaron Fox e Marcus Smart na lista de finalistas. Stephen Curry ganhou na temporada passada, e Mike Conley já levou três vezes — então o nível é altíssimo.

    E aí, vocês acham que o DeAndre vai conseguir repetir a dose ano que vem? Ou será que algum dos jovens vai conseguir quebrar a hegemonia dos veteranos nesse prêmio?

  • Joe Ingles vai voltar pra casa: assinou com time da Austrália

    Joe Ingles vai voltar pra casa: assinou com time da Austrália

    Olha só que notícia interessante que chegou até nós: Joe Ingles, aquele australiano cascudo que todo mundo conhece da NBA, decidiu que chegou a hora de voltar pra casa. O cara vai assinar com o Melbourne United pra temporada 2026-27 da NBL australiana.

    Pra quem não conhece muito o Ingles, ele é um daqueles jogadores que você não espera muito mas que sempre entrega. Aos 37 anos, o cara ainda tá jogando os playoffs pelos Timberwolves — e jogando bem, diga-se de passagem. Mas parece que a saudade de casa falou mais alto.

    Uma carreira que deu voltas no mundo

    A história do Ingles é bem louca quando você para pra pensar. O maluco começou lá na NBL australiana em 2006, foi pra Espanha, depois Israel, até que finalmente chegou na NBA em 2014. Doze temporadas por lá, passando pelo Jazz (onde fez o melhor trabalho dele), Bucks, Magic e agora os Wolves.

    E sinceramente? Sempre achei ele subestimado. O cara nunca foi um craque, mas sempre foi aquele jogador inteligente que você quer no seu time. Arremesso de 3 certeiro, boas assistências, defesa sólida. Um sexto homem clássico, sabe?

    Melbourne United ganhou a disputa

    Segundo as informações que chegaram até nós, os dois times de Melbourne estavam interessados no Ingles. No final das contas, o United levou a melhor sobre o South East Melbourne Phoenix. Deve ter pesado o fato de ser um time mais tradicional e com melhores condições.

    O mais legal dessa história é que o cara sempre quis encerrar a carreira jogando na Austrália. Imagina a emoção de voltar pra casa depois de tanto tempo rodando o mundo? Ainda mais depois de uma carreira tão sólida na melhor liga de basquete do planeta.

    Vocês acham que ele ainda tem lenha pra queimar, ou é realmente a hora certa de dar uma desacelerada? Eu, particularmente, acho que ele ainda pode contribuir muito — mesmo que seja numa liga “menor”. Experiência não se compra, né?