Tag: Jordan Clarkson

  • Dupla Clarkson e Alvarado salvou o banco dos Knicks nos playoffs

    Dupla Clarkson e Alvarado salvou o banco dos Knicks nos playoffs

    Olha, eu não esperava que fosse dar tão certo assim, mas a dupla Jordan Clarkson e Jose Alvarado simplesmente salvou o banco dos Knicks nessa primeira rodada dos playoffs. E que comeback foi aquele contra os Hawks, ein?

    Os caras estavam praticamente fora de rotação no final da temporada regular — o Clarkson, ex-Sexto Homem do Ano, mal entrava em quadra, e o Alvarado tinha perdido a confiança do técnico Mike Brown. Mas nos playoffs? Viraram peças fundamentais.

    A ressurreição do veterano Clarkson

    Com 33 anos nas costas e 12 temporadas de NBA, Clarkson mostrou que experiência não se compra no mercado. Nos últimos três jogos da série contra Atlanta, o cara teve rating de +48 em apenas 48 minutos jogados. Absurdo!

    Ele liderou todos os reservas dos Knicks em pontuação (7.7 por jogo na série) e ainda foi o segundo melhor do time em porcentagem de rebotes ofensivos. Sabe aquela garra que faltava no banco? Pois é, o veterano trouxe isso de volta.

    “Ficar fora da rotação é desafiador, mas estou há 12 anos na liga. Sei como funciona”, disse Clarkson. “Continue pronto. Tem muita gente jovem no vestiário me observando, vendo como reajo a essas situações.”

    Alvarado e a defesa sufocante

    E o Alvarado? Cara, que jogador irritante (no melhor sentido possível) para os adversários! O garoto de 28 anos, que veio do Pelicans em fevereiro, foi simplesmente um monstro defensivo contra os Hawks.

    Nos três últimos jogos da série, marcou 21 pontos com 5 assistências e 5 roubos de bola, terminando com rating de +24. Ah, e acertou 5 de 10 tentativas de 3 pontos — nada mal para quem tinha perdido a confiança no arremesso, né?

    “Sabemos o quão bom é nosso banco e o time como um todo”, comentou Alvarado. “Saímos lá e somos nós mesmos, tentando dar energia. O que o time precisar, o banco tenta fornecer.”

    Sinceramente, acho que essa profundidade no banco vai ser crucial contra Celtics ou 76ers na segunda rodada. A rotação do ano passado, que levou os Knicks até as finais de conferência, tinha Mitchell Robinson e Miles McBride como principais opções. Agora, com esses dois veteranos encontrando o ritmo…

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue manter esse nível nos jogos mais duros que vêm por aí?

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Olha, eu nunca pensei que fosse escrever isso, mas Mitchell Robinson está se tornando uma das vozes mais importantes do vestiário dos Knicks. E não, não é brincadeira.

    Todo mundo conhece o Mitch pelo lado palhaço — aquele cara que não se leva muito a sério e sempre tá fazendo gracinha. Mas ultimamente, ele tem sido um dos jogadores mais vocais criticando alguns problemas preocupantes do time e cobrando mudanças antes dos playoffs.

    “Os caras estão começando a confiar muito mais em mim”, disse Robinson após o treino no sábado. “Eles confiam em mim, então estou falando o que vejo e coisas que acho que podemos melhorar. Ser mais vocal está vindo naturalmente.”

    A cobrança que precisava vir

    Depois daquela vitória sofrida por apenas um ponto contra o Brooklyn Nets — que tá claramente perdendo de propósito pra pegar pick alto —, o Robinson foi direto: “Nossa abordagem tem que melhorar. Não podemos só olhar pro record deles e falar ‘vamos dar uma surra’. Temos que ser melhores em tudo.”

    E aí que vem o mais interessante. Após a derrota pros Hornets na quinta, o cara foi pro Instagram e desabafou: “nem importa se não mudarmos nossa abordagem, não vamos fazer nada especial, continuem com essa besteira, eu incluído.”

    Cara, isso é liderança de verdade. Ele não tá só apontando o dedo pros outros — tá se colocando na roda também.

    Clarkson entrando na conversa

    E não é só o Robinson. Jordan Clarkson, que recentemente voltou a ganhar minutagem na rotação, também está se destacando como líder. O técnico Mike Brown foi bem claro sobre isso:

    “Liderança pode vir de várias formas diferentes. Um cara como Jordan Clarkson está começando a se separar e mostrar que é um dos líderes do time. Só porque você é titular, só porque pontua muito ou defende bem, não significa necessariamente que você é líder.”

    Brown continuou: “Líderes não têm medo de falar a verdade. Fazem o que dizem. E o Jordan, que passou por muita coisa, que se manteve pronto mesmo quando estava fora, agora falar na frente do grupo — isso é liderança real.”

    Sinceramente? Faz todo sentido. O Clarkson já rodou a liga toda, sabe o que é pressão, e não tem nada a perder falando as verdades.

    Vozes além dos óbvios

    Claro que Brunson é o capitão oficial. Hart é o maior falador. Towns, pela importância, tem que ser influente. Mas Mikal Bridges e OG Anunoby não são muito de falar — o que deixa um buraco que Robinson e Clarkson podem preencher perfeitamente.

    E vocês sabem o que eu acho? Isso pode ser exatamente o que os Knicks precisavam. Às vezes as melhores lideranças vêm de onde menos esperamos. Robinson é o cara que mais tempo tem de Knicks no elenco atual, conhece a casa como ninguém. Clarkson tem quilometragem de sobra na NBA.

    A questão agora é: será que essa nova dinâmica vai funcionar nos playoffs? Porque uma coisa é falar bonito no treino, outra é segurar a bronca quando a pressão apertar de verdade. Mas pelo menos agora eles têm mais vozes no vestiário — e isso nunca é ruim.

  • Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Olha só que loucura: os Knicks estão a meio jogo dos Celtics pela 2ª posição no Leste. MEIO JOGO! Quem diria que veríamos isso em 2026, né?

    Mas nem tudo são flores em Nova York. Landry Shamet vai ficar fora do segundo jogo consecutivo por conta de uma contusão no joelho direito (“contusão do planalto tibial”, para ser mais técnico). E o Deuce McBride continua se recuperando da cirurgia de hérnia.

    Mike Brown elogia Mikal Bridges

    Mike Brown não poupou elogios ao Mikal Bridges, que anda recebendo algumas críticas injustas ultimamente:

    “Ele mostrou repetidas vezes que é um jogador de alto nível. Já estive com muitos jogadores que passaram por altos e baixos durante a temporada. E ele trabalha muito duro. Ele se importa em um nível alto. Normalmente, quando você tem essa combinação de um veterano que produziu da forma que ele produziu na NBA, isso tende a levar a bons resultados, eventualmente.”

    E cara, eu concordo 100% com o Brown. O pessoal às vezes esquece que o Bridges foi o cara principal no Brooklyn por um ano e meio. Agora ele tem um papel diferente — menos jogadas desenhadas para ele, mas ainda essencial pro sistema.

    Josh Hart defende o companheiro

    Josh Hart também saiu em defesa do Bridges, e olha que argumento:

    “Ele está fazendo o que foi pedido para ele fazer. Quando você é um cara que por um ano e meio no Brooklyn Nets foi o número 1 e tinha jogadas desenhadas para ele… ano passado, ele não teve muitas jogadas para ele. Este ano, ele provavelmente tem ainda menos. Obviamente há uma barreira mental que ele precisa superar.”

    Sinceramente? Hart tem razão. Se pedissem pro Bridges arremessar 15 vezes por jogo, ele seria eficiente e faria isso numa boa. Mas não é isso que o time precisa dele agora.

    E sobre o Zion Williamson, que os Knicks enfrentam hoje? Hart foi direto: “Ele é um fenômeno da natureza. Digo isso com todo respeito. Quando ele está focado, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, se não melhor.”

    O recado de Jordan Clarkson

    Agora a parte mais interessante. Mike Brown falou sobre Jordan Clarkson estar dando exemplo pro time todo:

    “Você está falando do ex-Sexto Homem do Ano — isso deveria dizer a qualquer um e a todos que se ele pode lidar com isso tão profissionalmente quanto ele faz, então qualquer um neste time deveria conseguir lidar. Dos minutos aos arremessos, seja lá o que for. Isso deveria definitivamente mandar um recado bem claro para todo mundo.”

    Monstro de profissionalismo, esse Clarkson. Se um cara que já ganhou prêmio de Sixth Man consegue aceitar menos minutos e menos arremessos pelo bem do time, qualquer jogador no elenco pode fazer o mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e brigar pela 2ª posição? Com essa mentalidade de equipe e profissionalismo, eu tô começando a acreditar mesmo nesse time. Vai ser um final de temporada absurdo no Leste!

  • Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Cara, eu não esperava que a temporada do Jordan Clarkson no Knicks ia ser essa montanha-russa toda. Quando ele chegou em Nova York no meio da temporada, todo mundo — eu incluído — ficou animado. O cara é um monstro saindo do banco, sempre foi. Mas aí veio a realidade: Mike Brown simplesmente não estava usando ele.

    Durante a primeira metade da temporada, Clarkson jogou menos de 20 minutos por jogo. Vinte minutos, gente! Para um cara que já foi Sexto Homem do Ano. Fez 20 pontos ou mais apenas três vezes até dezembro. Dava para ver que o ritmo não estava lá, sabe? Não tinha encaixado no sistema ainda.

    Do banco para o esquecimento

    A coisa ficou ainda mais bizarra em janeiro. Clarkson praticamente virou peça de museu — ou ficava no banco sem entrar, ou só jogava quando o jogo já estava decidido. Com a chegada do Jose Alvarado, a situação piorou. Entre fevereiro e março, o cara jogou apenas metade dos jogos, totalizando pouco mais de 130 minutos.

    Imagina a situação: um veterano experiente ficando atrás de garotos como Tyler Kolek e Ariel Hukporti na rotação. Deve ter sido frustrante demais. Quando entrava, era por uns 5 a 12 minutos no máximo, sem conseguir criar ritmo.

    O jogo que mudou tudo

    Aí veio aquela derrota pros Clippers por 126 a 118. Segunda derrota seguida depois de perder pros Lakers. Clarkson jogou míseros três minutos nessa partida, e dava para ver que Mike Brown estava desesperado por uma faísca vinda do banco.

    A resposta veio no jogo seguinte contra o Utah. 26 minutos de quadra — o máximo desde o Natal — e o homem simplesmente destruiu: 27 pontos em 10 de 15 arremessos. Foi o tipo de performance que a torcida dos Knicks estava esperando desde que ele chegou. Mostrou por que ainda é um dos melhores pontuadores reservas da liga.

    Desde então, Clarkson voltou para uma rotação mais estável. Não está fazendo aqueles jogos de 30 pontos toda noite, mas está contribuindo de forma consistente com seus 8 a 14 pontos por jogo em cerca de 20 minutos. E olha, talvez seja exatamente isso que o time precisa agora.

    Depois daquelas duas derrotas em Los Angeles, os Knicks embalaram seis vitórias consecutivas. O ataque está mais equilibrado, as rotações mais definidas e — mais importante — eles estão ganhando. Às vezes é assim mesmo no basquete: o timing é tudo. Clarkson encontrou o dele na hora certa, e Nova York está colhendo os frutos.

    Vocês acham que ele consegue manter essa consistência nos playoffs? Porque uma coisa eu sei: quando a pós-temporada chegar, ter um cara experiente como Clarkson saindo do banco pode fazer toda a diferença.