Tag: New York Knicks

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.

  • Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Cara, o que tá rolando entre CJ McCollum e Jalen Brunson já virou caso de polícia na série entre Hawks e Knicks. E olha, eu não sei se o McCollum tá fazendo de propósito ou se é só azar mesmo, mas o cara já acertou o Brunson na região… digamos, sensível, duas vezes nessa série.

    A primeira foi no Jogo 1, onde ele levou até técnica por isso. Agora no Jogo 5, que os Knicks ganharam de 126 a 97 (que surra!), aconteceu de novo. Durante o movimento de arremesso, a perna do McCollum vai parar exatamente no mesmo lugar. Coincidência? Sei não, viu…

    A resposta de veterano do Brunson

    Mas o que mais me impressiona é como o Brunson lidou com isso. Sinceramente, eu esperava um pouco mais de revolta, mas o cara escolheu o caminho da maturidade. Quando perguntaram sobre os chutes do McCollum na coletiva, ele simplesmente disse: “Não penso nada sobre isso”.

    E sabe o que é mais massa? Em vez de entrar numa guerra de palavras (que ia dar uma confusão desnecessária), o Brunson decidiu responder onde importa: na quadra. O monstro fez 39 pontos com 15/23 nos arremessos de campo. Quarenta pontos quase, cara! É assim que se responde.

    Quando o jogo fala por você

    O segundo tempo foi um show à parte. Brunson meteu 22 pontos só nos dois últimos quartos e simplesmente acabou com qualquer esperança de reação dos Hawks. Foi daquelas atuações que você assiste e pensa: “Por isso que esse cara é estrela”.

    Os Knicks pareciam meio perdidos depois de levar duas seguidas nos Jogos 2 e 3 (aquelas que o próprio McCollum roubou no clutch), mas acordaram na hora certa. Agora estão 3-2 na série e com o momentum total do lado deles.

    Vocês acham que essa história do McCollum é lance mesmo ou tem maldade? Porque duas vezes no mesmo lugar já é demais para ser coincidência, né? O que importa é que o Brunson mostrou que experiência de playoff se resolve assim: jogando bola e mantendo a cabeça fria.

  • Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Cara, eu tenho que começar falando do Karl-Anthony Towns e esse negócio do Gatorade que virou meme nos Knicks. Ontem à noite, depois de uma vitória absoluta por 126 a 97 sobre os Hawks, o cara protagonizou mais um momento hilário com a bebida esportiva.

    “Nem vou encostar no Gatorade”, disse Towns. Dois segundos depois: “Mentira, mentira… tô com sede, mano”. E pronto, a internet pegou fogo com mais um capítulo dessa saga que tá rolando nos playoffs.

    Dominação total no Madison Square Garden

    Mas vamos ao que importa: os Knicks simplesmente destruíram os Hawks no jogo 5. Foi uma daquelas performances que você assiste e pensa “cara, esse time tá funcionando mesmo”. Nova York controlou o ritmo desde o primeiro quarto e nunca mais soltou.

    Towns foi peça fundamental nessa vitória. O gigante anotou um double-double maroto: 16 pontos, 14 rebotes e ainda distribuiu 6 assistências. Aproveitamento? 5 de 7 nos arremessos de quadra. Ah, e ainda roubou 2 bolas e deu 2 tocos em pouco mais de 34 minutos. Tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs.

    O que mais me impressiona nos Knicks agora é essa química que eles desenvolveram. A bola tá circulando, todo mundo tá contribuindo — não é só um jogador carregando o time nas costas. Na defesa então? Os caras tão disciplinados demais, não deixaram os Hawks respirarem praticamente o jogo inteiro.

    Atmosfera relaxada que assusta

    Sinceramente, essa vibe descontraída do Towns com o Gatorade mostra muito sobre o momento do time. Quando você tá confiante, essas coisas naturais acontecem. O pessoal tá relaxado, mas focado. É uma combinação perigosa para qualquer adversário.

    E olha que interessante: essa personalidade do Towns que muita gente criticava no passado agora tá sendo abraçada pela torcida. Os fãs adoraram o momento, viralizou nas redes sociais. Às vezes é isso que falta no esporte — um pouco de humanidade, de espontaneidade.

    Agora a série volta para Atlanta com os Knicks liderando por 3 a 2. Jogo 6 decisivo pela frente. Vocês acham que eles fecham a série fora de casa ou vai ter jogo 7?

    Na minha visão, se mantiverem esse nível de jogo e essa química que vem mostrando, os Knicks têm tudo para avançar. Towns tá jogando num nível All-Star mesmo, e quando ele joga assim, esse time fica muito perigoso. Só espero que ele não esqueça de se hidratar direito no próximo jogo!

  • McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    Gente, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que Miles McBride fosse se tornar uma peça tão crucial assim nos playoffs dos Knicks. Mas os números não mentem, e cara… eles são absurdos.

    Quando Brunson e McBride jogam juntos, os Knicks simplesmente voam. Na série contra os Hawks, essa dupla teve um net rating de 29.5 pontos. Vinte e nove ponto cinco! É literalmente o melhor rating entre todas as duplas que mais jogaram nos primeiros quatro jogos da série.

    De volta por cima depois da cirurgia

    O McBride começou meio enferrujado nos playoffs — o que é compreensível, né? O cara perdeu 28 jogos na temporada regular por causa de uma cirurgia de hérnia esportiva. Mas nos jogos 3 e 4 contra Atlanta, ele mostrou que voltou.

    Dezesseis pontos no jogo 3, treze no jogo 4. E o mais impressionante: acertou 8 de 16 tentativas do perímetro nesses dois jogos. Isso é quase 50% das bolas de três! O técnico Mike Brown claramente notou, porque aumentou os minutos dele — 31 e 23 minutos respectivamente.

    E olha só o detalhe: nos dois jogos, McBride ficou na quadra a maior parte do segundo tempo no lugar do Mikal Bridges, que tava passando por dificuldades. Às vezes o basquete é assim mesmo — quem tá jogando bem, joga.

    O alívio que o Brunson precisava

    Na minha visão, o que o McBride traz de mais valioso é tirar um pouco da responsabilidade de criação do Brunson. O cara tá sendo marcado com dupla o tempo todo, pressão na quadra inteira — é muita coisa pra um jogador só.

    McBride, mesmo não sendo um armador natural, consegue subir a bola e permite que o Brunson receba já no meio da quadra. Economiza energia, evita desgaste desnecessário. É inteligência de jogo pura.

    “Tento fazer o trabalho dele o mais fácil possível, assim como dos outros companheiros”, disse McBride. E é exatamente isso que ele tem feito. O cara entende seu papel perfeitamente.

    Vocês viram as ações de pick que eles têm feito um pro outro? Brunson fazendo bloqueio pro McBride, McBride retribuindo. É uma químia que os Hawks não esperavam e que tem dado muito certo.

    Sinceramente acho que essa dupla pode ser uma das chaves dos Knicks nessa pós-temporada. McBride virou aquele sexto homem que todo time sonha em ter — versátil, inteligente e que aparece quando mais precisa. E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível o resto dos playoffs?

  • Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o monstro que a gente sabe que ele é. 39 pontos na vitória de 126-97 sobre os Hawks, colocando os Knicks com 3-2 na série. E o mais louco? Fez 17 pontos só no último quarto, como se fosse brincadeira.

    Olha, eu estava começando a ficar preocupado com o garoto. Nas quatro primeiras partidas da série, ele estava fazendo média de 25.5 pontos, mas acertando apenas 41.6% dos arremessos. Para os padrões do Brunson, isso estava meio estranho, sabe?

    O show do quarto período

    Aí chegou ontem à noite e o cara simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo. No último quarto, acertou 5 de 6 arremessos, incluindo duas bolas de três. Em 8 minutos e meio de quadra. Absurdo.

    E tem um detalhe que eu acho genial no jogo do Brunson: aqueles movimentos de hesitação dele. O cara para, finge que vai numa direção, e quando você vê já passou pelo marcador para uma bandeja tranquila. Perguntaram pra ele de onde veio essa jogada e a resposta foi na lata:

    “Tem muitos caras mais altos, mais rápidos e mais fortes que eu, então preciso tirar eles do equilíbrio de algum jeito.”

    Sinceramente? É por isso que eu amo esse moleque. Com 1,88m, ele não tem o físico dos outros armadores elite da liga, mas compensa com QI de basquete e footwork absurdo.

    O fator Karl-Anthony Towns

    Agora, tem uma coisa interessante rolando. O Towns teve mais 6 assistências ontem, depois de fazer 10 no jogo anterior (primeiro triple-double da carreira nos playoffs, diga-se). Os Knicks estão dando mais a bola pra ele iniciar as jogadas, e isso pode estar liberando o Brunson.

    Perguntaram pro próprio Towns se ele foi responsável pela explosão do armador, e a resposta foi hilária: “Cara, ele é um dos melhores armadores da NBA, então não sei se fui eu o motivo disso” – disse rindo. “Vou assistir os lances e torcer que amanhã, quando assistirmos o filme, eu possa dizer que ajudei ele a ser quem sempre foi.”

    Humilde, né? Mas faz sentido. Quando você tem um pivô que consegue distribuir como o Towns, cria mais espaço pra todo mundo.

    E olha só que curiosidade: o técnico Mike Brown (que tem o pai do Brunson, Rick, na comissão técnica) foi perguntado de onde vem a paciência do garoto pra jogar sempre no seu ritmo. Resposta: “Vem da mãe dele. A mãe dele tem muita paciência e é muito esperta.”

    Os Knicks estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. E com o Brunson jogando assim? Eu já tô imaginando onde essa historia pode chegar. Vocês acham que ele consegue manter esse nível contra adversários mais pesados?

  • Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — estava começando a ficar preocupado com o Jalen Brunson nos playoffs. Quatro jogos seguidos meio apagado pro padrão dele, errando arremessos que normalmente acerta de olho fechado. Mas aí que tá a diferença entre um jogador comum e um All-Star de verdade.

    O capitão dos Knicks simplesmente resolveu tomar as dores na quinta partida mais importante da temporada. 39 pontos em cima dos Hawks, com 15 de 23 arremessos convertidos. Uma clínica, cara.

    A noite em que Brunson lembrou quem é

    Antes do Jogo 5, Brunson estava com apenas 37% de aproveitamento nos arremessos desde o primeiro quarto da estreia da série. Pro padrão dele, isso é quase inadmissível. Mas sabe como é — grandes jogadores aparecem nos grandes momentos.

    E que momento! No Madison Square Garden lotado, com os Knicks precisando desesperadamente recuperar o controle da série, o baixinho de 1,85m mostrou porque é o líder desse time. 22 pontos só no segundo tempo, sendo que no último quarto foi um show à parte.

    Mike Brown, técnico dos Hawks, resumiu bem: “Jalen foi fenomenal. Um jogaço de um grande jogador.” E olha que vinha da boca do adversário, né?

    Quarto período de gala

    O que mais me impressionou foi a frieza dele no último quarto. Converteu todos os cinco arremessos que tentou na parcial final — todos os cinco! Teve um momento que ele fez 12 pontos consecutivos dos Knicks. É o tipo de sequência que define série de playoffs.

    “A bola entrou, mas eu estava feliz porque conseguimos manter a liderança e jogar bem com ela”, disse Brunson depois do jogo. Humilde como sempre, mas por dentro deve estar sabendo que salvou a temporada dos Knicks ali.

    E não foi só nos pontos não — oito assistências e apenas uma bola perdida. Isso é controle de jogo, pessoal. Isso é ser líder quando a pressão aperta.

    Knicks voltam a sonhar

    Com esse desempenho, Brunson chegou ao 25º jogo de 30+ pontos na carreira nos playoffs, empatando com Shai Gilgeous-Alexander na liderança da liga. Não é pouco não, viu?

    E o timing não podia ser melhor — com o Karl-Anthony Towns também dominando do outro lado, os Knicks parecem ter encontrado a fórmula pra fechar essa série no Jogo 6.

    Vocês acham que conseguem? Eu tô começando a acreditar de novo, principalmente depois de ver o Brunson desse jeito. Quando ele joga assim, os Knicks viram outro time.

  • Embiid destruiu tudo 19 dias após cirurgia e Brunson comandou show

    Embiid destruiu tudo 19 dias após cirurgia e Brunson comandou show

    Cara, que noite absurda de playoffs! O Joel Embiid simplesmente decidiu que uma apendicite não ia acabar com a temporada dele — 19 dias depois da cirurgia de emergência, o cara meteu 33 pontos nos Celtics como se não fosse nada. E o Jalen Brunson? Resolveu lembrar todo mundo por que é um dos armadores mais clutch da liga.

    Embiid mandando a apendicite pra casa do caramba

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas jogar um jogo de playoff menos de três semanas depois de tirar o apêndice? Isso é de outro planeta. O Embiid começou meio travado — errou 6 dos primeiros 7 arremessos, forçando muito de 3.

    Mas aí que tá a genialidade do cara. No segundo tempo, ele simplesmente mudou o script: foi pro garrafão, mandou a bola pra dentro e virou um monstro. 18 pontos em 7 de 10 arremessos na segunda etapa, zero tentativas de três. “Comecei a ir pra dentro e encontrei sorte”, disse ele depois. Sorte? Sorte nada, meu amigo — isso é categoria.

    Ver ele bullinando o Vučević e fazendo os Celtics parecerem amadores foi simplesmente lindo. Aqueles giros clássicos, aquela finalização impossível… por isso que ele é MVP quando está saudável.

    Brunson assumindo o controle total

    Do outro lado, em Nova York, o Jalen Brunson lembrou por que os Knicks apostaram todas as fichas nele. 39 pontos e 8 assistências numa partida que podia definir a temporada? E o mais louco: 17 pontos só no último período!

    Cara, teve um momento que ele emplacou 10 pontos seguidos — uma jogada de três tempos e logo depois uma bomba de três do meio da quadra. O Madison Square Garden explodiu, até o Ben Stiller tava pirando na arquibancada (vocês viram as imagens?)

    O que mais me impressiona no Brunson é como ele melhora nos momentos decisivos. Não é o jogador mais atlético, não é o mais alto, mas quando aperta o bicho pega e ele vira outro nível. 15 de 23 nos arremessos, apenas uma perda de bola. Controle total.

    Agora os Knicks lideram por 3-2 e podem fechar a série fora de casa. Já os Sixers empataram com Boston e levaram a decisão pro TD Garden. Duas séries emocionantes que prometem muito mais adrenalina.

    E aí, vocês acham que o Embiid consegue manter esse nível sem o físico 100%? E os Knicks, será que fecham em Atlanta ou vão levar susto no jogo 6?

  • Kuminga pode ser a chave dos Hawks contra os Knicks?

    Kuminga pode ser a chave dos Hawks contra os Knicks?

    Olha, tem uma parada meio louca rolando nos playoffs da NBA. Os Atlanta Hawks estão empatados em 2-2 com os New York Knicks, mas o quinteto titular deles — que teve o segundo melhor plus-minus da temporada regular — virou uma verdadeira pedra no sapato nos playoffs.

    É isso mesmo que você leu. O quinteto com Jalen Johnson, CJ McCollum, Onyeka Okongwu, Nickeil Alexander-Walker e Dyson Daniels está com um net rating de -13.7 na série. Cara, isso é nível Wizards e Nets — e olha que não é elogio, né?

    Mas aí que entra a parte interessante da história.

    O fator Kuminga

    Quem tem salvado a pátria dos Hawks é ninguém menos que Jonathan Kuminga, aquele cara que os Warriors meio que descartaram no meio da temporada. E sinceramente? Tá sendo uma das melhores trocas que eu vi em muito tempo.

    O moleque simplesmente resolveu virar um demônio no contra-ataque. Toda vez que os Knicks demoram meio segundo pra voltar pra defesa, lá vem o Kuminga voando pela quadra como um foguete. E quando rola a tela alta? Esquece. Ele corta pro garrafão como uma faca quente na manteiga.

    “Ele fez algumas jogadas ofensivas que foram ótimas, mas acho que dava pra sentir o jeito que ele competiu no lado defensivo”, disse o técnico Quin Snyder depois do Jogo 2. “Foi uma ajuda enorme pra gente, só a fisicalidade dele — o jeito que defendeu a bola, como foi pro rebote, marcou o Towns às vezes, e no ataque, ainda nos deu algumas cestas importantes.”

    Mostrando serviço quando importa

    Sabe o que mais me impressiona no Kuminga? Nos Jogos 2 e 3, ele finalmente teve a chance que sempre quis em Golden State: impactar jogos importantes, sob os holofotes. E o cara abraçou a parada de verdade.

    Não tô falando só de fazer cestinha não. O moleque tá correndo a quadra inteira, brigando por posição no garrafão, batalhando no rebote, fazendo telas. Fazendo tudo saindo do banco, sem reclamar. Isso aí é mentalidade de campeão.

    Como o próprio Snyder falou: “O Jonathan tá totalmente entregue. Você está preparado pra sacrificar o que precisa ser sacrificado numa noite de playoff? Seja lá o que for. São arremessos? São minutos? São rotações? Ele abraçou isso tudo.”

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível no Jogo 5 decisivo no Madison Square Garden? Porque olha, se os Hawks querem avançar, vão precisar muito do que o Kuminga tá entregando — principalmente com o quinteto titular patinando desse jeito.

    O negócio é que quando você joga com essa intensidade toda, às vezes a casa cai. Quando a agressividade vira desespero, os arremessos forçados aparecem e a coisa desanda. Mas até agora, o cara tá no controle total.

    Pra mim, os Hawks encontraram uma peça fundamental que pode fazer a diferença nessa reta final. E o mais louco? Foi uma peça que tava meio jogada fora em Golden State. Basketball é maluco mesmo, né?

  • Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Cara, se você só olhar as estatísticas do Josh Hart no jogo 4, não vai entender nada. Os números não saltam aos olhos, mas o cara foi simplesmente FUNDAMENTAL para os Knicks empatarem a série contra os Hawks em 2-2.

    Olha, eu acompanho essa série desde o começo e posso falar: os Knicks finalmente acordaram na defesa. E quem estava no meio de tudo? O Hart. O técnico Mike Brown não economizou elogios depois da vitória por 114-98 em Atlanta.

    Canivete suíço na defesa

    “Josh estava realmente bom na marcação individual”, disse Brown. “Ele tem pés rápidos, é forte e quando se concentra, se concentra mesmo.” E cara, isso ficou mais do que claro no jogo.

    Os Hawks fizeram apenas 41% dos arremessos de quadra e uns ridículos 24,4% nas bolas de três. Nineteen turnovers que os Knicks converteram em 21 pontos. É ou não é defesa?

    O mais impressionante é como eles usaram o Hart. O cara marcou tanto o Jalen Johnson quanto o CJ McCollum durante o jogo – e foi efetivo nos dois. Sinceramente, achei genial essa estratégia de rodar ele pela quadra conforme a necessidade.

    Efeito dominó na defesa

    Sabe o que mais me chamou atenção? Como a intensidade defensiva do Hart contagiou o time inteiro. O OG Anunoby explicou perfeitamente: “Isso facilita, porque me dá mais tempo para rodar em direção ao aro e decidir se o armador vai parar o dribble ou partir pro garrafão”.

    E vocês viram como os Hawks gostam de correr? Pois é, no jogo 4 eles fizeram apenas SETE pontos de contra-ataque. Sete! A maioria ainda veio no lixo do final do jogo.

    O Hart mesmo admitiu que não estava acertando os arremessos: “Não tenho feito cestas. Então preciso encontrar uma forma de ser impactante”. Mission accomplished, my friend.

    Olha, se os Knicks querem ter alguma chance nessa série (e olha que eu tô torcendo), precisam que o Hart mantenha esse nível defensivo. Porque quando ele pressiona a bola assim, o time todo fica mais confiante. O Jalen Brunson resumiu bem: “Ele faz o que pedem dele 9,5 vezes em 10”.

    Agora é ver se conseguem manter essa consistência defensiva. Porque até aqui, essa foi de longe a melhor atuação defensiva dos Knicks nos playoffs. E o Hart foi o cara que fez tudo acontecer.

  • Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Cara, que jogo foi esse dos Knicks contra o Hawks! Eu tava aqui mordendo as unhas porque era literalmente vida ou morte no jogo 4, e os caras entregaram tudo. Josh Hart simplesmente decidiu que o CJ McCollum não ia jogar basquete ontem à noite.

    O técnico Mike Brown botou o Hart pra marcar o McCollum desde o primeiro minuto, e mano… foi um clinic defensivo. O cara limitou McCollum a míseros 8 pontos nos primeiros 20 minutos. Oito! Um jogador que normalmente mete 20+ por jogo ficou completamente perdido. Hart tem esse pé ligeiro e quando ele trava na defesa, não tem conversa.

    KAT fez o que tinha que fazer

    Com o Jalen Brunson meio sumido (acontece até com os melhores), alguém precisava assumir a responsa. E quem foi? Karl-Anthony Towns. O cara não só assumiu como fez HISTÓRIA — primeiro triple-double da carreira nos playoffs!

    Sinceramente, eu já tava cansado de ver o Towns sendo subutilizado o ano todo. Quantas vezes a gente não gritou na TV: “Passa a bola pro Towns!” Pois é, no sábado finalmente passaram. Resultado? 10 pontos e 4 assistências só no primeiro quarto. Definiu o tom do jogo ali mesmo.

    O Hart falou uma coisa depois do jogo que me chamou atenção: “Ele é um hub”. Perfeito. O Towns não é só um cara alto que arremessa de 3 — ele distribui, cria jogadas, abre o jogo. Precisavam usar isso melhor o tempo todo.

    OG Anunoby tá voando

    E o OG Anunoby? Meu amigo, esse cara tá num nível absurdo nestes playoffs. Liderou o time com 12 pontos no primeiro tempo, fechou com 22 e 10 rebotes. Quase 9 rebotes por jogo na série — isso é 4 a mais que a média dele na temporada regular!

    Na minha visão, ele tá sendo o melhor Knick nesta série toda. Nos três primeiros jogos: 20 pontos de média com 56% de aproveitamento. E aqueles 8 de 15 de 3? Monstro demais.

    O que mais me impressiona é que quando o Brunson não tá no seu melhor dia, os outros caras aparecem. O José Alvarado saindo do banco e fazendo a diferença, o Hart travando na defesa, o OG dominando dos dois lados… É assim que se ganha playoff.

    Agora vem o jogo 5 e a pergunta que não quer calar: como é que vão marcar o McCollum dessa vez? Porque se ele acordar, a coisa complica. Vocês acham que o Hart consegue repetir aquela performance defensiva?