Tag: New York Knicks

  • Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Brunson assusta mas volta: Knicks ainda vivos nos playoffs

    Cara, que susto! No meio do terceiro quarto do Jogo 4 contra o Hawks, o Jalen Brunson pisou no pé do Josh Hart numa tela e foi direto pro chão. Meu coração quase parou — porque se o Brunson machuca sério agora, acabou pros Knicks.

    O cara saiu mancando e foi direto pro vestiário. Eu já tava imaginando o pior cenário possível: Knicks perdendo de 3-1 na série E sem o seu melhor jogador. Seria o fim da linha pra um time que já tava com a corda no pescoço.

    O alívio que todo torcedor precisava

    Mas ó, graças a Deus o negócio não foi tão grave quanto parecia. Brunson voltou pro banco ainda no quarto período, e pelos números que saíram depois — 12 pontos, 2 assistências em 28 minutos — dá pra ver que ele conseguiu contribuir mesmo meio tocado.

    Sinceramente? Não foi a melhor performance do cara (5/15 nos arremessos de quadra), mas considerando o susto que tomou, ainda bem que conseguiu ficar em pé. E olha, os Knicks estavam segurando uma vantagem confortável mesmo com o armador fora de ritmo.

    A importância do cara é absurda

    Pra vocês terem noção da dependência que Nova York tem do Brunson: nos três primeiros jogos da série, o monstro tava fazendo média de 27.7 pontos e 6 assistências. Aproveitamento de 42% nos arremessos e 36% de três. Números de MVP, mano.

    O Hawks sabe disso. A estratégia deles passa muito por parar o Brunson, e se conseguissem tirar ele do jogo por lesão… seria quase um presente de grego pros caras de Atlanta.

    Agora é torcer pra que seja só um susto mesmo e que ele esteja 100% pro Jogo 5 na terça-feira, lá no Madison Square Garden. Os Knicks precisam dessa vitória em casa pra forçar pelo menos um Jogo 6 — e com Brunson inteiro, as chances aumentam muito.

    E aí, vocês acham que ele aguenta o tranco ou vai sentir ainda nos próximos jogos?

  • Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Olha, eu vi esse lance ao vivo e pensei: “Eita, o que tá rolando aí?”. Jalen Brunson discutindo com o próprio pai durante o jogo? Mas calma aí, porque a história é bem diferente do que parece.

    Na vitória dos Knicks por 114 a 98 sobre o Hawks no jogo 4, as câmeras flagraram uma troca de palavras bem acalorada entre Jalen e Rick Brunson, que é técnico assistente do time. A internet pirou, todo mundo especulando sobre tensão no banco de reservas dos Knicks em plenos playoffs.

    A explicação que faz todo sentido

    Mas o próprio Jalen tratou de esclarecer tudo depois do jogo: “Não teve debate nenhum. Eram só dois competidores ali”.

    Cara, isso me lembra muito da minha época jogando bola no colégio. Quantas vezes não brigamos com técnico, pai, irmão — tudo por causa da paixão pelo jogo? Brunson explicou que aquilo não foi conflito, foi intensidade pura. O tipo de cobrança que ele cresceu recebendo do pai.

    E o timing da discussão? Os Knicks estavam goleando, com vantagem de dois dígitos construída num primeiro tempo dominante. Rick só queria que o filho não relaxasse — especialmente depois das derrotas dolorosas nos jogos 2 e 3.

    Brunson respondeu no jogo

    E funcionou, né? Jalen terminou com 19 pontos e 3 assistências numa performance sólida. Não foi sua melhor noite estatisticamente, mas ele mostrou liderança quando o time precisava.

    Sinceramente, acho que essa cobrança familiar foi fundamental. Os Knicks tinham perdido dois jogos seguidos de forma frustrante, incluindo aquele 109-108 que doeu na alma. O time precisava de um choque, e às vezes isso vem de onde menos esperamos.

    Karl-Anthony Towns brilhou com um triple-double histórico, OG Anunoby jogou muito nas duas pontas da quadra, mas foi essa intensidade renovada que fez a diferença. Os Hawks fizeram só 44 pontos no primeiro tempo — uma surra defensiva dos Knicks.

    Série empatada e decisiva

    Agora a série volta pro Madison Square Garden empatada em 2-2, e aquele momento “viral” entre pai e filho parece ter sido exatamente o que o time precisava pra redescobrir sua pegada.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Essa troca de palavras entre os Brunson pode ter sido o turning point da série. Às vezes é isso mesmo — um puxão de orelha na hora certa vale mais que mil discursos motivacionais.

  • Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Cara, o Josh Hart foi direto ao ponto depois da vitória dos Knicks sobre os Hawks por 114-98 no sábado. Sem papas na língua, o cara admitiu que o time estava com “senso de urgência” — e olha, quando um jogador fala isso abertamente, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    “Havia um senso de urgência ali, perdendo por 2-1. Entregamos dois jogos que deveríamos ter vencido”, disse Hart para os repórteres. E sinceramente? Ele tem razão total. Os Knicks tinham tudo para estar na frente nessa série, mas se complicaram sozinhos.

    Hart comandou a reação defensiva

    O que mais me impressionou foi como o Hart liderou pelo exemplo na defesa. O cara estava em todo lugar no State Farm Arena — roubou duas bolas, forçou 10 turnovers logo no início, e deixou o técnico dos Hawks, Quin Snyder, achando que ele estava marcando o time inteiro ao mesmo tempo.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não economizou nos elogios: “Quando ele se concentra, ele se concentra. Sua atividade defensiva, especialmente na pressão na bola, foi fabulosa esta noite”.

    E vocês viram aquelas jogadas? O Hart roubando a bola e convertendo do outro lado da quadra. É esse tipo de energia que faz a diferença nos playoffs.

    Agora é manter a pressão no jogo 5

    Mas o Hart foi esperto — ele sabe que ganhar um jogo não resolve nada. “Tivemos esse senso de urgência desde o começo e agora temos que estar prontos para ter esse senso de urgência desde o começo no jogo 5”, falou.

    E é isso mesmo. Voltar para o Madison Square Garden com a série empatada em 2-2 é uma coisa, mas manter essa mesma intensidade é outra completamente diferente. Os Knicks não podem relaxar agora.

    Hart marcou 10 pontos e ficou a apenas um rebote do double-double, mas o que realmente importou foi sua liderança nos dois lados da quadra. Foi um dos cinco jogadores dos Knicks a marcar dois dígitos — quando o time todo contribui assim, fica difícil parar.

    Agora é ver se os Knicks conseguem levar essa mesma sede de vitória para casa. O que vocês acham? Eles conseguem fechar a série no MSG ou vão deixar escapar de novo?

  • KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    Olha, eu não esperava que o Karl-Anthony Towns fosse ser ESSE cara nos playoffs, mas o homem simplesmente decidiu que era a hora dele brilhar. No jogo 4 contra o Hawks, KAT mandou o primeiro triple-double da carreira dele nos playoffs (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências) e ajudou os Knicks a empatarem a série em 2-2 com uma vitória de 114 a 98.

    E que atuação, meu amigo! Towns não só pontuou bem — 6 de 10 arremessos —, como distribuiu a bola que nem um armador veterano. Dez assistências! O cara que sempre foi criticado por ser individualista demais mostrou que pode sim fazer os companheiros jogarem melhor.

    Mikal Bridges e Josh Hart acordaram na hora certa

    Depois daquela performance horrorosa no jogo 3 (onde o Bridges nem pontuou), tanto ele quanto o Josh Hart resolveram aparecer. Os dois que fizeram 1 de 12 coletivamente no jogo anterior, mandaram 7 de 11 no primeiro tempo desta vez. Hart inclusive fechou a primeira etapa em grande estilo, anotando 9 dos últimos 11 pontos dos Knicks antes do intervalo.

    Sinceramente, essa dupla estava devendo essa resposta. E que alívio deve ter sido pro Thibodeau ver esses caras voltarem a produzir quando mais precisava.

    Defesa sólida e rebote dominante

    Uma coisa que me chamou atenção foi como os Knicks dominaram no garrafão. Eles pegaram rebote ofensivo o jogo todo, criando segundas chances enquanto não deixavam os Hawks nem chegarem perto da tabela deles. No primeiro tempo, Atlanta fez só 44 pontos — uma pressão defensiva absurda.

    O OG Anunoby também mandou bem com um double-double de 22 pontos e 10 rebotes. E tem o Miles McBride saindo do banco pra fazer 8 dos seus 11 pontos no último quarto, acertando 3 de 6 do perímetro.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade no jogo 5? Porque uma coisa eu garanto: se o Towns continuar jogando assim, distribuindo e pontuando, essa série pode virar rapidinho. O cara mostrou que quando resolve aparecer nos momentos grandes, ele realmente pode ser decisivo.

    Brunson fez 19 pontos mas perdeu 6 bolas — algo que ele precisa melhorar pro próximo jogo. Mas com Towns nesse nível e os outros caras voltando a acertar os arremessos, os Knicks têm tudo pra surpreender nessa série.

  • Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Olha, eu não esperava isso mas o clima esquentou MESMO entre o técnico do Mitchell Robinson e Mike Brown dos Knicks. E não é pra menos — ver um pivô daquele tamanho jogando só 11 minutos numa derrota por 1 ponto nos playoffs é de doer o coração.

    O cara que treina o Robinson, Marcell Scott, simplesmente perdeu a paciência e foi direto ao ponto no Instagram: “Mike Brown tá com MEDO de se irritar!!! Ele é bonzinho demais pra treinar o New York Knicks!!!”

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do cara. Robinson tá sendo praticamente esquecido na série contra o Hawks, enquanto Brown prefere improvisar com OG Anunoby no garrafão. É meio absurdo quando você pensa que tem KAT e Mitchell ali parados no banco.

    A estratégia “Hack-a-Mitch” tá funcionando

    Tá, vou ser justo com o Brown aqui. O Atlanta descobriu a fórmula: faz falta no Robinson e torce pra ele errar os lances livres. E tá dando certo — o cara acertou só 2 de 6 tentativas na série.

    Mas porra, 11 minutos? Em um jogo de playoff decidido por 1 ponto? Isso é jogar com medo mesmo. Brown até tentou usar o Robinson no começo dos quartos no jogo 2 (quando Atlanta não pode fazer a estratégia da falta), mas na hora H deixou o cara no banco de novo.

    A dupla Robinson + Towns que não rola

    Scott tá pedindo pra jogar com Robinson e Karl-Anthony Towns juntos, mas Brown não quer nem ouvir falar. A explicação dele até faz sentido do ponto de vista tático — seria complicado defender os matchups do Hawks com essa dupla de torres.

    Só que eu fico pensando: será que não vale a pena pelo menos TENTAR? Os Knicks precisam de algo diferente, porque do jeito que tá não tá funcionando. Robinson tem 2,13m e é um monstro no rebote e nas finalizações perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Brown deveria dar mais chances pro Robinson mesmo com o problema dos lances livres? Ou tá certo em priorizar a versatilidade tática? Porque uma coisa é certa: se os Knicks caírem nessa série, essa polêmica vai render MUITO assunto na offseason.

  • Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Gente, que situação complicada pro Mikal Bridges. O cara que chegou no Knicks como a grande aposta pra playoffs simplesmente virou banco no jogo mais importante da série até agora. Mike Brown tirou ele da partida no terceiro quarto e praticamente não colocou mais — apenas 21 minutos em quadra, recorde negativo na carreira dele em playoffs.

    E olha, não foi uma decisão técnica qualquer não. O Bridges estava completamente perdido em quadra: zero pontos, quatro erros de ataque e um rating de -26 que dói só de ver. Pra vocês terem noção do buraco que ele estava cavando pro time, o Knicks perdeu por apenas um ponto (109-108) pro Hawks, e boa parte da culpa foi dele estar jogando mal demais.

    A queda livre continua

    Sinceramente, eu já estava desconfiado do Bridges desde o jogo 2. O cara zerou no segundo tempo daquela partida também, com -11 de rating enquanto o Hawks virava o jogo. Duas partidas seguidas jogando muito mal no momento que mais precisa — isso preocupa qualquer torcedor do Knicks.

    Mike Brown tentou passar pano na coletiva: “Não estou preocupado com ele, só fui com o que o jogo pedia naquele momento”. Mas cara, quando você tira um dos seus principais jogadores e coloca o Miles McBride no lugar (que, diga-se de passagem, meteu cinco bolas de três), é porque a coisa está feia mesmo.

    Knicks em apuros na série

    Agora os caras estão atrás no placar da série (2-1) e precisam reagir rápido. O OG Anunoby fez sua parte com 29 pontos e 9 rebotes, o Brunson também colaborou com 26 pontos — mas perdeu todas as cinco tentativas de três que tentou, o que mostra como o Hawks conseguiu incomodar eles defensivamente.

    E tem mais: o Jonathan Kuminga saindo do banco do Hawks e fazendo 21 pontos, destruindo a segunda unidade do Knicks com velocidade e energia. Quando o seu banco está sendo dominado pelo adversário E seu titular estrela está jogando mal, a conta não fecha mesmo.

    O próprio Bridges assumiu a responsabilidade depois: “Tenho que aceitar isso e estar pronto pro próximo jogo. Vai ser difícil, mas é o que é. Preciso jogar melhor pra ajudar meu time”. Pelo menos o cara tem caráter pra assumir quando erra.

    Agora é torcer pra ele conseguir se recuperar mentalmente, porque playoffs não perdoa mesmo. E aí, vocês acham que o Bridges volta a jogar bem ou vai continuar nessa queda livre?

  • Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Cara, eu vi muita coisa ruim no basquete, mas a cara do Josh Hart ontem à noite depois daquele jogo foi de partir o coração. O cara simplesmente travou na hora H e custou a vitória pros Knicks contra os Hawks, 109-108.

    Olha, o Hart não é qualquer um não. Estamos falando de um jogador que virou peça fundamental desse time de Nova York, um dos melhores defensores da liga que ainda por cima sabe distribuir a bola. Mas ontem? Simplesmente sumiu do mapa.

    Uma noite para esquecer

    Os números não mentem: 1 de 9 nos arremessos, sendo 0 de 4 do perímetro. Em 40 minutos de quadra — que é praticamente o jogo inteiro — o cara conseguiu apenas 2 pontos. Dois. É o tipo de estatística que você olha duas vezes pra ter certeza que não tá sonhando.

    E o mais impressionante é que Hart tinha chegado aos dois dígitos nos dois primeiros jogos da série. Aí você vai ver o cara que sempre aparece nas horas importantes simplesmente travando quando o time mais precisava dele.

    “Eles simplesmente não entraram. Achei que o arremesso do canto ia entrar. Eu tenho que acertar esses arremessos”, disse Hart pros repórteres depois do jogo. Dá pra ver na cara dele que tava destruído.

    Um arremesso mudaria tudo

    E sabe o que é mais cruel? Bastava UM arremesso a mais pra história ser completamente diferente. Os Knicks perderam por apenas um ponto, então qualquer uma daquelas bolas que rimaram na cesta do Hart teria mudado o resultado.

    O time de Nova York ainda se ferrou mais quando Jalen Brunson perdeu uma bola no finalzinho que poderia ter sido a cesta da vitória. Aí o CJ McCollum apareceu do outro lado e mandou a que decidiu o jogo pro Atlanta.

    Pelo menos outros caras apareceram. OG Anunoby foi monstro com 29 pontos, Brunson fez 26 apesar do erro final, e Karl-Anthony Towns cravou um double-double com 21 pontos e 17 rebotes. Mas não adiantou nada se o Hart, que sempre resolve na defesa e na distribuição, simplesmente não conseguiu acertar nem uma bandeja.

    Agora é reagir ou morrer

    A realidade é crua: os Knicks estão com a corda no pescoço. Se perderem o próximo jogo, vão estar 3-1 pra baixo na série, e aí já era. Vocês acham que o Hart consegue se recuperar psicologicamente dessa?

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogo que separa os grandes jogadores dos medianos. O Hart sempre foi confiável, sempre apareceu quando precisava. Agora é ver se ele consegue esquecer essa noite horrível e voltar a ser o jogador que conhecemos no jogo 4.

    Porque, sinceramente, os Knicks não podem se dar ao luxo de ter o Hart sumido mais uma vez. Não com os Hawks jogando desse jeito e aproveitando cada vacilo do adversário.

  • KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    Cara, que situação complicada a do Karl-Anthony Towns e dos Knicks. Depois de levar uma virada cruel dos Hawks por 109 a 108 no Jogo 3, o pivô deixou bem claro o que todo mundo já sabia: não adianta fazer bonito no individual se o time não consegue fechar as partidas.

    “Não significa nada se você não ganha, honestamente. Essa é a resposta”, disparou KAT quando perguntaram sobre seu desempenho ofensivo. E olha, ele tem toda razão. O cara fez um jogaço – 21 pontos e 17 rebotes em 34 minutos, muito mais agressivo que no Jogo 2, quando ficou zerado no último quarto.

    A evolução do KAT que não bastou

    Sinceramente, eu vi uma versão bem diferente do Towns no Jogo 3. Além de buscar mais o jogo ofensivo (como todo mundo pediu depois daquela atuação apagada), ele também apareceu na defesa. Duas tocos no momento decisivo! Para um cara que sempre foi questionado defensivamente, isso é um baita progresso.

    Mas aí que tá o problema: fazer tudo certo individualmente e ainda assim perder por um ponto dói demais. “É difícil, temos que manter a cabeça erguida. Tudo bem ficar desapontado, isso significa que nos importamos”, falou Towns depois do jogo. Dá pra sentir a frustração na voz do cara.

    Knicks com a corda no pescoço

    A realidade é crua: os Knicks estão 2-1 atrás na série e não podem mais vacilar. Perder o Jogo 4 em Atlanta seria praticamente assinar o atestado de óbito da temporada. Eu sei que 3-1 não é morte (pergunta pro Warriors de 2016), mas convenhamos – não é todo time que consegue uma virada dessas.

    O que mais me chamou atenção na fala do Towns foi ele assumir que o time “lutou” mas não conseguiu “fechar o jogo”. Essa é a palavra-chave: fechar. Os Knicks tiveram a chance de empatar a série em casa e deixaram escapar nos detalhes finais.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem reagir em Atlanta? Porque pelo que eu vi, o KAT tá fazendo a parte dele – agora o resto do time precisa aparecer também. Sábado tem Jogo 4, e é literalmente agora ou nunca para Nova York.

  • McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa os Knicks. Depois de fazer aquela loucura no jogo 2 no Madison Square Garden, o cara voltou e decidiu mais uma vez — dessa vez em casa, em Atlanta.

    Com 12.5 segundos no relógio e os Hawks perdendo por um ponto, McCollum recebeu a bola e mandou um fadeaway de 15 pés que foi direto no fundo da rede. 109-108 para Atlanta, série 2-1. Vinte e três pontos no final das contas.

    Uma noite de altos e baixos

    Olha, os Hawks dominaram praticamente o jogo inteiro, chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo. Parecia que ia ser tranquilo, mas aí você lembra que é playoff da NBA — nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: voltaram no sufoco. Jalen Brunson (26 pontos) converteu um and-one com 1:03 no relógio e colocou Nova York na frente por 108-105. Meu coração já estava acelerando só de imaginar outro colapso dos Hawks.

    Mas Jalen Johnson, que foi o cestinha da noite com 24 pontos, respondeu na lata. Josh Hart errou uma de três para os Knicks, eles pegaram o rebote ofensivo mas não conseguiram arremessar a tempo. Sinceramente? Foi um alívio ver que dessa vez Atlanta não entregou.

    McCollum é problema sério para Nova York

    Esse cara tá assombrado com os Knicks, não é possível. Começou o jogo já mandando uma de três step-back — como se estivesse mandando um recado: “oi, eu ainda tô aqui”.

    E não foi só no ataque. Teve uma jogada defensiva absurda quando o Hart pegou uma sobra e saiu em velocidade. McCollum foi lá e tocou a bola, que bateu no pé do Hart e virou posse dos Hawks. Jogada de veterano mesmo.

    Jonathan Kuminga saindo do banco também foi monstro — 21 pontos. Do lado dos Knicks, o OG Anunoby liderou com 29, mas não adiantou muito.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar no jogo 4? Porque até agora o McCollum tá fazendo o que quer com essa defesa de Nova York. E olha que ainda tem mais dois jogos possíveis em Atlanta…

    Mike Brown reclamou da arbitragem depois do jogo, disse que perderam algumas faltas no garrafão. Pode até ser, mas no fim das contas quem decidiu foi aquela fadeway do McCollum. Puro sangue frio.

  • CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    Olha, eu já vi muito final dramático na NBA, mas essa foi de arrepiar. CJ McCollum simplesmente decidiu ser clutch nos últimos segundos e mandou um fadeaway de 15 pés que calou Madison Square Garden. Hawks 109, Knicks 108. Série virada: 2-1 pra Atlanta.

    E o mais louco? McCollum já tinha destruído os Knicks no Jogo 2, e repetiu a dose ontem à noite. 23 pontos do cara, sendo que o arremesso mais importante veio faltando 12.5 segundos no relógio. Fadeaway limpo, sem dó.

    Hawks mostraram coração de campeão

    Sinceramente, eu não esperava que esse time de Atlanta tivesse essa mentalidade. Jalen Johnson foi o cestinha com 24 pontos — esse moleque tá crescendo demais nos playoffs. E olha só que banco produtivo: Jonathan Kuminga saiu do banco pra fazer 21 pontos. Quando o sexto homem aparece assim, é sinal que o time tá encaixado.

    “Eles trabalham, eles compartilham”, disse o técnico Quin Snyder. E é isso mesmo. Os Hawks chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo, mas isso é NBA, né? New York não ia desistir fácil.

    Final de infarto em Atlanta

    A virada dos Knicks veio mesmo. Jalen Brunson — que tá jogando muita bola nessa série — acertou uma jogada de três pontos e colocou New York na frente: 108-105 com 1:03 no relógio. Pensei: “Pronto, acabou pra Atlanta”.

    Mas não. Jalen Johnson respondeu na lata, cortou a diferença pra um ponto só e deixou tudo preparado pro show do McCollum. E que arremesso, meu amigo! Frieza total.

    Os Knicks ainda tiveram duas chances no final. Josh Hart errou um arremesso de três, a equipe não conseguiu bater o cronômetro de posse na sobra ofensiva, e Brunson perdeu a bola pro Kuminga quando o tempo zerou. Assim que acaba uma série — nos detalhes.

    OG Anunoby liderou New York com 29 pontos, Brunson fez 26 e Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Time bom, mas faltou um pouco de sorte no final.

    “Você não poderia pedir nada melhor que isso”, disse o técnico Mike Brown sobre a situação final. “Menos de um minuto pra jogar e a chance de abrir três pontos de vantagem.” Realmente, era pra ter dado certo pros Knicks.

    Agora é Jogo 4 no sábado, em Atlanta. Os Hawks saltaram pra favoritos na série com 57% de probabilidade de classificação. E aí, vocês acham que conseguem fechar em casa ou os Knicks vão empatar tudo?