Tag: New York Knicks

  • McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa quando o assunto é quebrar o coração dos fãs de Nova York. Ontem à noite, em Atlanta, o cara foi lá e decidiu o jogo com um fadeaway aos 12.5 segundos do fim, dando a vitória por 109-108 para os Hawks e colocando o time em vantagem de 2-1 na série de primeira rodada dos playoffs.

    E olha, não é a primeira vez que ele faz isso com os Knicks nessa série. Depois de já ter brilhado no Jogo 2 no Madison Square Garden, McCollum recebeu a bola com o time perdendo por um ponto e simplesmente resolveu. Arremesso de 15 pés, swish, 23 pontos no final da noite. Monstro.

    Hawks dominaram, mas quase entregaram tudo

    O mais louco dessa história toda é que os Hawks controlaram praticamente o jogo inteiro. Chegaram a abrir 18 pontos de vantagem no primeiro tempo — parecia que ia ser tranquilo. Mas aí você lembra que isso aqui são os playoffs da NBA, né? Nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: lutaram até o final. Jalen Brunson (que terminou com 26 pontos) fez uma jogada de três pontos tradicional faltando 1:03 e colocou Nova York na frente por 108-105. Eu sinceramente achei que ia dar zebra.

    Mas o Jalen Johnson, que foi o cestinha dos Hawks com 24 pontos, empatou o jogo. E aí veio o McCollum para resolver a parada. Jonathan Kuminga ainda roubou a bola do Brunson no final para selar a vitória — que noite do garoto saindo do banco com 21 pontos!

    Knicks têm time, mas…

    Olha, não dá para falar que os Knicks não brigaram. OG Anunoby foi o cara da noite com 29 pontos, o Brunson fez os dele (26) e o Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Mas vocês acham que esse time aguenta a pressão de estar perdendo a série em casa?

    Na minha visão, os Hawks estão jogando um basquete muito mais solto e confiante. McCollum tá naquela fase onde tudo que ele arremessa vai dentro, e quando um jogador experiente como ele tá assim nos playoffs… complicado de parar.

    O Jogo 4 é sábado, ainda em Atlanta. Se os Hawks ganharem, podem fechar a série em casa no Jogo 5. Será que os Knicks conseguem reagir ou vão embora cedo mais uma vez?

  • Towns quer ser ‘Knick pra vida toda’, mas pressão é absurda

    Towns quer ser ‘Knick pra vida toda’, mas pressão é absurda

    Olha, eu sempre achei que o Karl-Anthony Towns tinha cara de quem ia se apaixonar por Nova York. E pelo visto não me enganei — segundo fontes próximas ao pivô, ele quer mesmo ficar no Knicks pro resto da carreira. “Ele quer muito que as coisas deem certo aqui”, disse uma fonte à ESPN. “Ele quer ser um Knick pra vida toda.”

    Mas calma aí. A coisa não é tão simples assim.

    A pressão em cima do KAT tá no nível estratosférico, cara. O James Dolan (dono do Knicks) praticamente deu um ultimato: é pra chegar na final da NBA pela primeira vez desde 1999. Sim, 1999! Eu nem tinha nascido direito quando o Knicks chegou na final pela última vez.

    O fantasma do Giannis ronda Madison Square Garden

    E aqui entra a parte mais tensa da história. Towns ainda tem dois anos de contrato pela frente — US$ 57,7 milhões em 2026-27 e uma opção de jogador de US$ 61 milhões pra 2027-28. Esse salário gigante faz dele a principal moeda de troca caso o Knicks resolva partir pra cima do Giannis Antetokounmpo.

    Pois é, parece que Knicks e Bucks já tiveram conversas exclusivas sobre o Greek Freak no verão passado. E com Milwaukee fazendo uma temporada turbulenta, todo mundo espera que essas conversas voltem a esquentar.

    Sinceramente? Eu entendo o Towns querer ficar. Nova York é o palco dos sonhos, Madison Square Garden é lendário. Mas a pressão deve ser de enlouquecer.

    Números em queda livre preocupam

    E olha, os números não tão ajudando muito o nosso pivô. Esta temporada ele teve apenas 13,8 arremessos por jogo — recorde negativo na carreira. A pontuação caiu pra 20,1 pontos por partida, a menor desde o ano de calouro. Vários assistentes técnicos da Conferência Leste tão questionando como o Mike Brown tem usado o KAT.

    “Se eles não chegarem na final, o Towns vai levar a maior bronca — depois do Bridges, que custou todas aquelas picks de draft”, disse um executivo rival. “Porque o Brunson não vai ser culpado, e vão dizer que o Towns não entregou. Especialmente com o Giannis ali disponível.”

    Cara, que pressão absurda, né? O monstro quer ficar, tem talento de sobra, mas tá numa sinuca de bico. E vocês, acham que ele consegue aguentar essa pressão toda e levar o Knicks longe nos playoffs?

  • Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistindo o jogo 2 dos Knicks contra o Hawks segunda-feira, bateu aquela sensação de “lá vamos nós de novo”. Karl-Anthony Towns, o cara que ganha 53 milhões por ano, simplesmente desapareceu no quarto período.

    Nos três primeiros quartos? O homem estava voando. 18 pontos, 8 rebotes, 8 de 10 nos arremessos. Em 25 minutos, os Knicks ganharam por 15 pontos quando ele estava em quadra. Aí chegou a hora da verdade e… duas tentativas de arremesso em oito minutos. Duas! E errou as duas.

    Mike Brown coloca a culpa no Towns

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown não poupou o astro. Basicamente disse que Towns precisa se impor mais no jogo. “Ele sabe que precisamos que ele seja agressivo”, falou o treinador.

    Olha, eu entendo a posição do Brown. Towns não é mais um novato – o cara já foi várias vezes All-Star. Mas sinceramente? Acho que o problema vai além da “falta de agressividade”.

    No jogo 1 foi o contrário: Towns começou mal (2 de 9 nos três primeiros quartos) mas explodiu no final – 11 pontos em 7 minutos no último período, acertando tudo que tentou. Essa inconsistência está matando os Knicks.

    O problema é mais profundo

    A real é que os Knicks ainda não descobriram como usar o Towns de forma consistente no ataque. Em 77 jogos com Brown, eles ainda não acharam a fórmula mágica.

    E olhem os números que descobri: quando Towns joga contra alas, ele tem posse de bola 32% do tempo. Contra outros pivôs? Esse número salta para 48%. No jogo 2, os Hawks colocaram Onyeka Okongwu pra marcar ele no meio do terceiro quarto, mas mesmo assim os Knicks não conseguiram explorar essa vantagem.

    O próprio Brown admitiu depois: “Não executamos bem no ataque, começando por mim. Não variamos o suficiente no final do jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem resolver isso a tempo? Porque com expectativas de título e o salário que o Towns ganha, não dá pra continuar com ele desaparecendo nos momentos decisivos. Se não resolverem logo, podem dar tchau pros playoffs mais cedo do que esperavam.

  • Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Cara, o Stephen A. Smith tá pistola com o Karl-Anthony Towns. E olha, depois do que rolou no jogo 2 contra o Hawks, eu até entendo a revolta do cara.

    Os Knicks estavam dominando, mano. 91 a 79 no último quarto, tranquilão no Madison Square Garden. Aí do nada — PUFF — despencaram e perderam de 108 a 100. Mas o que mais irritou o Stephen A. não foi nem a derrota em si. Foi ver o KAT mandando beijinho depois de acertar umas bolas de 3 enquanto o time tava derretendo.

    O show de horrores do quarto período

    “Esses caras ficam mandando beijinho quando acertam um arremesso de 3”, disse o Stephen A. no First Take. “Eu entendo que o Jalen Brunson faz isso depois de todo arremesso, mas o KAT fica soprando beijinho e fazendo essas coisas todas. Que diabos você tá fazendo?”

    E não é que ele tem razão? O cara tá celebrando enquanto o time despenca 12 pontos de vantagem. No último quarto, o Towns simplesmente sumiu — apenas dois arremessos. DOIS! Enquanto isso, o CJ McCollum dos Hawks meteu 9 de 12 arremessos e destruiu a defesa dos Knicks.

    Cadê a pegada Thibodeau?

    Sinceramente, eu sinto falta daquele Knicks casca-grossa do Tom Thibodeau. Essa defesa “durona” que tanto falavam parece que evaporou junto com ele. O Mike Brown ainda teve a brilhante ideia de colocar o Mitchell Robinson em quadra — um cara que não jogou NEM UM MINUTO na temporada toda.

    O banco também foi uma vergonha total. Só dois reservas fizeram pontos. Dois! Como é que você compete assim nos playoffs?

    Olha, eu gosto do Towns. É um jogador talentoso pra caramba, mas esse comportamento no meio de um colapso foi de dar vergonha alheia. Vocês acham que ele vai acordar pra vida ou vai continuar mais preocupado com as celebrações?

    Agora a série tá empatada 1-1 e vai pra Atlanta. Se os Knicks não se ligarem rapidinho, vão tomar uma surra na casa do Hawks e aí já era. KAT precisa trocar os beijinhos por cestas no quarto período, senão essa temporada vai acabar mais cedo do que todo mundo esperava.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    O clima já esquentou entre Knicks e Hawks, e olha que estamos só no Jogo 1! Depois da vitória por 113 a 102 no Madison Square Garden, CJ McCollum resolveu cutucar Jalen Brunson, acusando o armador dos Knicks de ‘teatro’ após levar uma cotovelada no terceiro quarto.

    “Eu arremessei um jump shot e o Jalen achou que estávamos numa peça da Broadway”, disparou McCollum no pós-jogo. “Ele encenou até revisarem o lance. Foi um arremesso normal, nada demais — desnecessário, e espero receber meus 2.500 dólares (da multa) de volta.”

    Brunson? Frio como gelo.

    “Não tenho reação nenhuma”, disse o capitão dos Knicks após o treino de domingo. Cara, essa postura mental é exatamente o que você quer ver de um líder nos playoffs. Nada de entrar em picuinha — foco total no que importa.

    28 pontos e liderança na quadra

    Enquanto McCollum reclamava, Brunson deixava o basquete falar por ele. 28 pontos contra 26 do rival, liderando os Knicks junto com Karl-Anthony Towns numa performance coletiva que mostrou por que Nova York é favorita nesta série.

    O técnico Mike Brown nem ligou para a polêmica: “Muitos caras vão falar muita coisa durante os playoffs. O que as pessoas querem falar, problema delas.”

    Sinceramente? Acho que o McCollum tá é nervoso. Perder o Jogo 1 em casa do adversário dói, e essa provocação meio que entrega que ele sabe que vai ser difícil.

    Garden fervilhando e pressão total

    Josh Hart descreveu perfeitamente a atmosfera: “Você tem que estar lá e sentir na pele pra entender. Temporada regular sempre é legal, mas playoffs em Nova York é diferente. A vibe é outra. Tudo fica mais intenso no Garden.”

    E é verdade mesmo — quem já viu playoff no MSG sabe que aquele lugar vira um caldeirão. Os Hawks vão sentir essa pressão toda segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), no Jogo 2.

    “Temos que estar prontos para eles”, disse Brunson. “Você sabe que os times geralmente se recuperam depois de uma derrota, então temos que elevar nossa intensidade, nossa fisicalidade e estar prontos pra igualar a deles.”

    Vocês acham que Atlanta consegue empatar a série fora de casa, ou os Knicks vão abrir 2 a 0 antes de viajar pra Georgia? Pelo que vi no Jogo 1, Brunson tá num nível absurdo e os Hawks vão ter que inventar algo especial pra parar esse cara.

  • OG Anunoby ignora lesão no tornozelo e arrasa no retorno aos playoffs

    OG Anunoby ignora lesão no tornozelo e arrasa no retorno aos playoffs

    Cara, o OG Anunoby simplesmente decidiu que um tornozelo machucado não ia estragar a festa dele no primeiro jogo dos playoffs. E que retorno foi esse!

    O cara estava com o tornozelo esquerdo incomodando desde o penúltimo jogo da temporada regular — inclusive perdeu o último jogo por conta disso. Ainda por cima torceu de novo no sábado durante a partida. Mas sabe o que ele fez? Ignorou completamente e meteu 19 pontos, 8 rebotes e ainda ajudou a travar o Atlanta Hawks na segunda metade do jogo.

    Defesa que faz a diferença

    Olha, eu sempre falo isso: OG Anunoby é daqueles jogadores que você não vê no highlight do SportsCenter, mas que ganha jogo. A defesa dele é simplesmente monstruosa. Os Hawks fizeram apenas 47 pontos nos dois últimos quartos — quarenta e sete! Isso é coisa de quem sabe jogar basquete defensivo.

    “Eu apenas torci, acontece”, disse ele sobre o tornozelo, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Clássico Anunoby mesmo — zero drama, só resultados. O maluco teve um plus-minus de +9 e ainda ficou reclamando que “sempre pode melhorar”. Perguntaram o que ele queria melhorar pro jogo 2: “Tudo”. Essa mentalidade que eu gosto de ver!

    Números que impressionam

    A segunda temporada completa dele com os Knicks foi bem sólida: 16.7 pontos, 5.2 rebotes e incríveis 38.6% de aproveitamento do perímetro. Apareceu em 67 jogos, que já é uma benção considerando o histórico de lesões que ele tem.

    Mas sabe qual é o dado mais impressionante? Os Knicks tiveram 45-22 de retrospecto quando ele esteve em quadra na temporada regular. Quarenta e cinco vitórias em sessenta e sete jogos! Isso mostra o quanto ele é importante pra essa equipe ir longe nos playoffs.

    No jogo contra o Hawks, foi cirúrgico: 6/9 de quadra, duas bolas de três e aquela defesa sufocante de sempre. Só o Miles McBride teve melhor rating que ele (+12 em 21 minutos).

    Sinceramente? Se o OG conseguir se manter saudável, os Knicks têm tudo pra incomodar muito no Leste. A dupla dele com o Jalen Brunson está funcionando perfeitamente — um criando, o outro defendendo e ainda contribuindo no ataque.

    E aí, vocês acham que esse tornozelo vai segurar o homem? Pelo que vi ontem, vai ser difícil!

  • Brunson mete logo 19 no primeiro quarto e Knicks destroem Hawks

    Brunson mete logo 19 no primeiro quarto e Knicks destroem Hawks

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu que não queria brincadeira no Game 1. O cara meteu 19 pontos só no primeiro quarto! Dezenove. No primeiro quarto. Os Hawks nem sabiam o que tinha acontecido quando olharam pro placar.

    Os Knicks venceram por 113-102 no Madison Square Garden, e foi bem mais tranquilo do que o placar sugere. Brunson terminou a noite com 28 pontos e 7 assistências — números que fazem qualquer torcedor nova-iorquino sonhar com título.

    Flashback de 2022

    Olha só que coincidência interessante: o técnico dos Hawks, Quin Snyder, deve ter tido uns flashbacks bem ruins ontem. Por quê? Em 2022, quando ele treinava o Jazz, Brunson (que estava no Mavericks na época) simplesmente destruiu Utah nos playoffs. Mesmo filme, diferentes personagens.

    É impressionante como alguns jogadores têm o timing perfeito pra aparecer nos momentos grandes. E o Brunson, cara… ele tá nesse nível agora. Não é mais aquele reserva bonitinho do Dallas — virou estrela mesmo.

    KAT fazendo a diferença

    Mas não foi só o Brunson não. Karl-Anthony Towns teve uma atuação monstruosa: 25 pontos, 8 rebotes, 4 assistências e ainda 3 tocos em 33 minutos. Eficiência pura.

    Durante a temporada regular, KAT já vinha jogando muito contra os Hawks especificamente. E continuou essa pegada no playoff. O cara tá encaixado perfeitamente nesse esquema dos Knicks — coisa que muita gente duvidava quando rolou a troca.

    Agora, nem tudo foi perfeito. Nickeil Alexander-Walker, que teve a melhor temporada da carreira, meio que sumiu no Game 1. Fez 17 pontos mas precisou de 16 arremessos, e na defesa não foi aquele jogador impactante que a gente conhece.

    Defesa decidiu o jogo

    Quer saber o que mais me impressionou? Os Hawks fizeram 55 pontos no primeiro tempo. Eu já tava pensando “lá vamos nós pra mais um jogaço maluco”. Mas não. Os Knicks simplesmente trancaram a defesa no segundo tempo e os Hawks só conseguiram fazer 47 pontos.

    Quarenta e sete pontos em dois quartos de playoff da NBA. Isso é coisa de time que leva título a sério, gente.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade defensiva? Porque se conseguirem, essa série pode acabar bem mais rápido do que todo mundo imagina.

  • Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente na série de playoffs contra os Hawks, vencendo por 113 a 102, e olha que foi uma partida bem mais complicada do que o placar sugere.

    Jalen Brunson começou o jogo em outro planeta — literalmente não errava nada. Acertou os primeiros seis arremessos e já tinha 22 pontos no primeiro tempo. Eu tava achando que ia rolar mais um daqueles shows de 40+ pontos que ele anda fazendo nos playoffs, mas aí o segundo tempo chegou e… 0 de 7 nos arremessos. Zero mesmo.

    Quando o craque apanha (literalmente)

    E não é que o cara ainda tomou uma joelhada do C.J. McCollum bem onde não pode? Monstro demais a forma como ele continuou jogando e comandando o time mesmo depois disso. Aliás, o jogo foi bem físico — Karl-Anthony Towns levou uma cotovelada na cabeça, o Mitchell Robinson também apanhou… pareceu mais luta livre que basquete em alguns momentos.

    Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade do Brunson. Mesmo sem conseguir acertar nada no segundo tempo, o cara continuou distribuindo bolas, defendendo bem e comandando o time. Terminou com 28 pontos e mostrando que evoluiu muito desde aqueles tempos de Dallas.

    Towns finalmente apareceu quando precisava

    E o Karl-Anthony Towns? Esse sim salvou o jogo no segundo tempo. Depois de um primeiro tempo meio apagado, o cara acordou e meteu 19 pontos apenas na segunda etapa. Fechou com 25 pontos, 8 rebotes e 4 assistências — números de quem tá preparado pra playoffs.

    A química entre Brunson e Towns ainda não é perfeita, não vou mentir. Mas em momentos como esse, quando um não tá conseguindo, o outro aparece. É exatamente isso que times campeões fazem.

    OG Anunoby contribuiu com 19 pontos e Josh Hart fez aquela performance típica dele: 11 pontos e 14 rebotes, fazendo o trabalho sujo que ninguém vê mas que faz toda diferença.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo na série toda? Porque se conseguirem, essa pode ser finalmente a temporada que a torcida do Madison Square Garden tanto espera. O primeiro jogo sempre dá uma ideia do que vem pela frente, e esse aqui mostrou que vai ser uma série física e disputada até o final.