Tag: New York Knicks

  • Lonzo Ball solta o verbo: Brunson é o melhor Knick da história

    Lonzo Ball solta o verbo: Brunson é o melhor Knick da história

    Cara, quando você consegue fazer um Lonzo Ball — que já jogou com LeBron, AD e outros monstros — declarar que você é o MELHOR jogador da história de uma franquia lendária como os Knicks, é porque você tá fazendo algo muito especial mesmo.

    Foi exatamente isso que rolou depois do Jogo 1 das Finals entre Knicks e Spurs. Brunson meteu 30 pontos numa virada absurda (saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 105-95), e o Lonzo não se segurou no X:

    “Comentário atrasado aqui, mas Brunson é o melhor Knick de todos os tempos… tipo, EVER”

    A jogada que mudou tudo

    Olha, eu assisti ao jogo e confesso que quando vi os Knicks 14 pontos atrás no terceiro quarto, pensei “já era”. Mas aí vem o Brunson no último quarto e simplesmente resolve o jogo.

    A jogada decisiva? Knicks perdendo por 95-94, faltando 1:50, e o cara acerta uma bomba de três do canto que botou Nova York na frente pra não sair mais. Frieza total. Esse é o tipo de momento que separa os bons dos grandes.

    E não foi sorte não, viu? Desde que chegou aos Knicks em 2022, Brunson transformou esse time. Quatro anos consecutivos com mais de 24 pontos de média, incluindo uns 28.7 brutais na temporada passada. O maluco simplesmente não para de evoluir.

    Mas será que Ball exagerou na dose?

    Agora, vamos combinar — dizer que Brunson é melhor que lendas como Walt Frazier (que ganhou DOIS títulos pelos Knicks) e Willis Reed é dose, né? Os próprios torcedores de Nova York saíram no pescoço do Lonzo.

    “Ainda não. Clyde e Willis estão à frente dele por enquanto”, respondeu uma conta de fã dos Knicks. E olha, eu entendo o ponto. Frazier é praticamente um deus em Nova York.

    Mas sinceramente? Acho que o Brunson tá no caminho certo. Se ele conseguir levar esse título pros Knicks — a primeira Finals desde 1999, gente! — aí a conversa muda de figura completamente.

    E vocês, acham que três vitórias a mais nas Finals são suficientes pra coroar o Brunson como o maior Knick ever? Ou os veteranos Walt Frazier e Willis Reed são intocáveis mesmo?

    O Jogo 2 é hoje à noite, e se os Knicks voltarem pra casa com 2-0 na série, essa discussão vai ficar ainda mais quente. Mal posso esperar!

  • Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Johnson quer Spurs mais ‘gananciosos’ após derrota no Jogo 1 das Finais

    Cara, eu não esperava ver os Spurs jogando desse jeito no Jogo 1 das Finais da NBA. Perder em casa para os Knicks por 105-95 já dói, mas perder atirando apenas 25,6% do perímetro? Isso sim é de dar dor de barriga.

    Mitch Johnson não tentou mascarar a realidade depois da derrota. Quando perguntado sobre os arremessos de 3 pontos da equipe, o técnico foi direto: “Acho que erramos alguns arremessos bons”. E olha, foram 43 tentativas do perímetro — muitas delas com espaço para atirar.

    A diferença entre arremesso ruim e oportunidade perdida

    O mais interessante foi ver Johnson falando sobre ser mais “ganancioso” nas posses de bola. Na minha visão, ele tá certo. Os Spurs tiveram uma liderança de 14 pontos no terceiro período e simplesmente deixaram escapar.

    “Acho que haverá algumas posses que poderíamos ter trabalhado mais o cronômetro, trabalhado mais defensivamente contra eles”, explicou Johnson. “Provavelmente poderíamos ser um pouco mais gananciosos nessas posses para conseguir algo melhor como grupo.”

    Sinceramente, faz sentido. Às vezes a equipe tava forçando arremessos quando podia trabalhar melhor a jogada. Johnson mesmo admitiu que precisa rever o filme para analisar algumas tentativas de 3 pontos muito cedo no cronômetro de posse.

    O fantasma das finais anteriores

    Essa performance me lembrou da derrota no Jogo 4 contra Minnesota na segunda rodada, quando os Spurs acertaram apenas 23% dos arremessos de 3. A diferença? Naquele jogo eles tentaram apenas 26 vezes, não 43 como contra os Knicks.

    Ah, e claro, teve aquela polêmica expulsão do Wembanyama por dar uma cotovelada no Naz Reid. Coincidência ou não, quando o garoto francês não tá em quadra, o ataque dos Spurs perde muito da identidade.

    Johnson foi claro sobre o que precisa mudar: “Definitivamente não tivemos pressão suficiente no garrafão durante toda a noite. Temos que ter certeza de que ainda estamos colocando força no garrafão. Vamos conseguir nossos arremessos de 3 com isso. Não podemos trabalhar de fora para dentro. Temos que ir mais de dentro para fora, com certeza.”

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se continuarem atirando assim do perímetro, essa série pode acabar rápido demais.

  • Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, eu não esperava essa reação do Wembanyama depois da derrota no primeiro jogo das Finais. O menino estava zen total na coletiva — completamente diferente do emocional que a gente viu durante toda essa pós-temporada dos Spurs.

    “Foi rápido. Acho que deixamos essa escapar”, foi só isso que o Victor disse quando perguntaram sobre quando ele sentiu o jogo escorregando das mãos. Mano, que frieza!

    Uma coletiva totalmente diferente

    Quem acompanha as entrevistas do Wemby sabe que ele sempre dá aquela pausadinha antes de responder — seja pra processar a pergunta, traduzir na cabeça ou só escolher as palavras certas mesmo. É meio que a marca registrada dele.

    Mas quarta-feira foi totalmente diferente. O cara estava sentado ali, respondendo tudo numa boa, como se já soubesse o que iam perguntar. Confiança pura. E olha que os Spurs tinham acabado de perder pra um Knicks experiente que soube administrar o momentum do jogo.

    “Deixamos eles pegarem um rebote ofensivo”, ele comentou sobre um lance específico no último quarto que praticamente selou a vitória de Nova York. “A culpa é nossa. Depois disso, eles são um time experiente, sabem jogar com momentum. Nós tínhamos o momentum até o final do jogo. Por isso disse que deixamos escapar.”

    Confiança contagiante

    E sabe o que mais me impressionou? A calma do Wemby parecia ter passado pro resto do time. Dylan Harper, Stephon Castle, Devin Vassell — todo mundo com a mesma postura. Ninguém de cabeça baixa, ninguém se lamentando. Era como se eles tivessem certeza de que podem virar essa série.

    “É quase como se eu não tivesse nada pra descobrir. É quase como se eu só precisasse jogar normal, nem bem”, disse o Victor. “É só fazer a coisa certa que já é suficiente. Quando jogamos mal, quando EU jogo mal, é quando damos tiro no próprio pé. Por isso não estou preocupado. Vamos estar muito melhor. EU vou estar muito melhor.”

    Sinceramente? Fiquei impressionado com essa maturidade. O moleque tem 22 anos e está nas Finais da NBA pela primeira vez. Era de se esperar uma certa ansiedade, né? Mas não — ele parece que já entendeu perfeitamente o que precisa fazer.

    Os Spurs aprenderam com os obstáculos

    E olha, essa resiliência não apareceu do nada. Durante toda essa pós-temporada, os Spurs foram criticados pela inexperiência, mas foram se ajustando a cada round, superando um obstáculo atrás do outro. O crescimento do Wemby como líder tem sido em tempo real — e que evolução, hein?

    Se eles chegaram até aqui surfando na emoção do francesão, talvez agora sigam essa serenidade dele de volta pra série. E aí, vocês acham que essa postura zen do Wembanyama vai ser suficiente pra virar o jogo contra a experiência dos Knicks?

    Uma coisa eu garanto: vai ser uma série épica.

  • NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que o Jalen Brunson é um cara super tranquilo. O armador dos Knicks raramente perde a compostura em quadra — então quando você vê ele visivelmente irritado, é porque rolou algo sério mesmo.

    E foi exatamente isso que aconteceu na quarta-feira, no finalzinho da vitória dos Knicks sobre os Spurs por 105-95 no Jogo 1. A NBA tá investigando dois torcedores que aparentemente fizeram comentários pesados com o Brunson quando o jogo já tava praticamente decidido.

    O que rolou na Frost Bank Arena?

    A situação aconteceu quando o OG Anunoby tava cobrando lances livres, faltando só 20 segundos pro fim. Dá pra ver nas imagens o Brunson conversando — ou melhor, discutindo — com uns torcedores perto da lateral. Depois do apito final, ele foi falar com o árbitro Scott Foster e apontou pra galera.

    O negócio tava tão tenso que precisaram os próprios companheiros de time, incluindo o Jose Alvarado, puxarem o Brunson de lá. E olha, se você conhece o perfil do cara, isso já diz tudo sobre o que deve ter rolado.

    Quando perguntaram pra ele no dia seguinte, Brunson foi bem direto: “Tô de boa pra falar sobre isso. De boa.” Traduzindo: não quero nem tocar no assunto.

    Quem foram os envolvidos?

    Aqui fica interessante. Teve um vídeo que viralizou nas redes sociais mostrando o Brunson trocando umas palavras com uma mulher que tava na courtside. Mas segundo o Stefan Bondy do The Post, não foi ela não. A liga tá investigando na verdade um homem e mais uma pessoa.

    O Josh Hart, que é parceirão do Brunson, falou que nem viu direito o que aconteceu: “Ele é sempre muito calmo, controlado. Tenho certeza que os torcedores disseram algo pesado pra tirar ele do sério. Queria poder explicar melhor, mas não vi a interação.”

    E aí, vocês acham que a NBA vai tomar alguma atitude mais séria com esses torcedores? Porque uma coisa é certa: pra um cara comportado como o Brunson reagir assim, a coisa deve ter passado do limite mesmo. Sinceramente, acho que torcedor tem que vibrar, mas sempre respeitando os limites, né?

  • Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Olha só que loucura: o Jalen Brunson não só meteu aquela cesta decisiva no finalzinho do Jogo 1 das Finals, como ainda sofreu uma falta que os árbitros simplesmente não marcaram. O relatório dos últimos dois minutos da NBA confirmou o que muita gente já desconfiava — deveria ter tido falta do Devin Vassell naquela jogada.

    Cara, eu assisti aquele lance umas cinco vezes e já tinha ficado com a pulga atrás da orelha. O Brunson tava subindo pro arremesso e o Vassell claramente se moveu em direção a ele depois que a bola já tinha saído da mão. Agora com o L2M Report oficial, fica confirmado: os zebras perderam uma falta importante.

    Brunson foi o cara do jogo mesmo com a arbitragem contra

    Mesmo sem a falta marcada, o armador dos Knicks foi simplesmente monstro no Jogo 1. 30 pontos em 37 minutos, sendo 13 só no último quarto quando a coisa apertou. Tá, o aproveitamento não foi dos melhores (12/31 do campo), mas quando importava ele apareceu.

    E vocês viram como ele jogou tranquilo mesmo sendo a primeira vez nas Finals? Impressionante a maturidade desse cara. Desde que chegou em Nova York em 2022, os Knicks não param de evoluir — playoffs todo ano, duas finais de conferência consecutivas, e agora finalmente chegaram na decisão.

    Spurs vão ajustar para o Jogo 2

    Sinceramente, acho que San Antonio não vai facilitar no segundo jogo. Eles são muito bem treinados pelo Popovich (mesmo aposentado, a cultura dele continua lá) e sabem que não podem sair perdendo por 2-0 jogando em casa.

    O problema é que os Knicks tão numa confiança absurda. Primeira Finals desde 1999 — isso mesmo, 27 anos! — e começaram ganhando fora de casa. O Brunson tá jogando num nível que eu não imaginava que ele conseguiria nas Finals.

    O Jogo 2 é hoje à noite (5 de junho, 21h30). E aí, vocês acham que Nova York consegue abrir 2-0 ou San Antonio empata a série? Uma coisa é certa: depois desse relatório da NBA, os árbitros vão ficar de olho redobrado nos contatos nos arremessos.

  • Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Olha, quando Gary Payton — The Glove, lenda absoluta da NBA — fala, a gente escuta. E o que ele falou sobre Jalen Brunson vai mexer com muita gente por aí.

    No podcast “Game Over” dessa quinta, Payton foi direto ao ponto: só dois jogadores ele colocaria acima do armador dos Knicks neste momento. Steph Curry e Anthony Edwards. É isso. Só esses dois monstros.

    Por que só esses dois?

    “Steph Curry faria muitas cestas e muitos arremessos. Ele vem dos bloqueios. Vai ser decisivo”, explicou Payton. Cara, quem vai discordar disso? O Curry é simplesmente o maior arremessador da história.

    Sobre o Anthony Edwards, Payton curtiu o fato de que ele “pode saltar o ginásio todo e fazer um monte de coisas”. Ant-Man realmente é diferenciado — aquela explosão física é absurda.

    Mas aqui entre nós: colocar apenas dois jogadores acima do Brunson é um baita elogio, não acham? Estamos falando de um cara que há alguns anos era “só” um bom reserva do Dallas Mavericks.

    O show do Brunson nas Finals

    E Payton teve a sorte de estar lá no Frost Bank Center para ver Brunson destruir os Spurs no Jogo 1. O cara se machucou (joelho), voltou. Torceu o tornozelo, continuou jogando. 28 pontos, liderando uma virada histórica.

    Sinceramente, eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o garoto provou que tem sangue de killer nas veias. Aqueles step backs no fim do jogo foram de outro planeta.

    A questão é: será que uma eventual conquista do título colocaria Brunson no mesmo patamar de Curry e Edwards na visão de Payton? Olha, se os Knicks ganharem essas Finals depois de décadas, eu acho que qualquer conversa sobre ranking fica em segundo plano. O cara vai virar lenda instantânea em Nova York.

    E vocês, concordam com a lista do Gary Payton? Ou acham que tem outros nomes que deveriam estar acima do Brunson?

  • Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Olha, eu já sabia que o Josh Hart era personagem, mas o cara conseguiu superar as expectativas ontem. Não só fez história nas Finais da NBA como ainda arrumou treta com o Arsenal no meio do caminho. Só pode ser ele mesmo.

    Vamos aos fatos: os Knicks venceram o Spurs no Jogo 1 das Finais e o Hart teve uma performance simplesmente absurda. Em apenas 27 minutos de quadra, o cara anotou 3 pontos, 15 rebotes, 6 assistências, 4 roubos de bola e ainda deu uma tocada. Números meio malucos, né?

    Primeiro na história a fazer isso

    E o mais doido de tudo? Hart se tornou o PRIMEIRO jogador da história a conseguir pelo menos 15 rebotes, 6 assistências e 4 roubos em um jogo de playoffs jogando menos de 30 minutos. Cara, isso é de outro mundo.

    O desempenho dele foi fundamental para os Knicks virarem um jogo que tava feio. O Spurs chegou a abrir vantagem dupla no terceiro quarto, mas aí o KAT resolveu acordar (10 dos seus 18 pontos no terceiro período) e o Brunson fechou com chave de ouro no último quarto, anotando 13 dos seus 30 pontos.

    Arsenal levou invertida do nada

    Mas aí que vem o melhor da história. Durante o media day antes do Jogo 2, fizeram uma pergunta sobre futebol pro Hart e o cara simplesmente destruiu o Arsenal. “Arsenal não é humilde. Eles já ganharam uma Champions League alguma vez? Há quanto tempo eles existem? Nunca ganharam isso? Tá. Londres é azul, nunca vermelha. Chelsea que é time.”

    Sinceramente, não esperava essa. O cara tá nas Finais da NBA, faz um jogo histórico e ainda arruma tempo pra zoar um time inglês. Esse é o Josh Hart que a gente conhece e ama (risos).

    E aí, vocês acham que o Hart mantém esse nível no Jogo 2? Porque pelo jeito que ele tá inspirado, capaz de quebrar mais uns recordes por aí. O Jogo 2 rola hoje às 22h30 e promete ser quente.

  • Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Cara, o José Alvarado não tem papas na língua mesmo. O armador do Knicks encontrou com seu ex-companheiro Derik Queen e quando o pivô perguntou que conselho ele daria após a temporada de rookie, a resposta foi direta na lata: “Cala a boca e escuta”.

    E olha, vindo do Alvarado, isso não é desrespeito — é carinho. O cara sabe o que é ralar pra chegar onde chegou.

    O caminho difícil do Grad Theft Alvarado

    Pense só: um armador de 1,83m que não foi draftado e hoje está a três vitórias de um título da NBA. O Alvarado teve que provar seu valor todo santo dia desde que pisou na liga. Primeiro no Pelicans, agora no Knicks — nunca teve vida fácil.

    É essa mentalidade que ele quer passar pro Queen. “Você aprende com os momentos”, disse depois. “Seja você mesmo. Você tem um ano importante chegando… então é melhor ter um verão incrível. E eu tô feliz por você.”

    Sinceramente, eu acho essa amizade dos dois sensacional. O Queen até brincou: “Eu era ruim?”. E o Alvarado, sem dó: “Às vezes”. Monstro demais essa sinceridade.

    A pressão em cima do Queen

    Agora vamos falar sério — o Queen tá numa situação complicada em Nova Orleans. O Pelicans trocou sua primeira escolha de 2026 (que vai ser top-10 provavelmente) pros Hawks só pra draftá-lo em 13º. Não foi culpa dele, mas agora a cobrança é absurda.

    O garoto foi All-Rookie Second Team, o que já é mérito pra caramba. Mas vocês acham que isso vai ser suficiente pra acalmar a torcida dos Pelicans se o time não evoluir?

    Por isso o conselho do Alvarado faz todo sentido. “Cala a boca e escuta” não é sobre ser submisso — é sobre absorver conhecimento de quem já passou pela pressão. O José sabe que no segundo ano a cobrança só aumenta.

    Enquanto o Alvarado se prepara pro Jogo 2 das Finais contra o Spurs (imaginem só, Finals!), o Queen vai passar o verão trabalhando. E pode ter certeza que ele vai lembrar desse papo toda vez que as coisas ficarem difíceis. Às vezes a verdade dói, mas é ela que faz a gente crescer.

  • Brunson foi o MONSTRO no Jogo 1 das Finais da NBA

    Brunson foi o MONSTRO no Jogo 1 das Finais da NBA

    Gente, que noitaça do Jalen Brunson ontem em San Antonio! O cara simplesmente decidiu que ia carregar o Knicks nas costas no Jogo 1 das Finais da NBA e… bom, funcionou perfeitamente.

    Olha, eu sempre achei o Brunson subestimado, mas depois dessa performance eu tô começando a achar que ele pode ser um dos jogadores mais vencedores da história da liga. Sério mesmo. O timing dele nos momentos decisivos é absurdo — parece que ele nasceu pra esses jogos grandes.

    O que esperar do Jogo 2?

    Agora a pergunta que não quer calar: como o Spurs vai responder? Porque uma coisa é certa, eles não vão deixar barato de novo.

    O Victor Wembanyama teve alguns toques na área que foram promissores, mas precisa ser mais agressivo. O garoto tem 2,24m, pelo amor! Tem que usar isso mais no garrafão. Na minha opinião, se ele conseguir estabelecer posição lá embaixo desde cedo, o jogo muda completamente de cara.

    E os rebotes ofensivos dos Knicks? Cara, isso foi fundamental no primeiro jogo. Eles criaram várias segundas chances que acabaram virando pontos. É exatamente esse tipo de detalhe que decide uma série de Finais.

    Fox desapareceu quando mais precisavam

    Agora, vamos falar do elefante na sala: o De’Aaron Fox simplesmente sumiu nos momentos cruciais. Não sei se foi nervosismo ou se a defesa do Knicks realmente conseguiu anulá-lo, mas para um cara com a velocidade dele, esperava muito mais.

    Sinceramente, acho que ele vai aparecer no Jogo 2. Jogador da qualidade dele não fica duas partidas seguidas apagado, principalmente em casa.

    E esse papo de troca do Giannis?

    Olha só, no meio de toda essa loucura das Finais, ainda tem os rumores do Giannis Antetokounmpo querendo sair do Milwaukee. Cara, se isso rolar mesmo, vai virar o mercado de ponta-cabeça completamente.

    Vocês acham que ele realmente sai dos Bucks? Porque na minha visão, ele ainda tem contrato e o time não tá tão mal assim. Mas né, a NBA hoje em dia é louca — nunca se sabe o que vai acontecer.

    O Jogo 2 promete ser ainda mais intenso. San Antonio em casa, Wemby com mais confiança, Fox querendo se redimir… vai ser jogaço, podem apostar!

  • Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Cara, eu tô sem palavras com o que os Knicks estão fazendo nestes playoffs. Doze vitórias consecutivas! DOZE! E não é só o número que impressiona — é como eles estão destruindo todo mundo pelo caminho.

    Com a vitória por 105-95 contra o San Antonio Spurs no primeiro jogo das Finais de 2026, o New York empatou com os Spurs de 1999 como a segunda maior sequência da história dos playoffs da NBA. Só os Warriors de 2017 ganharam mais jogos seguidos (e olha que aquele time era monstro).

    Os números são absurdos

    Olha só essa: os Knicks têm um saldo positivo de 272 pontos nessas 12 vitórias. Isso não é só o melhor de 12 jogos dos playoffs — é a melhor sequência de 12 jogos DA HISTÓRIA da NBA. Em qualquer competição. Deixa eu repetir: DA HISTÓRIA.

    E o arremesso de 3? 40,3% de aproveitamento em 402 tentativas. Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks. Eles sempre foram mais um time de garrafão, mas agora estão chovendo bolas de fora igual aos Warriors no auge. Apenas quatro times na história conseguiram acertar mais de 40% das bolas de 3 tentando mais de 400 vezes em 12 jogos de playoff.

    No rebote, a dominância é clara: 111 a mais que os adversários. Sabe quais outros times conseguiram isso? Bulls de 96, Lakers de 80, SuperSonics de 79 e Celtics de 76. Todos campeões. Coincidência? Acho que não.

    KAT virando armador?

    Uma coisa que tá me deixando maluco: Karl-Anthony Towns está dando 6,3 assistências por jogo nessa sequência. O cara nunca — NUNCA — teve essa média na carreira. Nem em temporada regular, nem em playoffs. Parece que o Thibs finalmente achou a fórmula para usar o KAT do jeito certo.

    E tem mais: sete vitórias consecutivas fora de casa. Só os Lakers de 2001 (que eram campeões, né) ganharam mais jogos seguidos como visitantes nos playoffs. Os Knicks também se tornaram apenas o segundo time da história a vencer sete jogos consecutivos por dois dígitos de diferença nos playoffs.

    Ataque e defesa no nível histórico

    O rating ofensivo de 124.6 seria o melhor da história se fosse uma temporada inteira. E na defesa? 101.5, o melhor dessa sequência de 12 jogos. Sabe qual foi o último time a defender assim bem em 12 jogos de playoff? Os Raptors de 2019. Que ganharam o título.

    Quatro vitórias por 30 pontos ou mais. Apenas o Thunder do ano passado (que foi campeão) conseguiu isso em uma única pós-temporada.

    Vocês acham que os Knicks aguentam essa pressão nas Finais? Eu tô começando a acreditar que finalmente chegou a vez de Nova York voltar ao topo. Os números não mentem — esse time tá fazendo algo histórico.