Tag: New York Knicks

  • Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Cara, tem coisa mais bonita no basquete do que um cara que tava esquecido no banco aparecer na hora H e salvar o time? Landry Shamet fez exatamente isso no Jogo 3 dos Knicks contra o 76ers, e olha — foi lindo de ver.

    O moleque saiu do banco e meteu 15 pontos com 5/6 nos arremessos, incluindo 2/3 do perímetro. Detalhe: ele teve +20 de eficiência na vitória por 108-94 que deixou os Knicks com uma vantagem de 3-0 na série. Praticamente acabou com os Sixers ali.

    “Landry não jogou nem um minuto nos playoffs até agora”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “No primeiro jogo ele tava na rotação, no segundo um pouquinho, depois sumiu. Seis, sete jogos sem ver a quadra direito. Hoje ele foi gigante pra gente.”

    A virada que mudou tudo

    Com OG Anunoby machucado (lesão no posterior), Shamet ganhou uma chance inesperada. E quando os Sixers abriram 31-27 no primeiro quarto, foi ele quem começou a virada.

    O cara entrou no segundo quarto junto com Karl-Anthony Towns como único titular em quadra e participou de praticamente toda a corrida que transformou uma desvantagem de 12 pontos numa vantagem de 12. Absurdo.

    “A gente já sabia que eles iam vir com tudo”, explicou Shamet. “Voltando pra casa perdendo de 2-0, claro que iam ter desespero. Eles jogaram muito bem no começo, fizemos alguns ajustes e aumentamos nossa intensidade defensiva.”

    Quando a oportunidade aparece

    Nos últimos minutos do primeiro quarto e durante todo o segundo, Shamet marcou 9 pontos em apenas 13 minutos combinados. Foi ele quem acertou a bola de três que cortou a diferença pra apenas 4 pontos.

    “Precisávamos de uma faísca quando eles nos atingiram na boca e o Landry nos deu isso”, disse Brown. “Foi um jogaço fora de casa e não o abalou. Foi muito divertido de assistir.”

    Na sexta, Shamet jogou 26 minutos — mais do que nos dois primeiros jogos da série somados (20). E olha, não é fácil pegar um cara que tava praticamente fora da rotação e jogar ele numa situação de playoff decisivo. Mas deu certo.

    Josh Hart resumiu bem: “Landry é o profissional definitivo. Ficar fora da rotação e nos dar minutos importantes tanto no ataque quanto na defesa.”

    “É só se manter pronto”, disse o próprio Shamet. “Quando seu número é chamado, você tem que estar pronto. Foi bom estar lá com meus companheiros. Foi bom conseguir a vitória.”

    Com Anunoby ainda incerto pro Jogo 4, Shamet pode ter mais oportunidades. E se a performance de sexta serve de indicação, o cara vai estar preparado. Às vezes o basquete é isso mesmo — quando você menos espera, alguém aparece e vira herói.

  • Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Cara, que cena foi essa na Filadélfia! Os Knicks acabaram de destruir os 76ers por 108-94 no jogo 3, e agora estão com o pé na semifinal — falta só uma vitória pro sweep. Mas o que mais me chamou atenção foi a torcida gritando ‘MVP! MVP!’ pro Jalen Brunson enquanto ele saía de quadra. Na casa do adversário, hein!

    Brunson fez um jogaço absurdo

    O cara simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 33 pontos, 11/22 nos arremessos, 5 rebotes e 9 assistências. Esses números são de craque mesmo, não tem como negar. Brunson tá carregando esse time nas costas nos playoffs, e ontem ele mostrou por que a galera tá falando em MVP pra ele.

    Olha, eu confesso que no começo da temporada não apostava muito nele como candidato a MVP. Afinal, tem o Shai Gilgeous-Alexander e o Jokic brigando lá em cima. Mas o maluco tá fazendo uma campanha absurda — foram 26 pontos e 6.8 rebotes de média na temporada regular, e ainda foi MVP do NBA Cup em dezembro quando os Knicks bateram o Spurs.

    Miles Bridges também meteu a mão na massa

    Não posso esquecer do Miles Bridges, que fez 23 pontos com 8/14 nos arremessos. Essa dupla tá funcionando demais, cara. Os Knicks encontraram uma química que tá dando muito certo nos momentos decisivos.

    Sinceramente? Acho que domingo eles fecham a série em casa. Se conseguirem o sweep, vão pras finais da Conferência Leste pelo segundo ano seguido. E vocês, acham que o Brunson tem chances reais de MVP? Porque olhando esses números dos playoffs… tá difícil ignorar esse cara.

    Uma coisa é certa: essa torcida dos Knicks não tá brincando. Ver eles gritando MVP pro Brunson na quadra do adversário foi de arrepiar. Charles Barkley até chamou o cara de GOAT esses dias — exagerou um pouco, mas entendi o recado (risos).

  • Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Finalmente! Joel Embiid voltou para o Sixers no jogo 3 contra os Knicks, depois de ficar de fora da derrota por 108-102 no jogo 2. O cara estava sofrendo com lesões no tornozelo e quadril direito, mas conseguiu voltar para o quinteto titular na sexta à noite.

    Olha, sinceramente eu achei que ele ia demorar mais pra voltar. Essas lesões do Embiid sempre me deixam preocupado — o monstro já passou por tanta coisa na carreira que a gente nunca sabe se é algo simples ou se vai complicar.

    Sixers precisam reagir urgente

    A situação tá complicada pra Philadelphia. Eles já estão perdendo por 2-0 na série, e jogar sem o Embiid nos playoffs é praticamente impossível. No jogo 2, tentaram usar Andre Drummond, Adem Bona e Dominick Barlow no garrafão, mas não deu muito certo não.

    O técnico Nick Nurse disse que o Embiid estava “melhorando o tempo todo” e até participou do treino na manhã de sexta. Cara, espero que ele aguente o tranco, porque os Sixers dependem demais dele pra ter alguma chance nessa série.

    O quinteto titular ficou com Embiid, Tyrese Maxey, VJ Edgecombe, Kelly Oubre Jr. e Paul George. No papel é um time que briga, mas vamos ver se conseguem funcionar juntos sob pressão.

    Knicks perdem peça importante

    Agora do lado dos Knicks, eles vão sentir a falta do OG Anunoby, que ficou fora com lesão no isquiotibial direito. E olha que o cara estava jogando muito nestes playoffs — 21.4 pontos e 7.5 rebotes de média. Isso é coisa de monstro!

    O próprio Nick Nurse, que treinou o Anunoby no Toronto, falou que nunca viu o jogador tão bem: “Ele tem estado incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto agora. Está no melhor momento que já vi dele.”

    Sem o Anunoby, os Knicks colocaram Miles McBride no quinteto titular, junto com Jalen Brunson, Mikal Bridges, Josh Hart e Karl-Anthony Towns. É um lineup menor, mas que ainda tem qualidade.

    Josh Hart jogou mesmo com uma entorse no polegar esquerdo, e Mitchell Robinson estava disponível depois de se recuperar de uma doença.

    E aí, vocês acham que o retorno do Embiid vai ser suficiente pros Sixers reagirem na série? Porque perder por 3-0 seria praticamente um atestado de óbito pros playoffs deles.

  • Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Cara, que massacre foi esse? Os New York Knicks simplesmente dominaram o jogo 3 dos playoffs e abriram 3-0 na série contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 108-94. E o mais louco? Foi praticamente um jogo em casa… só que em Philadelphia!

    Brunson comandou o show

    Jalen Brunson foi absolutamente monstro, despejando 33 pontos e distribuindo 9 assistências. O cara tá jogando como se fosse o dono da liga, não tem como. E olha que ele teve companhia: Mikal Bridges marcou 23 pontos e Josh Hart contribuiu com 12. Os “Nova Knicks” — como eles chamam esses ex-Villanova — somaram 68 pontos juntos. Absurdo!

    Mas a coisa que mais me impressionou foi o banco dos Knicks. Landry Shamet saiu do nada e meteu 15 pontos, ajudando a segunda unidade a massacrar os reservas dos Sixers por 28-11. Quando seu banco tá jogando assim, é sinal de que o time tá voando mesmo.

    Madison Square Garden… em Philadelphia?

    Sinceramente, eu não acredito no que aconteceu na Xfinity Mobile Arena. A torcida dos Knicks praticamente tomou conta do ginásio dos Sixers! Tinha até o Spike Lee, Tracy Morgan, Timothée Chalamet — galera pesada mesmo. E o Joel Embiid tinha implorado pros torcedores de Philly comparecerem…

    O resultado? Parecia que os Knicks estavam jogando em casa. Que vexame pra Philadelphia, cara. Imagina você ser eliminado em casa com a arquibancada vibrando pro adversário?

    Towns vs Embiid: briga de gigantes

    A treta entre Karl-Anthony Towns e Joel Embiid foi de outro mundo. Os dois se agarraram tanto que pareciam estar disputando uma luta de wrestling. Towns até levou a pior no quesito faltas — ficou com três no primeiro tempo e teve que ir pro banco.

    Mas sabe o que foi o lance mais insano? Mitchell Robinson simplesmente enterrou uma bandeja SOBRE o Embiid após passe do Brunson. O cara voou e mandou o MVP candidato pra poster. Que humilhação, meus amigos.

    Paul George começou voando — 15 pontos só no primeiro quarto. Mas aí veio o segundo tempo e… zero pontos. ZERO. Errou os últimos nove arremessos. E teve um lance que ele simplesmente parou de correr na volta defensiva. Cara, com esse salário, isso é inaceitável.

    Do lado dos Sixers, quem salvou a pátria foi Kelly Oubre Jr. com 22 pontos. Embiid fez 18 pontos mesmo com todas as batalhas contra Towns, e Tyrese Maxey contribuiu com 17.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reagir no jogo 4, ou é o fim da linha? Porque do jeito que os Knicks tão jogando, com essa confiança toda e ainda por cima com a torcida do lado deles… vai ser difícil, hein?

  • Spike Lee tinha 13 anos e estava lá no Game 7 histórico dos Knicks em 1970

    Spike Lee tinha 13 anos e estava lá no Game 7 histórico dos Knicks em 1970

    Cara, imagina só: você tem 13 anos e está no Madison Square Garden vendo seu time conquistar o primeiro título da NBA. Isso aconteceu com Spike Lee em 8 de maio de 1970, e o cara simplesmente não esquece desse dia até hoje.

    O diretor de 69 anos estava no Wells Fargo Center na última sexta, assistindo aos Knicks enfrentarem os 76ers, quando resolveu dar uma aula de história da NBA. “Hoje é 8 de maio”, disse Lee. “Eu estava no Madison Square Garden, 8 de maio do ano do Senhor de 1970, Game 7 contra os Lakers. Eu tinha 13 anos. Eu estava lá.”

    E quando perguntaram onde ele sentava naquela época, Lee deu aquela risada característica: “NÃO ERA NA COURTSIDE!”. Claro né, mano — era só um moleque de 13 anos cujo pai tinha ingressos nas cadeiras amarelas do Garden através do advogado da família.

    O jogo mais épico da história dos Knicks

    Aquele Game 7 é conhecido como “O Jogo do Willis Reed”, e cara, que história absurda. Reed, o capitão dos Knicks, estava praticamente fora de combate por causa de uma lesão no quadril que o tirou do Game 6. Os Lakers tinham vencido aquele jogo com Wilt Chamberlain fazendo a festa (45 pontos e 27 rebotes), forçando o jogo decisivo.

    Aí que vem o momento mágico: Reed apareceu mancando na quadra, ganhou a bola disputada do Chamberlain (!!) e marcou as duas primeiras cestas do jogo. Não fez mais nada depois disso — só 4 pontos em 27 minutos — mas já tinha feito sua parte. Os Knicks ganharam por 113 a 99.

    “Eu tenho uma foto no meu escritório do Willis Reed na maca recebendo uma injeção”, conta Spike. “A razão dele ter aparecido tarde foi porque demorou para a medicação fazer efeito no corpo dele.”

    “Os Lakers congelaram na linha de bandeja”

    E aqui vem a parte mais louca da história, segundo Lee: “Os dois times estavam fazendo aquecimento quando o Reed saiu do túnel. Juro pela alma dos meus pais, a linha de aquecimento dos Lakers congelou completamente.”

    Imaginem a cena: Wilt Chamberlain, Jerry West, Elgin Baylor — lendas absolutas do basquete — parando de aquecer só de ver Willis Reed arrastando a perna pela quadra. “Nunca ouvi um barulho tão alto quanto quando o Willis se arrastou pela quadra”, lembra Spike. “Estive em Super Bowls, Copas do Mundo, tudo, mas nunca ouvi nada igual.”

    Foi nesse dia que Spike Lee se apaixonou definitivamente pelos Knicks. E olha, o cara nunca mais largou o osso. Desde que estourou com “Faça a Coisa Certa” em 1989, ele virou presença garantida na courtside do MSG.

    Patrick Ewing, que estava no banco assistindo ao aquecimento na sexta, ainda brinca com as memórias dos primeiros encontros com Spike: “Assim que ele fez aquele filme, ficou sentado onde está até hoje”, disse o Hall da Fama.

    E aí, galera — vocês acham que Spike vai conseguir ver os Knicks levantando outro título na vida dele? Seria épico um cara que viu a glória de 1970 presenciar uma nova conquista mais de 50 anos depois, não acham?

  • Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Cara, o Joel Embiid deve estar com dor de cabeça — e não é só por causa das lesões. O cara implorou pros fãs do 76ers não venderem os ingressos, mas parece que a invasão laranja e azul na Filadélfia vai rolar mesmo assim.

    Os números são brutais: 59% dos ingressos vendidos no mercado secundário para o Jogo 3 foram comprados por gente de Nova York e Nova Jersey. Só 22% foram pra galera da Pensilvânia. Mano, isso é praticamente um Madison Square Garden 2.0 na casa do Sixers.

    A súplica desesperada do Embiid

    Depois que o Philadelphia passou pra segunda rodada, o Embiid fez um apelo público que até deu pena: “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que a Filadélfia era o Madison Square Garden East. Não vendam os ingressos de vocês. Isso é maior que vocês. A gente precisa do apoio”.

    O cara foi além e disse que se alguém precisasse de dinheiro, ele bancaria. Imagina a situação: um MVP da liga tendo que implorar pros próprios fãs não abandonarem o time. Pesado.

    O 76ers até tentou ser esperto, copiando o que os Pistons fizeram ano passado. Limitaram a venda só pra galera da Grande Filadélfia, checando o endereço do cartão de crédito e tudo mais. Cancelaram pedidos de fora sem dó nem piedade.

    A realidade cruel dos números

    Mas quando você tá perdendo por 2-0 na série e seu astro principal tá machucado (Embiid perdeu o Jogo 2 por lesões no tornozelo e quadril), a fé dos torcedores some mesmo. Kyle Zorn, do TickPick, disse que mais de 3.400 ingressos já estão disponíveis pro Jogo 3.

    E olha só que absurdo: o preço mínimo pro Jogo 3 era $272 no começo da série. Agora? $165. Queda livre. “Depois do Jogo 2, vimos um pico enorme na quantidade de ingressos sendo colocados à venda”, explicou Zorn.

    Sinceramente? Não dá pra culpar totalmente os fãs do Sixers. Time perdendo em casa, jogador franquia quebrado de novo, esperança indo pro espaço… É difícil manter a fé nessa situação.

    Madison Square Garden Sul?

    A ironia é que os fãs do Knicks são conhecidos justamente por isso — viajam pra caramba e lotam estádios rivais. É uma das torcidas mais fiéis da NBA, mesmo com décadas de sofrimento (até recentemente).

    Agora imagina a cena: Embiid volta machucado, olha pro público e vê uma onda de laranja gritando “Let’s go Knicks” na casa dele. Deve ser traumático. E vocês acham que ele aguenta a pressão, ou vai ser mais um desses jogos que ele some quando o time mais precisa?

    Uma coisa é certa: se o Knicks fechar a série em 4, vai ser com a torcida deles praticamente em casa. Embiid fez o que pôde, mas parece que nem dinheiro resolve quando a esperança já era.

  • Embiid pode perder o Jogo 3 e deixar os Sixers na corda bamba

    Embiid pode perder o Jogo 3 e deixar os Sixers na corda bamba

    Cara, o Joel Embiid tá de novo naquela situação que todo fã dos Sixers já conhece bem: será que joga ou não joga? O cara é dúvida para o Jogo 3 contra os Knicks, e sinceramente, tá começando a dar aquele desespero.

    Os Sixers já tão perdendo por 2-0 na série depois que o Embiid ficou de fora do Jogo 2 por causa de uma torção no tornozelo direito e dores no quadril. E olha, não é uma dorzinha qualquer não — o técnico Nick Nurse disse que ele acordou com dores significativas na quarta-feira.

    A saga sem fim das lesões

    Vou ser sincero: tô começando a me preocupar seriamente com o Embiid. O cara fez uma apendicectomia de emergência em 9 de abril (imagina só!) e voltou pra playoffs ainda meio quebrado. Na primeira rodada contra o Boston, ele perdeu os três primeiros jogos, mas quando voltou foi um monstro — 28 pontos, 9 rebotes e 7 assistências de média. Os Sixers conseguiram aquela virada histórica de 3-1 pra cima.

    Mas aí no Jogo 1 contra os Knicks, o Mikal Bridges trombou com ele numa tela e tudo indica que mexeu com o quadril. Embiid não chamou de jogada suja, mas disse que precisa se proteger melhor. E eu fico pensando: será que o cara não deveria ter descansado mais?

    Os números que assustam qualquer torcedor

    Olha só que absurdo: o Embiid jogou apenas 38 jogos na temporada regular. É o terceiro ano consecutivo que ele não consegue jogar nem 40 partidas! Desde a temporada do MVP (2022-23), ele só apareceu em 96 jogos de temporada regular. Para um cara que deveria ser a base da franquia, isso é preocupante demais.

    E não para por aí — ele perdeu tempo em seis das oito participações nos playoffs da carreira. Começou perdendo duas temporadas inteiras por lesão no pé, e desde então já perdeu mais de 130 jogos adicionais. Nesta temporada foram oblíquo direito, canela, joelhos… uma lista que nem médico aguenta.

    Os Sixers tentaram de tudo pra preservar o cara durante a temporada, quase nunca deixaram ele jogar em back-to-backs. Mas de que adianta se na hora H ele não consegue estar em quadra?

    O que vem por aí

    Sem o Embiid no Jogo 2, os Sixers até competiram, mas não conseguiram fechar. 18 turnovers na derrota por 108-102. O Tyrese Maxey fez a parte dele com 26 pontos, mas não dá pra ganhar playoff só com ele.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (24 pontos) comandaram. Até o Anunoby se machucou no final — que loucura essa pós-temporada.

    E aí, vocês acham que o Embiid aguenta jogar o Jogo 3 amanhã às 19h? Porque se os Sixers perderem, praticamente já era. Estar perdendo por 3-0 é quase um atestado de óbito nos playoffs.

    Sinceramente, como fã de basquete, dói ver um talento como o Embiid sempre nessa luta contra o próprio corpo. O cara tem tudo pra ser dominante, mas essas lesões constantes tão roubando anos preciosos da carreira dele — e da janela de título dos Sixers.

  • Lesão do OG Anunoby pode virar essa série de cabeça pra baixo

    Lesão do OG Anunoby pode virar essa série de cabeça pra baixo

    Cara, só quando o Philadelphia 76ers tava precisando de um milagre pra não ver a temporada acabar, aparece essa notícia que pode mudar tudo: OG Anunoby machucou o posterior da coxa no final do Jogo 2 e tá em dúvida pros próximos confrontos.

    Vamos contextualizar a situação aqui. Os Sixers tão perdendo por 2-0 na série contra o New York Knicks, com Joel Embiid fora do segundo jogo por lesões no quadril e tornozelo, e Tyrese Maxey fazendo seis turnovers no último jogo porque tava jogando com o dedo mindinho machucado. Basicamente, tudo que podia dar errado deu errado pra Filadélfia.

    OG é peça-chave dos Knicks

    Mas aí que vem a reviravolta — e olha, eu não esperava isso. Anunoby saiu mancando no finalzinho do Jogo 2 e os exames confirmaram: distensão muscular no posterior direito. O cara que tá sendo o segundo maior pontuador dos Knicks nos playoffs (21.4 pontos por jogo) agora tá listado como “questionável” pro Jogo 3.

    E vocês lembram do que aconteceu há dois anos? OG machucou o mesmo músculo na semifinal contra o Indiana Pacers quando os Knicks tavam ganhando por 2-0… e acabaram perdendo a série. Coincidência? Eu acho que não.

    Sinceramente, a importância do Anunoby pros Knicks é absurda. O cara é o único ali que realmente consegue fazer os dois lados da quadra no mais alto nível. Ele, junto com Mikal Bridges e Josh Hart, são os caras que fazem a defesa funcionar e cobrem o Jalen Brunson e o Karl-Anthony Towns — que, vamos combinar, não são exatamente monstros defensivos.

    Sixers podem aproveitar a brecha?

    Aqui que fica interessante pra Filadélfia. Os Knicks até têm um banco decente, mas não têm ninguém que faça o que o OG faz. Eles vão ter que ir com jogadores menores tipo Deuce McBride e Landry Shamet, ou botar dois pivôs em quadra se o Mitchell Robinson voltar da gripe.

    Qualquer uma dessas opções abre espaço pros Sixers explorarem. Imagina o Embiid (se ele voltar) contra uma defesa sem o principal marcador versátil dos Knicks? É praticamente um presente.

    Olha, eu não vou mentir aqui — mesmo com OG fora, os Sixers ainda têm os próprios problemas pra resolver. O Embiid continua sendo uma incógnita gigante, e o time precisa parar de cometer tantos erros bobos. Mas se você tá procurando um caminho pro Philadelphia voltar pra série, a ausência do cara mais importante do sistema dos Knicks é um bom lugar pra começar.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem aproveitar essa oportunidade ou vão desperdiçar mais uma chance?

  • Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Olha só, o Joel Embiid tá na corda bamba de novo. O grande homem do Sixers apareceu como “questionável” para o jogo 3 desta sexta contra os Knicks por causa de uma torção no tornozelo direito e dores no quadril. E isso depois de ter perdido o jogo 2 já…

    Cara, sinceramente? Eu já tava esperando isso. O Embiid é um monstro quando tá 100%, mas o cara parece que vive na enfermaria. Desta vez são problemas no tornozelo direito e quadril direito que podem deixar ele de fora justamente no momento que o Sixers mais precisa dele.

    A saga das lesões continua

    Pra quem acompanha a NBA há um tempo, isso já virou rotina com o Embiid. O cara fez uma temporada absurda até conseguir fazer aquela virada histórica contra os Celtics (primeiro comeback de 3-1 na história da franquia, diga-se de passagem), mas aí volta a ficar machucado.

    E não é só agora não. Na temporada regular, ele jogou menos de 40 jogos pelo terceiro ano consecutivo. Perdeu 13 jogos com distensão no oblíquo em março, cinco seguidos em fevereiro com problemas no joelho e canela… É de dar dó, cara.

    Sem falar que na temporada passada ele jogou apenas 19 jogos por causa daqueles problemas no joelho esquerdo que acabaram levando ele pra cirurgia em abril de 2025. Agora tá lidando com o tornozelo e quadril direitos. É o corpo cobrando a conta de todos esses anos.

    E agora, como fica o Sixers?

    A situação tá complicada. O Sixers já perdeu os dois primeiros jogos da série e agora pode ficar sem seu principal jogador justamente voltando pra casa. Lembram da primeira rodada dos playoffs há duas temporadas quando os Knicks eliminaram o Sixers em casa? O próprio Embiid implorou pros fãs não venderem os ingressos pra não virar extensão do Madison Square Garden de novo.

    Mas e aí, pessoal — vocês acham que o Embiid aguenta jogar machucado mais uma vez? O cara já provou que é guerreiro (aquela performance de 34 pontos e 12 rebotes no jogo 7 contra os Celtics foi surreal), mas será que vale a pena forçar?

    Na minha opinião, se ele não tiver pelo menos 80%, é melhor nem arriscar. O Sixers precisa dele pra série toda, não só pra um jogo. E pelos Knicks também terem o OG Anunoby (distensão no posterior da coxa direita) e Josh Hart (torção no polegar esquerdo) como questionáveis, talvez seja uma oportunidade de equilibrar as coisas.

    Sexta à noite vai ser decisiva. Espero que o Embiid consiga ir, porque ver ele jogando em casa sempre é um espetáculo. Mas se não rolar, o resto do time vai ter que aparecer. Simples assim.

  • OG Anunoby machucou de novo – e agora, Knicks?

    OG Anunoby machucou de novo – e agora, Knicks?

    Olha só o que aconteceu: OG Anunoby saiu mancando do jogo 2 contra o Philadelphia 76ers e agora tá listado como “questionável” pro jogo 3. Diagnóstico? Distensão no posterior da coxa direita. E cara, se você acompanha os Knicks como eu, já sabe que isso não é uma boa notícia.

    A lesão não é considerada grave, segundo as fontes do Shams Charania da ESPN – pelo menos é o que eles estão falando. O plano é avaliar ele dia após dia pra ver se consegue jogar. Mas sinceramente? Eu tô preocupado.

    A cena que ninguém queria ver

    Foi na quarta-feira, no finalzinho do jogo. Os Knicks estavam ganhando de 108-102 (que vitória linda, aliás), quando o OG tentou uma enterrada e saiu visivelmente incomodado. Deu aquela olhada pro banco pedindo substituição logo depois de uma bola de três do Mikal Bridges que colocou Nova York na frente por 103-99, faltando menos de 3 minutos.

    O cara tinha feito um jogaço até ali: 24 pontos, 5 rebotes, 4 roubos de bola e 1 toco em 37 minutos. Estava sendo o segundo cestinha dos Knicks nos playoffs, atrás só do Jalen Brunson. E olha os números de aproveitamento dele: 64% nos arremessos de quadra e quase 60% nas bolas de três. Monstro demais!

    O fantasma do ano passado

    Agora vem a parte que me deixa mais nervoso. O OG já passou por isso antes – e não deu certo. No ano passado, contra o Indiana Pacers nas semifinais da Conferência Leste, ele machucou o posterior esquerdo e ficou fora dos jogos 3, 4, 5 e 6.

    Tentou voltar no jogo 7 decisivo no Madison Square Garden (que pressão absurda, né?), mas durou só 5 minutos em quadra antes de ter que sair de novo. E aí? Os Knicks perderam a série.

    “Vamos ver o que vai ser, mas é o próximo da fila que tem que entrar”, disse o Bridges depois do jogo na quarta. Mentalidade correta, mas todo mundo sabe que perder o OG é um baque danado.

    E aí, galera do Sexto Homem – vocês acham que os Knicks conseguem manter essa vantagem de 2-0 sem um dos caras mais importantes do time? Ou será que vamos ver mais uma temporada dos Knicks sendo sabotada pelas lesões?