Tag: Atlanta Hawks

  • Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Cara, que alívio! O Draft Lottery de 2026 acabou e os Bucks conseguiram exatamente o que a gente esperava: a 10ª pick. E olha, sinceramente? Foi o melhor cenário possível pra Milwaukee.

    Deixa eu explicar a treta toda. Os Bucks tinham trocado o direito de troca de picks com o New Orleans (que depois virou do Atlanta). Se Milwaukee tivesse caído no top 4, teriam que trocar com Atlanta – que acabou ficando com a 8ª pick. Imagina a dor de cabeça: ganhar na loteria só pra ter que entregar a pick pros Hawks? Que pesadelo seria isso.

    Os sortudos da vez

    Washington levou a 1ª pick (14% de chance), seguido por Utah na 2ª. Mas os caras que realmente deram sorte foram Memphis (3ª pick) e Chicago (4ª). Os Grizzlies tinham apenas 37,2% de chance de pular pro top 4, e os Bulls? Só 20,2%. Absurdo a sorte desses times.

    O favorito absoluto pra primeira escolha é AJ Dybantsa, do BYU. O moleque é um monstro mesmo, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Essa classe de 2026 tá sendo considerada uma das melhores dos últimos anos.

    Indiana se ferrou bonito

    Agora a parte mais engraçada (pelo menos pra nós): Indiana se deu mal pra caramba. Eles tinham o segundo pior record da liga, mas caíram pra 5ª pick. E o pior? No deadline, os Pacers trocaram duas primeiras escolhas (incluindo a de 2026, protegida top 4) pro Clippers pelo Ivica Zubac.

    Como eles não ficaram no top 4, vão ter que mandar essa pick mesmo pros Clippers. Cara, que negócio ruim foi esse. Trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e duas picks por um pivô que tá longe de ser extraordinário.

    E o futuro do Giannis?

    Falando nisso, Brooklyn acabou com a 6ª pick e todo mundo sabe que eles querem o Giannis há tempos. Se os Bucks resolverem ouvir propostas (Deus me livre), os Nets têm uma das melhores picks pra oferecer. Golden State ficou só com a 11ª e Miami com a 13ª – meio difícil competir com o que o Brooklyn pode oferecer.

    Vocês acham que a diretoria de Milwaukee vai mesmo considerar trocar o Greek Freak? Na minha opinião, seria loucura total. O cara ainda tá no auge, e com a 10ª pick podem pegar um jovem talento pra complementar o time.

    Por enquanto, vamos torcer pra que usem essa escolha com sabedoria. A temporada de 2026 promete ser interessante!

  • Hawks podem tentar buscar Jaylen Brown de novo

    Hawks podem tentar buscar Jaylen Brown de novo

    Olha, essa história pode esquentar de vez agora. Os Atlanta Hawks já tentaram buscar o Jaylen Brown em fevereiro passado, e pelo visto a conversa pode voltar à tona nesta offseason. E faz todo sentido — o cara é de Atlanta, nasceu e se criou lá. Toda vez que o Celtics joga no State Farm Arena, a torcida dos Hawks praticamente adota o Brown como se fosse da casa.

    Por que não rolou antes?

    No deadline de fevereiro, Atlanta simplesmente não estava em condições de bancar o contrato máximo do Brown. E sinceramente, eles estavam certos — não fazia sentido apostar todas as fichas num time que ainda não estava pronto para brigar de verdade. Boston também não tinha a menor intenção de se desfazer do cara, então ficou nessa de conversa de corredor mesmo.

    Mas agora? As coisas mudaram um pouco. Brown ainda tem três temporadas e 183 milhões de dólares restantes no contrato — uma bagatela, né? E o mais louco: ele ainda pode assinar uma extensão de dois anos por mais 139,5 milhões nesta offseason. É dinheiro pra caramba.

    O clima esquentou depois dos playoffs

    Depois que o Celtics tomou aquela virada histórica e caiu na primeira rodada — perdendo uma série que estava 3-1 —, o Brown virou assunto. O cara disse que esta temporada foi a favorita dele, mesmo tendo sido campeão da NBA em 2024 e MVP das Finals. Depois teve que explicar que estava falando sobre como o time teve que ralar pra superar as adversidades.

    Aí começou a rolar uns boatos estranhos. Brown falou que os árbitros têm algo contra ele (coisa que todo jogador estrela fala uma hora ou outra), e depois pipocaram notícias de que ele teria problemas com a organização do Celtics. Tanto ele quanto o Brad Stevens negaram qualquer treta, mas né… onde há fumaça…

    Faz sentido para os Hawks?

    Na minha visão, seria uma jogada arriscada mas interessante. Atlanta tem um núcleo jovem interessante e Brown seria aquele cara experiente que faltava. O problema é que eles teriam que mexer muito no salary cap pra fazer acontecer.

    E vocês, acham que Brown realmente quer sair de Boston? Ou isso é só especulação de offseason mesmo? Porque uma coisa é certa: se ele realmente estiver disponível, vai ter fila de pretendentes.

  • Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Cara, os Bulls finalmente tomaram uma decisão! Depois de tanto tempo patinando, a franquia de Chicago acaba de anunciar a contratação de Bryson Graham, que vinha fazendo um trabalho monstro no Atlanta Hawks, para comandar o front office como vice-presidente executivo de operações de basquete.

    Olha, sinceramente acho que foi uma baita contratada. O cara tem uma trajetória impressionante — começou como estagiário no New Orleans há 15 anos e subiu até virar gerente-geral. E não foi sorte não, viu? Graham teve participação direta no draft de caras como Trey Murphy III, Herb Jones e Dyson Daniels. Nomes que qualquer fã de NBA conhece bem.

    O que ele fez em Atlanta foi absurdo

    Em Atlanta, o trabalho dele foi sensacional. Ajudou a montar um time que fez 46-36 na temporada e chegou nos playoffs — resultado que os Bulls sonham em ter há anos. E tem um detalhe interessante: foi Graham quem trouxe Nickeil Alexander-Walker pro Hawks, e o cara simplesmente explodiu, fazendo 20.8 pontos por jogo e ganhando o prêmio de Most Improved Player. Coincidência? Eu acho que não.

    “Esta é uma das franquias mais históricas da história do basquete profissional, e sinto uma tremenda responsabilidade de entregar resultados para esta cidade e esses fãs”, disse Graham no comunicado oficial. E olha, ele tem razão em sentir essa pressão toda.

    Chicago precisa de milagre urgente

    Vamos falar a real aqui: os Bulls estão um caos há tempos. A demissão de Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril foi inevitável depois de seis anos e apenas UMA aparição nos playoffs. Uma! E ainda terminaram em 12º no Leste com 31-51 na última temporada. É de dar dó.

    A situação ficou ainda mais complicada quando Billy Donovan, técnico experiente e membro do Hall da Fama, decidiu pular fora depois de seis temporadas. Agora Graham vai ter que encontrar um novo treinador também — mais um desafio na lista já extensa dele.

    Mas nem tudo são trevas. O time tem algumas peças interessantes como Josh Giddey e Matas Buzelis, duas escolhas de primeira rodada no próximo draft e espaço salarial pra fazer movimentos grandes nesta offseason. A matéria-prima existe.

    Será que rola uma reconstrução de verdade?

    Uma coisa que me chamou atenção foi como Karnisovas resistiu por anos a fazer uma reconstrução completa. O cara insistia em “não pular etapas” até que finalmente cedeu este ano e fez sete trades antes do deadline, mandando embora Nikola Vucevic (pro Boston), Kevin Huerter (pro Detroit) e até mesmo Coby White e Ayo Dosunmu.

    Graham herda essa bagunça toda, mas também a oportunidade de começar do zero. E vocês acham que ele vai conseguir trazer Chicago de volta ao mapa? Porque desde aquela lesão terrível do Derrick Rose em 2012, os Bulls nunca mais foram os mesmos.

    A única vez que chegaram perto de algo decente foi na temporada 2021-22 com Zach LaVine e DeMar DeRozan, quando fizeram 46-36 e foram eliminados pelo Milwaukee na primeira rodada. Mas aí o Lonzo Ball se machucou e ficou dois anos fora, e lá se foi o projeto.

    Minha impressão? Graham tem tudo pra dar certo. O currículo dele é sólido, tem experiência de sobra e sabe como desenvolver talento. Agora é torcer pra que os Reinsdorf deixem o homem trabalhar em paz e não fiquem interferindo. Chicago merece voltar a sonhar alto!

  • Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Olha, eu confesso que esperava mais movimento dos Hawks nesta offseason, mas parece que a diretoria decidiu ir pelo caminho mais conservador. Segundo o Jake Fischer, do The People’s Insider, Atlanta não tá planejando nenhuma trade bombástica pros próximos meses.

    E sinceramente? Depois de ver como o time reagiu às trocas do Trae Young e do Kristaps Porzingis no deadline, até entendo a estratégia. Os caras da diretoria ficaram empolgados com a melhora que rolou internamente — e quando digo empolgados, é porque realmente viram algo diferente em quadra.

    Apostando no desenvolvimento interno

    A ideia agora é trabalhar com o que já têm em casa. Nada de sair por aí gastando fortunas ou mexendo no núcleo que tá funcionando. É aquela velha máxima: se tá dando certo, não mexe muito.

    Mas não é só sentar e esperar milagre, né? O foco tá em melhorias internas mesmo — desenvolvimento dos mais novos, ajustes táticos, essas coisas que a gente às vezes subestima mas que fazem toda a diferença na temporada.

    Decisões importantes pela frente

    Agora, tem umas decisões pesadas esperando. O futuro do CJ McCollum e do Jonathan Kuminga tá em aberto, e isso pode definir muito do que vem por aí. E claro, tem a situação do Quin Snyder também — vocês acham que ele fica mesmo?

    Ah, e tem mais: o Bryson Graham, executivo dos Hawks, ainda tá na lista de candidatos pra assumir as operações de basquete dos Bulls. Se ele vazar pra Chicago, aí sim pode rolar alguma mudança na estratégia de Atlanta.

    Olha, eu entendo a lógica dos Hawks. Às vezes a melhor jogada é não fazer jogada nenhuma. Mas será que essa paciência toda vai dar resultado quando a temporada começar?

  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Mano, que vexame foi aquele jogo 6 dos Hawks, né? Perder por 51 pontos pros Knicks é de doer o coração de qualquer fã. Mas no meio daquela surra histórica (140-89, pra quem não viu), rolou uma treta que pelo menos trouxe um pouco de emoção pro jogo.

    Dyson Daniels, armador do Atlanta, e Mitchell Robinson, pivô do New York, se agarraram no segundo quarto e os dois acabaram expulsos. Agora o Daniels abriu o jogo sobre o que realmente aconteceu — e olha, a história é mais antiga do que parecia.

    A verdade por trás da confusão

    Segundo o próprio Daniels explicou, não foi uma coisa do momento. O cara vinha acumulando raiva do Robinson há jogos já. “Ao longo da série, teve várias cotoveladas. Ele tem esse jeito dele nos lances livres, onde ele coloca os cotovelos bem alto e me acertou umas duas ou três vezes durante a série. Então eu devolvi uma pra ele.”

    Cara, eu entendo o Daniels. Ficar levendo cotovelada calado é foda, principalmente quando seu time tá levando uma surra dessas. O problema é que quando você tá perdendo por 50 pontos, qualquer coisa que você faça vai parecer desespero.

    “Eu pensei que ia ser só um técnico e seguir o jogo”, continuou o armador. “Mas provavelmente durou tempo demais. Então eles nos expulsaram, e o fato de estarmos perdendo por 50 também deve ter pesado na decisão.”

    Lição aprendida (meio que…)

    O mais interessante é a honestidade do Daniels depois. “Foi uma jogada boba. Eu não deveria ter feito isso, mas também estava tentando me defender.” Gosto dessa sinceridade, sabe? Assumiu o erro mas também não baixou a cabeça.

    Sinceramente, eu acho que o cara fez certo em se posicionar. Óbvio que a hora não foi a melhor — quero dizer, seu time tava apanhando feio — mas deixar o adversário te atropelar a série inteira também não dá, né?

    E vocês, acham que o Daniels exagerou ou fez o que tinha que fazer? Porque olha, eu já vi muito jogador brasileiro apanhar calado em quadra e depois se arrepender. Às vezes é melhor mostrar que não é bobo, mesmo que tome uma técnica por isso.

    No fim das contas, os Hawks têm muito o que pensar pra próxima temporada. Perder por 51 pontos num jogo eliminatório não é brincadeira, e brigas internas assim mostram que o psicológico do time já tinha ido pro espaço mesmo. Mas pelo menos agora sabemos que tem gente ali que não baixa a cabeça fácil.

  • Mitchell Robinson vira animal em briga na NBA e quase sai no braço

    Mitchell Robinson vira animal em briga na NBA e quase sai no braço

    Gente, o Mitchell Robinson quase virou o Hulk ontem à noite em Atlanta. O pivô do Knicks foi expulso no segundo quarto depois de partir pra cima do Dyson Daniels, do Hawks, e cara… o vídeo que saiu das arquibancadas é simplesmente INSANO.

    Olha, eu já vi muita confusão na NBA, mas essa aqui foi diferente. Robinson, com seus 2,13m e 109kg, tentou atravessar qualquer um que aparecesse na frente dele pra chegar no Daniels. Foi um caos total no State Farm Arena, e dá pra ouvir a galera gritando “meu deus, tô com medo” no vídeo.

    A confusão que quase virou pancadaria

    A treta começou faltando 4:39 pro fim do primeiro tempo, logo depois do OG Anunoby converter um lance livre que deixou o Knicks com CINQUENTA pontos de vantagem. Cinquenta! Imagina a humilhação que tava sendo pros Hawks…

    O negócio escalou rápido. O Onyeka Okongwu tentou separar os caras, o Jalen Brunson segurou o Mitchell, um árbitro até caiu no chão (coitado), e por pouco a briga não foi parar nas arquibancadas. Se isso tivesse acontecido, meu amigo, a NBA ia dar uma penalização pesada pro Knicks.

    Sorte que o Rick Brunson (pai do Jalen e assistente técnico) conseguiu controlar a situação antes de virar uma guerra campal. Porque convenhamos – ninguém quer ver jogador trocando porrada com torcedor, né?

    Robinson desabafou nas redes depois

    Depois do jogo, que o Knicks ganhou de 140-89 (uma surra histórica), o Mitchell não quis falar com a imprensa. Mas aí foi no Facebook e soltou o verbo: “Sabia que alguma coisa ia acontecer. Minha mente não tá a mesma, tô meio perdido no mundo no momento.”

    Sinceramente? Dá pra entender o cara. Quando você tá ganhando de tanto assim e alguém vem com gracinha, é difícil manter a calma mesmo. O técnico Mike Brown até comentou: “É complicado quando você tá ganhando de tanto, essas coisas acontecem.”

    E vocês, acham que o Robinson vai levar suspensão? Na minha opinião, pelo menos uns 2-3 jogos ele não escapa. A NBA não perdoa esse tipo de coisa, principalmente quando vira viral nas redes.

    Robinson teve 6 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes e 2 tocos em apenas 9 minutos antes de ser expulso. Imagine se tivesse ficado o jogo todo com aquele humor…

  • Boosie vira meme após ser ‘atropelado’ por Brunson nos playoffs

    Boosie vira meme após ser ‘atropelado’ por Brunson nos playoffs

    Cara, só nos playoffs da NBA mesmo pra rolar uma situação dessas. O rapper Boosie, que é fã roxo do Hawks, estava na primeira fila assistindo o time dele tomar uma surra histórica do Knicks quando… BOOM! Jalen Brunson literalmente passou por cima dele tentando salvar uma bola.

    E o melhor de tudo? O Boosie não perdeu tempo e já transformou a parada em rap!

    O “atropelo” que virou hit

    “Jalen Brunson passou por cima de mim, foi uma colisão real”, cantou o rapper no vídeo que bombou nas redes sociais. O cara literalmente improvisou uma música sobre ter sido derrubado pelo armador dos Knicks. Genial ou patético? Eu voto em genial.

    A situação foi hilária: Brunson mergulhou atrás da bola quando o Knicks já estava massacrando por 83-34 (sim, vocês leram certo), colidiu com o Boosie e ainda brincou de WWE com o cara, puxando ele pro chão antes de sair correndo. O rapper entrou na brincadeira, segurando o joelho no chão como se tivesse levado uma falta dura.

    Knicks fazem história com goleada

    Mas vamos falar sério: o que realmente importou foi a atuação monstruosa dos Knicks. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! A maior vitória da história da franquia nos playoffs, cara. Os Hawks simplesmente derreteram.

    OG Anunoby liderou a artilharia com 29 pontos, enquanto Karl-Anthony Towns cravou seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Brunson, o “algoz” do Boosie, contribuiu com 17 pontos numa noite em que nem precisou forçar muito.

    Quando o show é fora de quadra

    O engraçado é que depois da confusão, Brunson voltou pra verificar se o Boosie estava bem e os dois deram risada da situação. O rapper até aproveitou pra fazer um pedido no Instagram: “EU QUERO UM ASSENTO NA PRIMEIRA FILA NO GARDEN… NUNCA FUI NO MADISON SQUARE GARDEN”.

    Sinceramente? Depois dessa performance cômica, o cara merece um ingresso. E quem sabe não rola uma nova música se ele for assistir um jogo em Nova York? “Brunson me convidou pro Garden” já tá praticamente pronto!

    É isso que eu amo na NBA — às vezes o entretenimento fora das quatro linhas é tão bom quanto o jogo em si. E vocês, acham que o Knicks vai mesmo dar um ingresso pro Boosie?

  • Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Olha só que coisa mais desnecessária. Mitchell Robinson, do New York Knicks, levou uma multa de 50 mil dólares da NBA — isso mesmo, cinquenta mil — por causa de uma briga besta com Dyson Daniels, do Atlanta Hawks, no Jogo 6 dos playoffs. Daniels também dançou, mas “só” 25 mil.

    A confusão rolou faltando 4:39 para acabar o segundo quarto na vitória avassaladora dos Knicks por 140-89 na quinta-feira. Os dois estavam brigando por posição durante um lance livre quando a coisa esquentou. Resultado? Técnica para os dois e rua.

    Robinson piorou a situação nas redes

    Agora vem a parte mais idiota da história. A liga disse que Robinson levou multa mais pesada não só pela confusão em si, mas porque o monstro ainda foi nas redes sociais depois do jogo fazer gracinha sobre o lance. Cara, você acabou de ser expulso de um jogo de playoff eliminatório — que a sua equipe ganhou de lavada, diga-se de passagem — e ainda vai provocar no Instagram? Sinceramente, não dá pra entender.

    É aquela coisa: às vezes o jogador faz uma cagada pequena e transforma numa grande. Robinson podia ter saído como herói da classificação histórica dos Knicks, mas preferiu virar manchete por motivo errado.

    Pelo menos não vai desfalcar o time

    A boa notícia pros fãs dos Knicks é que nem a multa nem a expulsão vão afetar a disponibilidade do Robinson para o Jogo 1 da semifinal da Conferência Leste. Eles vão enfrentar Boston ou Philadelphia — dependendo de quem avançar — e vão precisar de todo mundo disponível.

    Mas imagina só: 50 mil dólares jogados fora por causa de uma bobagem dessas. Dava pra comprar um Corolla zero! E tudo porque não conseguiu controlar o ego depois de uma vitória que já estava encaminhada desde o primeiro quarto.

    E aí, vocês acham que o Robinson aprendeu a lição ou vai continuar fazendo esse tipo de besteira? Porque sinceramente, com os Knicks sonhando alto nestes playoffs, é o tipo de distração que eles não precisam.

  • Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Vou ser sincero com vocês: no momento que o Atlanta Hawks do Jonathan Kuminga enfrentou o New York Knicks nos playoffs, todo mundo da Dub Nation pegou a pipoca e ficou colado na TV. E olha, foi exatamente o que a gente esperava — para o bem e para o mal.

    Os Hawks caíram ontem à noite num 140-89 que foi menos jogo de basquete e mais uma aula de como NÃO jogar playoffs. Atlanta acertou míseros 37,8% dos arremessos, perdeu 19 bolas e tomou 35 pontos em contra-ataque. Estavam perdendo de 47 no intervalo — o maior déficit do primeiro tempo na história dos playoffs da NBA.

    O Kuminga? 11 pontos em 3/7 nos arremessos, 23 minutos. Foi basicamente um “estive aqui mas não consegui fazer nada”.

    A montanha-russa que já conhecíamos

    Mas vamos olhar a série toda, porque aí sim a história fica interessante. Jogo 1: 8 pontos, 3/7. Jogo 2 no Madison Square Garden: 19 pontos, 7/12, dois roubos de bola, um toco. O tipo de performance que fez Atlanta pensar “nossa, pegamos um monstro na trade deadline”.

    No Jogo 3 veio o melhor Kuminga: 21 pontos acertando 9 de 14 arremessos. 64,3% de aproveitamento. Os Hawks ganharam de novo e todo mundo no Twitter postando “era só o Kerr que não deixava o moleque jogar 😭”.

    Aí chegaram os Jogos 4, 5 e 6. Realidade bateu na porta.

    Jogo 4: 3/10 nos arremessos, 0/6 de três, apenas 10 pontos. Jogo 5: 17 minutos, 13 pontos, mais uma surra. E fechou com esse 11 pontos do último jogo.

    Os números contam a história que já sabíamos

    As médias da série até parecem OK no papel: 13,7 pontos por jogo, 49,1% de aproveitamento, 3,3 rebotes em 25,8 minutos. Números decentes para um sexto homem de um time que chegou como sexta colocada nos playoffs.

    Mas tem um detalhe que mata: 19% nas bolas de três. Quatro em 21 tentativas. E é exatamente isso que impedia as defesas de respeitarem ele totalmente. Toda vez que Atlanta precisava que ele resolvesse um jogo apertado, a inconsistência aparecia — do mesmo jeito que aparecia em Golden State.

    Nós da Dub Nation já conhecemos esse filme de cor. A experiência Kuminga sempre foi essa: dois ou três jogos onde você vê o teto e já começa a calcular quanto custaria uma extensão máxima, seguidos de dois ou três jogos onde o piso te lembra por que os Warriors tinham dúvidas.

    O talento não está em questão. O moleque é atlético pra caramba, machuca na transição e deu muito trabalho pros Knicks no garrafão nas vitórias. Mas essa série confirmou que o debate que tivemos por dois anos em Golden State não foi resolvido em seis jogos de playoff.

    Todo mundo saiu com suas convicções confirmadas. Quem achava que ele era mal aproveitado pegou os Jogos 2 e 3 como prova. Quem achava que a inconsistência era o problema real ficou com os Jogos 4, 5 e 6.

    E aí, vocês acham que o Kuminga vai conseguir encontrar essa consistência que falta? Ou é isso mesmo que ele é — um jogador de altos e baixos que vai deixar qualquer torcida louca?