Tag: Atlanta Hawks

  • KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    Cara, que transformação foi essa do Karl-Anthony Towns? Durante cinco meses ficamos discutindo se o cara sabia jogar basquete ou se os Knicks não sabiam usar ele direito. Agora, depois de dominar os Hawks nos playoffs, acho que a conversa mudou completamente.

    Olha só os números: nas últimas três vitórias contra Atlanta, KAT teve média de 8,7 assistências e 11,6 rebotes por jogo. Dois triple-doubles nesse período. Ah, e detalhe importante: o time fez +62 pontos com ele em quadra nos jogos 4, 5 e 6. Sessenta e dois pontos de diferença! É absurdo.

    A virada veio no momento certo

    A mudança começou depois do jogo 3, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 na série. O técnico Mike Brown mexeu no esquema tático e começou a colocar o Towns no topo do garrafão para distribuir jogo. Sinceramente? Demorou pra caralho para descobrir isso, mas funcionou perfeitamente.

    “Ele jogou fenomenal”, disse o Jalen Brunson sobre o companheiro. E não é papo furado não – KAT distribuiu 10 assistências no jogo 4 e seguiu achando os companheiros livres pelo resto da série. Virou um verdadeiro facilitador.

    O Josh Hart também elogiou a defesa do Towns no jogo 6: “KAT foi incrível. Começou o jogo pressionando, protegendo o aro, teve uns tocos grandes, a energia dele foi gigante pra gente”. Ver o cara defendendo com essa intensidade é algo que a gente não via há muito tempo.

    De perdido a protagonista

    Lembram lá em outubro quando perguntaram pro Towns sobre o papel dele no time e ele respondeu: “Honestamente, não sei. Não sei mesmo”? Pois é, que diferença seis meses fazem na vida de um jogador.

    Agora ele fala com toda confiança: “Nunca duvidei da minha capacidade. É só questão de se adaptar, especialmente quando te pedem pra fazer coisas que nunca pediram consistentemente na sua carreira”.

    E olha, essa humildade do KAT é impressionante. O cara podia estar pistola por ter demorado tanto tempo pra encontrar seu lugar no sistema, mas não. Ele abraçou as mudanças e virou peça fundamental nos playoffs.

    Mike Brown acertou na mosca

    Depois da série, Brown fez questão de agradecer toda sua comissão técnica pelos ajustes táticos. E cara, que ajustes foram esses! Depois das mudanças implementadas no jogo 4, os Knicks fizeram +96 pontos contra os Hawks. Noventa e seis!

    “Tivemos que mudar porque cada posse era um sofrimento nos três primeiros jogos”, explicou o técnico. “Precisávamos encontrar formas de colocar nossos jogadores em suas forças, chegando lá rapidamente”.

    A jogada foi simples mas genial: usar o Towns como um ponto-pivô, distribuindo bola do alto e criando vantagens pro time todo. Por que ninguém pensou nisso antes?

    O que vocês acham? KAT finalmente encontrou sua identidade nos Knicks ou ainda é cedo pra comemorar? Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe nos playoffs se mantiver esse nível.

  • Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Cara, eu vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou no Jogo 6 entre Hawks e Knicks foi de outro nível. Os caras de Atlanta não só perderam — eles simplesmente desmontaram na frente de todo mundo. Foi 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Alguém me explica como um time da NBA toma 51 pontos de diferença num jogo de eliminação?

    Olha, eu já esperava que os Knicks fossem bem em casa, mas isso aí foi humilhação pura. Desde o primeiro quarto dava pra ver que os Hawks estavam completamente perdidos. Parecia que estavam jogando com preguiça, sabe? Rotação atrasada, passe errado, e uma linguagem corporal que gritava “já era” antes mesmo do jogo acabar.

    OG Anunoby destruiu tudo

    O cara que mais castigou Atlanta foi o OG Anunoby. 29 pontos em apenas 27 minutos — sendo 26 só no primeiro tempo. Sinceramente, parecia que ele estava jogando contra molecada da escolinha. A defesa dos Hawks virou plateia, literalmente. E pra completar o show, Karl-Anthony Towns fez seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    Enquanto isso, os Hawks erraram TUDO que podiam errar. Converteram apenas 12 de 39 arremessos no primeiro tempo e perderam 14 bolas nos primeiros dois quartos. Quando Anunoby fez dois lances livres e abriu 50 pontos de vantagem ainda no segundo quarto, eu já sabia que ia ser uma noite longa e dolorosa pra torcida de Atlanta.

    Dyson Daniels perdeu a linha

    Mas sabe o que mais me irritou? A expulsão ridícula do Dyson Daniels. O moleque conseguiu ser expulso numa briga boba com o Mitchell Robinson justamente quando o time mais precisava dele. 3 pontos em 15 minutos e -36 de aproveitamento. Cara, isso não é profissionalismo.

    Quando a coisa aperta, é hora de mostrar personalidade, não de brigar à toa. Os Hawks já estavam afundando e o Daniels resolveu dar o último empurrão. Aí fica difícil, né? Como você vai competir numa série de playoffs se seus próprios jogadores se eliminam sozinhos?

    E o Nickeil Alexander-Walker também fez a sua parte pra piorar tudo. Cinco erros de ataque em 29 minutos — cada um virando contra-ataque pros Knicks. Era pra ser o cara que organizaria o jogo, mas só aumentou a bagunça.

    Vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação na próxima temporada? Porque olha, tomar uma surra dessas em casa dos caras, num jogo decisivo, deixa marca. Especialmente quando você simplesmente desiste no meio do caminho.

    O que mais me incomoda é que Atlanta tem jogadores de qualidade. Mas quando chegou a hora da verdade, quando precisavam mostrar raça e personalidade, eles simplesmente entregaram os pontos. E aí não tem técnico que resolva — isso é questão de caráter mesmo.

  • Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Cara, tem coisa mais bonita que um técnico reconhecendo que o adversário ajudou a melhorar seu time? Mike Brown fez exatamente isso depois de os Knicks atropelarem os Hawks por 3×2 nos playoffs, e olha — isso me fez refletir sobre como o basquete às vezes funciona de jeitos inesperados.

    “Os Hawks nos ajudaram a ficar melhores”, disse Brown após a vitória. E não foi só papo de vestiário, não. O cara estava sendo sincero mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Pensa comigo: há algumas semanas, os Knicks estavam perdendo por 2×1 na série. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns pareciam completamente perdidos no ataque. Eu mesmo tava começando a desacreditar. Era posse perdida atrás de posse perdida, aquele basquete feio que dói de assistir.

    Mas aí veio o Jogo 4. E tudo mudou.

    “Mudamos a forma como jogávamos no ataque e na defesa na metade da temporada, e mudamos de novo depois do Jogo 3”, explicou Brown. Translation: os caras tiveram que reinventar o time no meio dos playoffs. Que loucura é essa?

    Towns virou o protagonista que sempre deveria ter sido

    A mudança principal? Colocar o Towns no centro de tudo. E cara, funcionou de um jeito absurdo. O pivô fez seu primeiro triple-double nos playoffs no Jogo 4 (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências), depois repetiu a dose no Jogo 6 que fechou a série.

    “Eu só queria atender ao chamado”, disse Towns. Simples assim. Mas olha, não foi só sorte — o cara realmente assumiu a responsabilidade. No Jogo 6, mesmo acertando apenas 1 de 4 arremessos, ele distribuiu 10 assistências e pegou 11 rebotes. Isso é jogar para o time.

    O que mais me impressiona é como Brown conseguiu fazer essa transição no meio de uma série de playoffs. Imagina a pressão? “Cada posse foi uma batalha nos três primeiros jogos”, admitiu o técnico. “Tivemos que encontrar maneiras de colocar nossos caras em suas forças.”

    E agora, será que cola contra Boston ou Philadelphia?

    A pergunta que não quer calar: esse novo sistema vai funcionar contra Celtics ou 76ers nas semifinais? Sinceramente, acho que sim. Towns mostrou que pode ser tanto o cara dos pontos quanto o facilitador, e isso dá uma versatilidade danada para os Knicks.

    Brown deixou claro que não gosta de chamar toda jogada — prefere que os jogadores leiam onde está a vantagem rapidamente. É basquete moderno, fluido. E os Hawks, querendo ou não, forçaram essa evolução.

    “Atlanta nos forçou a encontrar uma maneira de fazer isso e nos sentimos bem com onde estamos agora”, finalizou o técnico. Às vezes a pressão realmente faz diamante, né? Os Knicks que o digam.

  • Knicks destruiu os Hawks por 51 pontos na maior surra dos playoffs!

    Knicks destruiu os Hawks por 51 pontos na maior surra dos playoffs!

    Meu Deus do céu. O que eu acabei de assistir? Os Knicks simplesmente MASSACRARAM os Hawks por 140 a 89 no jogo 6 dos playoffs. Cinquenta e um pontos de diferença. CINQUENTA E UM!

    Cara, eu tava aqui nervoso depois daqueles dois jogos perdidos por um ponto só nos jogos 2 e 3, pensando “será que esse time aguenta a pressão?”. E os caras responderam da pior forma possível… para os Hawks, claro.

    A maior surra da história dos playoffs

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e nunca vi nada parecido. Os Knicks fizeram a maior vantagem no intervalo da história dos playoffs (83-36), a maior vantagem após três quartos (117-64), e ainda por cima marcaram mais pontos que qualquer time dos Knicks na pós-temporada. É coisa de maluco mesmo.

    O OG Anunoby estava simplesmente INSANO. O cara fez 29 pontos acertando 11 de 14 arremessos em apenas 27 minutos. Sete rebotes, quatro roubadas de bola e um +/- de +42. Quarenta e dois! O Josh Hart jogou mesmo com dor nas costas e ainda contribuiu com 14 pontos. E o Jalen Brunson? Dezessete pontos e oito assistências em 29 minutos, controlando o jogo como se fosse um videogame no modo fácil.

    Os Hawks simplesmente sumiram

    Sinceramente, eu até fico com dó do que aconteceu com Atlanta. O time do Quin Snyder simplesmente travou completamente. Oito turnovers só no primeiro quarto, erraram cinco de seis tentativas do perímetro, e marcaram apenas quatro pontos nos últimos seis minutos do primeiro período.

    No segundo quarto foi ainda pior (se é que isso era possível). Os Knicks fizeram uma sequência de 22-4 que deixou a vantagem em 43 pontos ainda no primeiro tempo. Sessenta e oito por cento de aproveitamento nos arremessos, 55% nas bolas de três. A defesa estava tão boa que até o Jordan Clarkson — que não é exatamente conhecido pela marcação — estava roubando bola!

    O Nickeil Alexander-Walker até havia recebido o troféu de jogador que mais evoluiu na temporada antes do jogo, mas nem isso ajudou. Os Hawks cometeram 13 turnovers só no primeiro tempo.

    Agora é Boston ou Philadelphia

    Com essa vitória histórica, os Knicks avançam para enfrentar ou os Celtics ou os Sixers na segunda rodada. E olha, depois de uma exibição dessas, qualquer adversário vai pensar duas vezes antes de subestimar esse time de Nova York.

    O único ponto negativo da noite foi a lesão no tornozelo do Mitchell Robinson no final do primeiro quarto. O cara saiu mancando para o vestiário depois de disputar um rebote, e isso pode ser complicado para a sequência dos playoffs.

    Mas cara, que espetáculo! Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, esse time pode chegar longe mesmo.

  • Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Cara, eu assisti esse jogo dos Knicks contra o Hawks ontem e ainda tô processando o que aconteceu. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! E olha, Mike Brown não tá exagerando quando fala que a conexão do time dele tá ‘off the charts’ — traduzindo pro português claro: fora de série mesmo.

    “É difícil replicar, duplicar, como vocês quiserem falar”, disse o técnico dos Knicks após a classificação. “A conexão dos nossos caras agora tá fora da realidade. Quando você entra nos detalhes e se conecta assim com um grupo tão talentoso e versátil quanto esse, você tem a chance de fazer isso.”

    O massacre que entrou pra história

    Gente, vamos falar sobre os números porque eles são simplesmente absurdos. Depois de estar perdendo por 12 a 11 no início — tipo, um placar normal de basquete — os Knicks resolveram partir pra cima e fizeram uma sequência de 61 a 10. Sessenta e um a dez, mano!

    No intervalo já era 83 a 36, quebrou o recorde da NBA de maior vantagem no primeiro tempo dos playoffs. O recorde anterior era do Sixers em 2017, com 41 pontos de diferença. Os Knicks foram lá e fizeram 47.

    E não foi sorte não. O time acertou 59% dos arremessos, cravou 13 bolas de três e distribuiu 33 assistências com apenas 9 erros de ataque. Quinze jogadores entraram em quadra porque o jogo virou passeio — seis caras do banco chegaram aos dois dígitos.

    Anunoby e Bridges viraram monstros

    OG Anunoby foi o cestinha com 29 pontos, acertando 11 de 14 arremessos. Mas olha só que eficiência absurda: Mikal Bridges fez 24 pontos convertendo 12 de 14 tentativas. Doze de quatorze! É o tipo de aproveitamento que você vê no 2K no modo fácil.

    Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem, mas o jogo acabou antes do intervalo mesmo. Passaram o segundo tempo curtindo da lateral, merecido demais.

    Sinceramente, eu não esperava uma surra dessas proporções. Os Hawks são um time decente, mas os Knicks simplesmente decidiram jogar basquete perfeito por 48 minutos. Agora vão encarar o vencedor de Sixers e Celtics — Philly ganhou o jogo 6 ontem também, então vai ter jogo 7 em Boston.

    E aí, vocês acham que essa conexão que o Mike Brown falou vai sustentar contra times mais cascudos? Porque se for assim, os Knicks podem ir longe mesmo nestes playoffs.

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Meu amigo, eu vi muita coisa estranha na NBA, mas o que os Knicks fizeram ontem com os Hawks foi simplesmente desumano. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Uma diferença de 51 pontos que entrou pra história como uma das maiores surras dos playoffs.

    OG Anunoby foi um monstro absoluto — 29 pontos em apenas 27 minutos de quadra. O cara fez 26 pontos só no primeiro tempo, praticamente acabou com o jogo antes do intervalo. E o Karl-Anthony Towns? Segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Quando o Towns tá distribuindo bola assim, pode ter certeza que o time tá funcionando.

    Recorde atrás de recorde

    Os números são tão absurdos que eu tive que conferir três vezes. No primeiro quarto, os Knicks já estavam ganhando de 40 a 15 — a maior vantagem do primeiro período na era do relógio de 24 segundos. No intervalo, a diferença era de 47 pontos, a maior da história dos playoffs da NBA.

    Sinceramente? Quando vi que eles chegaram aos 100 pontos ainda no terceiro quarto, com mais de 8 minutos restantes, eu sabia que isso ia virar massacre histórico. Os titulares dos Knicks nem precisaram jogar o último quarto inteiro — saíram de quadra faltando quase 3 minutos pro terceiro acabar.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do outro lado, os Hawks pareciam um time de várzea. 12 de 39 nos arremessos do primeiro tempo, 4 de 18 nas bolas de três. Quatorze turnovers só na primeira metade! O Jalen Johnson até tentou, fez 21 pontos, mas era como tentar apagar incêndio com baldinho d’água.

    A situação ficou tão tensa que rolou até briga entre Dyson Daniels e Mitchell Robinson no segundo quarto, quando os Knicks já estavam ganhando de 50 pontos. Os dois foram expulsos, mas o estrago já estava mais que feito.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo contra Boston ou Philadelphia nas semifinais do Leste? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar com algo maior em Nova York…

  • Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Gente, eu já vi muito jogo da NBA na minha vida, mas o que o New York Knicks fez com o Atlanta Hawks ontem foi simplesmente desumano. 140 a 89. CENTO E QUARENTA A OITENTA E NOVE. Uma diferença de 51 pontos num jogo de playoffs eliminatório!

    Eu tava assistindo ao vivo e no começo até pensei que os Hawks iam dar trabalho — fizeram uma corridinha de 9-0 logo no início e chegaram a abrir 4 pontos. Mas cara, foi só isso que eles conseguiram fazer a noite toda.

    OG Anunoby decidiu virar monstro

    O cara que mais me impressionou foi o OG Anunoby. Olha, eu sempre achei ele meio irregular, mas ontem o canadense simplesmente resolveu destruir tudo. 29 pontos em 11 de 14 arremessos, sendo 4 de 6 do perímetro. Ah, e ainda pegou 7 rebotes, fez 4 roubos de bola, deu 2 assistências e meteu 1 toco.

    No primeiro quarto ele já tinha 14 pontos — praticamente o mesmo que o time inteiro do Hawks (que fez 15). Isso é coisa de maluco! E o melhor: ele não forçou nada, os arremessos vieram naturalmente no sistema ofensivo do Knicks.

    Mikal Bridges acordou na hora certa

    Outro que merece destaque é o Mikal Bridges. O cara tava sumido na série, mas ontem decidiu lembrar que sabe jogar basquete. 24 pontos em 10 de 12 arremessos — eficiência absurda!

    Sinceramente, quando vi que ele começou bem no primeiro quarto eu já sabia que ia ser noite difícil pros Hawks. Quando um cara que tava mal na série de repente encontra o ritmo, é sinal de que o time adversário não tá com defesa nenhuma.

    E o Karl-Anthony Towns? Triple-double sem forçar: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Dez assistências de um pivô! O cara tá jogando um basquete completamente diferente nesses playoffs.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do lado do Atlanta, cara… foi constrangedor. 36 pontos no primeiro tempo. TRINTA E SEIS! Eu já vi defesa melhor em jogo de escolinha.

    O Jalen Brunson nem precisou se matar — 17 pontos e 8 assistências controlando o ritmo. Quando você tem um massacre desses, nem precisa do seu craque principal fazer 30+ pontos.

    O mais louco é que no quarto período o Knicks já tava com o banco todo em quadra e mesmo assim continuou metendo cesta. Todo mundo entrou no livro de pontuação!

    Vocês acham que esse Knicks tem condições de incomodar lá na frente? Porque se mantiver essa intensidade defensiva e o OG Anunoby continuar jogando nesse nível, vai dar trabalho pra qualquer um. A torcida do Madison Square Garden deve ter saído de lá acreditando que é ano de título mesmo.

    Agora é esperar o próximo adversário e ver se conseguem manter esse padrão. Porque 51 pontos de diferença em playoffs é coisa que a gente não vê todo dia, não é mesmo?

  • Knicks massacram Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks massacram Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Meu deus do céu. O que eu acabei de ver não foi basquete, foi um crime ao ar livre. Os Knicks simplesmente destruíram os Hawks por 140 a 89 no jogo 6, eliminando Atlanta com uma surra histórica que vai ficar marcada para sempre nos anais da NBA.

    E quando eu digo histórica, não é força de expressão não. Os caras estabeleceram o maior intervalo de vantagem da história dos playoffs da NBA: 83 a 36 no primeiro tempo. Quarenta e sete pontos de diferença! Eu tive que ler de novo para acreditar.

    Os números são simplesmente absurdos

    A situação ficou tão feia que os Knicks chegaram a ter 61 pontos de vantagem (101-40) no terceiro quarto. Sessenta e um pontos! Isso é a maior vantagem já registrada em qualquer jogo de playoff da NBA. Sinceramente, eu nem sabia que isso era possível em basquete profissional.

    O placar mais constrangedor? 60 a 19 no primeiro tempo. Um cara no Twitter comparou com aquela cena do Space Jam quando o placar eletrônico mostra “Meio injusto, não acham?” – e olha que não estava longe da realidade.

    Em 37.964 jogos da NBA desde 1996-97, essa foi a primeira vez que o time visitante marcou 100 pontos antes do mandante chegar aos 50. Primeira vez em quase 30 anos!

    Hawks completamente perdidos

    Atlanta simplesmente não existiu em quadra. Dez turnovers em 13 minutos de jogo – oito no primeiro quarto e mais dois logo no início do segundo. O Mouhamed Gueye teve -17 de plus/minus no primeiro tempo e ainda assim foi o MELHOR jogador dos Hawks com mais de cinco minutos. O Jonathan Kuminga teve -40 em apenas 12 minutos. Que massacre.

    O Dyson Daniels ainda foi expulso no segundo quarto depois de uma confusão com o Mitchell Robinson. Saiu com míseros 3 pontos em 1 de 4 arremessos. Pelo menos mostrou mais luta que o resto do time.

    O técnico dos Hawks tirou três titulares – Jalen Johnson, CJ McCollum e Nickeil Alexander-Walker – faltando 9:44 para o fim. Num jogo de playoff eliminatório! Imaginem a humilhação.

    Knicks implacáveis nos fechos

    O mais impressionante é que nos dois últimos jogos para fechar séries, os Knicks estabeleceram recordes de franquia para maior margem de vitória em playoffs. +38 contra Boston no ano passado, +51 contra Atlanta agora. Esse time não tem piedade quando sente o cheiro de sangue.

    Na moral, já vi muito jogo da NBA na minha vida, mas uma surra dessas em playoff é coisa rara. E vocês, já presenciaram algo parecido? Porque eu vou demorar para esquecer essa massacre histórico dos Knicks.

  • Knicks massacram Hawks e fazem história nos playoffs da NBA

    Knicks massacram Hawks e fazem história nos playoffs da NBA

    Gente, eu tive que ver duas vezes pra acreditar no que aconteceu ontem no State Farm Arena. Os Knicks não só golearam os Hawks no jogo 6 — eles literalmente fizeram história da NBA. E olha que história absurda.

    47 pontos de vantagem no intervalo.

    Isso mesmo que vocês leram. Quarenta e sete pontos. 83 a 36 no placar quando as equipes foram pro vestiário. Eu acompanho NBA há mais de 15 anos e nunca, NUNCA vi uma coisa dessas nos playoffs.

    Recorde histórico que ninguém esperava

    Pra vocês terem noção do que isso significa: essa foi a segunda maior vantagem de intervalo da HISTÓRIA da NBA. A maior? Dallas Mavericks em 2020, mas num jogo de temporada regular. Nos playoffs? Essa dos Knicks é imbatível.

    O negócio começou violento logo no primeiro quarto. Knicks 40, Hawks 15. Quarenta a quinze, mano! Em um momento do jogo, Nova York estava numa sequência de 41-4. Quarenta e um a quatro. Eu tô falando isso devagar porque até eu tô tendo dificuldade pra processar.

    Atlanta desmoronou em casa

    O mais doloroso pra torcida de Atlanta? Isso aconteceu na casa deles. Lembrem que uma semana atrás os Hawks estavam ganhando a série por 2-1, e agora vão ver a temporada acabar dessa forma humilhante no próprio ginásio.

    Sinceramente, eu senti até pena dos caras de Atlanta ali pelo segundo quarto. Não tinha mais jogo — era só os Knicks se divertindo em quadra enquanto o Madison Square Garden (ops, State Farm Arena) virava um velório.

    E aí, vocês conseguem lembrar de alguma surra parecida nos playoffs? Porque eu não consigo. Essa vai entrar pros livros de história como uma das maiores humilhações da pós-temporada. Os Knicks não só avançaram — eles mandaram um recado pra toda a NBA.