Tag: Atlanta Hawks

  • Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Mano, que massacre foi esse dos Knicks ontem à noite? 72 a 22 no primeiro tempo. Setenta e dois a vinte e dois! Eu tive que ler duas vezes porque pensei que tinha algum erro no placar.

    E como se não bastasse essa humilhação histórica, ainda rolou briga entre Mitchell Robinson (Knicks) e Dyson Daniels (Hawks). Os caras se agarraram depois de uma falta boba na disputa de rebote, e olha que nem tinha mais o que disputar — o jogo já tava decidido desde o primeiro quarto.

    A briga que ninguém esperava

    A confusão começou com 4:39 restando no segundo quarto. Robinson foi chamado para uma falta na bola solta, e o Daniels deve ter falado alguma coisa que não agradou. Na hora do lance livre, os dois começaram a se empurrar na marcação de rebote e aí foi ladeira abaixo.

    Se agarraram de tal jeito que precisou de uns cinco caras pra separar. Banco inteiro em quadra, aquela confusão clássica da NBA. Por sorte não rolou soco — senão ia dar suspensão e multa pesada pra todo mundo. No final, os dois levaram técnica dupla e foram expulsos.

    Sinceramente? Entendo a frustração do Daniels. Tomar 50 pontos de diferença no primeiro tempo deve ser desesperador. Mas partir pra briga quando seu time tá perdendo feio assim só piora a situação.

    Knicks na segunda fase?

    Com essa vitória absurda, os Knicks abriram 3-2 na série e estão praticamente classificados para a segunda rodada dos playoffs. E vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação no Jogo 7?

    Olha, eu não vou mentir: depois de tomar 50 pontos de diferença em casa, o psicológico do Atlanta deve ter ido pro espaço. Os Knicks tão jogando um basquete monstruoso e parecem ter encontrado o timing perfeito nos playoffs.

    Mitchell Robinson pode até ter sido expulso, mas antes disso já tinha dominado o garrafão completamente. E o ataque dos Knicks? Simplesmente imparável. Quando um time consegue abrir 50 pontos de vantagem no primeiro tempo dos playoffs, é porque tá funcionando TUDO.

    Agora é aguardar o próximo jogo e ver se os Hawks conseguem pelo menos tornar a série competitiva — porque do jeito que foi ontem, deu até dó de assistir.

  • Briga no playoffs! Robinson e Daniels expulsos em confusão épica

    Briga no playoffs! Robinson e Daniels expulsos em confusão épica

    Cara, que loucura foi essa no jogo dos Knicks ontem! Mitchell Robinson e Dyson Daniels resolveram partir para a briga no meio de um jogo de playoffs — e olha, não foi qualquer confusãozinha não.

    A situação tava assim: Hawks tomando uma surra histórica dos Knicks (50 pontos de diferença no primeiro tempo, gente!), e o Daniels, frustrado pra caramba, resolveu distribuir umas cotoveladas. Depois de uma disputa pelo rebote na linha do lance livre, o australiano mandou o cotovelo no Robinson. E aí… deu ruim.

    O caos se instalou na quadra

    Robinson não deixou barato. Os caras se engalfinharam, outros jogadores entraram pra separar, até árbitro e segurança caíram no meio da confusão. Foi aquele empurra-empurra clássico de playoff que a gente adora ver (desde que não seja do nosso time, né?).

    Depois da revisão, os dois levaram técnica e foram expulsos. Daniels claramente foi quem começou a treta, mas o Robinson deve ter falado alguma coisa porque tentou partir pra cima do australiano mesmo depois de separados.

    Histórico de provocações

    E não é a primeira vez que esses dois se estranham nessa série. No Jogo 2, Robinson já tinha levado técnica por passar por cima do Daniels. Sinceramente? Dava pra sentir que essa briga tava sendo construída há alguns jogos.

    O pior é que isso aconteceu num jogo que já tava decidido — Knicks ganhando por 50 no primeiro tempo! Com 4:39 no relógio, o jogo já era. Mas você sabe como é playoff: a adrenalina tá lá em cima e qualquer fagulha vira fogueira.

    E agora? Vai ter suspensão?

    A expulsão não vai afetar o Jogo 6 porque… bom, não tem muito o que afetar mesmo com essa diferença no placar. Mas e as punições da liga? Provavelmente os dois vão levar multa — isso é certeza. A dúvida é se o Robinson vai ser suspenso por um jogo, o que seria péssimo pros Knicks porque ele perderia o Jogo 1 da segunda rodada contra Boston ou Philadelphia.

    Na minha opinião, foi muita sorte dos Knicks isso ter acontecido num jogo que eles já tinham no bolso. Imagina se fosse numa situação de vida ou morte no placar? O Robinson é peça fundamental no garrafão deles.

    E vocês, acham que mereceu expulsão pros dois ou o Daniels foi mais culpado? Playoff é isso aí — as emoções ficam à flor da pele e qualquer coisa vira treta.

  • Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Mano, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que rolou em Atlanta ontem à noite foi de outro planeta. Os Knicks estavam goleando os Hawks por 83-26 no intervalo — pasmem, o maior intervalo de vantagem na história dos playoffs da NBA — quando Mitchell Robinson e Dyson Daniels resolveram trocar umas bicudas.

    Olha, sinceramente? Eu entendo a frustração dos Hawks. Imagina estar perdendo de CINQUENTA PONTOS em casa, na frente da sua torcida, num jogo que pode encerrar sua temporada. O cara fica maluco mesmo.

    O momento que explodiu tudo

    A confusão começou quando Robinson e Daniels se enroscaram durante um lance livre do OG Anunoby. Cara, tinha 4:39 pra acabar o segundo quarto e Nova York já tinha aplicado um 55-10 de sequência nos coitados. Aí você vê os dois se agarrando e pensa: ‘opa, vai dar merda’.

    E deu mesmo. A briga se espalhou até a primeira fileira da arquibancada, envolveu quase todo mundo dos dois times. Os árbitros não tiveram escolha — Robinson e Daniels foram expulsos na hora. Agora é esperar pra ver se mais alguém vai pagar o pato quando a liga revisar os vídeos.

    Quando o placar vira piada

    Vocês conseguem imaginar uma coisa dessas? 83-26 no intervalo. Oitenta e três a vinte e seis! Os Knicks fizeram 40-15 só no primeiro quarto e depois não pararam mais. Foi uma humilhação pública que deu até dó de assistir.

    O mais louco é que tinha um monte de torcedor do Knicks lá em Atlanta gritando e zoando. Imagina você sendo Hawks fan, pagando seu ingresso pra ver isso em casa? Eu sairia no intervalo, não vou mentir.

    Robinson deve estar pensando: ‘cara, a gente já tava ganhando de 50, precisava mesmo brigar agora?’ Mas o Daniels… rapaz, o moleque tava frustrado demais. Quando você tá apanhando desse jeito, qualquer contato vira motivo pra explodir.

    O que vem por aí

    Pra falar a verdade, essa briga nem foi o pior momento do jogo. O placar conseguiu ser mais feio que a pancadaria — e olha que não é fácil.

    Agora é torcer pra liga não pegar pesado demais com os outros jogadores que se meteram na confusão. Os Knicks provavelmente vão pro segundo turno mesmo (será que os Hawks conseguem uma recuperação histórica depois dessa?), então seria uma pena alguém perder jogos importantes por causa de uma besteira quando o jogo já tava decidido há muito tempo.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se reerguer depois dessa humilhação ou já era mesmo? Porque sinceramente, depois de levar uma dessas em casa, deve ser difícil até olhar no espelho.

  • Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Olha, eu confesso que não esperava isso quando os Hawks contrataram o Quin Snyder no meio da temporada 2022-23. O cara simplesmente pegou um time em transição e transformou em candidato real aos playoffs.

    A situação é a seguinte: Snyder vai entrar na última temporada do contrato dele como técnico dos Hawks antes da temporada 2026-27. E pelo que tudo indica, a diretoria de Atlanta já tá de olho numa renovação. As conversas sobre extensão devem rolar no final da temporada, e o técnico tem apoio total da front office pra continuar por lá.

    O trabalho que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu achava que os Hawks iam patinar mais um tempo depois de toda aquela novela com o Trae Young. Mas não, cara. O time terminou a temporada regular como 6ª cabeça de chave, e isso numa época em que todo mundo falava que era o fim da era Trae Young em Atlanta.

    Snyder pegou um time meio perdido e conseguiu dar uma identidade. Não foi fácil — a saída dele do Utah Jazz em 2022 mostrou que às vezes até bons técnicos precisam de mudança de ares. Mas em Atlanta, o cara encontrou o ambiente perfeito.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Uma coisa que me chamou atenção: os Knicks foram atrás do Snyder na última offseason pra preencher a vaga de técnico deles. Não deu certo, obviamente, mas os Hawks também não responderam oferecendo uma extensão na época. Meio estranho, né?

    Agora a situação mudou completamente. Com o trabalho sólido que ele fez em Atlanta, a renovação parece questão de tempo e valores. E vocês acham que ele fica mesmo? Ou será que vai aparecer uma proposta melhor no meio do caminho?

    O que eu sei é que Atlanta finalmente achou um técnico que entende o momento do time. Snyder não tentou forçar nada, trabalhou com o que tinha e entregou resultados. Isso vale ouro no mundo NBA.

  • Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Olha, quando você menos espera, sempre aparece uma lesão para complicar tudo. Josh Hart está listado como “questionável” para o Jogo 6 contra os Hawks, e sinceramente? Isso pode virar um baita problema para os Knicks.

    O cara saiu de quadra faltando 6:27 para o final do Jogo 5 — que por sinal foi uma surra histórica de 126 a 97 — e não voltou nem para o banco. Deu para ver ele segurando as costas durante o jogo, e agora tá aí: contusão na lombar.

    O problema não é só a ausência do Hart

    Hart pode até estar errando uns arremessos nessa série, mas cara, o que ele tá fazendo defensivamente é absurdo. A grande sacada dos Knicks foi colocar ele para marcar o CJ McCollum — e funcionou perfeitamente. Finalmente conseguiram parar aquele monstro que tava destruindo tudo nos primeiros jogos.

    Se o Hart não jogar, como é que fica? O plano defensivo para o McCollum vira uma dor de cabeça gigante. E vocês sabem como é: numa série de playoffs, essas pequenas mudanças podem decidir tudo.

    Mike Brown até tentou algumas coisas diferentes no Jogo 5. Colocou Towns e Mitchell Robinson juntos em quadra — coisa que ele evitava fazer porque achava que dava problemas defensivos. Mas funcionou: nos cinco minutos que jogaram juntos, os Knicks aumentaram a vantagem.

    Veteranos mandando no pedaço

    Uma coisa que achei interessante foi o Brown falando sobre como deixa os veteranos participarem das decisões. “É um grupo veterano, eles já passaram por muita coisa juntos”, disse ele. “Se eles falam ‘vamos treinar em tal horário’ ou ‘vamos assistir os vídeos agora’, eu escuto.”

    Faz sentido, né? Quando você tem um grupo maduro que já se entende, às vezes é melhor dar essa liberdade mesmo. E pelo jeito tá funcionando — estão a uma vitória de eliminar os Hawks na primeira rodada.

    A real é que os Knicks estão numa situação boa: 3-2 na série, jogando em casa, e com momentum total depois dessa goleada. Mas basquete é basquete — qualquer coisa pode acontecer, ainda mais se ficarem sem uma peça importante como o Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham a série mesmo sem o Hart? Ou os Hawks conseguem forçar um Jogo 7?

  • Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Ex-dirigente do Hawks roubou quase 4 milhões e foi preso

    Cara, que história absurda essa que saiu agora sobre o Atlanta Hawks. O ex-vice-presidente financeiro da franquia, Lester T. Jones Jr., acabou de ser condenado a três anos e cinco meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões do time. Isso mesmo — quase 4 milhões de dólares!

    E o mais revoltante? O cara usou o cartão corporativo da franquia pra bancar uma vida de luxo completa. Viagens pros Bahamas e Tailândia (US$ 80 mil só nisso), quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil… Mano, que descaramento é esse?

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não era qualquer funcionário — ele trabalhava no departamento financeiro desde 2016 e em 2021 virou o cara do topo da área. Ou seja, tinha acesso total ao cofre do Hawks e abusou disso de uma forma criminosa.

    Segundo os promotores, ele gastou mais US$ 21 mil em relógios Omega e passou de US$ 160 mil em ingressos pra shows e eventos. Sinceramente, eu fico pensando: como ninguém percebeu antes? Um cara gastando essa grana toda no cartão da empresa…

    O promotor Theodore Hertzberg não poupou palavras: “Jones transformou seu emprego dos sonhos como executivo de alto escalão do Hawks numa oportunidade de roubar os fundos do time”. E completou dizendo que pra quem abusa da confiança do empregador dessa forma, “o destino final do trem da mordomia é a prisão federal”.

    FBI investigou tudo nos mínimos detalhes

    A investigação do FBI mostrou que Jones confessou culpa em dezembro passado. Além da cadeia, ele vai ter que pagar quase US$ 3,9 milhões de restituição. Ou seja, além de perder a liberdade, vai sair no prejuízo total.

    A agente especial Marlo Graham falou uma coisa que me chamou atenção: esse caso “destaca o dano significativo que pode ser causado por ameaças internas dentro de uma organização”. É isso aí — às vezes o perigo tá dentro de casa mesmo.

    Vocês acham que o Hawks tinha como detectar isso antes? Porque, pra ser honesto, US$ 3,7 milhões não é trocado… Alguém dormiu no ponto por lá, né não?

    O Hawks ainda não se manifestou oficialmente sobre a condenação, mas imagino que a franquia deve estar correndo atrás pra revisar todos os processos internos depois dessa bomba.

  • Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Olha só que história absurda saiu hoje: Lester T. Jones Jr., que era executivo de finanças do Atlanta Hawks, foi condenado a 3 anos e 5 meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões da franquia. Cara, US$ 3,7 milhões! É dinheiro pra comprar meio time da G-League.

    O maluco usava o cartão corporativo do Hawks como se fosse o dele próprio. E não era pra comprar um lanche não — eram viagens internacionais, joias, relógios Omega, roupas de grife. Sinceramente, eu não entendo como alguém acha que não vai ser pego fazendo uma coisa dessas numa organização da NBA.

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não foi apenas gastando no cartão da empresa. O cara montou um esquema bem pensado: ele criava pedidos falsos de reembolso, como se tivesse gastado dinheiro próprio em despesas de trabalho. Aí o Hawks depositava o dinheiro na conta dele. Genial? Talvez. Burro? Com certeza.

    Entre 2016 e 2025, ele trabalhou no departamento financeiro dos Hawks, e desde 2021 era vice-presidente sênior de finanças. Ou seja, tinha acesso total aos sistemas financeiros da equipe. Era literalmente a raposa cuidando do galinheiro.

    Gastou como se não houvesse amanhã

    Os gastos do cara foram de outro mundo: US$ 80 mil em viagens para as Bahamas e Tailândia, quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil, relógios Omega de US$ 21 mil, e — pasmem — mais de US$ 160 mil em ingressos para shows e eventos esportivos.

    Gente, US$ 160 mil em ingressos! Dava pra assistir uns 50 jogos dos Hawks na courtside com essa grana. E olha que ele já trabalhava lá — provavelmente tinha acesso a ingressos gratuitos ou com desconto.

    O procurador federal Theodore S. Hertzberg não poupou palavras: disse que Jones transformou o “emprego dos sonhos” numa oportunidade de roubar a equipe. E complementou com uma frase que eu adorei: “o trem da alegria tem como destino final a prisão federal”.

    Os Hawks preferiram não comentar a sentença, o que é compreensível. Imagino o constrangimento da organização — descobrir que um executivo de confiança estava literalmente roubando a casa há quase uma década.

    E aí, pessoal, vocês acham que 3 anos e meio é suficiente pra quem roubou quase 4 milhões de dólares? Na minha opinião, o cara teve sorte — em alguns lugares do mundo, roubo dessa magnitude daria cadeia perpétua.

  • Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Cara, o que tá rolando entre CJ McCollum e Jalen Brunson já virou caso de polícia na série entre Hawks e Knicks. E olha, eu não sei se o McCollum tá fazendo de propósito ou se é só azar mesmo, mas o cara já acertou o Brunson na região… digamos, sensível, duas vezes nessa série.

    A primeira foi no Jogo 1, onde ele levou até técnica por isso. Agora no Jogo 5, que os Knicks ganharam de 126 a 97 (que surra!), aconteceu de novo. Durante o movimento de arremesso, a perna do McCollum vai parar exatamente no mesmo lugar. Coincidência? Sei não, viu…

    A resposta de veterano do Brunson

    Mas o que mais me impressiona é como o Brunson lidou com isso. Sinceramente, eu esperava um pouco mais de revolta, mas o cara escolheu o caminho da maturidade. Quando perguntaram sobre os chutes do McCollum na coletiva, ele simplesmente disse: “Não penso nada sobre isso”.

    E sabe o que é mais massa? Em vez de entrar numa guerra de palavras (que ia dar uma confusão desnecessária), o Brunson decidiu responder onde importa: na quadra. O monstro fez 39 pontos com 15/23 nos arremessos de campo. Quarenta pontos quase, cara! É assim que se responde.

    Quando o jogo fala por você

    O segundo tempo foi um show à parte. Brunson meteu 22 pontos só nos dois últimos quartos e simplesmente acabou com qualquer esperança de reação dos Hawks. Foi daquelas atuações que você assiste e pensa: “Por isso que esse cara é estrela”.

    Os Knicks pareciam meio perdidos depois de levar duas seguidas nos Jogos 2 e 3 (aquelas que o próprio McCollum roubou no clutch), mas acordaram na hora certa. Agora estão 3-2 na série e com o momentum total do lado deles.

    Vocês acham que essa história do McCollum é lance mesmo ou tem maldade? Porque duas vezes no mesmo lugar já é demais para ser coincidência, né? O que importa é que o Brunson mostrou que experiência de playoff se resolve assim: jogando bola e mantendo a cabeça fria.

  • Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Towns e o drama com Gatorade: Knicks dominam Hawks e lideram série

    Cara, eu tenho que começar falando do Karl-Anthony Towns e esse negócio do Gatorade que virou meme nos Knicks. Ontem à noite, depois de uma vitória absoluta por 126 a 97 sobre os Hawks, o cara protagonizou mais um momento hilário com a bebida esportiva.

    “Nem vou encostar no Gatorade”, disse Towns. Dois segundos depois: “Mentira, mentira… tô com sede, mano”. E pronto, a internet pegou fogo com mais um capítulo dessa saga que tá rolando nos playoffs.

    Dominação total no Madison Square Garden

    Mas vamos ao que importa: os Knicks simplesmente destruíram os Hawks no jogo 5. Foi uma daquelas performances que você assiste e pensa “cara, esse time tá funcionando mesmo”. Nova York controlou o ritmo desde o primeiro quarto e nunca mais soltou.

    Towns foi peça fundamental nessa vitória. O gigante anotou um double-double maroto: 16 pontos, 14 rebotes e ainda distribuiu 6 assistências. Aproveitamento? 5 de 7 nos arremessos de quadra. Ah, e ainda roubou 2 bolas e deu 2 tocos em pouco mais de 34 minutos. Tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs.

    O que mais me impressiona nos Knicks agora é essa química que eles desenvolveram. A bola tá circulando, todo mundo tá contribuindo — não é só um jogador carregando o time nas costas. Na defesa então? Os caras tão disciplinados demais, não deixaram os Hawks respirarem praticamente o jogo inteiro.

    Atmosfera relaxada que assusta

    Sinceramente, essa vibe descontraída do Towns com o Gatorade mostra muito sobre o momento do time. Quando você tá confiante, essas coisas naturais acontecem. O pessoal tá relaxado, mas focado. É uma combinação perigosa para qualquer adversário.

    E olha que interessante: essa personalidade do Towns que muita gente criticava no passado agora tá sendo abraçada pela torcida. Os fãs adoraram o momento, viralizou nas redes sociais. Às vezes é isso que falta no esporte — um pouco de humanidade, de espontaneidade.

    Agora a série volta para Atlanta com os Knicks liderando por 3 a 2. Jogo 6 decisivo pela frente. Vocês acham que eles fecham a série fora de casa ou vai ter jogo 7?

    Na minha visão, se mantiverem esse nível de jogo e essa química que vem mostrando, os Knicks têm tudo para avançar. Towns tá jogando num nível All-Star mesmo, e quando ele joga assim, esse time fica muito perigoso. Só espero que ele não esqueça de se hidratar direito no próximo jogo!

  • McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    Gente, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que Miles McBride fosse se tornar uma peça tão crucial assim nos playoffs dos Knicks. Mas os números não mentem, e cara… eles são absurdos.

    Quando Brunson e McBride jogam juntos, os Knicks simplesmente voam. Na série contra os Hawks, essa dupla teve um net rating de 29.5 pontos. Vinte e nove ponto cinco! É literalmente o melhor rating entre todas as duplas que mais jogaram nos primeiros quatro jogos da série.

    De volta por cima depois da cirurgia

    O McBride começou meio enferrujado nos playoffs — o que é compreensível, né? O cara perdeu 28 jogos na temporada regular por causa de uma cirurgia de hérnia esportiva. Mas nos jogos 3 e 4 contra Atlanta, ele mostrou que voltou.

    Dezesseis pontos no jogo 3, treze no jogo 4. E o mais impressionante: acertou 8 de 16 tentativas do perímetro nesses dois jogos. Isso é quase 50% das bolas de três! O técnico Mike Brown claramente notou, porque aumentou os minutos dele — 31 e 23 minutos respectivamente.

    E olha só o detalhe: nos dois jogos, McBride ficou na quadra a maior parte do segundo tempo no lugar do Mikal Bridges, que tava passando por dificuldades. Às vezes o basquete é assim mesmo — quem tá jogando bem, joga.

    O alívio que o Brunson precisava

    Na minha visão, o que o McBride traz de mais valioso é tirar um pouco da responsabilidade de criação do Brunson. O cara tá sendo marcado com dupla o tempo todo, pressão na quadra inteira — é muita coisa pra um jogador só.

    McBride, mesmo não sendo um armador natural, consegue subir a bola e permite que o Brunson receba já no meio da quadra. Economiza energia, evita desgaste desnecessário. É inteligência de jogo pura.

    “Tento fazer o trabalho dele o mais fácil possível, assim como dos outros companheiros”, disse McBride. E é exatamente isso que ele tem feito. O cara entende seu papel perfeitamente.

    Vocês viram as ações de pick que eles têm feito um pro outro? Brunson fazendo bloqueio pro McBride, McBride retribuindo. É uma químia que os Hawks não esperavam e que tem dado muito certo.

    Sinceramente acho que essa dupla pode ser uma das chaves dos Knicks nessa pós-temporada. McBride virou aquele sexto homem que todo time sonha em ter — versátil, inteligente e que aparece quando mais precisa. E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível o resto dos playoffs?