Tag: Atlanta Hawks

  • Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Brunson explica briga com o pai: ‘Só dois competidores’

    Olha, eu vi esse lance ao vivo e pensei: “Eita, o que tá rolando aí?”. Jalen Brunson discutindo com o próprio pai durante o jogo? Mas calma aí, porque a história é bem diferente do que parece.

    Na vitória dos Knicks por 114 a 98 sobre o Hawks no jogo 4, as câmeras flagraram uma troca de palavras bem acalorada entre Jalen e Rick Brunson, que é técnico assistente do time. A internet pirou, todo mundo especulando sobre tensão no banco de reservas dos Knicks em plenos playoffs.

    A explicação que faz todo sentido

    Mas o próprio Jalen tratou de esclarecer tudo depois do jogo: “Não teve debate nenhum. Eram só dois competidores ali”.

    Cara, isso me lembra muito da minha época jogando bola no colégio. Quantas vezes não brigamos com técnico, pai, irmão — tudo por causa da paixão pelo jogo? Brunson explicou que aquilo não foi conflito, foi intensidade pura. O tipo de cobrança que ele cresceu recebendo do pai.

    E o timing da discussão? Os Knicks estavam goleando, com vantagem de dois dígitos construída num primeiro tempo dominante. Rick só queria que o filho não relaxasse — especialmente depois das derrotas dolorosas nos jogos 2 e 3.

    Brunson respondeu no jogo

    E funcionou, né? Jalen terminou com 19 pontos e 3 assistências numa performance sólida. Não foi sua melhor noite estatisticamente, mas ele mostrou liderança quando o time precisava.

    Sinceramente, acho que essa cobrança familiar foi fundamental. Os Knicks tinham perdido dois jogos seguidos de forma frustrante, incluindo aquele 109-108 que doeu na alma. O time precisava de um choque, e às vezes isso vem de onde menos esperamos.

    Karl-Anthony Towns brilhou com um triple-double histórico, OG Anunoby jogou muito nas duas pontas da quadra, mas foi essa intensidade renovada que fez a diferença. Os Hawks fizeram só 44 pontos no primeiro tempo — uma surra defensiva dos Knicks.

    Série empatada e decisiva

    Agora a série volta pro Madison Square Garden empatada em 2-2, e aquele momento “viral” entre pai e filho parece ter sido exatamente o que o time precisava pra redescobrir sua pegada.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Essa troca de palavras entre os Brunson pode ter sido o turning point da série. Às vezes é isso mesmo — um puxão de orelha na hora certa vale mais que mil discursos motivacionais.

  • Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Cara, o Josh Hart foi direto ao ponto depois da vitória dos Knicks sobre os Hawks por 114-98 no sábado. Sem papas na língua, o cara admitiu que o time estava com “senso de urgência” — e olha, quando um jogador fala isso abertamente, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    “Havia um senso de urgência ali, perdendo por 2-1. Entregamos dois jogos que deveríamos ter vencido”, disse Hart para os repórteres. E sinceramente? Ele tem razão total. Os Knicks tinham tudo para estar na frente nessa série, mas se complicaram sozinhos.

    Hart comandou a reação defensiva

    O que mais me impressionou foi como o Hart liderou pelo exemplo na defesa. O cara estava em todo lugar no State Farm Arena — roubou duas bolas, forçou 10 turnovers logo no início, e deixou o técnico dos Hawks, Quin Snyder, achando que ele estava marcando o time inteiro ao mesmo tempo.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não economizou nos elogios: “Quando ele se concentra, ele se concentra. Sua atividade defensiva, especialmente na pressão na bola, foi fabulosa esta noite”.

    E vocês viram aquelas jogadas? O Hart roubando a bola e convertendo do outro lado da quadra. É esse tipo de energia que faz a diferença nos playoffs.

    Agora é manter a pressão no jogo 5

    Mas o Hart foi esperto — ele sabe que ganhar um jogo não resolve nada. “Tivemos esse senso de urgência desde o começo e agora temos que estar prontos para ter esse senso de urgência desde o começo no jogo 5”, falou.

    E é isso mesmo. Voltar para o Madison Square Garden com a série empatada em 2-2 é uma coisa, mas manter essa mesma intensidade é outra completamente diferente. Os Knicks não podem relaxar agora.

    Hart marcou 10 pontos e ficou a apenas um rebote do double-double, mas o que realmente importou foi sua liderança nos dois lados da quadra. Foi um dos cinco jogadores dos Knicks a marcar dois dígitos — quando o time todo contribui assim, fica difícil parar.

    Agora é ver se os Knicks conseguem levar essa mesma sede de vitória para casa. O que vocês acham? Eles conseguem fechar a série no MSG ou vão deixar escapar de novo?

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    Olha, eu não esperava que o Karl-Anthony Towns fosse ser ESSE cara nos playoffs, mas o homem simplesmente decidiu que era a hora dele brilhar. No jogo 4 contra o Hawks, KAT mandou o primeiro triple-double da carreira dele nos playoffs (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências) e ajudou os Knicks a empatarem a série em 2-2 com uma vitória de 114 a 98.

    E que atuação, meu amigo! Towns não só pontuou bem — 6 de 10 arremessos —, como distribuiu a bola que nem um armador veterano. Dez assistências! O cara que sempre foi criticado por ser individualista demais mostrou que pode sim fazer os companheiros jogarem melhor.

    Mikal Bridges e Josh Hart acordaram na hora certa

    Depois daquela performance horrorosa no jogo 3 (onde o Bridges nem pontuou), tanto ele quanto o Josh Hart resolveram aparecer. Os dois que fizeram 1 de 12 coletivamente no jogo anterior, mandaram 7 de 11 no primeiro tempo desta vez. Hart inclusive fechou a primeira etapa em grande estilo, anotando 9 dos últimos 11 pontos dos Knicks antes do intervalo.

    Sinceramente, essa dupla estava devendo essa resposta. E que alívio deve ter sido pro Thibodeau ver esses caras voltarem a produzir quando mais precisava.

    Defesa sólida e rebote dominante

    Uma coisa que me chamou atenção foi como os Knicks dominaram no garrafão. Eles pegaram rebote ofensivo o jogo todo, criando segundas chances enquanto não deixavam os Hawks nem chegarem perto da tabela deles. No primeiro tempo, Atlanta fez só 44 pontos — uma pressão defensiva absurda.

    O OG Anunoby também mandou bem com um double-double de 22 pontos e 10 rebotes. E tem o Miles McBride saindo do banco pra fazer 8 dos seus 11 pontos no último quarto, acertando 3 de 6 do perímetro.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade no jogo 5? Porque uma coisa eu garanto: se o Towns continuar jogando assim, distribuindo e pontuando, essa série pode virar rapidinho. O cara mostrou que quando resolve aparecer nos momentos grandes, ele realmente pode ser decisivo.

    Brunson fez 19 pontos mas perdeu 6 bolas — algo que ele precisa melhorar pro próximo jogo. Mas com Towns nesse nível e os outros caras voltando a acertar os arremessos, os Knicks têm tudo pra surpreender nessa série.

  • Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Cara, o que os Hawks fizeram é absolutamente surreal. Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu da NBA, e com isso Atlanta se tornou o PRIMEIRO time na história a ter dois jogadores diferentes ganhando esse troféu em anos consecutivos. Nunca tinha acontecido isso desde que o prêmio foi criado lá em 1985-86.

    Ano passado foi o Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Dois caras que chegaram nos Hawks e simplesmente explodiram. Coincidência? Eu acho que não.

    De coadjuvante em Minnesota para protagonista em Atlanta

    A transformação do Alexander-Walker foi de outro mundo, pessoal. O cara saiu do banco dos Timberwolves — onde era só mais um jogador de rotação — e virou titular absoluto em Atlanta. Os números não mentem: saltou de uma média mixuruca para incríveis 20.8 pontos por jogo. Isso representa um aumento de 121% na pontuação!

    E olha só que absurdo: ele praticamente dobrou o número de arremessos por partida comparado à temporada passada, mas AUMENTOU a porcentagem de acertos. Como assim? 45.9% nos arremessos de quadra e 39.9% nas bolas de três — carreira melhor nos três pontos tentando mais de 8 por jogo.

    Vocês conseguem dimensionar isso? É como se um cara que jogava 15 minutos no Palmeiras fosse pro Flamengo e virasse artilheiro do Brasileirão.

    O timing perfeito que salvou a temporada

    Tem um detalhe que eu acho fundamental nessa história toda. No All-Star break, os Hawks estavam com 26-30, meio perdidos na tabela do Leste. Aí o Alexander-Walker resolveu pegar fogo na segunda metade da temporada — sinceramente, o cara não fez menos de 14 pontos em NENHUM jogo depois do break.

    Resultado? Atlanta fechou com 20-6 nos últimos 26 jogos, terminou 46-36 e garantiu o 6º seed nos playoffs. Agora estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada. Coincidência? Claro que não.

    Família que joga unida, permanece unida

    Aqui tem uma curiosidade que eu adoro: o Shai Gilgeous-Alexander, atual MVP da liga, é primo do Nickeil. E cara, que orgulho deve ser ver o primo explodindo assim na NBA. O Shai até declarou publicamente que o Alexander-Walker merecia o prêmio semanas antes do anúncio oficial.

    “Ele é melhor que ganhe”, disse o astro do Thunder. “O mais impressionante é como ele persistiu… estamos sempre conversando sobre estar pronto quando a oportunidade chegar, e estou orgulhoso de como ele aproveitou esse momento.”

    Que história inspiradora, não acham? Dois primos que cresceram juntos, ambos chegaram na NBA por caminhos diferentes, e agora o mais novo está brilhando no momento certo.

    Os outros finalistas foram Deni Avdija (Blazers) e Jalen Duren (Pistons) — ambos All-Stars pela primeira vez. Mas Alexander-Walker conseguiu mais votos mesmo sem ir pro All-Star Game. Às vezes o reconhecimento vem de outras formas, né?

  • Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Olha, eu não esperava isso mas o clima esquentou MESMO entre o técnico do Mitchell Robinson e Mike Brown dos Knicks. E não é pra menos — ver um pivô daquele tamanho jogando só 11 minutos numa derrota por 1 ponto nos playoffs é de doer o coração.

    O cara que treina o Robinson, Marcell Scott, simplesmente perdeu a paciência e foi direto ao ponto no Instagram: “Mike Brown tá com MEDO de se irritar!!! Ele é bonzinho demais pra treinar o New York Knicks!!!”

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do cara. Robinson tá sendo praticamente esquecido na série contra o Hawks, enquanto Brown prefere improvisar com OG Anunoby no garrafão. É meio absurdo quando você pensa que tem KAT e Mitchell ali parados no banco.

    A estratégia “Hack-a-Mitch” tá funcionando

    Tá, vou ser justo com o Brown aqui. O Atlanta descobriu a fórmula: faz falta no Robinson e torce pra ele errar os lances livres. E tá dando certo — o cara acertou só 2 de 6 tentativas na série.

    Mas porra, 11 minutos? Em um jogo de playoff decidido por 1 ponto? Isso é jogar com medo mesmo. Brown até tentou usar o Robinson no começo dos quartos no jogo 2 (quando Atlanta não pode fazer a estratégia da falta), mas na hora H deixou o cara no banco de novo.

    A dupla Robinson + Towns que não rola

    Scott tá pedindo pra jogar com Robinson e Karl-Anthony Towns juntos, mas Brown não quer nem ouvir falar. A explicação dele até faz sentido do ponto de vista tático — seria complicado defender os matchups do Hawks com essa dupla de torres.

    Só que eu fico pensando: será que não vale a pena pelo menos TENTAR? Os Knicks precisam de algo diferente, porque do jeito que tá não tá funcionando. Robinson tem 2,13m e é um monstro no rebote e nas finalizações perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Brown deveria dar mais chances pro Robinson mesmo com o problema dos lances livres? Ou tá certo em priorizar a versatilidade tática? Porque uma coisa é certa: se os Knicks caírem nessa série, essa polêmica vai render MUITO assunto na offseason.

  • NAW explode nos Hawks e leva o prêmio de jogador que mais evoluiu!

    NAW explode nos Hawks e leva o prêmio de jogador que mais evoluiu!

    Cara, vocês viram o que aconteceu com o Nickeil Alexander-Walker? O cara simplesmente EXPLODIU na temporada e levou o prêmio de Most Improved Player da NBA. E olha só que coincidência louca: pelo segundo ano consecutivo, um jogador do Hawks leva essa premiação!

    Ano passado foi o Dyson Daniels que arrancou com tudo. Agora é a vez do NAW — como a galera chama ele — mostrar que mudança de ares faz milagre mesmo.

    Os números que impressionaram

    Vamos aos fatos que deixaram todo mundo de queixo caído: 20.8 pontos por jogo. Vinte. Ponto. Oito. Para vocês terem noção do salto que esse cara deu, na temporada passada no Minnesota ele fazia míseros 9.4 pontos por partida. Isso é um salto de ONZE pontos! É praticamente um jogador completamente diferente.

    Mas não para por aí. O cara cravou 46% dos arremessos de quadra e — preparem-se — 40% das bolas de três. Acertou 251 bolas do perímetro na temporada, quebrando o recorde histórico da franquia dos Hawks. Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda dele.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Sete anos de NBA, passando por New Orleans, Utah, Portland e Minnesota… e foi justamente em Atlanta que o NAW encontrou seu lugar no sol. É impressionante como algumas mudanças de ambiente podem despertar um monstro que estava adormecido dentro do jogador.

    Os outros finalistas eram Deni Avdija e Jalen Duren — dois caras que também evoluíram pra caramba. Mas convenhamos, quando você salta de 9.4 para 20.8 pontos por jogo, não tem muito o que discutir, né?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acreditam que o Hawks pode ser uma surpresa nos playoffs com essa dupla Daniels-Alexander-Walker comandando? Porque eu tô começando a acreditar que esse time de Atlanta pode incomodar muito gente por aí…

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Most Improved Player da NBA e sinceramente? Era mais que merecido. O cara simplesmente explodiu nesta temporada pelo Hawks, e olha que ele venceu uma disputa difícil contra Deni Avdija e Jalen Duren.

    Vocês lembram quando ele era só “o primo do Shai”? Pois é, agora ele tem nome próprio na liga.

    Os números não mentem

    Alexander-Walker teve a temporada da vida dele. Média de 20.8 pontos por jogo — mais que o DOBRO da média das seis primeiras temporadas na carreira. Absurdo, né?

    Mas não para por aí. O monstro acertou 46% dos arremessos de quadra, 40% das bolas de três (com 251 cestas do perímetro) e impressionantes 90% dos lances livres. Ah, e ainda melhorou nos rebotes (3.4), assistências (3.7) e roubadas de bola (1.3).

    Claro que parte disso veio com o aumento de minutos — ele jogou 2.603 minutos nesta temporada, 530 a mais que o recorde anterior da carreira. Mas convenhamos: ele CONQUISTOU esses minutos.

    Do banco para titular absoluto

    A história dele nesta temporada é interessante, viu. Começou como sexto homem no primeiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 62 milhões com o Hawks. Quando o Trae Young se machucou no joelho, Alexander-Walker assumiu a titularidade.

    E depois daquela trade maluca em janeiro — Hawks mandou o Trae Young para Washington e trouxe CJ McCollum e Corey Kispert — ele se consolidou de vez como titular. Uma mudança que mudou completamente o rumo da franquia.

    O mais legal? Dyson Daniels, que ganhou o prêmio no ano passado, já tá elogiando o sistema de desenvolvimento do Hawks. “Atlanta tem um caminho muito bom de desenvolvimento”, disse ele. E tem razão — dois Most Improved Players em dois anos não é coincidência.

    Saindo da sombra do primo

    Falando em Shai Gilgeous-Alexander (sim, eles são primos), o cara tá arrebentando também. Atual MVP e finalista de novo este ano pelo Thunder. Mas agora o Alexander-Walker finalmente tá sendo reconhecido por ser ele mesmo.

    “Quando você é primo do Shai, muitas vezes te chamam de ‘primo do Shai’”, ele disse. “Ser reconhecido como Nickeil Alexander-Walker é incrível.”

    E olha, com essa família de jogadores monstruosos, quem sabe não rola um duelo entre primos nos playoffs? Seria um jogaço épico.

    Essa temporada de premiações tá sendo louca mesmo. Wembanyama virou o mais jovem DPOY da história (e o primeiro unânime), Keldon Johnson levou o Sixth Man… E ainda tem MVP, Coach of the Year e Rookie of the Year pra anunciar.

    Mas por hoje, é hora de celebrar o Alexander-Walker. De sexto homem a Most Improved Player — essa é a definição de evolução na NBA.

  • Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Cara, os Hawks simplesmente fizeram história na NBA. Nickeil Alexander-Walker acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu (Most Improved Player) da temporada 2025-26, e o mais absurdo é que Atlanta se tornou o PRIMEIRO time da história a ter dois MIPs consecutivos!

    Ano passado foi Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Que trabalho monstruoso da organização dos Hawks, né não?

    Os números não mentem

    O canadense de 27 anos simplesmente explodiu nesta temporada. Olha só esses números: 20.8 pontos, 3.7 assistências, 3.4 rebotes e 1.3 roubos de bola por jogo. Tudo recorde pessoal na carreira dele!

    Mas o que mais me impressionou foi na linha dos três pontos. O cara quebrou o RECORDE HISTÓRICO dos Hawks com 251 bolas de três convertidas na temporada, acertando 39.9% dos arremessos. Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda quando ele foi trocado pelos Timberwolves em julho passado.

    Alexander-Walker começou como titular em 71 dos 78 jogos que disputou. Isso mostra a confiança que o técnico depositou nele — e cara, deu super certo.

    Votação foi tranquila

    Na votação não teve nem discussão: 66 votos de primeiro lugar e 396 pontos no total. O segundo colocado foi Jalen Duren, dos Pistons, com 23 votos de primeiro lugar e 254 pontos. Uma diferença considerável.

    E olha que lista ilustre de vencedores anteriores! Giannis, Ja Morant, Pascal Siakam, Jimmy Butler… Alexander-Walker tá em boa companhia agora.

    O que vocês acham? Esse salto de qualidade dos Hawks vai continuar nos playoffs? Eles já estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada do Leste, então parece que a evolução não foi só individual — o time todo cresceu junto.

    Pra mim, isso mostra como uma boa troca pode transformar completamente a carreira de um jogador. Alexander-Walker encontrou seu lugar perfeito em Atlanta, e agora os Hawks têm um backcourt que promete dar muito trabalho no futuro.

  • Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Cara, que coisa absurda está rolando em Atlanta! Pelo segundo ano consecutivo, um jogador dos Hawks leva o prêmio de Most Improved Player da NBA. Depois de Dyson Daniels no ano passado, agora é a vez de Nickeil Alexander-Walker brilhar.

    E olha, eu confesso que não esperava isso quando a temporada começou. O cara veio dos Timberwolves sendo basicamente um “3&D player” – aquele jogador que fica ali no cantinho, acerta umas bolas de três e marca bem na defesa. Média de 9.4 pontos por jogo, saindo do banco. Nada demais, né?

    A transformação foi surreal

    Mas aí os Hawks decidiram apostar pesado no Alexander-Walker, especialmente com toda aquela movimentação da saída do Trae Young. O técnico Quin Snyder botou a bola na mão dele e falou: “Agora é contigo, parceiro.” E o monstro respondeu à altura!

    Os números são de dar inveja em qualquer um: 20.8 pontos por jogo (recorde pessoal), 3.4 rebotes, 3.7 assistências, 1.31 roubos de bola. E não para por aí – 45.9% nos arremessos de quadra, 39.9% nas bolas de três e impressionantes 90.2% nos lances livres. Sinceramente, esses percentuais são de All-Star, não é brincadeira.

    O que mais me impressiona é que o cara conseguiu fazer essa evolução aos 27 anos, na sétima temporada dele na liga. Quantas vezes a gente não vê jogador “estagnar” nessa idade? Mas o Alexander-Walker provou que nunca é tarde para dar aquele salto gigantesco.

    Dupla defensiva de outro planeta

    E tem mais – junto com o Dyson Daniels (que já ganhou esse prêmio antes), os dois formaram provavelmente o melhor backcourt defensivo da NBA inteira. Imagina ser atacante e ter que enfrentar esses dois caras na marcação? Deve ser um pesadelo!

    Na votação, Alexander-Walker recebeu 66 votos de primeiro lugar dos 100 jornalistas que participaram. Jalen Duren, do Detroit, ficou em segundo, e Deni Avdija, do Portland, completou o pódio. A diferença foi bem clara mesmo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada de revelar talentos? Porque dois MIP seguidos não é coincidência não, é trabalho sério da organização. E aí, será que o Alexander-Walker consegue manter esse nível absurdo na próxima temporada?