Tag: Atlanta Hawks

  • Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Cara, eu não consigo mais defender esse time dos Knicks. 109 a 108 pro Hawks em casa, tomando virada no final — isso não é playoff, é vexame mesmo.

    Olha, vou ser sincero: talvez os Knicks (1-2) nem merecessem ganhar esse jogo contra o Hawks (2-1). Começaram dormindo no primeiro quarto, tomaram 18 pontos de diferença no segundo, e só acordaram quando já era tarde demais. Conseguiram virar por 3 com um minuto no relógio, mas aí o CJ McCollum resolveu aparecer e os caras entregaram mais uma posse de bola decisiva.

    KAT e Brunson fizeram a parte deles

    Karl-Anthony Towns foi monstro: 21 pontos e 17 rebotes, com +22 de saldo. O Brunson também apareceu com 26 pontos em 11 de 23 arremessos. Mas mano, basquete é esporte coletivo — e o resto do time simplesmente sumiu.

    Mikal Bridges tentou 3 arremessos e fez ZERO pontos. Zero! Mitchell Robinson foi um -18 em apenas 11 minutos de quadra. Josh Hart? 2 pontos em 1 de 9 tentativas. É de chorar mesmo.

    Os Knicks até dominaram o garrafão (56 a 40 pontos na área) e equilibraram no rebote (46-45), mas perderam no que mais importa: eficiência. O Hawks acertou 45% dos arremessos contra 43% de Nova York, mas principalmente nas bolas de três — 39% contra 29%. E as 18 bolas perdidas dos Knicks viraram pontos fáceis pro adversário.

    Primeiro quarto foi um pesadelo

    Sinceramente, nunca vi um time tão apático em playoff. No primeiro quarto, só dois jogadores pontuaram: Anunoby e Brunson. Towns tentou UM arremesso (e errou). O time perdeu 5 bolas logo de cara e não foi na linha de lance livre até restar 1min30.

    Enquanto isso, o Hawks estava jogando um basquete lindo. Assistiram em 10 das 12 cestas do primeiro quarto, com Jonathan Kuminga saindo do banco perfeito: 4 de 4 e 10 pontos. Os Knicks erraram 10 das 12 tentativas de três pontos. Dez de doze, gente!

    No final do primeiro quarto: 33 a 21 pro Hawks. Uma diferença que grita despreparo.

    A reação que não veio

    No segundo quarto, Towns finalmente acordou e diminuiu a diferença de 15 para 10 pontos com algumas enterradas bonitas. Mas aí o McCollum resolveu o jogo com uma virada de meio de quadra, Onyeka Okongwu roubou uma bola do Bridges e transformou em pontos fáceis.

    A verdade é essa: esse time dos Knicks não tá levando a sério os playoffs. Tom Thibodeau demora demais pra fazer os ajustes, os jogadores parecem estar passeando, e o resultado tá aí — 2 a 1 pro Hawks numa série que deveria ser nossa.

    E vocês, ainda acreditam nesse time? Porque eu tô começando a perder a fé…

  • McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    McCollum destrói os Knicks de novo e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa os Knicks. Depois de fazer aquela loucura no jogo 2 no Madison Square Garden, o cara voltou e decidiu mais uma vez — dessa vez em casa, em Atlanta.

    Com 12.5 segundos no relógio e os Hawks perdendo por um ponto, McCollum recebeu a bola e mandou um fadeaway de 15 pés que foi direto no fundo da rede. 109-108 para Atlanta, série 2-1. Vinte e três pontos no final das contas.

    Uma noite de altos e baixos

    Olha, os Hawks dominaram praticamente o jogo inteiro, chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo. Parecia que ia ser tranquilo, mas aí você lembra que é playoff da NBA — nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: voltaram no sufoco. Jalen Brunson (26 pontos) converteu um and-one com 1:03 no relógio e colocou Nova York na frente por 108-105. Meu coração já estava acelerando só de imaginar outro colapso dos Hawks.

    Mas Jalen Johnson, que foi o cestinha da noite com 24 pontos, respondeu na lata. Josh Hart errou uma de três para os Knicks, eles pegaram o rebote ofensivo mas não conseguiram arremessar a tempo. Sinceramente? Foi um alívio ver que dessa vez Atlanta não entregou.

    McCollum é problema sério para Nova York

    Esse cara tá assombrado com os Knicks, não é possível. Começou o jogo já mandando uma de três step-back — como se estivesse mandando um recado: “oi, eu ainda tô aqui”.

    E não foi só no ataque. Teve uma jogada defensiva absurda quando o Hart pegou uma sobra e saiu em velocidade. McCollum foi lá e tocou a bola, que bateu no pé do Hart e virou posse dos Hawks. Jogada de veterano mesmo.

    Jonathan Kuminga saindo do banco também foi monstro — 21 pontos. Do lado dos Knicks, o OG Anunoby liderou com 29, mas não adiantou muito.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar no jogo 4? Porque até agora o McCollum tá fazendo o que quer com essa defesa de Nova York. E olha que ainda tem mais dois jogos possíveis em Atlanta…

    Mike Brown reclamou da arbitragem depois do jogo, disse que perderam algumas faltas no garrafão. Pode até ser, mas no fim das contas quem decidiu foi aquela fadeway do McCollum. Puro sangue frio.

  • CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    CJ McCollum gelou os Knicks: Hawks viram série com arremesso decisivo

    Olha, eu já vi muito final dramático na NBA, mas essa foi de arrepiar. CJ McCollum simplesmente decidiu ser clutch nos últimos segundos e mandou um fadeaway de 15 pés que calou Madison Square Garden. Hawks 109, Knicks 108. Série virada: 2-1 pra Atlanta.

    E o mais louco? McCollum já tinha destruído os Knicks no Jogo 2, e repetiu a dose ontem à noite. 23 pontos do cara, sendo que o arremesso mais importante veio faltando 12.5 segundos no relógio. Fadeaway limpo, sem dó.

    Hawks mostraram coração de campeão

    Sinceramente, eu não esperava que esse time de Atlanta tivesse essa mentalidade. Jalen Johnson foi o cestinha com 24 pontos — esse moleque tá crescendo demais nos playoffs. E olha só que banco produtivo: Jonathan Kuminga saiu do banco pra fazer 21 pontos. Quando o sexto homem aparece assim, é sinal que o time tá encaixado.

    “Eles trabalham, eles compartilham”, disse o técnico Quin Snyder. E é isso mesmo. Os Hawks chegaram a abrir 18 pontos no primeiro tempo, mas isso é NBA, né? New York não ia desistir fácil.

    Final de infarto em Atlanta

    A virada dos Knicks veio mesmo. Jalen Brunson — que tá jogando muita bola nessa série — acertou uma jogada de três pontos e colocou New York na frente: 108-105 com 1:03 no relógio. Pensei: “Pronto, acabou pra Atlanta”.

    Mas não. Jalen Johnson respondeu na lata, cortou a diferença pra um ponto só e deixou tudo preparado pro show do McCollum. E que arremesso, meu amigo! Frieza total.

    Os Knicks ainda tiveram duas chances no final. Josh Hart errou um arremesso de três, a equipe não conseguiu bater o cronômetro de posse na sobra ofensiva, e Brunson perdeu a bola pro Kuminga quando o tempo zerou. Assim que acaba uma série — nos detalhes.

    OG Anunoby liderou New York com 29 pontos, Brunson fez 26 e Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Time bom, mas faltou um pouco de sorte no final.

    “Você não poderia pedir nada melhor que isso”, disse o técnico Mike Brown sobre a situação final. “Menos de um minuto pra jogar e a chance de abrir três pontos de vantagem.” Realmente, era pra ter dado certo pros Knicks.

    Agora é Jogo 4 no sábado, em Atlanta. Os Hawks saltaram pra favoritos na série com 57% de probabilidade de classificação. E aí, vocês acham que conseguem fechar em casa ou os Knicks vão empatar tudo?

  • McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    McCollum quebra o coração dos Knicks de novo nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum simplesmente não perdoa quando o assunto é quebrar o coração dos fãs de Nova York. Ontem à noite, em Atlanta, o cara foi lá e decidiu o jogo com um fadeaway aos 12.5 segundos do fim, dando a vitória por 109-108 para os Hawks e colocando o time em vantagem de 2-1 na série de primeira rodada dos playoffs.

    E olha, não é a primeira vez que ele faz isso com os Knicks nessa série. Depois de já ter brilhado no Jogo 2 no Madison Square Garden, McCollum recebeu a bola com o time perdendo por um ponto e simplesmente resolveu. Arremesso de 15 pés, swish, 23 pontos no final da noite. Monstro.

    Hawks dominaram, mas quase entregaram tudo

    O mais louco dessa história toda é que os Hawks controlaram praticamente o jogo inteiro. Chegaram a abrir 18 pontos de vantagem no primeiro tempo — parecia que ia ser tranquilo. Mas aí você lembra que isso aqui são os playoffs da NBA, né? Nada é fácil.

    Os Knicks fizeram o que sabem fazer: lutaram até o final. Jalen Brunson (que terminou com 26 pontos) fez uma jogada de três pontos tradicional faltando 1:03 e colocou Nova York na frente por 108-105. Eu sinceramente achei que ia dar zebra.

    Mas o Jalen Johnson, que foi o cestinha dos Hawks com 24 pontos, empatou o jogo. E aí veio o McCollum para resolver a parada. Jonathan Kuminga ainda roubou a bola do Brunson no final para selar a vitória — que noite do garoto saindo do banco com 21 pontos!

    Knicks têm time, mas…

    Olha, não dá para falar que os Knicks não brigaram. OG Anunoby foi o cara da noite com 29 pontos, o Brunson fez os dele (26) e o Karl-Anthony Towns contribuiu com 21. Mas vocês acham que esse time aguenta a pressão de estar perdendo a série em casa?

    Na minha visão, os Hawks estão jogando um basquete muito mais solto e confiante. McCollum tá naquela fase onde tudo que ele arremessa vai dentro, e quando um jogador experiente como ele tá assim nos playoffs… complicado de parar.

    O Jogo 4 é sábado, ainda em Atlanta. Se os Hawks ganharem, podem fechar a série em casa no Jogo 5. Será que os Knicks conseguem reagir ou vão embora cedo mais uma vez?

  • Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Knicks quase vira, mas CJ McCollum quebra corações em NY

    Cara, que dor no peito foi essa de ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam praticamente mortos no jogo 3 contra os Hawks, aí resolveram acordar nos minutos finais e quase fizeram a casa vir abaixo. Quase. Porque o CJ McCollum decidiu ser cruel e mandou uma bomba no final para quebrar o coração da torcida: Hawks 109 x 108 Knicks.

    Atlanta agora lidera a série por 2-1, e sinceramente? Eu tô preocupado com esse time de Nova York.

    Começou tudo errado (de novo)

    Os problemas ofensivos do quarto período do jogo 2 se arrastaram pro início do jogo 3. Foi de dar dó — os Knicks acertaram apenas 35% dos arremessos e um patético 1 de 10 do perímetro no primeiro quarto. Seis bolas perdidas completaram o desastre.

    Só o Jalen Brunson (11 pontos) e OG Anunoby (10) conseguiram balançar as redes pelos Knicks no primeiro período. Olha, quando só dois caras pontuam no seu time, você já sabe que a coisa não vai bem.

    Do outro lado, os Hawks encontraram o ritmo rapidinho: 60% de aproveitamento geral e absurdos 75% de três. O banco deles meteu 18 pontos contra 0 dos reservas de NY. Zero. Como é que pode?

    Towns salvou o segundo quarto

    Mike Brown finalmente botou o Karl-Anthony Towns pra começar o segundo período com o segundo time, e funcionou. O grandão acordou, fez suas primeiras três cestas da noite e pegou quatro rebotes importantes quando os Hawks chegaram a abrir 15 de vantagem.

    Quando parecia que o McCollum (11 pontos só no segundo quarto) ia resolver sozinho, os Hawks erraram os últimos cinco arremessos do período. Aí o Miles McBride resolveu aparecer com duas bombas de três seguidas e cortou a diferença pra oito pontos no intervalo.

    Detalhe bizarro: Josh Hart e Mikal Bridges passaram o primeiro tempo inteiro em branco. Zero pontos. Como assim, cara?

    Final de filme (quase)

    O terceiro período foi vai-e-vem puro. Atlanta abriu 15 de novo, os Knicks encostaram, os Hawks responderam… Brown colocou o Hart pra marcar o McCollum pela primeira vez e funcionou — limitou ele a só dois pontos no período.

    No último quarto, começou mal de novo. Brown tirou Brunson e Towns juntos (por que, Mike? Por que?), e mesmo mantendo a diferença em 10, o time patinou. Três erros consecutivos de três e mais uma bola perdida — a 14ª da noite.

    Mas aí os Knicks lembraram que são da NBA. Anunoby e McBride mandaram umas bombas cruciais, Brunson fez bandeja com falta e deu três pontos de vantagem com pouco mais de um minuto.

    Atlanta empatou, parou o ataque dos Knicks e… McCollum. Aquele fadeaway maldito com 12,5 segundos restantes. Brunson perdeu a bola na posse seguinte e acabou o sonho.

    Brunson fechou com 26 pontos, Anunoby liderou com 29, Towns fez 21 e 17 rebotes. Mas Hart e Bridges? Dois pontos somados. É brincadeira isso.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa ou a série já tá decidida? Porque do jeito que o McCollum tá jogando, vai ser difícil…

  • Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Cara, eu tô começando a ficar preocupado com os Knicks. E olha que sou um cara que sempre acredita nos caras de Nova York, mas essa série contra o Hawks tá ficando complicada pra caramba.

    Os Hawks acabaram de vencer o jogo 3 por 109-108 e agora lideram a série por 2-1. E não foi só uma vitória qualquer não — foi mais uma demonstração de que os Knicks tão com problemas sérios que não conseguem resolver.

    CJ McCollum tá destruindo a defesa dos Knicks

    O veterano CJ McCollum tá simplesmente monstruoso nessa série. Já são 81 pontos em três jogos, mano. Oitenta e um! E o pior? Ele tá caçando o Jalen Brunson na defesa como se fosse um lanche da tarde.

    Quando um repórter perguntou pro McCollum se ele gosta de enfrentar o Brunson, a resposta foi hilária: “O que você acha?”, ele respondeu com aquela cara de deboche. E completou com um “Yeah” bem enfático. Traduzindo: tá mamão com açúcar atacar o armador dos Knicks.

    Sinceramente, isso me lembra muito quando o pessoal caçava o Marcelinho Machado na defesa lá nos anos 2000. Quando um cara vira alvo assim, complica demais pro time todo.

    O ataque dos Knicks tá travado

    E por falar em Brunson, o cara tá carregando o piano sozinho no ataque — e isso não tá dando certo. A bola fica parada na mão dele, os outros caras ficam parados esperando, e quando o jogo aperta mesmo, vira aquele isolado desesperado.

    No último lance do jogo 3, quando não conseguiram nem passar a bola pro Brunson direito, deu pra ver como o sistema tá falho. O Karl-Anthony Towns até fez 21 pontos, mas o técnico Mike Brown não consegue usar ele como segunda opção de verdade.

    E tem mais: pelo segundo jogo seguido, Brown começou o último quarto com Brunson E Towns no banco ao mesmo tempo. Cara, isso não faz sentido algum! Você não tira seus dois melhores jogadores juntos num momento crucial dos playoffs.

    O OG Anunoby salvou a pátria com 29 pontos, mas o Mikal Bridges e o Josh Hart — dois titulares — fizeram APENAS 2 pontos juntos. Dois pontos! Com 1 acerto em 12 tentativas. Isso é coisa de pelada de domingo de manhã.

    A matemática não tá a favor

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas os números são cruéis: historicamente, quem ganha o jogo 3 depois de um empate 1-1 leva a série em 74% das vezes. E os Hawks não tão jogando por acaso não — o time tem equilíbrio, o banco tá rendendo, e jogadores como Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker tão fazendo a diferença nas duas pontas.

    Vocês acham que os Knicks conseguem reverter essa situação? O jogo 4 é sábado, em Atlanta, e sinceramente virou quase um mata-mata. Se perderem, vão precisar de um milagre pra voltar de 3-1.

    Não vou mentir: sempre torço pros times de Nova York nos playoffs, mas essa série tá com cara de que pode acabar mais cedo do que todo mundo esperava. Os Hawks tão jogando com confiança e os Knicks… bem, os Knicks tão parecendo perdidos.

  • CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    CJ McCollum destrói os Knicks e Hawks abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks! Sério mesmo, essa série tá sendo puro entretenimento e CJ McCollum simplesmente resolveu virar protagonista quando ninguém esperava.

    Atlanta venceu por 109-108 em um final de tirar o fôlego e agora lidera a série por 2-1. E olha, não vou mentir — eu não esperava que o McCollum fosse dominar dessa forma depois da troca dele pros Hawks.

    McCollum simplesmente monstro

    O cara fez 23 pontos e ainda cravou a cesta da vitória nos segundos finais com uma frieza absurda. Vocês viram aquele pull-up? Completamente no controle, corpo alinhado, sem pressa nenhuma. Isso é veterano experiente fazendo o que sabe de melhor.

    Eu sempre achei que o McCollum encaixaria melhor jogando ao lado do Jalen Johnson do que com o Trae Young, mas confesso que tô impressionado com a versatilidade que ele tá mostrando. O cara tá fazendo de tudo — criando jogadas, pontuando, sendo válvula de escape. É plug-and-play no melhor sentido.

    Knicks com problemas sérios

    Do outro lado, Nova York tá com uns problemas bem chatos. Jalen Brunson (26 pontos) e OG Anunoby (29) foram bem, mas não dá pra ganhar jogo na NBA dependendo só de dois caras.

    E o que tá acontecendo com o Karl-Anthony Towns, hein? O homem simplesmente não aparece no primeiro tempo — dessa vez foram só 8 pontos na primeira metade, sendo ZERO no primeiro quarto. Zero! Isso não pode acontecer com um jogador do calibre dele.

    Mikal Bridges então… 21 minutos, quatro turnovers e nenhum ponto. Nenhum! Sinceramente, tá difícil de entender como um jogador desse nível some completamente numa série de playoffs.

    A única salvação veio do banco mesmo, com Miles McBride contribuindo com 15 pontos importantes. Mas não dá pra viver disso, né?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem reagir no próximo jogo? Porque se o Towns não acordar pra vida e o Bridges continuar sumido, vai ficar complicado demais pra Nova York. Essa série tá longe de acabar, mas os Hawks tão numa posição bem confortável agora.

  • Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistindo o jogo 2 dos Knicks contra o Hawks segunda-feira, bateu aquela sensação de “lá vamos nós de novo”. Karl-Anthony Towns, o cara que ganha 53 milhões por ano, simplesmente desapareceu no quarto período.

    Nos três primeiros quartos? O homem estava voando. 18 pontos, 8 rebotes, 8 de 10 nos arremessos. Em 25 minutos, os Knicks ganharam por 15 pontos quando ele estava em quadra. Aí chegou a hora da verdade e… duas tentativas de arremesso em oito minutos. Duas! E errou as duas.

    Mike Brown coloca a culpa no Towns

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown não poupou o astro. Basicamente disse que Towns precisa se impor mais no jogo. “Ele sabe que precisamos que ele seja agressivo”, falou o treinador.

    Olha, eu entendo a posição do Brown. Towns não é mais um novato – o cara já foi várias vezes All-Star. Mas sinceramente? Acho que o problema vai além da “falta de agressividade”.

    No jogo 1 foi o contrário: Towns começou mal (2 de 9 nos três primeiros quartos) mas explodiu no final – 11 pontos em 7 minutos no último período, acertando tudo que tentou. Essa inconsistência está matando os Knicks.

    O problema é mais profundo

    A real é que os Knicks ainda não descobriram como usar o Towns de forma consistente no ataque. Em 77 jogos com Brown, eles ainda não acharam a fórmula mágica.

    E olhem os números que descobri: quando Towns joga contra alas, ele tem posse de bola 32% do tempo. Contra outros pivôs? Esse número salta para 48%. No jogo 2, os Hawks colocaram Onyeka Okongwu pra marcar ele no meio do terceiro quarto, mas mesmo assim os Knicks não conseguiram explorar essa vantagem.

    O próprio Brown admitiu depois: “Não executamos bem no ataque, começando por mim. Não variamos o suficiente no final do jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem resolver isso a tempo? Porque com expectativas de título e o salário que o Towns ganha, não dá pra continuar com ele desaparecendo nos momentos decisivos. Se não resolverem logo, podem dar tchau pros playoffs mais cedo do que esperavam.

  • Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Cara, o Stephen A. Smith tá pistola com o Karl-Anthony Towns. E olha, depois do que rolou no jogo 2 contra o Hawks, eu até entendo a revolta do cara.

    Os Knicks estavam dominando, mano. 91 a 79 no último quarto, tranquilão no Madison Square Garden. Aí do nada — PUFF — despencaram e perderam de 108 a 100. Mas o que mais irritou o Stephen A. não foi nem a derrota em si. Foi ver o KAT mandando beijinho depois de acertar umas bolas de 3 enquanto o time tava derretendo.

    O show de horrores do quarto período

    “Esses caras ficam mandando beijinho quando acertam um arremesso de 3”, disse o Stephen A. no First Take. “Eu entendo que o Jalen Brunson faz isso depois de todo arremesso, mas o KAT fica soprando beijinho e fazendo essas coisas todas. Que diabos você tá fazendo?”

    E não é que ele tem razão? O cara tá celebrando enquanto o time despenca 12 pontos de vantagem. No último quarto, o Towns simplesmente sumiu — apenas dois arremessos. DOIS! Enquanto isso, o CJ McCollum dos Hawks meteu 9 de 12 arremessos e destruiu a defesa dos Knicks.

    Cadê a pegada Thibodeau?

    Sinceramente, eu sinto falta daquele Knicks casca-grossa do Tom Thibodeau. Essa defesa “durona” que tanto falavam parece que evaporou junto com ele. O Mike Brown ainda teve a brilhante ideia de colocar o Mitchell Robinson em quadra — um cara que não jogou NEM UM MINUTO na temporada toda.

    O banco também foi uma vergonha total. Só dois reservas fizeram pontos. Dois! Como é que você compete assim nos playoffs?

    Olha, eu gosto do Towns. É um jogador talentoso pra caramba, mas esse comportamento no meio de um colapso foi de dar vergonha alheia. Vocês acham que ele vai acordar pra vida ou vai continuar mais preocupado com as celebrações?

    Agora a série tá empatada 1-1 e vai pra Atlanta. Se os Knicks não se ligarem rapidinho, vão tomar uma surra na casa do Hawks e aí já era. KAT precisa trocar os beijinhos por cestas no quarto período, senão essa temporada vai acabar mais cedo do que todo mundo esperava.

  • Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Cara, que dor no peito deve ter sido aquele final do jogo 2 pros Knicks. Liderando tranquilo no último quarto e ver os Hawks virarem nos minutos finais… É de dar vontade de quebrar a TV.

    Mikal Bridges perdeu a cesta no último segundo que daria a vitória, mas não tá com papinho de derrotado não. Na coletiva de quarta-feira, antes da equipe embarcar pra Atlanta, o cara foi direto ao ponto sobre o que precisa rolar no jogo 3.

    A lição da derrota dolorida

    “Você sempre quer melhorar numa vitória, mas às vezes você precisa de uma derrota pra mergulhar fundo nas coisas que não tá fazendo bem”, falou Bridges. E olha, ele tem razão. Os Knicks dominaram dois tempos e meio, aí relaxaram completamente.

    O problema foi claro: perderam completamente a intensidade física no segundo tempo. Josh Hart, que fez um double-double massa com 15 pontos e 13 rebotes, botou o dedo na ferida: “Sinto que não tivemos aquela fisicalidade que tivemos no jogo 1 e no primeiro tempo.”

    Quando você perde essa pegada na NBA, meu amigo, o bicho pega. Os Hawks conseguiram ditar o ritmo do próprio ataque em vez de serem pressionados. Hart foi certeiro: “Esse é um jogo que devíamos ter ganhado.”

    Fogo na estrada pode ser a solução

    Agora a parada fica interessante. Com a série empatada 1-1, os Knicks perderam a vantagem de casa que tanto lutaram pra ter durante a temporada regular. Mas Hart tem uma visão diferente sobre jogar fora de casa nos playoffs.

    “Quando você vai pra estrada, são só os caras do vestiário e mais ninguém. Às vezes jogar fora de casa meio que ajuda vocês se unirem mais”, explicou Hart. E faz sentido — sem a pressão da torcida em casa, às vezes o time consegue se concentrar melhor no básico.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse grupo dos Knicks. Hart deixou claro que ninguém tá pensando em estatística individual: “Não ligamos pra pontos, toques na bola, minutos, nada disso. Estamos focados em ganhar o jogo.”

    Bridges prometeu que vão levar “aquele fogo” pro próximo jogo. E precisa mesmo, porque os Hawks mostraram que sabem como fazer uma virada. Basquete é um esporte de corridas, como Hart mesmo disse — você pode estar ganhando de 12, 14 pontos e de repente tá perdendo.

    O jogo 3 rola quinta-feira às 19h em Atlanta. Vocês acham que os Knicks conseguem recuperar a vantagem, ou os Hawks vão aproveitar a casa cheia pra abrir 2-1 na série?