Tag: Atlanta Hawks

  • OG Anunoby ignora lesão no tornozelo e arrasa no retorno aos playoffs

    OG Anunoby ignora lesão no tornozelo e arrasa no retorno aos playoffs

    Cara, o OG Anunoby simplesmente decidiu que um tornozelo machucado não ia estragar a festa dele no primeiro jogo dos playoffs. E que retorno foi esse!

    O cara estava com o tornozelo esquerdo incomodando desde o penúltimo jogo da temporada regular — inclusive perdeu o último jogo por conta disso. Ainda por cima torceu de novo no sábado durante a partida. Mas sabe o que ele fez? Ignorou completamente e meteu 19 pontos, 8 rebotes e ainda ajudou a travar o Atlanta Hawks na segunda metade do jogo.

    Defesa que faz a diferença

    Olha, eu sempre falo isso: OG Anunoby é daqueles jogadores que você não vê no highlight do SportsCenter, mas que ganha jogo. A defesa dele é simplesmente monstruosa. Os Hawks fizeram apenas 47 pontos nos dois últimos quartos — quarenta e sete! Isso é coisa de quem sabe jogar basquete defensivo.

    “Eu apenas torci, acontece”, disse ele sobre o tornozelo, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Clássico Anunoby mesmo — zero drama, só resultados. O maluco teve um plus-minus de +9 e ainda ficou reclamando que “sempre pode melhorar”. Perguntaram o que ele queria melhorar pro jogo 2: “Tudo”. Essa mentalidade que eu gosto de ver!

    Números que impressionam

    A segunda temporada completa dele com os Knicks foi bem sólida: 16.7 pontos, 5.2 rebotes e incríveis 38.6% de aproveitamento do perímetro. Apareceu em 67 jogos, que já é uma benção considerando o histórico de lesões que ele tem.

    Mas sabe qual é o dado mais impressionante? Os Knicks tiveram 45-22 de retrospecto quando ele esteve em quadra na temporada regular. Quarenta e cinco vitórias em sessenta e sete jogos! Isso mostra o quanto ele é importante pra essa equipe ir longe nos playoffs.

    No jogo contra o Hawks, foi cirúrgico: 6/9 de quadra, duas bolas de três e aquela defesa sufocante de sempre. Só o Miles McBride teve melhor rating que ele (+12 em 21 minutos).

    Sinceramente? Se o OG conseguir se manter saudável, os Knicks têm tudo pra incomodar muito no Leste. A dupla dele com o Jalen Brunson está funcionando perfeitamente — um criando, o outro defendendo e ainda contribuindo no ataque.

    E aí, vocês acham que esse tornozelo vai segurar o homem? Pelo que vi ontem, vai ser difícil!

  • Brunson mete logo 19 no primeiro quarto e Knicks destroem Hawks

    Brunson mete logo 19 no primeiro quarto e Knicks destroem Hawks

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu que não queria brincadeira no Game 1. O cara meteu 19 pontos só no primeiro quarto! Dezenove. No primeiro quarto. Os Hawks nem sabiam o que tinha acontecido quando olharam pro placar.

    Os Knicks venceram por 113-102 no Madison Square Garden, e foi bem mais tranquilo do que o placar sugere. Brunson terminou a noite com 28 pontos e 7 assistências — números que fazem qualquer torcedor nova-iorquino sonhar com título.

    Flashback de 2022

    Olha só que coincidência interessante: o técnico dos Hawks, Quin Snyder, deve ter tido uns flashbacks bem ruins ontem. Por quê? Em 2022, quando ele treinava o Jazz, Brunson (que estava no Mavericks na época) simplesmente destruiu Utah nos playoffs. Mesmo filme, diferentes personagens.

    É impressionante como alguns jogadores têm o timing perfeito pra aparecer nos momentos grandes. E o Brunson, cara… ele tá nesse nível agora. Não é mais aquele reserva bonitinho do Dallas — virou estrela mesmo.

    KAT fazendo a diferença

    Mas não foi só o Brunson não. Karl-Anthony Towns teve uma atuação monstruosa: 25 pontos, 8 rebotes, 4 assistências e ainda 3 tocos em 33 minutos. Eficiência pura.

    Durante a temporada regular, KAT já vinha jogando muito contra os Hawks especificamente. E continuou essa pegada no playoff. O cara tá encaixado perfeitamente nesse esquema dos Knicks — coisa que muita gente duvidava quando rolou a troca.

    Agora, nem tudo foi perfeito. Nickeil Alexander-Walker, que teve a melhor temporada da carreira, meio que sumiu no Game 1. Fez 17 pontos mas precisou de 16 arremessos, e na defesa não foi aquele jogador impactante que a gente conhece.

    Defesa decidiu o jogo

    Quer saber o que mais me impressionou? Os Hawks fizeram 55 pontos no primeiro tempo. Eu já tava pensando “lá vamos nós pra mais um jogaço maluco”. Mas não. Os Knicks simplesmente trancaram a defesa no segundo tempo e os Hawks só conseguiram fazer 47 pontos.

    Quarenta e sete pontos em dois quartos de playoff da NBA. Isso é coisa de time que leva título a sério, gente.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade defensiva? Porque se conseguirem, essa série pode acabar bem mais rápido do que todo mundo imagina.

  • Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente na série de playoffs contra os Hawks, vencendo por 113 a 102, e olha que foi uma partida bem mais complicada do que o placar sugere.

    Jalen Brunson começou o jogo em outro planeta — literalmente não errava nada. Acertou os primeiros seis arremessos e já tinha 22 pontos no primeiro tempo. Eu tava achando que ia rolar mais um daqueles shows de 40+ pontos que ele anda fazendo nos playoffs, mas aí o segundo tempo chegou e… 0 de 7 nos arremessos. Zero mesmo.

    Quando o craque apanha (literalmente)

    E não é que o cara ainda tomou uma joelhada do C.J. McCollum bem onde não pode? Monstro demais a forma como ele continuou jogando e comandando o time mesmo depois disso. Aliás, o jogo foi bem físico — Karl-Anthony Towns levou uma cotovelada na cabeça, o Mitchell Robinson também apanhou… pareceu mais luta livre que basquete em alguns momentos.

    Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade do Brunson. Mesmo sem conseguir acertar nada no segundo tempo, o cara continuou distribuindo bolas, defendendo bem e comandando o time. Terminou com 28 pontos e mostrando que evoluiu muito desde aqueles tempos de Dallas.

    Towns finalmente apareceu quando precisava

    E o Karl-Anthony Towns? Esse sim salvou o jogo no segundo tempo. Depois de um primeiro tempo meio apagado, o cara acordou e meteu 19 pontos apenas na segunda etapa. Fechou com 25 pontos, 8 rebotes e 4 assistências — números de quem tá preparado pra playoffs.

    A química entre Brunson e Towns ainda não é perfeita, não vou mentir. Mas em momentos como esse, quando um não tá conseguindo, o outro aparece. É exatamente isso que times campeões fazem.

    OG Anunoby contribuiu com 19 pontos e Josh Hart fez aquela performance típica dele: 11 pontos e 14 rebotes, fazendo o trabalho sujo que ninguém vê mas que faz toda diferença.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo na série toda? Porque se conseguirem, essa pode ser finalmente a temporada que a torcida do Madison Square Garden tanto espera. O primeiro jogo sempre dá uma ideia do que vem pela frente, e esse aqui mostrou que vai ser uma série física e disputada até o final.

  • Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Mano, o Jalen Brunson tá numa fase absurda. Os Knicks venceram o primeiro jogo da série contra o Atlanta Hawks por 113 a 102, e o cara foi simplesmente monstro nos momentos decisivos. 28 pontos, liderando o time quando a coisa apertou.

    Depois da vitória, o Brunson falou sobre como conseguiu manter o foco mesmo quando o jogo ficou tenso. E olha, isso é algo que separa os grandes jogadores dos medianos — a capacidade de não desesperar quando as coisas não tão fluindo 100%.

    A receita do sucesso de Brunson

    “Comecei bem no primeiro quarto. A bola tava entrando, encontrei um pouco de ritmo”, disse Brunson após o jogo. “Obviamente, dentro dos jogos, as coisas podem subir e descer. Só encontrei uma maneira de manter a compostura e ainda tentar impactar o jogo.”

    Cara, essa mentalidade é ouro puro. Brunson acertou 9 de 22 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro — nada espetacular em termos de aproveitamento, mas ele distribuiu 7 assistências e pegou 5 rebotes. Ou seja, quando o arremesso não tava caindo, ele encontrou outras formas de ajudar o time.

    Knicks com força total

    E não foi só o Brunson que brilhou. Karl-Anthony Towns fez 25 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres: 10 de 10. Absurdo. Mais 8 rebotes e 3 tocos. Quando o KAT tá assim, concentrado e eficiente, os Knicks viram um problema sério para qualquer adversário.

    Do lado do Hawks, CJ McCollum liderou com 26 pontos, Jalen Johnson contribuiu com 23 pontos e 7 rebotes, e Onyeka Okongwu ajudou com 19 pontos e 7 rebotes. Time competitivo, mas que não conseguiu acompanhar o ritmo dos Knicks quando precisou.

    Inclusive, até o Ben Stiller tá confiante na temporada dos Knicks. O ator, que é fanático pelo time, postou uma foto do Brunson no Twitter com a legenda “This is our cap” (algo como “esse é nosso líder”). Sinceramente, eu entendo o hype — depois de chegar às finais da Conferência Leste, os Knicks têm tudo para fazer barulho de novo.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível durante toda a série? O Jogo 2 é terça-feira no Madison Square Garden, e eu tô curioso pra ver se o Hawks consegue se ajustar.

  • Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Olha, eu assisti esse jogo e já sabia que ia dar ruim pro Hawks. Quin Snyder, técnico de Atlanta, basicalmente admitiu depois da derrota por 113-102 no Jogo 1: defender os Knicks é praticamente impossível.

    “É meio que escolher seu veneno”, disse Snyder na entrevista pós-jogo. Cara, quando um técnico da NBA fala isso, é porque o bicho tá pegando mesmo.

    Brunson destruiu no primeiro quarto

    Jalen Brunson meteu 19 pontos só no primeiro período. Dezenove! Em 12 minutos de jogo, o cara praticamente decidiu a parada. Terminou com 28 pontos e ainda fechou o caixão dos Hawks nos minutos finais.

    O mais impressionante é que não foi só o Brunson. OG Anunoby também colaborou com mais de 20 pontos, e aí que tá o problema dos Hawks – como você para todo mundo ao mesmo tempo?

    “Como você lida com eles no garrafão com a vantagem física? Só marca individual? Como você para o pick-and-roll do Brunson?”, questionou Snyder. Sinceramente, eu não sei a resposta também.

    Karl-Anthony Towns complica ainda mais

    Se não bastasse Brunson e OG, ainda tem o KAT dominando por dentro. Snyder falou que uma das prioridades é não deixar Towns ir pra linha de lance livre, mas convenhamos – mais fácil falar do que fazer.

    O técnico dos Hawks admitiu que vai ter que fazer ajustes no Jogo 2, que rola na terça-feira. “Esperamos conseguir defendê-lo melhor do que fizemos”, disse sobre Brunson. Só que, cara, quando você tem que escolher entre vários venenos, qualquer escolha dói.

    Do lado dos Knicks, o técnico Tom Thibodeau (não Mike Brown como estava no texto original – erro deles) elogiou a postura de Brunson: “Ele deu um passo à frente como deveria e acertou arremessos importantes pra gente sair na frente.”

    Brunson mesmo falou na entrevista: “Não importa o que aconteça, você tem que pensar positivo e lutar contra qualquer coisa.” Mentalidade de craque.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi, vai ser difícil parar esse ataque dos Knicks…

  • Knicks derrota Hawks no Game 1: ‘Temos o melhor Jalen’

    Knicks derrota Hawks no Game 1: ‘Temos o melhor Jalen’

    Cara, que jogaço no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente da série contra o Hawks com uma vitória sólida por 113-102 no primeiro jogo dos playoffs. E o mais engraçado? O Jesse Itzler, que escreveu “Go New York Go” e é dono minoritário do Hawks, deve ter ficado dividido vendo a torcida cantando SUA música enquanto o time rival fechava o jogo.

    O show do ‘melhor Jalen’

    Jalen Brunson simplesmente resolveu acabar com o jogo logo no primeiro quarto. O cara fez 19 pontos no período, acertando 8 de 11 arremessos. Monstro! Quebrou até o recorde de pontos em primeiro quarto da franquia dos Knicks – um recorde que ELE MESMO tinha junto com o Towns nos playoffs passados. É isso aí, quebrar o próprio recorde.

    “Nós temos o melhor Jalen”, disse um torcedor no Twitter, fazendo referência ao Jalen Johnson do Hawks (que também jogou bem, 23 pontos). E olha, depois de ver o Brunson terminar com 28 pontos e 7 assistências, é difícil discordar. O cara pode ter errado alguns arremessos (9-22 do campo), mas quando importava, ele aparecia.

    Towns acordou na hora certa

    Karl-Anthony Towns começou meio apagado no primeiro quarto – zero pontos, só fazendo uns pick-and-rolls bonitos com o Brunson. Mas aí o gigante acordou no segundo tempo e terminou com 25 pontos, 8 rebotes e 3 tocos. Teve 4 turnovers no primeiro tempo que me deixaram nervoso, mas se redimiu na segunda metade.

    Mitchell Robinson foi uma parede no garrafão – 2 tocos e umas defesas absurdas que salvaram várias posses. Josh Hart pegou 14 rebotes (!) e o Mikal Bridges ajudou com os primeiros pontos do jogo.

    Hawks não facilitaram

    Vamos dar crédito pro Atlanta também. CJ McCollum com 26 pontos, Jalen Johnson jogando pra caramba (23 pontos, incluindo 2/2 de três), e o Onyeka Okongwu aparecendo com 19 pontos. O Dyson Daniels quase fez um triple-double com 4 pontos, 11 assistências e 9 rebotes.

    O jogo foi equilibrado boa parte do tempo. No intervalo era só 57-55 para os Knicks, com direito a uma bomba do Okongwu no último segundo do segundo quarto. Mas na segunda metade, os donos da casa souberam controlar o ritmo e administrar a vantagem.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível a série toda? Porque se o Brunson continuar jogando assim e o Towns acordado, vai ser difícil parar esses caras em casa. O Game 2 promete!

  • Towns e Brunson comandam show dos Knicks no Game 1 contra Hawks

    Towns e Brunson comandam show dos Knicks no Game 1 contra Hawks

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Karl-Anthony Towns fazendo jogadas defensivas me deixa empolgado de um jeito que nem sei explicar. O cara que sempre foi criticado pela defesa apareceu ontem no Madison Square Garden tocando o terror nos Hawks, junto com o Jalen Brunson, numa vitória por 113-102 no primeiro jogo dos playoffs.

    Os dois combinaram 53 pontos — Towns com 24 e Brunson com 29 — e mostraram exatamente por que os Knicks chegaram nas finais da Conferência Leste ano passado. Sinceramente? Esse time tá diferente, e a defesa é o grande motivo.

    A defesa que ninguém via vindo

    Desde janeiro, os Knicks têm a sexta melhor defesa da NBA. Isso mesmo, sexta! E os Hawks sentiram na pele ontem. Nos primeiros 19 minutos do segundo tempo, Atlanta fez apenas 32 pontos com 37% de aproveitamento nos arremessos. Três de quinze nas bolas de três.

    O Towns não só pontuou bem como teve 8 rebotes e 3 tocos. Ver o KAT fazendo steal e comemorando igual um maluco é coisa que aquece o coração de qualquer fã de basquete. O cara tá jogando inspirado.

    E o Brunson? Monstro desde o primeiro quarto. Dezenove pontos só nos primeiros doze minutos. O garoto simplesmente decidiu que ia resolver logo no começo — e resolveu mesmo.

    O show completo do elenco

    Não foram só os dois protagonistas. O OG Anunoby fez aquela defesa de elite que a gente já conhece e ainda contribuiu com 19 pontos. Josh Hart pegou 14 rebotes e adicionou 10 pontos — o típico jogo “sujo” que todo time precisa nos playoffs.

    Do lado dos Hawks, CJ McCollum liderou com 26 pontos e Jalen Johnson ajudou com 23, mas não foi suficiente contra a intensidade defensiva nova-iorquina. Atlanta até esboçou algumas reações, mas faltou consistência ofensiva.

    O Game 2 tá marcado para segunda-feira, de novo no Madison Square Garden. E aí, acham que os Knicks conseguem manter esse nível? Porque se conseguirem, essa série pode acabar rápido…

    Na minha visão, esse primeiro jogo mostrou que os Knicks realmente evoluíram desde a campanha do ano passado. A defesa tá sólida, o ataque tem opções e, principalmente, o Towns parece ter encontrado seu lugar nesse sistema. Vai ser uma série interessante de acompanhar.

  • Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Cara, o Mikal Bridges mandou uma real sobre a diferença entre temporada regular e playoffs que todo mundo que acompanha NBA precisa ouvir. O ala do Knicks comparou os playoffs com um jogo de xadrez — e olha, não podia ter escolhido metáfora melhor.

    “É ainda mais detalhado”, disse Bridges sobre a preparação para os playoffs. “É legal, você joga 82 jogos, um jogo diferente todo dia, cidade diferente, isso e aquilo, mas o que eu sempre sinto sobre os playoffs é que é sempre bom focar em apenas um time e conseguir se concentrar neles e no que temos que fazer — como um jogo de xadrez.”

    Knicks x Hawks: O duelo que promete

    Os Knicks estão se preparando para enfrentar o Atlanta Hawks na primeira rodada, começando no sábado no Madison Square Garden. Quatro anos consecutivos de playoffs — quem diria isso há uns anos atrás, né?

    Na minha opinião, essa é a melhor fase do Knicks desde aqueles times históricos. Eles chegaram nas finais da conferência no ano passado, depois de duas semifinais consecutivas. Tá na cara que esse time finalmente encontrou uma identidade.

    O interessante é que entre Knicks e Hawks esse ano, Nova York levou 2 de 3 jogos, ganhando os dois em Atlanta (inclusive um na última semana da temporada regular). Só perderam um em casa mesmo.

    Experiência que conta

    “Acho que foi bom termos jogado contra eles”, comentou Bridges sobre o confronto da última semana. “Parecia um jogo de playoff também, estando naquela arena com os fãs deles e nossos fãs, final de temporada e dois times realmente bons jogando e batalhando.”

    Sinceramente, eu adoro quando os jogadores falam assim — dá pra sentir que eles realmente entendem o momento. Miles McBride completou o raciocínio de uma forma que achei muito madura: “Tentamos não olhar para o passado no sentido de que erramos necessariamente, focamos mais em: este é nosso desafio este ano.”

    E faz sentido, porque o Detroit que eles enfrentaram ano passado não tem nada a ver com esse Hawks. Cada série é uma história diferente.

    Vocês acham que os Knicks finalmente conseguem chegar nas finais esse ano? Com Bridges falando desse jeito, parece que a mentalidade tá no lugar certo. O jogo de xadrez começou — agora é ver quem joga melhor as peças no tabuleiro do Madison Square Garden.

  • Hawks vão apavorar os Knicks nos playoffs? Nossos palpites aqui!

    Hawks vão apavorar os Knicks nos playoffs? Nossos palpites aqui!

    Olha, eu tô aqui pensando nessa primeira rodada entre Knicks e Hawks e, sinceramente, esse confronto tem tudo pra ser mais pegado do que muita gente imagina. Os especialistas do The Post deram suas previsões e… bom, vamos ver se eles acertam dessa vez.

    Hawks: O fator surpresa que ninguém quer enfrentar

    A real é que Atlanta chegou nos playoffs meio na surdina, mas com alguns jogadores que podem fazer a diferença — ou podem simplesmente desabar sob pressão. Jalen Johnson, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels são meio que incógnitas nos playoffs. É aquela situação: ou eles brilham no Madison Square Garden ou ficam gelados com a atmosfera pesada de Nova York.

    Stefan Bondy acredita que o talento individual dos Knicks vai prevalecer no final. Knicks em 6 jogos. Na minha opinião? Faz sentido. New York tem mais experiência e, vamos combinar, Jalen Brunson em playoffs é um monstro.

    Será que rola aquela zebra clássica?

    Agora, Zach Braziller tá apostando numa série mais dramática. Ele vê os Hawks levando o jogo 2 no MSG (o que seria absurdo) e forçando um jogo 7. Knicks em 7. Cara, isso me lembra aquela série contra os Pistons ano passado — time jovem, fominha, querendo provar que pertence ali.

    Jared Schwartz e Mike Vaccaro são mais céticos. Ambos acham que os Hawks são mais hype do que realidade. Knicks em 5 jogos cada um. E olha, tem lógica — muito da ascensão de Atlanta veio contra times fracos no final da temporada.

    Pessoalmente, eu acho que os Hawks vão dar mais trabalho do que o pessoal espera. Eles são atléticos, compridos, rápidos… o tipo de time que pode incomodar. Mas experiência conta muito em playoffs, e os Knicks já passaram por algumas batalhas.

    E aí, vocês acham que Atlanta consegue pelo menos levar pro sexto jogo? Ou vai ser passeio dos Knicks mesmo?

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.