Tag: Atlanta Hawks

  • Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Knicks entrega jogo inacreditável e perde pro Hawks de 107 a 106

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu ontem à noite. Os Knicks tinham OITO pontos de vantagem faltando menos de seis minutos pro fim do jogo. Oito! E conseguiram entregar tudo de bandeja pro Hawks. Foi doloroso de assistir, mesmo pra quem não é fã de Nova York.

    A derrota por 107 a 106 foi dessas que dói na alma. O time estava controlando o jogo a noite toda, dominando no garrafão, pegando rebote, fazendo tudo certinho. Aí no último quarto? Simplesmente derreteram. Foram massacrados por 28 a 15 nos minutos finais. É o tipo de coisa que assombra jogador pelo resto da vida.

    McCollum destruiu tudo nos momentos decisivos

    Olha, tem que dar crédito onde crédito é devido. CJ McCollum simplesmente resolveu virar o Michael Jordan nos últimos minutos. O cara terminou com 32 pontos, acertando 12 de 22 arremessos. Quando o Hawks mais precisava, ele apareceu com aqueles arremessos impossíveis que só veterano cascudo consegue fazer sob pressão.

    Do lado dos Knicks, Jalen Brunson até que lutou – 29 pontos e 7 assistências. Mas nos momentos cruciais, quando o time mais precisava dele, as bolas não caíram. Karl-Anthony Towns também contribuiu com 18 pontos e 8 rebotes, mas sinceramente? Esperava mais dele num jogo desses.

    Playoff é isso aí: psicológico vale tudo

    Josh Hart foi um dos poucos que se salvaram. O cara fez um double-double (15 pontos e 13 rebotes) e trabalhou a noite toda. Mikal Bridges também se esforçou, mas 10 pontos com 30% de aproveitamento não dá pra ganhar jogo de playoff.

    Do lado do Hawks, Jalen Johnson conseguiu 17 pontos e 8 rebotes numa partida bem equilibrada. Onyeka Okongwu também ajudou com 15 pontos. Mas a grande diferença mesmo foi a intensidade defensiva que Atlanta trouxe nos momentos finais.

    E aquela confusão entre Mitchell Robinson e Dyson Daniels? Cara, isso é playoff raiz. Robinson deu uma “corridinha” por cima do australiano depois de um bloqueio e levou técnica por provocação. É esse tipo de coisa que faz a diferença no psicológico dos times.

    Agora a série está empatada 1 a 1, e vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa? Porque entregar um jogo desses pode quebrar qualquer vestiário. O próximo duelo é em Atlanta na quinta-feira, e depois de uma entregada dessas, jogar fora de casa vai ser ainda mais complicado.

    Playoff é isso: não importa o quanto você domina por três quartos se não consegue fechar o jogo. Os Knicks que se cuidem, porque engasgar com penas de falcão pode custar uma série inteira.

  • CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    Cara, o CJ McCollum simplesmente resolveu assumir o papel de vilão em Nova York. Com o Madison Square Garden lotado xingando seu nome, o cara meteu 32 pontos e comandou uma virada absurda dos Hawks, que saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 107-106 dos Knicks. Série empatada em 1-1, e eu tô aqui pensando: será que encontramos o sucessor do Trae Young como inimigo público número 1 de Manhattan?

    “Eu não sou o vilão”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e uma esposa.” Ahn tá, CJ. Conta outra. O cara meteu seis dos últimos oito pontos do time, provocou a torcida pedindo mais barulho e ainda vem com essa de “cara legal”. Eu adoro essa postura, sinceramente.

    O novo pesadelo do MSG

    Olha, quem acompanha NBA sabe que o Trae Young traumatizou essa torcida do Knicks em 2021. Agora o cara foi pros Wizards, mas parece que o McCollum veio justamente pra ocupar esse vazio de vilão. E que timing perfeito – ele chegou nos Hawks justamente na troca que levou o Young embora.

    A coisa ficou quente mesmo depois daquela falta feia que ele fez no Brunson no Jogo 1 – uma chutada no “baixo ventre” que gerou muito climão. Primeiro o CJ falou que o Brunson tava atuando “como se estivesse na Broadway” (essa foi boa), depois admitiu que foi falta mesmo. Mas pra torcida do Knicks? Já era tarde. O cara virou alvo.

    E no terceiro quarto de ontem rolou uma confusão linda com o Jose Alvarado. Dupla técnica, torcida gritando “F- you, CJ” e o maluco jogando os braços pro alto pedindo mais barulho. Monstro demais!

    Clutch time de gente grande

    Agora vamos ao que realmente importa: basquete puro. O McCollum não foi só provocação não. 32 pontos, seis assistências, três rebotes e dois roubos de bola. Oito pontos no terceiro quarto quando o Knicks tentava matar o jogo. O cara usou as telas pra forçar o switch pro Brunson e atacou o garoto sem dó.

    Mas quase que a casa cai no final, hein? Com cinco segundos restantes, Hawks na frente por um ponto, McCollum vai pra linha do lance livre… e erra os dois! Eu tava aqui gritando na TV. Sorte que o Mikal Bridges resolveu tentar um fadeaway impossível da linha de fundo em vez de atacar a cesta.

    E o Knicks? Cara, que desperdício. 17 de 27 nos lances livres (dez erros!), 11 de 34 nas bolas de três, 14 turnovers que viraram 18 pontos pro Hawks. O Mike Brown tá certo quando fala que tiveram várias chances de matar o jogo e não conseguiram.

    Vocês acham que o McCollum consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, essa série vai ser um show à parte. O cara tem 32 anos, experiência de playoff e agora tem uma torcida inteira pra motivar ele. Perigoso demais.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Cara, que susto o Hawks levou ontem à noite no Madison Square Garden. Mouhamed Gueye, o pivô reserva senegalês, tentou uma enterrada em contra-ataque no primeiro quarto e… bom, digamos que não saiu como ele esperava.

    O moleque veio curto na jogada e caiu de mau jeito atrás da linha de fundo. Ficou lá caído enquanto o jogo continuava — uma cena que todo fã de basquete odeia ver. Só parou quando o Hawks pediu tempo, aí sim ele foi ajudado a sair de quadra direto pro vestiário.

    Volta heroica no final do primeiro tempo

    O time anunciou no segundo quarto que ele estava “questionável” pra voltar. Questionável é sempre aquela palavra que deixa a gente ansioso, né? Mas olha só que guerreiro: Gueye voltou pra quadra faltando 1:03 pro intervalo, logo depois que Onyeka Okongwu cometeu a terceira falta.

    E olha, o Hawks precisava mesmo dele de volta. Jock Landale já estava fora por causa de uma torção no tornozelo direito, e o próprio Okongwu tinha chegado no jogo como dúvida por causa de uma inflamação no joelho. Só liberaram ele depois do treino matinal.

    Falta de peças no garrafão

    A situação tava tão complicada que até Tony Bradley — que foi contratado só no final da temporada regular — ganhou seus primeiros minutos da série ainda no primeiro quarto.

    Sinceramente, não sei se foi coragem ou desespero do técnico, mas funcionou. E vocês, acham que o Gueye aguenta o tranco pro resto da série contra esses Knicks físicos? Porque playoff é guerra, e lesão no quadril não é brincadeira não.

    O Hawks já tá numa situação delicada contra Nova York, e perder mais um pivô seria praticamente um desastre. Torcer pra que seja só um susto mesmo e que o senegalês consiga ajudar o time nos próximos jogos.

  • Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Olha, eu não acredito no que eu vi no Madison Square Garden na segunda-feira. Os Knicks estavam ganhando por 14 pontos no terceiro quarto e conseguiram entregar de bandeja pro Hawks. 107 a 106 para Atlanta. Simplesmente absurdo.

    O time de Nova York comandava o jogo tranquilamente — 32-23 no primeiro quarto, 61-54 no intervalo, chegou até a abrir 80-66 no terceiro período. E aí? Veio o quarto quarto e o pesadelo. Atlanta fez 13 pontos a mais que os Knicks nos 12 minutos finais, incluindo uma sequência devastadora de 15-6 nos últimos 4:46.

    A virada que ninguém esperava

    “Simplesmente continuamos competindo”, disse o técnico do Hawks, Quin Snyder. E cara, tem que dar o crédito pro time dele. Quando você está perdendo por 14 no terceiro quarto em Nova York, no playoff, é muito fácil entregar os pontos. Mas não — os caras acreditaram até o final.

    O mais louco é que CJ McCollum perdeu dois lances livres com 5 segundos restantes. Josh Hart pegou o rebote, tocou pro Mikal Bridges que teve a chance de ganhar no apito final, mas não conseguiu.

    “A realidade é que por isso existem séries de sete jogos”, falou Mike Brown, técnico dos Knicks. Cara, ele tá certo, mas deve estar mordendo as unhas por dentro. Perder em casa no playoff dói — e muito.

    Hart desabafa após double-double desperdiçado

    Josh Hart fez 15 pontos e 13 rebotes (double-double sensacional), mas não adiantou nada. “Era um jogo que deveríamos ter ganho e, no playoff, você não pode entregar jogos de graça”, disse o cara, visivelmente frustrado.

    E vocês acham que os Knicks vão conseguir se recuperar em Atlanta? Porque agora a situação ficou complicada mesmo. O terceiro seed ia dominar o sexto, mas o Hawks mostrou que veio pra brigar.

    A série agora vai pra Atlanta com o jogo 3 na quinta-feira às 19h, e permanece por lá até o jogo 4 no sábado às 18h. Só volta pro MSG na terça que vem.

    “Já estivemos nessa situação antes”, tentou tranquilizar Hart. “Obviamente todo mundo está frustrado com essa derrota, mas vamos pro jogo 3 com máxima atenção aos detalhes e foco total pelos 48 minutos.”

    Sinceramente? Os Knicks precisam acordar rápido. No playoff, cada bobeira dessas pode custar uma eliminação. Karl-Anthony Towns teve momentos bons (aquela bandeja no terceiro quarto foi monstro), mas o time como um todo relaxou quando não podia.

  • Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Cara, que dor no coração foi ver o Mikal Bridges com a bola na mão, 5 segundos no relógio, chance de virar o jogo 2 dos playoffs — e a bola batendo na frente do aro. Sinceramente, doeu até em mim que tava assistindo em casa.

    O cenário era perfeito pra um final épico no Madison Square Garden. Os Knicks vinham de um colapso no quarto período (clássico, né?), mas ainda tinham uma chance dourada de sair com a vitória e abrir 2-0 na série contra o Hawks.

    CJ McCollum quase foi o vilão perfeito

    O veterano CJ McCollum tava tendo uma noite monstro — 32 pontos, 12/22 dos arremessos, fazendo a torcida do MSG passar raiva a noite toda. Só que aí ele perdeu dois lances livres seguidos numa diferença de 1 ponto. Dois. Lances. Livres.

    Josh Hart pegou o rebote defensivo e aí foi aquela correria maluca. Sem mais pedidos de tempo, os Knicks tinham que resolver na raça. Hart driblou algumas vezes e achou o Bridges um pouco depois do meio da quadra.

    O que aconteceu depois… olha, foi daqueles momentos que você segura a respiração. Bridges entrou no garrafão, cortou pra lateral e soltou um fadeaway contestado que — pra nossa tristeza coletiva — bateu na frente e saiu.

    Técnico e jogador não se arrependem da jogada

    O mais interessante é que nem o Mike Brown (técnico) nem o próprio Bridges ficaram se lamentando pela escolha da jogada. Brown foi direto: “Achei um bom arremesso. Mikal chegou na posição certa, tava um pouco desequilibrado, mas não estava sob muita pressão — é um arremesso que ele já converteu pra gente antes.”

    E o Bridges? Cara, a frieza do maluco me impressiona. “Só errei. Não tinha nada de errado com o arremesso, só preciso acertar da próxima vez.” Essa mentalidade de killer que você precisa ter nos playoffs.

    Agora a série volta pro Atlanta empatada em 1-1, quando os Knicks podiam ter saído de Nova York com uma vantagem quase decisiva. É isso aí — no basquete, especialmente nos playoffs, você não pode desperdiçar essas oportunidades porque elas podem não voltar mais.

    E vocês, acham que foi a jogada certa ou o Bridges tinha que procurar outro companheiro? Eu, particularmente, prefiro ver a bola na mão de um cara que não treme na hora H.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Cara, eu não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks tinham 14 pontos de vantagem, estavam controlando o jogo tranquilamente, e conseguiram entregar tudo de bandeja pros Hawks. 107-106 para Atlanta no final, e os torcedores saíram do MSG com cara de velório.

    Olha, eu vi esse filme antes. Time de Nova York dominando por três quartos e derretendo na reta final — é quase uma tradição. No quarto período, os Hawks fizeram 28 pontos contra apenas 15 dos Knicks. Vinte e oito contra quinze! Como que você permite isso jogando em casa?

    Josh Hart foi um monstro, mas não foi suficiente

    O Hart fez de tudo em quadra: 15 pontos, 13 rebotes, e ainda distribuiu bola. Esse cara é o tipo de jogador que faz a diferença quando os astros principais estão meio apagados. No primeiro tempo, enquanto o Towns estava sumido (só 4 pontos na primeira metade), o Hart segurou a barra junto com o Mitchell Robinson.

    Falando no Robinson, que volta por cima! O cara cravou 11 dos seus 13 pontos no primeiro tempo, pegou rebote, intimidou no garrafão. Foi exatamente isso que os Knicks precisavam dele nos playoffs. Quando o Towns finalmente acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), parecia que o jogo estava resolvido.

    Brunson lutou, mas cadê o apoio na hora H?

    Jalen Brunson fez o que sempre faz — carregar o time nas costas. 29 pontos, incluindo aquela tripla que empatou o jogo em 103-103 com pouco mais de um minuto no relógio. Mas sinceramente? O cara não pode fazer tudo sozinho, principalmente nos playoffs.

    E o Towns? Simplesmente zerou no quarto período. Zero pontos no momento mais importante do jogo. Não dá pra aceitar isso de um jogador do calibre dele, ainda mais depois de ter feito 14 no terceiro quarto. É essa inconsistência que me deixa maluco com esse time.

    CJ McCollum foi implacável

    Do outro lado, o CJ McCollum destruiu. 32 pontos e comandou a virada histórica dos Hawks. Tá, ele perdeu dois lances livres nos segundos finais que poderiam ter definido o jogo, mas mesmo assim foi ele quem manteve Atlanta viva quando parecia impossível.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em Atlanta? Porque olha, perder um jogo que você estava ganhando por 14 pontos em casa é de doer. Agora eles vão ter que jogar na casa dos Hawks no Jogo 3, quinta-feira às 19h, e a pressão vai estar toda em cima deles.

    Essa é a NBA, galera. Um minuto você está comemorando, no outro está saindo cabisbaixo do seu próprio ginásio. Os Knicks têm time para reagir, mas precisam mostrar muito mais consistência se quiserem passar dos Hawks nessa série.

  • Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    O clima já esquentou entre Knicks e Hawks, e olha que estamos só no Jogo 1! Depois da vitória por 113 a 102 no Madison Square Garden, CJ McCollum resolveu cutucar Jalen Brunson, acusando o armador dos Knicks de ‘teatro’ após levar uma cotovelada no terceiro quarto.

    “Eu arremessei um jump shot e o Jalen achou que estávamos numa peça da Broadway”, disparou McCollum no pós-jogo. “Ele encenou até revisarem o lance. Foi um arremesso normal, nada demais — desnecessário, e espero receber meus 2.500 dólares (da multa) de volta.”

    Brunson? Frio como gelo.

    “Não tenho reação nenhuma”, disse o capitão dos Knicks após o treino de domingo. Cara, essa postura mental é exatamente o que você quer ver de um líder nos playoffs. Nada de entrar em picuinha — foco total no que importa.

    28 pontos e liderança na quadra

    Enquanto McCollum reclamava, Brunson deixava o basquete falar por ele. 28 pontos contra 26 do rival, liderando os Knicks junto com Karl-Anthony Towns numa performance coletiva que mostrou por que Nova York é favorita nesta série.

    O técnico Mike Brown nem ligou para a polêmica: “Muitos caras vão falar muita coisa durante os playoffs. O que as pessoas querem falar, problema delas.”

    Sinceramente? Acho que o McCollum tá é nervoso. Perder o Jogo 1 em casa do adversário dói, e essa provocação meio que entrega que ele sabe que vai ser difícil.

    Garden fervilhando e pressão total

    Josh Hart descreveu perfeitamente a atmosfera: “Você tem que estar lá e sentir na pele pra entender. Temporada regular sempre é legal, mas playoffs em Nova York é diferente. A vibe é outra. Tudo fica mais intenso no Garden.”

    E é verdade mesmo — quem já viu playoff no MSG sabe que aquele lugar vira um caldeirão. Os Hawks vão sentir essa pressão toda segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), no Jogo 2.

    “Temos que estar prontos para eles”, disse Brunson. “Você sabe que os times geralmente se recuperam depois de uma derrota, então temos que elevar nossa intensidade, nossa fisicalidade e estar prontos pra igualar a deles.”

    Vocês acham que Atlanta consegue empatar a série fora de casa, ou os Knicks vão abrir 2 a 0 antes de viajar pra Georgia? Pelo que vi no Jogo 1, Brunson tá num nível absurdo e os Hawks vão ter que inventar algo especial pra parar esse cara.