Tag: Atlanta Hawks

  • Hawks na pós: quem vai segurar a parada no garrafão?

    Hawks na pós: quem vai segurar a parada no garrafão?

    Olha, os Hawks garantiram vaga nos playoffs ontem — a 50ª da franquia, por sinal — depois de atropelar o Cleveland. Mas agora vem a parte complicada: quem vai ser o reserva do Onyeka Okongwu lá embaixo?

    A situação é a seguinte: o Jock Landale machucou o tornozelo e ninguém sabe se ele vai estar 100% para o início da pós-temporada. E cara, olhando os possíveis adversários, essa posição vai ser CRUCIAL.

    Os problemas que vêm por aí

    Se for enfrentar o Knicks, tem o Mitchell Robinson — aquele gigante que pega tudo que é rebote e tapa tudo no aro. Cleveland? Aí você tem o Jarrett Allen fazendo estragos perto da cesta e o Evan Mobley sendo praticamente uma muralha na defesa.

    Sinceramente, não dá pra brincar com esses caras. Precisa de alguém que pelo menos incomode, né?

    A escolha da torcida

    Os fãs dos Hawks foram bem diretos na pesquisa: querem o “defensor magricela do Senegal” (assim mesmo que chamaram o cara). E olha, faz sentido.

    O problema é que Atlanta sempre teve essa dificuldade com pivôs reservas. Lembro quando ficavam dependendo de veteranos já no fim da carreira ou apostando em garotos sem experiência. Agora não é diferente — Okongwu vai ter que aguentar porrada a série toda.

    Na minha visão, independente de quem escolherem, vai ser mais sobre sistema defensivo do que sobre um jogador específico. Mas em playoff, cada possessão conta. Cada rebote defensivo conta.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem resolver essa parada do garrafão a tempo? Porque contra esses times do Leste, qualquer vacilo na pintura vira pesadelo rapidinho.

    Uma coisa é certa: domingo contra o Heat é só protocolo. O negócio mesmo começa semana que vem, e Atlanta precisa descobrir quem vai segurar a onda quando o Okongwu sair de quadra.

  • Cavs x Hawks nos playoffs? Torcida já tá dividindo opinião

    Cavs x Hawks nos playoffs? Torcida já tá dividindo opinião

    Olha, ainda não sabemos quem o Cleveland Cavaliers vai encarar na primeira rodada dos playoffs da NBA, mas tem uma chance grande de ser o Atlanta Hawks. E sinceramente? Eu já tô aqui imaginando como seria essa série.

    Os caras do Cavaliers Reacts fizeram uma enquete com os fã e o resultado foi interessante pra caramba. 74% acreditam que os Cavs levam a melhor — o que não me surpreende muito, considerando como eles vêm jogando esta temporada. Mas aqui é que fica interessante: metade dessa galera acha que vai ser nos detalhes, em seis ou sete jogos. Só 24% confiam numa eliminação mais rápida.

    Série longa à vista?

    E tem mais — 71% dos entrevistados acham que vai ser uma guerra de seis ou sete jogos. Cara, isso faz total sentido. Os Hawks não são um time que entrega fácil, e playoffs é outra história completamente diferente da temporada regular.

    A real é que ainda tem muita coisa pra definir na Conferência Leste. Do quinto ao décimo lugar, tá tudo muito apertado. Os Cavs podem pegar Hawks, Raptors, Magic, Hornets ou até os 76ers na primeira rodada. Cada adversário seria uma série completamente diferente — vocês acham que o Cleveland teria a mesma facilidade contra todos?

    Apostadores tão confiantes

    O pessoal da FanDuel tá bem otimista com Cleveland. Eles dão pros Cavs a segunda melhor chance de ganhar o Leste (+310), perdendo só pro Boston Celtics (+160). Pistons (+480) e Knicks (+490) vêm atrás.

    Pra finals? Quinta melhor chance (+1200). Não é ruim não, considerando que tem muito time bom na liga.

    Na minha opinião, essa confiança dos torcedores faz sentido. Os Cavs têm um time bem equilibrado, com experiência suficiente e jogadores que podem decidir nos momentos importantes. Mas playoffs são playoffs — qualquer coisa pode acontecer em uma série curta.

    O que vocês acham? Os Hawks realmente seriam o adversário ideal pra primeira rodada, ou tem algum outro time aí que vocês prefeririam evitar?

  • Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Olha, eu já esperava isso mas não dessa forma. Os Cavaliers foram massacrados pelos Hawks por 124 a 102 numa noite que deixou bem claro qual time realmente queria ganhar.

    O Cleveland começou até bem, colocando Evan Mobley e James Harden — dois dos caras principais — em quadra. Até o Jaylon Tyson voltou depois de ficar parado desde março por causa de uma lesão no dedo do pé. E cara, considerando o histórico dos Cavs com esse tipo de machucado, eles não iam arriscar o garoto numa partida qualquer.

    A diferença de motivação foi gritante

    Mas aí que tá — ficou óbvio que Cleveland não tava nem aí pro resultado. E faz sentido, né? Com a derrota garantida na quarta posição do Leste, eles evitam o Boston Celtics até uma possível final de conferência. Estratégia pura.

    Os Hawks, por outro lado, estavam desesperados. Era ganhar ou correr o risco de cair no Play-In. Isso aí é motivação que basta, meu amigo.

    Nos dois primeiros quartos ainda deu jogo. Mas no terceiro período? Meu Deus. Os Cavs chegaram ao absurdo de ficar CINCO posses de bola seguidas sem nem tentar um arremesso. Cinco! O Atlanta aproveitou, roubou bola pra caramba e abriu 30 pontos de vantagem.

    Harden fez sua parte (mas sofreu)

    James Harden foi o cestinha dos Cavs com 20 pontos, mas olha só que loucura: -34 de plus-minus em apenas 25 minutos. Isso diz tudo sobre como foi a noite.

    No quarto período, obviamente, só entraram os reservas. Jogo acabado, tchau e bênção.

    Sinceramente? Acho que foi a escolha certa dos Cavs. Pra que se desgastar numa partida que não muda nada quando você pode descansar pros playoffs? Domingo tem mais um jogo contra o Washington — e eu duvido muito que os titulares entrem em quadra.

    Vocês acham que foi covardia ou estratégia inteligente? Na minha opinião, Cleveland tá pensando no que realmente importa: chegar inteiro pra briga de verdade.

  • Hawks garantem playoffs e título da divisão com show do McCollum

    Hawks garantem playoffs e título da divisão com show do McCollum

    Olha, eu não esperava que os Hawks fossem fazer isso esse ano, mas eles conseguiram. CJ McCollum simplesmente destruiu os Cavaliers ontem à noite com 29 pontos numa vitória de 124 a 102 que garantiu não só uma vaga nos playoffs, mas também o título da Divisão Sudeste.

    E cara, que diferença faz quando as coisas começam a engatar! Os Hawks não ganhavam essa divisão desde 2021 — lembram daquela campanha mágica até as finais do Leste? Pois é, desde então eles ficaram patinando no play-in nas últimas quatro temporadas. Mas agora voltaram.

    O terceiro quarto que mudou tudo

    O jogo estava 66 a 55 no terceiro período quando os Hawks simplesmente resolveram acabar com a festa. Uma sequência absurda de 16 a 0 que abriu 27 pontos de vantagem. Depois disso, foi só administrar.

    McCollum estava inspirado — 29 pontos numa noite em que ele precisava aparecer. E não foi só ele não. Dyson Daniels fez seu segundo triple-double da carreira (13 pontos, 12 assistências e 10 rebotes). Nickeil Alexander-Walker e Jalen Johnson contribuíram com 18 pontos cada um. Johnson ainda pegou 9 rebotes antes de ir pro banco descansar nos últimos 10 minutos.

    Cavaliers desfalcados não conseguiram reagir

    Sinceramente, os Cavs estavam muito desfalcados pra brigar de igual pra igual. Sem Donovan Mitchell (tornozelo), sem Jarrett Allen (joelho) e ainda sem Sam Merrill (posterior da coxa). James Harden até tentou com seus 20 pontos, e o retorno do Jaylon Tyson depois de 10 jogos fora foi positivo (15 pontos), mas não dava.

    Cleveland já tinha a 4ª posição garantida no Leste mesmo, então talvez estivessem poupando energia pros playoffs. Mas aqueles míseros 26% de aproveitamento nas bolas de 3? Aí complica qualquer estratégia.

    Os Hawks chegaram em casa com 14 vitórias nos últimos 15 jogos. Quatorze de quinze! É ou não é momentum pra entrar nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente na pós-temporada.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem repetir a magia de 2021? Porque do jeito que estão jogando em casa, qualquer adversário vai ter trabalho em Atlanta.

  • Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Olha só que história massa: Nickeil Alexander-Walker tá voando no Hawks e ele mesmo admite que o técnico Quin Snyder enxergou coisas nele que ele nem sabia que existiam. “Ele viu um teto mais alto pra mim do que eu mesmo via”, disse o cara numa entrevista. E sinceramente? Isso me emociona de um jeito absurdo.

    Pensa só — o moleque jogou a carreira toda num papel bem definido, fazendo o que mandavam: arremesso de 3 no canto, defesa sólida, olho na bola. Básico, né? Mas aí chega Snyder e fala: “Cara, você pode muito mais que isso”. E olha o resultado: Alexander-Walker tá entre os favoritos pro prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu.

    A mudança de mentalidade que fez toda diferença

    O que mais me chamou atenção foi como Snyder mudou a cabeça do jogador. No Minnesota, as responsabilidades eram bem claras: “Canto da quadra, arremesso de 3, vai pro garrafão, olho na saída, defende”. Ponto final. Agora no Hawks, Snyder tá pedindo pra ele tomar decisões, ser agressor, até aceitar arremessos contestados quando precisa.

    “Ele falou comigo: ‘Olha, pode chegar um momento no jogo que vamos precisar que você tome um arremesso contestado’”, lembrou Alexander-Walker. E tem razão — quantas vezes a gente não vê os grandes jogadores da liga pegando bolas impossíveis e convertendo? Curry, Durant, LeBron… ninguém fica esperando bandeja livre o jogo todo.

    Confiança que contagia

    O mais legal dessa história toda é ver como a confiança do técnico contagiou o jogador. Mesmo quando Alexander-Walker começou meio travado na temporada, Snyder nunca duvidou. “A coisa que tentamos deixar claro desde o início é que precisamos da sua agressividade, e isso não depende da bola entrar ou não”, disse o treinador.

    Cara, isso aí é coaching de primeira. Quantos jogadores não murcham porque ficam com medo de errar? Alexander-Walker mesmo disse que essa é “a temporada mais divertida” que ele já teve jogando basquete. E quando um atleta fala isso, você sabe que a coisa tá funcionando.

    Na minha visão, o Hawks acertou em cheio ao apostar no potencial do cara. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível e brigar de verdade pelo prêmio de MIP? Porque olhando os números dele, tá cada vez mais difícil ignorar essa evolução monstro que ele teve.

  • Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Cara, que situação complicada pro Zaccharie Risacher. O cara que foi primeira escolha geral do Draft 2024 passou o aniversário de 21 anos dele inteirinho no banco, vendo o Hawks perder pros Cavaliers por 122-116. Primeira vez na carreira que ele nem entrou em quadra como reserva técnica.

    Olha, eu não esperava isso quando a temporada começou, mas o negócio mudou completamente em Atlanta. Risacher começou como titular nos primeiros dois terços da temporada, aí depois daquela surra de 128-97 pro Miami Heat (que dor), o Hawks estava 27-31 e precisava de uma mudança drástica.

    A virada de chave que mudou tudo

    Desde que o CJ McCollum assumiu a vaga do francês no quinteto inicial, os Hawks simplesmente decolaram: 18 vitórias em 22 jogos. Isso mesmo, 18-4. Subiram pro quinto lugar no Leste e agora estão brigando sério pelos playoffs.

    Sinceramente? É difícil tirar um time que está funcionando assim. Mas o que mais complicou a situação do Risacher foi a chegada do Jonathan Kuminga via trade. Os dois jogam na mesma posição, e com o JK finalmente 100% depois da lesão no joelho, raramente você vê os dois juntos em quadra.

    Na segunda-feira contra o Knicks, o Risacher jogou apenas 7 minutos — recorde negativo da carreira dele. Ontem, nem isso. O técnico Quin Snyder preferiu colocar o Corey Kispert na rotação.

    Snyder tenta amenizar a situação

    O treinador está fazendo um malabarismo diplomático pra explicar a situação. “Zach tem feito tudo que pedimos”, disse Snyder. “Só temos um número limitado de caras que podemos colocar no jogo. O JK jogou mais, então esses minutos têm que vir de algum lugar.”

    E completou: “Precisamos que ele continue fazendo o que tem feito. Ele tem brigado no rebote, são jogadas importantes pra gente.”

    Mas vamos combinar uma coisa — quando você é a primeira escolha do draft e não consegue nem entrar no jogo contra Cleveland e Knicks (que provavelmente vão ser os adversários dos Hawks nos playoffs), a situação está complicada mesmo.

    E aí, vocês acham que o Risacher consegue dar a volta por cima ainda nesta temporada? Ou vai ter que esperar o ano que vem pra mostrar por que foi escolhido em primeiro lugar?

  • Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo! Os Cavaliers conseguiram segurar uma vitória por 122-116 contra os Hawks, mas não foi nada fácil. Donovan Mitchell meteu 31 pontos e Evan Mobley fez um double-double monstro com 22 pontos e 19 rebotes — números que mostram por que esse cara foi eleito Melhor Defensor do Ano.

    Olha só que loucura: Cleveland abriu 18 pontos de vantagem no terceiro quarto, parecia que ia ser tranquilo. Mas aí veio o quarto período e quase deu ruim. Os Hawks voltaram com tudo e quase completaram uma virada épica. Se essa for a prévia de como seria uma série de playoffs entre essas duas equipes, prepara o coração!

    Mitchell comandou o show no terceiro quarto

    O Mitchell simplesmente resolveu o jogo no terceiro período. Treze pontos em um quarto só, fazendo de tudo um pouco. E o James Harden (21 pontos) também entrou na dança, acertando duas bolas de três seguidas que forçaram o técnico do Atlanta a pedir tempo. Foi provavelmente o melhor quarto da temporada dos Cavs.

    Sinceramente, acho que o Mobley calou muita boca nesse jogo. O cara vinha sendo criticado pelos torcedores, mas mostrou seu valor: 22 pontos, 19 rebotes (recorde pessoal empatado) e três tocos. Cleveland teve saldo positivo de 20 pontos quando ele estava em quadra. Na minha visão, performances assim é que fazem a diferença nos playoffs.

    O banco preocupa

    Agora vamos falar do que não funcionou. Jarrett Allen teve uma noite complicada — metade dos pontos vieram de lance livre e cometeu três bolas perdidas que poderiam ter sido mais. O cara claramente não está 100% fisicamente, e isso preocupa pensando nos playoffs.

    E o Dennis Schroder? Rapaz, -22 de plus/minus em apenas 15 minutos. O time simplesmente desandou quando ele estava em quadra. Craig Porter Jr. nem jogou, o que pode ser um indicativo de como serão as rotações na pós-temporada.

    Hawks quase fizeram o impossível

    Atlanta mostrou por que tem sido o time mais quente da NBA no último mês. Jalen Johnson (12 pontos, 11 rebotes) e Dyson Daniels (12 pontos, seis assistências) levaram falta técnica no final, o que facilitou um pouco para Cleveland. Mas Nickeil Alexander-Walker fez 25 pontos acertando arremessos impossíveis.

    O mais louco? Os Cavs só fizeram 18 pontos no último quarto, a maioria de lance livre. A última cesta de quadra foi uma enterrada do Allen aos 7:05 do final. É quase um milagre terem ganhado esse jogo, considerando o histórico do time de desabar quando as coisas apertam.

    Dessa vez eles seguraram a pressão. Agora é torcer para não precisarem passar por esse sufoco nos playoffs. E aí, vocês acham que esse Cleveland aguenta uma série de sete jogos jogando assim?

  • Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Cara, que jogaço entre Cavaliers e Hawks ontem! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir todo mundo com 31 pontos, mas o que mais me chamou atenção foi a estratégia maluca que o Cleveland usou defensivamente.

    Vocês viram a loucura que foi? Os Cavs colocaram o James Harden — pasmem — defendendo o pivô dos Hawks, o Onyeka Okongwu. Isso mesmo, o cara de 1,96m marcando um garrafão. Parece loucura, né?

    A estratégia genial (e arriscada) dos Cavs

    Na real, essa jogada faz todo sentido quando você para pra pensar. Com o Harden no Okongwu, o Jarrett Allen pôde descer pra marcar o Dyson Daniels — que não tem arremesso de 3 — e basicamente ignorar ele no perímetro pra proteger o garrafão.

    É o que os Knicks fazem com o Josh Hart, ou o Thunder com o Lu Dort. A diferença é que esses caras são defensores monstruosos, e o Harden… bem, digamos que não é exatamente conhecido pela defesa. Mas funcionou!

    O Okongwu até fez seus 18 pontos, mas não conseguiu aproveitar essa vantagem de tamanho como deveria. E os Hawks ficaram jogando 4 contra 5 no ataque, com o Allen interceptando tudo que vinha pro garrafão.

    Mitchell mostra por que é clutch

    Agora, falando do show do Mitchell — que monstro! O cara entrou em quadra sabendo que esse jogo tinha cara de prévia dos playoffs e não perdoou. 31 pontos com 12/19 nos arremessos é simplesmente absurdo.

    O mais impressionante é que ele fez isso sem forçar. Não foi aquele basquete heroico onde ele resolve tudo sozinho. O Cleveland manteve o jogo equilibrado, e o Mitchell apareceu nos momentos certos pra resolver.

    Sinceramente, eu não me canso de ver esse cara jogar. Aqueles arremessos impossíveis que ele converte parecem rotina. É o tipo de jogador que você quer no seu time quando a coisa aperta nos playoffs.

    Hawks têm potencial, mas…

    Olha, não vou mentir — o Atlanta assusta. Se eles enfrentarem Cleveland na primeira rodada, vai ser guerra. O banco deles ganhou dos Cavs por 37 a 28, com o Jonathan Kuminga fazendo 24 pontos e destruindo no segundo quarto.

    Mas aqui que tá o ponto: os Cavs mostraram a cartilha de como parar os Hawks. Deixar os caras que não arremessam de 3 livres no perímetro e empilhar todo mundo no garrafão. Se o Kuminga conseguir manter essa pegada no meio da quadra, pode incomodar. Senão…

    E aí, vocês acham que essa estratégia dos Cavs funciona numa série de sete jogos? Ou é muito arriscado deixar o Harden defendendo pivô? Eu tô curioso pra ver se outros times vão copiar essa ideia maluca.

  • Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda! 108-105 para Nova York, mas sinceramente? Atlanta saiu mais fortalecida dessa derrota do que muitos times saem de vitória.

    O clima estava de playoffs mesmo — torcida gritando, pontuação indo e voltando, e aqueles arremessos decisivos que fazem a gente segurar a respiração. E o Nickeil Alexander-Walker captou exatamente isso depois da partida.

    A mentalidade de playoff que faltava

    “Acho que a maior lição é que isso nos prepara para os playoffs”, disse Alexander-Walker. “É um time bom, e agora sabemos o quanto podemos melhorar. Conhecemos os pontos fortes deles, eles conhecem os nossos — é questão de fazer os ajustes se enfrentarmos eles de novo.”

    E olha, tem chance real disso acontecer nos playoffs. Dependendo de como termina essa última semana da temporada regular, Hawks e Knicks podem se encontrar novamente — só que aí vai valer tudo.

    O que mais me impressionou foi como Atlanta reagiu. Eles tinham 5 pontos de vantagem faltando 3 minutos, aí veio aquela violação dos 24 segundos e uma bola perdida do CJ McCollum que virou o jogo. Mas cara, para um time sem experiência de playoffs juntos, eles pareciam veteranos ali.

    Jalen Johnson vê o lado positivo

    “É basquete de playoff agora”, falou Jalen Johnson. “Nossa execução nos últimos 5 minutos — se continuarmos aprimorando isso, vamos estar numa posição muito melhor.”

    Alexander-Walker, que viveu essas situações tensas com o Minnesota nas últimas duas temporadas, ficou orgulhoso de como o time reagiu. “Não importa a experiência de cada um, todo mundo se manteve focado tentando ganhar o jogo”, disse ele.

    E é isso que eu mais gosto nesse Hawks. Eles trataram a segunda metade da temporada como se fosse playoff — e isso tá fazendo diferença. Ainda precisam de algumas vitórias para garantir uma posição entre os seis primeiros, mas a mentalidade já mudou.

    Próximo teste: Cleveland

    “Todo mundo sabe da urgência”, completou Johnson. “Desde o All-Star break cada jogo importa. Temos que esquecer essa derrota, mas levar as lições para Cleveland.”

    Vocês acham que essa experiência vai fazer diferença quando os Hawks chegarem nos playoffs de verdade? Eu tô convencido que sim. Às vezes uma derrota ensina mais que dez vitórias fáceis.

  • CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    Mano, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda-feira! Terminamos com vitória dos Knicks por 108-105, mas cara, o que quase rolou no final foi de parar o coração.

    O Jalen Brunson foi absolutamente monstro no último quarto — 17 dos 30 pontos dele vieram nos 12 minutos finais. O cara simplesmente pegou o jogo nas costas e carregou os Knicks. Do outro lado, o Nickeil Alexander-Walker respondeu com 36 pontos pelos Hawks. Que batalha!

    O arremesso que quase mudou tudo

    Agora vem a parte boa da história. Faltando 1.2 segundos no cronômetro e os Hawks perdendo por três pontos, sem timeout restante. Situação impossível, né?

    Aí que entra o nosso querido CJ McCollum. O cara pega a bola no fundo da quadra, dá uns dois dribles e… MANDA UM MÍSSIL DE TRÊS QUARTOS DA QUADRA! E olha só: a bola ainda bateu na tabela e entrou!

    Por um segundo ali eu pensei: “Não acredito que esse maluco conseguiu empatar”. Mas aí veio a realidade — o arremesso não valeu porque o tempo já tinha acabado. Que coisa, hein? Às vezes o basquete é cruel assim mesmo.

    Hawks estão chegando forte pros playoffs

    Sinceramente, depois do All-Star break os Hawks viraram outro time. A chegada do McCollum deu aquela equilibrada que eles precisavam no perímetro, sem monopolizar a bola como o Trae Young fazia antes.

    E que dupla o Dyson Daniels e o Alexander-Walker formaram! O primeiro é um defensor que não dá moleza pra ninguém, enquanto o segundo virou aquele especialista em bolas de três que todo time precisa. Ah, e não posso esquecer do Jalen Johnson — o cara tá jogando um basquete que lembra um LeBron versão light.

    Vocês acham que os Hawks podem fazer barulho nos playoffs? Porque depois de ver esse jogo contra os Knicks, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente lá na pós-temporada. Ninguém vai querer pegar esses caras no primeiro round, isso eu garanto.