Tag: Atlanta Hawks

  • Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Cara, que jogo esperando a gente hoje à noite! Celtics e Hawks se enfrentam novamente depois daquela batalha de sexta-feira em Boston. E olha, eu tô curioso pra ver como vai ser essa revanche em Atlanta.

    Os Celtics (50-24) ganharam o último confronto mesmo desfalcados — sem o Jaylen Brown (lesão no tendão) e o Vucevic (dedo machucado). Quem carregou o piano foi o Payton Pritchard, que simplesmente explodiu com 36 pontos. Trinta e seis! O cara tá numa fase absurda.

    Hawks em casa são outra coisa

    Agora os Hawks (42-33) jogam em casa, e vocês sabem como é — State Farm Arena ferve quando o time tá jogando bem. E eles estão mesmo: 15 vitórias em 17 jogos desde o All-Star Break. Isso não é mole não.

    O Jalen Johnson tem sido um monstro nessa temporada (22.9 pontos, 10.3 rebotes, 8.1 assistências), e o veterano CJ McCollum traz aquela experiência que faz diferença nos momentos decisivos. Sinceramente, acho que essa dupla pode dar trabalho pra defesa de Boston hoje.

    Tatum vai ter que ser Tatum

    Com o time desfalcado, sobra mais responsabilidade pro Jayson Tatum. O cara tá tendo uma temporada de MVP (26.9 pontos por jogo), mas vai precisar de ajuda. O Pritchard mostrou que pode ser essa ajuda — a pergunta é: ele consegue repetir a performance?

    Na minha visão, esse jogo vai ser decidido no ritmo. Os Hawks têm o melhor pace da liga, gostam de correr e pressionar. Já os Celtics preferem um jogo mais controlado, usando a defesa pra ditar o tempo.

    As odds colocam Atlanta como favorito por 1.5 ponto — basicamente um pick’em. Faz sentido, considerando que é em casa e Boston tá desfalcado. Mas eu não subestimaria essa equipe dos Celtics. Eles têm DNA de campeão.

    O over/under tá em 222.5 pontos. Com o ritmo que os Hawks impõem e o Pritchard pegando fogo, pode ser que role um jogaço de muitos pontos mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu vou de Hawks por uma diferença mínima, mas não me surpreenderia se os Celtics saíssem com mais uma vitória fora de casa. Esse time sempre encontra um jeito quando ninguém espera.

  • Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Cara, o Quin Snyder chegou numa marca absurda: 500 vitórias na carreira como técnico. E sabe como ele conseguiu isso? Destruindo o Sacramento Kings por 123-113 em casa, com os Hawks jogando um basquete que tá deixando todo mundo de queixo caído.

    Mas o mais legal não é nem o número em si — é como os jogadores falam dele. O Jock Landale soltou uma pérola: chamou o técnico de “cientista maluco”. E olha, não é à toa não.

    O Técnico Que Disseca o Basquete

    “Quin é incrível, e não falo isso de brincadeira”, disse Landale. “Ele é um cientista maluco. É assim que a gente chama ele, e o cara ficaria dissecando basquete 24 horas por dia se pudesse.”

    Mas aí que tá o diferencial do Snyder — ele não para no X’s e O’s. O cara se preocupa com o jogador como pessoa também. Landale contou que quando a família dele voltou pra Austrália, o técnico ficava perguntando como ele tava, sabendo que é difícil ficar longe da família. Isso é coisa de gente boa mesmo.

    E não é só papo furado não. O Nickeil Alexander-Walker, que tá com o time desde o jogo 1 desta temporada, falou que o Snyder é tipo um “sistema de apoio”. Cara, quando um jogador fala isso do técnico, é porque a química tá funcionando mesmo.

    Humildade de Campeão

    Agora, o que mais me impressiona é a humildade do Snyder. O cara chega em 500 vitórias e fala o quê? Que o mérito é dos outros. “Técnicos guardam o recorde, mas são as outras pessoas que fazem isso acontecer”, disse ele.

    E aí ele manda aquela declaração que mostra quem ele é de verdade: agradece a esposa e a família pelo suporte. Monstro, né? Em um esporte onde ego costuma falar mais alto, o cara mantém os pés no chão.

    Hawks Voando Alto

    Sinceramente? Essa é a melhor temporada dos Hawks desde que o Snyder chegou. Primeira temporada com recorde positivo com ele no comando. E olha que a Conferência Leste tá um caos — todo mundo brigando por posição nos playoffs.

    O que vocês acham? Esse negócio de “cientista maluco” não é exatamente o que a NBA precisa mais? Técnicos que estudam o jogo obsessivamente mas não esquecem do lado humano?

    Com 500 vitórias no currículo e os Hawks voando, o Snyder tá provando que às vezes a fórmula mais simples é a que funciona: respeite o jogo, respeite as pessoas. E aí os resultados aparecem naturalmente.

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Cara, tem coisa mais gostosa no basquete do que meter uma enterrada no seu ex-time? Daeqwon Plowden descobriu que não. O cara simplesmente voou no State Farm Arena e deixou todo mundo de queixo caído com uma pancada que vai ficar marcada na memória.

    Olha só a situação: Plowden jogou apenas seis jogos pelos Hawks — SEIS! — antes de ser trocado para o Phoenix Suns na offseason passada. Agora, defendendo o Kings, o mano teve sua chance de ouro para mostrar o que Atlanta perdeu.

    A enterrada que parou o ginásio

    No segundo quarto, Devin Carter tocou a bola em transição e Plowden simplesmente decidiu que ia acabar com o circo. O Corey Kispert até tentou marcar, mas quando viu o que ia acontecer, preferiu sair da frente — e fez bem, porque aquela enterrada não tinha quem segurasse.

    Sabe aqueles momentos que você sente que o cara tá descontando toda a frustração de uma vez só? Foi exatamente isso. Plowden terminou o jogo com 11 pontos, mas esses dois da enterrada valeram muito mais que qualquer estatística.

    Forma absurda nas últimas partidas

    E não foi sorte não, galera. O cara vem voando — literalmente e figurativamente. Nos três jogos anteriores, Plowden marcou 65 pontos. Contra o Orlando Magic, na quinta-feira, cravou seis bolas de três numa derrota apertada por 121-117.

    Sinceramente? Os Hawks devem estar mordendo os dedos agora. Imagina ver um cara que você dispensou fazendo esse tipo de coisa em outro time…

    Na temporada, Plowden tá com médias de 10.3 pontos e 3.1 rebotes em 25.7 minutos por jogo. Os números podem não impressionar à primeira vista, mas o cara tá aproveitando cada oportunidade que os Kings dão — e olha que eles não estão tendo uma temporada das melhores.

    Aos 27 anos, Plowden sabe que essa pode ser sua grande chance de se firmar na NBA. Não dá pra desperdiçar. E que forma melhor de causar uma impressão duradoura do que com uma enterrada dessas?

    Vocês acham que ele consegue uma renovação com Sacramento? Ou vai usar essa temporada como vitrine para outro time? Uma coisa é certa: depois de ontem, todo mundo vai lembrar do nome dele.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Cara, que momento absurdo pro Quin Snyder! O técnico do Atlanta Hawks conquistou sua 500ª vitória na carreira na noite de sábado, na vitória por 123 a 113 sobre o Sacramento Kings. E olha só que loucura: essa foi a 15ª vitória dos Hawks em 17 jogos. Quinze! Em dezessete!

    Os jogadores acharam que a marca merecia uma comemoração especial e despejaram o cooler de Gatorade na cabeça do técnico. Imagina a cena — o cabelo sempre arrumadinho do Snyder todo molhado, mas com um sorrisão no rosto.

    Clube seleto de 500 vitórias

    Snyder se tornou o 41º técnico na história da NBA a alcançar 500 vitórias, e apenas o sexto entre os técnicos atualmente ativos. Isso é coisa pra poucos, viu? Na minha opinião, o cara merece muito reconhecimento pelo trabalho que vem fazendo.

    “Foi especial”, disse Snyder depois do jogo. “Quando você está nesta liga há um tempo, percebe que os técnicos mantêm seu registro, mas são realmente os jogadores e outras pessoas que permitem que isso aconteça. Tive muita sorte de poder treinar não apenas jogadores muito bons, mas pessoas de muita qualidade.”

    Reconstrução monstro dos Hawks

    E o mais impressionante? Snyder teve que praticamente reconstruir o time esse ano. Foram sete caras novos até o trade deadline de fevereiro. Imagina você ter que ensinar seu sistema pra metade do elenco no meio da temporada!

    Mas o resultado tá aí. Jalen Johnson, Nickeil Alexander-Walker, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels estão todos tendo as melhores temporadas da carreira. Coincidência? Eu acho que não.

    Jock Landale, que chegou em fevereiro e já fez dois double-doubles com o time, foi direto ao ponto sobre o técnico: “Quin é incrível, honestamente, e não digo isso levianamente. Ele foi fundamental para me colocar no ritmo do que está acontecendo. É um ótimo técnico para jogar.”

    Antes dos Hawks, Snyder comandou o Utah Jazz por oito temporadas e levou o time aos playoffs seis vezes. Agora, no quarto ano em Atlanta, parece que finalmente encontrou a fórmula certa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? Com 15 vitórias em 17 jogos, sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente nos playoffs.

  • Hawks atropela Kings e Snyder chega às 500 vitórias como técnico

    Hawks atropela Kings e Snyder chega às 500 vitórias como técnico

    Cara, que noitaça do Atlanta Hawks! Bateram o Sacramento Kings por 123 a 113 e ainda deram um presente e tanto pro técnico Quinn Snyder — sua 500ª vitória na carreira. Pra quem acompanha a NBA há um tempo, sabe que chegar nessa marca não é brincadeira.

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker, que simplesmente meteu 27 pontos e ajudou os Hawks a virarem uma máquina de três pontos no último período. 8 de 12 do perímetro só no quarto quarto — isso é de outro mundo, pessoal.

    Jalen Johnson continua monstro

    E o que dizer do Jalen Johnson? 26 pontos e 10 assistências para mais um double-double — o 44º da temporada dele. Esse cara tá numa temporada absurda, e sinceramente não sei por que não se fala mais dele pra All-Star. Jock Landale também contribuiu pra valer: 19 pontos e 13 rebotes, primeiro double-double dele desde que chegou em Atlanta.

    Os Hawks estão numa sequência impressionante — 15 vitórias nos últimos 17 jogos. Isso é coisa de time que quer brigar por algo grande nos playoffs. A química do time tá funcionando perfeitamente, mesmo com várias peças importantes no departamento médico.

    Kings não conseguiram sustentar a pressão

    Do lado de Sacramento, a história continua complicada. Com 19-56 na temporada, eles já perderam os três primeiros jogos dessa road trip de quatro. DeMar DeRozan fez sua parte com 22 pontos, mas não teve muito apoio. Maxime Raynaud contribuiu com 18 pontos e 10 rebotes, mas não foi suficiente.

    O que me chamou atenção foi como os Kings conseguiram empatar o jogo em 97 a 97 faltando quase 8 minutos — eu já tava pensando “vai que rola a zebra”. Mas aí os Hawks mostraram por que estão voando: 26 a 16 no final, com 18 desses pontos vindo do perímetro. Quando um time acerta chuva de três assim, não tem jeito.

    E vocês viram a lista de desfalques dos dois times? Atlanta sem Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos descansando no segundo jogo em duas noites. Já Sacramento… cara, é uma enfermaria: Russell Westbrook, Domantas Sabonis, Zach LaVine, todos fora. Alguns nem voltam mais essa temporada.

    Agora é esperar pra ver se os Hawks conseguem manter esse ritmo contra Boston na segunda. E os Kings? Vão tentar quebrar a sequência negativa contra o Brooklyn no domingo. Mas olha, do jeito que tá, fica difícil…

  • Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Pritchard destruiu com 36 pontos e salvou o Celtics sem Jaylen Brown

    Cara, que noite foi essa do Payton Pritchard! 36 pontos saindo do banco pra liderar o Celtics na vitória de 109 a 102 sobre o Hawks. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse explodir assim, mas o cara simplesmente decidiu que ia carregar Boston nas costas.

    O jogo começou meio tenso pros Celtics. Jaylen Brown tava machucado (de novo, né?) e Baylor Scheierman entrou no lugar dele no quinteto titular. Do outro lado, os Hawks vieram com aquele quinteto que tá fazendo eles ganharem várias seguidas ultimamente – CJ McCollum, Dyson Daniels, Nickeil Alexander-Walker, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu.

    Hawks começaram voando, mas…

    Atlanta saiu na frente logo de cara, abrindo 25 a 9 no primeiro quarto. Eu já tava pensando “lá vamos nós de novo”, mas aí o Celtics acordou e fechou o período perdendo só por 29 a 26. Pritchard já tava dando as caras com 7 pontos.

    O segundo quarto foi aquela montanha-russa clássica da NBA – um time abria vantagem, o outro corria atrás. Os Hawks chegaram a liderar por 60 a 55 no intervalo, com Pritchard já com 19 pontos no placar. Enquanto isso, Tatum e Derrick White tavam passando aperto, acertando só 4 de 18 arremessos. Vocês já viram isso? Não é comum ver esses dois errando tanto junto.

    Pritchard virou monstro no segundo tempo

    Aí que o negócio ficou absurdo. No terceiro quarto, Pritchard acertou duas bolas de três seguidas e colocou o Celtics na frente, 69 a 68. O cara tava simplesmente imparável – quando chegou no fim do terceiro período, já tinha 30 pontos no placar!

    E o Tatum? Olha, ele acordou também no segundo tempo. Marcou 21 pontos só na segunda metade, incluindo aquela enterrada clássica dele que sempre me arrepia. No final das contas, fez 26 pontos – recorde pessoal na temporada.

    O quarto período foi quando o Celtics realmente mostrou por que é campeão. Pegaram 4 rebotes ofensivos só no último quarto, dando várias chances extras. Teve até um lance épico do Pritchard pegando rebote ofensivo e tocando pro Tatum, que foi faltado num arremesso de três.

    Números finais impressionantes

    No final, Pritchard fechou com 36 pontos, 7 rebotes e 4 assistências. Absurdo de desempenho saindo do banco! Tatum contribuiu com seus 26, e ainda teve Luka Garza, Derrick White e Sam Hauser pontuando em dois dígitos.

    Os números gerais também foram bons: Celtics acertaram 47% dos arremessos de quadra e 40% das bolas de três, contra 39% e 36% dos Hawks, respectivamente.

    Olha, sem o Jaylen Brown muita gente achava que seria difícil. Mas o Pritchard mostrou por que é peça fundamental nesse elenco do Celtics. Domingo tem mais, contra o Charlotte Hornets às 20h (horário de Brasília). E aí, acham que o Pritchard mantém esse nível?

  • Pritchard explode com 36 pontos e Celtics vencem Hawks

    Pritchard explode com 36 pontos e Celtics vencem Hawks

    Cara, o Payton Pritchard simplesmente resolveu virar o LeBron ontem à noite no TD Garden. 36 pontos saindo do banco! Isso mesmo, trinta e seis pontos. O garoto que todo mundo conhece como aquele reservinha esforçado dos Celtics decidiu que era hora de mostrar que tem fogo no rabo.

    Os Celtics venceram os Hawks por 109-102 numa partida que começou meio desanimadora pra torcida de Boston. Imagina você no sofá vendo seu time perder por 25-9 no primeiro quarto? Eu já estaria pensando em trocar de canal, não vou mentir.

    A virada épica de Boston

    Mas aí que tá o negócio — o basquete é isso mesmo. Uma hora você tá no chão, na outra você levanta e mete sete bolas de três seguidas. Foi exatamente isso que os Celtics fizeram no segundo quarto. Sete arremessos de três consecutivos! Absurdo.

    O Jayson Tatum também deu sua contribuição com 26 pontos e 12 rebotes, mas confesso que foi uma noite meio estranha pra ele. Errou 16 dos 24 arremessos que tentou — não é o padrão Tatum que a gente conhece. Mesmo assim, quando precisou resolver no final, resolveu. Aquela penetração giratória dele que deu 97-86 pros Celtics com 7:29 restantes foi pura classe.

    E vocês viram como ele fechou o jogo? Sofreu falta num arremesso de três quando o cronômetro já tava quase zerando, e converteu os três lances livres pra selar o 107-99. Frieza total.

    Hawks vinham voando

    Olha, eu não esperava que fosse ser tão difícil assim pros Celtics. Os Hawks chegaram em Boston com 15 vitórias em 16 jogos desde o All-Star break — melhor campanha do Leste nesse período. O Jalen Johnson marcou 29 pontos e o CJ McCollum fez 21, mas não foi suficiente.

    O problema dos Hawks foi que eles começaram quente e depois esfriaram. Converteram só 39% dos arremessos no geral, e quando você joga contra os Celtics em casa, essa porcentagem não cola.

    Ah, e detalhe importante: os Celtics jogaram sem o Jaylen Brown, que tá fora com tendinite no tendão de Aquiles. Imaginem se ele tivesse em quadra…

    Sinceramente, essa vitória mostra por que os Celtics são candidatos reais ao título. Mesmo com jogador importante fora, mesmo começando mal, eles encontram um jeito de virar o jogo. E quando um cara como o Pritchard explode desse jeito, é sinal de que o banco tá funcionando.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse nível nos playoffs?

  • Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Olha, eu confesso que não esperava ver Patrick Ngongba II subindo tanto nas projeções do Draft 2026, mas o cara tá provando que merece mesmo. O pivô de Duke aparece como pick 22 no mock draft mais recente do USA TODAY, e sinceramente? Faz todo sentido.

    O que mais me impressiona no Ngongba é como ele evoluiu do primeiro pro segundo ano. Não é todo dia que você vê um pivotão de 2,11m com essa visão de jogo — o cara tem a maior taxa de assistências entre todos os calouros e sophomores da altura dele no college. Isso é absurdo pra um big man.

    Por que Atlanta faz sentido?

    Os Hawks aparecem como destino provável, e eu acho uma escolha inteligente. Time precisa de profundidade no garrafão, e Ngongba traz exatamente o que eles procuram: um cara que sabe passar a bola e criar espaço pra si mesmo. Ele não é só um pivô tradicional — o moleque sabe cortar pro aro como poucos.

    As estatísticas dele em Duke são sólidas sem ser espetaculares: 10.7 pontos, 6 rebotes e quase 2 assistências por jogo. Mas é o arremesso de 3 que me preocupa — 27.6% não vai cortar na NBA. Precisa melhorar urgente se quiser ser mais que um role player.

    O timing perfeito do March Madness

    Com Duke no Sweet 16, Ngongba tem a chance perfeita de mostrar serviço quando toda a liga tá assistindo. E vocês sabem como é — uma boa performance no March Madness pode mudar tudo na noite do Draft.

    Atlanta vai ter três picks nesse Draft (7º, 22º e 57º), então podem se dar ao luxo de apostar em potencial com Ngongba. Na minha opinião, é uma pick segura pra segundo turno — o cara não vai bustar, mas também não sei se vira All-Star.

    E aí, acham que ele aguenta a pressão de ser drafted no primeiro turno? Ou vocês acham que deveria ficar mais um ano no college?