Tag: Atlanta Hawks

  • Jokić em crise? Nuggets tomam surra e Hawks surpreendem com Kuminga

    Jokić em crise? Nuggets tomam surra e Hawks surpreendem com Kuminga

    Cara, que noite foi essa nos playoffs da NBA. Sinceramente, eu não esperava ver o Nikola Jokić passando por aperto desse jeito. O cara que normalmente faz o que quer em quadra teve uma das piores noites da carreira playoff, e os Nuggets tomaram uma surra histórica dos Timberwolves por 113-96. Minnesota agora lidera a série por 2-1, e olha — eu tô começando a acreditar que pode rolar zebra mesmo.

    Mas vamos começar pelo que me deixou mais impressionado na noite: Jonathan Kuminga destruindo tudo pelos Hawks.

    A ressurreição do Kuminga

    Lembram quando todo mundo falava que o Kuminga era só potencial desperdiçado? Pois é, ele tá provando que era só questão de encontrar o lugar certo. Desde que foi trocado do Warriors para o Hawks (em troca do Porzingis, que nem estava jogando), o cara virou outra pessoa.

    Nos últimos dois jogos contra os Knicks, ele cravou 40 pontos combinados com 61,5% de aproveitamento. Vinte e um pontos em apenas 28 minutos ontem — e ainda fechou o jogo defensivamente. O Quin Snyder tá usando ele como uma peça-chave no esquema, colocando quatro arremessadores ao redor do CJ McCollum e deixando o Jalen Brunson sem lugar pra se esconder.

    E defensivamente? Monstro absoluto. Na jogada decisiva do Jogo 3, ele começou marcando o Towns, trocou no Hart, dobrou no Brunson e ainda ganhou a bola dividida no final. Simplesmente não deixou os Knicks nem arremessar. Que atuação!

    O pesadelo de Jokić

    Agora, vamos falar do elefante na sala: o que diabos está acontecendo com o Jokić? O cara que normalmente faz triple-double dormindo teve um minus-21 em 35 minutos. Minus-21! Denver está sendo superado com ele em quadra nesta série, o que é absolutamente surreal.

    Olha, ele ainda tá fazendo 25 pontos, 14 rebotes e 7 assistências por jogo, mas o aproveitamento está em 40%. Pior ainda: de três pontos ele tá um horror — apenas 5/24 na série. Para um cara que normalmente é automático, isso é preocupante demais.

    Na minha opinião, parte disso é mérito dos Wolves, que estão jogando uma defesa física e intensa. Mas também acho que o desgaste das últimas temporadas pode estar pesando. Vocês acham que ele consegue virar essa chave nos próximos jogos?

    Outras movimentações da noite

    Enquanto isso, os Raptors conseguiram descontar contra Cleveland com uma vitória por 126-104 em casa, deixando a série 2-1 para os Cavs. E os Hawks… cara, eles estão fazendo os Knicks passarem vergonha mesmo sendo o sexto colocado contra o terceiro.

    Duas vitórias por um ponto de diferença seguidas. Isso é pressão psicológica pura. O Thibodeau deve estar subindo pelas paredes vendo seu time não conseguir fechar jogos contra um adversário “inferior” no papel.

    Essas séries estão mostrando que nos playoffs da NBA qualquer coisa pode acontecer. E vocês, o que acham — Jokić consegue se recuperar ou os Nuggets vão mesmo dar vexame na primeira rodada?

  • Nickeil Alexander-Walker leva o MIP e vira peça-chave do Hawks

    Nickeil Alexander-Walker leva o MIP e vira peça-chave do Hawks

    Cara, que história absurda é essa do Nickeil Alexander-Walker? O cara saiu do banco pra virar protagonista no Hawks e ainda levou o prêmio de Most Improved Player da temporada 2025-26. Sinceramente, não esperava isso quando ele assinou como agente livre em Atlanta.

    Alexander-Walker desbancou Deni Avdija e Jalen Duren na disputa pelo MIP — e olha, isso é interessante porque tanto o Avdija quanto o Duren foram All-Stars pela primeira vez este ano, enquanto o Alexander-Walker ficou de fora. Dos últimos nove ganhadores do prêmio, sete eram All-Stars de primeira viagem, mas pelo segundo ano seguido um jogador do Hawks quebra essa tradição (Dyson Daniels ganhou na temporada passada).

    De rejeitado a protagonista

    A jornada desse cara é de filme, não vou mentir. Escolhido como 17ª pick no Draft de 2019, passou dois anos e meio no New Orleans até ser trocado pro Portland junto com o CJ McCollum. Um dia depois — um dia — já tava indo pro Utah. O Jazz ficou com ele por um ano e mandou pro Minnesota numa troca maior envolvendo Mike Conley e Russell Westbrook.

    Em Minnesota ele meio que se reinventou como um sexto homem especialista em defesa. Nos primeiros três anos da carreira convertia só 32,9% dos arremessos de três, mas com os Wolves subiu pra impressionantes 38,4%. Parecia que tinha encontrado seu lugar como um 3-and-D clássico, mas aí veio o problema financeiro.

    O Hawks acertou em cheio

    Os Wolves, pressionados pelo second apron, escolheram renovar com Naz Reid e Julius Randle ao invés do Alexander-Walker no verão de 2025. Erro deles, acerto do Hawks.

    Atlanta contratou ele pra ser um reserva defensivo atrás do Trae Young, mas uma lesão do Young logo no início da temporada abriu as portas. E cara, que aproveitamento! Saltou de 9,4 pontos por jogo pra 20,8 — mais que dobrou a produção ofensiva. Ainda distribuiu 3,7 assistências por partida, recorde pessoal.

    A evolução dele foi tão impressionante que até influenciou a decisão do Hawks de trocar o Trae Young. Com Alexander-Walker como uma das peças principais, Atlanta conseguiu a 6ª colocação no Leste e voltou aos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue uma vaga no All-Star Game na próxima temporada? Do jeito que tá jogando, não duvido nada. O Hawks encontrou um diamante bruto e agora tem um cara que pode ser cornerstone do projeto a longo prazo. Às vezes a NBA é isso — o timing certo no lugar certo faz toda a diferença.

  • Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Gente, que situação complicada pro Mikal Bridges. O cara que chegou no Knicks como a grande aposta pra playoffs simplesmente virou banco no jogo mais importante da série até agora. Mike Brown tirou ele da partida no terceiro quarto e praticamente não colocou mais — apenas 21 minutos em quadra, recorde negativo na carreira dele em playoffs.

    E olha, não foi uma decisão técnica qualquer não. O Bridges estava completamente perdido em quadra: zero pontos, quatro erros de ataque e um rating de -26 que dói só de ver. Pra vocês terem noção do buraco que ele estava cavando pro time, o Knicks perdeu por apenas um ponto (109-108) pro Hawks, e boa parte da culpa foi dele estar jogando mal demais.

    A queda livre continua

    Sinceramente, eu já estava desconfiado do Bridges desde o jogo 2. O cara zerou no segundo tempo daquela partida também, com -11 de rating enquanto o Hawks virava o jogo. Duas partidas seguidas jogando muito mal no momento que mais precisa — isso preocupa qualquer torcedor do Knicks.

    Mike Brown tentou passar pano na coletiva: “Não estou preocupado com ele, só fui com o que o jogo pedia naquele momento”. Mas cara, quando você tira um dos seus principais jogadores e coloca o Miles McBride no lugar (que, diga-se de passagem, meteu cinco bolas de três), é porque a coisa está feia mesmo.

    Knicks em apuros na série

    Agora os caras estão atrás no placar da série (2-1) e precisam reagir rápido. O OG Anunoby fez sua parte com 29 pontos e 9 rebotes, o Brunson também colaborou com 26 pontos — mas perdeu todas as cinco tentativas de três que tentou, o que mostra como o Hawks conseguiu incomodar eles defensivamente.

    E tem mais: o Jonathan Kuminga saindo do banco do Hawks e fazendo 21 pontos, destruindo a segunda unidade do Knicks com velocidade e energia. Quando o seu banco está sendo dominado pelo adversário E seu titular estrela está jogando mal, a conta não fecha mesmo.

    O próprio Bridges assumiu a responsabilidade depois: “Tenho que aceitar isso e estar pronto pro próximo jogo. Vai ser difícil, mas é o que é. Preciso jogar melhor pra ajudar meu time”. Pelo menos o cara tem caráter pra assumir quando erra.

    Agora é torcer pra ele conseguir se recuperar mentalmente, porque playoffs não perdoa mesmo. E aí, vocês acham que o Bridges volta a jogar bem ou vai continuar nessa queda livre?

  • Playoffs da NBA: casas de apostas em pânico com zebras na primeira rodada

    Playoffs da NBA: casas de apostas em pânico com zebras na primeira rodada

    Cara, esses playoffs estão sendo uma loucura total. As casas de apostas devem estar surtando porque quase todos os favoritos estão apanhando mais do que o esperado na primeira rodada. Cinco séries empatadas em 1 a 1 depois dos dois primeiros jogos? Isso não estava no script de ninguém.

    O maior susto veio dos Lakers, que eram azarões pesados contra os Rockets (+400 nas odds) e simplesmente abriram 2 a 0. A probabilidade deles avançar saltou 40,9 pontos percentuais! E olha que estão jogando sem o Luka Doncic e o Austin Reaves — imagina se tivessem com força máxima.

    Hawks dando trabalho pros Knicks

    O Atlanta também tá fazendo bonito. Saíram de apenas 26,7% de chances para 53,1% depois de abrir vantagem de 2 a 1 sobre os Knicks. Sinceramente? Eu não esperava que os Hawks conseguissem incomodar tanto assim um time que parecia mais estruturado.

    Mas o que mais me chama atenção é o que tá rolando com os Nuggets. Os caras são os atuais campeões e estão em apuros sérios contra Minnesota. A probabilidade deles avançar despencou 27,8 pontos depois da derrota no Jogo 3. Agora virou praticamente cara ou coroa — 50% para cada lado.

    Thunder dominando, mas cadê a surpresa?

    Se tem uma série que tá saindo como esperado é Thunder x Suns. OKC subiu de 96,8% para 99,8% de chances de avançar. Phoenix tá praticamente eliminado já, o que não é tanta surpresa assim considerando as lesões que eles tiveram na temporada.

    No Leste, os Cavaliers são o único cabeça de chave que realmente fortaleceu sua posição, mesmo perdendo o Jogo 3 para os Raptors. As odds dão 92,3% de chance para Cleveland avançar.

    E aí, vocês estão acompanhando essas séries? Eu tô impressionado como esses underdogs estão conseguindo competir de igual para igual. O pessoal dos Pistons também tá dando trabalho pro Magic, e os 76ers não estão mortos contra os Celtics.

    Olha, eu sempre falo que playoffs da NBA é outra liga. A pressão muda tudo, rotações encurtam, e às vezes um time que parecia inferior na temporada regular encontra sua melhor versão na hora que mais importa. Essas oscilações nas probabilidades só mostram o quanto esses playoffs estão imprevisíveis.

    A real é que ninguém esperava que fosse tão apertado assim. E eu tô amando cada minuto disso.

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player da NBA – que salto!

    Alexander-Walker é o Most Improved Player da NBA – que salto!

    Gente, que temporada absurda do Nickeil Alexander-Walker! O cara acabou de ser eleito o Most Improved Player (Jogador Que Mais Evoluiu) da NBA, e olha, eu confesso que não vi essa vindo no começo da temporada.

    Os números falam por si só: saiu de míseros 9.4 pontos por jogo no Minnesota na temporada passada para incríveis 20.8 pontos pelos Hawks de Atlanta. Mais que dobrou a produção ofensiva, monstro!

    De banco do Wolves para estrela dos Hawks

    Sinceramente, quando o Alexander-Walker foi pros Hawks, muita gente (eu inclusive) achou que seria mais um jogador de rotação. Mas cara, como a gente se enganou. O técnico Quin Snyder deu total confiança pro garoto, e ele correspondeu de forma espetacular.

    É impressionante como uma mudança de ambiente pode transformar um jogador. No Minnesota ele era aquele cara que entrava pra dar uns minutos de descanso pros titulares. Em Atlanta? Virou peça fundamental do ataque do time.

    Hawks fazem história com dois MIP seguidos

    E olha que curioso: Alexander-Walker ganhou o prêmio um ano depois do seu companheiro de equipe Dyson Daniels ter levado o mesmo troféu na temporada 2024-25. Que escola de desenvolvimento de jogadores que virou Atlanta, né não?

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter esse nível de evolução dos jogadores? Porque se conseguirem, podem se tornar uma franquia muito interessante nos próximos anos. Esse tipo de cultura organizacional não surge do nada.

    Alexander-Walker sempre teve talento – qualquer um que acompanhou ele na faculdade sabia disso. Mas às vezes o jogador precisa do ambiente certo, da confiança certa, pra explodir. E foi exatamente isso que aconteceu em Atlanta.

    Merecidíssimo o prêmio. De 9.4 pra 20.8 pontos não é brincadeira não, pessoal. Esse salto gigantesco mostra como o basquete pode ser imprevisível – e por isso que a gente ama tanto esse esporte!

  • McCollum manda indireta pros Warriors após vitória de Kuminga

    McCollum manda indireta pros Warriors após vitória de Kuminga

    Olha só que situação interessante rolou ontem nos playoffs da NBA. O CJ McCollum simplesmente decidiu cutucar o vespeiro depois que os Hawks viraram o jogo contra os Knicks por 109-108 — e o protagonista da história foi ninguém menos que Jonathan Kuminga, ex-Warriors.

    O McCollum, que fez a cesta que decidiu o jogo faltando 12.7 segundos, não perdeu a oportunidade de mandar uma alfinetada bem sutil na direção de Golden State quando falou sobre o Kuminga na coletiva:

    “Ele estava numa situação não muito boa e agora encontrou um lar feliz aqui”, disse McCollum pros repórteres.

    A saga Kuminga em Golden State

    Cara, a história do Kuminga com os Warriors foi mesmo uma montanha-russa. Uma temporada e meia de altos e baixos, com lesões, poucos minutos em quadra e uns atritos com o técnico Steve Kerr. Sinceramente? Já dava pra ver que a coisa não tava fluindo bem.

    Em fevereiro de 2026, finalmente rolou a troca que todo mundo esperava: Kuminga e Buddy Hield foram pra Atlanta em troca do Kristaps Porziņģis. E olha, pelo que a gente tá vendo agora nos playoffs, parece que foi a melhor coisa que podia ter acontecido pro garoto.

    Números que falam por si só

    Os números dele em Atlanta são bem parecidos com os de Golden State na temporada regular: 12.3 pontos, 5.3 rebotes e 2.1 assistências em 22.1 minutos pelos Hawks, contra 12.1 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências em 23.8 minutos pelos Warriors.

    Mas aqui vem o detalhe que faz toda a diferença: nos playoffs, o Kuminga tá jogando 31 minutos por partida. Trinta e um! E tá ajudando os Hawks a abrir 2-1 na série contra os Knicks.

    É impressionante como um jogador pode florescer quando encontra o ambiente certo, não acham? O garoto tem DNA de campeão — afinal, veio dos Warriors — mas às vezes você precisa de um técnico e um sistema que realmente acreditem no seu potencial.

    E aí, vocês acham que os Warriors se arrependeram da troca? Porque pelo jeito o Kuminga tá mostrando que tem muito basquete pra oferecer quando tem a confiança da comissão técnica.

  • CJ McCollum lembra da Jennifer: 8 anos depois do tweet viral

    CJ McCollum lembra da Jennifer: 8 anos depois do tweet viral

    Cara, tem coisa que nunca morre na internet, né? O CJ McCollum acabou de provar isso de novo.

    Antes do jogo 3 dos playoffs contra os Knicks ontem, mostraram pro McCollum um print daquele tweet lendário de 2018. Lembram da Jennifer? Aquela que mandou ele “ganhar um jogo de playoff pra depois falar” quando o CJ criticou os super teams. A resposta dele virou história: “Eu tô tentando, Jennifer”.

    “Jennifer perdida há muito tempo”

    A reação do McCollum foi impagável. “Caramba, Jennifer. A Jennifer perdida há muito tempo”, ele riu ao ver o print. E quando perguntaram se tinha alguma mensagem pra ela, o monstro foi classe pura: “Espero que ela esteja bem”.

    Olha, eu achei fofo demais. O cara podia ter zoado, podia ter sido petulante — mas não. Oito anos depois, ainda tratou a torcedora com respeito. Isso que é maturidade.

    Ainda tentando (mas agora em Atlanta)

    E a ironia? O McCollum realmente ainda tá tentando ganhar jogos de playoff. Só que agora vestindo a camisa dos Hawks, depois daquela troca maluca que trouxe ele de Washington em troca do Trae Young em janeiro.

    No jogo 2 contra os Knicks, o cara simplesmente destruiu: 32 pontos em 22 arremessos, 6 assistências, 3 roubos de bola. Uma performance absurda que garantiu a vitória por 107-106 no Madison Square Garden. Velho de guerra fazendo velho de guerra.

    A série tá empatada 1-1, e sinceramente? Tô adorando ver o CJ ainda brigando por playoff aos 34 anos. Jennifer, onde quer que você esteja, o homem continua tentando — e muito bem, por sinal.

    Vocês acham que ele consegue levar os Hawks longe nesses playoffs? Eu tô acreditando nesse time de Atlanta.

  • CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    CJ McCollum vira pesadelo dos Knicks e Hawks abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o CJ McCollum não tá nem tentando ser vilão como o Trae Young fazia em 2021, mas tá virando um naturalmente. E os fãs dos Knicks devem estar tendo pesadelos com esse cara — de novo.

    Na quinta-feira, foi o McCollum que cravou a faca no coração dos nova-iorquinos mais uma vez. Arremesso no meio da garagem por cima do Miles McBride, faltando 12,5 segundos, e pronto: Hawks 109 x 108 Knicks. Série 2-1 para Atlanta.

    A virada que não veio

    Os Knicks pareciam que iam dar o troco nos Hawks. Sabe como é — depois de levar aquela reviravolta absurda no Jogo 2 (Hawks estavam perdendo por 12 no último quarto), Nova York queria mostrar que também sabia jogar de virada.

    Só que não rolou. Os Hawks seguraram a pressão e o McCollum apareceu na hora H. Aquele arremesso foi de monstro mesmo — dificulta, com defesa colada, mas ele mandou no ângulo. Playoff basketball, né galera?

    Knicks desperdiçam última chance

    Igualzinho ao Jogo 2, os Knicks ainda tinham uma posse para empatar ou ganhar. Mas dessa vez nem conseguiram arremessar. O Jalen Brunson foi pressionado na linha de fundo, rolou um duplo marcação e… turnover. O Jonathan Kuminga ainda devolveu a bola pros Hawks com o cronômetro zerando.

    Sinceramente, tá difícil para os Knicks. Duas derrotas seguidas depois de estar ganhando bem no começo dos jogos. Psicologicamente isso pesa muito numa série de playoffs.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar ou os Hawks vão fechar em casa? O Jogo 4 é sábado às 20h (horário de Brasília). Pode ser o jogo que define tudo.

  • Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Cara, eu vi muita coisa ruim no basquete, mas a cara do Josh Hart ontem à noite depois daquele jogo foi de partir o coração. O cara simplesmente travou na hora H e custou a vitória pros Knicks contra os Hawks, 109-108.

    Olha, o Hart não é qualquer um não. Estamos falando de um jogador que virou peça fundamental desse time de Nova York, um dos melhores defensores da liga que ainda por cima sabe distribuir a bola. Mas ontem? Simplesmente sumiu do mapa.

    Uma noite para esquecer

    Os números não mentem: 1 de 9 nos arremessos, sendo 0 de 4 do perímetro. Em 40 minutos de quadra — que é praticamente o jogo inteiro — o cara conseguiu apenas 2 pontos. Dois. É o tipo de estatística que você olha duas vezes pra ter certeza que não tá sonhando.

    E o mais impressionante é que Hart tinha chegado aos dois dígitos nos dois primeiros jogos da série. Aí você vai ver o cara que sempre aparece nas horas importantes simplesmente travando quando o time mais precisava dele.

    “Eles simplesmente não entraram. Achei que o arremesso do canto ia entrar. Eu tenho que acertar esses arremessos”, disse Hart pros repórteres depois do jogo. Dá pra ver na cara dele que tava destruído.

    Um arremesso mudaria tudo

    E sabe o que é mais cruel? Bastava UM arremesso a mais pra história ser completamente diferente. Os Knicks perderam por apenas um ponto, então qualquer uma daquelas bolas que rimaram na cesta do Hart teria mudado o resultado.

    O time de Nova York ainda se ferrou mais quando Jalen Brunson perdeu uma bola no finalzinho que poderia ter sido a cesta da vitória. Aí o CJ McCollum apareceu do outro lado e mandou a que decidiu o jogo pro Atlanta.

    Pelo menos outros caras apareceram. OG Anunoby foi monstro com 29 pontos, Brunson fez 26 apesar do erro final, e Karl-Anthony Towns cravou um double-double com 21 pontos e 17 rebotes. Mas não adiantou nada se o Hart, que sempre resolve na defesa e na distribuição, simplesmente não conseguiu acertar nem uma bandeja.

    Agora é reagir ou morrer

    A realidade é crua: os Knicks estão com a corda no pescoço. Se perderem o próximo jogo, vão estar 3-1 pra baixo na série, e aí já era. Vocês acham que o Hart consegue se recuperar psicologicamente dessa?

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogo que separa os grandes jogadores dos medianos. O Hart sempre foi confiável, sempre apareceu quando precisava. Agora é ver se ele consegue esquecer essa noite horrível e voltar a ser o jogador que conhecemos no jogo 4.

    Porque, sinceramente, os Knicks não podem se dar ao luxo de ter o Hart sumido mais uma vez. Não com os Hawks jogando desse jeito e aproveitando cada vacilo do adversário.

  • KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    KAT desabafa após nova derrota dos Knicks: ‘Não significa nada se não ganhar’

    Cara, que situação complicada a do Karl-Anthony Towns e dos Knicks. Depois de levar uma virada cruel dos Hawks por 109 a 108 no Jogo 3, o pivô deixou bem claro o que todo mundo já sabia: não adianta fazer bonito no individual se o time não consegue fechar as partidas.

    “Não significa nada se você não ganha, honestamente. Essa é a resposta”, disparou KAT quando perguntaram sobre seu desempenho ofensivo. E olha, ele tem toda razão. O cara fez um jogaço – 21 pontos e 17 rebotes em 34 minutos, muito mais agressivo que no Jogo 2, quando ficou zerado no último quarto.

    A evolução do KAT que não bastou

    Sinceramente, eu vi uma versão bem diferente do Towns no Jogo 3. Além de buscar mais o jogo ofensivo (como todo mundo pediu depois daquela atuação apagada), ele também apareceu na defesa. Duas tocos no momento decisivo! Para um cara que sempre foi questionado defensivamente, isso é um baita progresso.

    Mas aí que tá o problema: fazer tudo certo individualmente e ainda assim perder por um ponto dói demais. “É difícil, temos que manter a cabeça erguida. Tudo bem ficar desapontado, isso significa que nos importamos”, falou Towns depois do jogo. Dá pra sentir a frustração na voz do cara.

    Knicks com a corda no pescoço

    A realidade é crua: os Knicks estão 2-1 atrás na série e não podem mais vacilar. Perder o Jogo 4 em Atlanta seria praticamente assinar o atestado de óbito da temporada. Eu sei que 3-1 não é morte (pergunta pro Warriors de 2016), mas convenhamos – não é todo time que consegue uma virada dessas.

    O que mais me chamou atenção na fala do Towns foi ele assumir que o time “lutou” mas não conseguiu “fechar o jogo”. Essa é a palavra-chave: fechar. Os Knicks tiveram a chance de empatar a série em casa e deixaram escapar nos detalhes finais.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem reagir em Atlanta? Porque pelo que eu vi, o KAT tá fazendo a parte dele – agora o resto do time precisa aparecer também. Sábado tem Jogo 4, e é literalmente agora ou nunca para Nova York.