Tag: Karl-Anthony Towns

  • Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Mano, que Final da NBA nós vamos ter! Victor Wembanyama e Karl-Anthony Towns estão simplesmente voando nas estatísticas dos playoffs — os dois lideram o PER (Player Efficiency Rating) com 28.6 e 28.2 respectivamente. E olha só a coincidência: eles vão se enfrentar nas Finais entre Spurs e Knicks.

    Sinceramente, eu não esperava ver o Wemby dominando tanto assim já no segundo ano. O cara tá com números de MVP mesmo sendo pivô. E do outro lado, o KAT finalmente encontrou seu lugar em Nova York — quem diria que a troca dos Timberwolves ia dar tão certo?

    O duelo que promete nas Finais

    OG Anunoby aparece em terceiro no ranking geral com 25.3 de PER, e vai ter a missão mais difícil da vida: marcar o Wembanyama. Cara, boa sorte com isso. O francês tá jogando um basquete de outro planeta nesses playoffs.

    Jalen Brunson (23.5 de PER) vai ter um desafio bem diferente também. Depois de conseguir isolar James Harden nas Finais do Leste, agora vai ter que lidar com Stephon Castle na defesa. O novato dos Spurs tá provando que pode ser peça-chave já na primeira temporada.

    Vocês viram que o De’Aaron Fox também tá nessa lista? Aparentemente foi trocado durante a temporada e tá jogando pelos Spurs. Que movimento interessante do San Antonio.

    Os números não mentem

    Olhando o ranking geral de PER dos playoffs, é impressionante ver Shai Gilgeous-Alexander em terceiro (25.9) — mesmo eliminado, o cara manteve um nível absurdo. E Jokic “só” em 11º com 22.8? Mostra como esses playoffs foram competitivos.

    O que mais me chama atenção é ver Mitchell Robinson com 20.2 de PER pelos Knicks. O cara quando tá saudável faz uma diferença gigantesca no garrafão. Vai ser fundamental para tentar conter o Wemby.

    Game 1 das Finais é na quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na ABC. Eu já tô ansioso para ver esse duelo de estilos — a experiência e versatilidade dos Knicks contra a juventude e athleticismo dos Spurs.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam no Wemby continuando essa dominância ou o KAT vai mostrar que experiência ainda conta?

  • KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    Cara, às vezes o universo da NBA tem dessas coincidências que chegam a dar arrepio. Karl-Anthony Towns usou uma camiseta das Finais de 1999 entre Knicks e Spurs em 2024, e agora… adivinha só? Os times vão se enfrentar de novo na decisão!

    Foi em outubro de 2024, antes do primeiro jogo de preseason do KAT pelos Knicks contra o Charlotte Hornets. O cara simplesmente chegou ao ginásio usando uma camiseta retrô das Finais de 99, com Tim Duncan e Latrell Sprewell estampados. Na época, todo mundo achou uma pegada nostálgica maneira. Hoje? Todo mundo tá achando que o homem é vidente.

    A profecia se cumpriu

    Dois anos depois, San Antonio eliminou o Thunder no jogo 7 das finais da conferência oeste no sábado, e agora Towns e seus companheiros vão ter a chance de enfrentar Victor Wembanyama e os Spurs. Coincidência? Eu sinceramente não sei mais no que acreditar.

    O pessoal do Twitter (ou X, sei lá como chama agora) foi à loucura quando alguém resgatou a foto. “FOI ESCRITO”, postou um fã. Outro mandou: “Cara, isso é insano. Os roteiristas se superaram nessa”. E tem gente falando que “ele sabia de tudo desde o começo”.

    Será que a história vai se repetir?

    Olha, eu espero que não — pelo menos não da mesma forma. Porque em 99, os Knicks tomaram uma surra histórica dos Spurs. Perderam a série por 4×1 e foram tão mal ofensivamente que não conseguiram fazer nem 80 pontos em três jogos da série. Duncan foi MVP das Finais e mostrou por que é um dos maiores de todos os tempos.

    Mas esse Knicks de 2026 é diferente, né? Towns tá jogando num nível absurdo, e a química do time com ele no garrafão mudou completamente o jogo ofensivo. E vocês acham que ele vai conseguir parar o Wembanyama? Porque essa vai ser a batalha do século no paint.

    As Finais começam na quarta-feira em San Antonio, com os Spurs tendo a vantagem de casa nos dois primeiros jogos. E pode ter certeza que o KAT vai usar uma camiseta ainda mais profética pra chegar no ginásio.

  • Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Cara, os Knicks estão simplesmente MONSTRUOSOS nos playoffs de 2026. E quando eu falo monstruosos, é porque esses caras desenvolveram um superpoder que tá deixando todo mundo de queixo caído: as famosas corridas de pontuação que destroem qualquer adversário.

    Pensa comigo: 11 vitórias consecutivas rumo às Finais da NBA, com uma diferença de 262 pontos a favor. Duzentos e sessenta e dois! É um absurdo de domínio que eu, sinceramente, não esperava ver dos Knicks nesta vida.

    A corrida histórica contra o Hawks

    O mais maluco foi no jogo 6 contra o Hawks na primeira fase. Os caras fizeram uma corrida de 63-11. Sessenta e três a onze, galera! Eu tive que ler duas vezes pra acreditar. Foi a maior vantagem no intervalo da história dos playoffs da NBA e a maior pontuação da franquia em jogos de pós-temporada.

    “É incrível quando você tem esses momentos onde tudo se encaixa”, disse Karl-Anthony Towns depois do treino. E olha, o cara tá certo. Quando os Knicks entram no ritmo, eles não param mais.

    OG Anunoby explicou que essas corridas são contagiosas – combinam arremessos certeiros, movimentação de bola, roubadas de bola, defesa sólida e mais arremessos entrando. “Tudo se soma”, disse o jogador.

    Outras corridas absurdas

    Mas não foi só contra o Hawks. Contra o Cavaliers, eles fizeram uma corrida de 44-11 para fechar o jogo 1 depois de estarem perdendo por 22 pontos. Vinte e dois! Jalen Brunson marcou 15 pontos nessa corrida, e ainda rolou aquela cesta de 3 do Landry Shamet que empate o jogo e forçou a prorrogação.

    No jogo 3 contra Cleveland: corrida de 18-0 no terceiro quarto. Jogo 4: 20-0 no segundo quarto que praticamente decidiu tudo antes do intervalo. É de deixar qualquer adversário desesperado.

    Até nas corridas “pequenas” eles arrasam. Contra o 76ers, fizeram 17-5 no último quarto que transformou 4 pontos de vantagem em 16. Mike Brown, o técnico, sabe que essas janelas são delicadas e precisam de conexão total do time.

    O segredo do sucesso

    “Qualquer coisa fora do comum pode acontecer durante essas corridas”, explicou Brown. “Você precisa confiar nesses intangíveis para se manter focado.” E é exatamente isso que separa esse time dos Knicks de outras temporadas.

    Sinceramente? Eu não sei se alguém vai conseguir parar essa máquina nas Finais. Claro, eventualmente vão levar um contra-ataque, não dá pra sustentar essas goleadas pra sempre. Mas até agora, eles dominaram completamente a arte do momentum – criar, sustentar e usar sem que ninguém consiga interromper o fluxo.

    É a primeira final dos Knicks desde 1999, galera. E com esse estilo de jogo devastador, quem vocês acham que consegue parar esses caras? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano do título em Nova York.

  • OG Anunoby não tem dúvidas: Mitchell Robinson é peça chave pro Knicks

    OG Anunoby não tem dúvidas: Mitchell Robinson é peça chave pro Knicks

    O Knicks tá na Finals da NBA, gente! E enquanto esperam saber se vão enfrentar o Thunder ou o Spurs no jogo 7 do Oeste, rolou uma preocupação aqui: Mitchell Robinson machucou o dedinho e teve que operar.

    Mas calma, que o OG Anunoby veio tranquilizar todo mundo. O cara foi direto ao ponto sobre a importância do Mitch pro time.

    “Mitch é muito importante pra nós”

    “Mitch é muito importante pra nós, um jogador incrível – é uma pena o que aconteceu, mas vamos levar dia a dia”, disse o Anunoby. E olha, ele tá certíssimo.

    Robinson quebrou o dedinho da mão direita e passou pela cirurgia, mas segundo o Shams Charania da ESPN, o pivô “planeja jogar totalmente” no primeiro jogo das Finals usando uma proteção na mão. Cara determinado!

    Sinceramente? Eu admiro essa garra. Quebrar o dedo e querer jogar as Finals mesmo assim… isso é raça pura. Lembra do nosso Nenê quando jogava machucado? Mesma pegada.

    Karl-Anthony Towns confia no elenco

    E o KAT também entrou na conversa, falando da profundidade do elenco dos Knicks. “Nós confiamos em todo mundo neste vestiário. Se essa jornada nos playoffs mostrou alguma coisa, é que do 1 ao 15 pode entrar em quadra, vestir a camisa do Knicks e fazer o trabalho”, disse Towns.

    Olha, eu gosto dessa mentalidade. Time que confia um no outro é time que vai longe. E o Knicks provou isso chegando até as Finals.

    O técnico Mike Brown disse que a lesão não aconteceu no jogo 4 contra o Cavaliers nem no treino – ninguém sabe direito como foi que o Robinson se machucou. Mistério total (risos).

    Expectativa total para as Finals

    Agora é aguardar. O jogo 1 das Finals é na quarta-feira, dia 3 de junho. Thunder ou Spurs? Tanto faz – o Knicks tá preparado pra qualquer um.

    E vocês, acham que o Robinson consegue render bem jogando com proteção na mão? Eu acho que sim. Pivô raçudo desse jeito não para por causa de dedinho quebrado não!

  • Towns confiante: Knicks vão superar lesão do Robinson

    Towns confiante: Knicks vão superar lesão do Robinson

    Olha, se tem uma coisa que esse time do Knicks provou ao longo da temporada é que sabe lidar com perrengue. E agora vem mais um: Mitchell Robinson quebrou o mindinho da mão direita e pode perder o jogo 1 das Finals da NBA.

    A situação é meio estranha, né? O técnico Mike Brown disse que a lesão não aconteceu durante o jogo 4 das Finais da Conferência Leste nem no treino, mas não quer dar detalhes de como rolou. Robinson já passou por cirurgia e tá correndo contra o tempo pra voltar na quarta-feira.

    KAT manda a real sobre a situação

    Karl-Anthony Towns, que já passou por uns perrengues na carreira, tá confiante que o time vai dar conta do recado. “Se essa campanha nos playoffs mostrou alguma coisa, é que qualquer um dos 15 jogadores pode vestir a camisa dos Knicks e fazer o trabalho”, disse o pivô.

    E ele tem razão. Lembram daquela sequência horrível em dezembro quando eles perderam 9 de 11 jogos? Eu achei que era o fim da picada, mas os caras deram a volta por cima de uma forma absurda.

    Robinson faz falta pra caramba

    Não vou mentir: perder o Robinson é complicado. O cara tem sido fundamental saindo do banco, com aquela defesa marreteira dele e pegando uns rebotes importantes. São 5,5 rebotes e 5,5 pontos por jogo nos playoffs – números que não impressionam no papel, mas quem assiste sabe o impacto que ele tem.

    E considerando que os Knicks vão enfrentar ou o Wembanyama do San Antonio ou a dupla Holmgren/Hartenstein do OKC, ter um cara grandão pra incomodar no garrafão seria ideal. Mas Mike Brown já avisou que tá preparando todo mundo pra entrar se necessário.

    Sinceramente? Eu acredito nesse grupo. Eles já mostraram que têm peito pra situações difíceis. E vocês, acham que conseguem levar nas Finals mesmo sem o Robinson 100%?

  • KAT compra card da Anne Hathaway e vira meme antes das Finals

    KAT compra card da Anne Hathaway e vira meme antes das Finals

    Gente, vocês já viram coisa mais aleatória que essa? O Karl-Anthony Towns, nosso pivô dos Knicks, acabou de virar assunto no Instagram porque… comprou um card autografado da Anne Hathaway. Sim, a atriz do “O Diabo Veste Prada”.

    Olha, eu já vi muito jogador gastando dinheiro com coisa estranha, mas essa aí foi nova até pra mim. O cara postou no Instagram mostrando o card da Anne com a camisa do Philadelphia Eagles e escreveu: “Um fã hardcore do Eagles e um fã hardcore dos Knicks!?!? É, eu sou fã hardcore da Anne Hathaway pra vida toda.”

    A conexão mais bizarra da NBA

    Mas ó, a história fica ainda mais doida. Acontece que o KAT e a Anne trabalharam juntos no filme “O Diabo Veste Prada 2” — sim, o nosso pivô virou ator. E aparentemente a experiência marcou tanto o cara que ele decidiu virar colecionador de cards da parceira de set.

    E tem mais: os dois são de Nova Jersey e sofreram juntos como fãs dos Knicks a vida toda. Imagina só a conversa dos dois nos bastidores: “Anne, você lembra da última vez que chegamos nas Finals?” “Karl, eu tinha 16 anos…”

    Superstição ou só amor pela Anne?

    Aqui vem a parte que tá deixando todo mundo maluco: desde que “O Diabo Veste Prada 2” estreou nos Estados Unidos (1º de maio), os Knicks varreram tanto o Sixers quanto o Cavaliers. Coincidência? Sei não, hein…

    Sinceramente, se a Anne Hathaway virar nosso amuleto da sorte para quebrar esse jejum de 53 anos sem título, eu vou estar aqui aplaudindo de pé. O cara tá tão confiante que já tá se preparando psicologicamente para as Finals comprando memorabilia da nossa “musa inspiradora”.

    E olha que o KAT vai precisar mesmo de toda inspiração possível. Com o Mitchell Robinson machucado (dedo quebrado), o cara virou praticamente nossa peça mais importante lá dentro. Nada de pressão, né Karl?

    Vocês acham que a Anne vai aparecer na torcida usando camisa dos Knicks? Porque eu já tô imaginando ela gritando “DEFENSE” no Madison Square Garden…

  • Robinson quebra o dedo e pode perder as Finals dos Knicks

    Robinson quebra o dedo e pode perder as Finals dos Knicks

    Mano, que azar do caramba. O Mitchell Robinson, que estava tendo uma temporada relativamente saudável depois de anos quebrando por aí, agora vai e quebra o dedinho mindinho da mão direita bem na véspera das Finals da NBA.

    Segundo o The Athletic, não tem previsão de volta e ainda não sabem nem quando exatamente ele se machucou. O timing não podia ser pior — os Knicks estão nas Finals pela primeira vez desde 1999 (sim, eu ainda era criança) e agora podem perder o único reserva experiente no garrafão.

    O drama da profundidade no banco

    Olha, eu sei que o Robinson não é mais o titular — esse papel é do KAT agora. Mas cara, ele ainda é importante demais pra esse time. Estava fazendo 5.7 pontos e 8.8 rebotes com 72% de aproveitamento de quadra. Nada espetacular, mas é o tipo de produção sólida que você precisa saindo do banco.

    O problema é que se ele não jogar, quem sobra? O Ariel Hukporti, um alemão de segundo ano que mal viu a quadra nesta temporada. Estamos falando de um cara que jogou apenas 70 minutos em TODOS os playoffs. É jogar ele na fogueira das Finals ou improvisar alguma coisa.

    Knicks imparáveis até agora

    A ironia é que este time dos Knicks estava voando. Onze vitórias consecutivas desde que estavam perdendo por 2-1 pro Hawks no primeiro round. Depois disso? Varreu todo mundo: Sixers, Cavaliers… um show de bola que ninguém esperava.

    Sinceramente, acho que essa lesão não vai parar os Knicks, mas definitivamente complica. O Tom Thibodeau vai ter que ser criativo com as rotações, e vocês sabem como ele é teimoso com o banco curto dele.

    E aí, acham que os Knicks conseguem levar o título mesmo com esse perrengue? Ou essa lesão vai ser o fator que decide tudo?

  • Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Cara, quando o Josh Hart fala que “é bom a gente chegar nas Finals ou vamos ser trocados”, você sabe que o cara tá zoando. Mas por trás da piada tem uma pressão real que os Knicks já sentiam muito antes do James Dolan abrir a boca.

    O dono dos Knicks quebrou dois anos de silêncio em janeiro pra mandar a real: “Chegar nas Finals, nós absolutamente temos que fazer isso.” Mas olha só, na minha visão, esse pessoal de Nova York já estava com essa sede toda independente do patrão falar alguma coisa.

    A pressão já tava lá desde sempre

    O Karl-Anthony Towns foi cirúrgico quando falou sobre isso: “Nós todos já tínhamos essa aspiração de qualquer forma, então não precisávamos ouvir isso porque todos queríamos esse momento.” E faz sentido, né? Depois de chegarem nas finais de conferência ano passado e não passarem, qual seria o próximo passo natural?

    O que mais me chama atenção é QUANDO o Dolan resolveu falar. Foi em janeiro, logo depois dos Knicks passarem por uma fase horrível — perderam 9 de 11 jogos. Imagina só: o cara quebra o silêncio justamente quando o time tava parecendo mais uma várzea do que um candidato ao título.

    Timing perfeito… ou péssimo?

    “A temporada regular é cheia de altos e baixos”, disse o Towns. E ele tá certo. Mas sinceramente? Aquela sequência ruim veio na pior hora possível. O torcedor de Nova York não é conhecido pela paciência, e quando as coisas começam a desandar por lá, a coisa fica feia rapidinho.

    Hart foi esperto na resposta dele. Disse que não era pressão extra porque “esse é o objetivo que todos nós meio que temos.” Claro que quando o chefão fala, a coisa pesa um pouco mais, mas esses caras já estavam com fome de chegar longe.

    E vocês, acham que essa pressão pública do Dolan ajudou ou atrapalhou? Eu sinceramente acho que foi mais um combustível pro fogo que já tava aceso. Quando você demite o Thibodeau depois de chegar nas finais de conferência, já tá mandando o recado bem claro: “não é mais suficiente”.

    A mentalidade mudou

    O mais interessante é ver como eles enxergam aquela sequência ruim como algo que os fortaleceu. “Nos ajudou a crescer e ficar mais unidos”, falou o Towns. É aquela história: ou você vira farinha, ou sai mais forte da situação.

    Agora, com os Knicks brigando pra valer nas finais de conferência, parece que tanto a pressão interna quanto a cobrança do Dolan podem ter dado certo. A cidade de Nova York já mostrou que fica louca quando o time vai bem — imaginem se chegarem realmente nas Finals?

    Uma coisa é certa: não importa se a cobrança veio do dono ou deles mesmos. O que vale agora é entregar o que prometeram.

  • Knicks na Final pela primeira vez desde 1999! Que loucura!

    Knicks na Final pela primeira vez desde 1999! Que loucura!

    Cara, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Os New York Knicks estão de volta à Final da NBA depois de 27 anos! VINTE E SEVEN ANOS, pessoal!

    Ontem à noite foi simplesmente um massacre em Cleveland. Os Knicks destruíram os Cavaliers por 126 a 83 — uma diferença de 43 pontos que dói só de pensar se você é fã de Cleveland. Varreu a série por 4-0 e carimbou a vaga na Final.

    A sequência histórica que ninguém esperava

    Olha, sinceramente? Eu não apostaria uma moeda furada nos Knicks no começo da temporada. Mas esses caras estão numa sequência absurda de 11 vitórias consecutivas nos playoffs. ONZE! É o tipo de momento mágico que só acontece quando tudo se alinha perfeitamente.

    O Karl-Anthony Towns liderou a pontuação com 19 pontos, mas o que mais impressiona é como o time todo está jogando junto. Mikal Bridges, OG Anunoby, Jalen Brunson — cada um fazendo sua parte no momento certo. Até o Landry Shamet saindo do banco pegou fogo: 16 pontos com 5 acertos em 6 tentativas.

    Cleveland simplesmente desabou

    Teve um momento no primeiro quarto que os Cavs ainda sonhavam — chegaram a abrir 8-2. Mas aí veio aquela sequência que todo mundo que acompanha NBA conhece: quando um time simplesmente para de funcionar e o outro não erra mais nada.

    Os Knicks fizeram uma corrida de 20-0 (vinte a zero!) que praticamente encerrou qualquer esperança de Cleveland. Na primeira parte do jogo, Nova York marcou 26 pontos em contra-ataques — o maior número dos playoffs nos últimos 30 anos. É o tipo de estatística que você lê e pensa: “nossa, realmente foi um atropelo”.

    O Donovan Mitchell até tentou — marcou 31 pontos e jogou com raça. Mas basquete é esporte coletivo, né? E quando só um cara aparece, não dá. Você podia ver a frustração dele no banco vendo os companheiros simplesmente não conseguirem acompanhar o ritmo dos Knicks.

    E agora, a Final que ninguém previu

    Os Knicks vão enfrentar quem sair da Final do Oeste — pode ser Oklahoma City ou San Antonio, que estão empatados 2-2. A Final só começa dia 3 de junho, então o time de Nova York tem mais de uma semana para descansar e se preparar.

    Cara, quem diria que em 2026 estaríamos falando dos Knicks na Final da NBA? A última vez foi em 1999, com aquele time do Patrick Ewing, Latrell Spreewell, Allan Houston… Uma eternidade atrás.

    Agora a pergunta que não quer calar: vocês acham que os Knicks conseguem ir até o fim? Depois de 27 anos de sofrimento, será que é a vez da torcida de Nova York finalmente comemorar um título? Olha, do jeito que eles estão jogando, eu não duvidaria de mais nada.

  • Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Cara, eu preciso admitir uma coisa: sempre achei que os Knicks eram aquele time que prometia mas nunca entregava. Time de Nova York, né? Muita mídia, pouca substância. Mas olha só onde estamos agora — eles tão a UMA vitória das finais da NBA. Uma. Vitória.

    Dez jogos seguidos ganhando. Dez! E o mais louco é como chegaram até aqui. Lembram das contratações do começo da temporada? Guerschon Yabusele e Malcolm Brogdon eram as grandes apostas. O francês saiu da rotação em quatro jogos, e o Brogdon simplesmente se aposentou dois dias antes do último jogo de pré-temporada. Imagina o desespero da torcida…

    O plano que ninguém acreditava

    Mas aí que tá o bagulho mais interessante dessa história toda. Mike Brown, o técnico, chegou falando que ia tirar a bola das mãos do Brunson, que o time ia ser mais coletivo, que iam jogar mais rápido. Todo mundo pensou: “mais um técnico vendendo sonho”.

    Só que não, né? O cara realmente fez acontecer. E de uma forma que eu sinceramente não esperava. Brunson continua sendo o cara — 38 pontos em um jogo, 19 pontos e 14 assistências em outro. Mas agora ele não precisa carregar o piano sozinho.

    Karl-Anthony Towns tá jogando um basquete inteligente, sem forçar jogada. Zero turnovers nos últimos dois jogos. ZERO. Mikal Bridges e OG Anunoby fizeram 43 pontos combinados no último jogo sem nem ter jogada desenhada pra eles. É o basquete fluindo, cara.

    Cleveland tá sentindo o golpe

    Os Cavaliers devem tá se perguntando o que aconteceu. Estavam lá, tranquilos, até tomarem uma surra de 121-108 em casa e agora enfrentam um sweep na segunda-feira. Depois do jogo, o técnico Mike Brown tava lá no pódium “olhando pra todo mundo como um rei pros seus vassalos”, como brincou um repórter.

    Brown tentou ser humilde, falando de sorte e mérito dos jogadores. Mas cara, quando você ganha dez seguidas nos playoffs, não é sorte mais não. É competência mesmo.

    O que mais me impressiona é como eles resolvem problemas diferentes a cada jogo. Num jogo é o Brunson explodindo, no outro é o coletivo funcionando. Uma hora o Towns domina, outra hora ele só distribui e deixa os outros brilharem. Landry Shamet saindo do banco pra incomodar todo mundo.

    Agora é só não entregar o ouro

    Olha, ainda faltam quatro vitórias pro título. Quatro. E a gente sabe como é NBA — qualquer coisa pode acontecer. Mas sinceramente? Esse time dos Knicks tá com uma cara diferente. Não é mais aquele time perdedor que a gente zoava.

    Todas as apostas que eles fizeram nos últimos anos tão dando certo. Brunson como estrela principal, Towns como segundo violino perfeito, elenco profundo que funciona… E o Mike Brown, que todo mundo duvidava, tá provando que entende de basquete sim senhor.

    Vocês acham que eles conseguem fechar contra Cleveland na segunda? E mais importante: se chegarem nas finais, quem vocês acham que aguenta a pressão — Brunson ou Towns?