Tag: Karl-Anthony Towns

  • Knicks arrasa Memphis sem Brunson: 48 pontos no primeiro quarto!

    Knicks arrasa Memphis sem Brunson: 48 pontos no primeiro quarto!

    Cara, o que foi aquele primeiro quarto dos Knicks ontem à noite? 48 pontos em 12 minutos contra o Memphis Grizzlies. QUARENTA E OITO! Foi o maior primeiro quarto da temporada deles, e olha que não foi por pouco não.

    Sem o Jalen Brunson machucado (tornozelo direito), todo mundo esperava um jogo mais complicado pra galera de Nova York. Mas foi justamente o contrário — o time inteiro resolveu aparecer. E quando eu digo inteiro, é INTEIRO mesmo: nove jogadores entraram na quadra no primeiro período, e todos marcaram pelo menos uma cesta. Isso é coisa de videogame, mano.

    Show de eficiência ofensiva absurdo

    O Mikal Bridges foi um monstro: 3/3 dos arremessos de quadra e ainda acertou a única tentativa de três. Mas o bagulho mais louco foi a eficiência geral: 81% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 100% nas bolas de três (5/5) e nem perderam lance livre — 9/9. Sinceramente, eu nunca vi uma coisa dessas.

    E não parou por aí. No segundo quarto mantiveram o ritmo maluco: 71% de campo, 70% do perímetro, e continuaram perfeitos da linha do lance livre (14/14 no primeiro tempo). O Karl-Anthony Towns começou a aparecer mais, e até os reservas como Tyler Kolek e Landry Shamet deram sua contribuição.

    No intervalo, os Knicks tinham 79 pontos e uma vantagem de 17. Memphis até que não jogou mal — 56% de aproveitamento e 62 pontos —, mas quando o adversário tá nesse nível, não tem jeito.

    Quase entregaram o ouro

    Aí que veio a parte mais tensa da noite. No terceiro quarto, os Grizzlies começaram a pressionar de verdade. O GG Jackson II (20 pontos no jogo) e o Javon Small foram encostando no placar, e quando o Adama Bal mandou uma de três faltando 2:48 pro fim do período, a vantagem que já foi de 22 pontos derreteu pra apenas três.

    Eu tava vendo e pensando: “Não é possível que vão entregar essa…” Os Knicks começaram a errar passes, a defesa continuou ruim, e faltava alguém pra segurar a bronca. Vocês sabem como é — quando o time começa a desabar, parece que não tem volta.

    OG salvou a pátria no último quarto

    Mas aí apareceu o cara que eu menos esperava: OG Anunoby. O maluco entrou no último período com apenas 8 pontos marcados, e simplesmente explodiu. Foram 17 pontos no quarto final, matando qualquer sonho que Memphis tinha de virada.

    Anunoby terminou como cestinha da partida com 25 pontos, ainda pegou 13 rebotes (líder do jogo também) e mostrou por que é tão importante nos momentos decisivos. Enquanto isso, KAT fez um triple-double maneiro (20 pontos, 11 rebotes, 11 assistências) e Bridges fechou com 24 pontos na ausência do Brunson.

    O banco também apareceu: 41 pontos e 11 assistências, com Tyler Kolek distribuindo 7 passes pra cesta. No final, 130 a 119 pro New York, que quebrou uma sequência de três derrotas e salvou essa viagem de quatro jogos fora de casa.

    E aí, o que acharam dessa atuação dos Knicks? Aquele primeiro quarto foi coisa de outro mundo mesmo, ou Memphis que facilitou demais?

  • Towns fecha triple-double e OG mostra que não é brincadeira

    Towns fecha triple-double e OG mostra que não é brincadeira

    Olha, eu já falei aqui várias vezes que o OG Anunoby é subestimado demais, e ontem à noite ele provou meu ponto. 25 pontos e 13 rebotes na vitória dos Knicks sobre o Memphis por 130-119. O cara simplesmente resolveu dominar os dois lados da quadra.

    Mas não foi só ele não. Karl-Anthony Towns também fez a sua — 20 pontos, 11 rebotes e 11 assistências para o quarto triple-double da temporada. KAT distribuindo bola desse jeito é coisa linda de se ver, principalmente quando você lembra que ele chegou em Nova York sendo questionado se ia conseguir se adaptar.

    Show ofensivo dos Knicks

    A coisa ficou séria logo no primeiro tempo. Os Knicks erraram apenas dois dos primeiros 15 arremessos — isso é absurdo. Terminaram o primeiro tempo com 79 pontos, marca mais alta da temporada para uma primeira metade. Sinceramente, quando um time está acertando 71% dos chutes e 7 de 10 de três, não tem muito o que fazer.

    Mikal Bridges ainda colocou mais 24 pontos na conta, e aí você vê como esse ataque de Nova York pode ser devastador quando está funcionando. Três caras acima de 20 pontos — Memphis nem teve tempo de respirar.

    Grizzlies no sufoco

    Do outro lado, Memphis continua naquela situação complicada com lesões. GG Jackson até liderou o time com 20 pontos, mas cara, quando você é dominado no rebote por 49-20, não tem jeito. Vinte rebotes. Para um time da NBA, isso é constrangedor.

    E ainda por cima rolou aquela polêmica com o Brandon Clarke sendo preso no Arkansas por porte de drogas e direção perigosa. O cara já estava fora praticamente a temporada toda por causa de cirurgia no joelho, agora tem essa. Memphis realmente não consegue pegar um break.

    O mais impressionante é que os Grizzlies ainda conseguiram diminuir para 90-87 no terceiro período. Mostra que têm luta, mas quando você está sendo massacrado no garrafão desse jeito, fica difícil sustentar qualquer reação.

    Com essa vitória, os Knicks quebram sequência de três derrotas e ficam firmes na terceira colocação do Leste, um jogo e meio à frente de Cleveland. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo até os playoffs?

  • Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Cara, o que está acontecendo com os Knicks? Oito meses depois da contratação do Mike Brown, Karl-Anthony Towns ainda tá tentando entender onde ele se encaixa no sistema. “Ainda estou tentando descobrir onde posso impactar mais o time e as vitórias”, disse o pivô antes da derrota para o Thunder. Oito meses, pessoal. OITO.

    E olha, isso é só a ponta do iceberg de uma temporada que tá virando uma bagunça completa para Nova York.

    A derrota que escancarou os problemas

    A goleada de 111-94 que os Knicks tomaram do Houston na terça foi simplesmente constrangedora. Jalen Brunson fez apenas 12 pontos em 14 arremessos – o cara que deveria ser o cérebro do time sumiu completamente. Towns até marcou 22, mas precisou de 17 tentativas e a maioria veio no último quarto quando o jogo já tava perdido.

    O pior? Nova York converteu apenas 29% das bolas de três. Para um time que se vende como candidato ao título, isso é inadmissível. Mesmo pegando 12 rebotes ofensivos e conseguindo 23 pontos de segunda chance, o ataque produziu míseros 80,7 pontos por 100 posses no meio de quadra. Décimo percentil da temporada, gente!

    O padrão preocupante contra times fortes

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Knicks estão com três derrotas seguidas para times de playoff – perderam para Lakers, Clippers e agora Rockets. No mês de março, levaram duas do Thunder também. Coincidência? Eu acho que não.

    É como se o time tivesse duas caras: uma que atropela times medianos (lembram da sequência de sete vitórias em março?) e outra que simplesmente desmorona quando enfrenta concorrência de verdade. E isso tá acontecendo bem na reta final da temporada regular, quando deveriam estar afiando o jogo para os playoffs.

    Na minha visão, o problema principal tá na dupla Brunson-Towns. No papel, faz todo sentido: um armador ultra eficiente e um pivô que abre o garrafão com o arremesso de longa distância. Mas na prática? Houston conseguiu explorar os dois a noite toda em situações de pick-and-roll, tirando o pior que cada um tem defensivamente.

    Os números não mentem

    Olha, eu entendo o otimismo da torcida. Os Knicks têm tudo para dar certo: Brunson como hub ofensivo, uma defesa comprida com Anunoby, Bridges e Hart, Mitchell Robinson dominando o rebote e nove caras do grupo principal acertando mais de 36% das bolas de três.

    Defensivamente contra times top 10 ofensivos, eles são sexto colocados em pontos permitidos por 100 posses. Contra defesas top 10, ficam em quinto em pontos marcados. Números de contender mesmo.

    Mas aí vem o porém gigantesco: a defesa do perímetro é uma peneira. 27º lugar em tentativas de três permitidas e 21º em conversão. Houston, que normalmente arremessa poucos tiros de longa distância, acertou 15 de 35 contra eles (43%). Quinze bolas de três, cara!

    E aí, vocês acham que dá tempo dos Knicks consertarem essa bagunça antes dos playoffs? Porque com 48 vitórias e 28 derrotas, eles estão apenas meio jogo à frente do Cleveland pela terceira posição no Leste. Se continuarem nesse ritmo contra times bons, podem até cair mais posições e pegar um adversário mais complicado logo na primeira rodada.

    Sinceramente, eu esperava mais desse grupo. No papel tinham tudo, mas basketball não é jogado no papel…

  • KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite. Os Knicks levaram mais uma surra, agora são três derrotas seguidas depois de perder por 111-94 pros Rockets. E olha, não foi nem questão de azar — Houston simplesmente decidiu que ia chover bola de três a noite inteira.

    Os caras acertaram 15 de 35 tentativas do perímetro. Quinze! Isso é quase 43% de aproveitamento numa quantidade absurda de arremessos. Quando um time tá com a mão quente assim, não tem defesa que segure.

    Durant ainda é um monstro

    Kevin Durant mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores de todos os tempos. O cara meteu 27 pontos, pegou 6 rebotes e ainda deu 8 assistências. Acertou 10 de 18 arremessos e começou o jogo simplesmente destruindo — 10 pontos nos primeiros 3 minutos de jogo. Absurdo.

    E não foi só o KD não. Reed Sheppard saindo do banco com 20 pontos acertando 4 de 7 de três? Amen Thompson e Tari Eason com 17 cada? Jabari Smith Jr. com 15? Quando todo mundo tá contribuindo assim, não tem time que aguente.

    Knicks tentaram reagir mas não rolou

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas Brunson teve uma noite apagada com apenas 12 pontos acertando só 5 de 14 arremessos. Josh Hart ainda tentou com 13 pontos, mas quando você toma 37-21 no primeiro quarto, fica difícil de correr atrás.

    O banco até ensaiou uma reação no segundo quarto com Alvarado e Clarkson (que inclusive agora joga pelos Knicks, né?), mas os Rockets sempre tinham uma resposta. É frustrante quando você vê seu time tentando mas o adversário simplesmente não erra.

    Miles McBride teve mais uma noite para esquecer na volta — acertou apenas 1 de 7 arremessos. Sinceramente, esse cara precisa encontrar o ritmo urgente se quer ajudar o time nessa reta final.

    E agora?

    Três derrotas seguidas não é o que você quer ver nessa altura do campeonato. Os Knicks visitam Memphis na próxima e precisam quebrar essa sequência negativa. Vocês acham que o time consegue se recuperar ou essa fase ruim vai se estender?

    Uma coisa é certa: quando Kevin Durant tá jogando nesse nível aos 37 anos, é impossível não admirar. O cara simplesmente não envelhece. E os Rockets? Estão montando algo interessante por lá em Houston.

  • T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    Olha, quando um Hall da Fama como Tracy McGrady resolve dar uns toques em você, é melhor prestar atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns essa semana.

    Em um papo no programa “Schein Time”, o T-Mac não teve papas na língua ao falar sobre o que os Knicks precisam fazer pra chegar longe nos playoffs. E adivinha quem virou o foco da conversa? Isso mesmo, o KAT.

    “Ninguém consegue parar ele quando quer”

    “Ele simplesmente tem que querer”, disparou McGrady. “Tem que querer mesmo. Porque quando esse cara coloca a cabeça no lugar, ninguém consegue parar ele. Ninguém.”

    E cara, o T-Mac não tá errado não. O Towns tem 2,13m, arremessa de três como um armador, tem um passe fino e ainda finaliza no garrafão. É praticamente um unicórnio do basquete moderno. Mas aí que tá o problema — parece que às vezes ele mesmo não sabe o monstro que é.

    “As coisas que ele consegue fazer na quadra… um cara desse tamanho, quando põe a mente no jogo, fica imparável”, continuou McGrady. “Ele pode te machucar por dentro, por fora, com o passe, fazendo bloqueio, saindo pra três… mas depende do KAT colocar sua marca nos jogos.”

    Os números não mentem

    E olhando pros números dessa temporada, dá pra entender a preocupação do T-Mac. O Towns tá com média de 20,2 pontos por jogo, aproveitamento de 49,4% nos arremessos de quadra e 36,6% nas bolas de três. São os piores números dele desde o ano de calouro, mano!

    Claro que tem contexto aqui — o cara tá se adaptando ao sistema do técnico Mike Brown e aos Knicks depois de anos em Minnesota. Mas sinceramente? Um jogador do calibre dele não pode usar isso como desculpa por muito tempo.

    McGrady também cutucou a defesa dos Knicks, dizendo que eles perderam a identidade que tinham na temporada passada com o Thibodeau. “Eles penduravam o chapéu na defesa”, disse. “Quando o ataque não funcionava, a defesa salvava.”

    E aí, Towns vai acordar?

    Olha, eu entendo que pressão em Nova York é diferente de qualquer lugar. Mas o KAT não é mais um novato — são quase dez anos de NBA. Se não é agora, quando vai ser?

    O que vocês acham? O Towns tem mesmo essa mentalidade meio “morna” que o McGrady tá falando, ou é só questão de tempo até ele explodir? Porque talento ele tem de sobra. A questão é se ele vai usar ou não.

    Uma coisa é certa: se os Knicks querem brigar de igual pra igual no Leste, vão precisar que o Towns seja o diferencial que sabemos que ele pode ser. Senão, vai ser mais uma temporada de “e se…” na Big Apple.

  • Brunson massacra no final e leva Knicks à 7ª vitória seguida

    Brunson massacra no final e leva Knicks à 7ª vitória seguida

    Gente, o Jalen Brunson tá jogando um basquete ABSURDO! Ontem contra os Pelicans foi mais uma aula do cara: 32 pontos, sendo 15 só no último quarto. E o melhor? Nos momentos decisivos ele simplesmente resolveu o jogo sozinho.

    Os Knicks venceram por 121 a 116 e agora estão com SETE vitórias consecutivas. Sete! Eles já estão praticamente empatados com os Celtics na briga pelo segundo lugar no Leste. E olha que o Boston tem 47-24 contra 48-25 do New York — questão de percentual mesmo.

    O show do Brunson no clutch time

    Cara, o que esse cara fez no final foi de outro planeta. Com o jogo equilibrado (pelicanos tinham chegado a 109-107 faltando 4 minutos e meio), Brunson simplesmente disse: “Deixa comigo”. Marcou 10 pontos SEGUIDOS e matou o jogo.

    Não que ele tenha feito sozinho — Towns contribuiu com seus 21 pontos e 14 rebotes (double-double tranquilo), e o OG Anunoby também meteu 21. Mas sinceramente? Quando a pressão apertou, foi o Brunson quem assumiu a responsabilidade.

    Do lado dos Pelicans, Zion fez 22 e o jovem Jeremiah Fears mostrou serviço com 21 pontos. Mas não foi suficiente pra segurar essa sequência monstro dos Knicks.

    Início alucinante e susto no segundo

    O primeiro quarto foi um show à parte: os Knicks acertaram 15 de 21 arremessos (mais de 71%!), sendo 7 de 11 de três pontos. Fecharam o período com uma corrida de 15 a 0 e abriram 42 a 28. Pensei: “Já era, vai ser passeio”.

    Aí veio o susto. Os Pelicans abriram o segundo período com uma sequência de 18 a 2 e viraram o placar! Os Knicks demoraram mais de cinco minutos pra acertar uma cesta. Imagina o desespero da torcida no Madison Square Garden…

    Mas o time se recuperou e foi pro intervalo vencendo por 66 a 60. E vocês sabem como terminou: com Brunson decidindo tudo no final.

    Calendário mole, mas teste vem aí

    Vou ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias veio contra times mais fracos. Pegaram duas vezes o Indiana, depois Utah, Brooklyn e Washington — todos com campanhas negativas. É legal ganhar, mas a real prova de fogo tá chegando.

    Agora vem uma viagem de quatro jogos que vai mostrar o real nível dessa equipe. Começa quinta em Charlotte (tranquilo), mas depois tem Oklahoma City (os atuais campeões!) e Houston. Aí sim vamos ver se os Knicks estão prontos pra brigar de igual pra igual com os grandes.

    E aí, vocês acham que essa fase do Brunson é sustentável? O cara tá jogando como um All-Star de verdade!