Tag: Karl-Anthony Towns

  • Torcida do Knicks revoltada: KAT roubado no All-NBA?

    Torcida do Knicks revoltada: KAT roubado no All-NBA?

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os fãs dos Knicks estão subindo pelas paredes — e com razão — depois de descobrir que Karl-Anthony Towns ficou de fora dos times All-NBA desta temporada. Sério, como assim?

    O cara teve uma temporada monstruosa: 20.1 pontos, 50.1% de aproveitamento nos arremessos, 11.8 rebotes e ainda 3.0 roubadas de bola por jogo. Liderou a liga inteira em double-doubles! Foi All-Star pela sexta vez na carreira. E mesmo assim não conseguiu uma vaguinha nem no terceiro time?

    Os números não mentem

    Olha só os dados que saíram: KAT recebeu apenas UM voto para o segundo time e 11 votos para o terceiro time. Isso é de dar raiva mesmo. Os Knicks estão a uma vitória de chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999, e o cara que foi fundamental pra isso fica de fora?

    Na minha opinião, tem algo muito errado aí. Towns foi peça-chave pro Knicks conseguir a terceira colocação no Leste. Enquanto todo mundo fala do Jalen Brunson — que realmente é um monstro — o KAT chegou em Nova York e se encaixou perfeitamente.

    Torcida pistola nas redes sociais

    E a galera não tá perdoando não. No Twitter, os fãs estão soltando o verbo: “Botaram Jalen Johnson e Jalen Duren na frente dele. Tá, faz sentido. KAT foi roubado”, escreveu um torcedor revoltado.

    Outro desabafou: “Ele é muito melhor que o Chet Holmgren. Isso é uma loucura!” E olha, sinceramente, eu concordo. Nada contra o garoto do Thunder, mas o Towns teve uma temporada muito mais consistente.

    O que mais me chamou atenção foi este comentário: “Cara, esses eleitores têm que não estar assistindo os jogos e votando só por narrativa. Como diabos o Jalen Duren acabou num time na frente do KAT?” É exatamente isso que eu penso.

    Motivação extra pros playoffs?

    Talvez seja até melhor assim, sabe? Towns já foi All-NBA Third Team em 2018, 2022 e 2025. Agora, aos 30 anos, com essa “desfeita”, pode usar como combustível extra pra buscar o que realmente importa: o anel.

    Um fã mandou a real: “KAT, leva isso pro coração. Ganha um título!” E é isso mesmo. No final das contas, título vale mais que qualquer seleção individual.

    E vocês, acham que o Towns foi mesmo roubado? Ou os eleitores acertaram em deixar ele de fora? Pelo que eu vi desta temporada, o cara merecia estar pelo menos no terceiro time. Mas agora é torcer pra ele calar a boca de todo mundo nas Finais!

  • Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida, mas KAT foi injustiçado

    Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida, mas KAT foi injustiçado

    Terceiro ano consecutivo no All-NBA Second Team para Jalen Brunson. O cara simplesmente não para de impressionar, e dessa vez levou os Knicks até a beira de uma final da NBA — coisa que a franquia não via desde 1999!

    Olha só como ficou o All-NBA deste ano:

    First Team: Shai Gilgeous-Alexander, Nikola Jokic, Victor Wembanyama, Luka Doncic e Cade Cunningham. Time absurdo, não tem como discutir muito.

    Second Team: Jaylen Brown, Kawhi Leonard, Kevin Durant, nosso Jalen Brunson e Donovan Mitchell. Aqui que a coisa fica interessante.

    Third Team: Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren.

    Brunson mereceu ou foi sorte?

    Cara, 26 pontos, 6.8 assistências e 3.3 rebotes por jogo não são números de brincadeira. Quase 37% do perímetro também. Mas o que mais pesa na minha visão é ter levado os Knicks para 53 vitórias e o terceiro lugar no Leste — e olha que estão a uma vitória de chegar na final.

    Foi apertado: 49 votos para o segundo time, 50 para o terceiro. Um maluco nem botou ele na lista! Sinceramente, não sei o que esse cara estava pensando.

    KAT foi roubado ou não tinha mesmo vaga?

    Aqui que dói no coração de quem torce pelos Knicks. Karl-Anthony Towns com 20.1 pontos e 11.9 rebotes — números de All-Star tranquilo. Mas ficou em 17º lugar na votação, com apenas um voto para segundo time e 11 para terceiro.

    Olha, eu entendo que a competição tá insana. Jokic, Wembanyama, KD… é difícil mesmo. Mas Towns tem sido fundamental nessa campanha histórica dos Knicks. Será que não rolou um preconceito por ele ter chegado no meio da temporada passada? (Ele está na segunda temporada em NY, mas ainda assim…)

    E vocês, o que acham? Brunson deveria estar no First Team? KAT foi o maior roubado ou tem alguém pior? Porque sinceramente, ver os Knicks com dois caras no All-NBA seria coisa de filme.

  • KAT virou armador e tá destruindo nos playoffs do Knicks

    KAT virou armador e tá destruindo nos playoffs do Knicks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver o Karl-Anthony Towns virar um distribuidor de bola. Mas é isso que tá acontecendo nos playoffs de 2026, e sinceramente? Tá funcionando absurdamente bem pro New York Knicks.

    Por mais de 10 anos, o KAT foi aquele cara que você olhava e falava: “Mano, como esse gigante de 2,13m não ganha mais jogos?” O cara enterrava de longe, dominava o garrafão, pegava rebote pra caramba… mas sempre faltava alguma coisa. Todo mundo apontava a defesa dele, e olha, não tavam errados não.

    A revolução do Towns armador

    Mas agora descobriram o segredo. Towns virou praticamente um armador gigante operando do high post, e meu amigo, que diferença isso fez! Nos playoffs ele tá distribuindo 6.1 assistências por jogo – mais que o DOBRO da temporada regular. Dobro!

    E o mais legal? Isso tá deixando o Jalen Brunson mais livre pra atacar. O cara tá acertando quase 49% dos arremessos porque não precisa mais criar tudo sozinho. É tipo quando você joga pelada e finalmente aparece alguém que sabe tocar a bola direito – todo mundo rende mais.

    O Brunson agora recebe 62,1% dos seus arremessos de 3 já preparadinhos, contra 55,9% na temporada regular. Matemática simples: menos criação forçada = mais eficiência.

    Knicks voando nas finais do Leste

    E os resultados? O Knicks tá 3 a 0 contra o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste. Três a zero! Nunca ninguém voltou de 3-0 na NBA, então pode ir preparando a pipoca pras Finals.

    Claro que tem o outro lado da moeda. Towns tá arremessando bem menos – apenas 9,8 tentativas por jogo contra 15,8 do ano passado. Ele meio que sacrificou o próprio jogo individual pelo coletivo, e olha, tá dando certo até agora.

    Mas vai precisar das duas versões

    Só que nas Finals, seja contra o San Antonio Spurs do Wembanyama ou o Oklahoma City Thunder, vai precisar das duas versões do KAT. O cara continua sendo provavelmente o melhor pivô de 3 pontos da história da liga, com média de 22,8 pontos na carreira.

    Vocês acham que ele consegue manter esse equilíbrio? Ser o distribuidor quando precisa E o cestinha quando o time pede? Porque contra esses times do Oeste, vai precisar dos dois lados da moeda funcionando perfeitamente.

    Uma coisa é certa: depois de anos sendo considerado um enigma, Towns finalmente encontrou sua identidade. E que timing perfeito, né? Bem na hora que o Knicks mais precisava de uma evolução pra chegar onde não chegava há décadas.

  • Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Cara, os Knicks estão numa situação que todo torcedor sonha: 3-0 na série contra o Cavs nas finais do Leste, a UM jogo da NBA Finals. Mas sabe o que é mais impressionante? A frieza desse time.

    Depois de atropelar Cleveland por 121-108 no jogo 3, você esperava festa no vestiário, né? Nada disso. O OG Anunoby e o Karl-Anthony Towns estão pregando a mesma coisa: “Vamos pro jogo 4 como se fosse 0-0”.

    Mentalidade de campeão

    Olha, eu não esperava essa maturidade do Towns. O cara que sempre foi criticado por não aparecer nos momentos decisivos agora tá liderando pelo exemplo. “Achamos um jeito de ganhar hoje, mas temos que ter o mesmo desespero como se fosse 0-0”, falou o KAT.

    E o Anunoby? Mesma pegada: “Entrar com desespero como se ainda fosse 0-0”.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs. DEZ! Isso é coisa de time especial mesmo. Desde que esse grupo se encontrou, parece que descobriram uma química absurda. O Towns finalmente encontrou seu lugar, o OG tá sendo o defensive anchor que sempre foi, e o Brunson… bom, o Brunson continua sendo um monstro.

    A pressão agora é toda no Cleveland

    Sinceramente? Acho que os Cavaliers já entregaram os pontos. Time jovem, primeira vez numa situação dessas, e agora com a água no pescoço. Do outro lado, você tem um Knicks que tá jogando como se tivesse nada a perder.

    Engraçado pensar que no começo da temporada muita gente duvidava dessa troca do Towns. “Muito caro”, “não encaixa”, “vai atrapalhar o ataque”. E agora? O cara tá a um jogo da NBA Finals usando a camisa mais icônica do basquete.

    E aí, vocês acham que o Knicks fecha no jogo 4 ou o Cavs ainda tem gás pra levar pro jogo 5? Porque olhando essa mentalidade dos caras, parece que segunda-feira vai ter festa no Madison Square Garden.

  • KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    Olha, eu não sei vocês, mas quando você tá liderando 2-0 numa final de conferência, a última coisa que deveria estar fazendo é falando em jogar “desesperado”. Mas é exatamente isso que Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges estão pregando antes do jogo 3 contra o Cleveland.

    “A gente tem que executar num nível alto, ter aquele desespero que tivemos contra Philly e Atlanta”, disse o KAT. “Obviamente, a gente só precisa acertar os arremessos.”

    E o Bridges completou: “Temos que continuar jogando desesperados. Eu sei que é mais fácil pro time que tá perdendo de 0-2 jogar mais desesperado, mas não podemos ser nós. Continuar fazendo o que estamos fazendo. Todos os playoffs, mantendo o desespero independente da situação. Pra gente, é 0-0.”

    A verdade por trás dos 27 pontos de vantagem

    Sinceramente? Eles têm razão em estar preocupados. Por mais que o New York tenha vencido os dois primeiros jogos por uma margem combinada de 27 pontos, os jogos foram muito mais apertados do que parece no papel.

    No jogo 1, cara, eles estavam perdendo de 22 pontos no último quarto! Foi o Jalen Brunson que virou completamente monstro, fez uma sequência absurda e forçou a prorrogação pra roubar a vitória. No jogo 2, começaram perdendo de novo no primeiro quarto, mas dominaram completamente o segundo e terceiro períodos.

    É aquela coisa: placar mente, mas quem acompanha sabe que Cleveland tá longe de estar morto nessa série.

    KAT virou facilitador e tá adorando

    Uma parada que eu achei interessante é como o papel do Towns mudou ao longo dos playoffs. Contra Atlanta e Philadelphia, ele virou praticamente um armador — média de 8,6 assistências nos últimos três jogos contra os Hawks, 7,5 por jogo na varredura contra os Sixers.

    Mas agora contra Cleveland, que tem mais tamanho pra marcar ele, o Brunson voltou a comandar a ofensiva (14 assistências no jogo 2, imaginem!). E o KAT? Tá de boa com isso.

    “Sempre disse que estou disposto a me sacrificar e fazer o que for preciso pra impactar as vitórias”, falou Towns. “Essa é a benção do nosso grupo. Temos várias maneiras e sistemas que podemos usar pra conseguir a vitória.”

    Olha, eu acho isso aí fundamental. Time que quer chegar longe precisa ter essa versatilidade, essa falta de ego. E pelos playoffs do Knicks até agora, parece que eles encontraram essa fórmula.

    Vocês acham que essa mentalidade de “desespero” mesmo liderando vai funcionar? Ou pode acabar virando ansiedade demais? O jogo 3 é hoje às 21h, em Cleveland, e pode definir muito do rumo dessa série.

  • KAT mantém pé no chão: ‘Ainda não ganhamos nada’

    KAT mantém pé no chão: ‘Ainda não ganhamos nada’

    Olha, eu sei que todo mundo tá eufórico com o Knicks 2-0 na frente dos Cavs na final do Leste, mas o Karl-Anthony Towns tá aqui pra dar uma gelada na galera. E sinceramente? Ele tá certíssimo.

    Depois de mais uma vitória convincente por 109-93 sobre Cleveland na quinta-feira, o pivô do New York foi direto ao ponto na coletiva: “Não nos sentimos mais próximos do que no último jogo ou em qualquer jogo… Temos que ganhar o próximo jogo, é o jogo mais importante do ano. Você nunca pode ficar satisfeito nessas situações.”

    A frieza do veterano

    Cara, essa mentalidade do KAT é exatamente o que o Knicks precisa agora. Todo mundo já tá sonhando com as finais da NBA — eu mesmo tô aqui imaginando o MSG pegando fogo — mas a realidade é que série de playoff só acaba quando alguém ganha quatro jogos.

    E vamos lembrar de uma coisinha: esse mesmo Cleveland acabou de virar uma série depois de estar 2-0 pra baixo contra o Detroit Pistons na rodada anterior. Um time que ganhou 60 jogos na temporada regular, viu? Então não dá pra bobear agora.

    O fantasma do 3-0

    Agora o Knicks vai pra estrada enfrentar um Cavs desesperado. E olha, time desesperado em casa é sempre perigoso — principalmente quando eles sabem que ficar 3-0 pra baixo é praticamente uma sentença de morte (nenhum time na história da NBA conseguiu reverter isso).

    Mas eu confesso que tô impressionado com esse New York nos playoffs. Eles têm jogado um basquete maduro, principalmente fora de casa. Se mantiverem essa postura do Towns — focados, sem se empolgar — as finais da NBA tão ali na esquina.

    E aí, vocês acham que o Knicks consegue fechar a série no jogo 4 ou os Cavs vão dar trabalho em casa?

  • Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Knicks. Não é só hype não — é que cada jogo que passa, eles parecem mais e mais um desses times marcados pelo destino, sabe?

    A virada histórica contra o Cavaliers no Jogo 1 das finais da conferência foi só mais um capítulo dessa história maluca que eles tão escrevendo. 22 pontos de desvantagem faltando 7 minutos? Qualquer um desistiria. Mas não esse time.

    E olha, eu lembro bem do que aconteceu ano passado contra o Pacers. A mesma situação, só que invertida — os Knicks tinham 14 pontos na frente faltando 3 minutos e conseguiram entregar de bandeja. Aquela cesta absurda do Haliburton na prorrogação ainda me dá pesadelo.

    Quando tudo mudou de figura

    A virada dessa temporada começou no Jogo 4 da primeira rodada contra o Atlanta. O Karl-Anthony Towns passou o ano todo reclamando do papel dele no time, mas de repente tudo se encaixou. Mike Brown começou a usar ele como um pivô armador, distribuindo bola lá de trás do arco, e o ataque simplesmente decolou.

    Sete vitórias seguidas por uma diferença combinada de 185 pontos. Isso é coisa de San Antonio Spurs de 2014, monstro. Towns jogando a melhor defesa da carreira, o time todo entrosado — parecia que eles tavam jogando um esporte diferente dos adversários.

    Sinceramente? Eu não esperava que eles conseguissem manter esse nível depois de nove dias parados. Mas mesmo saindo atrás no placar, nunca tiraram o pé do acelerador.

    A lição que custou caro

    Sabe por que eles não desistiram? Porque já passaram pela dor de entregar um jogo desses. Aquela derrota pro Pacers ano passado não foi só uma derrota — foi o fim de uma era. Custou o emprego do Thibodeau, que construiu a cultura mas não soube se adaptar na hora H.

    A mudança que ele se recusou a fazer foi exatamente o que salvou o time dessa vez. Josh Hart tinha oferecido pra sair do quinteto inicial no ano passado, mas Thibs não aceitou mesmo com todos os dados mostrando que deveria. Resultado? Perderam jogos por causa dos minutos que os titulares ficaram no banco.

    Agora, com essa nova mentalidade, eles parecem ter achado a fórmula perfeita. Towns distribuindo, defesa travada, todo mundo sabendo seu papel — é assim que nasce um time campeão.

    Falta muito ainda? Claro, sete vitórias é muita coisa, especialmente com um favorito pesado vindo do Oeste. Mas vocês tão sentindo essa energia também? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano dos Knicks mesmo.

  • O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    Às vezes o que um jogador precisa é de uma bronca na cara mesmo. Foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns depois do jogo 3 da primeira rodada dos playoffs contra o Hawks. Mike Brown, técnico dos Knicks, simplesmente parou a sessão de vídeo e perguntou na lata: “Você quer a bola? O que você está fazendo aí?”.

    E cara, que transformação absurda desde então.

    De pivô parado a point center

    O problema era óbvio: Towns estava parado no canto da quadra em vez de fazer a tela para Jalen Brunson. Brown não teve papas na língua e chamou a atenção do cara na frente de todo mundo. Foi constrangedor? Provavelmente. Funcionou? Com certeza.

    Desde essa bronca memorável, os Knicks emplacaram sete vitórias consecutivas nos playoffs, e Towns virou literalmente um point center. Os números não mentem: 15,7 pontos, 9,6 rebotes e 8,0 assistências por jogo, com 60% de aproveitamento nos arremessos. Tudo isso em apenas 26 minutos por partida!

    O mais impressionante? Sua taxa de assistências de 18,5% lidera todos os jogadores com pelo menos 100 passes nos playoffs. É mais do que o dobro do que ele fazia na temporada regular. Simplesmente monstruoso.

    “Point KAT” revolucionou o ataque

    Agora os Knicks chamam essa versão dele de “Point KAT”, e sinceramente, faz todo sentido. Towns sempre citou Magic Johnson como uma de suas maiores inspirações — inclusive usa a camisa 32 por causa dele. Agora finalmente está jogando como o Magic faria se fosse um pivô de 2,11m.

    “Ele sempre foi uma grande inspiração na minha vida, e poder ter esse momento é incrível”, disse Towns. “Como o Magic, eu sempre falo sobre impacto e vitórias, e poder potencializar meus companheiros é uma das maiores honras.”

    E os resultados falam por si só. Mikal Bridges, que não pontuou em 20 minutos naquele fatídico jogo 3, agora está fazendo média de 15,6 pontos com 67% de aproveitamento. Brunson continua com seus 27,4 pontos por jogo, mas está tendo sua pós-temporada mais eficiente como Knick.

    Numbers que impressionam

    Quer saber como esse ataque está funcionando? O rating ofensivo dos Knicks nessa sequência de sete vitórias é de 130,5 pontos por 100 posses. É o melhor entre todas as equipes dos playoffs de 2026.

    Brown admitiu que foi uma mudança meio “dane-se, vou fazer do meu jeito”. “Colocar o KAT nessa posição, sabendo que temos ótimos cortadores, ótimos armadores e um ótimo facilitador, foi algo que definitivamente foi fácil de aceitar”, explicou o técnico.

    Olha, eu sempre achei que Towns tinha potencial para ser mais do que só um pivô que arremessa de 3. Mas ver ele distribuindo assistências como se fosse o Chris Paul é outro nível. Vocês acham que ele consegue manter essa pegada até o fim dos playoffs?

  • Naz Reid vai torcer pelo KAT nos Knicks: ‘É meu irmão’

    Naz Reid vai torcer pelo KAT nos Knicks: ‘É meu irmão’

    Olha só que história bonita: Naz Reid não conseguiu esconder a torcida pelo ex-companheiro Karl-Anthony Towns, que agora está voando alto com o New York Knicks rumo às finais da Conferência Leste.

    Os Timberwolves foram eliminados dos playoffs, mas Reid fez questão de deixar claro que vai estar lá torcendo pelo KAT. E não só torcendo de casa, não — o cara quer ir pessoalmente assistir os jogos como um fã comum.

    “Esse cara é meu irmão”

    “Estou tentando chegar lá em casa para ver ele jogar pessoalmente, sabe, como espectador. Esse cara é meu irmão com certeza”, disse Reid aos repórteres no sábado.

    E a história fica ainda mais interessante quando você descobre que os dois não se conheceram só nos Wolves. Ambos são de Nova Jersey e Reid conhece KAT desde antes da NBA. Imagina só — dois garotos de Jersey que chegaram na liga e viraram companheiros de time?

    “Eu conheci ele muito antes da NBA. Só estou tentando dar o mesmo amor que ele sempre demonstrou para nós”, explicou Reid. “Obviamente quero estar lá para ele o máximo que eu puder. Ele esteve lá para mim mais do que vocês sabem.”

    O que poderia ter sido

    Sinceramente, dói um pouco pensar no que poderia ter rolado se aquela troca maluca de setembro de 2024 não tivesse acontecido. Reid e KAT poderiam estar correndo atrás das finais da NBA juntos em Minnesota.

    Mas agora é isso aí — KAT está nos Knicks, que estão chegando na segunda final consecutiva da Conferência Leste pela primeira vez desde o final dos anos 90/início dos 2000s. E cara, o New York está sendo cotado como favorito para sair do Leste.

    Os Knicks ainda aguardam o resultado de Cavaliers x Pistons que rola no domingo. Se Detroit ganhar, New York vai ter que viajar para os jogos 1 e 2. Se Cleveland passar, recebem em casa. Mas sendo bem honesto? Do jeito que esse time dos Knicks está jogando, não importa onde for o jogo.

    E aí, vocês acham que KAT finalmente vai conseguir chegar nas finais da NBA? Eu tô torcendo pelo cara — sempre gostei da postura dele, e ver Reid apoiando assim mostra o tipo de pessoa que ele é fora das quadras.

  • Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson acabou de me ganhar de vez. O cara simplesmente mandou a real quando perguntaram se ele se incomoda de ter menos bola nas mãos agora que os Knicks estão jogando mais pelo KAT: “Primeiro, eu não sou uma estrela. Segundo, eu quero ganhar.”

    Mano, que mentalidade é essa? Num esporte onde todo mundo quer ser o cara, o protagonista, ter as estatísticas bonitas, o Brunson vai lá e fala que não liga pra isso. E olha que ele tem todo o direito de se achar uma estrela — o cara carregou esse time nas costas a temporada toda.

    OG Anunoby ainda é dúvida

    Enquanto isso, o técnico Mike Brown tá numa sinuca de bico com o OG Anunoby. O cara participou do treino na quarta, mas quando rolou o coletivo mesmo, ele ficou de fora. Brown foi honesto: “Não sei o que ele vai conseguir fazer no Jogo 1.”

    Sinceramente, essa lesão do OG tá me deixando nervoso. O cara é fundamental na defesa dos Knicks, especialmente nessa fase dos playoffs onde cada posição importa. Brown até falou que “nos playoffs você precisa de versatilidade”, e convenhamos — OG é exatamente isso que falta quando ele não tá em quadra.

    KAT como facilitador? Por que não?

    E olha que interessante a mudança tática que o Brown implementou. Ele tá usando o Karl-Anthony Towns como um facilitador, tipo um Draymond Green ou Sabonis. Faz sentido total — o cara tem 2,11m e sabe passar a bola.

    O que mais me impressiona é como o Brunson abraçou essa mudança. Quando perguntaram sobre jogar menos com a bola, ele foi direto: “Qual foi o diálogo? Foi ‘OK, vamos fazer isso.’ Simples assim. Não tem muito o que conversar quando você tá perdendo por 2-1.”

    Isso aí é mentalidade de campeão, gente. Quantos armadores por aí aceitariam de boa reduzir seu protagonismo? Poucos. E o Brunson ainda complementa: “Eu não sou egocêntrico. É por isso.”

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter essa química toda na Conferência Leste. Com OG machucado e essa nova dinâmica ofensiva, vai ser um teste e tanto. Vocês acham que essa humildade do Brunson vai fazer a diferença na final do Leste?