Tag: Kenny Atkinson

  • Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Olha, depois de levar aquela varredura do Knicks nas finais do Leste, eu imaginei que ia rolar uma limpa geral no Cleveland. Mas não, pessoal. O presidente dos Cavs, Koby Altman, veio público e falou uma parada que me surpreendeu: Kenny Atkinson tá mais seguro que nunca no cargo.

    “Quando ganhamos como organização, ganhamos como organização. Quando perdemos, todos nós assumimos a responsabilidade, e nem sempre tem que ter um bode expiatório”, disse Altman. Cara, isso é maturidade organizacional ou o que?

    Os números não mentem

    E sinceramente, olhando friamente os números, é difícil questionar o trabalho do Atkinson. Campanha regular de 116-48 em duas temporadas — isso é mais de 70% de aproveitamento, galera. Tá, nos playoffs a coisa fica 13-14, mas convenhamos: o cara tirou esse time de uma situação complicada e botou nas finais de conferência.

    “Do ponto de vista do coaching, normalmente você diria: ‘Em termos de jogadores, do elenco, eu gostaria de ter isso aqui.’ Não posso dizer isso”, comentou Atkinson. “A diretoria nos deu um elenco maravilhoso, talentoso.”

    Monstro de humildade, né? Assumir que o problema não foi falta de peças é coisa de técnico experiente.

    A temporada da ressurreição

    Agora vem a parte que eu acho mais impressionante: essa temporada foi uma loucura para o Cleveland. Começaram 17-16, um monte de lesionado, 41 formações iniciais diferentes — quarenta e uma, gente! — e ainda assim terminaram com 52 vitórias.

    “Para ele estabilizar isso tudo foi incrível”, disse Altman. E aí chegaram as trocas: James Harden, Dennis Schröder, Keon Ellis… O cara teve que reinventar o sistema do zero em dois meses e meio. E funcionou.

    Vocês acham que qualquer técnico conseguiria fazer isso? Eu tenho minhas dúvidas. Atkinson mostrou uma capacidade de adaptação que poucos têm na liga.

    Pipeline de desenvolvimento

    Uma coisa que me chama atenção é como Altman destacou o desenvolvimento de jogadores jovens. Jaylon Tyson, Tyrese Proctor, Craig Porter Jr. — caras que talvez nem existissem no radar de outros times, mas que em Cleveland viraram peças importantes.

    “É fácil apontar para a derrota barulhenta e dizer: ‘Cara, todos nós queremos algumas dessas posses de volta’”, admitiu Altman. “Eu quero aquela série de volta. Mas temos que assumir isso como organização.”

    Olha, eu gosto dessa transparência. Nada de jogar a culpa só no técnico. É o time inteiro que tem que evoluir para quebrar essa barreira das finais de conferência. O Knicks mostrou que é possível — eles chegaram lá ano passado também.

    Na minha visão, Cleveland tá no caminho certo. Dois anos, duas campanhas sólidas, evolução clara do grupo. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo em 2025.

  • Hawks vão renovar com Quin Snyder? Liga já trata como ‘inevitável’

    Hawks vão renovar com Quin Snyder? Liga já trata como ‘inevitável’

    Olha, parece que o Quin Snyder vai mesmo ficar em Atlanta. Segundo fontes da liga ouvidas pelo Marc Stein e Jake Fischer, a renovação do contrato dele com os Hawks já é vista como “inevitável” nos bastidores da NBA.

    Cara, isso faz todo o sentido quando você para pra analisar. O cara pegou um time completamente perdido no meio da temporada passada e conseguiu dar uma organizada na casa. Não foi milagre, mas deu pra ver que tem sistema ali.

    Cavaliers tentaram, mas ficaram no vácuo

    Durante a temporada regular, rolou muito papo de que o Cleveland tinha interesse no Snyder. Imagina só — pegar um técnico que já provou que sabe trabalhar com estrelas e colocar junto com Donovan Mitchell e Evan Mobley? Seria uma combinação interessante.

    Mas os Cavs acabaram optando por manter o Kenny Atkinson, que aliás fez um trabalho muito sólido por lá. Então o Snyder fica “livre” pra continuar construindo algo em Atlanta mesmo.

    Nova gestão, mesma confiança

    E por falar em construir, os Hawks fizeram uma mudança interessante nos bastidores. Promoveram o Onsi Saleh para presidente de operações de basquete nesta offseason. Movimento que mostra que a organização tá tentando se profissionalizar ainda mais.

    Na minha opinião, manter o Snyder é a jogada certa. O cara tem histórico — olha só o que fez em Utah com aquele time do Jazz. Obviamente que lá ele tinha o Donovan Mitchell e o Rudy Gobert no auge, mas o sistema defensivo e a organização ofensiva eram impressionantes.

    Em Atlanta, ele tem material pra trabalhar. Trae Young quando tá ligado é um problema sério pra qualquer defesa. Dejounte Murray, apesar dos altos e baixos, tem talento de sobra. E vocês viram como o Jalen Johnson evoluiu? O moleque virou um jogador completamente diferente.

    A questão agora é: quanto tempo e paciência a organização vai dar pra ele construir algo consistente? Porque uma coisa é certa — no Leste a competição só aumenta. Heat, Knicks, Sixers, Celtics… todo mundo se armando pra brigar por playoff.

    Mas sinceramente? Acho que o Snyder é o cara certo pro momento. Agora é torcer pra que essa “inevitabilidade” se concretize logo e a gente possa ver o que esse time consegue fazer com mais estabilidade no comando técnico.

  • Bulls mirando no assistente dos Cavs que tá na fila há anos

    Bulls mirando no assistente dos Cavs que tá na fila há anos

    Olha só que interessante: os Bulls finalmente receberam permissão pra conversar com Johnnie Bryant, o assistente técnico dos Cavaliers. E cara, esse cara não é novato nessa história de ser cotado pra ser técnico principal, não.

    O cara que tá sempre na lista

    Bryant já foi finalista em várias disputas por vagas de head coach nos últimos anos. Sabe aquele perfil de assistente que todo mundo respeita mas nunca consegue dar o passo final? É ele. Sinceramente, acho que já passou da hora dele ganhar uma oportunidade dessas.

    A trajetória do cara é bem interessante. Jogou três anos na Universidade de Utah antes de criar uma academia de desenvolvimento de jogadores. Em 2012, o Jazz contratou ele justamente pra isso – desenvolver caras. Evoluiu pra assistente em 2024, passou pelos Knicks também, e agora tá nos Cavaliers como praticamente o braço direito do Kenny Atkinson.

    Será que é a hora dos Bulls?

    A pergunta que não quer calar é: será que Chicago vai ser o time que finalmente dá a chance pra ele? Os Bulls tão numa situação meio complicada mesmo, precisam de alguém que saiba trabalhar com desenvolvimento de jogadores – que é exatamente o forte do Bryant.

    O timing é curioso também. Os Cavs tão voando na temporada, e muito disso tem a ver com o trabalho da comissão técnica. Perder o Bryant seria uma baita perda pra Cleveland, mas pro cara seria a oportunidade que ele vem esperando há anos.

    Vou ser honesto: gosto da ideia. Bryant tem experiência, sabe trabalhar com jovens talentos (coisa que Chicago tem de sobra), e já provou que consegue se adaptar a sistemas diferentes. Vocês acham que ele é a escolha certa pros Bulls saírem dessa mediocridade?

  • Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Olha só que situação bizarra: os Cavaliers acabaram de tomar uma varrida humilhante dos Knicks nos playoffs e quem tá sendo crucificado? O técnico Kenny Atkinson. Mas aí que vem o plot twist — os próprios jogadores saíram em defesa dele de uma forma que até me surpreendeu.

    Donovan Mitchell foi direto ao ponto e disse que acha “hilário” o pessoal criticando o Atkinson. Cara, imagina a situação: você acaba de ser eliminado de forma vexatória e ainda tem que defender seu técnico publicamente.

    “A gente ride com o Kenny”

    “Fizemos algo que não fazíamos desde 2018”, disparou Mitchell. “Eu amo o Kenny. Nós amamos o Kenny. A gente ride com o Kenny, e no final das contas é isso que importa. Eu sei que ele é de Long Island, ele tá nem aí… Estamos juntos nisso.”

    Sinceramente? Não sei se isso é lealdade genuína ou só uma cortina de fumaça pra não criar mais drama interno. Mas o que me chama atenção é que até James Harden — que já passou por uns perrengues com técnicos — saiu em defesa do cara.

    “Ele é o técnico dos jogadores definitivo, ele entende, ele conhece seu time”, disse Harden. “Acho que ele fez um trabalho incrível me integrando o mais rápido possível.”

    Mas e aí, quem tem razão?

    Olha, vamos ser honestos aqui. O Atkinson realmente merece todo esse hate? Por um lado, o cara conseguiu levar os Cavs mais longe do que eles tinham ido em anos. Passaram por duas rodadas de playoffs — não é qualquer um que faz isso com esse time.

    Por outro lado… mano, aquele colapso no Jogo 1 contra os Knicks foi de doer o coração. E os comentários dele sobre analytics não pegaram bem mesmo. Quando você é técnico da NBA e as coisas dão errado, você vai virar saco de pancadas — é a lei do esporte.

    Mas o Mitchell fez uma colocação interessante: “É culpa nossa. É definitivamente culpa nossa. Não é do Kenny.”

    E vocês, o que acham? Os jogadores tão certos em defender o técnico ou é só marketing pra não jogar mais lenha na fogueira? Porque uma coisa eu sei: se eles começarem mal a próxima temporada, essa união toda pode ir por água abaixo bem rapidinho.

    No final das contas, temporada foi irregular mas teve seus méritos. Agora é esperar pra ver se essa “love story” entre jogadores e técnico vai sobreviver aos altos e baixos que vêm por aí.

  • Cavs decidem manter Altman e Kenny Atkinson após mais um playoff frustrado

    Cavs decidem manter Altman e Kenny Atkinson após mais um playoff frustrado

    Olha, eu vou ser sincero: depois de ver os Cavs caindo de novo nos playoffs, eu já tava imaginando uma faxina geral em Cleveland. Mas não. A franquia decidiu manter tanto o GM Koby Altman quanto o técnico Kenny Atkinson para a próxima temporada.

    E sabe de uma coisa? Faz sentido.

    Por que não mexer no que já funciona (quase)

    Koby Altman pode não ter conquistado um anel ainda, mas o cara construiu algo sólido em Cleveland. Quatro temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias, quatro séries de playoffs ganhas… para um mercado pequeno como Cleveland, isso não é brincadeira. Eu lembro quando esse time era zoeira total após a saída do LeBron.

    O front office do Altman trouxe o Donovan Mitchell (que jogada foi aquela, hein?), navegou pela reconstrução pós-LeBron e agora ainda conseguiu integrar o James Harden no meio da temporada. Não é qualquer um que faz isso.

    Kenny Atkinson merece uma nova chance?

    Aqui é onde a coisa fica mais complicada. Kenny ganhou o Coach of the Year na temporada passada depois de levar os Cavs a 64 vitórias — um absurdo. Mas também é verdade que alguns ajustes nos playoffs chegaram tarde demais. Quantos jogos vencíveis eles perderam contra os Knicks?

    Mas escuta só o que o Mitchell falou depois da eliminação: “Nós amamos o Kenny. Nós seguimos com o Kenny”. Quando o seu principal astro banca o técnico publicamente assim, é sinal de que o vestiário ainda acredita no trabalho.

    E convenhamos, integrar o Harden no meio de uma temporada e ainda assim manter o time competitivo não é moleza. O sistema ofensivo do Kenny revolucionou esse Cavs — vocês viram como eles jogavam antes dele chegar?

    Dan Gilbert de volta ao comando

    Uma informação interessante que saiu é que Dan Gilbert, o dono dos Cavs, tá mais envolvido de novo depois de alguns anos afastado por problemas de saúde. Se tanto Altman quanto Kenny mantiveram os cargos, é porque ganharam a confiança do cara que assina os cheques.

    Sinceramente? Eu acho que continuidade pode ser a jogada certa aqui. Esse núcleo tem potencial — Mitchell, Mobley, Garland quando saudável… O problema não são as peças, talvez seja só questão de experiência mesmo.

    E aí, vocês acham que os Cavs erraram em não mexer? Ou será que mais uma temporada com esse grupo pode finalmente render o título que Cleveland tanto busca?

  • Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Olha, eu não sei se fico aliviado ou preocupado com essa notícia. Os Cavaliers acabaram de anunciar que vão manter Kenny Atkinson como técnico e toda a estrutura do front office para a próxima temporada, mesmo depois de levarem uma varrida histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste.

    Sinceramente? Parte de mim entende a decisão. O cara levou Cleveland às finais de conferência pela primeira vez desde 2018 – e olha que sem o LeBron desde 92, viu. Não é pouca coisa. Atkinson até ganhou o prêmio de Técnico do Ano em 2025, quando os Cavs foram o primeiro colocado no Leste.

    A montanha-russa de Atkinson em Cleveland

    Mas aí que tá o problema. Em 2025, eles tinham TUDO pra ir longe. Time completo, primeiro lugar garantido… e o que aconteceu? Caíram logo na segunda rodada pro Indiana. Ano passado, com 52 vitórias (bem menos que antes), precisaram suar pra passar Raptors e Pistons em dois Game 7 seguidos.

    E quando finalmente chegaram onde queriam? Varrida. Zero jogos ganhos contra os Knicks. Zero chances de ir pras Finais da NBA.

    Na coletiva pós-eliminação, quando perguntaram sobre a segurança no emprego, Atkinson disse: “Escuta, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”. Cara, respeito a postura, mas números não mentem: 13 vitórias e 14 derrotas nos playoffs como técnico dos Cavs.

    O problema dos US$ 229 milhões

    Aqui que a coisa fica interessante (e assustadora). Os Cavaliers tiveram a FOLHA SALARIAL MAIS CARA DA HISTÓRIA DA NBA essa temporada. US$ 229 milhões antes dos impostos. Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, mano!

    E pra quê? Pra tomar varrida nas finais de conferência? Pra ter Dean Wade como agente livre sem saber se fica? Pra ter Donovan Mitchell podendo assinar extensão e James Harden com contrato pra reestruturar – e ninguém sabe o que vai rolar?

    Vocês acham que vale a pena manter todo mundo depois desse investimento astronômico? Eu tô dividido. Por um lado, continuidade às vezes funciona. Por outro, quando você gasta essa grana toda e não consegue nem ganhar UM jogo nas finais de conferência…

    A torcida de Cleveland merece essa resposta? Depois de tanto sofrimento pós-LeBron, finalmente chegaram perto da glória e… nada. Agora é torcer pra que 2027 seja diferente, mas sinceramente, não sei se só manter todo mundo vai resolver o problema de mentalidade que esse time claramente tem.

  • Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Olha, vou ser bem direto aqui: Kenny Atkinson está pisando em ovos em Cleveland. O técnico dos Cavaliers tentou passar confiança quando perguntaram sobre a própria segurança no cargo, mas sinceramente? Depois do que aconteceu contra os Knicks, qualquer coisa pode rolar.

    “Escutem, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”, disse Atkinson na segunda-feira. Cara, quando um técnico precisa falar sobre ter confiança em si mesmo, já é sinal de que a coisa não tá boa, né?

    O vexame que pode custar o emprego

    Vamos aos fatos: os Cavs tinham 22 pontos de vantagem sobre os Knicks no Jogo 1 das finais da Conferência Leste. Vinte e dois pontos! E conseguiram entregar de bandeja. Pior ainda — depois dessa entregada épica, nunca mais foram competitivos na série.

    O mais bizarro? Atkinson ainda teve a coragem de dizer antes do Jogo 4 que Cleveland tinha “analiticamente” vencido dois dos três primeiros jogos. Analiticamente? Mano, no basquete o que vale é o placar no final, não planilha do Excel.

    E tem mais: o cara defendeu James Harden na defesa (!) e ainda justificou não ter chamado tempo quando os Knicks fizeram aquelas corridas absurdas. Às vezes você precisa parar o jogo e gritar com os caras, não ficar lá filosofando.

    Política interna complicada

    Aqui fica interessante a coisa toda. Atkinson ainda tem três anos de contrato, mas a política interna dos Cavs é meio confusa. Quando ele foi contratado em 2024 para substituir J.B. Bickerstaff, parte do front office queria James Borrego. Mas Dan Gilbert, o dono, preferiu Atkinson.

    Imaginem a situação: você é técnico, mas sabe que uma galera importante da organização queria outro cara. Quando o time começou mal na temporada regular, esses mesmos executivos já estavam de olho nele. É aquela pressão constante, sabe?

    Por sorte dele, Donovan Mitchell ainda apoia o trabalho do técnico, e foi importante para incorporar Harden no esquema. Mas no esporte profissional, especialmente na NBA, apoio de jogador não garanta nada quando os resultados não vêm.

    A moda de demitir técnico por qualquer coisa

    E vocês sabem como é a NBA hoje em dia, né? Os front offices estão cada vez mais dispostos a trocar técnico por qualquer motivo. Os próprios Knicks mandaram Tom Thibodeau embora ano passado depois de chegar às finais da Conferência — e olha só, chegaram às Finais agora.

    O Brian Windhorst da ESPN já andou comentando sobre possíveis mudanças em Cleveland, sem dar detalhes específicos. Quando o Windhorst fala, é bom prestar atenção.

    Na minha visão, Atkinson ainda tem uma chance de se salvar, principalmente se conseguir manter Mitchell feliz e montar um time competitivo na próxima temporada. Mas sinceramente? Depois daquele vexame contra os Knicks, qualquer tropeço pode ser fatal. E aí, vocês acham que ele consegue se manter no cargo?

  • Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Olha só que notícia interessante: Kenny Atkinson vai continuar como técnico dos Cleveland Cavaliers na próxima temporada. Isso mesmo, mesmo depois daquela varrida histórica que tomaram dos Knicks nas finais do Leste.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa?

    O apoio dos craques salvou o emprego

    Pelo que rolou nos bastidores, Donovan Mitchell e o pessoal do elenco bateram o pé pra manter o Atkinson. Cara, isso me lembra muito aquelas situações aqui no Brasil onde o técnico só se salva porque os jogadores principais apoiam — às vezes funciona, às vezes não.

    O mais curioso é que nem todo mundo na diretoria estava 100% convencido com a escolha do Atkinson desde o começo. Alguns executivos preferiam o James Borrego quando contrataram o Kenny no ano passado pra substituir o J.B. Bickerstaff. Imagina o clima interno…

    Folha salarial astronômica e zero títulos

    Agora vem a parte que mais me incomoda: os Cavaliers têm a folha salarial MAIS CARA da história da NBA — US$ 229 milhões! Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, gente. E o resultado? Uma varrida de 4-0 pros Knicks.

    Sinceramente acho que eles precisam de mais do que mudanças “oportunistas” no elenco, como a diretoria tá falando. Com essa grana toda investida, a expectativa é de pelo menos brigar pelo título da conferência, não tomar sacode no primeiro adversário forte que aparece.

    Na minha visão, dar mais uma chance pro Atkinson faz sentido — afinal, foi o primeiro ano dele com esse grupo. Mas a pressão vai ser absurda. Se não rolar pelo menos uma final da conferência bem disputada na próxima temporada, aí não tem Donovan Mitchell que salve o emprego do cara.

    E vocês, acham que os Cavs fizeram certo em manter o técnico? Ou era melhor partir pra uma reformulação completa?

  • Kenny Atkinson falou uma besteira que pode custar o emprego dele

    Kenny Atkinson falou uma besteira que pode custar o emprego dele

    Gente, eu não consigo acreditar no que o Kenny Atkinson falou ontem. O cara está perdendo de 3-0 nas finais da Conferência Leste pro Knicks e soltou uma dessas que me deixou de queixo caído.

    “Analiticamente, nós ganhamos dois de três jogos no placar esperado”, disse o técnico do Cavs numa entrevista coletiva. Mano, QUE PLACAR ESPERADO? Vocês perderam TRÊS jogos! Não existe “quase ganhou” nos playoffs da NBA.

    Stephen A. Smith meteu o pau (e com razão)

    O Stephen A. Smith não perdoou no First Take de ontem. Disse que esse tipo de comentário é exatamente por que o Atkinson deveria ser assistente técnico, não principal. E olha, por mais que eu não concorde sempre com o Stephen A., dessa vez ele tá certinho.

    “Existem alguns donos por aí que já estariam com a demissão pronta pra ele só por causa de uma declaração dessas”, disparou Smith. E sinceramente? Eu entendo o ponto dele.

    Cara, você tem o melhor time da temporada regular (64-18 de campanha, absurdo!), foi eleito técnico do ano, chegou nas finais do Leste… e agora tá falando de “placar esperado”? Os torcedores do Cavs devem estar surtando.

    A realidade é cruel: Knicks dominando

    Enquanto Atkinson filosofa sobre analytics, o Knicks tá metendo uma surra histórica. Dez vitórias seguidas nos playoffs, cinco de cinco jogando fora de casa, e todos os cinco titulares fazendo double digits nos últimos quatro jogos — recorde da franquia em playoffs.

    E aí, vocês acham que o Atkinson sobrevive se levar a varrida hoje? Porque olha, em Cleveland eles não são muito pacientes com técnico não. O cara pode ter feito uma temporada fantástica, mas falar essas coisas na véspera de uma possível eliminação… rapaz.

    Eu sempre defendi que analytics são importantes no basquete moderno — claro que são! Mas existe uma hora e um lugar pra tudo. Quando você tá perdendo de 3-0 numa final de conferência, a única estatística que importa é W e L. Vitória e derrota.

    Será que ele realmente acredita nisso ou tá tentando manter o moral do time alto de uma forma meio esquisita? Porque se for a segunda opção, pelo menos faz mais sentido. Mas do jeito que saiu… complicado viu.

  • Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Olha só que situação bizarra: Kenny Atkinson, técnico dos Cleveland Cavaliers, saiu defendendo o time depois de tomar 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste. E qual foi o argumento? Que analiticamente eles “ganharam” dois dos três jogos pelo “placar esperado”.

    Cara, eu entendo a frustração do homem, mas… será que é hora pra isso?

    O que diabos é “placar esperado”?

    “Analiticamente… ganhamos 2 de 3”, disse Atkinson. “Somos dois dos três no placar esperado. Se você acredita em processo e tudo mais, cara, guarda isso pra depois. Eu não jogo isso em cima deles. Eu vejo pra mim mesmo, e se eu tenho esse sentimento, posso ir na nossa mesa analítica e falar: cara, o placar esperado era tipo um ponto ou dois – a gente arremessando muito abaixo do esperado, eles muito acima.”

    Traduzindo: baseado nas chances de arremesso que cada time criou, Cleveland “deveria” ter ganhado dois jogos. O problema é que basquete não se joga no papel. E os Cavs estão tomando uma surra de 40 pontos combinados nos três jogos.

    Sinceramente? Acho que o técnico tá tentando manter a moral do elenco, mas essa conversa soa meio desesperada. Ninguém quer ouvir sobre estatística quando tá perdendo de 3-0.

    Os números não mentem (mas doem)

    A realidade crua é que Cleveland tá arremessando horrivelmente: 29,4% do perímetro e 42,9% no geral. Enquanto isso, New York tá voando com 51,6% nos arremessos gerais e um true shooting de 61,1% contra 53,2% dos Cavs. É uma diferença absurda.

    O mais doloroso? Cleveland tentou 30 arremessos de 3 a mais que os Knicks (126-96) e mesmo assim converteu muito menos. É como ter mais chances no garrafão e perder mesmo assim – frustrante demais.

    “Eu sei que ninguém quer ouvir isso”, admitiu Atkinson. “Todo mundo pensa em resultado. Eu entendo isso também.” Pelo menos ele tem consciência da situação.

    Hora da realidade

    Vamos combinar uma coisa: nunca na história dos playoffs da NBA um time se recuperou de um 0-3. NUNCA. E os Knicks estão a uma vitória de chegarem às Finais pela primeira vez desde 1999. É muita pressão pra cima de Cleveland.

    Na minha opinião, Atkinson tá certo em tentar manter o psicológico, mas essa conversa de “ganhamos analiticamente” pode soar como desculpa pro vestiário. Às vezes é melhor ser direto: erramos os arremessos, eles acertaram, perdemos. Simples assim.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem pelo menos evitar a vassoura? Ou vai ser 4-0 mesmo?