Tag: Kenny Atkinson

  • Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Cara, tem jogador que não aparece muito na estatística mas que simplesmente decide o jogo. Max Strus foi exatamente isso no Game 3 dos Cavs contra os Pistons. O cara de 30 anos não deixou Detroit respirar em momento nenhum — toda vez que os Pistons começavam a embalar, lá estava ele pra cortar o barato deles.

    E olha que a caixa de pontuação não conta a história toda: 7 pontos em 3 de 7 arremessos. Parece pouco, né? Mas Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi direto: “Nós geralmente destacamos uma jogada decisiva; essa foi A jogada decisiva do jogo”.

    O roubo de bola que mudou tudo

    A jogada que todo mundo tá falando foi aquele roubo de bola no Cade Cunningham no finalzinho do jogo. Partida empatada, tensão no máximo, e o Strus simplesmente intercepta o passe de reposição. Absurdo de timing e coragem.

    “Ele é um maníaco competitivo”, disparou Atkinson. “É meio clichê de playoffs da NBA, mas você precisa de caras que são meio loucos, no bom sentido. Precisávamos de um pouco de loucura hoje à noite, e ele entrega isso.”

    Donovan Mitchell foi além e pediu pro público da Rocket Arena aplaudir o Strus. Imagina só — um All-Star pedindo palmas pro companheiro que “só” fez 7 pontos. Isso mostra o quanto esse cara é valorizado dentro do time.

    Os detalhes que fazem a diferença

    Sinceramente, eu amo esses jogadores que fazem o trabalho sujo. Strus teve só um roubo de bola oficial, mas quem assistiu o jogo inteiro sabe que ele forçou muito mais turnover que isso. James Harden sacou na lata: “Ele tem as mãos altas. No segundo quarto, forçou uma falta ofensiva, derrubou a bola na perna do Cade… São coisas que não aparecem na estatística mas que mudam a posse e o momentum do time”.

    E o Evan Mobley completou: “Ele é meio louco, mas no bom sentido. Precisamos disso, e ele cria energia pra gente”. Cara, quando seus companheiros falam assim de você, é porque realmente faz a diferença.

    O mais legal é que Strus nem gosta muito de falar dele mesmo. Disse que o trabalho dele é ajudar a ganhar “de qualquer forma”. A bola não tava chegando muito nele no Game 3? Beleza, vou impactar de outro jeito. Essa mentalidade é de jogador especial mesmo.

    Playoffs são pra malucos (no bom sentido)

    Atkinson fechou com chave de ouro: “São esses competidores insanos que fazem a diferença. O nível de competitividade dele é sempre 10. Poucos caras são conectados assim, mesmo nesse nível”.

    E aí, vocês concordam que os playoffs da NBA precisam desses caras meio “psicopatas” pra energia? Porque eu tô convencido de que sem o Strus causando essa confusão toda, os Cavs não ganham esse jogo. Às vezes você precisa de alguém pra bagunçar o coreto do adversário, e esse cara faz isso com maestria.

  • Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Olha, o Kenny Atkinson mudou completamente o papo esse ano. Lembram dele reclamando dos árbitros nos playoffs do ano passado contra o Pacers? Pois é, esquece isso. Agora ele tá cobrando os próprios jogadores.

    Os Cavs perderam os dois primeiros jogos da segunda rodada contra o Detroit Pistons, e a história é sempre a mesma: o físico pesado dos Pistons tá destruindo Cleveland. Mas dessa vez, Atkinson não quer saber de desculpa.

    “É problema nosso, não dos árbitros”

    “É nossa responsabilidade nos adaptar à forma como o jogo está sendo apitado”, disse o técnico no sábado. “Isso não é culpa dos árbitros. É nosso trabalho nos adaptar e entender como o jogo está sendo chamado.”

    Cara, que diferença de postura, né? Ano passado ele tava pistola com a arbitragem quando o Evan Mobley e o De’Andre Hunter ficaram fora do Jogo 2. Agora ele virou a chave e tá cobrando responsabilidade do time.

    E olha, o J.B. Bickerstaff, técnico do Pistons, não tá nem ligando. O cara foi direto: “Nós simplesmente desgastamos vocês. Batemos legalmente, empurramos legalmente. Somos pegajosos legalmente e simplesmente dificultamos tudo.”

    O trio de estrelas tá sofrendo

    O problema é real. Donovan Mitchell, James Harden e Evan Mobley estão sentindo na pele esse estilo físico. Mitchell teve a taxa de lances livres cortada pela metade comparado à temporada regular. O Harden tá tendo dificuldade pra valorizar as posses. E o Mobley? Nem conseguiu chegar nas suas posições favoritas nos dois primeiros jogos.

    Atkinson fez uma analogia interessante com NBA 2K — disse que a “barra de stamina” do time tava muito baixa no final dos jogos. “Toda vez que você leva uma pancada ou corre um sprint, seu nível de energia desce. Acho que existe essa correlação entre fadiga e arremesso, e é por isso que eles tentam cansar os times.”

    E os números não mentem. Cleveland teve seu terceiro pior jogo de arremessos de 3 da temporada (21.9%), incluindo um 0-11 no quarto período. Muitos desses arremessos estavam livres, cara!

    A pergunta que não quer calar

    Sinceramente, não sei como você prepara um time pra mais físico a essa altura da temporada. Os Cavs nunca foram conhecidos por jogar esse estilo mais pegado desde que foram montados.

    Vocês acham que Cleveland consegue se adaptar rapidamente? O Atkinson tá confiante: “Se pegarmos esse jogo, a série tá aberta. Nós estávamos lá. Não acho que jogamos bem. Vamos jogar bem. Vamos pegar esse.”

    O Jogo 3 vai mostrar se essa mudança de mentalidade do técnico vai funcionar ou se os Pistons vão continuar impondo seu ritmo físico. Uma coisa é certa: não dá mais pra usar os árbitros como desculpa.

  • Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cara, que série foi essa entre Cavaliers e Raptors! Cleveland conseguiu avançar nos playoffs da NBA depois de vencer por 114-102 no jogo 7, mas olha — foi sofrido pra caramba. E o melhor de tudo? O técnico Kenny Atkinson e os jogadores não fizeram corpo mole, assumiram que quase tomaram um baile dos canadenses.

    “Antes de qualquer coisa, quero dar os parabéns pros Raptors”, disse Atkinson logo no começo da coletiva. “Darko [Rajakovic] e sua comissão fizeram um trabalho absurdo. Eles nos deram trabalho pra todo lado. É um puta time, com um futuro brilhante.”

    E sinceramente? Ele tá certo. Cleveland entrou como favorito moleza, abriu 2-0 na série e… quase entregou tudo. Os Raptors empataram e levaram pro jogo 7. Imagina a pressão!

    Max Strus reconhece: “Galera não sabe o quão bons eles são”

    Max Strus foi na mesma linha do técnico: “Chapéu pros caras de Toronto. Eles eram muito bons mesmo. Acho que o pessoal não tem noção de quão boa é essa equipe deles.”

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo e é raro ver um time admitir publicamente que quase tomou uma rasteira assim. Geralmente é aquele papo furado de “sempre soubemos que seria difícil”. Mas não — os Cavs foram honestos.

    James Harden (que tá jogando em alto nível, diga-se de passagem) também elogiou: “Dá crédito pra Toronto. Time muito bom, especialmente na defesa. Eles vêm pra cima, fazem pressão na bola, forçam erros e saem no contra-ataque.”

    Série que quase virou pesadelo

    Pensa só: Cleveland ganhando os dois primeiros em casa, todo mundo já achando que era mamão com açúcar. Aí do nada os Raptors empatam a série e levam pro jogo 7. Eu teria infartado se fosse torcedor dos Cavs, não vou mentir.

    Evan Mobley, sempre na dele, viu o lado positivo: “Foi uma série difícil, e pode ficar ainda mais difícil. Mas ser testado assim, batalhar desse jeito… vai ser benéfico no longo prazo.”

    E ele tem razão. No ano passado, Cleveland passou fácil pelo Miami Heat na primeira rodada. Agora enfrentaram um adversário que realmente os fez suar a camisa. Isso tempera o time pra fases mais difíceis.

    Kenny Atkinson foi cirúrgico: “Essa série nos fortaleceu. A fisicalidade deles, a velocidade, o atletismo… nada estava perfeito pra gente. Ano passado tivemos uma série mais fácil. Esse tipo de série constrói o time.”

    Donovan Mitchell contou como até as coisas mais simples deram errado no começo do jogo 7: “Jarrett Allen perdeu uma enterrada logo no início. Nunca vi isso antes. Eu errei duas bolas de três abertas, Evan jogou uma na tabela… Mas ficamos calmos.”

    E aí, vocês acham que essa ‘quase zebra’ vai fortalecer os Cavaliers ou deixar cicatrizes? Porque uma coisa é certa: Toronto mostrou que não tem time fácil nos playoffs da NBA.

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Olha, eu adoro essa abordagem do Kenny Atkinson com o Cleveland Cavaliers. O cara simplesmente não quer entregar quem vai ser o titular na posição 3, e sinceramente? Acho genial.

    Os Cavs tiveram nada menos que 41 formações iniciais diferentes na temporada regular. Quarenta e uma! Isso por causa de lesões e aquelas trocas malucas no deadline que mexeram com todo mundo. E mesmo assim, com os playoffs começando no sábado, Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Estratégia ou indecisão?

    Quando perguntaram de novo na quarta-feira quem seria o ala titular, o técnico foi esperto: “Não quero falar algo agora e depois mudar”. Cara, isso é psicologia pura. Deixa todo mundo na expectativa, inclusive o adversário.

    A real é que vai depender do matchup. E olha que interessante — se o Immanuel Quickley, armador titular do Toronto Raptors, não jogar por causa da lesão no posterior, isso pode mudar completamente a estratégia dos Cavs para o jogo 1.

    Dean Wade, Max Strus, Sam Merrill e Jaylon Tyson já ganharam chances na posição durante a temporada. Cada um traz algo diferente pro jogo, e isso que é o mais legal dessa situação toda.

    Quem vocês acham que deveria começar?

    Na minha visão, essa flexibilidade pode ser a arma secreta do Cleveland nos playoffs. Imagina só — o adversário não sabe se vai enfrentar a defesa mais física do Wade, o arremesso mortal do Strus, ou a energia do Tyson?

    Como o próprio Atkinson falou: “Essa posição vai ser flexível tanto para começar quanto para terminar os jogos. Você tem que conquistar”.

    Monstro isso aí. Competição interna saudável e deixa o time sempre alerta. Só vamos descobrir mesmo quando a bola subir no sábado, e olha que nem assim tá garantido que vai ser o mesmo cara durante toda a série.

  • Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando todo mundo ansioso em Cleveland é essa indefinição no quinteto titular dos Cavaliers. A duas semanas dos playoffs, Kenny Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai ser o ala titular da equipe. E sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado.

    A situação é complicada mesmo. Depois de mexer tanto no elenco na trade deadline de fevereiro — incluindo a chegada bombástica do James Harden —, o time ainda tá tentando se entender em quadra. É como montar um quebra-cabeça gigante faltando pouquíssimo tempo.

    Cinco candidatos, uma vaga

    Atkinson foi bem direto quando perguntaram se Max Strus seria o titular fixo: “Não”. A posição vai ser flexível, e segundo o técnico, “você tem que conquistar a vaga”. Na minha opinião, isso tanto pode ser uma estratégia inteligente quanto um sinal de que ninguém realmente se destacou.

    Os candidatos são cinco: Max Strus, Dean Wade, Sam Merrill, Jaylon Tyson e Keon Ellis. Cada um com suas características, mas nenhum conseguiu cravar de vez a posição ao lado do quarteto base: Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Os números até existem, mas são meio irrelevantes pela amostra ridiculamente pequena. Wade teve um net rating de +23.2, Merrill chegou aos absurdos +55.3, mas estamos falando de 56 e 38 posses respectivamente. É muito pouco pra tirar qualquer conclusão séria.

    O problema Harden

    E tem outro detalhe que me chama atenção: Atkinson ainda tá descobrindo como usar o Harden da melhor forma. O cara chegou há pouco tempo e domingo fez apenas seu 24º jogo pelos Cavs. O técnico até admitiu que anda estudando vídeos antigos do Barba — dos tempos de Houston, Clippers, até dos Nets.

    “Estou roubando jogadas pós-timeout de Houston, vendo como era o espaçamento nos Clippers”, disse Atkinson. Cara, isso é preocupante a duas semanas dos playoffs, não acham?

    É uma situação delicada. Cleveland apostou todas as fichas no talento individual para resolver os problemas, mas basquete é sobre química também. E química leva tempo pra desenvolver — tempo que eles meio que não têm mais.

    Apostando no talento

    Por outro lado, quando o quarteto base joga junto, os números são monstruosos: 121.2 pontos por 100 posses no ataque (88º percentil) e apenas 100.6 sofridos na defesa (100º percentil). O net rating de +20.6 é coisa de outro planeta.

    O problema é que foram só 165 posses juntos. Pra vocês terem uma ideia, isso é menos de 4 jogos completos de dados.

    Atkinson até tentou soar otimista, falando que “é um bom problema ter opções”, mas eu não sei se compro essa. Nos playoffs, você precisa de certezas, de um quinteto que se conhece de olhos fechados. E os Cavs claramente ainda não têm isso.

    Vai ser interessante ver como essa indefinição vai se resolver quando a pós-temporada começar de verdade. Torço pra que o talento individual realmente resolva, porque se não resolver, pode dar ruim pro lado de Cleveland.

  • Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Cara, 34 pontos e 17 rebotes. Evan Mobley simplesmente destruiu o Utah Jazz ontem à noite e tá provando que às vezes um puxão de orelha é exatamente o que um jogador precisa.

    O pivô do Cleveland Cavaliers teve sua melhor noite na temporada, acertando absurdos 15 de 21 arremessos — todos de dentro do garrafão. Nove enterradas e quatro bandejas. O cara virou uma máquina de destruição perto da cesta.

    A conversa que mudou tudo

    E a história por trás dessa explosão é até poética. Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, teve uma conversa bem direta com Mobley durante o All-Star break. Basicamente mandou o cara ir pra casa, trabalhar e voltar pistola por ter ficado de fora do jogo das estrelas.

    “Eu disse pra ele voltar do All-Star break com sede de vingança”, contou Atkinson. “Lesões, início ruim de temporada, não foi pro All-Star… cara, usa isso tudo como combustível.”

    E funcionou. Mobley não fez drama, entendeu o recado na hora. “Foi uma conversa simples sobre usar isso como motivação e saber o valor que eu trago pro time”, disse o pivô.

    Os números não mentem

    Desde que voltou do All-Star break, Mobley tá jogando em outro nível: 19,7 pontos por jogo com 62,2% de aproveitamento. Quase 10 rebotes e 1,5 toco por partida. Cleveland marca quase 7 pontos a mais a cada 100 posses quando ele tá em quadra.

    O mais legal? James Harden chegou há sete semanas e já é o cara que mais assiste Mobley nas jogadas. A química entre os dois tá funcionando perfeitamente.

    “Ele tem que ser um dos melhores pivôs da liga desde o All-Star break”, disse Atkinson. E olha, eu concordo totalmente com o técnico.

    Vocês acham que Mobley vai manter esse nível nos playoffs? Porque se continuar assim, Cleveland pode fazer barulho na pós-temporada mesmo.

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Kenny Atkinson detona defesa dos Cavs após vitória: ‘Líderes têm que assumir’

    Kenny Atkinson detona defesa dos Cavs após vitória: ‘Líderes têm que assumir’

    Cara, imagina só: seu time ganha de 136 a 131 e o técnico sai da coletiva parecendo que levou uma surra de 30 pontos. Foi exatamente isso que rolou com Kenny Atkinson depois da vitória dos Cleveland Cavaliers sobre o Orlando Magic.

    “Se vamos defender desse jeito, nossa passagem pelos playoffs vai ser bem curta”, disparou Atkinson. O cara não tava nem aí pra diplomacia. E olha, eu concordo com ele — deixar um Magic mediano fazer 131 pontos em Cleveland? Isso é de doer.

    A bronca foi pesada

    O que mais me chamou atenção foi a sinceridade brutal do técnico. “Temos uma mentalidade de que vamos ganhar só no ataque, e todo mundo sabe que nos playoffs não é assim que funciona.” Mano, é isso aí. Quantas vezes já vimos times ofensivos sensacionais derretendo na pós-temporada porque a defesa não segurou?

    Atkinson foi cirúrgico ao apontar os problemas: “É questão de competitividade e QI de jogo. Quando você não compete na defesa, perde as marcações, não entende o adversário”. E o pior? Ele sabe que o time tem potencial pra muito mais.

    Evan Mobley pode ser a chave

    Aqui que fica interessante. Os Cavs têm o atual Melhor Defensor da Liga em Evan Mobley — sim, aquele monstro de 2,11m que bloqueia tudo que vê pela frente. Mas mesmo com ele em quadra, a defesa não tá fluindo.

    “Não quero ouvir desculpas sobre a ausência do Jarrett Allen”, disse Atkinson. “Temos o atual DPOY, temos o pessoal necessário.” E é verdade — com Mobley, Donovan Mitchell e uma rotação competente, não tem justificativa pra deixar 131 pontos pra um Magic que tava jogando no segundo jogo consecutivo.

    O próprio Mitchell admitiu que não dá pra ficar esperando “apertar o botão” na hora dos playoffs. “Temos que melhorar. Conseguimos seis paradas consecutivas contra New Orleans alguns dias atrás. Sabemos que conseguimos.”

    Playoffs vão ser um teste de fogo

    E vocês sabem o que vem pela frente, né? Detroit Pistons, Boston Celtics, New York Knicks — times que vão testar cada fibra desses caras. Não dá pra chegar nessa galera achando que vai resolver tudo no ataque.

    Sinceramente, acho que essa bronca do Atkinson era necessária. Às vezes o técnico precisa cutucar o ego do grupo, principalmente quando você tem talentos como Mitchell e Mobley que podem muito mais do que estão entregando defensivamente.

    O Cleveland tem tudo pra incomodar no Leste, mas só se resolver essa questão defensiva. E aí, será que eles conseguem dar essa guinada antes dos playoffs começarem pra valer?

  • Jarrett Allen quase voltando? Cavs têm notícia boa sobre pivô

    Jarrett Allen quase voltando? Cavs têm notícia boa sobre pivô

    Gente, finalmente uma notícia boa vindo de Cleveland! Kenny Atkinson acabou de dar uma pista de que Jarrett Allen pode estar voltando pros Cavs nos próximos jogos, depois de ficar parado por 8 partidas seguidas.

    “Ele aumentou o ritmo nos últimos dias, então está indo numa direção positiva”, disse o técnico na terça-feira. “Eu vi ele ontem na quadra, fazendo contato. Acho que estamos na etapa final de prepará-lo, então posso antecipar [que ele voltará] nos próximos jogos.”

    Cara, não era sem tempo! Allen tá fora desde 3 de março por causa de uma tendinite no joelho direito. Oito jogos é bastante coisa, ainda mais pra um time que depende tanto da proteção de garrafão que ele oferece.

    Por que a volta dele é tão importante

    Sinceramente, os Cavs sentiram demais a falta do Allen. O cara é fundamental no sistema deles — não só pela proteção do aro (que é absurda), mas também por essa conexão no pick-and-roll que ele tem. Sem falar que a presença física dele no garrafão muda completamente a dinâmica dos adversários.

    E olha só — se o otimismo do Atkinson tiver fundamento, podemos ver o pivotão de volta ainda essa semana. Imagina o alívio da torcida de Cleveland?

    Jaylon Tyson também preocupou, mas tá suave

    Ah, e tem mais uma novidade no departamento médico dos Cavs. Jaylon Tyson, que machucou o dedão do pé na última quinta-feira contra o Bulls, teve o diagnóstico atualizado. De entorse virou “contusão óssea”, mas o técnico garantiu que não é nada grave.

    “Não é longo prazo”, explicou Atkinson. “Ele treinou ontem, mas estava incomodando bastante, então tiramos ele do treino. É uma contusão; definitivamente não é longo prazo. Vejo isso sendo bem rápido. Vai ser questão de tolerância à dor.”

    Tyson vinha sendo peça importante na rotação, então é um alívio saber que não vai ficar muito tempo fora. E aí, pessoal — vocês acham que o Allen volta já no próximo jogo dos Cavs? Eu tô na torcida pra ver esse monstro de volta defendendo o garrafão!