Tag: Kenny Atkinson

  • Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Olha, quando o técnico adversário para tudo que tá fazendo pra elogiar seu time, é porque a coisa tá séria mesmo. Kenny Atkinson, treinador do Cleveland Cavaliers, não conseguiu esconder a admiração pelos Knicks depois do treino de domingo.

    E convenhamos — ele tem razão pra estar impressionado.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs é coisa de monstro

    Os Knicks estão numa sequência histórica: 10 vitórias consecutivas nos playoffs, recorde da franquia. Dez, cara! E não é qualquer vitória não — eles tão ganhando por uma média de 22,5 pontos. É basicamente um show de horrores pros adversários.

    “Equipes que dão o próximo passo, é o equilíbrio que mais me impressiona”, disse Atkinson. “Eles têm tantos contribuidores agora, e acho que isso é o que é diferente da temporada regular. A sustentabilidade disso… você fica esperando uma queda, mas ainda não vimos uma queda deles.”

    E é verdade. Durante a temporada regular, esse mesmo time de Nova York tinha altos e baixos que deixavam a gente maluco. Agora? Parece que descobriram a fórmula mágica.

    Números que deixam qualquer um de queixo caído

    Quer saber como tá o nível? Nos playoffs, os Knicks estão com +18,5 pontos por 100 posses de bola. É o melhor da liga, disparado. Segundo colocado no ataque, primeiro na defesa. Quando você junta essas duas coisas… bem, dá no que tá dando.

    O mais absurdo é que o quinteto titular inteiro — Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Jalen Brunson, OG Anunoby e Josh Hart — tá fazendo double-double. Todo mundo contribuindo. Anunoby, Towns e Bridges acertando mais de 55% dos arremessos de quadra.

    “Bridges tá 27 de 38 nessa série”, desabafou Atkinson. “Shamet, 7 de 8 do perímetro. Eles estão tendo performances estelares em todos os aspectos.”

    E olha que os Cavaliers não são time qualquer, viu? Mas quando Atkinson fala do “OG com aquelas duas bolas de 3 na ala” no Jogo 3, você sente a frustração do cara. “Aquele arremesso depois da finta… tá brincando comigo?”, ele disse.

    A grande final da Conferência Leste pode acabar segunda

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Cavaliers conseguem algum milagre pra forçar um Jogo 5? Sinceramente, vendo como os Knicks estão jogando, fica difícil apostar contra eles.

    “O objetivo era diminuir o momentum deles, aquele mojo que eles têm, e não conseguimos fazer isso”, admitiu Atkinson. “Essa é a parte frustrante pra mim. Parte disso é eles jogando de forma fantástica.”

    Das 10 vitórias na sequência, só duas foram realmente disputadas: aquela vitória por seis contra os 76ers na semifinal e o Jogo 1 desta série, quando eles viraram um deficit de 22 pontos no último quarto. O resto? Só pancadaria mesmo.

    E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina dos Knicks? Porque pelo jeito que as coisas andam, eles podem muito bem chegar às Finais da NBA jogando esse basquete de outro mundo.

  • Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Olha, eu já vi muito técnico falando besteira quando o time tá perdendo, mas o Kenny Atkinson dos Cavaliers conseguiu superar tudo isso. Com o Cleveland tomando uma surra de 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste, o cara vem com essa: “analiticamente, ganhamos dois dos três jogos”.

    Sério mesmo, Kenny?

    A matemática do desespero

    Segundo Atkinson, os Cavs deveriam ter vencido pelo “placar esperado” em pelo menos dois dos três primeiros jogos. Na cabeça dele, Cleveland perdeu porque os arremessos não entraram como deveriam estatisticamente entrar, enquanto os Knicks acertaram muito mais do que era “normal”.

    “Estávamos arremessando muito abaixo do esperado e eles muito acima”, disse o técnico. “Eu sei que ninguém quer ouvir isso… Todo mundo se baseia no resultado.”

    E ele tá certo numa coisa: ninguém mesmo quer ouvir isso. Porque resultado é o que importa no final das contas, não é mesmo?

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que realmente importam: os Knicks estão fazendo 115 pontos de média contra apenas 101,7 dos Cavaliers. Nova York acertou 129 de 250 arremessos de quadra (51,6%) contra 109 de 254 de Cleveland (42,9%). Do perímetro, ambos os times estão numa faixa parecida – Knicks com 34/96 (35,4%) e Cavs com 37/126 (29,4%).

    Mas sabe o que é mais impressionante? No Jogo 1, os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem e conseguiram entregar tudo. Os Knicks fizeram uma corrida de 44-11 nos últimos 7 minutos e meio do quarto período até a prorrogação. Isso não é azar estatístico – é desmoronamento mental mesmo.

    Missão impossível pela frente

    A situação dos Cavs é desesperadora: nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de perder os três primeiros jogos. Apenas três equipes conseguiram pelo menos levar para o Jogo 7 nessa situação.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. Se os Knicks ganharem, voltam às finais da NBA pela primeira vez desde 1999. E olha, do jeito que as coisas estão andando, essa “vantagem analítica” dos Cavaliers não vai significar muita coisa.

    Vocês acham que o Atkinson tá certo em confiar nas estatísticas ou é só desespero mesmo? Porque pra mim, parece mais uma tentativa de manter o vestiário confiante numa situação praticamente impossível.

  • Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Cara, os Knicks simplesmente não têm dó do Cleveland. É impressionante como esse time do Tom Thibodeau consegue impor seu ritmo físico em qualquer quadra, e no sábado à noite em Ohio não foi diferente.

    Vitória de 121-108 no jogo 3 das finais da Conferência Leste, e agora é 3-0 na série. Dez vitórias consecutivas nos playoffs. O Cleveland tá literalmente com a corda no pescoço.

    Físico de Nova York foi outro nível

    Desde o primeiro quarto os Knicks mostraram pra que vieram. Abriram 37-27 logo de cara e nunca mais deixaram os Cavs respirarem. Aquela defesa grudenta, irritante, que faz o adversário perder a paciência — marca registrada do Thibs.

    E olha, eu não esperava que o próprio Kenny Atkinson fosse admitir isso tão abertamente. O técnico dos Cavaliers foi direto ao ponto depois do jogo: “A fisicalidade deles foi muito maior que a nossa… mérito deles”.

    Continuou explicando: “Eles grudaram na bola, muito pegajosos, aquela coisa de agarrar e segurar, que faz parte do jogo… nós não conseguimos jogar através dessa fisicalidade hoje à noite”.

    Cavs sem resposta para o bulldozer Knicks

    Sinceramente, dá até pena ver como o Cleveland não consegue encontrar uma resposta pra intensidade nova-iorquina. É como se os caras simplesmente travassem quando os Knicks aumentam a pressão.

    E vamos ser honestos — esse reconhecimento do Atkinson meio que entrega que eles não esperavam esse nível de intensidade física. Em casa, no jogo 3, era pra ter reagido. Mas não rolou.

    Agora me digam: vocês acham que Cleveland consegue uma remontada histórica saindo de 3-0? Ou os Knicks vão fechar em casa mesmo? Porque do jeito que tá indo, essa diferença de intensidade não vai mudar da noite pro dia…

    Dez vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira. Esse time dos Knicks tá jogando um basquete que lembra muito aqueles times durões dos anos 90. E Cleveland? Bom, pelo menos o técnico foi honesto.

  • Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Cara, eu não consigo tirar o Jogo 1 da cabeça. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos — VINTE E DOIS — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. E o principal culpado? Kenny Atkinson, que simplesmente assistiu o time desmoronar sem fazer nada.

    Vamos aos fatos: Cleveland estava dominando. Donovan Mitchell chuva de três (acertou 4), Evan Mobley fazendo double-double (15 pontos, 14 rebotes), até o James Harden estava colaborando com 15 pontos. Parecia que os Cavs iam sair na frente na série e colocar pressão nos favoritos Knicks.

    A virada que mudou tudo

    Mas aí veio o terceiro quarto. Cleveland fez 35 pontos, estava tudo lindo… até que não estava mais. Os Knicks fizeram uma virada histórica de 22 pontos e forçaram a prorrogação. E na prorrogação? Os Cavaliers fizeram apenas 3 pontos. TRÊS.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o Michael Jordan no quarto período: 15 pontos, 7 de 9 nos arremessos. O cara estava imparável. E onde estava o Atkinson? Provavelmente pensando no que ia jantar, porque pediu timeout foi nada.

    Olha, eu entendo que às vezes o técnico confia no time pra resolver, mas quando você vê uma virada de 22 pontos acontecendo na sua cara, você PRECISA parar o jogo, reagrupar, fazer alguma coisa. Qualquer coisa!

    As consequências da passividade

    E agora? Os Cavaliers perderam o Jogo 3 por 121-108, estão com 2-1 pra baixo e praticamente com um pé na rua. A intensidade que eles mostraram na virada contra os Pistons (saíram de 2-0 atrás) simplesmente sumiu.

    O pior de tudo é que esse time dos Cavs tem talento pra chegar nas Finais, sério. Mas a estratégia defensiva é de chorar — James Harden virou saco de pancada dos Knicks, que atacam ele o jogo inteiro. Enquanto isso, Jalen Brunson fica livre pra fazer o que quer na quadra.

    No Jogo 3, foi um festival: Brunson com 30 pontos e 6 assistências, Mikal Bridges com 22, OG Anunoby com 21… até o Landry Shamet apareceu com 14 pontos. Quando todo mundo do time adversário está jogando bem, é sinal de que sua defesa não está funcionando.

    Vivem e morrem pelo três

    E no ataque? Cleveland continua com aquela tática previsível de viver e morrer pela bola de três. Erraram 29 das 41 tentativas no Jogo 3 — quase 30% de aproveitamento. É muita dependência pra uma coisa que não está funcionando.

    Sinceramente, acho que os Cavaliers perderam a série naquele Jogo 1. Ter 22 pontos de vantagem e entregar assim… isso marca psicologicamente. Os Knicks ganharam confiança e os Cavs nunca mais foram os mesmos.

    Kenny Atkinson pode ser um bom técnico, mas nessa série ele está sendo completamente superado pelo Mike Brown. E o pior é que tinha tudo pra dar certo — era só não deixar aquela virada histórica acontecer.

    Vocês acham que ainda dá tempo dos Cavaliers reagirem, ou a série já era?

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.

  • Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Olha, eu não esperava isso do Cleveland. Depois de arrasar na temporada regular, os Cavs estão levando uma surra dos Knicks nos playoffs — e o técnico Kenny Atkinson já tá praticamente jogando a toalha.

    O Jalen Brunson simplesmente dominou o jogo 2 em Madison Square Garden. 19 pontos, 14 assistências. Quatorze! O cara leu a partida melhor que um professor de basquete. E o mais impressionante? Quando o Cleveland tentou pressionar ele, o monstro virou distribuidor.

    O elogio que dói

    Atkinson, que treinou o Brunson no passado, teve que engolir o orgulho: “Isso é o que grandes jogadores fazem, né? Eles leem o jogo, e o jogo ditou isso”. Cara, quando seu próprio técnico adversário te elogia publicamente, é porque você tá jogando MUITO.

    “Obviamente, estamos marcando mais ele, e ele achou outros caras. Temos que encontrar esse equilíbrio. Mas 14 assistências, mérito dele. Tiramos algumas opções de pontuação dele, fizemos blitz, demos diferentes marcações, e ele ainda fez as leituras certas.”

    Sinceramente? Achei meio fraco da parte do Atkinson. Tá certo que tem que reconhecer quando o adversário joga bem, mas públicamente assim… sei não.

    Josh Hart também destruiu

    Brunson não jogou sozinho. Josh Hart fez 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs) e acertou 5 de 11 bolas de três. O cara tava numa noite inspirada — daquelas que você sabe que vai dar ruim pro time adversário.

    Os números do Cleveland foram constrangedores: 39% nos arremessos de quadra, 9 de 35 do perímetro. Nove! De trinta e cinco! É para fechar o livro e ir pra casa.

    O Madison Square Garden tava uma loucura, né? Aquela torcida é diferenciada. Quando os Knicks tão bem, o ginásio vira uma panela de pressão — e o Cleveland simplesmente não aguentou.

    E agora?

    Game 3 no sábado, em casa. Se o Cleveland não ganhar esse jogo, pode ir preparando as malas. Ninguém volta de 0-3 nos playoffs da NBA — bem, quase ninguém.

    Vocês acham que os Cavs conseguem reagir? Ou o Brunson vai continuar dando show e levando os Knicks pras Finais? Eu tô começando a acreditar que Nova York pode chegar longe mesmo.

  • Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Olha, eu não queria estar no lugar do Kenny Atkinson agora. O técnico do Cavs foi direto ao ponto depois de mais uma derrota pro Knicks: o time simplesmente não teve ‘juice’ suficiente pra competir. E sinceramente? Doeu ouvir isso, mas foi a mais pura verdade.

    Os Cavaliers estão numa situação que já virou marca registrada deles nos playoffs — 2 a 0 pra baixo jogando fora de casa. Só que dessa vez não é contra o Detroit mediano que depende só do Cade Cunningham. É contra um Knicks que tá voando, com nove vitórias seguidas desde a primeira fase dos playoffs. Completamente diferente.

    O colapso do terceiro quarto (de novo)

    A primeira metade até me deu esperança. O Cavs parecia ter acordado depois daquele vexame histórico no Jogo 1 — lembram? Perderam uma vantagem de 22 pontos. Estavam perdendo só por 53-49 no intervalo, totalmente no jogo.

    Aí veio o terceiro quarto e… cara, foi doloroso de assistir. Os Knicks simplesmente atropelaram, fizeram 11 pontos a mais e transformaram aquilo numa sauna. Final: 109 a 93, com direito a uma atuação coletiva absurda do time de Nova York.

    ‘Precisamos botar as pernas no lugar, pra ser sincero… definitivamente não tivemos a energia que precisávamos’, disse Atkinson na coletiva. Mano, quando o técnico fala assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A diferença entre energia e execução

    O que mais me chamou atenção foi a movimentação de bola do Knicks. Foram 32 assistências em 44 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, gente. Enquanto isso, o Cavs tava lá com 38,8% nos arremessos de quadra e uns catastróficos 25,7% do perímetro.

    É aquela situação clássica: quanto mais o adversário acerta, mais fácil fica pra defesa se posicionar. E quando você não consegue fazer suas cestas, vira uma bola de neve que só piora.

    Vocês acham que voltar pra casa vai resolver? Porque olhando esse Knicks jogando desse jeito, não sei se apenas o fator quadra vai ser suficiente. O Cleveland precisa de muito mais que ‘juice’ — precisa de um milagre ou de uma atuação histórica dos seus craques.

    Se tem uma coisa que aprendi acompanhando esse Cavs é que eles são resilientes pra caramba. Mas mano, tá difícil de enxergar de onde vai sair a reação contra esse furacão que é o Knicks agora.

  • Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cavaliers tomam pau dos Knicks e Kenny Atkinson já sabia por quê

    Cara, eu já imaginava que ia ser difícil pros Cavaliers, mas tomar uma surra de 109-93 pros Knicks no jogo 2 das finais da Conferência Leste? Kenny Atkinson nem se surpreendeu — e o motivo é simples: Cleveland simplesmente NÃO consegue acertar uma bola de três.

    “Sabíamos entrando nessa série que teríamos que acertar arremessos de 3”, disse Atkinson depois do jogo. E olha, ele estava certo. Os Cavaliers fizeram apenas 9 de 35 tentativas do perímetro (25,7%). Vinte e cinco por cento, gente! Isso depois de acertar só 32% no jogo 1.

    O pesadelo começou no terceiro quarto

    O jogo estava empatado no começo do terceiro período depois de uma bandeja do Donovan Mitchell. Aí que a coisa desandou completamente. Cleveland ficou CINCO MINUTOS sem pontuar — cinco minutos! — enquanto os Knicks meteram uma sequência de 18-0 que basicamente decidiu tudo.

    Nessa sequência, Jalen Brunson e Josh Hart sozinhos fizeram 16 dos 18 pontos dos Knicks. O Hart, que tava com apenas 26,7% de aproveitamento de três nos playoffs, simplesmente resolveu virar o Stephen Curry e acertou 5 de 11 do perímetro. Terminou com 26 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Sinceramente, quando um cara que não tava acertando nada de longe de repente vira uma metralhadora, você sabe que não é seu dia.

    Os números não mentem

    Brunson contribuiu com 19 pontos e 14 assistências (duplo-duplo), mesmo acertando só 7 de 16 arremessos. Karl-Anthony Towns fez 18 pontos e 13 rebotes, Mikal Bridges também botou 19 no placar. TODOS os titulares dos Knicks chegaram aos dois dígitos. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo.

    Do lado dos Cavaliers, Mitchell liderou com 26 pontos, mas continuam as dúvidas sobre o estado físico dele — parece que ainda tá sentindo alguma coisa. Evan Mobley começou bem com 10 pontos só no primeiro quarto, mas depois sumiu: tentou apenas DOIS arremessos nos três quartos seguintes. James Harden ajudou com 18 pontos.

    E não foi só o arremesso de três que falhou. Cleveland acertou apenas 38,8% dos arremessos de quadra e perdeu 10 de 32 lances livres (68,8%). Quando você erra lance livre desse jeito, é porque o psicológico já foi pro espaço.

    Sequência histórica dos Knicks

    Os Knicks agora emplacaram nove vitórias consecutivas nos playoffs — a maior sequência desde que os Celtics ganharam 10 seguidos a caminho do título em 2024. Tá difícil parar esse time de Nova York.

    Agora os Cavaliers voltam pra casa precisando URGENTEMENTE vencer o jogo 3 no sábado. Porque se tomarem outra surra, aí sim a coisa fica preta. E vocês acham que eles conseguem se recuperar jogando em casa? Ou os Knicks vão manter esse ritmo alucinante?

    Uma coisa é certa: se Cleveland não melhorar drasticamente o aproveitamento de três pontos, pode ir se despedindo dos playoffs. Kenny Atkinson sabia disso antes da série começar, e agora tá vendo exatamente o que ele temia acontecer.

  • Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Cara, o que foi aquilo? Os Cavaliers simplesmente entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 da Final do Leste contra os Knicks. Vinte e dois pontos, gente! E agora Kenny Atkinson tá tentando defender James Harden das críticas.

    Olha, eu entendo a posição do técnico, mas sinceramente? Foi doloroso de assistir. Jalen Brunson fez 15 pontos só no quarto período e basicamente destroçou a defesa de Cleveland. E adivinha quem tava sendo caçado o tempo todo? Nosso barbudo favorito.

    A defesa dos dados

    Atkinson veio com uma defesa interessante depois do treino de quarta-feira. Segundo ele, os Knicks tiveram qualidade de arremesso no “primeiro percentil” — ou seja, fizeram cestas praticamente impossíveis. “Temos dados que vocês não têm. Primeiro percentil. Nosso processo estava certo, eles acertaram arremessos muito, muito difíceis”, falou o técnico.

    Bom, sem acesso aos dados internos, a gente só pode ir pelo que viu. Dos 22 arremessos que New York tentou no último quarto, nove foram perto da cesta, seis no meio da quadra e sete de três pontos. E olha que curioso: eles converteram menos justamente perto da cesta, que é onde teoricamente é mais fácil fazer pontos.

    Harden no banco dos réus

    Todo mundo tá botando a culpa no Harden, né? Mas Atkinson não tá comprando essa história. “Ele é um bom defensor individual. Todo mundo tá colocando a culpa no James. Claro, alguma coisa foi culpa dele… Às vezes experiências pequenas ficam exageradas”.

    E aí, o técnico ainda mandou uma: sem Harden, os Cavs nem teriam passado da primeira rodada. É, pode até ser verdade, mas assistir o cara sendo atacado repetidamente pelo Brunson foi de partir o coração de qualquer torcedor de Cleveland.

    Pra completar, Atkinson disse que o maior problema não foi a defesa, mas o ataque. “Olhando pra trás, estamos mais desapontados com o ataque. A qualidade dos arremessos não foi boa. Não conseguimos chegar perto da cesta. Tentamos nove bolas de três. Acho que podíamos ter atacado mais o garrafão”.

    E ele tem razão. Donovan Mitchell, que tinha sido um monstro nos três primeiros quartos, meio que travou quando a pressão aumentou. Ficou segurando muito a bola, matando o ritmo que tinham construído.

    Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, entregar uma vantagem dessas na Final do Leste é de doer na alma.

  • Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Cara, que loucura que vai ser esse confronto! Mike Brown (Knicks) e Kenny Atkinson (Cavaliers) vão se enfrentar na final da Conferência Leste, mas há apenas quatro anos eles estavam no mesmo lado da quadra, conquistando um anel juntos no Golden State Warriors.

    É surreal quando você para pra pensar. Em 2022, os dois eram assistentes técnicos do Steve Kerr e comemoraram o título dos Warriors. Agora? Estão nos bancos opostos brigando por uma vaga na final da NBA.

    Do banco do Warriors para técnicos do ano

    Desde que saíram de Golden State, os dois simplesmente decolaram. Brown foi pro Sacramento Kings e transformou um time que não via playoffs há 18 anos numa máquina — foi eleito Técnico do Ano em 2023. Atkinson pegou o Cleveland e levou os Caras para 64 vitórias na temporada passada, também ganhando o prêmio de melhor técnico.

    Mas olha só que reviravolta cruel: Cleveland era o primeiro colocado da conferência ano passado e tomou uma surra do Indiana Pacers na segunda rodada. Imagina a frustração! Um time de 64 vitórias eliminado antes de chegar na final de conferência.

    “Nós nos conhecemos bem do tempo juntos em Golden State”, disse Brown após o treino de segunda. “Ele é uma pessoa incrível e obviamente um técnico muito bom.”

    Cleveland aprendeu com a pancada

    Essa temporada foi meio conturbada pros Cavs, não vou mentir. Começaram 17-16 — uma ressaca daquela eliminação humilhante do ano passado era bem visível. Mas, cara, eles se recuperaram e chegaram na final de conferência pela primeira vez em oito anos!

    O que me impressiona é como os dois times chegaram aqui pegando jogos de sete partidas. Cleveland levou tanto o Boston quanto o Miami pro limite máximo e conseguiu virar os jogos quando tudo parecia perdido. Isso mostra o tanto que esse grupo amadureceu.

    “Kenny fez um trabalho fenomenal”, elogiou Brown. “Ele tem esses caras jogando em alto nível. Ver eles levarem ambas as séries pro jogo 7 e encontrarem força pra vencer mostra o quanto esse time tem experiência nos playoffs.”

    Sinceramente, eu não esperava que Cleveland chegasse até aqui depois daquele início ruim de temporada. Mas Atkinson — que é de Long Island e já foi assistente nos próprios Knicks — conseguiu fazer a magia acontecer.

    E aí, pessoal? Acham que esse conhecimento mútuo vai influenciar a série, ou cada técnico evoluiu tanto que não faz diferença? Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço ver esses dois cara a cara.