Tag: Kentucky Wildcats

  • Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Cara, vocês viram isso? O Malachi Moreno, pivô de 2,13m do Kentucky, tá sendo cotado na posição 31 no novo mock draft do Bleacher Report. Praticamente primeira rodada, galera!

    Olha, eu não esperava isso não. O garoto de 19 anos estava meio que “garantido” de volta pra temporada 2026-27 dos Wildcats, mas agora as coisas mudaram de figura. Jonathan Wasserman, que manja muito de draft, botou ele indo pro New York Knicks na 31ª posição — uma escolha da segunda rodada que tá quase virando primeira.

    O que tá chamando atenção dos scouts

    A comparação que fizeram foi com Nick Richards, outro ex-Kentucky que deu certo na NBA. E faz sentido: ambos são pivôs altos, bons de bloqueio e com fundamentos sólidos. Moreno tem 2,13m, bloqueia bem, passa a bola e tem um toque interessante pro garrafão.

    “Tem interesse suficiente em torno de um pivô de 19 anos, 2,13m, com boas métricas de bloqueio e passe, além de alguns indicadores de toque”, disse Wasserman. Ele ainda completou que certos times preferem apostar num calouro com as ferramentas do Moreno do que num veterano de 23 anos nesse draft que tá meio fraquinho mesmo.

    Combine vai ser decisivo

    O moleque foi chamado pro NBA Draft Combine em Chicago na próxima semana. Mano, essa é A oportunidade dele. Os scrimmages vão passar na TV e todo mundo do Kentucky (incluindo o técnico Mark Pope) vai estar grudado na telinha.

    Sinceramente? Acho que se ele mandar bem no Combine, pode sim ser primeira rodada. Com alguns caras desistindo do draft por causa do NIL, tem espaço se abrindo. E convenhamos: um pivô de 2,13m que joga basquete de verdade não cresce em árvore não.

    Vocês acham que ele fica no draft ou volta pro college? Eu tô meio dividido, mas se aparecer uma garantia de primeira rodada…

  • Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Cara, uma das lendas do basquete americano nos deixou. Adrian “Odie” Smith morreu aos 89 anos no dia 28 de abril, e sinceramente, é o fim de uma era pra quem acompanha a história da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do monstro que esse cara era: campeão universitário com Kentucky em 1958, medalha de ouro nas Olimpíadas de 1960 em Roma, e ainda uma década inteira na NBA. Não é qualquer um que tem um currículo desses, né?

    Do sítio sem luz elétrica para o Hall da Fama

    A história do Smith é dessas que parecem filme. O cara cresceu numa fazenda no interior do Kentucky, numa casa sem energia elétrica nem banheiro interno. E sabe como começou a jogar basquete? Arremessando uma bola caseira numa cesta de pêssegos pregada numa árvore. Absurdo como o destino funciona às vezes.

    Depois de passar por um junior college no Mississippi, conseguiu uma bolsa pra Kentucky. Lá, fez parte do grupo que eles chamavam de “Fiddlin’ Five” — os cinco que trouxeram o título nacional de 1958 pros Wildcats. Média de 10.2 pontos, nada mal pra época.

    NBA e aquela parceria histórica

    Em 1961, Smith chegou na NBA pelo Cincinnati Royals (que hoje é o Sacramento Kings) e teve a sorte de jogar ao lado de Oscar Robertson. Imaginem só essa dupla em quadra! O cara ficou nove temporadas em Cincinnati antes de ser trocado pro Golden State Warriors em 1970.

    Mas aqui que fica interessante: Smith foi MVP do All-Star Game de 1966. Pra um cara de 1,85m numa época que o jogo já estava ficando mais físico, isso mostra o nível técnico que ele tinha.

    Depois da NBA, ainda deu uma passada pela ABA no Virginia Squires, onde foi companheiro de um tal de Julius Erving no primeiro ano do Dr. J como profissional. Vocês conseguem imaginar os treinos desse time?

    Legado de um verdadeiro pioneiro

    Smith foi pro Hall da Fama em 2010, junto com toda aquela equipe olímpica de 1960 que dominou em Roma. E olha, não é todo mundo que consegue ser campeão olímpico, universitário e ainda brilhar por uma década na NBA.

    O que mais me impressiona na história dele é como saiu literalmente do nada — uma fazenda sem energia elétrica — e chegou ao topo do basquete mundial. Isso mostra que talento e determinação realmente não conhecem fronteiras, né?

    Smith deixa o filho Tyler e o irmão Kenny. Aos 89 anos, viveu pra ver o basquete evoluir de uma forma que provavelmente nem imaginava quando arremessava naquela cesta de pêssegos lá no Kentucky rural.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Olha, eu não esperava ver o nome do Malachi Moreno aparecendo nos mock drafts da ESPN tão cedo, mas aqui estamos. O cara de Kentucky foi projetado como 43ª escolha geral para o Brooklyn Nets no mais novo mock draft de 2026 do Jeremy Woo.

    Quando o Moreno anunciou que ia testar as águas da NBA, todo mundo pensou: “Ah, é só pra ver o nível mesmo, vai voltar pra faculdade”. Mas parece que o estoque dele na liga tá mais alto do que a gente imaginava.

    Segunda rodada é tentador?

    Posição 43 significa segunda rodada, longe de uma garantia financeira da primeira rodada. Mas se você é um jovem de 19 anos e alguém te fala que você pode ser uma das 60 escolhas do draft… cara, isso mexe com a cabeça de qualquer um, né?

    O que me chama atenção é que, dos outros Wildcats da temporada passada, só o Jayden Quaintance apareceu — e olha só, 15ª posição geral pro Chicago Bulls. Nada mal! O Ugonna Onyenso também foi mencionado, mas ele já tinha transferido pra Virginia e foi projetado lá na 50ª posição pro Toronto Raptors.

    A jogada inteligente seria ficar

    Sinceramente? Acho que o Moreno devia ficar mais um ano em Kentucky. O draft de 2027 tá bem mais fraco que este de 2026, então um salto de qualidade na segunda temporada dele poderia facilmente colocar o garoto na primeira rodada.

    Imagina só: em vez de ser uma escolha duvidosa na segunda rodada, ele poderia virar uma pick garantida na primeira. Faz muito mais sentido financeiramente e pro desenvolvimento da carreira.

    Mas né, a cabeça de um jovem atleta é complicada. Se ele se sentir confiante que vai estar entre os 60 escolhidos, pode rolar de ele dar o salto mesmo.

    Vocês acham que ele aguenta mais um ano de college ou a tentação da NBA é forte demais? O NBA Combine tá marcado pra maio (dias 10-17) em Chicago, e se ele for convidado, aí a conversa muda de figura completamente.

  • Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Kansas fisga o futuro número 1 do Draft 2027 em guerra épica

    Cara, que disputa foi essa! Tyran Stokes, o garoto que todo mundo aponta como a primeira escolha do Draft de 2027, acaba de anunciar que vai jogar em Kansas. E olha, não foi moleza não — Kentucky lutou até o fim nessa guerra de recrutamento.

    Stokes é um ala de 1,98m que joga em Seattle e, sinceramente, o hype em cima dele é real. O moleque já vem sendo considerado o melhor da sua turma há quase dois anos. Imagina a pressão!

    Bill Self monta um time de outro planeta

    Isso dá a Bill Self a possibilidade de ter o número 1 do Draft pelo segundo ano seguido — ano passado foi Darryn Peterson. Kansas agora tem a segunda melhor classe de recrutamento do país. Absurdo, né?

    O que mais me impressiona é que Kentucky parecia estar na frente no começo. Mark Pope e sua equipe brigaram de igual pra igual, mas Kansas conseguiu virar o jogo conforme a temporada foi avançando. Uma visita oficial de última hora a Lexington ainda deu esperança pros Wildcats, mas não rolou.

    Os números não mentem

    E por que tanto barulho em cima do Stokes? Olha só os números dele no circuito Nike EYBL: 22,4 pontos, 10,2 rebotes e 3,7 assistências por jogo. Aproveitamento de 51% nos arremessos e mais de 10 lances livres por partida. O cara faz de tudo na quadra.

    O estilo de jogo dele lembra o Deni Avdija, do Portland Trail Blazers — um jogador que cria jogadas, rebote, pontua. Versatilidade total. Ah, e detalhe: ele fez 63 pontos em uma partida na última temporada do colégio, com assistentes técnicos de Kansas e Kentucky na arquibancada. Timing perfeito!

    Stokes já tem três medalhas de ouro representando os Estados Unidos, incluindo a mais recente no Mundial Sub-19 da FIBA. O moleque começou a receber ofertas de universidades importantes antes mesmo de começar o primeiro ano no colégio na Califórnia. É ou não é monstro?

    E aí, vocês acham que Kansas vai conseguir desenvolver mais um futuro astro da NBA? Com Self no comando e essa classe de recrutamento, eu tô empolgado pra ver o que vem por aí em Lawrence.

  • Kentucky mira ex-NBA Mo Williams pro staff do Mark Pope

    Kentucky mira ex-NBA Mo Williams pro staff do Mark Pope

    Olha, essa é dessas notícias que quando eu li pensei: faz todo sentido. O Kentucky tá de olho no Mo Williams pra ser assistente técnico do Mark Pope, segundo fontes da ESPN.

    Williams tá atualmente comandando o Jackson State, mas pelo visto a tentação de voltar pro Kentucky é grande — e não é só pelo dinheiro, não. O filho dele, Mason, acabou de se comprometer com os Wildcats semana passada. Coincidência? Acho difícil.

    Uma jogada calculada dos Wildcats

    O interesse é mútuo, segundo as fontes, e tudo indica que o negócio vai sair mesmo. E eu sinceramente acho que seria uma contratação inteligente pra caramba. O cara tem 19 anos de NBA nas costas, passou por Cleveland (onde foi peça importante no título de 2016), Portland, Minnesota… Experiência não falta.

    Além disso, Williams conhece bem o mundo universitário também. Depois de pendurar as chuteiras, foi pra Alabama State como técnico principal, mostrou serviço, e agora tá no Jackson State. O cara entende tanto de basquete profissional quanto do college.

    Pope precisava repor o staff

    E olha, o timing não podia ser melhor pro Kentucky. O Pope já perdeu o Jason Hart pro SMU e o Alvin Brooks III também não vai voltar como assistente. Ou seja, ele precisa montar um staff praticamente do zero.

    Contratar um cara que jogou na NBA por quase duas décadas pode ser a diferença na hora de recrutar. Imagina você sendo um prospecto de 17 anos e tendo a chance de ser treinado por alguém que dividiu quadra com LeBron James no título dos Cavs? É apelo que não acaba mais.

    E aí, vocês acham que o Williams vai mesmo largar o comando do Jackson State pra ser assistente no Kentucky? Na minha opinião, é uma jogada que faz sentido pra todo mundo — ele fica perto do filho e volta pro programa que sempre teve carinho especial.

  • Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Cara, o Tyrese Haliburton simplesmente não perdoa. Logo depois da Iowa State passar o rodo no Kentucky na March Madness (82 a 63, uma surra histórica), o armador do Pacers foi lá no X dar aquela cutucada nos ex-jogadores de Kentucky que agora torcem pro Arkansas.

    E olha, ele não tava errado não. O tweet dele foi cirúrgico: “Fui mandar mensagem pros caras que jogaram em Kentucky sobre esse jogo e esqueci que eles agora se acham ex-alunos do Arkansas 🤣”

    A zoação tem fundamento

    A piada do Haliburton faz todo sentido quando você entende o contexto. Desde que o John Calipari saiu de Kentucky pra treinar Arkansas em 2024, vários jogadores que passaram por lá começaram a “torcer” pro Arkansas também. É meio bizarro, mas acontece.

    O Oklahoma City Thunder até postou um vídeo perguntando pros jogadores quem ia ganhar o torneio. O Shai Gilgeous-Alexander, que jogou com Calipari, falou “Arkansas ou Kentucky”. Já o Cason Wallace, que passou uma temporada em Kentucky, foi direto: “Arkansas”. Quando perguntaram se era por causa do “Coach Cal”, ele só confirmou com um “yeah” maroto.

    E não para por aí. O P.J. Washington visitou o Calipari no Arkansas usando uniforme dos Razorbacks em setembro. O Reed Sheppard foi mais criativo ainda: usou camisa do Arkansas com calça de Kentucky quando os times se enfrentaram. Sinceramente, acho que isso deve dar uma dor de cabeça danada nos fãs de Kentucky.

    Iowa State meteu o pé na jaca

    Mas voltando ao jogo que originou toda essa zoação — que jogaço da Iowa State! O Tamin Lipsey fez 26 pontos e ainda distribuiu 10 assistências com 5 roubos de bola. Desde 1986, só três caras conseguiram fazer 25+ pontos, 10+ assistências e 5+ roubos numa partida da March Madness. Monstro.

    O Milan Momcilovic também colaborou com 20 pontos numa apresentação coletiva absurda dos Cyclones. Kentucky tomou a maior surra num torneio da NCAA desde 1972 — imagina a vergonha.

    E o Haliburton, que jogou duas temporadas na Iowa State antes de se declarar pro draft em 2020, deve ter ficado orgulhoso pra caramba. Ele só jogou uma March Madness em 2019 e caiu na primeira rodada, então ver seu time antigo eliminando um gigante como Kentucky deve ter sido especial.

    Vocês acham que os ex-Kentucky vão responder essa provocação ou vão deixar quieto? Eu adoraria ver essa treta continuar nas redes sociais.