Tag: Lakers

  • LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    Cara, eu preciso falar uma coisa: ver o LeBron James aos 41 anos de idade literalmente intimidando um time inteiro do Houston Rockets é simplesmente surreal. O cara tá jogando como se tivesse 25 anos, só que com a malícia de quem já viu de tudo nessa liga.

    O JJ Redick, técnico dos Lakers, não conseguiu esconder o orgulho depois do Jogo 2. “Ele trouxe um nível de físico que é característico dele durante toda a carreira. Ele tá confortável jogando dessa forma, seja num back down, chegando na cesta ou forçando faltas”, disse o treinador.

    O Rei transformou Şengün no seu saco de pancadas

    Olha, eu até sinto pena do Alperen Şengün. O turco virou alvo preferencial do LeBron nessa série. Toda jogada o Rei tá colocando o pivô do Rockets numa situação impossível — ou vai pra cima dele direto no garrafão, ou cria espaço pro resto do time.

    E quando o Jae’Sean Tate tentou fazer a famosa “pegação” que o Dillon Brooks fazia antigamente? Cara, foi constrangedor. O LeBron simplesmente empurrou o cara pra longe, pegou a bola no perímetro e meteu uma bomba de três por cima do Şengün. Pura humilhação.

    Lakers 2 x 0 e o Rockets sem resposta

    Com Luka Dončić e Austin Reaves machucados, todo mundo esperava que os Lakers tivessem dificuldades. Mas sinceramente? O LeBron tá carregando esse time nas costas como se fosse 2007 de novo. A diferença é que agora ele tem 41 anos e continua fazendo isso parecer fácil.

    O mais impressionante é a variedade do físico que ele tá apresentando. Rebote defensivo, rotações perfeitas, iniciando contato no garrafão pra tirar falta… O cara tá fazendo literalmente tudo que um veterano precisa fazer nos playoffs.

    Os Rockets chegaram nessa série pensando que iam atropelار um time machucado dos Lakers. Resultado? Estão tomando uma surra de um cara que tecnicamente deveria estar aposentado há uns 3 anos. É por isso que eu sempre falo: nunca duvidem do LeBron James.

    E aí, vocês acham que o Rockets consegue reagir em casa ou o Rei vai continuar essa dominação física? Porque pelo que eu tô vendo, parece que essa série já acabou.

  • Smart humilha Durant e Lakers abrem 2-0 contra Houston

    Smart humilha Durant e Lakers abrem 2-0 contra Houston

    Gente, o Marcus Smart simplesmente decidiu que ia mostrar pro Kevin Durant quem manda na defesa ontem à noite. O cara segurou o KD como se fosse um rookie qualquer e ainda mandou 25 pontos na vitória dos Lakers por 101-94. Lakers 2-0 na série. Houston já pode ir preparando as malas de férias?

    Olha, eu sempre soube que o Smart era monstro defensivo – não à toa foi DPOY em 2022 – mas ver ele dominar o Durant daquele jeito foi absurdo. O KD voltou da lesão no joelho e até marcou 23 pontos, mas quando o Smart tava grudado nele? Só 1 de 3 nos arremessos e NOVE turnovers. Nove, cara! Isso é quase constrangedor pra um jogador do nível do Durant.

    Smart mostra que ainda é elite

    8 de 13 nos arremessos, cinco bolas de três, sete assistências e cinco roubos de bola. Sinceramente, que performance foi essa? E a tripla decisiva faltando 2:23 pro fim selou de vez o jogo. O JJ Redick, técnico dos Lakers, resumiu bem: “Smart teve um jogo assassino hoje”.

    O mais legal é ver o LeBron elogiando a tranquilidade que o Smart traz pro time. “Ele não tem medo do momento”, disse o King após marcar seus 28 pontos. E faz sentido – o cara já marcou os melhores da liga na carreira dele, então pressão não é problema.

    Lesões complicam dos dois lados

    Os Lakers tão jogando sem Austin Reaves (lesão no oblíquo) e sem Luka Doncic (problema na coxa). Reaves já tá treinando em quadra, mas o Luka ainda nem começou o processo de volta. Duas baixas pesadas que fazem a performance do Smart ser ainda mais valiosa.

    Do outro lado, Houston tá sofrendo pra pontuar. Dois jogos seguidos abaixo de 100 pontos, 40% de aproveitamento nos arremessos… não dá pra ganhar playoff assim. E olha que eles não vencem uma série de playoffs desde 2020, quando eliminaram o Thunder na primeira rodada.

    O jogo 3 vai ser em Houston na sexta, com os Rockets como favoritos por 9,5 pontos. Vocês acham que a casa pode revirar essa série? Ou os Lakers já mostraram que tão num nível acima? Eu tô começando a ver essa série terminando em 5 jogos…

  • Smart feliz em ser companheiro de LeBron ao invés de rival

    Smart feliz em ser companheiro de LeBron ao invés de rival

    Cara, imagina a sensação do Marcus Smart agora. Depois de anos e anos apanhando do LeBron James nos playoffs (principalmente quando o Rei estava em Cleveland), ele finalmente pode falar: “agora somos do mesmo time, mano”.

    Durante a década de 2010, Smart e os Celtics enfrentaram LeBron inúmeras vezes — e olha, não foi muito bonito pro lado de Boston não. Cleveland levou a melhor na maioria das batalhas, faturando quatro títulos da Conferência Leste naquela década. Dói só de lembrar.

    A união que ninguém esperava

    Mas aí que tá o lance mais louco dessa história toda. No verão passado, Smart assinou com os Lakers e agora os dois antigos rivais estão do mesmo lado da quadra. E começaram com o pé direito — acabaram de vencer os Rockets no Jogo 1 dos playoffs.

    Depois da vitória, Smart não escondeu o quanto está curtindo essa nova realidade: “Tem sido incrível poder ver de perto por que ele é considerado um dos maiores de todos os tempos. A forma como ele se prepara pros playoffs é um nível completamente diferente do que na temporada regular.”

    Sinceramente, eu sempre soube que LeBron era um monstro nos playoffs, mas imagino como deve ser vê-lo se preparando nos bastidores. Smart tá tendo essa experiência em primeira mão agora.

    Liderança em dose dupla

    Com Luka e Austin Reaves fora por lesão, Smart e LeBron viraram as principais lideranças do time. E olha, que dupla interessante, né? De um lado você tem o Rei, um All-Star nato com 21 anos de experiência. Do outro, Smart — um veterano de 12 temporadas que é especialista em defesa e sempre foi conhecido por sua mentalidade vencedora.

    O próprio Smart admitiu que já sabia que LeBron tinha essa mentalidade especial, mas poder ver isso de perto, como companheiro de equipe, é algo totalmente diferente. “Estou feliz de estar do lado dele dessa vez”, disse Smart após o jogo.

    E vocês, o que acharam dessa parceria? Eu confesso que não esperava ver esses dois jogando juntos, mas tá funcionando. Se conseguirem manter esse nível durante toda a pós-temporada, os Lakers podem incomodar bastante. Afinal, ter dois caras com DNA de playoff do seu lado não é pouca coisa.

  • LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    Cara, eu vou ser sincero: depois de mais de duas décadas vendo LeBron James nos playoffs, ainda fico impressionado com a capacidade desse cara de fazer a mesma receita funcionar. E no jogo 1 contra o Houston, foi exatamente isso que rolou de novo.

    Luke Kennard meteu 5 bolas de três e fez 27 pontos na vitória dos Lakers. Mas olha só que loucura: em 2000, quando LeBron ainda estava no ensino médio, foi um tal de Dru Joyce que quebrou a defesa adversária com 7 cestas do perímetro ao lado do Rei. Vinte e seis anos depois, a fórmula continua a mesma.

    A receita que nunca sai de moda

    É impressionante como LeBron sempre encontra um cara pra fazer chover de três quando a coisa aperta. A lista é gigantesca: Damon Jones, Daniel Gibson, Shane Battier, Mike Miller, JR Smith, Kyle Korver, Danny Green… Todos esses caras tiveram momentos mágicos nos playoffs jogando ao lado do James.

    E no sábado não foi diferente. LeBron distribuiu 8 das suas 13 assistências só no primeiro quarto — praticamente montando um buffet de cestas abertas para os companheiros. O técnico JJ Redick resumiu bem: “Ele mostrou uma liderança incrível e nos ensinou a confiar no passe.”

    Sinceramente? Depois de tanto tempo, você ia pensar que os adversários já tinham descoberto como parar isso. Mas não, né. Os Rockets caíram na mesma pegadinha de sempre.

    Cleveland mostra que defesa ainda ganha jogo

    Agora, falando de uma coisa que me chamou atenção: os Cavaliers fizeram uma clínica defensiva contra Toronto no jogo 1. E olha que eles vinham sofrendo na defesa na segunda metade da temporada regular.

    A estratégia foi simples e genial: grudar no Brandon Ingram desde o começo da jogada. O cara que fazia 20 arremessos por jogo contra Cleveland na temporada regular conseguiu apenas 9 tentativas — e uma só no segundo tempo. Uma!

    Dean Wade foi o encarregado de marcar o Ingram, e cara, que trabalho bem feito. Forçaram o cara a ir para a linha de lance livre 10 vezes, mas não deixaram ele nem pegar na bola direito. Enquanto isso, deixaram o Jamal Shead fazer 5 de três — mas quem prefere: dar liberdade pro reserva ou pro principal marcador do time?

    “Eles tentaram me negar a bola toda vez que eu descia a quadra”, reclamou Ingram depois. E é isso aí mesmo — defesa é sobre fazer escolhas, e Cleveland fez as certas.

    Vocês acham que Toronto consegue se adaptar no jogo 2? Porque sem o Immanuel Quickley machucado, vai ser difícil encontrar outras opções ofensivas. Os Raptors têm um problemão nas mãos, e Cleveland mostrou que quando a defesa funciona, qualquer time pode incomodar nos playoffs.

    Enfim, primeiro fim de semana dos playoffs já mostrou duas lições clássicas: LeBron continua sendo LeBron, e defesa ainda ganha campeonato. Algumas coisas nunca mudam no basquete, e ainda bem!

  • Durant pode pintar no jogo 2 — mas será que aguenta?

    Durant pode pintar no jogo 2 — mas será que aguenta?

    Olha, a situação do Kevin Durant tá deixando todo mundo de cabelo em pé aqui. O cara de 37 anos machucou o joelho no treino na semana passada e perdeu o primeiro jogo da série contra os Lakers — que os Rockets perderam por 107-98, diga-se de passagem.

    Segundo o técnico Ime Udoka, o KD participou de metade do treino na segunda-feira e vai ser decisão de última hora se joga ou não no jogo 2. E cara, que pressão é essa? Imagina o desespero do torcedor do Houston vendo o principal jogador do time na dúvida…

    A questão não é só a dor

    O mais preocupante é que, segundo Udoka, o problema maior não é nem a dor — é a mobilidade mesmo. “A tolerância à dor é uma coisa, mas na verdade se mover e se sentir confortável fazendo todos os movimentos vai ser o mais importante”, disse o treinador.

    E faz sentido, né? Durant aos 37 anos não pode se dar ao luxo de jogar mancando. O cara ainda é um monstro — foi o cestinha do time na temporada regular com 26 pontos de média — mas se não conseguir se mexer direito, melhor nem arriscar.

    Rockets sentiram MUITO a falta do KD

    No primeiro jogo sem Durant, ficou claro como os Rockets dependem dele. O time arremessou menos de 40% de quadra! Quarenta por cento, gente. E olha que eles tentaram 27 chutes A MAIS que os Lakers e mesmo assim perderam.

    É aquela coisa: você pode ter volume de arremesso, mas se não tem qualidade… Sinceramente, acho que sem o Durant fica muito difícil pros Rockets incomodarem essa equipe dos Lakers, que tá jogando em casa e com moral.

    Vocês acham que ele deveria arriscar jogar no jogo 2, ou é melhor garantir que tá 100% pros próximos jogos? Porque se os caras perderem por 2-0, a série praticamente acaba ali mesmo.

    O jogo 2 rola nesta terça às 23h30 (horário de Brasília), em Los Angeles. Vamos torcer pra que o veterano aguente firme — porque série de playoffs sem o KD jogando no seu melhor não é a mesma coisa.

  • LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no jogo 1 dos Lakers contra os Rockets. LeBron James literalmente jogou com o próprio filho nos playoffs da NBA. Isso mesmo — pai e filho na mesma quadra, no mata-mata. História pura.

    Com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o técnico JJ Redick teve que improvisar na rotação dos Lakers. E adivinha quem ganhou uma chance? Bronny James. O garoto entrou em quadra e fez história ao lado do pai.

    Momento histórico que arrepiou

    “Teve muita coisa maluca acontecendo comigo esse ano. Cara, eu estava na quadra com meu filho num jogo de playoff. Essa é provavelmente a coisa mais louca que já aconteceu na minha carreira”, disse LeBron após a vitória. “Foi muito legal estar lá com ele, e ter o irmão, a irmã, a mãe dele na arquibancada, e a avó… isso é insano. É maluco.”

    Sinceramente, eu até me arrepio pensando nisso. Imagina você estar realizando seu sonho profissional ao lado do seu próprio pai? E não é qualquer profissão — é a NBA, cara. O maior palco do basquete mundial.

    Nervosismo de estreante

    Bronny jogou apenas 4 minutos e teve uma bola perdida no stats, mas se manteve tranquilo considerando que era sua primeira experiência nos playoffs. LeBron, como bom pai e veterano que é, entende perfeitamente o nervosismo do filho.

    “Todo mundo se preparou essa semana, incluindo o Bronny. Como qualquer um no primeiro jogo de playoff, você vai ficar nervoso”, explicou o King. “Eu lembro do meu primeiro em 2006 contra Washington… você fica nervoso pra caramba. Assim que pisei na quadra, estava super nervoso.”

    E olha, isso me lembra muito dos nossos jogadores brasileiros quando estreiam na NBA — o Nenê, o Barbosa, todos passaram por essa mesma sensação. É natural, faz parte.

    Lakers equilibrados sem as estrelas

    Enquanto isso, LeBron fez um jogo completinho: 19 pontos, 8 rebotes e 13 assistências em 38 minutos. Mas o mais legal foi ver outros caras brilhando. Luke Kennard liderou a pontuação com 27 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Deandre Ayton também fez 19, Marcus Smart contribuiu com 15, e Rui Hachimura adicionou 14. Essa distribuição de pontos é exatamente o que os Lakers precisam com Doncic e Reaves fora.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter esse nível sem suas principais estrelas? Eu tô começando a acreditar que sim. Se o LeBron conseguir escolher os momentos certos para atacar e os coadjuvantes mantiverem essa eficiência, eles podem surpreender.

    O jogo 2 é na terça-feira, no Crypto.com Arena, antes da série ir para Houston. E eu tenho certeza de que Bronny vai estar menos nervoso desta vez.

  • Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Cara, essa história é muito boa. Lembram quando o Deandre Ayton soltou aquela provocação há uns dois meses falando “Eles querem me transformar no Clint Capela. Eu não sou o Capela”? Pois é, agora os dois estão cara a cara nos playoffs, Lakers contra Rockets, e o suíço finalmente respondeu.

    “Fiquei surpreso”, disse Capela para o The California Post. “Não sei por que estou na cabeça de alguém. Nem falo com o cara.”

    Olha, eu entendo a frustração do Ayton, mas mexer com o Capela foi meio desnecessário, não acham? O cara construiu uma carreira sólida sendo exatamente o que é: um trabalhador incansável no garrafão.

    A resposta nas redes foi cirúrgica

    Quando o comentário do Ayton viralizou, Capela respondeu no Instagram de forma inteligente, lembrando que o pivô dos Lakers joga ao lado do Luka Doncic e LeBron James: “Você tem dois dos melhores armadores do jogo, mano. Se concentra nisso.”

    E não é que ele tem razão? Capela, escolhido em 25º no draft de 2014, fez carreira sendo um especialista. Rebote, bloqueio, proteção do aro — o cara nunca tentou ser superstar, mas foi peça fundamental em dois times que chegaram às finais da Conferência Oeste (2015 e 2018).

    Durante seu auge, chegou a liderar a liga com 14.3 rebotes por jogo na temporada 2020-21. Nada mal para alguém que “não presta”, né Ayton?

    Dois caminhos, duas realidades

    A diferença entre os dois é gritante. Capela sempre soube seu papel e executou com perfeição. Já o Ayton… cara, o potencial é absurdo, mas a consistência ainda é um problema.

    Primeira escolha do draft de 2018 — selecionado na frente do próprio Luka e do Shai Gilgeous-Alexander, imaginem só — Ayton deveria ser uma estrela. Às vezes ele mostra isso (DominAyton, como chamam), outras vezes parece um poste de 2,13m ocupando espaço.

    Na primeira partida da série, pelo menos, Ayton respondeu: 19 pontos em 8 de 10 arremessos, 11 rebotes. Enquanto isso, Capela ficou com apenas 2 pontos e 2 rebotes em 11 minutos — mas convenhamos, os Rockets estavam sem o Kevin Durant por lesão.

    “Ninguém pode substituir o KD”, admitiu Capela. “Fizemos o que pudemos com o que tínhamos.”

    Sinceramente? Acho que essa provocação pode ter acordado os dois. Capela quer provar que continua sendo útil mesmo aos 31 anos, e Ayton precisa mostrar que merece mais respeito. Com Doncic e Austin Reaves machucados, é a chance perfeita do pivô dos Lakers brilhar.

    Vocês acham que o Ayton vai manter esse nível durante toda a série? Porque se conseguir, essa discussão sobre quem é melhor vai ficar bem mais interessante…

  • Luke Kennard explode nos playoffs e Lakers surpreendem sem Luka

    Luke Kennard explode nos playoffs e Lakers surpreendem sem Luka

    Cara, eu não esperava isso dos Lakers não. Sem o Luka Dončić e o Austin Reaves para começar os playoffs, todo mundo já estava decretando que seria uma série fácil pros Rockets. Mas aí vem o Luke Kennard e simplesmente resolve fazer a melhor noite da vida dele.

    O cara foi ABSURDO no Jogo 1. 9/13 nos arremessos de quadra, perfeitos 5/5 do perímetro e 27 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. A torcida em LA foi à loucura, e não é pra menos. Kennard estava mais quente que churrasqueira no domingo.

    Show do Luke no quarto período

    No último quarto foi onde a coisa ficou boa mesmo. Duas bolas de três seguidas, rugindo como um leão na primeira e arrancando aquele clássico “bang!” do Mike Breen na segunda. Enquanto isso, o Kevin Durant (que estava machucado) só assistindo do banco com cara de poucos amigos.

    “É definitivamente um momento especial”, disse Kennard depois do jogo. “Estou na NBA há nove anos. Já tive algumas jogadas importantes, jogos grandes, mas esse está no topo com certeza. Fazer isso, especialmente num lugar como esse, jogando pelos Lakers no maior palco do basquete… significa muito pra mim.”

    E olha, o cara tem razão. Fazer 5/5 de três numa partida de playoff vestindo a camisa dos Lakers? Isso aí fica marcado pra sempre.

    Lakers surpreendem e protegem a casa

    A vitória por 107-98 foi fundamental pra LA proteger o mando de quadra. Todos os cinco titulares fizeram duplo-dígito, quatro deles acertaram mais de 50% dos arremessos. Os Lakers até perderam no rebote (como sempre, né?), mas com 61% de aproveitamento nos arremessos, não deu outra.

    Deandre Ayton, que jogou 29 dos seus 38 minutos ao lado de Kennard, ficou sem palavras: “Ele é o número um em arremessos de três da NBA, então não há muito o que dizer. Mas ele está fazendo isso nos playoffs, onde realmente conta. Minha palavra é ‘sem palavras’, pra ser honesto.”

    Sinceramente? Eu não acredito que o Kennard vai manter esse nível a série toda — ninguém mantém. Mas se ele conseguir ficar próximo disso e abraçar os desafios defensivos (que não são poucos), os Lakers têm chance real de esticar essa série até o Luka e o Reaves voltarem.

    E vocês, acham que foi só sorte do primeiro jogo ou o Luke pode mesmo ser essa peça que faltava pros Lakers? Uma coisa é certa: foi o tipo de performance que a gente lembra pra sempre. Primeira vitória em série de playoffs desde 2023, e veio do jeito mais improvável possível.

  • Dupla gasta R$ 500 mil em ingresso só pra ganhar concurso que perderam

    Dupla gasta R$ 500 mil em ingresso só pra ganhar concurso que perderam

    Cara, essa história é absolutamente surreal. Dois caras de Indianapolis — Brandon Taylor e Tom Biddle — apareceram no último jogo da temporada regular dos Lakers vestidos de LeBron e Luka. E não, eles não são famosos. São apenas dois criadores de conteúdo que resolveram trollar o mundo do basquete.

    O Tom, que se chama “Popcorn with Tom” online, realmente parece com o Luka de longe. A altura, o cavanhaque, o corte de cabelo — se você der uma olhada rápida, pode até confundir. Já o Brandon… bem, digamos que a imitação do LeBron dele depende muito mais da autoconfiança do que da semelhança física mesmo.

    A vingança mais cara da história

    Eles viralizaram nas redes, apareceram no telão, chegaram até a final do concurso “Torcedor do Jogo” dos Lakers. Mas perderam. Para uma criança.

    Imagina a frustração? Tom não conseguiu esquecer: “Ficou na minha cabeça que a gente não ganhou o Torcedor do Jogo. Aí decidimos fazer um upgrade nos ingressos pra ter mais vantagem dessa vez.”

    Upgrade é pouco. Os caras compraram ingressos courtside — do lado do banco do Houston Rockets — pro Jogo 1 dos playoffs. Estamos falando de mais de 100 mil dólares. Isso mesmo, meio milhão de reais pra assistir um jogo de basquete fantasiado.

    Sinceramente? Eu respeito a dedicação. É loucura, mas é uma loucura que eu admiro.

    LeBron aos 41 precisa da torcida (fake)

    O timing não podia ser pior pros Lakers. LeBron tá com 41 anos, Luka machucado (lesão no posterior da coxa) e Austin Reaves também no departamento médico. Contra o Rockets jovem e atlético, eles são zebra total.

    Mas Brandon tem fé: “Os Lakers vão ganhar hoje, mas mais importante, NÓS vamos ganhar o jogo. A gente não sabe quanto tempo o LeBron ainda tem. Temos que presenciar a grandeza.”

    Durante o aquecimento, eles até tiraram foto com o Bronny. O moleque ali relaxando com versões alternativas do pai dele e do Luka — surreal demais.

    E aí, vocês acham que valeu a pena gastar essa fortuna toda só pra ganhar um concurso de torcedor? Eu tô curioso pra saber se pelo menos dessa vez eles levaram o prêmio. Porque se perderam de novo depois de gastar meio milhão…

    Uma coisa é certa: esses dois entenderam perfeitamente o que significa ser fã de NBA. Às vezes a gente faz umas loucuras que nem a gente mesmo entende direito.

  • Kennard explode, LeBron comanda e Lakers surpreendem os Rockets

    Kennard explode, LeBron comanda e Lakers surpreendem os Rockets

    Mano, que jogaço foi esse dos Lakers ontem! Luke Kennard simplesmente resolveu virar o Michael Jordan dos playoffs e anotou 27 pontos – recorde pessoal dele na pós-temporada. E o LeBron? Aos 41 anos, o cara ainda tá aí comandando o show com 19 pontos e 13 assistências. Os Lakers venceram os Rockets por 107-98 no primeiro jogo da série, e olha que foi sem os dois principais pontuadores do time.

    Sinceramente, eu não esperava essa. Com Luka Dončić e Austin Reaves machucados desde o dia 2 de abril, todo mundo achava que os Lakers iam sofrer. Do outro lado, Kevin Durant também ficou de fora por causa de uma pancada no joelho. Ou seja, os dois times principais jogadores ficaram no banco.

    A noite mágica do Kennard

    O Kennard veio de Atlanta em fevereiro e tava sendo usado como reserva, mas cara… que explosão foi essa? Acertou 4 bolas de três e converteu 9 dos primeiros 12 arremessos. O cara que é conhecido como o melhor arremessador de três da NBA mostrou por que tem essa fama.

    “Tem que ser um esforço coletivo”, disse o LeBron depois do jogo, começando sua 19ª pós-temporada na carreira. “Quando você perde tanto poder de fogo como estamos perdendo com AR e Luka fora, todos nós temos que fazer nosso trabalho e talvez um pouco mais.”

    Lakers dominaram nos arremessos

    A diferença do jogo foi brutal: Lakers acertaram 60,6% dos chutes enquanto os Rockets fizeram só 37,6%. Isso aí é o que eu chamo de noite inspirada! E olha que os Lakers tentaram apenas 66 arremessos – o menor número em um jogo da NBA nas últimas três temporadas.

    DeAndre Ayton colaborou com 19 pontos e 11 rebotes, enquanto Marcus Smart ainda acrescentou 15 pontos com 4 bolas de três. Do lado dos Rockets, Alperen Şengün fez 19 pontos, Jabari Smith Jr. teve um double-double (16 pontos e 12 rebotes) e Amen Thompson contribuiu com 17.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem manter esse nível sem suas estrelas principais? O jogo 2 é na terça-feira em Los Angeles, e uma coisa é certa: essa série tá longe de estar decidida. Mas que começo surpreendente dos Lakers, isso foi!

    Ah, e um detalhe que me chamou atenção: Bronny James entrou no segundo quarto pra jogar ao lado do pai. Imaginem a emoção desse momento – os dois James juntos nos playoffs pela primeira vez!