Tag: LeBron James

  • LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    Cara, vocês lembram do Project B? Aquela liga meio misteriosa que tava tentando revolucionar o basquete mundial? Pois é, agora ficou mais sério. Maverick Carter — o cara que cuida dos negócios do LeBron há décadas — voltou como conselheiro da parada.

    E olha só o que o co-fundador Grady Burnett falou pro The Athletic: eles querem “estender a carreira de jogadores estabelecidos”. Traduzindo? Tão de olho nos veteranos da NBA que ainda têm muito basquete pra mostrar mas talvez queiram algo diferente.

    O plano é ambicioso demais

    Sinceramente? Eu não sei se acredito nessa história toda. A ideia é lançar divisões masculina e feminina em novembro, rodando até abril em sete cidades da Ásia, Europa e América do Sul. Tudo transmitido pelo YouTube.

    Mas aqui vem o detalhe que me deixa maluco: a liga masculina vai rolar AO MESMO TEMPO que a NBA. Ou seja, qualquer jogador da NBA que quiser participar vai ter que escolher — ou fica na melhor liga do mundo ou vai pra essa aventura nova.

    As regras da NBA nem permitem que os caras assinem com outras organizações. Como é que vai funcionar isso?

    LeBron no centro da polêmica

    O King vai ser agente livre no final desta temporada e — pasmem — não tá mais interessado em comprar uma franquia de expansão da NBA em Las Vegas. Coincidência? Eu acho que não.

    Por enquanto, os caras confirmaram que ainda não falaram com LeBron sobre jogar na liga. Mas convenhamos, com o Carter de volta e aquele vídeo do Instagram que circulou no verão passado com LeBron, Raznatovic (agente do Jokic) e o pessoal do Project B… a coisa tá ficando interessante.

    Na divisão feminina eles já pescaram peixes grandes: Alyssa Thomas, Jonquel Jones e Nneka Ogwumike. E os jogadores vão ganhar participação acionária na liga — não é só salário, é sociedade mesmo.

    Vocês acham que isso vai pra frente? Uma liga concorrendo diretamente com a NBA me parece loucura, mas com esse pessoal envolvido… sei não, viu. Pode ser que a coisa seja mais séria do que parece.

  • J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    Vocês lembram daquela foto do LeBron chegando no ginásio do Heat carregando um vinil do J. Cole? Pois é, finalmente descobrimos o que rolou por trás daquela cena que virou meme.

    Era 19 de março, Lakers visitando Miami, e o King apareceu no Kaseya Center todo estiloso — bermuda, camisa de botão manga curta, bucket hat — mas o que chamou atenção mesmo foi o vinil do “The Fall-Off” na mão direita dele. Galera achou que era só pose, né? Que nada.

    O verdadeiro motivo por trás do vinil

    No podcast “7PM in Brooklyn” do Carmelo Anthony, o próprio J. Cole (nome real: Jermaine Cole) explicou tudo. “Ele levou o vinil do The Fall-Off para eu assinar”, disse o rapper. Simples assim.

    Mas a história vai muito além disso. O Cole contou que entrou em contato com o LeBron porque estaria no jogo e queria que seus filhos conhecessem o ídolo. E olha só — o filho mais velho do rapper é fã número 1 do LeBron! “Meu mais velho tá entrando no basquete e o Bron é o cara dele. Mandei mensagem e ele, na maior boa, topou fazer isso”, explicou Cole.

    O encontro que mudou tudo

    Cara, a parte mais emocionante da história foi quando o J. Cole falou sobre ver os próprios filhos conhecendo o “super-herói” deles. O jogo foi absurdo, por sinal — Lakers ganhou por 134 a 126, com Luka Dončić metendo SESSENTA pontos (sim, sessenta!) e LeBron fazendo um triple-double discreto: 19 pontos, 15 rebotes e 10 assistências.

    “Esse cara tava me fazendo um favor gigante… Foi a sensação mais louca ver meus filhos conhecendo um super-herói — era minha primeira vez fazendo algo assim”, desabafou Cole. E aí que vem a reflexão mais linda: “Me fez valorizar todas as vezes que um pai trouxe o filho pra eu assinar alguma coisa ou tirar foto. Agora eu entendo o que aqueles pais sentiam.”

    Sinceramente, que história massa. O LeBron continua provando que é gigante dentro e fora das quadras. E vocês, já tiveram algum encontro marcante com um ídolo assim?

    “The Fall-Off” é o sétimo álbum de estúdio do J. Cole, lançado em 6 de fevereiro com 24 faixas e participações de Future, Tems, Erykah Badu e outros monstros. E o King? Tá aí firme e forte na temporada 2025-26 com médias de 21 pontos, 5.9 rebotes e 6.9 assistências. Aos 41 anos, o cara não para.

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Cara, essa é dessas declarações que te fazem parar tudo e pensar: será que eu ouvi direito? Andre Iguodala, aquele mesmo que foi MVP das Finais de 2015 pelos Warriors contra o LeBron e os Cavs, mandou a real no podcast “Roommates Show” dos caras do Knicks. E olha, a resposta dele quando perguntaram o que aquele prêmio significou pra ele foi de quebrar o queixo:

    “Sinceramente? Nada.”

    Nada. O cara que saiu do banco e virou herói nas três últimas partidas da série, que freou o LeBron quando ninguém conseguia, que foi FUNDAMENTAL pro primeiro título dos Warriors na era moderna… e fala que não significou nada.

    O sacrifício que ninguém vê

    Mas calma, antes de sair xingando o Iguodala, deixa eu explicar o raciocínio do monstro. Ele tava falando da dificuldade de ser “aquele cara” do time – sabe, o que faz a parada funcionar mas que estatisticamente não aparece tanto.

    “Todo time precisa ter aquele cara que vai se sacrificar pelo bem maior da equipe. Mas aí todo mundo vai pegar os seus números e receber bem, menos você”, disse ele. E mano, isso é real demais. Durante a temporada regular de 2014-15, o Iggy fez apenas 7,8 pontos por jogo. Saindo do banco, fazendo o trabalho sujo.

    Na minha visão, isso é uma das maiores injustiças do basquete moderno. O cara que faz a defesa, que conecta as jogadas, que aceita um papel menor pelo time… na hora da renovação, os GMs só olham os números no papel. “Sete pontos? Qualquer um faz isso.” Não, chefe. Não faz não.

    A luta interna que quase mudou tudo

    Agora vem a bomba: Iguodala quase pediu trade três vezes durante aquela temporada. Três vezes! O Steve Kerr chegou pro cara e falou “você é melhor saindo do banco” depois de um pré-temporada absurdo. Imagina a frustração.

    “Eu achava que era o segundo melhor jogador do time depois da pré-temporada”, contou ele. “Nunca tinha saído do banco na carreira. É um ritmo completamente diferente.”

    E olha que ironia: o cara ficou desconfortável a temporada toda, só foi se encontrar mesmo na terceira rodada dos playoffs. Daí nas Finais? Monstro total. 16,3 pontos, 5,8 rebotes e 4,0 assistências por jogo contra os Cavs. E mais importante que os números: ele foi quem conseguiu incomodar de verdade o LeBron naquele período.

    Vocês acham que o Iguodala tem razão em minimizar o prêmio assim? Eu entendo o ponto dele sobre o sacrifício, mas cara… MVP das Finais da NBA é MVP das Finais da NBA. Não dá pra fingir que isso não é gigante.

    No final das contas, o próprio Iggy admite que “funcionou do jeito que tinha que funcionar”. E funcionou mesmo – aquele título de 2015 foi só o começo da dinastia Warriors. Mas essa declaração dele mostra o lado mais humano de uma das conquistas mais icônicas da década passada. Às vezes o que parece um sonho realizado por fora pode ser bem mais complicado por dentro.

  • LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    Mano, o LeBron James não perdoa ninguém mesmo. No último episódio do podcast “Mind the Game” com o Steve Nash e o Austin Reaves, o Rei simplesmente mandou uma dessas que me fez dar uma risada alta aqui em casa.

    “Temos que trazer o Luke Kornet pra falar sobre o Magic City”, falou o LeBron, se referindo àquela polêmica toda que rolou há umas semanas com o Atlanta Hawks querendo fazer uma homenagem a uma casa noturna famosa de lá.

    Pra quem não lembra (ou fingiu que não viu), o Kornet, que joga pelo San Antonio Spurs, meteu o louco e criticou publicamente a promoção do Hawks. O cara basicamente disse que não curtiu a ideia da franquia homenagear o Magic City, que é um strip club icônico de Atlanta. E olha, o tiro saiu pela culatra mesmo — a NBA cancelou a promoção toda.

    A zoeira não tem limites

    O Nash ainda completou a piada: “Vamos bater o laptop”, fazendo referência ao jeito que eles encerram o podcast. Cara, essa dupla no podcast tá imperdível mesmo.

    Sinceramente? Eu adoraria ver essa entrevista acontecendo de verdade. Imagina o Kornet tentando explicar a posição dele enquanto o LeBron fica só na resenha. Seria épico, mas pelo tom da zoeira, acho que o King só tava sacaneando mesmo.

    O Al Horford, ex-companheiro do Kornet no Celtics, também apoiou o pivô na época. Dois caras religiosos se posicionando — eu respeito a opinião deles, mas admito que fiquei curioso pra ver como seria essa promoção.

    No final das contas, todo mundo ganhou

    O Hawks acabou vendendo as camisetas e os chicken wings do Magic City na arena mesmo assim. Ou seja, o marketing funcionou de um jeito ou de outro. E os Spurs? Esses monstros tão destruindo geral nas últimas semanas e devem garantir a segunda colocação no Oeste.

    Vocês acham que o LeBron deveria mesmo trazer o Kornet no podcast? Eu pagaria pra ver essa conversa — desde que fosse tudo na boa, claro. O que vocês acham dessa polêmica toda?

  • NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    Olha, a situação do Cade Cunningham virou uma bomba na NBA e agora a associação dos jogadores tá batendo o pé pra mudar essa regra dos 65 jogos. E não é pra menos, né?

    O cara do Detroit tá fazendo uma temporada ABSURDA — provavelmente a melhor da carreira dele — mas pode ficar de fora de todas as premiações individuais por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo: pulmão colapsado. Uma lesão completamente fora do controle dele.

    A regra que tá pegando todo mundo

    Cunningham jogou 61 partidas até agora e precisa chegar nos 65 pra ser elegível pras premiações principais (MVP, All-NBA, essas paradas). Com a lesão que ele teve, vai ser praticamente impossível bater essa marca. E aí que a NBPA entrou com tudo.

    “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham após uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”, disse o sindicato. Cara, quando eles falam assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    E o Cunningham não tá sozinho nessa, viu? O LeBron James — 21 anos consecutivos no All-NBA — vai ter a sequência quebrada. O Giannis perdeu muitos jogos, o Curry também. Até o Jokic e o Wemby, que são candidatos ao MVP, tão na corda bamba.

    Por que essa regra existe?

    Olha, a regra foi criada com boa intenção. Era pra acabar com esse negócio de “load management” — jogadores descansando jogos importantes só por estratégia. Mas tá pegando quem realmente se machucou, e isso não faz sentido nenhum.

    O Donovan Mitchell resumiu bem: “Não é como se os caras tivessem descansando e perdendo esses jogos. São lesões legítimas”.

    Na minha visão, a NBPA tá certíssima. Tem que ter algum tipo de exceção pra lesões significativas. Imagina você fazendo a temporada da sua vida e ficar de fora das premiações por causa de uma lesão que nem você provocou?

    E aí, vocês acham que a NBA vai ceder e mudar a regra? Ou vão manter essa rigidez toda mesmo com casos como o do Cunningham?

  • LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    Gente, eu quase não acreditei quando vi que o LeBron ficou zerado no primeiro tempo contra o Detroit. Zero pontos. O cara que já fez de tudo nessa liga, simplesmente não pontuou no primeiro tempo — algo que só aconteceu três vezes na carreira dele, sendo a primeira desde 2010!

    Os Lakers saíram perdendo por 65-52 no intervalo, e sinceramente, deu até um desespero vendo aquele placar. Mas aí que tá o lance: no segundo tempo, o time reagiu pra caramba. Quase virou o jogo, perdeu de 113-110 numa bola final que não entrou.

    “É o papel que eu tô fazendo”

    A resposta do LeBron depois do jogo foi bem direta, mas ao mesmo tempo deixou todo mundo pensativo. Ele falou que é “o papel que tô fazendo pro time” e que é assim que eles ganham jogos. Cara, imagina o Rei falando isso há 10 anos? Impensável.

    E olha, eu entendo o que ele quis dizer. Os Lakers estavam numa sequência de nove vitórias seguidas antes dessa derrota (absurdo, né?). O esquema tem funcionado: LeBron distribuindo o jogo, deixando o Luka Dončić e o Austin Reaves como principais opções ofensivas. Mas convenhamos, ver o James como terceira opção ainda é bizarro.

    Triple-double quase perfeito

    Mesmo sem pontuar no primeiro tempo, o monstro quase cravou um triple-double: 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Tá vendo? O cara aos 41 anos ainda consegue impactar o jogo de todas as formas possíveis.

    Na minha visão, isso mostra uma maturidade absurda do LeBron. Ele sabe que não é mais aquele garoto de Cleveland ou Miami que carregava o time nas costas. Agora ele tá jogando xadrez, pensando no que realmente importa: outro anel. E vocês acham que essa estratégia pode levar os Lakers longe nos playoffs?

    O mais louco é que quando ele quer pontuar, ainda consegue — meteu 30 pontos contra o Houston há uns dias atrás. Mas preferiu se adaptar ao que o time precisa. Isso é grandeza ou não é?

  • LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o LeBron James ficou em BRANCO no primeiro tempo contra o Detroit Pistons ontem à noite, quase cuspi meu café. Zero pontos. ZERO. Aos 41 anos, na 23ª temporada da carreira, o cara simplesmente decidiu não pontuar nos primeiros 24 minutos.

    E sabe qual foi a reação do JJ Redick? O técnico dos Lakers saiu defendendo o Rei como se nada tivesse acontecido.

    “Ele jogou de forma altruísta”

    “Achei que ele jogou de forma muito altruísta… Fez um bom trabalho de não apenas tentar pontuar, mas fazer a jogada certa como sempre faz, e ele terminou com 10 assistências”, disse Redick na coletiva pós-jogo.

    Sinceramente? Eu entendo o técnico. LeBron pode ter ficado no zero no primeiro tempo, mas o monstro distribuiu 6 assistências e pegou 4 rebotes nesse período. Não estava jogando mal — estava jogando DIFERENTE.

    No final das contas, terminou a partida com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Quase um triple-double num jogo “ruim”. Só o LeBron mesmo pra fazer isso parecer normal.

    Lakers perderam por pouco

    A derrota por 113-110 pro Detroit doeu, não vou mentir. Os Lakers ainda estão na terceira posição do Oeste com 46-26, mas toda derrota nessa reta final pesa.

    Austin Reaves foi o cestinha da noite com 24 pontos, e o Luka Doncic (espera, que Luka? Deve ser algum erro no texto original) colaborou também. O que importa é que cinco caras pontuaram em dois dígitos, mostrando que o time não depende só do LeBron pra funcionar.

    E aí, pessoal — vocês acham que com 41 anos o LeBron ainda pode carregar esse time nos playoffs? Porque pela forma que ele distribuiu a bola ontem, tá claro que o cara ainda tá vendo o jogo dois tempos à frente de todo mundo.

    O próximo teste é contra o Indiana Pacers na quarta-feira. Vamos ver se o Rei volta a pontuar no primeiro tempo ou se vai continuar nessa de facilitador-mor.

  • LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso hoje, mas os Detroit Pistons acabaram com a sequência de nove vitórias seguidas dos Lakers. E olha que não foi moleza — 113 a 110 em Detroit, num jogo que teve de tudo.

    O mais impressionante? Os Pistons estão voando mesmo sem o Cade Cunningham, que tá fora por tempo indeterminado com um pulmão colapsado (situação bem complicada mesmo). Oito vitórias em dez jogos sem o cara que muita gente considera candidato ao MVP. Absurdo.

    LeBron reconhece a real

    E foi o próprio LeBron quem botou os pingos nos “is”: “Eles são super físicos, super rápidos, jogam bem, executam bem e são bem treinados. Nenhuma diferença. A única diferença óbvia é que você tem um jogador de calibre MVP fora”.

    Sinceramente? Achei que o King ia minimizar a situação, mas não. Ele foi direto: quando você tem um time bem estruturado, os caras se reinventam. E é exatamente isso que tá rolando em Detroit.

    O LeBron mesmo teve uma noite estranha — zerou no primeiro tempo e terminou “apenas” com um double-double: 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências. Pro padrão dele, foi quase um jogo off.

    Daniss Jenkins virou estrela de uma noite

    Mas o cara que realmente brilhou foi o Daniss Jenkins. Mano, 30 pontos (recorde pessoal na carreira!), acertando 11 de 18 arremessos e 4 de 5 de três. Oito assistências ainda por cima.

    É isso que o LeBron tava falando — quando um cara sai, outro aparece. Jenkins tá aproveitando a oportunidade e fazendo o trabalho sujo que o Cade faria.

    Os Lakers ainda tentaram a virada. Austin Reaves fez uma cesta importante faltando 30 segundos e colocou LA na frente por 110 a 109. Mas aí o Jenkins apareceu de novo com uma bandeja e dois lances livres que definiram a parada.

    E vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo até Cade voltar? Porque com 52 vitórias e 19 derrotas, eles já garantiram vaga nos playoffs e tão mostrando que não são mais aquele time piada de alguns anos atrás.

    Marcus Sasser, Caris LeVert, Kevin Huerter, Javonte Green… tem peça de qualidade no banco. E com esse sistema que eles montaram, qualquer um pode explodir num jogo.

    Agora é esperar pra ver se os Lakers conseguem se recuperar dessa ou se o baque vai afetar o ritmo pro final da temporada regular.

  • LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    Cara, que jogaço foi esse dos Pistons ontem! Quebrar uma sequência de nove vitórias dos Lakers não é brincadeira, e ainda por cima sem o Cade Cunningham. Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse segurar a pressão no final, mas os caras foram monstros.

    O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar protagonista na hora H. 30 pontos — recorde pessoal dele — incluindo umas cestas decisivas no último quarto que deixaram todo mundo de boca aberta. O moleque jogou como um veterano, não dá pra acreditar.

    LeBron reconhece: Detroit tá voando

    E olha só o que o King falou depois da derrota: “Você tem que dar crédito onde o crédito é devido. Eles são o time número 1 do Leste. Têm um time muito bom, mesmo com seu jogador All-NBA fora. Eu dou muito crédito pra eles”.

    Mano, quando o LeBron fala isso, é porque o time realmente tá jogando bola mesmo. O cara já viu de tudo nessa liga, então quando ele reconhece o trabalho dos Pistons, é sinal de que Detroit tá no caminho certo.

    E não foi moleza não — os Lakers reagiram e quase viraram o jogo. Detroit tinha 16 pontos de vantagem e viu os caras de roxo e dourado colarem no placar. Mas a diferença foi justamente essa: compostura. Os Pistons não se desesperaram quando a coisa apertou.

    Profundidade que impressiona

    O que mais me chamou atenção foi como o time todo contribuiu. O Jalen Duren fez um double-double tranquilo (20 pontos e 11 rebotes), mas o legal é que sete jogadores marcaram pelo menos 6 pontos. Isso é coisa de time maduro, galera.

    Quatro vitórias seguidas e apenas uma derrota nos últimos oito jogos. Com esse 52-19, os Pistons estão consolidados no topo do Leste e já garantiram vaga nos playoffs. Quem diria, né? Detroit voltando a ser respeitado na NBA.

    O problema agora é que vem pedreira pela frente: Hawks, Pelicans, Timberwolves, Thunder e Raptors. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo mesmo sem o Cunningham? Eu tô começando a acreditar que sim — esse time tem uma química absurda.

    E o Cade vai ficar fora por um tempo por causa de um pulmão colapsado, coisa séria. Mas como o próprio LeBron falou, eles têm jogado muito bem mesmo sem ele. Isso mostra o quanto esse elenco evoluiu.