Tag: LeBron James

  • LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    Olha, quando o LeBron fala desse jeito, é porque a coisa tá séria mesmo. Às vésperas do jogo 1 dos playoffs contra o Houston Rockets, o Rei não teve papas na língua e mandou um recado bem direto pros companheiros de Lakers sobre o rebote.

    “A mensagem é: metam o rabo lá dentro, façam o bloqueio e peguem o rebote”, disparou LeBron após o treino de quinta-feira. “Vocês não precisam de mensagem não, somos todos homens adultos, façam o trabalho de vocês.”

    E não é que ele tem razão? Os números não mentem, pessoal.

    Houston = máquina de rebote

    Os Rockets chegam nos playoffs como o melhor time de rebote da liga: 48,1 por jogo. Os Lakers? Cara, 27º lugar com apenas 41 rebotes por partida. É uma diferença absurda que pode decidir a série.

    “Eu não tenho mensagem. Eles são o melhor time de rebote dos últimos 25 anos. O que vocês querem que eu fale?”, completou LeBron, sendo bem realista sobre o desafio.

    Houston tem um lineup gigantesco com Kevin Durant, Alperen Sengun, Amen Thompson e Jabari Smith Jr. Enquanto isso, os Lakers perderam peças importantes no rebote como Austin Reaves (espera, acho que houve confusão no texto original aqui, mas enfim…).

    Preparação old school

    O técnico JJ Redick não tá brincando em serviço. Na terça-feira, ele botou o time pra fazer aqueles drills clássicos de bloqueio e rebote – sabe aqueles treinos “raiz” que todo mundo odeia mas que funcionam?

    LeBron curtiu a pegada dos últimos treinos: “Tivemos dias muito bons. Ainda temos mais um amanhã e um tempinho no sábado pra se preparar pro jogo 1. Mas são os playoffs, é o que a gente esperava… é basquete competitivo de verdade.”

    E tem um detalhe histórico rolando: se os Lakers passarem dessa fase, LeBron vai empatar com John Stockton e Karl Malone em participações nos playoffs – 19 vezes. Monstro demais, né?

    Mas pra ele, a receita não muda: “Nada muda pra mim da temporada regular pros playoffs, só o foco que fica ainda mais intenso. Mas minha preparação continua a mesma.”

    Vocês acham que essa pegada direta do LeBron vai funcionar? Sinceramente, acho que os Lakers precisam mesmo dessa mentalidade “casca grossa” se quiserem ter alguma chance contra esse Houston gigantesco.

  • Metta World Peace avisa: não durmam no ponto com os Lakers

    Metta World Peace avisa: não durmam no ponto com os Lakers

    Olha só quem resolveu dar pitaco nos playoffs: Metta World Peace. E cara, quando esse cara fala de Lakers vs Rockets, a gente escuta — afinal, ele jogou pelos dois times e sabe o que tá falando.

    O ex-jogador tá vendo todo mundo dormindo com os Lakers por causa das lesões do Luka Doncic and Austin Reaves. Mas na visão dele, galera tá subestimando demais o Lake Show. E eu concordo com ele.

    Bronny cresceu e Knecht tá pegando fogo

    A análise do World Peace foi bem certeira: “Eu vejo muita gente dormindo com os Lakers. Sei que o Luka tá se recuperando, mas vocês têm um elenco ali. O Bronny James tá jogando melhor. Ele não é o que vocês pensavam, e não é mais aquele rookie perdido. E tem o Dalton Knecht também — aquele lança-chamas saindo do banco.”

    Sinceramente, o cara tem razão. O Bronny realmente evoluiu muito desde o início da temporada, e o Knecht… meu Deus, que arremesso de 3 é esse? O garoto simplesmente não erra quando entra em quadra.

    LeBron aos 41 ainda é monstro

    Mas vamos falar do óbvio: LeBron James aos 41 anos continua sendo LeBron James. O cara teve 53 vitórias numa temporada cheia de lesões e garantiu a quarta posição. Isso não é sorte, é craque puro.

    Do outro lado, Houston fez 52 vitórias e pegou a quinta colocação. Kevin Durant e Alperen Sengun comandaram bem o time, mesmo com Fred VanVleet e Steven Adams machucados. Vai ser um confronto interessante — duas equipes que sabem jogar mesmo com peças importantes fora.

    World Peace conhece os dois lados da moeda. Ganhou título com os Lakers em 2010 (que time absurdo aquele com Kobe e Pau Gasol) e também defendeu Houston. Quando ele fala que a série vai ser boa, pode apostar que será mesmo.

    O primeiro jogo rola dia 18 de abril, às 20h30. E aí, vocês acham que o LeBron consegue mais uma vez surpreender nos playoffs ou Houston leva a melhor?

  • Ex-jogador da NBA vai se declarar culpado por vender informações do LeBron

    Ex-jogador da NBA vai se declarar culpado por vender informações do LeBron

    Olha só que história absurda: Damon Jones, que jogou 11 temporadas na NBA e foi assistente técnico do Cleveland Cavaliers, vai se declarar culpado de apostas esportivas ilegais. E não é qualquer coisa não — o cara estava vendendo informações privilegiadas sobre jogadores, incluindo o próprio LeBron James.

    Jones estava trabalhando como treinador pessoal de arremesso do LeBron quando tudo isso aconteceu. Imagina a confiança que o King depositava nele, e o cara usando isso pra ganhar uma grana nas apostas? Sinceramente, é de dar nojo.

    O esquema era mais sujo do que você imagina

    O FBI descobriu essa bagunça toda em outubro passado, numa investigação que resultou em mais de 30 prisões. Jones está envolvido em dois casos separados — um sobre informações privilegiadas (que é onde ele vai se declarar culpado) e outro ainda mais pesado envolvendo jogos de pôquer ilegais com ligação à máfia. Nesse segundo caso, até o Chauncey Billups tá metido.

    Mas vamos focar no primeiro caso, que é onde a coisa fica realmente nojenta. Em fevereiro de 2023, no dia de um jogo entre Lakers e Bucks, Jones mandou uma mensagem pra um comparsa dizendo algo como: “Faz uma aposta grande no Milwaukee hoje antes da informação vazar! [Jogador 3] está fora hoje. Aposta o suficiente pro Djones comer.”

    Esse “Jogador 3” era o LeBron, que acabou não jogando naquela noite. Os Lakers perderam por 115-106. Vocês acham que é coincidência?

    Terry Rozier também tá na sujeira

    Jones não tava sozinho nessa. Terry Rozier, que jogava no Charlotte Hornets na época, também tá sendo processado no mesmo caso. O cara supostamente passou informação privilegiada sobre ele mesmo sair mais cedo de um jogo por causa de uma lesão no pé, em março de 2023.

    Os apostadores usaram essa informação pra apostar mais de 200 mil dólares em apostas “under” do Rozier — ou seja, apostaram que ele não ia atingir certas estatísticas. E olha que ele jogou apenas nove minutos naquele jogo. Que coincidência, né?

    O Miami Heat dispensou o Rozier no início do mês, e ele ainda tá afastado da NBA. Tanto ele quanto Jones inicialmente se declararam inocentes, mas agora Jones vai mudar o tom.

    A audiência tá marcada

    A audiência pra mudança de declaração do Jones tá marcada pro dia 28 de abril. Ele é o primeiro réu nesse caso de informações privilegiadas a sinalizar que vai se declarar culpado.

    Cara, eu acompanho NBA há anos e já vi muita coisa, mas isso aqui é de outro nível. A confiança que existe entre jogadores e sua equipe técnica é sagrada. Jones tinha acesso direto ao LeBron, sabia de tudo que rolava nos bastidores dos Lakers, e usou isso pra se beneficiar nas apostas.

    É o tipo de coisa que mancha não só a carreira do cara, mas todo o esporte. E aí, vocês acham que a pena vai ser pesada? Porque pelo que tô vendo, deveria ser.

  • Ex-NBA Damon Jones vai confessar culpa em escândalo de apostas

    Ex-NBA Damon Jones vai confessar culpa em escândalo de apostas

    Olha, essa história está ficando cada vez mais suja. Damon Jones, ex-jogador que passou por 10 times da NBA em 11 temporadas, decidiu mudar de estratégia e vai confessar culpa no caso do escândalo de apostas que envolve informações privilegiadas sobre LeBron James e Anthony Davis.

    O cara que em novembro de 2025 tinha se declarado inocente, agora pediu uma audiência para mudar seu depoimento. Está marcado para 28 de abril, segundo documentos do tribunal divulgados pela ABC News.

    A sujeira toda

    A acusação é pesada: Jones teria vendido informações privilegiadas sobre lesões de jogadores para apostadores. Não é brincadeira não. Estamos falando de LeBron James e Anthony Davis – dois dos maiores nomes da liga.

    O primeiro caso aconteceu antes do jogo Lakers x Bucks em 9 de fevereiro de 2023. Jones, que na época tinha uma relação próxima com LeBron como assistente técnico não-oficial, mandou uma mensagem no grupo dos apostadores avisando que o Rei ia ficar fora. “Façam uma aposta grande no Milwaukee”, disse ele, pedindo ainda para apostarem o suficiente para ele ganhar uma parte dos lucros.

    E vocês acham que deu certo? Óbvio que sim. LeBron não jogou, Lakers perderam, e o esquema faturou alto.

    Não foi só uma vez

    Em janeiro de 2024, rolou outro lance suspeito. Marves Fairley, um dos apostadores do esquema, pagou 2.500 dólares para Jones por informações sobre Anthony Davis, que estava listado como “provável” para jogar.

    Só que dessa vez o tiro saiu pela culatra. Os caras acharam que Davis ia ficar fora, mas ele jogou e os Lakers ganharam. Fairley pediu o dinheiro de volta, mas Jones insistiu que a informação era “confiável”. Sinistro, né?

    O mais bizarro é que Jones também está envolvido em outro esquema – um jogo de pôquer manipulado junto com Chauncey Billups, técnico suspenso do Portland Trail Blazers. Nesse caso, ele mantém a declaração de inocência. Vai entender…

    Joseph Nocella Jr., procurador federal, não poupou palavras: “Os acusados transformaram o basquete profissional numa operação criminosa de apostas, usando informações privadas do vestiário e médicas para se enriquecer”.

    Sinceramente, é triste ver um cara que jogou na liga por mais de uma década se envolver nessa sujeira. E o pior é saber que isso pode estar acontecendo mais do que imaginamos. O que vocês acham? Será que outros jogadores e ex-jogadores estão metidos nisso também?

  • Luka volta da Espanha, mas Lakers podem ter que confiar no LeBron

    Luka volta da Espanha, mas Lakers podem ter que confiar no LeBron

    Olha, o Luka Dončić acabou de voltar pra Los Angeles depois de passar uns dias na Espanha fazendo uns tratamentos meio futuristas no músculo posterior da coxa esquerda. Platelet-rich plasma (PRP) e células-tronco — basicamente, o cara foi atrás de tudo que é tecnologia pra tentar acelerar a recuperação.

    A pergunta que não quer calar: será que ele vai conseguir voltar a tempo dos playoffs contra o Houston Rockets? Sinceramente, tô com o pé atrás.

    A realidade é dura pros Lakers

    Tanto o Luka quanto o Austin Reaves se machucaram no mesmo jogo contra o Thunder, dia 2 de abril. E olha, lesão grau 2 no posterior da coxa não é brincadeira — normalmente são 3 semanas no mínimo, mas pode facilmente virar 4 ou 5. O PRP pode ajudar? Talvez. Mas não existe milagre, né.

    O primeiro jogo da série é no sábado, e tudo indica que os Lakers vão ter que começar sem os dois caras. Isso significa uma coisa: LeBron James, aos 41 anos, vai ter que carregar o piano sozinho contra a sexta melhor defesa da liga. Cara, o Amen Thompson é um monstro defensivo — longo, atlético, desses que fazem a vida do armador virar um inferno.

    MVP sem prêmio?

    Aqui que fica mais doloroso ainda. O Luka teve uma temporada ABSURDA: 33.8 pontos por jogo (liderando a liga), 7.8 rebotes e 8.3 assistências. Números de MVP fácil. Só que por causa dessa lesão, ele ficou com 64 jogos — um a menos que o mínimo de 65 pra concorrer aos prêmios da temporada.

    Detalhe interessante: os Lakers entraram com um recurso alegando “circunstâncias extraordinárias” porque o Luka perdeu dois jogos no começo da temporada pra voar pra Eslovênia pro nascimento do filho dele. Ou seja, não foi por lesão. A decisão sai nas próximas 24 horas — vocês acham que a liga vai dar uma de coração mole?

    Na minha visão, sem Luka e Reaves, os Lakers viraram zebra completa contra Houston. E olha que depois do All-Star break, eles tavam com uma cara de time perigoso no Oeste. Agora? LeBron vai ter que fazer milagre (de novo).

  • Amazon Prime travou no pior momento possível do Play-In da NBA

    Amazon Prime travou no pior momento possível do Play-In da NBA

    Cara, que vergonha alheia foi essa ontem. Imagina você torcendo pro seu time no Play-In da NBA — aquele jogo que decide tudo, vida ou morte — e do nada a transmissão simplesmente… desaparece. Foi exatamente isso que rolou com o Amazon Prime no final da prorrogação entre Heat e Hornets.

    O momento? O PIOR possível. Charlotte vencendo por 123 a 120, faltando menos de um minuto pro fim do jogo. Aí a tela fica preta por quase um minuto inteiro. Um minuto! No Play-In! Sinceramente, eu teria quebrado a TV.

    LeBron e meio mundo surtaram junto

    E óbvio que a NBA inteira não perdoou. O LeBron foi direto ao ponto: “Me digam que o jogo não cortou agora?!!? Eu tô ficando louco??” O cara resumiu o sentimento de todo mundo assistindo.

    O Bill Simmons chamou a Amazon de “assassino em massa” (dramático, mas justo). E tem um cara que comparou com aquela vez que a CBS falhou na final do Masters — duas situações que ninguém esquece, pelos motivos errados.

    Na real, quando o sinal voltou, já tinham passado 26 segundos no relógio. Nesse tempo, os telespectadores perderam uma bandeja corrida do LaMelo Ball. Imagina perder uma jogada decisiva de um dos caras mais emocionantes da liga por causa de problema técnico?

    O novo acordo de TV já começou mal

    Olha, eu entendo que é início de parceria nova e tal, mas que primeira impressão horrível, hein Amazon? A NBA fez esse mega acordo de transmissão, todo mundo falando que era o futuro do esporte na TV… aí na primeira grande oportunidade, vocês fazem isso.

    O Dan Devine até zoou: “Acho que acabei de encontrar um pequeno problema com o novo acordo de mídia da NBA”. Pequeno problema é eufemismo, né amigo.

    E o pior: Play-In é tensão pura. Não é jogo da temporada regular que você pode dar uma relaxada. É eliminatória, é pressão, é tudo ou nada. Falhar justamente nesse momento… complicado.

    Vocês acham que isso vai virar meme eterno ou o pessoal vai esquecer? Porque eu tenho impressão que toda vez que a Amazon transmitir um jogo tenso, alguém vai lembrar disso aqui. Que estreia, ein?

  • Lakers sem Doncic e Reaves: JJ Redick já sabe que vai sofrer

    Lakers sem Doncic e Reaves: JJ Redick já sabe que vai sofrer

    Olha, se você torcedor dos Lakers estava esperando uma boa notícia sobre Luka Doncic e Austin Reaves, pode sentar que a coisa não tá fácil. JJ Redick foi direto ao ponto na coletiva de terça: “Eles estão fora por tempo indeterminado. Não vou ter novidades pra vocês esta semana.”

    Cara, quando um técnico fala assim, meio seco, você já sabe que a situação tá complicada mesmo.

    Reaves no gelo, Doncic na Espanha

    Austin Reaves tá se recuperando de uma lesão grau 2 no oblíquo esquerdo — daquelas que doem só de ouvir falar. O cara tava no centro de treinamento atirando lances livres de chinelo (sim, chinelo!), mas ainda vai ficar de 4 a 6 semanas parado. Lesão chatinha essa.

    Já o Luka tá na Espanha tomando injeções pra tratar uma lesão grau 2 no posterior da coxa. Pelo menos ele volta pra Los Angeles na sexta, um dia antes do jogo 1 contra os Rockets. Mas jogar? Aí já é outra conversa.

    LeBron vai ter que carregar o piano (de novo)

    Com os dois cestinhas principais machucados, sobra pro rei LeBron — que, diga-se de passagem, acabou de ganhar o prêmio de jogador da semana no Oeste. Aos 23 anos de carreira (!), o homem ainda tá aí carregando time nas costas.

    Mas Redick pelo menos não quer sobrecarregar o cara: “Temos outras opções além de só dar a bola pra ele e deixar atacar contra uma defesa armada toda posse.” Né, porque 40 anos tá chegando e o corpo não é de ferro.

    Houston não vai facilitar

    E os Lakers vão pegar logo os Rockets, que não são brincadeira não. Kevin Durant (quinto maior pontuador da história da NBA), Alperen Sengun fazendo dupla-dupla toda hora, e Amen Thompson — que é um monstro atlético de 2,01m.

    Redick tá focando no que realmente importa: “Cuidar da bola e brigar pelo rebote. Isso é a série.” Faz sentido, né? Os Rockets lideram a liga em rebotes totais (48,1 por jogo) e rebotes ofensivos (15,0). Os Lakers? 27º colocados no rebote. Ou seja: vai ter que suar muito.

    A pergunta que não quer calar: será que LeBron sozinho consegue levar essa série? Sinceramente, acho que vai ser difícil. Mas se alguém pode fazer milagre aos 40 anos, é ele mesmo.

    Jaxson Hayes pelo menos voltou aos treinos depois de quatro jogos fora por dor no pé. O cara sabe que vai ter que brigar muito com Clint Capela lá embaixo. “Sei que posso impactar com energia: correndo, pegando rebotes, marcando os grandões.”

    Sábado às 21h30 (horário de Brasília) começa o show. E vocês, acham que os Lakers conseguem sem suas duas estrelas do perímetro?

  • LeBron aos 41 tem que carregar os Lakers sozinho de novo — será que rola?

    LeBron aos 41 tem que carregar os Lakers sozinho de novo — será que rola?

    Cara, o LeBron James provavelmente pensou que não ia mais precisar fazer isso na vida. Depois de tantos anos carregando times medianos nas costas e transformando eles em máquinas de playoffs, o maior pontuador da história da NBA finalmente tinha encontrado seu lugar como coadjuvante nos Lakers. Com o Luka Dončić comandando o ataque e o Austin Reaves explodindo, o Rei de 41 anos estava curtindo um papel mais tranquilo.

    E funcionou absurdamente bem, né? Os Lakers fizeram uma sequência monstruosa de 16-2 em março, ganharam a Divisão do Pacífico e todo mundo começou a sonhar com uma possível briga contra Oklahoma City ou San Antonio nos playoffs.

    Aí veio a paulada.

    As lesões que mudaram tudo

    No primeiro jogo de abril, Dončić (problema no posterior da coxa) e Reaves (oblíquo) se lesionaram no mesmo jogo. Assim, do nada. Várias semanas fora, os dois astros que estavam carregando o time.

    E adivinha quem sobrou sozinho no spotlight? Nosso LeBron James, veterano de 23 temporadas na NBA, tendo que fazer o que ele sempre fez: impossível virar possível.

    “Tive que voltar para um papel que eu já conhecia no passado, mas obviamente não era o que estava fazendo esse ano”, disse o LeBron. “As circunstâncias me colocaram de volta aqui, e eu só estou tentando fazer as coisas acontecerem para a gente continuar vivo.”

    De volta ao “modo Cleveland”

    Olha, se tem alguém que sabe carregar time pesado nas costas, é o LeBron. Lembram de 2015, quando ele quase sozinho levou os Cavs até o jogo 6 das Finais contra os Warriors, sem Kyrie e sem Kevin Love? Ou então 2016, quando o cara liderou aquela virada histórica de 3-1 para dar o primeiro título de Cleveland?

    Agora aos 41 anos, depois de passar por problemas na coluna no começo da temporada e ficar fora dos primeiros 14 jogos, o homem jogou 60 dos últimos 68 jogos pelos Lakers. Absurdo.

    “Ele não teve apenas uma boa temporada, não teve uma grande — ele teve uma temporada extraordinária, considerando tudo”, falou o técnico JJ Redick. “Tire o fato de que ele está na 23ª temporada e tem 41 anos… é inacreditável o que ele fez esse ano.”

    E aí, vocês acham que o LeBron consegue segurar essa bronca até o Dončić e o Reaves voltarem? Sinceramente, se alguém pode fazer essa loucura, é ele. Mas não vou mentir — vai ser punk demais.

    O primeiro jogo dos playoffs contra o Houston Rockets é sábado à noite. Prepare o coração, porque vai ser aquele LeBron que a gente conhece: tentando fazer mais um milagre na carreira já cheia deles.

  • LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    Cara, o LeBron James simplesmente não para. Aos 40 anos — QUARENTA! — o cara ganhou o prêmio de jogador da semana mais uma vez, junto com Brandon Ingram que tá voando pelo Raptors. E olha, eu não consigo parar de pensar no absurdo que isso representa.

    Na semana 25, o King fez médias de 24 pontos, 6 rebotes e 9.7 assistências enquanto os Lakers fizeram 3-1. Mas o contexto é o que mais me impressiona: com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o LeBron assumiu um papel ainda maior na equipe. Aos 40. Quarenta anos, gente!

    Clube exclusivo dos quarentões

    Sabe quantos jogadores ganharam esse prêmio depois dos 40? Dois. LeBron e Michael Jordan. Só isso. O MJ ganhou duas vezes nas últimas semanas da carreira dele no Washington Wizards, mas mesmo assim… que companhia absurda pra estar, né?

    Sinceramente, eu já esperava que o LeBron fosse surpreender nessa idade, mas ver ele competindo no mais alto nível assim ainda me deixa de queixo caído. O cara é um monstro da longevidade.

    Brandon Ingram voando pelo Canadá

    Do outro lado, Brandon Ingram tá fazendo um trabalho sensacional no Raptors. Médias de 25.5 pontos e 6.5 rebotes, ajudando o time a fazer 3-1 na semana e garantir a 5ª colocação no Leste.

    O BI sempre teve talento — lembro quando era aquela promessa toda no Lakers —, mas agora no Raptors ele finalmente encontrou o espaço pra mostrar todo o potencial. E que timing perfeito, com a franquia canadense buscando uma vaga nos playoffs.

    Vocês acham que o Raptors consegue fazer barulho na pós-temporada com o Ingram jogando nesse nível? Eu tô começando a acreditar que sim, não vou mentir.

  • Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    E assim termina mais uma temporada regular da NBA! Os Lakers conseguiram a 4ª posição no Oeste mesmo com um monte de problema – Luka Dončić e Austin Reaves estão machucados e devem perder boa parte (ou tudo) dos playoffs. Mas cara, o LeBron ainda é um monstro absoluto aos 41 anos.

    Na minha visão, essa classificação já é uma vitória considerando as circunstâncias. O time do JJ Redick conseguiu duas temporadas consecutivas com 50+ vitórias, o que não é brincadeira no Oeste competitivo que a gente conhece.

    Como ficaram as conferências

    No Leste, Detroit surpreendeu geral terminando em primeiro – quem diria que os Pistons iam liderar a conferência? Boston ficou em segundo, seguido pelos Knicks. Já no Oeste, OKC manteve a liderança, San Antonio em segundo e Denver completando o top 3.

    Os Lakers pegaram Houston na primeira rodada. Sinceramente, sem o Luka e o Reaves, vai ser osso. Mas olha, nunca duvide de um LeBron em playoffs – o cara já nos surpreendeu tantas vezes que perdi as contas.

    Play-in e draft já na mira

    O formato do play-in continua o mesmo: 2º colocado pega o vencedor do jogo 7×8, enquanto o 1º colocado espera pelo vencedor da repescagem entre perdedor do 7×8 e vencedor do 9×10. Meio confuso? É, mas funciona.

    E já que falamos de futuro – os Lakers vão ter uma escolha de primeira rodada no draft, entre a 24ª e 25ª posição (vai ser decidido no cara ou coroa com os Knicks). Nada demais, mas em um draft que promete ser profundo, qualquer escolha pode render.

    Washington lidera as odds da loteria com 14% de chance da primeira escolha. Brooklyn e Indiana também têm 14%. Várias franquias claramente ‘tankaram’ essa temporada pensando no draft de 2026.

    Vocês acham que os Lakers conseguem passar dos Rockets mesmo desfalcados? Eu tenho minhas dúvidas, mas playoff é playoff – e LeBron em playoff é sempre imprevisível. Vamos ver se o Rei consegue mais uma mágica!