Tag: LeBron James

  • 9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    9 coisas que os Lakers precisam resolver nas últimas 9 partidas

    Olha, os Lakers voltaram pra casa com aquela sensação gostosa de dever cumprido — 5 vitórias em 6 jogos numa viagem de quase duas semanas. Tá, isso consolidou o 3º lugar deles no Oeste, mas sinceramente? Ainda tem MUITA coisa pra resolver antes dos playoffs chegarem.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular, vou listar aqui as questões que mais me preocupam (e empolgam) como fã dos Lakers:

    Rebote defensivo tá uma bagunça

    Cara, mesmo ganhando 13 dos últimos 15 jogos, o rebote defensivo dos Lakers despencou. Antes do All-Star break eles eram 7º lugar (70,3%), agora estão em 17º (68,9%). Em março então? 22º colocado. Vinte e dois!

    O JJ Redick falou a real: “A gente precisa parar de ficar só olhando a bola e conhecer melhor quem são os caras que vão brigar pelo rebote”. Traduzindo: tão dormindo na jogada.

    LeBron perseguindo mais um recorde histórico

    O Rei continua quebrando recordes como se fosse brincadeira. Já passou o Robert Parish em jogos disputados na temporada regular, e agora tá a DUAS vitórias de empatar com Kareem Abdul-Jabbar no recorde de vitórias combinadas (temporada regular + playoffs).

    São 1.226 vitórias do LeBron contra 1.228 do Kareem. Duas vitórias, gente. Duas! E olha que ele já é o maior vencedor dos playoffs na história (183 vitórias).

    Luka Dončić na corrida do MVP

    O esloveno tá simplesmente monstruoso em março. Média de 36,9 pontos por jogo, acertando 48,4% dos arremessos e 38,1% das bolas de três. Teve uma sequência de 11 jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos — recorde da carreira dele.

    Chegou até o 2º lugar na corrida do MVP antes de cair pra 4º. Vocês acham que ele consegue ultrapassar os favoritos?

    Saúde vs. resultados: o dilema final

    Os Lakers controlam o próprio destino pra garantir o 3º lugar no Oeste. Mas como gerenciar as lesões nessa reta final? O técnico JJ Redick foi direto: “Vamos com tudo, mas sendo inteligentes”.

    Marcus Smart já perdeu três jogos seguidos por causa do tornozelo. Rui Hachimura tava fora por problemas na panturrilha. DeAndre Ayton também teve que descansar por dores nas costas.

    Outras tretas pra acompanhar:

    Com 47-26 de campanha, se ganharem 6 dos últimos 9 jogos, terão a melhor temporada desde 2010-11 (57 vitórias). Jake LaRavia pode jogar os 82 jogos da temporada — algo cada vez mais raro na NBA moderna. E Austin Reaves tá tendo uma das temporadas mais eficientes de um armador na liga.

    Cara, eu tô ansioso demais pra ver como essa reta final vai desenrolar. Os Lakers têm potencial pra fazer barulho nos playoffs, mas precisam resolver essas questões básicas primeiro. E aí, vocês acham que eles conseguem chegar nos playoffs com esse embalo?

  • Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Cara, tem road trips que são só sobre ranking na temporada regular, e tem road trips que definem quem você realmente é. Essa sequência de seis jogos fora de casa dos Lakers? Fez algo muito mais perigoso — tirou todas as ilusões.

    E olha, o que sobrou foi um time que finalmente se entende de verdade.

    Luka na frente, LeBron no suporte — e funcionou

    Entre uma vitória madrugada adentro em Miami e uma tarde de risadas num campo de golfe na Flórida, os Lakers encontraram sua cara. Luka Doncic domina a pontuação (óbvio, né — o cara lidera a liga), mas agora Austin Reaves é o segundo maior pontuador do time, e LeBron James é o terceiro. Às vezes até quarto!

    Sabe o que mais me chamou atenção? O ataque não é mais democrático. É deliberado. Doncic é o motor, e tudo flui a partir do ritmo dele. Simples assim.

    E o Reaves? Mano, parece que tiraram um peso das costas dele. Ele sonda, hesita, ataca, improvisa — sem mais aquela sensação de que tá pisando no palco de alguém. Na vitória por 137-130 contra os Pacers (último jogo da road trip), o cara fez 25 pontos sendo que três titulares nem jogaram. Luka meteu 43, LeBron 23. Aos 41 anos, o Rei é a terceira opção ofensiva.

    LeBron evoluiu — não declinou

    Aqui que fica interessante, pessoal. LeBron não tá forçando mais o jogo a girar em torno dele. Ele tá escolhendo os momentos certos. Pega rebote como se tivesse 25 anos, comanda a defesa como se tivesse decorado o playbook de todos os times, e pontua com a paciência de quem sabe que a bola vai chegar na hora certa.

    E na maioria das noites, chega mesmo.

    Contra Indiana, foram 9 assistências e 9 rebotes pra acompanhar os pontos em dois dígitos. Quase um triple-double casual aos 41 anos. Absurdo, né?

    A química que ninguém vê

    Mas sabe onde essa identidade foi realmente construída? Nos momentos que ninguém filma. Tipo num campo de golfe em Orlando, onde LeBron tentava acertar a tacada com um jacaré olhando pra ele como se fosse o próximo lanche. E o Bronny entrando no quadro pra dar conselho pro pai sobre onde fazer o drop! (Morri de rir com essa.)

    Ou então vendo Luka — que raramente aparece jogando golfe — lá com os companheiros, errando tacada que nem amador, mas construindo algo que não aparece no placar mas aparece quando a pressão aperta.

    Vocês acham que essa nova dinâmica vai segurar na pressão dos playoffs? Porque uma coisa é funcionar na temporada regular, outra é quando cada posse vale ouro. Mas sinceramente, depois dessa road trip, tô começando a acreditar que eles acharam o caminho.

  • LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    LeBron: ‘Bronny mostrou que merece estar na NBA’ após jogaço

    Cara, o que rolou ontem à noite foi simplesmente emocionante. Bronny James jogou 13 minutos SIGNIFICATIVOS contra o Pacers, e o pai coruja LeBron não conseguia esconder o orgulho depois da vitória por 137-130.

    “Ele pertence à liga”, disse LeBron pra imprensa. E olha, depois de ver o garoto jogar desse jeito, eu tô começando a concordar cada vez mais.

    O momento chegou quando mais precisava

    JJ Redick precisou de ajuda no garrafão dos Lakers – time tava meio desfalcado – e decidiu apostar no Bronny. E que aposta! O moleque apareceu nos quatro quartos, fez 4 pontos, 1 assistência, 2 roubadas de bola e 1 toco. Mais importante que os números: Lakers tiveram +4 com ele em quadra.

    “Sentimos que era um jogo onde realmente precisávamos dele”, explicou Redick. “O atletismo dele, a defesa… estamos vendo o crescimento como jogador.” E complementou com algo que me arrepiou: Bronny tem sido “possivelmente o melhor jogador das últimas 3 ou 4 semanas nos treinos”.

    No final do quarto período, com os Pacers apertando o cerco, Bronny acertou um arremesso de média distância que aumentou a vantagem dos Lakers pra 15. Jogada clutch, monstro!

    A jornada até aqui não foi fácil

    Vamos ser sinceros: quando Bronny foi draftado na 55ª posição em 2024, muita gente questionou se não foi só pelo sobrenome. O garoto vinha de uma temporada complicada na USC depois daquele susto terrível com a parada cardíaca.

    Eram 60 jogos na NBA até aqui, média de 7 minutos por jogo, 2.2 pontos. Números de novato que ainda tá se encontrando na liga. Mas ontem? Ontem foi diferente.

    “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse LeBron, claramente emocionado. E cara, dá pra ver a diferença. O Bronny que entrou em quadra contra os Pacers não era mais aquele garoto assombrado pelos fantasmas do passado.

    E aí, vocês acham que o Bronny tem futuro como titular na NBA? Eu ainda acho cedo pra cravar, mas performances como essa mostram que ele pelo menos merece uma chance real de mostrar serviço. Os Lakers tão voando – 13 vitórias nas últimas 15 -, terceiro lugar no Oeste, e agora com a dupla pai e filho fazendo história em quadra.

    “Não consigo sonhar com algo melhor que isso”, confessou LeBron depois do jogo. “Ter minutos significativos, fazer jogadas importantes, e eu estar lá com ele… não consigo sonhar com uma sensação melhor.”

    Sinceramente? Eu também não conseguiria. Ver o próprio filho realizando o sonho junto com você, no maior palco do basquete mundial… isso não tem preço.

  • Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Cara, que noite foi essa do Bronny James! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço contra os Pacers e deixou todo mundo — incluindo o pai — de boca aberta. Na vitória dos Lakers por 137-130, ele entrou junto com o LeBron no final do terceiro quarto e mostrou por que merece estar na liga.

    A imagem dos dois parados na mesa do anotador, braços cruzados, esperando pra entrar juntos… meu, isso é cinema puro. E o LeBron não conseguiu segurar a emoção depois do jogo.

    “Ele pertence aqui”, diz o pai orgulhoso

    “Especialmente conhecendo o caminho, a estrada. Então, estou orgulhoso dele. Super orgulhoso. E ele pertence. Ele pertence aqui”, disparou LeBron pros jornalistas. Olha, eu que acompanho essa história desde o começo fiquei até arrepiado lendo isso.

    Mas o Bronny? Totalmente na dele. Aos 20 anos, já tá com o pé no chão sobre toda essa situação. “Já estou por perto dele e do basquete ao mesmo tempo há um tempo, então não é tão especial assim”, disse. “As primeiras vezes foram, claro, mas agora é meu segundo ano. Estou apenas tentando me provar.”

    Essa maturidade do garoto me impressiona. 16 meses jogando com o pai e ainda assim focado em construir a própria identidade.

    JJ Redick apostou alto e deu certo

    O técnico JJ Redick não tava brincando quando deu minutagem pra ele. Com o Marcus Smart machucado no tornozelo e o elenco desfalcado, ele precisava de energia defensiva e atletismo — e o Bronny entregou tudo isso e mais um pouco.

    “Senti que era um jogo que realmente precisávamos dele. Seu atletismo, sua defesa. Vimos isso no ano passado, e estamos vendo novamente este ano, apenas seu crescimento como jogador”, explicou Redick.

    E que crescimento! O menino fez uma defesa sólida no primeiro tempo, meteu uma enterrada de uma mão só pela linha de fundo (que foi absurda, por sinal) e ainda acertou um arremesso de média distância no finalzinho do quarto período que ajudou a selar a vitória.

    A volta por cima depois do susto

    Vocês lembram do susto que a gente levou em julho de 2023? Bronny teve uma parada cardíaca durante um treino na USC. Foi tenso demais. Mas depois da cirurgia pra corrigir um defeito congênito no coração, ele voltou mais forte.

    Na G League, tá fazendo média de 15.3 pontos com aproveitamentos de 54.6% nos arremessos de quadra, 42.1% nas bolas de três e 90.9% nos lances livres. Nada mal depois de um começo meio devagar, né?

    LeBron disse que recentemente notou um olhar familiar voltando pros olhos do filho. “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse o King. “Minutos reais e significativos. Eu não poderia sonhar com algo melhor que isso.”

    Sinceramente? Depois de tudo que esse garoto passou, ver ele brilhando na NBA ao lado do pai é de arrepiar. E aí, vocês acham que o Bronny vai conseguir uma vaga fixa no time principal dos Lakers essa temporada?

  • Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Cara, os Lakers simplesmente dominaram os Pacers ontem à noite. 137 a 130 em Indiana, fechando uma road trip de seis jogos com aproveitamento monstro de 5-1. A única escorregada foi contra os Pistons na segunda — mas sinceramente, depois do que vi ontem, aquilo foi só um tropeço mesmo.

    Luka show desde o primeiro quarto

    O Luka Dončić tava absolutamente inspirado, galera. Começou cedo metendo duas bolas de três e quando você viu, já tinha 21 pontos só no primeiro quarto. Vinte e um! E olha que ele ainda tinha o LeBron do lado distribuindo assist que nem confete — cinco assistências só na primeira metade.

    O que mais me impressionou foi a disciplina do time. Os caras não perderam UMA bola até o meio do segundo quarto. Uma. Isso é coisa de time que tá jogando sério, que quer resultado. E quando você vê os números — 56,2% de aproveitamento nos arremessos, 39,1% de três pontos, 29 assistências — você entende por que foi tão dominante assim.

    Bronny James fazendo a festa da torcida

    E vocês viram aquela enterrada do Bronny? O moleque voou na cesta que deixou o pessoal de Indiana de queixo caído. Imaginem a sensação: você tá perdendo feio em casa e ainda tem que aplaudir uma jogada dessas. (Deve ser mais ou menos como a gente se sentia quando o Kobe vinha jogar no Brasil e metia umas dessas, né?)

    O Jake LaRavia também merece destaque — começou o jogo roubando bola pra todo lado e ainda meteu uma enterrada logo de cara. Esses jovens tão com fome, e isso que faz a diferença.

    Austin Reaves tava numa defensiva absurda também. Seis roubos de bola entre ele e o LaRavia. Seis! Esse tipo de pressão defensiva que faz diferença em playoffs.

    Indiana tentou, mas era tarde demais

    Olha, tem que dar crédito aos Pacers também. Eles tentaram uma reação no final que quase funcionou — chegaram a diminuir pra sete pontos de diferença nos minutos finais. Pascal Siakam tava jogando bem até ser expulso faltando cinco minutos (e aí complicou tudo pra eles).

    Mas a real é que o jogo nunca esteve ameaçado. Os Lakers abriram 29 pontos de vantagem no terceiro quarto e aí é difícil, né? Por mais que o Indiana tenha corrido atrás, sempre dava a impressão de que LA tinha controle total da situação.

    E aí, galera — vocês acham que esse Lakers tem cara de time que vai longe nos playoffs? Porque depois de uma road trip dessas, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar bastante por aí. LeBron ainda jogando em alto nível, Luka dominando quando precisa, e esses jovens dando energia… pode dar zebra, hein?

  • LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    LeBron e sócio de volta no Project B: nova liga quer ‘aposentar’ NBA?

    Cara, vocês lembram do Project B? Aquela liga meio misteriosa que tava tentando revolucionar o basquete mundial? Pois é, agora ficou mais sério. Maverick Carter — o cara que cuida dos negócios do LeBron há décadas — voltou como conselheiro da parada.

    E olha só o que o co-fundador Grady Burnett falou pro The Athletic: eles querem “estender a carreira de jogadores estabelecidos”. Traduzindo? Tão de olho nos veteranos da NBA que ainda têm muito basquete pra mostrar mas talvez queiram algo diferente.

    O plano é ambicioso demais

    Sinceramente? Eu não sei se acredito nessa história toda. A ideia é lançar divisões masculina e feminina em novembro, rodando até abril em sete cidades da Ásia, Europa e América do Sul. Tudo transmitido pelo YouTube.

    Mas aqui vem o detalhe que me deixa maluco: a liga masculina vai rolar AO MESMO TEMPO que a NBA. Ou seja, qualquer jogador da NBA que quiser participar vai ter que escolher — ou fica na melhor liga do mundo ou vai pra essa aventura nova.

    As regras da NBA nem permitem que os caras assinem com outras organizações. Como é que vai funcionar isso?

    LeBron no centro da polêmica

    O King vai ser agente livre no final desta temporada e — pasmem — não tá mais interessado em comprar uma franquia de expansão da NBA em Las Vegas. Coincidência? Eu acho que não.

    Por enquanto, os caras confirmaram que ainda não falaram com LeBron sobre jogar na liga. Mas convenhamos, com o Carter de volta e aquele vídeo do Instagram que circulou no verão passado com LeBron, Raznatovic (agente do Jokic) e o pessoal do Project B… a coisa tá ficando interessante.

    Na divisão feminina eles já pescaram peixes grandes: Alyssa Thomas, Jonquel Jones e Nneka Ogwumike. E os jogadores vão ganhar participação acionária na liga — não é só salário, é sociedade mesmo.

    Vocês acham que isso vai pra frente? Uma liga concorrendo diretamente com a NBA me parece loucura, mas com esse pessoal envolvido… sei não, viu. Pode ser que a coisa seja mais séria do que parece.

  • J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    J. Cole revela o mistério do vinil que LeBron carregava

    Vocês lembram daquela foto do LeBron chegando no ginásio do Heat carregando um vinil do J. Cole? Pois é, finalmente descobrimos o que rolou por trás daquela cena que virou meme.

    Era 19 de março, Lakers visitando Miami, e o King apareceu no Kaseya Center todo estiloso — bermuda, camisa de botão manga curta, bucket hat — mas o que chamou atenção mesmo foi o vinil do “The Fall-Off” na mão direita dele. Galera achou que era só pose, né? Que nada.

    O verdadeiro motivo por trás do vinil

    No podcast “7PM in Brooklyn” do Carmelo Anthony, o próprio J. Cole (nome real: Jermaine Cole) explicou tudo. “Ele levou o vinil do The Fall-Off para eu assinar”, disse o rapper. Simples assim.

    Mas a história vai muito além disso. O Cole contou que entrou em contato com o LeBron porque estaria no jogo e queria que seus filhos conhecessem o ídolo. E olha só — o filho mais velho do rapper é fã número 1 do LeBron! “Meu mais velho tá entrando no basquete e o Bron é o cara dele. Mandei mensagem e ele, na maior boa, topou fazer isso”, explicou Cole.

    O encontro que mudou tudo

    Cara, a parte mais emocionante da história foi quando o J. Cole falou sobre ver os próprios filhos conhecendo o “super-herói” deles. O jogo foi absurdo, por sinal — Lakers ganhou por 134 a 126, com Luka Dončić metendo SESSENTA pontos (sim, sessenta!) e LeBron fazendo um triple-double discreto: 19 pontos, 15 rebotes e 10 assistências.

    “Esse cara tava me fazendo um favor gigante… Foi a sensação mais louca ver meus filhos conhecendo um super-herói — era minha primeira vez fazendo algo assim”, desabafou Cole. E aí que vem a reflexão mais linda: “Me fez valorizar todas as vezes que um pai trouxe o filho pra eu assinar alguma coisa ou tirar foto. Agora eu entendo o que aqueles pais sentiam.”

    Sinceramente, que história massa. O LeBron continua provando que é gigante dentro e fora das quadras. E vocês, já tiveram algum encontro marcante com um ídolo assim?

    “The Fall-Off” é o sétimo álbum de estúdio do J. Cole, lançado em 6 de fevereiro com 24 faixas e participações de Future, Tems, Erykah Badu e outros monstros. E o King? Tá aí firme e forte na temporada 2025-26 com médias de 21 pontos, 5.9 rebotes e 6.9 assistências. Aos 41 anos, o cara não para.

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Cara, essa é dessas declarações que te fazem parar tudo e pensar: será que eu ouvi direito? Andre Iguodala, aquele mesmo que foi MVP das Finais de 2015 pelos Warriors contra o LeBron e os Cavs, mandou a real no podcast “Roommates Show” dos caras do Knicks. E olha, a resposta dele quando perguntaram o que aquele prêmio significou pra ele foi de quebrar o queixo:

    “Sinceramente? Nada.”

    Nada. O cara que saiu do banco e virou herói nas três últimas partidas da série, que freou o LeBron quando ninguém conseguia, que foi FUNDAMENTAL pro primeiro título dos Warriors na era moderna… e fala que não significou nada.

    O sacrifício que ninguém vê

    Mas calma, antes de sair xingando o Iguodala, deixa eu explicar o raciocínio do monstro. Ele tava falando da dificuldade de ser “aquele cara” do time – sabe, o que faz a parada funcionar mas que estatisticamente não aparece tanto.

    “Todo time precisa ter aquele cara que vai se sacrificar pelo bem maior da equipe. Mas aí todo mundo vai pegar os seus números e receber bem, menos você”, disse ele. E mano, isso é real demais. Durante a temporada regular de 2014-15, o Iggy fez apenas 7,8 pontos por jogo. Saindo do banco, fazendo o trabalho sujo.

    Na minha visão, isso é uma das maiores injustiças do basquete moderno. O cara que faz a defesa, que conecta as jogadas, que aceita um papel menor pelo time… na hora da renovação, os GMs só olham os números no papel. “Sete pontos? Qualquer um faz isso.” Não, chefe. Não faz não.

    A luta interna que quase mudou tudo

    Agora vem a bomba: Iguodala quase pediu trade três vezes durante aquela temporada. Três vezes! O Steve Kerr chegou pro cara e falou “você é melhor saindo do banco” depois de um pré-temporada absurdo. Imagina a frustração.

    “Eu achava que era o segundo melhor jogador do time depois da pré-temporada”, contou ele. “Nunca tinha saído do banco na carreira. É um ritmo completamente diferente.”

    E olha que ironia: o cara ficou desconfortável a temporada toda, só foi se encontrar mesmo na terceira rodada dos playoffs. Daí nas Finais? Monstro total. 16,3 pontos, 5,8 rebotes e 4,0 assistências por jogo contra os Cavs. E mais importante que os números: ele foi quem conseguiu incomodar de verdade o LeBron naquele período.

    Vocês acham que o Iguodala tem razão em minimizar o prêmio assim? Eu entendo o ponto dele sobre o sacrifício, mas cara… MVP das Finais da NBA é MVP das Finais da NBA. Não dá pra fingir que isso não é gigante.

    No final das contas, o próprio Iggy admite que “funcionou do jeito que tinha que funcionar”. E funcionou mesmo – aquele título de 2015 foi só o começo da dinastia Warriors. Mas essa declaração dele mostra o lado mais humano de uma das conquistas mais icônicas da década passada. Às vezes o que parece um sonho realizado por fora pode ser bem mais complicado por dentro.

  • LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    Mano, o LeBron James não perdoa ninguém mesmo. No último episódio do podcast “Mind the Game” com o Steve Nash e o Austin Reaves, o Rei simplesmente mandou uma dessas que me fez dar uma risada alta aqui em casa.

    “Temos que trazer o Luke Kornet pra falar sobre o Magic City”, falou o LeBron, se referindo àquela polêmica toda que rolou há umas semanas com o Atlanta Hawks querendo fazer uma homenagem a uma casa noturna famosa de lá.

    Pra quem não lembra (ou fingiu que não viu), o Kornet, que joga pelo San Antonio Spurs, meteu o louco e criticou publicamente a promoção do Hawks. O cara basicamente disse que não curtiu a ideia da franquia homenagear o Magic City, que é um strip club icônico de Atlanta. E olha, o tiro saiu pela culatra mesmo — a NBA cancelou a promoção toda.

    A zoeira não tem limites

    O Nash ainda completou a piada: “Vamos bater o laptop”, fazendo referência ao jeito que eles encerram o podcast. Cara, essa dupla no podcast tá imperdível mesmo.

    Sinceramente? Eu adoraria ver essa entrevista acontecendo de verdade. Imagina o Kornet tentando explicar a posição dele enquanto o LeBron fica só na resenha. Seria épico, mas pelo tom da zoeira, acho que o King só tava sacaneando mesmo.

    O Al Horford, ex-companheiro do Kornet no Celtics, também apoiou o pivô na época. Dois caras religiosos se posicionando — eu respeito a opinião deles, mas admito que fiquei curioso pra ver como seria essa promoção.

    No final das contas, todo mundo ganhou

    O Hawks acabou vendendo as camisetas e os chicken wings do Magic City na arena mesmo assim. Ou seja, o marketing funcionou de um jeito ou de outro. E os Spurs? Esses monstros tão destruindo geral nas últimas semanas e devem garantir a segunda colocação no Oeste.

    Vocês acham que o LeBron deveria mesmo trazer o Kornet no podcast? Eu pagaria pra ver essa conversa — desde que fosse tudo na boa, claro. O que vocês acham dessa polêmica toda?