Tag: lesões NBA

  • KD machucou no treino e pode desfalcar jogo 1 dos playoffs

    KD machucou no treino e pode desfalcar jogo 1 dos playoffs

    Olha, não é possível que isso tá acontecendo de novo com o Kevin Durant. O cara bateu o joelho no treino essa semana e agora tá listado como “questionável” para o jogo 1 contra os Lakers no sábado. Sério, parece que todo playoff tem alguma coisa com esse monstro.

    A boa notícia? O Houston Rockets tá otimista de que não é nada grave. Deve ser só uma pancada mesmo, aquelas que doem pra caramba mas passam rápido. Torcer pra ser só isso, porque o time precisa do KD inteirinho nessa série.

    Houston favorito mesmo sem saber se KD joga

    O mais louco é que mesmo com essa incerteza, os Rockets entram como favoritos contra os Lakers. E olha que faz sentido — LA tá sem Luka Dončić e Austin Reaves por tempo indefinido. Dois caras importantes fora da jogada? Isso muda tudo.

    Mas não vamos esquecer que estamos falando dos Lakers, né? Time que sempre aparece nos playoffs, mesmo quebrado. E tem o LeBron do outro lado, que aliás, vai reencontrar o KD nos playoffs pela primeira vez desde aquelas Finais de 2018. Que duelo, meus amigos!

    KD foi peça-chave no Rockets

    Durant chegou no Houston vindo do Phoenix e mandou ver na temporada regular: 26 pontos, 5.5 rebotes e 4.8 assistências por jogo. Números de All-Star, como sempre. E teve que carregar ainda mais peso porque o Fred VanVleet se machucou antes da temporada começar — ligamento do joelho também.

    Sinceramente? Acho que o KD vai jogar sim. O cara é guerreiro demais pra ficar fora do primeiro jogo dos playoffs por causa de uma pancada no joelho. Vocês acham que ele aguenta a dor e vai pra quadra mesmo assim? Eu aposto que sim.

    Agora é torcer pra que seja só susto e a gente possa ver esse confronto épico entre Durant e LeBron mais uma vez. Porque convenhamos, playoff sem esses dois se enfrentando não tem a mesma graça.

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Cara, vocês lembram daquela sequência absurda dos Lakers entre fevereiro e abril? 16 vitórias em 18 jogos, ofensiva voando, defesa funcionando… Parecia que finalmente tinham achado a fórmula mágica com Luka, LeBron e Austin Reaves.

    Eu tava começando a acreditar, não vou mentir. O time que não acertava um arremesso de 3 de jeito nenhum saltou da 19ª para a 8ª posição em aproveitamento. A defesa que parecia um queijo suíço melhorou do 24º lugar para o 9º. E o melhor de tudo: começaram a ganhar dos times grandes mesmo – Knicks, Timberwolves, Nuggets, Cavaliers.

    A sequência que iludiu todo mundo

    Por 33 dias consecutivos, os Lakers foram simplesmente monstruosos. A lesão que tinha tirado o LeBron do começo da temporada estava resolvida, as funções dos três astros estavam encaixadas, e os resultados aparecendo. Depois daquela vitória de 127-113 contra Cleveland – onde viraram um deficit gigante e humilharam os Cavs por 78-49 no segundo e terceiro quartos – o Luka disse uma coisa que me marcou: “Essa sequência significa muito. Só temos que continuar jogando.”

    Só que aí veio aquela maldita partida contra o Thunder em Oklahoma City…

    A tempestade que mudou tudo

    Olha, até o clima estava sinistro naquele dia 2 de abril. Tornado, chuva, raios cortando o céu – parecia presságio do que ia rolar em quadra. Era pra ser o grande teste dos Lakers, né? Primeira vez enfrentando o atual campeão desde novembro, quando tomaram uma surra de 121-92 (mas aí estavam sem o LeBron).

    Dessa vez seria diferente. Times completos, Lakers voando, Thunder também numa sequência de 15 vitórias em 16 jogos. Era pra ser o jogo do ano, Luka vs Shai Gilgeous-Alexander brigando por votos do MVP…

    Cara, foi um massacre. 18-4 logo de cara, 82-51 no intervalo. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. O Reaves já tinha se machucado indo buscar um rebote no primeiro quarto, mas continuou jogando (guerreiro demais). E aí veio a pancada final: meio do terceiro quarto, Luka agarrou a posterior da coxa esquerda e desabou na quadra.

    O fim de um sonho

    Naquela hora já dava pra sentir que a temporada tinha acabado. Não era a primeira vez que o Luka tinha problema nessa mesma perna – já tinha perdido quatro jogos antes do All-Star Game por causa dela. E esse tipo de lesão… cara, é traiçoeira demais.

    Os Lakers já estavam se preparando mentalmente pra ficar sem ele por um tempo, segundo fontes próximas ao time. A ressonância do dia seguinte só confirmaria o que todo mundo já sabia no fundo.

    É incrível como o basquete pode ser cruel, né? Em 48 horas, os Lakers passaram de candidatos reais ao título para um time quebrado lutando só pra não passar vergonha nos playoffs. E olha que eu ainda acredito no LeBron e no Reaves… mas convenhamos, sem o Luka fica complicadíssimo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem fazer alguma coisa nos playoffs mesmo com essas lesões? Ou já era?

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá cansado. E quando digo cansado, é daquele jeito que todo mundo que torce pelo Pelicans conhece bem — sete anos na NBA e ZERO jogos de playoffs. Zero mesmo.

    Na coletiva pós-temporada, o cara foi direto: vai ter “um verão diferente” pela frente. E olha, depois de mais uma campanha decepcionante (26-56), era o mínimo que a gente esperava ouvir.

    Os números não mentem, mas também não animam

    Zion jogou 62 partidas nesta temporada — que pra ele já é quase um milagre, considerando o histórico de lesões. Fez média de 21 pontos por jogo, foi “eficiente”, mas ele mesmo admitiu: “Meu jogo foi OK, mas eu não quero ficar aqui falando que foi OK quando a gente nem chegou no play-in.”

    Sinceramente? Ele tem razão. OK não serve mais pra um cara que foi primeira escolha geral do Draft e ganha quase 200 milhões de dólares.

    O mais impressionante (e triste ao mesmo tempo) é que dos 62 jogos que ele disputou, o Pelicans ganhou apenas 22. Vinte e duas vitórias, mano. Com um dos talentos mais absurdos da liga em quadra.

    “Preciso ser mais imprevisível”

    A autocrítica foi pesada. Zion falou que quer “atacar de múltiplas áreas da quadra” e ser “imprevisível no ataque”. Traduzindo: o cara sabe que só fazer força bruta no garrafão não tá resolvendo mais.

    E tem mais — ele quer jogar entre 75 e 82 jogos na próxima temporada. Pra quem perdeu 280 partidas em sete anos por causa de lesões (joelho, mão, pé, posterior da coxa), isso é praticamente um sonho impossível. Mas pelo menos ele tá sonhando alto.

    O Dejounte Murray, que chegou esse ano, elogiou a evolução do Zion na questão física: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo e da mente.”

    Nova Orleans é casa, mas paciência tem limite

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Zion reforçando que quer ficar em Nova Orleans. “Aqui é minha casa”, disse. “Quando a temporada acaba, muitos caras saem da cidade. Eu moro aqui.”

    Mas aí fica a pergunta: até quando essa paixão pela cidade vai segurar a frustração de nunca jogar playoffs? O cara tem 25 anos, está no auge da carreira, e continua vendo abril e maio pela TV como qualquer um de nós.

    Ele disse que vai buscar “abordagens diferentes” e conversar com “outros Hall da Famers” e “outros campeões”. Joe Dumars, o novo VP de operações, parece ter a confiança total do Zion — e olha que o currículo do cara impressiona mesmo.

    Vocês acham que o Pelicans finalmente vai dar certo com Zion saudável? Ou é mais uma temporada de expectativa que vai terminar em decepção? Uma coisa eu sei: se não rolar playoffs em 2024-25, a paciência de todo mundo vai estar no limite.

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Joel Embiid operou o apêndice — mais uma pancada no 76ers

    Joel Embiid operou o apêndice — mais uma pancada no 76ers

    Cara, não é possível. O Joel Embiid passou por uma cirurgia de apendicite ontem à tarde em Houston, e sinceramente? Eu já nem sei mais o que falar sobre a temporada dos Sixers.

    O cara tava finalmente encontrando ritmo — 26.9 pontos, 7.7 rebotes e 3.9 assistências em pouco mais de 31 minutos por jogo. Um PER de 24.5 que mostra que quando ele tá em quadra, é monstro mesmo. Mas aí vem essa.

    Quanto tempo fora?

    Olha, apendicite não é brincadeira. Pelos dados que temos de outros jogadores da NBA, a recuperação costuma levar de 2 a 3 semanas antes de voltar a jogar. Isso significa que o Embiid vai perder pelo menos mais uns 6-8 jogos, sendo otimista.

    E o timing não podia ser pior, né? Os Sixers tão lutando pra conseguir uma posição decente nos playoffs, e perder o cara que é o coração do time justo agora… é de arrancar os cabelos.

    O eterno dilema do Embiid

    Eu fico pensando: será que existe alguma maldição no Joel? O cara é talentoso demais, mas sempre tem alguma coisa. Lesão no joelho, nas costas, agora apendicite — que nem tem nada a ver com esporte, é só azar da vida mesmo.

    Dos 38 jogos que ele disputou essa temporada, a gente viu flashes do MVP que ele pode ser. Mas aí sempre vem algo pra interromper. É frustrante pra caramba, principalmente pra quem torce pelo cara e quer ver ele saudável fazendo o que sabe fazer de melhor.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem se manter competitivos enquanto o Process tá fora? Tyrese Maxey vai ter que carregar o piano sozinho de novo…

  • Blazers podem ter reforços importantes de volta no momento certo

    Blazers podem ter reforços importantes de volta no momento certo

    Olha só que timing perfeito. Justamente quando a temporada está chegando na reta final e o Portland Trail Blazers precisa brigar por uma vaga no Play-In, dois caras importantes podem voltar: Shaedon Sharpe e Vit Krejci.

    Os dois foram listados como “questionáveis” para o jogo de sexta contra o LA Clippers — e cara, esse jogo é crucial. Pode definir quem fica com a 8ª e quem fica com a 9ª posição no Play-In do Oeste. A diferença entre essas posições? Uma chance a mais de se classificar pros playoffs.

    Sharpe voltando após quase dois meses parado

    O Sharpe tá fora desde 6 de fevereiro com uma reação de estresse na fíbula direita. Quase dois meses parado, cara. Para um jovem de 21 anos que estava começando a mostrar o potencial que tem, deve ter sido frustrante demais ficar só assistindo.

    Sinceramente, acho que o Portland sentiu MUITO a falta dele. O garoto estava tendo uns jogos absurdos antes da lesão — aquela enterrada que ele fez no All-Star Weekend ainda tá na minha cabeça.

    Elenco quase completo no momento decisivo

    Já o Krejci tá parado desde 15 de março por causa de uma contusão na panturrilha esquerda. Pode não ser o cara mais chamativo do elenco, mas é uma peça importante no banco dos Blazers.

    Se os dois voltarem mesmo, Portland vai ter o elenco mais saudável da temporada toda. Só o Jerami Grant que ainda tá no departamento médico com problema na panturrilha. Ou seja: timing perfeito ou timing perfeito?

    E aí, vocês acham que esses reforços fazem diferença suficiente pro Portland conseguir uma vaga boa no Play-In? Porque sinceramente, cada vitória vai contar muito nessa reta final.

  • LeBron se machuca contra Warriors e Lakers entram em desespero

    LeBron se machuca contra Warriors e Lakers entram em desespero

    Olha, quando você acha que o drama dos Lakers já chegou no limite, sempre aparece mais coisa. Agora foi o próprio LeBron que se machucou na partida contra os Warriors, numa dessas jogadas que todo mundo ama ver — aquele toco de alcance dele.

    A situação foi assim: Pat Spencer dos Warriors tentou fazer uma bandeja em transição e o Rei apareceu do nada pra dar aquele block clássico dele. Só que na hora de rejeitar a bola, a mão dele bateu na tabela e… cara, deu pra ver que doeu.

    O drama não para por aí

    Sinceramente, os Lakers não podem se dar ao luxo de perder mais ninguém. Eles já estão cambaleando na classificação da Conferência Oeste, e agora têm Luka Doncic (isso mesmo, o Luka está nos Lakers nessa timeline) fora por semanas com lesão no tendão. Austin Reaves também se machucou no oblíquo.

    Antes da lesão, LeBron estava numa noite monstro: 20 pontos, 4 rebotes, 6 assistências em apenas 23 minutos. Aproveitamento de 8/13 nos arremessos. Ou seja, estava dominando até dar essa topada.

    Update que alivia um pouco

    A boa notícia? LeBron voltou pra quadra nos últimos 3 minutos do terceiro período e não estava com a mão enfaixada. Isso pode significar que foi só um susto. Mas vocês sabem como é — com 41 anos (ou seja lá quantos ele tem agora), qualquer machucadinho vira preocupação.

    E aí, será que os Lakers conseguem se manter vivos nos playoffs com esse time todo quebrado? Na minha opinião, se o LeBron estiver 100%, ainda têm chance. Mas se começar a sentir dor nessa mão…