Tag: lesões NBA

  • Porzingis sobre ficar no Warriors: ‘Boa pergunta’

    Porzingis sobre ficar no Warriors: ‘Boa pergunta’

    Olha, o Kristaps Porzingis deixou todo mundo na dúvida sobre o futuro dele no Warriors. Quando perguntaram se ele quer renovar com Golden State, a resposta foi direta: “Boa pergunta”.

    E cara, dá pra entender a hesitação dele. A temporada foi uma montanha-russa completa — quando jogou, mostrou por que os Warriors trocaram o Kuminga e o Buddy Hield por ele lá em fevereiro. Teve jogos que o cara simplesmente dominou, tipo aquele contra os Clippers onde cravou 20 pontos com 8/12 nos arremessos. Monstro.

    A realidade das lesões

    Mas aqui tá o problema: Porzingis só conseguiu jogar 15 partidas em 31 possíveis com o Warriors. Quinze! E ainda teve que lidar com aqueles problemas de saúde relacionados à POTS (síndrome que afeta a circulação). Enquanto isso, o Curry ficou 27 jogos fora por causa do joelho.

    Sinceramente, como é que você constrói uma química assim? O cara mal dividiu quadra com o principal astro do time. É frustrante pra caramba, tanto pro jogador quanto pros fãs.

    “Eu realmente amo estar aqui”, disse o Porzingis numa entrevista exclusiva. “Não tenho nada ruim pra falar da organização, do time, dos companheiros. Mas não tive um bom ano. Se tivesse tido, acho que teria uma visão mais clara do que quero fazer.”

    O dilema financeiro

    Agora vem a parte complicada: grana. O lettão vai ser agente livre irrestrito no verão, e os Warriors querem renová-lo. Só que ele teria que aceitar um corte salarial considerável — lembrando que em 2023 ele assinou uma extensão de dois anos por 60 milhões com o Boston.

    Sessenta milhões, pessoal. E agora vai ter que baixar a pretensão depois de uma temporada onde mal conseguiu jogar. É uma situação delicada pra ambos os lados.

    O que vocês acham? Vale a pena o Warriors apostar novamente no Porzingis, mesmo com todo esse histórico de lesões? O cara tem 2,18m de altura, arremessa de três como poucos pivôs na liga, e quando tá saudável é simplesmente imparável. Mas esse “quando” tá sendo cada vez mais raro.

    “É meio que a história da minha carreira”, admitiu ele. “Sempre tem alguma coisa me incomodando, não consigo jogar a 100%. Mas honestamente, como jogador de basquete, você raramente consegue isso mesmo.”

    Olha, eu entendo o lado dele. Deve ser frustrante pra caramba não conseguir mostrar todo seu potencial por causa dessas questões físicas. E do lado dos Warriors, eles apostaram fichas nele depois que perderam o Jimmy Butler — que também se machucou, diga-se de passagem.

    A real é que Golden State precisa tomar uma decisão difícil: apostar novamente num jogador talentosíssimo mas que não consegue se manter saudável, ou partir pra outra. E pelo jeito, o próprio Porzingis também tá nessa mesma dúvida.

  • Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    E lá vamos nós para mais uma temporada de playoffs com lesão de jogador importante logo no primeiro jogo. Immanuel Quickley ficou de fora da estreia dos Toronto Raptors nos playoffs, que perderam por 126-113 para o Cleveland Cavaliers. Motivo? Lesão no músculo posterior da coxa direita.

    O cara se machucou no último jogo da temporada regular, no domingo passado. Timing perfeito, né? Justo quando a coisa fica séria é que o corpo resolve dar problema.

    Quickley pode voltar no Jogo 2

    A boa notícia é que o técnico Darko Rajakovic disse que o armador está evoluindo bem e pode pintar em quadra já na segunda-feira, no Jogo 2. Enquanto isso, Jamal Shead ganhou a oportunidade de ouro de começar como titular nos playoffs. Imagina a pressão no garoto.

    Olha, o Quickley já tinha dado trabalho para o departamento médico dos Raptors este ano. Ficou oito jogos fora por causa de fascite plantar no pé direito. Quando você soma tudo, fica claro que o físico dele tem sido uma preocupação constante.

    Números que fazem falta

    E não é qualquer jogador que está fora, não. Em 70 jogos na temporada regular, Quickley teve médias de 16.4 pontos, 4.0 rebotes e 5.9 assistências. Números sólidos de um cara que virou peça fundamental no esquema ofensivo dos Raptors depois que foi trocado pelo Knicks.

    Sinceramente, acho que a ausência dele fez diferença nessa primeira partida. Os Raptors precisam da criatividade e da velocidade dele para incomodar um time experiente como Cleveland. Vocês acham que ele consegue voltar 100% para o Jogo 2, ou é melhor não forçar a situação?

    De qualquer forma, Toronto já está com o pé atrás na série. Perder em casa nunca é bom, ainda mais sem um dos seus principais jogadores. Vamos ver se o Quickley consegue se recuperar a tempo — porque se não conseguir, essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • KD fora do jogo 1 contra os Lakers por lesão no joelho

    KD fora do jogo 1 contra os Lakers por lesão no joelho

    Olha só que azar, pessoal. Kevin Durant vai perder o primeiro jogo da série entre Houston Rockets e Los Angeles Lakers por causa de uma lesão no joelho direito. E o pior? Foi numa trombada boba durante o treino com um companheiro de time.

    O técnico Ime Udoka falou que foi só um choque de joelhos no treino dessa semana, mas foi o suficiente para tirar o KD da estreia dos playoffs. “Esperamos que seja só um jogo fora”, disse Udoka. Cara, torcer pra que seja mesmo, porque os Rockets precisam do monstro em quadra.

    Três estrelas fora do jogo 1

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda. Os Lakers também estão sem Luka Doncic e Austin Reaves machucados. Três jogadores de nível All-Star fora do primeiro jogo! Vocês conseguem imaginar uma abertura de playoffs mais prejudicada que essa?

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica da série. O Lakers deve estar pensando em esticar ao máximo os jogos, na esperança de que pelo menos o Luka ou o Reaves voltem antes do fim da primeira rodada. Estratégia arriscada, mas faz sentido.

    Momento decisivo para os coadjuvantes

    Sinceramente, acho que esse é o momento perfeito para os “outros caras” brilharem. Sem KD de um lado e sem Luka do outro, jogadores como Jalen Green pelos Rockets e alguns veteranos dos Lakers podem aparecer forte.

    E aí, quem vocês acham que leva essa primeira partida? Mesmo sem o Durant, os Rockets têm elenco pra segurar a parada em casa. Mas os Lakers, mesmo quebrados, sempre dão um jeito de aparecer nos momentos importantes.

    O que mais me preocupa é essa lesão do KD virar algo maior. O cara já teve uns perrengues sérios no joelho ao longo da carreira, então qualquer coisa assim deixa a gente em alerta. Tomara que seja só precaução mesmo e ele volte logo pro jogo 2.

  • KD machucou no treino e pode desfalcar jogo 1 dos playoffs

    KD machucou no treino e pode desfalcar jogo 1 dos playoffs

    Olha, não é possível que isso tá acontecendo de novo com o Kevin Durant. O cara bateu o joelho no treino essa semana e agora tá listado como “questionável” para o jogo 1 contra os Lakers no sábado. Sério, parece que todo playoff tem alguma coisa com esse monstro.

    A boa notícia? O Houston Rockets tá otimista de que não é nada grave. Deve ser só uma pancada mesmo, aquelas que doem pra caramba mas passam rápido. Torcer pra ser só isso, porque o time precisa do KD inteirinho nessa série.

    Houston favorito mesmo sem saber se KD joga

    O mais louco é que mesmo com essa incerteza, os Rockets entram como favoritos contra os Lakers. E olha que faz sentido — LA tá sem Luka Dončić e Austin Reaves por tempo indefinido. Dois caras importantes fora da jogada? Isso muda tudo.

    Mas não vamos esquecer que estamos falando dos Lakers, né? Time que sempre aparece nos playoffs, mesmo quebrado. E tem o LeBron do outro lado, que aliás, vai reencontrar o KD nos playoffs pela primeira vez desde aquelas Finais de 2018. Que duelo, meus amigos!

    KD foi peça-chave no Rockets

    Durant chegou no Houston vindo do Phoenix e mandou ver na temporada regular: 26 pontos, 5.5 rebotes e 4.8 assistências por jogo. Números de All-Star, como sempre. E teve que carregar ainda mais peso porque o Fred VanVleet se machucou antes da temporada começar — ligamento do joelho também.

    Sinceramente? Acho que o KD vai jogar sim. O cara é guerreiro demais pra ficar fora do primeiro jogo dos playoffs por causa de uma pancada no joelho. Vocês acham que ele aguenta a dor e vai pra quadra mesmo assim? Eu aposto que sim.

    Agora é torcer pra que seja só susto e a gente possa ver esse confronto épico entre Durant e LeBron mais uma vez. Porque convenhamos, playoff sem esses dois se enfrentando não tem a mesma graça.

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Cara, vocês lembram daquela sequência absurda dos Lakers entre fevereiro e abril? 16 vitórias em 18 jogos, ofensiva voando, defesa funcionando… Parecia que finalmente tinham achado a fórmula mágica com Luka, LeBron e Austin Reaves.

    Eu tava começando a acreditar, não vou mentir. O time que não acertava um arremesso de 3 de jeito nenhum saltou da 19ª para a 8ª posição em aproveitamento. A defesa que parecia um queijo suíço melhorou do 24º lugar para o 9º. E o melhor de tudo: começaram a ganhar dos times grandes mesmo – Knicks, Timberwolves, Nuggets, Cavaliers.

    A sequência que iludiu todo mundo

    Por 33 dias consecutivos, os Lakers foram simplesmente monstruosos. A lesão que tinha tirado o LeBron do começo da temporada estava resolvida, as funções dos três astros estavam encaixadas, e os resultados aparecendo. Depois daquela vitória de 127-113 contra Cleveland – onde viraram um deficit gigante e humilharam os Cavs por 78-49 no segundo e terceiro quartos – o Luka disse uma coisa que me marcou: “Essa sequência significa muito. Só temos que continuar jogando.”

    Só que aí veio aquela maldita partida contra o Thunder em Oklahoma City…

    A tempestade que mudou tudo

    Olha, até o clima estava sinistro naquele dia 2 de abril. Tornado, chuva, raios cortando o céu – parecia presságio do que ia rolar em quadra. Era pra ser o grande teste dos Lakers, né? Primeira vez enfrentando o atual campeão desde novembro, quando tomaram uma surra de 121-92 (mas aí estavam sem o LeBron).

    Dessa vez seria diferente. Times completos, Lakers voando, Thunder também numa sequência de 15 vitórias em 16 jogos. Era pra ser o jogo do ano, Luka vs Shai Gilgeous-Alexander brigando por votos do MVP…

    Cara, foi um massacre. 18-4 logo de cara, 82-51 no intervalo. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. O Reaves já tinha se machucado indo buscar um rebote no primeiro quarto, mas continuou jogando (guerreiro demais). E aí veio a pancada final: meio do terceiro quarto, Luka agarrou a posterior da coxa esquerda e desabou na quadra.

    O fim de um sonho

    Naquela hora já dava pra sentir que a temporada tinha acabado. Não era a primeira vez que o Luka tinha problema nessa mesma perna – já tinha perdido quatro jogos antes do All-Star Game por causa dela. E esse tipo de lesão… cara, é traiçoeira demais.

    Os Lakers já estavam se preparando mentalmente pra ficar sem ele por um tempo, segundo fontes próximas ao time. A ressonância do dia seguinte só confirmaria o que todo mundo já sabia no fundo.

    É incrível como o basquete pode ser cruel, né? Em 48 horas, os Lakers passaram de candidatos reais ao título para um time quebrado lutando só pra não passar vergonha nos playoffs. E olha que eu ainda acredito no LeBron e no Reaves… mas convenhamos, sem o Luka fica complicadíssimo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem fazer alguma coisa nos playoffs mesmo com essas lesões? Ou já era?

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá cansado. E quando digo cansado, é daquele jeito que todo mundo que torce pelo Pelicans conhece bem — sete anos na NBA e ZERO jogos de playoffs. Zero mesmo.

    Na coletiva pós-temporada, o cara foi direto: vai ter “um verão diferente” pela frente. E olha, depois de mais uma campanha decepcionante (26-56), era o mínimo que a gente esperava ouvir.

    Os números não mentem, mas também não animam

    Zion jogou 62 partidas nesta temporada — que pra ele já é quase um milagre, considerando o histórico de lesões. Fez média de 21 pontos por jogo, foi “eficiente”, mas ele mesmo admitiu: “Meu jogo foi OK, mas eu não quero ficar aqui falando que foi OK quando a gente nem chegou no play-in.”

    Sinceramente? Ele tem razão. OK não serve mais pra um cara que foi primeira escolha geral do Draft e ganha quase 200 milhões de dólares.

    O mais impressionante (e triste ao mesmo tempo) é que dos 62 jogos que ele disputou, o Pelicans ganhou apenas 22. Vinte e duas vitórias, mano. Com um dos talentos mais absurdos da liga em quadra.

    “Preciso ser mais imprevisível”

    A autocrítica foi pesada. Zion falou que quer “atacar de múltiplas áreas da quadra” e ser “imprevisível no ataque”. Traduzindo: o cara sabe que só fazer força bruta no garrafão não tá resolvendo mais.

    E tem mais — ele quer jogar entre 75 e 82 jogos na próxima temporada. Pra quem perdeu 280 partidas em sete anos por causa de lesões (joelho, mão, pé, posterior da coxa), isso é praticamente um sonho impossível. Mas pelo menos ele tá sonhando alto.

    O Dejounte Murray, que chegou esse ano, elogiou a evolução do Zion na questão física: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo e da mente.”

    Nova Orleans é casa, mas paciência tem limite

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Zion reforçando que quer ficar em Nova Orleans. “Aqui é minha casa”, disse. “Quando a temporada acaba, muitos caras saem da cidade. Eu moro aqui.”

    Mas aí fica a pergunta: até quando essa paixão pela cidade vai segurar a frustração de nunca jogar playoffs? O cara tem 25 anos, está no auge da carreira, e continua vendo abril e maio pela TV como qualquer um de nós.

    Ele disse que vai buscar “abordagens diferentes” e conversar com “outros Hall da Famers” e “outros campeões”. Joe Dumars, o novo VP de operações, parece ter a confiança total do Zion — e olha que o currículo do cara impressiona mesmo.

    Vocês acham que o Pelicans finalmente vai dar certo com Zion saudável? Ou é mais uma temporada de expectativa que vai terminar em decepção? Uma coisa eu sei: se não rolar playoffs em 2024-25, a paciência de todo mundo vai estar no limite.

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.