Tag: Luka Doncic

  • Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Olha, depois da surra que o Thunder deu nos Lakers nos playoffs, uma coisa ficou clara: esse time precisa de mais peças pra sonhar com o título. E quando você pensa em ‘mais peças’, é difícil não pensar no Greek Freak.

    Giannis Antetokounmpo tá no mercado faz tempo — todo mundo sabe que os Bucks não vão pra lugar nenhum nos próximos anos. E o cara já deixou bem claro que quer brigar por título. Juntar ele com o Doncic não seria uma loucura total?

    A proposta que tá rolando

    Então, aparentemente tem uma proposta circulando que seria mais ou menos assim: Lakers mandariam Jarred Vanderbilt, Dalton Knecht, Jake LaRavia e uma caralhada de picks (2026, 2031, 2033 e mais alguns swaps) pro Milwaukee em troca do Giannis.

    É muita pick, não vou mentir. Mas o problema é que os Lakers não têm muita coisa pra oferecer mesmo. Quase todo mundo importante vai ser agente livre — Reaves, LeBron, Rui Hachimura, Luke Kennard… É basicamente um time novo que vai ter que montar.

    Será que cola?

    Sinceramente? Acho difícil. Os Bucks vão querer algo mais consistente que um monte de picks que só vão chegar daqui a década. Por mais que 2031 e 2033 pareçam longe, é muito arriscado apostar que esses picks vão valer alguma coisa.

    E tem outra: Doncic vai ter 34 anos em 2033. Ainda pode ser monstro, claro, mas é apostar que ele vai manter o nível por muito tempo.

    O que vocês acham — vale a pena os Lakers irem all-in numa jogada dessas? Ou é melhor tentar construir algo mais sólido aos poucos?

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais loucas da história da NBA. Giannis e Doncic no mesmo time… cara, só de imaginar já dá arrepio.

  • Luka abandona seleção da Eslovênia por batalha judicial das filhas

    Luka abandona seleção da Eslovênia por batalha judicial das filhas

    Cara, o Luka Doncic acabou de anunciar uma decisão que partiu o coração de qualquer pai. O esloveno não vai defender a seleção nacional neste verão porque está brigando na justiça pela custódia das duas filhas com a ex-noiva Anamaria Goltes.

    A notícia veio pelo Instagram dele, tanto em esloveno quanto em inglês — e sinceramente, dá pra sentir a dor nas palavras. “Eu amo minhas filhas mais que qualquer coisa, e elas sempre vão vir primeiro na minha vida”, escreveu o cara.

    Quando o basquete fica em segundo plano

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e raramente vi um jogador no auge da carreira abrir mão da seleção por motivos tão pessoais. O Luka tem duas meninas: Gabriela, de 3 anos, e Olivia, que nasceu em dezembro passado. Segundo ele, tem sido “extremamente difícil” ver as filhas nos últimos oito meses.

    A separação com a Anamaria foi anunciada em março, e pelo visto a coisa complicou legal. Ela até entrou com pedido de pensão alimentícia e custas advocatícias, segundo o TMZ. Imagina a pressão que deve ser lidar com isso enquanto todo mundo espera você jogar no mais alto nível?

    Temporada perdida, mas prioridades certas

    Falando em jogar, o Luka nem conseguiu disputar os playoffs por causa de uma lesão no tendão da coxa — grade 2, nada simples. Mesmo assim, o monstro terminou a temporada regular como cestinha da NBA com 33.5 pontos por jogo. Absurdo.

    Os Lakers até conseguiram passar do Houston na primeira rodada (em seis jogos), mas tomaram uma varrida do Oklahoma City na sequência. E o Luka ali, vendo tudo de camarote por conta da lesão.

    “Se eu pudesse estar lá, estaria 100%”, disse ele após o Jogo 4. Deve estar doendo não poder ajudar o time, mas agora as prioridades são outras.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Na minha opinião, família vem primeiro mesmo. O cara já provou tudo que tinha que provar no basquete — agora é hora de lutar pelo que realmente importa.

  • LeBron quer ficar nos Lakers (mas vai ter que aceitar menos grana)

    LeBron quer ficar nos Lakers (mas vai ter que aceitar menos grana)

    Olha, eu já imaginava que essa novela do LeBron ia rolar até o último segundo, né? E parece que realmente vai. Segundo fontes do time e da liga, tanto o King quanto os Lakers querem continuar juntos — mas a parada não vai ser tão simples assim.

    Aos 41 anos (cara, como o tempo voa), LeBron disse que vai “processar tudo nas próximas semanas” antes de bater o martelo sobre o futuro. Warriors e Cavaliers tão de olho, esperando qualquer sinal de que LA pode mudar de direção. Imagina o caos se ele volta pra Cleveland de novo?

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio triste pro Bron. Qualquer contrato novo seria literalmente o PRIMEIRO corte salarial da carreira dele em 23 temporadas na NBA. Vinte e três temporadas, gente. O cara nunca precisou aceitar menos dinheiro.

    Se ele sair mesmo, os Lakers conseguem quase 50 milhões em cap space abrindo mão dos Bird rights dele e do Rui Hachimura. Dinheiro suficiente pra tentar alguma loucura no mercado. Mas sinceramente? Acho que eles preferem manter o Bron, mesmo que seja por menos.

    A química com Doncic mudou tudo

    E cara, quem diria que LeBron ia se adaptar TÃO bem a um papel reduzido? Eu confesso que tinha minhas dúvidas. Mas aquele março foi absurdo — Lakers com 15-2, top 10 dos dois lados da quadra.

    Os números falam por si: LeBron com 18.5 pontos, 7.0 assistências e 6.9 rebotes em 56.2% de aproveitamento. Doncic fazendo Doncic com 37.5 pontos por jogo. E o Austin Reaves consolidado como terceira opção real com 21.5 pontos.

    “Jogar com AR e Bron foi uma experiência inacreditável”, disse Doncic depois da eliminação. Dá pra ver que a química rolou mesmo.

    A questão agora é: será que os Lakers conseguem melhorar o elenco mesmo mantendo LeBron e Reaves? As fontes do time dizem que sim, que existem “caminhos viáveis” pra construir algo mais forte ao redor do Doncic.

    E aí, vocês acham que vale a pena pro LeBron aceitar menos dinheiro pra tentar mais um anel em LA? Ou será que é hora de partir pra uma última dança em outro lugar?

  • Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Olha, os Mavericks não estão brincando em serviço. Três dias depois de anunciar Masai Ujiri como presidente — aquele mesmo cara que construiu o título dos Raptors —, Dallas foi lá e fisgou Mike Schmitz do Portland como novo GM.

    Sinceramente? Era hora. Desde que mandaram o Nico Harrison embora em novembro (depois daquela trade BIZARRA que enviou o Luka pro Lakers), o time estava meio que no limbo administrativo. E convenhamos, aquela negociação foi um dos maiores tiros no pé da história recente da NBA.

    A limpeza continua

    Schmitz vai assumir o cargo que Harrison tinha antes de ser demitido, cuidando das operações do dia a dia e alinhamento estratégico do departamento de basquete. O cara vem do Portland, onde era assistente de GM, e tem um currículo interessante — passou cinco anos na ESPN como analista de draft antes de ir pros Blazers em 2022.

    Mas o que mais me chama atenção é a conexão com Ujiri. Os dois têm laços fortes com a África — Schmitz trabalhou com desenvolvimento de basquete juvenil na Nigéria (terra natal do Ujiri) e até foi assistente técnico da seleção de Uganda. Essa sintonia pode ser fundamental pra reconstruir Dallas.

    E agora, José?

    Uma coisa que ainda tá no ar: o que vai acontecer com Michael Finley e Matt Riccardi? Os dois estavam como co-GMs interinos desde que Harrison caiu, e foram eles que negociaram Anthony Davis (que veio na trade do Luka) pro Washington. Vocês acham que eles vão ficar na estrutura ou é tchau mesmo?

    O próprio Schmitz parece empolgado: “Tenho um respeito tremendo pelo Masai, esse grupo de proprietários e a visão que eles têm pro futuro da franquia. Tô animado pra trabalhar junto com as pessoas talentosas que já estão aqui e ajudar a construir uma organização de nível de campeonato.”

    Na boa, depois de ver Dallas destruir tudo que construiu com Luka, essa dupla Ujiri-Schmitz pode ser exatamente o que o time precisa pra voltar aos trilhos. A temporada 2026-27 promete ser bem diferente por lá.

  • Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Olha, vou ser sincero: ver os Lakers jogando assim sem o Luka Dončić me dá uma agonia danada. E o pior é que contra o Thunder, se eles não começarem a chutar de 3 como se não houvesse amanhã, podem ir se despedindo dos playoffs ali mesmo.

    O bagulho é o seguinte — desde que o Luka machucou o posterior da coxa esquerda, os Lakers simplesmente pararam de arremessar de 3. E não é pouca coisa não, mano. A frequência deles de chutes do perímetro despencou pra 30% nos playoffs. Trinta por cento! Isso é último lugar entre todos os times que ainda tão vivos na pós-temporada.

    A matemática não fecha sem as bombas de 3

    Vamos aos números que doem: mesmo antes das contusões do Dončić e do Austin Reaves, os Lakers já não eram lá essas coisas arremessando de 3 — apenas 36% dos arremessos vinham do perímetro, ranking 22º da NBA. Mas o Luka, cara… esse monstro fazia a diferença.

    A frequência de 3 pontos dos Lakers aumentava 5,7% quando o esloveno tava em quadra. Disparado o maior impacto individual do time. Aí você tira ele da equação e… bom, deu no que deu.

    Depois das contusões, os caras despencaram pra 28º lugar em volume de 3 pontos. E mesmo com a volta do Reaves no jogo 5 contra os Rockets, a coisa não melhorou muito — continuaram em 13º lugar entre os 14 times que jogaram desde então.

    Thunder dá mole no perímetro, mas Lakers não aproveitam

    E aqui que fica mais frustrante ainda, pessoal. O próprio JJ Redick falou antes da série: “Eles [Thunder] entregam os 3 pontos mais fáceis da NBA”. O Thunder deixa Chet Holmgren sempre como último homem, priorizando a proteção do garrafão.

    No jogo 1, os Lakers fizeram apenas 8 arremessos de 3 saindo do drible. Oito! Contra uma defesa que praticamente tá pedindo pra ser castigada do perímetro. É de dar nos nervos.

    Reaves e Luke Kennard precisam assumir a responsabilidade de soltar essas bombas quando o Thunder jogar em drop coverage. Não dá pra ficar com medo ou esperar a jogada perfeita — tem que “estar pronto pra lançar”, como disse o próprio técnico.

    A realidade dolorosa dos números

    A eficiência dos Lakers despencou nos playoffs. O true shooting percentage deles caiu de 60,9% (2º lugar) na temporada regular pra 56,6% nos playoffs. Os arremessos de 2 pontos foram de 59,5% pra 50,8%. No jogo 1 contra o Thunder? Assustadores 45,5%.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se reinventar a tempo? Porque sinceramente, eu tô vendo eles cavando a própria cova com essa teimosia de não chutar de 3. O Thunder tem a melhor defesa da liga, não vai facilitar nada no garrafão. A única saída é castigar eles lá de fora.

    Se não conseguirem fazer isso… bem, pode ir preparando as malas pra mais uma temporada frustrada em Los Angeles.

  • Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Olha, se tem uma coisa que eu entendo é a frustração do Luka Doncic neste momento. O cara está vendo os Lakers brigando nos playoffs — literalmente o melhor momento do ano no basquete — e ele ali, machucado, só assistindo da lateral. Pura tortura.

    O astro esloveno abriu o jogo sobre como tem sido difícil ficar de fora desde que se machucou no início de abril. “É muito frustrante. Acho que as pessoas não entendem o quão frustrante isso é”, disparou Luka antes do Jogo 2 contra o Oklahoma City Thunder. “Tudo que eu quero é jogar basquete, especialmente nesta época. É a melhor época para jogar basquete.”

    Tratamento de primeira na Espanha

    Para tentar acelerar a recuperação dessa lesão no posterior da coxa — que tem um prazo de oito semanas —, Doncic foi até a Espanha fazer injeções de plasma rico em plaquetas (PRP). E olha, não foi só um pulo lá e voltar não. O monstro ficou semanas por lá.

    “Fui à Espanha fazer PRP. Todo mundo sabe que é um dos melhores países para isso”, explicou o campeão de pontuação da NBA. Entre cada injeção, ele precisava de quatro dias de descanso. Foram quatro aplicações no total. Conta aí: 4 x 4 = 16 dias só de intervalo, fora o tempo dos procedimentos.

    A escolha da Espanha não foi aleatória. Luka tem conexões de longa data por lá — lembram que ele jogou no Real Madrid antes de vir pra NBA? “Conheço e confio em muitas pessoas na Espanha com quem costumava trabalhar antes”, disse.

    LeBron carregando o piano nas costas

    Enquanto isso, quem está salvando a pátria é o velho LeBron James. Aos 41 anos (isso mesmo, 41!), o Rei assumiu a responsabilidade de carregar o ataque dos Lakers. Na primeira rodada contra o Houston Rockets, foi ele quem segurou as pontas para garantir a vitória por 4-2.

    Mas sinceramente? Dá para perceber a diferença. No Jogo 1 contra o Thunder, os Lakers tomaram uma surra de 108-90. E sem o Luka para criar jogadas e meter aqueles triplos impossíveis, fica bem mais difícil.

    Aprendendo com os erros do passado

    O que mais me impressiona é a maturidade do Luka em relação à lesão. Ele mesmo admitiu que já voltou cedo demais de outras contusões e se ferrou. “É difícil para mim. Já voltei de lesões cedo demais antes, e não foi o melhor resultado”, confessou.

    E ele tem razão para ser cuidadoso. Lesão no posterior da coxa não é brincadeira — é diferente de outras contusões. Uma recaída agora poderia acabar com toda a temporada dele e dos Lakers.

    Vocês acham que ele vai conseguir voltar a tempo de ajudar os Lakers nestes playoffs? Porque se depender só do LeBron, vai ser muito difícil passar do Thunder. E olha que eu sou fã do Rei, mas até ele tem limites aos 41 anos…

  • Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Dončić fez tratamento na Espanha e ainda é dúvida pros Lakers

    Olha, eu não sabia se ria ou chorava quando vi o Luka Dončić falando sobre sua lesão ontem. O cara viajou pra Espanha — isso mesmo, ESPANHA — pra fazer um tratamento especial no posterior da coxa. Quatro injeções de plasma rico em plaquetas, uma a cada quatro dias. É ou não é coisa de astro da NBA?

    “Fui pra Espanha fazer PRP”, disse o esloveno. “Todo mundo sabe que a Espanha é um dos melhores países pra fazer isso.” Cara, quando você tem grana e precisa se recuperar rápido, não economiza mesmo. E pelo visto, os médicos dos Lakers concordaram com a ideia.

    A realidade cruel da lesão

    Cinco semanas já se passaram desde que o Dončić machucou o posterior da coxa — aquela lesão grau 2 que todo mundo que joga basquete teme. O prognóstico inicial falava em oito semanas de recuperação, então tecnicamente ele ainda tem mais três pela frente.

    E sabe o que mais me impressiona? A maturidade do cara dessa vez. “É complicado pra mim porque já voltei de lesões cedo demais antes, e não deu certo”, admitiu. Quem acompanha a carreira dele sabe que o Luka sempre foi meio ansioso pra voltar. Parece que finalmente aprendeu.

    Por enquanto ele tá só correndo — nada de contato físico ainda. Quando perguntaram se ele volta pros jogos 3 e 4 em Los Angeles, foi evasivo. Smart move, na minha opinião.

    Lakers sentem a falta do craque

    Sinceramente, ver os Lakers sem o Dončić é meio estranho. O cara estava fazendo uma temporada absurda: 34 pontos, 9 assistências e 8 rebotes por jogo. Números de MVP, sem discussão.

    O LeBron foi direto ao ponto depois da derrota por 108-90 pro Oklahoma City no primeiro jogo: “Quando você joga contra os campeões mundiais e não tem um cara que faz 34, 8 e 9, é uma peça importante que tá faltando.” Traduzindo: tão ferrados sem o Luka.

    Mas o que mais me tocou foi ver o Dončić falando sobre assistir os companheiros de camarote. “É muito frustrante ver o que meu time tá fazendo. Tenho muito orgulho deles. Tem sido muito difícil só sentar e assistir eles jogarem.” Mano, dá pra sentir a dor no peito do cara.

    E vocês, acham que ele volta ainda nessa série? Ou será que os Lakers vão ter que se virar sem o Luka Magic mais um tempo?

  • Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Cara, que reviravolta nos Mavericks. Masai Ujiri — o cara que trouxe o título pra Toronto em 2019 — agora é o novo presidente de operações de basquete de Dallas, e já chegou com papo reto: é hora de focar em Cooper Flagg.

    “Na África, dizemos que quando reis saem, reis chegam. Um rei foi embora e temos um pequeno príncipe aqui. Agora vamos transformá-lo em rei”, disse Ujiri na coletiva de apresentação. Mano, que declaração!

    O caos que virou Dallas

    Pra quem não lembra (como esquecer né?), os Mavs viveram 15 meses absolutamente insanos. Primeiro perderam pro Boston nas finais de 2024. Aí o Nico Harrison teve a brilhante ideia de trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis — que mal jogou por lesão. Result? 56 derrotas na temporada.

    Mas olha só a ironia do destino: mesmo sendo um dos piores times da liga, Dallas teve apenas 1,8% de chance na loteria do Draft e… PEGOU A PRIMEIRA ESCOLHA! Cooper Flagg caiu no colo deles como um presente dos céus.

    O garoto teve uma temporada rookie difícil — normal pra quem carrega um time nas costas aos 19 anos — mas ainda assim levou o prêmio de Calouro do Ano. Sinceramente, acho que foi merecido considerando a bagunça que ele herdou.

    Ujiri sabe o que tá fazendo

    E aí que entra o Ujiri. O cara tem experiência em transformar caos em título — lembram do que ele fez em Toronto? Trocou pelo Kawhi Leonard por uma temporada e conquistou o primeiro título da franquia. Em Denver, mandou o Carmelo Anthony embora e dois anos depois foi eleito Executivo do Ano.

    “Espero trazer calma”, disse Ujiri. E olha, Dallas precisa MUITO disso. A torcida tá revoltada (com razão), o time precisa de direção, e o Flagg merece uma estrutura decente ao redor dele.

    O que mais me chamou atenção foi ele não cravar se o Jason Kidd continua como técnico. “Vou ouvir o coach Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, disse. Traduzindo: nada tá garantido, pessoal.

    O futuro começa agora

    Vocês acham que o Ujiri consegue consertar essa bagunça? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara já provou que sabe montar times campeões, e ter o Cooper Flagg como base é um ponto de partida bem melhor do que muita gente imagina.

    A questão agora é: que peças vão colocar ao redor do prodígio? Porque uma coisa é certa — depois de toda essa novela com Luka e Anthony Davis, Dallas precisa urgentemente voltar a ser relevante. E com Ujiri no comando, eu acho que as coisas podem esquentar de vez na próxima temporada.

    O que vocês acham dessa contratação? Ujiri é o cara certo pra transformar Flagg no próximo grande astro da NBA?

  • Doncic e J-Will fora do Jogo 1: Lakers vs Thunder começa manco

    Doncic e J-Will fora do Jogo 1: Lakers vs Thunder começa manco

    Olha, se você tava esperando ver Luka Doncic comandando os Lakers contra o Thunder no Jogo 1 das semifinais do Oeste, vai ter que esperar sentado. O esloveno está fora com lesão no posterior da coxa esquerda — e pelo jeito, vai ficar fora por um bom tempo ainda.

    E não é só o Luka não. Do outro lado, Jalen Williams também não vai jogar pelo Thunder. Coincidência do destino ou coisa do tipo? Os dois com lesão no mesmo lugar: posterior da coxa esquerda. Basquete às vezes é cruel mesmo.

    Luka sumiu há um mês

    O cara que foi cestinha da temporada regular (33.5 pontos por jogo — monstro demais) se machucou lá em Oklahoma City há cerca de um mês e desde então tá no departamento médico. JJ Redick, técnico dos Lakers, nem quis dar prazo pra volta dele. E olha, posterior da coxa é osso — às vezes demora até dois meses pra curar direito.

    O mais doido é que o Luka até tentou uns arremessos de 3 no treino de segunda-feira antes da viagem. Mas uma coisa é tentar uns chutes, outra bem diferente é aguentar 48 minutos de playoff contra o Thunder. Não dá pra arriscar, né?

    Williams também no estaleiro

    Jalen Williams, que foi All-Star em 2025 e vinha fazendo uma temporada absurda (mesmo com várias lesões), perdeu os dois últimos jogos da primeira rodada contra o Phoenix. Tava arrebentando nos playoffs — 20.5 pontos com 61.5% de aproveitamento nos primeiros dois jogos antes de se machucar no terceiro quarto do Jogo 2.

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, só disse que o garoto “tá progredindo”. Traduzindo: não vai jogar tão cedo. A boa notícia pro Thunder é que Ajay Mitchell entrou no lugar dele e ajudou a varrer o Phoenix. Mas convenhamos, substituir o J-Will não é moleza não.

    E aí, vocês acham que essas lesões vão definir a série? Sinceramente, acho que os Lakers ficam bem mais prejudicados sem o Luka do que o Thunder sem o Williams. O que vocês pensam?

  • Lakers x Thunder: LeBron tem chance ou é massacre anunciado?

    Lakers x Thunder: LeBron tem chance ou é massacre anunciado?

    Cara, vou ser sincero com vocês: quando vi o matchup Lakers x Thunder nos playoffs, minha primeira reação foi “coitado do LeBron”. E olha que eu não sou pessimista não, mas os números dessa temporada regular foram de dar dó.

    O Thunder varreu a temporada regular contra os Lakers. VARREU. E não foi só ganhar os quatro jogos – foi humilhar mesmo, com uma média de vitória de 32.3 pontos por jogo. Trinta e dois pontos de diferença! É quase o que eu marco jogando NBA 2K no easy.

    A realidade nua e crua dos Lakers

    O próprio LeBron admitiu depois de uma derrota em fevereiro: “Vocês querem que eu compare a gente com eles? Aquele ali é um time de championship. Nós não somos.” Doeu até em mim ouvir isso, mas o King tava sendo realista.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, foi ainda mais longe: disse que considera o Thunder “um dos maiores times da história da NBA”. Olha, pode ser exagero de técnico tentando motivar o time, mas o Oklahoma City realmente tá monstruoso – 64 vitórias na temporada regular, melhor defesa da liga, MVP defendendo título.

    E aqui que fica interessante (e triste ao mesmo tempo): estamos vendo o LeBron aos 41 anos carregando esse time nas costas. Contra o Houston na primeira rodada, ele meteu 26 pontos, 9 rebotes e 8.5 assistências por jogo, acertando 43% dos arremessos de 3. Monstro.

    A volta de Luka pode mudar tudo?

    Agora, a grande pergunta que tá na cabeça de todo mundo: quando Luka Doncic volta? Porque sem ele, sinceramente, acho que os Lakers não têm nem 20% de chance nessa série.

    O problema é que mesmo com Luka saudável, ele não jogou bem contra o Thunder nesta temporada – apenas 15.5 pontos por jogo com 33% de aproveitamento. Lu Dort simplesmente grudou nele como chiclete. Mas playoffs é outra história, né? E o Luka tem esse histórico de aparecer nos momentos grandes.

    Austin Reaves também precisa voltar ao nível All-Star que mostrou no começo da temporada. Sem ele criando jogadas, fica tudo muito pesado pro LeBron.

    Será que rola outro milagre dos Lakers?

    Olha, eu quero muito que role uma zebra histórica aqui. Ver o LeBron eliminando o favorito ao título aos 41 anos seria épico demais. Mas a matemática não tá ajudando não.

    Os jogos começam terça-feira (5 de maio) às 20h30 no Paycom Center, em Oklahoma City. E vocês, acham que os Lakers conseguem pelo menos levar pra 6 jogos? Ou vai ser 4-0 mesmo?

    Uma coisa é certa: pode ser uma das últimas chances de ver o maior de todos os tempos nos playoffs. Independente do resultado, vou assistir cada minuto desse LeBron em quadra. Porque lendas como ele a gente não vê todo dia.