Tag: Luka Doncic

  • SGA lidera All-NBA 2025-26 com Jokic, Wemby e Luka no primeiro time

    SGA lidera All-NBA 2025-26 com Jokic, Wemby e Luka no primeiro time

    Cara, saiu o All-NBA de 2025-26 e que seleção absurda! O Shai Gilgeous-Alexander liderou o primeiro time junto com uns monstros que a gente já esperava ver ali.

    Olha só o primeiro time: SGA (Thunder), Jokic (Nuggets), Wembanyama (Spurs), Luka Doncic (Lakers – sim, ele foi pros Lakers!) e Cade Cunningham (Pistons). Sinceramente, esse quinteto é de outro planeta.

    O que mais me chamou atenção

    Primeiro: o Wemby no primeiro time já era esperado, mas ver isso acontecendo tão cedo na carreira dele é surreal. O garoto de 2,24m tá dominando a liga de uma forma que eu nunca vi. E pensar que ainda tem uns 15 anos de carreira pela frente…

    Segundo ponto que me deixou de queixo caído: Cade Cunningham conseguiu chegar no primeiro time! O cara que passou perrengue nos primeiros anos em Detroit finalmente mostrou seu potencial. Vocês lembram quando todo mundo duvidava se ele ia conseguir liderar um time? Pois é.

    E o Luka nos Lakers? Isso deve ter mudado completamente a dinâmica da franquia. Imagina a pressão que deve ser jogar com essa camisa amarela e roxa.

    Segundo e terceiro times também surpreendem

    No segundo time, o Jaylen Brown continua mostrando que merece reconhecimento individual, mesmo dividindo os holofotes com o Tatum em Boston. O KD ainda tá aí, agora em Houston – esse cara não envelhece mesmo.

    Kawhi Leonard conseguiu se manter saudável o suficiente pra chegar no segundo time? Isso é quase um milagre considerando o histórico de lesões dele.

    Já o terceiro time tem umas surpresas interessantes. Jalen Duren chegando lá é meio inesperado, mas faz sentido se o garoto realmente explodiu em Detroit. E o Chet Holmgren dividindo o garrafão do Thunder com o SGA deve ser uma combinação letal.

    Jamal Murray fechando no terceiro time mostra que Denver continua forte, mesmo com Jokic carregando o piano nas costas como sempre.

    O que vocês acharam dessa seleção? Alguém ficou de fora que merecia estar aí? Eu tô curioso pra saber se o Paolo Banchero não conseguiu uma vaguinha ou se teve alguma lesão no meio do caminho.

  • Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Cara, mal saiu a notícia da demissão do Jason Kidd e as casas de apostas já estão fervendo com as cotações para o próximo técnico dos Dallas Mavericks. E olha só quem aparece como favorito: Sean Sweeney, que era justamente o braço direito do Kidd em Dallas!

    Segundo o BetOnline, Sweeney tem +125 de odds – o que significa 44,4% de chances implícitas. Faz sentido, né? O cara conhece o elenco, sabe como o Luka pensa em quadra, e era quem comandava o esquema defensivo dos Mavs. Mas sinceramente? Acho meio estranho ele ser TÃO favorito assim logo de cara.

    Os nomes que fazem a galera sonhar

    Agora vem a parte interessante. Nick Nurse aparece com +300 (segundo colocado), mas cara… ele tá no Philadelphia! Seria preciso os Sixers liberarem ele pra entrevista, e duvido muito que isso role. O cara ganhou anel em Toronto e tá construindo algo legal na Filadélfia.

    Frank Vogel (+400) é outro nome que faz sentido – era assistente do Kidd na temporada passada. A questão é: será que Masai Ujiri (novo presidente dos Mavs) vai querer manter alguém do staff anterior? Eu tenho minhas dúvidas.

    Mas o nome que mais me chamou atenção foi Steve Nash em quarto lugar (+650). Gente, seria MUITO louco ver outro armador lendário dos Mavs comandando o time depois do Kidd. Lembram da passagem conturbada dele no Brooklyn com o Kyrie Irving? Pois é, ironicamente o Kyrie tá em Dallas agora. O mundo dá voltas mesmo.

    Apostas malucas e sonhos impossíveis

    Billy Donovan (+700) fecha o top 5, mas pelo que tô vendo, ele tá cotado pra ir pro Orlando Magic. Aí tem uns nomes interessantes tipo Tiago Splitter (10/1) – seria massa ver um brasileiro técnico na NBA, mas acho difícil.

    Tom Thibodeau (12/1) sempre aparece nessas listas, mas o cara é meio “old school” demais pro estilo atual da liga. Michael Malone (16/1) seria interessante, mas ele tá bem no North Carolina.

    Agora a cereja do bolo: DIRK NOWITZKI com 75/1! Cara, imaginem o Dirk comandando Luka e companhia? Seria um filme, mas obviamente é mais meme do que possibilidade real. O alemão tá curtindo a vida de analista na Amazon Prime.

    E aí, galera? Quem vocês acham que deveria pegar esse desafio? Eu confesso que tô curioso pra ver se vão apostar em alguém experiente ou se vão de cara nova mesmo. Os Mavs precisam de alguém que saiba lidar com estrelas e que tenha jogo de cintura pra gerenciar egos. Não é qualquer um que aguenta a pressão de comandar Luka e Kyrie ao mesmo tempo!

  • Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Olha, que história maluca essa do MVP de 2026. O Shai Gilgeous-Alexander levou merecidamente, mas o que mais me chamou atenção foi como o Luka Dončić e o Cade Cunningham conseguiram driblar o sistema e ainda saíram ganhando.

    Os dois perderam o recurso por jogos perdidos — Luka ficou com 64 jogos (faltou 1 pra regra dos 65 mínimos) e o Cunningham também. Mas a liga aceitou as justificativas: Luka perdeu dois jogos porque nasceu a filha dele na Eslovênia (cara, imagina perder MVP por estar no parto da filha?), e o Cunningham ficou fora 12 jogos por causa de um pulmão colapsado. Bagulho sério mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    E agora vem o plot twist: Dončić terminou em 4º no MVP e Cunningham em 5º. Como o All-NBA primeiro time segue a mesma votação, os dois devem estar garantidos na seleção principal junto com SGA, Jokić e Wembanyama.

    Sinceramente? Acho que fizeram certo em aceitar os recursos. Imagina o Luka perdendo prêmios porque quis estar presente no nascimento da filha. Isso seria desumano demais, né?

    Cunningham ainda fez história sendo o primeiro americano a receber votos de primeiro lugar para MVP desde 2021. Dois votos só, mas quebrou uma seca de 5 anos. O último tinha sido Stephen Curry, Chris Paul e Derrick Rose em 2021.

    Jokić continua sendo um monstro absurdo

    Falando em consistência, o Nikola Jokić terminou em segundo pela terceira vez — e isso coloca ele numa lista bem seleta. Seis temporadas consecutivas terminando entre os dois primeiros no MVP (ganhou em 2021, 2023 e 2024, foi segundo em 2022, 2025 e agora 2026).

    Sabe quem mais fez isso? Só Bill Russell e Larry Bird. Russell nos anos 50/60 e Bird nos anos 80. Ou seja, o sérvio tá literalmente entre os maiores da história quando falamos de dominância prolongada.

    E tem outro dado maluco: 13 anos consecutivos sem um número 1 do draft ganhar MVP. O último foi LeBron em 2013 pelo Miami. De lá pra cá, só caras que foram escolhidos depois: KD (2º), Curry (7º), Westbrook (4º), Harden (3º), Giannis (15º), Jokić (41º) e Embiid (3º).

    Vocês acham que essa ‘maldição’ dos primeiros picks vai continuar? Porque olhando os candidatos atuais, não vejo nenhum número 1 recent dominando assim não…

    O que mais me impressiona é como o basquete tá internacional. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wemby (francês), Luka (esloveno). Só o Cunningham representando os EUA no top 5. Os tempos mudaram mesmo.

  • NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando há um tempão: a NBA virou um festival de lesão muscular. E não é impressão minha não — os números são absurdos.

    Pensa comigo: em 2010, a liga toda teve 18 lesões na panturrilha. Ano passado? Sessenta. Nesta temporada? Oitenta e seis! É quase cinco vezes mais. Isso não é normal.

    O drama dos playoffs

    Os playoffs viraram uma novela de contusão. Jalen Williams perdeu seis jogos do Thunder por problema no posterior. Franz Wagner, OG Anunoby, Aaron Gordon — todo mundo no departamento médico com panturrilha ou posterior da coxa. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Luka perdeu TODA a campanha dos Lakers por causa de uma lesão grau 2 no posterior.

    E olha que ironia: Anthony Edwards voltou de lesão no joelho só pra ficar limitado de novo. Sinceramente, parece que os caras não conseguem mais jogar uma temporada inteira sem quebrar algo.

    A revolução do um pé só

    Aqui que a coisa fica interessante. Ron Adams, técnico auxiliar veteraníssimo da NBA, mandou uma real: “O basquete costumava ser um esporte de dois pés. Se você assistisse um treino do John Wooden, era sempre igual: chegue no garrafão e jogue com os dois pés apoiados. Hoje em dia, o jogo é de um pé só.”

    Faz sentido demais. Pensa nos movimentos que dominam o jogo hoje: o stepback de três (que todo mundo tenta fazer igual ao Harden) e o euro-step. Os dois movimentos botam uma pressão desgraçada na panturrilha e no posterior da coxa.

    A ciência por trás disso é meio assustadora. Quando você faz um stepback, o músculo fica ativado E esticado ao mesmo tempo — é exatamente a receita perfeita pra lesão. É como forçar o elástico no limite.

    Os reis do stepback pagaram o preço

    Olha só esse dado que me deixou de cara: o Tatum tentou 11 stepbacks de três na temporada de calouro em 2017-18. Nesta temporada? Duzentos e cinquenta e um! Vinte e três vezes mais, cara.

    Apenas cinco jogadores passaram de 1.000 stepbacks na carreira: Harden, Doncic, Curry, Tatum e Damian Lillard. Adivinha? Lillard e Tatum já romperam o Aquiles. O Doncic teve três lesões na panturrilha. E o Curry — que nunca se machucou sério em 17 anos — teve sua primeira lesão muscular nos playoffs do ano passado.

    Isso não pode ser coincidência.

    O mais preocupante são as lesões recorrentes. Treze jogadores se machucaram múltiplas vezes na panturrilha só nesta temporada. Seis caras tiveram três ou mais lesões na panturrilha em uma temporada: Coby White, Rui Hachimura, Isaiah Hartenstein, Giannis, Evan Mobley e Ty Jerome.

    Pra você ter ideia do absurdo: de 2010 a 2024 (14 temporadas), isso só tinha acontecido cinco vezes no total. Agora aconteceu seis vezes em um ano só!

    Vocês acham que a NBA precisa repensar o calendário? Porque 82 jogos na temporada regular + dois meses de playoffs + torneio da temporada… não dá pra culpar só os stepbacks. O corpo humano tem limite, né?

    Na minha opinião, a liga criou um monstro: um estilo de jogo espetacular de assistir, mas que tá literalmente quebrando os jogadores. E aí, será que vale a pena?

  • Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Olha, depois de levar uma varredura do Thunder nos playoffs, os Lakers finalmente entenderam o óbvio: esse time precisa de MUITO mais atletismo e profundidade. E não adianta usar a lesão do Luka como desculpa — mesmo com ele, a diferença pro OKC era gritante.

    Rob Pelinka foi bem claro na entrevista pós-eliminação: eles vão reformular o elenco pensando 100% no que o Luka precisa. E segundo o The Athletic, as prioridades estão bem definidas.

    Pivôs que voem no garrafão

    O Deandre Ayton até foi decente como titular, mas convenhamos — 12.5 pontos e 8.0 rebotes não é exatamente o que você espera de um pivô que ganha uma fortuna. Pior: ele ficava no banco nos momentos decisivos porque o Jaxson Hayes jogava melhor. Isso diz tudo, né?

    Os Lakers querem um “verdadeiro alvo para passes alley-oop” — basicamente alguém no estilo Daniel Gafford ou Dereck Lively II, mas sem o histórico de lesões. Alguém que seja uma ameaça constante nas enterradas e que funcione perfeitamente no pick-and-roll com o Luka.

    Alas que defendem E arremessam

    A situação nas alas tá ainda pior que no pivô. O Jarred Vanderbilt é praticamente um cone no ataque, e o Jake LaRavia? Cara, foi tão mal nos playoffs que nem jogou os dois últimos jogos. Depois de 82 jogos na temporada regular, virou banco nos momentos que mais importavam.

    A franquia quer jogadores “de duas vias” — alas atléticos que marquem bem e ainda tenham um arremesso confiável. Quando o Luka sofre dupla marcação (e ele VAI sofrer), alguém precisa acertar os chutes livres.

    Sinceramente? Fazia tempo que não via uma necessidade tão óbvia de reformulação. O Lakers tem o melhor jogador do mundo no Luka, mas o elenco ao redor dele simplesmente não aguenta o tranco dos playoffs. Vocês acham que eles conseguem atrair as peças certas na free agency?

    Uma coisa é certa: se não resolverem isso agora, vão desperdiçar mais um ano do prime do Luka. E isso seria criminoso.

  • Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Lesão do Luka foi muito pior do que imaginavam nos Lakers

    Ó o plot twist na história da lesão do Luka Dončić! Lembram quando todo mundo achava que ele voltaria em um mês? Pois é, a realidade foi bem mais complicada que isso.

    Acontece que a lesão no posterior da coxa do craque esloveno era muito mais séria do que qualquer um imaginava inicialmente. O primeiro exame em Dallas mostrou uma lesão grau 2 — já não é brincadeira. Mas quando o cara foi pra Espanha fazer um tratamento especializado, descobriram que o buraco era mais embaixo.

    A verdade que ninguém sabia

    Segundo informações que vazaram agora após a eliminação dos Lakers, uma avaliação médica mais detalhada na Espanha revelou que a lesão era “mais profunda e severa” do que o diagnóstico original sugeria. Cara, imagina a frustração do Luka descobrindo isso…

    E olha só que situação: o próprio Dončić falou com a imprensa depois de um treino em Oklahoma City e deixou claro que o prazo real seria de pelo menos oito semanas. OITO SEMANAS! Isso explica por que ele nunca mais voltou nesta temporada.

    Os Lakers tentaram ganhar jogos suficientes pra dar tempo dele voltar nos playoffs, mas não rolou. Cinco semanas e meia fora de combate e tchau temporada. Uma pena, porque a gente nunca vai saber até onde esse time poderia ter chegado com o Luka 100%.

    E agora, como fica a offseason?

    A boa notícia é que Luka já está sem dor no posterior e focando na preparação para a próxima temporada. O monstro já começou aquela dieta rigorosa que fez no ano passado — lembram da transformação física dele?

    Uma coisa que achei interessante: ele confirmou que não vai jogar pelas eliminatórias da Copa do Mundo FIBA pela Eslovênia. Vai aproveitar pra ficar com as filhas e cuidar da vida pessoal. Sinceramente, acho que é a decisão certa depois de uma lesão dessas.

    O mais importante é que, segundo os médicos, essa lesão não vai atrapalhar a preparação dele para 2026-27. É o tipo de machucado que dói, que corta a temporada, mas que não compromete a carreira no longo prazo.

    Vocês acham que os Lakers vão reforçar o elenco pensando nessas situações de lesão? Porque dependência total de um jogador, por mais craque que seja, é sempre perigoso na NBA…

  • Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Lakers podem ir atrás do Giannis? Veja a proposta maluca que rola

    Olha, depois da surra que o Thunder deu nos Lakers nos playoffs, uma coisa ficou clara: esse time precisa de mais peças pra sonhar com o título. E quando você pensa em ‘mais peças’, é difícil não pensar no Greek Freak.

    Giannis Antetokounmpo tá no mercado faz tempo — todo mundo sabe que os Bucks não vão pra lugar nenhum nos próximos anos. E o cara já deixou bem claro que quer brigar por título. Juntar ele com o Doncic não seria uma loucura total?

    A proposta que tá rolando

    Então, aparentemente tem uma proposta circulando que seria mais ou menos assim: Lakers mandariam Jarred Vanderbilt, Dalton Knecht, Jake LaRavia e uma caralhada de picks (2026, 2031, 2033 e mais alguns swaps) pro Milwaukee em troca do Giannis.

    É muita pick, não vou mentir. Mas o problema é que os Lakers não têm muita coisa pra oferecer mesmo. Quase todo mundo importante vai ser agente livre — Reaves, LeBron, Rui Hachimura, Luke Kennard… É basicamente um time novo que vai ter que montar.

    Será que cola?

    Sinceramente? Acho difícil. Os Bucks vão querer algo mais consistente que um monte de picks que só vão chegar daqui a década. Por mais que 2031 e 2033 pareçam longe, é muito arriscado apostar que esses picks vão valer alguma coisa.

    E tem outra: Doncic vai ter 34 anos em 2033. Ainda pode ser monstro, claro, mas é apostar que ele vai manter o nível por muito tempo.

    O que vocês acham — vale a pena os Lakers irem all-in numa jogada dessas? Ou é melhor tentar construir algo mais sólido aos poucos?

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais loucas da história da NBA. Giannis e Doncic no mesmo time… cara, só de imaginar já dá arrepio.

  • Luka abandona seleção da Eslovênia por batalha judicial das filhas

    Luka abandona seleção da Eslovênia por batalha judicial das filhas

    Cara, o Luka Doncic acabou de anunciar uma decisão que partiu o coração de qualquer pai. O esloveno não vai defender a seleção nacional neste verão porque está brigando na justiça pela custódia das duas filhas com a ex-noiva Anamaria Goltes.

    A notícia veio pelo Instagram dele, tanto em esloveno quanto em inglês — e sinceramente, dá pra sentir a dor nas palavras. “Eu amo minhas filhas mais que qualquer coisa, e elas sempre vão vir primeiro na minha vida”, escreveu o cara.

    Quando o basquete fica em segundo plano

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e raramente vi um jogador no auge da carreira abrir mão da seleção por motivos tão pessoais. O Luka tem duas meninas: Gabriela, de 3 anos, e Olivia, que nasceu em dezembro passado. Segundo ele, tem sido “extremamente difícil” ver as filhas nos últimos oito meses.

    A separação com a Anamaria foi anunciada em março, e pelo visto a coisa complicou legal. Ela até entrou com pedido de pensão alimentícia e custas advocatícias, segundo o TMZ. Imagina a pressão que deve ser lidar com isso enquanto todo mundo espera você jogar no mais alto nível?

    Temporada perdida, mas prioridades certas

    Falando em jogar, o Luka nem conseguiu disputar os playoffs por causa de uma lesão no tendão da coxa — grade 2, nada simples. Mesmo assim, o monstro terminou a temporada regular como cestinha da NBA com 33.5 pontos por jogo. Absurdo.

    Os Lakers até conseguiram passar do Houston na primeira rodada (em seis jogos), mas tomaram uma varrida do Oklahoma City na sequência. E o Luka ali, vendo tudo de camarote por conta da lesão.

    “Se eu pudesse estar lá, estaria 100%”, disse ele após o Jogo 4. Deve estar doendo não poder ajudar o time, mas agora as prioridades são outras.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Na minha opinião, família vem primeiro mesmo. O cara já provou tudo que tinha que provar no basquete — agora é hora de lutar pelo que realmente importa.

  • LeBron quer ficar nos Lakers (mas vai ter que aceitar menos grana)

    LeBron quer ficar nos Lakers (mas vai ter que aceitar menos grana)

    Olha, eu já imaginava que essa novela do LeBron ia rolar até o último segundo, né? E parece que realmente vai. Segundo fontes do time e da liga, tanto o King quanto os Lakers querem continuar juntos — mas a parada não vai ser tão simples assim.

    Aos 41 anos (cara, como o tempo voa), LeBron disse que vai “processar tudo nas próximas semanas” antes de bater o martelo sobre o futuro. Warriors e Cavaliers tão de olho, esperando qualquer sinal de que LA pode mudar de direção. Imagina o caos se ele volta pra Cleveland de novo?

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio triste pro Bron. Qualquer contrato novo seria literalmente o PRIMEIRO corte salarial da carreira dele em 23 temporadas na NBA. Vinte e três temporadas, gente. O cara nunca precisou aceitar menos dinheiro.

    Se ele sair mesmo, os Lakers conseguem quase 50 milhões em cap space abrindo mão dos Bird rights dele e do Rui Hachimura. Dinheiro suficiente pra tentar alguma loucura no mercado. Mas sinceramente? Acho que eles preferem manter o Bron, mesmo que seja por menos.

    A química com Doncic mudou tudo

    E cara, quem diria que LeBron ia se adaptar TÃO bem a um papel reduzido? Eu confesso que tinha minhas dúvidas. Mas aquele março foi absurdo — Lakers com 15-2, top 10 dos dois lados da quadra.

    Os números falam por si: LeBron com 18.5 pontos, 7.0 assistências e 6.9 rebotes em 56.2% de aproveitamento. Doncic fazendo Doncic com 37.5 pontos por jogo. E o Austin Reaves consolidado como terceira opção real com 21.5 pontos.

    “Jogar com AR e Bron foi uma experiência inacreditável”, disse Doncic depois da eliminação. Dá pra ver que a química rolou mesmo.

    A questão agora é: será que os Lakers conseguem melhorar o elenco mesmo mantendo LeBron e Reaves? As fontes do time dizem que sim, que existem “caminhos viáveis” pra construir algo mais forte ao redor do Doncic.

    E aí, vocês acham que vale a pena pro LeBron aceitar menos dinheiro pra tentar mais um anel em LA? Ou será que é hora de partir pra uma última dança em outro lugar?

  • Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Olha, os Mavericks não estão brincando em serviço. Três dias depois de anunciar Masai Ujiri como presidente — aquele mesmo cara que construiu o título dos Raptors —, Dallas foi lá e fisgou Mike Schmitz do Portland como novo GM.

    Sinceramente? Era hora. Desde que mandaram o Nico Harrison embora em novembro (depois daquela trade BIZARRA que enviou o Luka pro Lakers), o time estava meio que no limbo administrativo. E convenhamos, aquela negociação foi um dos maiores tiros no pé da história recente da NBA.

    A limpeza continua

    Schmitz vai assumir o cargo que Harrison tinha antes de ser demitido, cuidando das operações do dia a dia e alinhamento estratégico do departamento de basquete. O cara vem do Portland, onde era assistente de GM, e tem um currículo interessante — passou cinco anos na ESPN como analista de draft antes de ir pros Blazers em 2022.

    Mas o que mais me chama atenção é a conexão com Ujiri. Os dois têm laços fortes com a África — Schmitz trabalhou com desenvolvimento de basquete juvenil na Nigéria (terra natal do Ujiri) e até foi assistente técnico da seleção de Uganda. Essa sintonia pode ser fundamental pra reconstruir Dallas.

    E agora, José?

    Uma coisa que ainda tá no ar: o que vai acontecer com Michael Finley e Matt Riccardi? Os dois estavam como co-GMs interinos desde que Harrison caiu, e foram eles que negociaram Anthony Davis (que veio na trade do Luka) pro Washington. Vocês acham que eles vão ficar na estrutura ou é tchau mesmo?

    O próprio Schmitz parece empolgado: “Tenho um respeito tremendo pelo Masai, esse grupo de proprietários e a visão que eles têm pro futuro da franquia. Tô animado pra trabalhar junto com as pessoas talentosas que já estão aqui e ajudar a construir uma organização de nível de campeonato.”

    Na boa, depois de ver Dallas destruir tudo que construiu com Luka, essa dupla Ujiri-Schmitz pode ser exatamente o que o time precisa pra voltar aos trilhos. A temporada 2026-27 promete ser bem diferente por lá.