Tag: Memphis Grizzlies

  • NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    Cara, que dia triste pra família NBA. Perdemos dois caras importantes de uma vez só — Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, e Jason Collins, veterano que passou por um monte de times. A liga fez questão de homenagear os dois antes do Jogo 5 entre Spurs e Timberwolves com um minuto de silêncio.

    Brandon Clarke: muito novo pra ir embora

    Clarke tinha só 29 anos, mano. Muito novo. O cara era a 21ª escolha do Draft de 2019, saiu de Gonzaga direto pro Memphis e nunca saiu de lá. Sete temporadas defendendo a mesma camisa — isso é raro hoje em dia na NBA.

    O mais triste? Ele vinha batalhando contra lesões nos últimos anos. Esta temporada conseguiu jogar apenas dois jogos. Dois. E agora não vai poder mostrar mais aquele seu estilo único de jogo.

    Os números dele podem não impressionar quem só olha por cima — 10.2 pontos e 5.5 rebotes de média na carreira. Mas quem acompanhava os Grizzlies sabia da importância dele. 60.5% de aproveitamento nos arremessos de quadra é coisa de monstro. Era daqueles caras que você podia contar sempre.

    Jason Collins: pioneiro e guerreiro

    Collins é uma história completamente diferente. O cara jogou 13 temporadas na NBA — passou por Nets, Grizzlies, Timberwolves, Hawks, Celtics e Wizards. Imagina quantas histórias esse homem não tem pra contar.

    Ele tava lutando contra um câncer no cérebro. Sinceramente, é de partir o coração. Collins foi mais que um jogador — foi um pioneiro em várias questões importantes da liga.

    Nas estatísticas, ele tinha 3.6 pontos e 3.7 rebotes de média. Mas vocês sabem como é: nem sempre os números contam a história toda. Collins era daqueles que faziam o trabalho sujo, que seguravam os caras grandes no garrafão quando precisava.

    Ver a NBA parar pra homenagear esses dois no meio dos playoffs mostra o respeito que a liga tem pelos seus. Não importa se você é estrela ou coadjuvante — uma vez família NBA, sempre família NBA.

    Descansem em paz, guerreiros. O basquete fica mais pobre sem vocês.

  • Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Gente, o Milwaukee Bucks não tá brincando em serviço. Enquanto todo mundo fica especulando sobre o futuro do Giannis, a franquia foi lá e fechou um contrato de SEIS ANOS com Taylor Jenkins para ser o novo técnico. Seis anos, cara! Isso é comprometimento de verdade.

    E não é só a duração que impressiona — segundo o The Athletic, o cara vai embolsar mais de US$ 10 milhões por temporada. Olha, eu sabia que técnico da NBA ganhava bem, mas isso aí é outro nível. Até o Abel Ferreira deve estar com inveja!

    Uma aposta em quem conhece playoffs

    Sinceramente? Acho que os Bucks fizeram a escolha certa. O Jenkins pode não ter dirigido nenhum time na temporada passada (foi demitido pelo Memphis no final de 2024), mas o currículo fala por si só. Em quase seis anos no comando dos Grizzlies, ele teve um retrospecto de 250 vitórias e 214 derrotas — nada mal para um time que ainda estava se construindo.

    Mas o que mais me impressiona são as três classificações para os playoffs. Lembrem que estamos falando do Memphis, não dos Lakers ou Celtics. Conseguir levar aquele time jovem dos Grizzlies para a pós-temporada três vezes é trabalho de gente boa mesmo.

    O futuro do Giannis na mesa

    Agora vem a pergunta de um milhão de dólares: será que essa contratação vai influenciar a decisão do Giannis sobre ficar ou não? Porque vamos combinar — não faz sentido dar um contrato de seis anos para um técnico se você não tem certeza de que vai manter sua maior estrela.

    Na minha opinião (e posso estar viajando), esse movimento dos Bucks é um recado claro para o Greek Freak: “Olha, estamos construindo algo sólido aqui. Fica com a gente.” Vocês acham que essa estratégia vai funcionar?

    Uma coisa é certa — com o Jenkins no comando e hopefully o Giannis renovando, Milwaukee pode voltar a sonhar alto. Mas aí só o tempo vai dizer se essa aposta de US$ 60 milhões vai valer a pena.

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Olha só que reviravolta interessante no Draft da NBA de 2025. Os Washington Wizards, que tiraram a sorte grande e pegaram a primeira pick geral, não estão nem aí pra esse “prêmio”. Michael Winger, presidente da franquia, foi bem direto: eles tão dispostos a trocar a pick número 1.

    “Estamos abertos”, disse Austin Ainge, do Utah Jazz, sobre a segunda pick. “Sempre vamos escutar ofertas.”

    Washington não tá desesperado

    A postura do Wizards faz sentido quando você para pra pensar. Cara, eles acabaram de pegar Trae Young e Anthony Davis (sim, você leu certo), além de terem acumulado várias picks altas nos últimos anos. Winger foi cristalino: esse não é um “momento salvador” pra franquia.

    Will Dawkins, o GM dos Wizards, não vai descartar trocar a pick se ele identificar dois ou três jogadores que valem a pena mais pra baixo no draft. Estratégia interessante, não acham?

    AJ Dybantsa continua sendo o prêmio

    A grande questão é: o Utah ainda consegue colocar as mãos no AJ Dybantsa? O moleque é considerado o consenso número 1 dessa classe, e complicou a situação do Jazz quando eles trocaram com Memphis pra pegar Jaren Jackson Jr. em fevereiro.

    Dybantsa mesmo não tá preocupado. Depois da loteria, ele falou pros repórteres: “Eu não tava nem aí pras picks de 14 a 3”. O cara já sabe que vai ser top 2. Confiança total.

    Memphis, com a terceira pick, deve ficar quietinho onde está. Zach Kleiman tem histórico de trocar pra CIMA, não pra baixo – fez isso no ano passado pra pegar Cedric Coward na 11. E olha, com Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina) provavelmente disponíveis na 3, os Grizzlies tão numa boa.

    O pessoal da liga acredita que o top 4 pode embaralhar entre si, mas ninguém vai querer sair dessa elite toda. Faz sentido – essa classe de draft tá recheada no topo.

    Sinceramente? Acho genial a postura de Washington e Utah. Por que se apressar se você pode conseguir mais valor trocando? Especialmente quando seu time já tem peças interessantes no lugar.

  • Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Cara, que momento mais bonito rolou ontem no jogo do Magic. Desmond Bane estava lá, destruindo os Pistons no Jogo 4 dos playoffs, quando olha pro lado da quadra e vê quem? Ja Morant e Jaren Jackson Jr. na arquibancada torcendo por ele. Eu quase chorei assistindo essa parada.

    Pra quem não lembra, esses três caras foram a cara do Memphis Grizzlies por cinco anos. Bane chegou lá em 2020 como um novato meio desconhecido, mas junto com Ja e JJJ formaram um trio monstro que levou os Grizzlies pra quatro playoffs seguidos. Em 2022, chegaram até nas semifinais do Oeste — que temporada absurda foi aquela.

    A emoção de rever os brothers

    Depois do jogo, Bane não conseguiu segurar a emoção ao falar sobre ver os ex-companheiros na arquibancada:

    “É especial. São caras que eu passei 5 anos junto, comecei minha carreira com eles, fiz muitas memórias. É uma amizade que vai durar para sempre. São caras que significam muito pra mim. Sou grato que eles apareceram pra me apoiar.”

    Olha, eu sempre falo que o basquete vai muito além dos números e das estatísticas. Momentos como esse mostram que as conexões humanas são o que realmente importa no esporte. Mesmo com Bane tendo sido trocado no meio da temporada (negociada que pegou todo mundo de surpresa), a amizade permaneceu intacta.

    Magic dominando rumo às semifinais

    E não é que o Bane jogou inspirado com os amigos na arquibancada? O cara meteu 22 pontos, acertou 5 de 10 bolas de três e ajudou o Magic a abrir 3-1 na série. Os Pistons não conseguiram responder — cometeram 20 turnovers (!) contra apenas 12 do Orlando.

    Franz Wagner contribuiu com 19 pontos, Paolo Banchero botou 18, e Wendell Carter Jr. fez um double-double com 12 pontos e 11 rebotes. O Magic está a uma vitória de avançar pras semifinais do Leste, e sinceramente? Depois de ver essa química do time, acho que eles chegam longe nesses playoffs.

    Agora é torcer pro Jogo 5 em Detroit. Será que Ja e JJJ vão estar lá de novo torcendo pelo amigo? Eu espero que sim — essas amizades genuínas no esporte são cada vez mais raras.

  • LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    Olha só que treta interessante rolou essa semana. O LeBron James soltou uma dessas dele em abril, falando que os jogadores da NBA não curtem ir pra Memphis e que Nashville seria um lugar muito melhor pro Grizzlies. E agora o comissário Adam Silver resolveu responder — de um jeito bem diplomático, mas que pode mudar tudo.

    No podcast “Pardon My Take” do Barstool, Silver foi direto ao ponto: não tem plano nenhum de tirar o Grizzlies de Memphis. O dono do time, Robert Pera, não quer sair de lá nem pintado de ouro. Mas aí que vem a jogada de mestre do comissário.

    A ideia que pode ser genial

    “Nashville é uma cidade em ascensão”, disse Silver. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que fossem o time do Tennessee inteiro, na medida do possível.”

    Cara, isso faz MUITO sentido. Nashville tem uma cena esportiva incrível — NHL com os Predators, NFL com os Titans — e tá crescendo pra caramba. Seria tipo expandir a torcida sem precisar mexer toda a estrutura do time.

    O San Antonio Spurs já faz isso há quatro anos, jogando duas partidas da temporada regular em Austin. Claro que lá são só 123 quilômetros de distância, enquanto Memphis e Nashville ficam a uns 340 km. Mas ainda assim é viável.

    LeBron falou besteira?

    Silver discordou completamente da opinião do LeBron sobre os jogadores odiarem Memphis. “Os jogadores com quem eu converso o tempo todo gostam de jogar em Memphis”, rebateu. “Memphis sempre foi um grande mercado pra NBA, com uma história incrível, uma cultura incrível.”

    Sinceramente? Eu meio que entendo os dois lados. Memphis tem uma energia única, uma torcida que apoia mesmo, e uma tradição do basquete que é respeitada. Mas Nashville… cara, Nashville tá bombando. É uma cidade que respira esporte e entretenimento.

    O timing dessa discussão é curioso. O contrato do FedExForum (casa do Grizzlies desde 2004) vence depois da temporada 2028-29. Será que isso não é o Silver plantando uma sementinha pra criar pressão por melhorias na arena? Ou realmente testando as águas pra uma mudança maior?

    “Do meu ponto de vista, não tem razão nenhuma pra Memphis Grizzlies não ter sucesso”, finalizou Silver.

    E vocês, o que acham? Seria massa ver uns jogos do Grizzlies em Nashville, ou isso seria o primeiro passo pra uma mudança definitiva que ninguém quer admitir ainda?

  • LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    Olha, o LeBron simplesmente mandou a real sobre Memphis e causou um baita rebu na NBA. Aos 41 anos, o Rei não tá mais com paciência pra certas coisas — e jogar no Tennessee contra os Grizzlies é uma delas.

    “Vocês acham que eu quero fazer essa m*rda, ficar em Memphis numa quinta-feira qualquer?”, disparou LeBron durante uma gravação no canal “Bob Does Sports” enquanto jogava golfe. E não parou por aí: “Vocês têm que mudar esse time… já vão logo pra Nashville.”

    O Rei não tá sozinho nessa?

    Segundo o próprio LeBron, ele não é o primeiro jogador da NBA a reclamar disso. “Todo mundo fica tipo, ‘vocês têm que se mudar’”, continuou o astro. E sinceramente? Até faz sentido o argumento dele. Nashville tem estrutura de sobra — Vanderbilt, NASCAR, estádios, time de hockey (Nashville Predators), NFL (Tennessee Titans)… A cidade realmente oferece mais.

    Mas aí que entra Adam Silver pra apagar o incêndio. O comissionário da NBA foi direto ao ponto no podcast “Pardon My Take”: os Grizzlies não vão sair de Memphis tão cedo, não.

    Silver joga água no fogo

    “Memphis sempre foi um mercado incrível pra NBA. A cidade tem uma história e cultura fantásticas”, defendeu Silver. E olha, ele tem razão — Memphis respira basquete, é berço de lendas e tem uma torcida apaixonada que não merece perder o time.

    Agora, aqui fica interessante: Silver não fechou completamente a porta pra Nashville. Ele sugeriu que os Grizzlies poderiam jogar “alguns jogos por ano” na capital do Tennessee, meio que virando o time de todo o estado. Estratégia inteligente, né?

    “Obviamente Nashville é uma cidade em ascensão. Coisas incríveis estão acontecendo lá”, admitiu o comissionário. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que se tornassem o time do Tennessee.”

    Eu, particularmente, acho que o LeBron exagerou na dose. Cara, Memphis tem uma atmosfera única na NBA! Lembra daqueles times do Grit and Grind com Gasol, Randolph e companhia? A torcida de lá é de arrepiar.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão sobre Nashville ter mais estrutura, ou Memphis merece manter seus Grizzlies? Uma coisa é certa: aos 41 anos, o Rei tá cada vez mais sem filtro — e isso torna tudo mais divertido.

  • LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    Olha só que história louca: o LeBron James simplesmente sugeriu que os Memphis Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville. Isso mesmo, o Rei deu pitaco sobre onde um time deveria jogar. E vocês sabem o que o Adam Silver respondeu? “Não, obrigado, mas talvez alguns jogos por lá né…”

    Na minha opinião, o LeBron às vezes exagera mesmo. Cara quer opinar sobre tudo na NBA, desde Draft até onde os times deveriam ficar. Mas dessa vez o comissário foi esperto na resposta.

    Silver defendeu Memphis mas deixou Nashville no radar

    O comissário foi bem claro: “Os jogadores que converso adoram jogar em Memphis. Nunca ouvi isso de não quererem estar lá”. Queimou o filme do LeBron de uma forma educada, mas queimou.

    Mas aí vem o plot twist. Silver falou que adoraria ver os Grizzlies jogando “alguns jogos por ano” em Nashville, pra virarem “o time de todo o Tennessee”. Cara, isso é genial ou perigoso? Porque a gente já viu essa história antes.

    O dono do time, Robert Pera, nem quer saber de mudança. Tá tranquilo em Memphis mesmo. Mas imaginem os torcedores de Memphis ouvindo que o comissário quer levar jogos pra outra cidade… Eu ficaria nervoso, não vou mentir.

    Já aconteceu com outros times

    Os Spurs fazem algo parecido com Austin, então não seria a primeira vez. Mas sempre fico com o pé atrás quando times começam a “experimentar” outras cidades. É assim que começa, né? Primeiro são alguns jogos, depois vem aquele papo de arena nova, incentivos públicos…

    Sinceramente, Memphis tem uma história absurda com basquete. A cultura da cidade, a torcida, aquela energia única do FedExForum quando tá lotado. Seria uma pena perder isso.

    E vocês, acham que o LeBron deveria dar pitaco sobre localização de franquias? Pra mim, jogador tem é que focar em jogar bem, mas sei lá… talvez ele tenha um ponto sobre atrair mais fãs pra certas regiões.

    Por enquanto os Grizzlies ficam em Memphis. Mas fiquem de olho nessa história de Nashville, porque quando a NBA quer alguma coisa, ela geralmente consegue. E com a expansão da liga vindo aí (Seattle e Las Vegas na fila), quem sabe Nashville não entra no radar também?

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.

  • Grizzlies querem trocar Ja Morant, mas não esperam muito em troca

    Grizzlies querem trocar Ja Morant, mas não esperam muito em troca

    Olha só que situação complicada: os Memphis Grizzlies querem mesmo se livrar do Ja Morant nesta offseason, mas executivos da liga acham que eles não vão conseguir quase nada em troca. É de dar dó.

    Na minha visão, isso mostra como os problemas extracorte do Morant realmente afetaram seu valor de mercado. O cara é um monstro na quadra — já foi All-Star, tem uma explosão absurda e consegue decidir jogos sozinho. Mas aí você lembra de todas as polêmicas… complicou.

    O mercado não tá animado com Ja

    A situação tá tão feia que quando Memphis conversou com Sacramento antes da trade deadline, os Kings queriam que os Grizzlies MANDASSEM assets junto com o Morant. Imagina só — você tem um jogador que já foi considerado estrela e o time interessado quer que você pague pra eles levarem ele. Isso acabou com as conversas na hora.

    Sinceramente, é um contraste brutal com outras negociações que Memphis fez recentemente. Eles conseguiram SETE picks de primeira rodada vendendo Jaren Jackson Jr. e Desmond Bane no último ano. Sete! E agora com Ja, que teoricamente seria o cara mais valioso, não conseguem nem interesse real.

    Esperando as sobras da free agency

    Um executivo da Conferência Oeste falou uma parada que faz sentido: “Vai ter times que não conseguiram o que queriam no draft ou na free agency, e aí pode rolar algo com o Ja”. Basicamente, ele vai sobrar pra quem não conseguiu suas primeiras opções.

    É meio triste ver um jogador do calibre do Morant nessa situação. O GM Zach Kleiman não quis entrar em detalhes, mas disse que “todo mundo tá na mesma página”. Traduzindo: Ja sabe que vai sair e tá colaborando com o processo.

    E vocês, acham que algum time vai apostar no Morant mesmo com todos os problemas? Eu ainda acho que ele tem muito basquete pra mostrar, mas entendo os times que tão com pé atrás. No final das contas, talento sem cabeça no lugar vira dor de cabeça — e parece que Memphis aprendeu isso da pior forma.