Tag: Memphis Grizzlies

  • Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Olha só que situação bizarra rolou com as novas regras da loteria da NBA. Vazou que a liga vai implementar mudanças que vão mexer com tudo que a gente conhece sobre o draft — e cara, tem time que vai se dar bem e outros que vão se ferrar legal.

    A informação veio do Kevin O’Connor e sinceramente, quando eu li pela primeira vez pensei: “Adam Silver, o que diabos você tá fazendo?”

    As novas regras que mudaram tudo

    Basicamente é assim: nenhum time pode pegar a primeira escolha em dois anos seguidos, e também não pode ficar no top-5 por três anos consecutivos. Até aí, faz sentido né? Ninguém aguenta mais ver San Antonio pegando pick top-4 três vezes seguidas.

    Mas aqui que a coisa fica interessante (e complicada): eles decidiram aplicar essa regra olhando para trás, desde 2025 e 2026. Ou seja, se Washington ganhar a loteria de novo em 2027, automaticamente desce para segunda posição.

    E o mais maluco? A regra segue o time ORIGINAL, não quem tem o pick. Isso significa que se o Time A tem o pick do Time B e esse pick cai em primeiro, o Time B não pode pegar primeiro no ano seguinte — mesmo que seja com outro time segurando o pick.

    Utah Jazz se deu bem, Memphis se ferrou

    Aqui que entra a treta do Utah Jazz e Memphis Grizzlies. Lembram da trade que levou Jaren Jackson Jr. para Utah? Pois é, Utah trocou seu pick de 2027 para Memphis.

    O problema é que Utah pegou quinta posição em 2025 e segunda em 2026. Com a nova regra, eles não podem ficar no top-5 em 2027. E como Memphis agora tem esse pick, eles também não podem receber uma escolha top-5 — mesmo sendo donos do pick agora!

    Mano, que sacanagem isso. Memphis fez uma trade pensando em uma coisa e agora se fode por causa de uma regra retroativa que nem existia na época.

    Na minha opinião, essa história de “pick restrictions for repeat lottery winners” é meio forçada. Cara, pegar a quinta posição é ser “winner”? Ano passado Utah ficou puto da vida por ter pego só a quinta escolha. E agora isso conta como se eles tivessem ganhado na loteria?

    Minha visão sobre essas mudanças

    Olha, eu entendo querer evitar que times peguem primeira escolha em anos consecutivos. Isso faz sentido. Mas essa regra do top-5 por três anos? Acho que foi longe demais.

    E essa história de aplicar retroativamente é complicada pra caramba. Times fizeram trades baseados nas regras que existiam na época. Agora você muda tudo e ferrra com acordos que já estavam feitos?

    Vocês acham que a NBA deveria ter aplicado essas regras só daqui pra frente? Porque sinceramente, essa situação do Memphis está bem injusta. O time fez uma trade legítima e agora se prejudica por uma regra que nem existia.

    No final das contas, típico da NBA: resolve um problema e cria outros três. Vamos ver como isso vai afetar as próximas loterias e se mais times vão se ferrar com essas mudanças malucas.

  • Ja Morant lança tênis rosa com parceria bizarra da Kool-Aid

    Ja Morant lança tênis rosa com parceria bizarra da Kool-Aid

    Gente, o Ja Morant continua fazendo história mesmo longe das quadras. Enquanto o cara se recupera de mais uma lesão (e a gente aqui morrendo de saudade de ver aquelas enterradas absurdas), ele aproveitou para soltar mais uma bomba no mundo dos tênis.

    O monstro acabou de revelar o novo Nike Ja 3 em parceria com a Kool-Aid — sim, aquela bebida doce que a gente tomava quando criança. E olha, não vou mentir: por mais estranho que pareça no papel, o resultado ficou bem interessante.

    Rosa e verde que funciona (quem diria?)

    O “Pink Lemonade” é um tênis completamente assimétrico. Um pé rosa, outro verde — tipo aqueles pares descombinados que só os caras mais estilosos conseguem usar sem parecer palhaço. E o Ja definitivamente tem esse style, né?

    O que mais me chamou atenção foi o solado azul translúcido e aquele logo do boneco da Kool-Aid na língua do tênis esquerdo. Do outro lado, o logo “JA” em preto no tênis verde. Cara, é uma loucura visual que de alguma forma faz sentido — talvez porque combina perfeitamente com o jeito explosivo que o Morant joga.

    Segunda parceria que tá dando certo

    Na real, essa não é a primeira vez que o Ja se junta com a Kool-Aid. Eles já tinham feito duas colorways do Ja 2 e, sinceramente, eu acho genial essa estratégia de marketing. Qual outro jogador da NBA você conhece que tem coragem de fazer parceria com marca de bebida açucarada? É muito Ja Morant isso.

    O tênis vai custar $135 dólares e chega nas lojas no dia 20 de maio pelo app SNKRS da Nike. E aí, alguém aí vai tentar comprar? Porque eu tô quase convencido de que preciso de um par desses na minha coleção.

    Enquanto isso, a gente continua esperando o retorno do cara às quadras. Porque por mais legal que seja esse lance dos tênis, nada substitui ver o Ja voando pelo garrafão e fazendo aquelas jogadas que desafiam a física. Que saudade, meu Deus.

  • Grizzlies podem trocar Aldama e virar protagonistas do Draft 2026

    Grizzlies podem trocar Aldama e virar protagonistas do Draft 2026

    Olha, eu não esperava que os Grizzlies fossem se tornar um dos times mais ativos do mercado, mas aqui estamos. A temporada 2026 promete ser uma loucura total para Memphis, e Santi Aldama pode ser a peça-chave de tudo isso.

    O espanhol assinou uma extensão de três anos por US$ 52,5 milhões no verão passado — um contrato que, sinceramente, é uma pechincha nos dias de hoje. Com apenas 26 anos e produzindo bem no garrafão, Aldama virou o ativo mais valioso que os Grizzlies têm para negociar.

    Por que trocar agora?

    A situação em Memphis tá complicada mesmo. Com as polêmicas do Ja Morant, as lesões constantes e aquela troca do Jaren Jackson Jr. que ainda dói no coração da torcida, o time precisa de uma reformulação geral. O técnico novato Tuomas Iisalo herdou uma bagunça, e próxima temporada não vai ser moleza.

    Mas aqui que fica interessante: enquanto todo mundo fica esperando o que vai rolar com Morant e se o Giannis vai mesmo sair do Milwaukee, Aldama pode ser o primeiro dominó a cair antes do Draft. E isso pode render uma grana boa pros Grizzlies.

    As propostas que tão rolando

    Os Bucks estão desesperados. Depois da era Dame Lillard que nunca decolou de verdade, Milwaukee tá com o cofre vazio e o Giannis impaciente. Uma troca envolvendo Aldama, GG Jackson, Jaylen Wells e as picks 16ª e 32ª do Draft pode interessar.

    Em troca? Kyle Kuzma (que tem contrato expirando), Ryan Rollins, Kevin Porter Jr. e a 10ª pick. Não é um negócio ruim, considerando que os Grizzlies precisam reconstruir mesmo.

    Mas o Oklahoma City Thunder também tá na jogada. O time de lá vai ter que pagar uma taxa absurda quando renovar com o núcleo jovem, então pegar Aldama por um valor mais controlado faz todo sentido. A proposta deles inclui Lu Dort (expirando) e Nikola Topic, além de três picks no Draft.

    E aí, vale a pena?

    Na minha visão, os Grizzlies têm que aproveitar esse momento. Aldama tá no auge do valor de mercado, e ficar segurando ele enquanto o time afunda não faz sentido nenhum.

    O Heat também pode entrar na disputa — imagina o Spo trabalhando com Aldama? Seria monstro. E os Warriors, sempre atrás de aliviar a folha salarial, podem oferecer algo interessante também.

    Vocês acham que Memphis deveria trocar o espanhol agora ou tentar mais uma temporada com ele? Eu acho que é hora de pensar no futuro, mesmo sendo difícil se desfazer de um cara tão versátil.

  • NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    Cara, que dia triste pra família NBA. Perdemos dois caras importantes de uma vez só — Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, e Jason Collins, veterano que passou por um monte de times. A liga fez questão de homenagear os dois antes do Jogo 5 entre Spurs e Timberwolves com um minuto de silêncio.

    Brandon Clarke: muito novo pra ir embora

    Clarke tinha só 29 anos, mano. Muito novo. O cara era a 21ª escolha do Draft de 2019, saiu de Gonzaga direto pro Memphis e nunca saiu de lá. Sete temporadas defendendo a mesma camisa — isso é raro hoje em dia na NBA.

    O mais triste? Ele vinha batalhando contra lesões nos últimos anos. Esta temporada conseguiu jogar apenas dois jogos. Dois. E agora não vai poder mostrar mais aquele seu estilo único de jogo.

    Os números dele podem não impressionar quem só olha por cima — 10.2 pontos e 5.5 rebotes de média na carreira. Mas quem acompanhava os Grizzlies sabia da importância dele. 60.5% de aproveitamento nos arremessos de quadra é coisa de monstro. Era daqueles caras que você podia contar sempre.

    Jason Collins: pioneiro e guerreiro

    Collins é uma história completamente diferente. O cara jogou 13 temporadas na NBA — passou por Nets, Grizzlies, Timberwolves, Hawks, Celtics e Wizards. Imagina quantas histórias esse homem não tem pra contar.

    Ele tava lutando contra um câncer no cérebro. Sinceramente, é de partir o coração. Collins foi mais que um jogador — foi um pioneiro em várias questões importantes da liga.

    Nas estatísticas, ele tinha 3.6 pontos e 3.7 rebotes de média. Mas vocês sabem como é: nem sempre os números contam a história toda. Collins era daqueles que faziam o trabalho sujo, que seguravam os caras grandes no garrafão quando precisava.

    Ver a NBA parar pra homenagear esses dois no meio dos playoffs mostra o respeito que a liga tem pelos seus. Não importa se você é estrela ou coadjuvante — uma vez família NBA, sempre família NBA.

    Descansem em paz, guerreiros. O basquete fica mais pobre sem vocês.

  • Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Gente, o Milwaukee Bucks não tá brincando em serviço. Enquanto todo mundo fica especulando sobre o futuro do Giannis, a franquia foi lá e fechou um contrato de SEIS ANOS com Taylor Jenkins para ser o novo técnico. Seis anos, cara! Isso é comprometimento de verdade.

    E não é só a duração que impressiona — segundo o The Athletic, o cara vai embolsar mais de US$ 10 milhões por temporada. Olha, eu sabia que técnico da NBA ganhava bem, mas isso aí é outro nível. Até o Abel Ferreira deve estar com inveja!

    Uma aposta em quem conhece playoffs

    Sinceramente? Acho que os Bucks fizeram a escolha certa. O Jenkins pode não ter dirigido nenhum time na temporada passada (foi demitido pelo Memphis no final de 2024), mas o currículo fala por si só. Em quase seis anos no comando dos Grizzlies, ele teve um retrospecto de 250 vitórias e 214 derrotas — nada mal para um time que ainda estava se construindo.

    Mas o que mais me impressiona são as três classificações para os playoffs. Lembrem que estamos falando do Memphis, não dos Lakers ou Celtics. Conseguir levar aquele time jovem dos Grizzlies para a pós-temporada três vezes é trabalho de gente boa mesmo.

    O futuro do Giannis na mesa

    Agora vem a pergunta de um milhão de dólares: será que essa contratação vai influenciar a decisão do Giannis sobre ficar ou não? Porque vamos combinar — não faz sentido dar um contrato de seis anos para um técnico se você não tem certeza de que vai manter sua maior estrela.

    Na minha opinião (e posso estar viajando), esse movimento dos Bucks é um recado claro para o Greek Freak: “Olha, estamos construindo algo sólido aqui. Fica com a gente.” Vocês acham que essa estratégia vai funcionar?

    Uma coisa é certa — com o Jenkins no comando e hopefully o Giannis renovando, Milwaukee pode voltar a sonhar alto. Mas aí só o tempo vai dizer se essa aposta de US$ 60 milhões vai valer a pena.

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Olha só que reviravolta interessante no Draft da NBA de 2025. Os Washington Wizards, que tiraram a sorte grande e pegaram a primeira pick geral, não estão nem aí pra esse “prêmio”. Michael Winger, presidente da franquia, foi bem direto: eles tão dispostos a trocar a pick número 1.

    “Estamos abertos”, disse Austin Ainge, do Utah Jazz, sobre a segunda pick. “Sempre vamos escutar ofertas.”

    Washington não tá desesperado

    A postura do Wizards faz sentido quando você para pra pensar. Cara, eles acabaram de pegar Trae Young e Anthony Davis (sim, você leu certo), além de terem acumulado várias picks altas nos últimos anos. Winger foi cristalino: esse não é um “momento salvador” pra franquia.

    Will Dawkins, o GM dos Wizards, não vai descartar trocar a pick se ele identificar dois ou três jogadores que valem a pena mais pra baixo no draft. Estratégia interessante, não acham?

    AJ Dybantsa continua sendo o prêmio

    A grande questão é: o Utah ainda consegue colocar as mãos no AJ Dybantsa? O moleque é considerado o consenso número 1 dessa classe, e complicou a situação do Jazz quando eles trocaram com Memphis pra pegar Jaren Jackson Jr. em fevereiro.

    Dybantsa mesmo não tá preocupado. Depois da loteria, ele falou pros repórteres: “Eu não tava nem aí pras picks de 14 a 3”. O cara já sabe que vai ser top 2. Confiança total.

    Memphis, com a terceira pick, deve ficar quietinho onde está. Zach Kleiman tem histórico de trocar pra CIMA, não pra baixo – fez isso no ano passado pra pegar Cedric Coward na 11. E olha, com Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina) provavelmente disponíveis na 3, os Grizzlies tão numa boa.

    O pessoal da liga acredita que o top 4 pode embaralhar entre si, mas ninguém vai querer sair dessa elite toda. Faz sentido – essa classe de draft tá recheada no topo.

    Sinceramente? Acho genial a postura de Washington e Utah. Por que se apressar se você pode conseguir mais valor trocando? Especialmente quando seu time já tem peças interessantes no lugar.

  • Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Bane emociona ao ver Ja Morant na arquibancada: ‘Amizade eterna’

    Cara, que momento mais bonito rolou ontem no jogo do Magic. Desmond Bane estava lá, destruindo os Pistons no Jogo 4 dos playoffs, quando olha pro lado da quadra e vê quem? Ja Morant e Jaren Jackson Jr. na arquibancada torcendo por ele. Eu quase chorei assistindo essa parada.

    Pra quem não lembra, esses três caras foram a cara do Memphis Grizzlies por cinco anos. Bane chegou lá em 2020 como um novato meio desconhecido, mas junto com Ja e JJJ formaram um trio monstro que levou os Grizzlies pra quatro playoffs seguidos. Em 2022, chegaram até nas semifinais do Oeste — que temporada absurda foi aquela.

    A emoção de rever os brothers

    Depois do jogo, Bane não conseguiu segurar a emoção ao falar sobre ver os ex-companheiros na arquibancada:

    “É especial. São caras que eu passei 5 anos junto, comecei minha carreira com eles, fiz muitas memórias. É uma amizade que vai durar para sempre. São caras que significam muito pra mim. Sou grato que eles apareceram pra me apoiar.”

    Olha, eu sempre falo que o basquete vai muito além dos números e das estatísticas. Momentos como esse mostram que as conexões humanas são o que realmente importa no esporte. Mesmo com Bane tendo sido trocado no meio da temporada (negociada que pegou todo mundo de surpresa), a amizade permaneceu intacta.

    Magic dominando rumo às semifinais

    E não é que o Bane jogou inspirado com os amigos na arquibancada? O cara meteu 22 pontos, acertou 5 de 10 bolas de três e ajudou o Magic a abrir 3-1 na série. Os Pistons não conseguiram responder — cometeram 20 turnovers (!) contra apenas 12 do Orlando.

    Franz Wagner contribuiu com 19 pontos, Paolo Banchero botou 18, e Wendell Carter Jr. fez um double-double com 12 pontos e 11 rebotes. O Magic está a uma vitória de avançar pras semifinais do Leste, e sinceramente? Depois de ver essa química do time, acho que eles chegam longe nesses playoffs.

    Agora é torcer pro Jogo 5 em Detroit. Será que Ja e JJJ vão estar lá de novo torcendo pelo amigo? Eu espero que sim — essas amizades genuínas no esporte são cada vez mais raras.

  • LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    Olha só que treta interessante rolou essa semana. O LeBron James soltou uma dessas dele em abril, falando que os jogadores da NBA não curtem ir pra Memphis e que Nashville seria um lugar muito melhor pro Grizzlies. E agora o comissário Adam Silver resolveu responder — de um jeito bem diplomático, mas que pode mudar tudo.

    No podcast “Pardon My Take” do Barstool, Silver foi direto ao ponto: não tem plano nenhum de tirar o Grizzlies de Memphis. O dono do time, Robert Pera, não quer sair de lá nem pintado de ouro. Mas aí que vem a jogada de mestre do comissário.

    A ideia que pode ser genial

    “Nashville é uma cidade em ascensão”, disse Silver. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que fossem o time do Tennessee inteiro, na medida do possível.”

    Cara, isso faz MUITO sentido. Nashville tem uma cena esportiva incrível — NHL com os Predators, NFL com os Titans — e tá crescendo pra caramba. Seria tipo expandir a torcida sem precisar mexer toda a estrutura do time.

    O San Antonio Spurs já faz isso há quatro anos, jogando duas partidas da temporada regular em Austin. Claro que lá são só 123 quilômetros de distância, enquanto Memphis e Nashville ficam a uns 340 km. Mas ainda assim é viável.

    LeBron falou besteira?

    Silver discordou completamente da opinião do LeBron sobre os jogadores odiarem Memphis. “Os jogadores com quem eu converso o tempo todo gostam de jogar em Memphis”, rebateu. “Memphis sempre foi um grande mercado pra NBA, com uma história incrível, uma cultura incrível.”

    Sinceramente? Eu meio que entendo os dois lados. Memphis tem uma energia única, uma torcida que apoia mesmo, e uma tradição do basquete que é respeitada. Mas Nashville… cara, Nashville tá bombando. É uma cidade que respira esporte e entretenimento.

    O timing dessa discussão é curioso. O contrato do FedExForum (casa do Grizzlies desde 2004) vence depois da temporada 2028-29. Será que isso não é o Silver plantando uma sementinha pra criar pressão por melhorias na arena? Ou realmente testando as águas pra uma mudança maior?

    “Do meu ponto de vista, não tem razão nenhuma pra Memphis Grizzlies não ter sucesso”, finalizou Silver.

    E vocês, o que acham? Seria massa ver uns jogos do Grizzlies em Nashville, ou isso seria o primeiro passo pra uma mudança definitiva que ninguém quer admitir ainda?

  • LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    Olha, o LeBron simplesmente mandou a real sobre Memphis e causou um baita rebu na NBA. Aos 41 anos, o Rei não tá mais com paciência pra certas coisas — e jogar no Tennessee contra os Grizzlies é uma delas.

    “Vocês acham que eu quero fazer essa m*rda, ficar em Memphis numa quinta-feira qualquer?”, disparou LeBron durante uma gravação no canal “Bob Does Sports” enquanto jogava golfe. E não parou por aí: “Vocês têm que mudar esse time… já vão logo pra Nashville.”

    O Rei não tá sozinho nessa?

    Segundo o próprio LeBron, ele não é o primeiro jogador da NBA a reclamar disso. “Todo mundo fica tipo, ‘vocês têm que se mudar’”, continuou o astro. E sinceramente? Até faz sentido o argumento dele. Nashville tem estrutura de sobra — Vanderbilt, NASCAR, estádios, time de hockey (Nashville Predators), NFL (Tennessee Titans)… A cidade realmente oferece mais.

    Mas aí que entra Adam Silver pra apagar o incêndio. O comissionário da NBA foi direto ao ponto no podcast “Pardon My Take”: os Grizzlies não vão sair de Memphis tão cedo, não.

    Silver joga água no fogo

    “Memphis sempre foi um mercado incrível pra NBA. A cidade tem uma história e cultura fantásticas”, defendeu Silver. E olha, ele tem razão — Memphis respira basquete, é berço de lendas e tem uma torcida apaixonada que não merece perder o time.

    Agora, aqui fica interessante: Silver não fechou completamente a porta pra Nashville. Ele sugeriu que os Grizzlies poderiam jogar “alguns jogos por ano” na capital do Tennessee, meio que virando o time de todo o estado. Estratégia inteligente, né?

    “Obviamente Nashville é uma cidade em ascensão. Coisas incríveis estão acontecendo lá”, admitiu o comissionário. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que se tornassem o time do Tennessee.”

    Eu, particularmente, acho que o LeBron exagerou na dose. Cara, Memphis tem uma atmosfera única na NBA! Lembra daqueles times do Grit and Grind com Gasol, Randolph e companhia? A torcida de lá é de arrepiar.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão sobre Nashville ter mais estrutura, ou Memphis merece manter seus Grizzlies? Uma coisa é certa: aos 41 anos, o Rei tá cada vez mais sem filtro — e isso torna tudo mais divertido.