Tag: Miami Heat

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cara, que diferença três dias fazem! Depois de tomar uma surra do Miami Heat na quarta-feira, o Cleveland Cavaliers resolveu devolver na mesma moeda — com juros. 149 a 128. Cento e quarenta e nove pontos!

    Max Strus simplesmente decidiu que ia destruir o ex-time dele. Oito bolas de três. OITO. O cara meteu 29 pontos e mostrou pro Heat o que eles perderam quando deixaram ele ir embora. Sinceramente? Deve ter sido uma das vinganças mais doces que eu já vi na NBA.

    Jarrett Allen de volta faz toda diferença

    Kenny Atkinson colocou o Jarrett Allen de volta no quinteto titular e — meu Deus — que diferença isso fez. O cara teve um double-double (18 pontos e rebotes suficientes) e mostrou porque a pintura dos Cavs fica muito mais protegida com ele e o Evan Mobley juntos.

    Os números não mentem: o Heat só conseguiu 24% dos arremessos dele na pintura. Isso é quase 8% abaixo da média deles na temporada. Quando você tem dois grandões intimidando no garrafão, fica difícil mesmo para qualquer time.

    E o James Harden? O cara tá jogando como se fosse moleza demais. 17 pontos e 14 assistências — um double-double que parecia fácil demais. A conexão dele com o Allen nos pick-and-rolls tava absurda. Uma bandejinha aqui, uma enterrada ali… era show de bola.

    Donovan Mitchell nem precisou forçar

    Olha que coisa linda: o Mitchell, que normalmente carrega o time nas costas, teve uma noite quieta no ataque e nem fez falta. Quando todo mundo tá acertando assim, o craque pode dar uma relaxada e focar em outras coisas — seis assistências e quatro roubadas de bola.

    Já o Evan Mobley começou devagar mas explodiu no último quarto. Seis pontos seguidos no começo do período final e terminou com 23 pontos e 10 rebotes. Quando ele resolve ser agressivo assim, fica impossível parar o cara.

    Heat frustrado até no final

    O jogo ficou meio tenso no final, com Tyler Herro levando técnica depois de atropelar o Sam Merrill numa tela e ainda reclamar da arbitragem. Depois rolou mais confusão com falta dura e mais técnicas voando. Mas convenhamos, quando você tá perdendo de mais de 20 pontos e sendo humilhado na casa do adversário, a frustração é natural.

    O Heat saiu perdendo 15 a 2 logo no começo e nunca mais conseguiu se recuperar. Foi uma daquelas noites que você só quer esquecer — se você torce pelo Miami, claro.

    Agora os Cavs têm uns dias para descansar antes de encarar uma viagem pela Costa Oeste, começando contra o Jazz na segunda-feira. E vocês acham que eles conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Cara, que noite foi essa do Max Strus! O cara simplesmente resolveu mostrar pro Miami Heat que saiu de lá por um motivo. Oito bolas de três em uma noite só — oito! — e 29 pontos no placar. Os Cavs passaram o rodo no Heat por 149 a 128, e sinceramente? Foi lindo de ver.

    Olha, eu já esperava que o Strus quisesse se vingar do antigo time, mas não imaginava que seria desse jeito. O maluco fez seis das oito tentativas de três só no primeiro tempo, ajudando Cleveland a abrir uns absurdos 35 pontos de vantagem. Uma enterrada de três bem na buzina do intervalo deixou o placar 81 a 46. Monstro demais.

    Jarrett Allen volta e faz a diferença

    E não foi só o show do Strus não. Jarrett Allen voltou de lesão depois de ficar 10 jogos parado por causa de uma tendinite no joelho. O pivô fez 18 pontos e mais importante que isso — deu aquela segurança defensiva que estava fazendo uma falta danada pro time.

    A volta do Allen é crucial principalmente pela química com o James Harden, que chegou na trade deadline e tá elevando o nível do time. Falando no Harden, o barbudo distribuiu 14 assistências (recorde dele com a camisa dos Cavs) e ainda fez 17 pontos. Evan Mobley também colaborou com 23 pontos.

    Agora, uma coisa que me chamou atenção: Donovan Mitchell praticamente não existiu no jogo. Só 6 pontos, acertando apenas 1 de 10 arremessos. Quando um cara do calibre dele tem uma noite dessas e o time ainda ganha por mais de 20, é sinal de que o elenco tá bem encorpado mesmo.

    Miami tenta, mas não consegue reagir

    O Heat até tentou uma reação no terceiro quarto. Chegaram a diminuir a diferença para 19 pontos (101 a 82) com uma bola de três do Jamie Jaquez Jr., que foi o melhor do time visitante com 20 pontos. Bam Adebayo fez um double-double modesto: 14 pontos e 16 rebotes.

    Mas aí que tá — quando o time de casa tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Keon Ellis acertou uma bomba no final do terceiro quarto e selou a sorte: 109 a 87 entrando nos 12 minutos finais.

    Essa derrota foi pesada pro Miami, que caiu da disputa pelo 8º lugar do Leste e agora tá na 10ª colocação. Enquanto isso, Cleveland continua sonhando alto na temporada. E vocês, acham que os Cavs conseguem manter esse nível nos playoffs?

    Próximos jogos: Heat vai enfrentar o Indiana no domingo, enquanto os Cavs viajam pra Utah na segunda-feira.

  • Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Olha, eu não esperava que o Miami Heat fosse resolver tão bem assim contra Cleveland depois de cinco derrotas seguidas. Mas foi exatamente isso que rolou na noite de quarta: um atropelo de 120 a 103 nos Cavaliers, com todo mundo contribuindo.

    Norman Powell liderou a festa com 19 pontos, Tyler Herro colou com 18, e o mais impressionante? Oito jogadores do Heat terminaram com dois dígitos no placar. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo de verdade.

    Quase entregaram, mas se recuperaram

    Agora, não vou mentir — o Heat quase fez aquela clássica entregada no terceiro quarto. Tinham 17 pontos de vantagem e viram os Cavs chegarem pertinho. Mas aí que entra a experiência dessa turma de Miami.

    Nos momentos decisivos do último quarto, Bam Adebayo converteu um and-one e Kel’el Ware marcou uma bandeja — tudo em 11 segundos. Pronto, jogo encerrado. Bam terminou com 17 pontos, enquanto Ware fez um double-double com 13 pontos e 11 rebotes.

    Do lado de Cleveland, Donovan Mitchell fez o que pôde com 28 pontos, mas acabou saindo de quadra por faltas nos minutos finais. James Harden e Sam Merrill ajudaram com 18 cada, mas não foi suficiente para segurar o temporal de Miami.

    Heat testou a defesa dos Cavs

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, já tinha reclamado da defesa do time depois de tomar 131 pontos do Orlando na terça. E olha, contra o Heat não foi muito diferente. Miami converteu 13 bolas de três e chegou a abrir 21 pontos no primeiro tempo.

    O que me chama atenção é que os Cavs estão lidando com lesões o tempo todo. Jarrett Allen já está fora há 10 jogos, e agora Dean Wade torceu o tornozelo no aquecimento pisando no pé de um gandula. Cara, que azar!

    Vocês acham que Miami consegue embalar agora ou foi só um alívio momentâneo? Os times se enfrentam novamente na sexta-feira, ainda em Cleveland. Vai ser interessante ver se o Heat consegue repetir a dose ou se os Cavaliers vão buscar a revanche em casa.

    Uma coisa é certa: quando o ataque do Heat funciona assim, com todo mundo envolvido, eles viram um problema sério para qualquer time da liga. E com os playoffs se aproximando, esse tipo de performance coletiva pode fazer toda a diferença.

  • Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers foram simplesmente atropelados pelo Heat ontem, perdendo por 120-103, e adivinha qual foi o problema? A defesa. De novo.

    Olha, eu tentei ser otimista com esse time depois das últimas partidas, mas sinceramente está difícil. Kenny Atkinson já tinha chamado atenção do grupo depois de tomar 131 pontos do Orlando Magic, e os caras simplesmente ignoraram. É como se estivessem jogando com os olhos fechados na marcação.

    O buraco é mais embaixo

    E não é só preguiça não, viu? Claro que esforço conta, mas tem algo estruturalmente quebrado nessa defesa dos Cavs. Eles ficaram sem Dean Wade (tornozelo), Jarrett Allen (joelho), Jaylon Tyson (dedão do pé) e Max Strus (gestão de carga) – ou seja, sem peças importantes no esquema defensivo.

    O que mais me incomoda é essa proteção exagerada do garrafão. Os caras do Heat nem precisavam forçar a penetração pra conseguir arremessos abertos de 3. Foi só jogar a bola pro lado e tchau. Resultado? Heat acertando 7 de 16 do perímetro só no primeiro quarto (43,9%). Absurdo.

    No segundo quarto ficou pior ainda. 35 pontos do Miami acertando metade das tentativas de 3 (6-12). Enquanto isso, o ataque dos Cavs – que vinha salvando a pátria – simplesmente sumiu. Apenas 19 pontos no primeiro período e 3-15 de longe no primeiro tempo. Déficit de 17 no intervalo.

    A reação que quase foi

    No terceiro quarto, finalmente acordaram. Donovan Mitchell fez 13 pontos no período, o time acertou 7 de 11 do perímetro (63,6%) e conseguiram 37 pontos. Chegaram a virar o placar no começo do último quarto!

    Mas aí vem a parte frustrante: quando mais precisavam, o ataque travou. Mitchell – que estava comandando a reação – foi expulso faltando pouco mais de 3 minutos. O time fez apenas 5-19 nos arremessos e 2-11 de 3 no quarto final.

    Enquanto os Cavs pipocavam, o Heat fez 37 pontos no último período acertando 14 de 18 arremessos (77,8%). Foi passeio. Eles acabaram com uma sequência de 5 derrotas sem nem suar muito.

    Números individuais

    Mitchell liderou Cleveland com 28 pontos (12-22 nos arremessos), mas as 6 faltas pesaram. James Harden teve uma noite irregular: 18 pontos, mas 5 turnovers e apenas 3-9 do perímetro. Sam Merrill e Keon Ellis ajudaram com 18 e 17 pontos respectivamente.

    Evan Mobley? Praticamente sumiu no ataque. Só 8 pontos em 3-8 arremessos. Para um cara do tamanho dele, isso é pouco demais.

    Do lado do Heat, oito caras terminaram em dois dígitos. Norman Powell com 19, Tyler Herro com 18, e Bam Adebayo fazendo um double-double de 17 pontos e 10 rebotes.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no jogo de sexta, novamente contra o Heat? Porque do jeito que a defesa está, vai ser difícil…

  • Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Vocês já imaginaram dormir no vestiário da faculdade só pra não perder tempo de treino? Tyler Herro fez isso. E quem conta a história é ninguém menos que John Calipari, que agora treina Arkansas mas foi técnico do cara em Kentucky.

    Na minha opinião, essa é uma das histórias mais inspiradoras que já ouvi sobre dedicação no basquete. Calipari soltou essa no Pat McAfee Show: “Tyler Herro vivia no ginásio… Eu cheguei uma manhã e ele estava dormindo no vestiário numa cadeira porque não queria atravessar a rua pra ir pro alojamento.”

    O monstro que já era monstro

    Cara, isso explica MUITA coisa sobre o Tyler que vemos hoje no Heat. O maluco passou só um ano em Kentucky — jogou quase 33 minutos por jogo, média de 14 pontos — mas já mostrava essa mentalidade diferenciada. E olha que ele era considerado um prospecto “cru” na época.

    A coroação dele com Calipari foi no Sweet 16 de 2019. Lembram? Aquela enterrada de três no finalzinho que classificou Kentucky pro Elite Eight. Jogaço absurdo. Mesmo tendo caído na rodada seguinte pro Auburn (que tava ranqueado em 5º), Herro fez o time ideal da região.

    De Kentucky pro Heat: a evolução continua

    E essa ética de trabalho que Calipari mencionou claramente não ficou pra trás quando Herro virou profissional. Sinceramente, acho que é isso que separa os caras especiais dos jogadores medianos — essa obsessão doentia por melhorar.

    Enquanto isso, Calipari seguiu mais cinco temporadas em Kentucky antes de se mudar pro Arkansas. Nesta temporada, levou os Razorbacks pra um recorde de 22-8 e tá no Sweet 16 de novo. Curioso: a última vez que ele chegou tão longe no March Madness foi justamente no ano do Herro.

    Agora ele enfrenta Arizona buscando o segundo título nacional (o primeiro foi com Kentucky em 2022). E aí, acham que ele consegue repetir a mágica sem um gym rat dormindo no vestiário? Eu apostaria que ele tá procurando alguém com essa mesma mentalidade no elenco atual.

  • Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Olha, eu vou confessar uma coisa: às vezes tenho medo de ficar muito animado com esse San Antonio Spurs. É sério. Quando um time tá funcionando tão perfeitamente assim, a mente já vai direto pro “peraí, que pegadinha é essa?”

    Mas aí você olha os números e… 16-2 desde o All-Star break. Dezesseis vitórias e duas derrotas. É de maluco.

    Miami era pra ser o teste real

    A partida contra o Heat era aquele jogo clássico de “vamos ver se é real mesmo”. Miami em casa, lutando por playoff, com aquela famosa Heat Culture™ que todo mundo conhece. Era o cenário perfeito pros Spurs pisarem na casca de banana e tomarem uma surra de trabalho.

    E sabe o que aconteceu? Spurs liderou do começo ao fim. Trinta pontos de vantagem no pico da partida. A maior vantagem que qualquer time visitante conseguiu em Miami na temporada toda.

    Eu fiquei esperando o momento que o Heat ia acordar e mostrar por que são perigosos em casa. Não veio. Os caras simplesmente foram atropelados por um time que parece ter descoberto a fórmula secreta do basquete.

    Wembanyama continua sendo um alienígena

    Minha teoria era que uma hora a maré ia virar pro Victor. Que Bam Adebayo, que é monstro defensivo, ia encontrar uma forma de parar ele. Que teoria nada — 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. E olha só que absurdo: ele se tornou apenas o terceiro jogador na história da NBA a chegar em 4 mil pontos e 300 cestas de três nos primeiros 175 jogos da carreira.

    Terceiro. Na. História.

    Mas tá bom, quando o Wemby sai de quadra é que a coisa desanda, né? Errado de novo. Keldon Johnson e Dylan Harper combinaram 42 pontos saindo do banco. O segundo time não só segurou o rojão — enterrou Miami de vez.

    Os números contam a história: 17 rebotes ofensivos contra 6 do Heat. Venceram no garrafão por 60-40. Foi uma demonstração de força física que transformou cada arremesso errado numa nova chance de pontuar.

    O problema de ser bom demais

    Sabe qual é a parada mais estranha? Não consigo achar defeito nenhum gritante nesse time. E isso me deixa nervoso pra caramba (eu sei, sou ansioso mesmo). Quando você consegue apontar “ah, eles não arremessam bem de três” ou “falta físico”, pelo menos você sabe onde os adversários vão tentar furar. Você tem algo concreto pra se preocupar.

    Mas não tem. Os Spurs têm detalhezinhos aqui e ali, pontos cegos teóricos, mas nada gritante. Nada que você olhe e fale “é aqui que vão pegar eles nos playoffs”.

    E aí fico eu aqui, torcedor que acompanha NBA há anos, tentando encontrar pelo em ovo e não achando nada. É uma experiência meio surreal assistir seu time jogar tão bem que você mesmo fica desconfiado.

    Vocês tão sentindo isso também? Essa mistura estranha de euforia com paranoia? Porque sinceramente, faz tempo que um time não me deixava tão animado E tão nervoso ao mesmo tempo.

  • Spurs atropelam Heat e fazem história com estatísticas malucas

    Spurs atropelam Heat e fazem história com estatísticas malucas

    Mano, os Spurs tão numa pegada absurda! Seis vitórias seguidas e 22 triunfos nos últimos 24 jogos. Isso mesmo que você leu — eles são disparadamente o melhor time da NBA nos últimos dois meses. E olha só: não é contra time fraco não, viu. Muitas dessas vitórias foram contra equipes top de linha.

    Ontem foi a vez do Miami Heat levar uma surra histórica em San Antonio. E quando eu digo histórica, é porque esse jogo gerou umas estatísticas tão malucas que entraram pra história da NBA. Vou explicar essa loucura toda.

    O domínio no garrafão foi monstruoso

    Se contra o Indiana os Spurs já tinham dominado no rebote, contra o Heat foi ainda mais absurdo. Diferença de 24 rebotes no total e ainda pegaram 10 rebotes ofensivos a mais que Miami. O resultado? Sete arremessos de quadra a mais e oito lances livres extras. É matemática pura: mais posse, mais chance de fazer ponto.

    E por falar em lance livre, San Antonio foi cirúrgico: 25 acertos em 28 tentativas. Mesmo assim, Miami teve uma porcentagem melhor — 19 acertos em 20 tentativas, ou seja, 95% de aproveitamento. Só que aqui vem o dado maluco: desde 2012-13, apenas 16 vezes na temporada regular um time perdeu por mais de 25 pontos mesmo tendo pelo menos 95% nos lances livres com 20+ tentativas. Miami virou estatística rara do jeito mais doloroso possível.

    Quando fazer 16 cestas de três não adianta nada

    Quer saber uma coisa ainda mais bizarra? O Heat fez 16 bolas de três, uma a mais que San Antonio. Mas mesmo assim levou uma goleada. Isso é tão raro que aconteceu apenas 17 vezes nos últimos 12 anos: time fazer 16+ cestas de três, ter saldo positivo nas bolas longas e ainda assim perder por 25+ pontos.

    A explicação é simples — Miami até acertou muitas, mas errou muito mais. O aproveitamento foi terrível. É tipo fazer gol de bicicleta mas tomar cinco no outro lado do campo.

    Números que impressionam até quem entende

    Os Spurs tiveram diferencial de pelo menos 10 cestas de quadra e 6 lances livres convertidos a mais que o adversário. Desde 2012-13, isso aconteceu apenas 153 vezes. E sabe qual a média de pontos de diferença nesses jogos? 36 pontos! San Antonio “só” ganhou por 25, o que tecnicamente é até pouco pra esses números (risos).

    Sinceramente, eu não esperava ver uma temporada dos Spurs assim. Depois de anos reconstruindo, eles chegaram no ponto onde fazem outros times bons parecerem amadores. E vocês, acham que essa sequência se mantém nos playoffs? Porque do jeito que tão jogando, vai ser difícil parar esse trem.

    Uma coisa é certa: San Antonio não tá só ganhando, tá fazendo história com números que a gente raramente vê na NBA. E o mais assustador? Parece que ainda não chegaram no auge.

  • Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Cara, o Miami Heat tá numa sinuca de bico. Cinco derrotas seguidas — sendo a última ontem uma surra de 136-111 pro San Antonio Spurs. E o Bam Adebayo? O cara simplesmente explodiu.

    Não é pra menos. Ver o Wembanyama fazendo 26 pontos e 15 rebotes na sua casa deve doer mesmo. Mas o que chamou atenção foi a discussão do Bam com o Spoelstra durante o jogo. Os dois se estranharam quando o técnico foi tirar o pivô de quadra, e depois da partida o Bam não escondeu a frustração.

    O desabafo que todo mundo esperava

    “Eu não quero estar no play-in”, disparou o Bam em entrevista pós-jogo. E aí ele soltou um palavrão que a NBA censurou, mas a gente entendeu o recado. O cara tá puto mesmo.

    “Ele [Spoelstra] tem que me proteger de mim mesmo, mas também… eu não quero estar na p**** do play-in. Então todo jogo eu vou tentar fazer o melhor pra carregar esse time e forçar nossa saída de lá.”

    Olha, eu entendo o Bam. Quarto ano seguido brigando pra não cair no play-in? Pra um time que já foi campeão e vice algumas vezes, isso deve ser frustrante demais. O monstro fez 18 pontos (5-17 nos arremessos, 2-10 de três), mas claramente não tá satisfeito com o nível do time.

    Spoelstra tenta apagar o incêndio

    Do outro lado, o Spo tentou amenizar a situação com aquele jeitinho dele. “Nós dois estávamos discutindo. É por isso que eu o amo. Acho que ele me ama também”, disse rindo. Clássico Spoelstra, né? Transformar tensão em amor.

    Mas a real é que o técnico tem razão em rodar o elenco. Bam jogou 45 minutos absurdos no sábado contra o Houston, e repetir isso toda partida é receita pro cara se machucar. Só que quando você tá perdendo cinco seguidas, a paciência fica curta mesmo.

    E os números da derrota pro Spurs são constrangedores: Miami foi dominado no rebote (38-62), perdeu feio nos pontos na segunda chance (6-25) e tomou 60 pontos no garrafão. Contra 40 que fizeram. É muita displicência defensiva pra um time do Spoelstra.

    E agora, Heat Nation?

    A situação tá complicada mesmo. O Heat precisa reagir logo se não quiser passar mais um vexame no play-in. E pelo que deu pra ver, o Bam tá disposto a carregar o piano sozinho se for preciso.

    “Estamos sendo testados agora”, admitiu Spoelstra. “É desconfortável, sem dúvida.” Desconfortável é pouco, técnico. O pessoal da Heat Nation deve estar subindo pelas paredes.

    Vocês acham que esse bate-boca vai motivar o time ou vai criar mais tensão no vestiário? Porque pelo jeito que o Bam falou, ele não tá brincando em serviço não.

  • Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois do que o Wembanyama falou ontem à noite, tô começando a levar essa parada de MVP a sério mesmo. O francês simplesmente dominou o Heat por 136 a 111, com 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos, e depois soltou uma declaração que me deixou arrepiado.

    “Eu penso sobre isso”, disse Wemby na coletiva. “Acho que agora existe um debate. E deveria existir, mesmo eu acreditando que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja debate nenhum.”

    Cara, que confiança é essa? O moleque tem só 21 anos e já tá falando como um veterano. E sinceramente? Os números dele justificam essa atitude: 24.3 pontos, 11.2 rebotes e 3.0 tocos por jogo. É de outro planeta mesmo.

    Os três argumentos do alienígena

    O mais interessante foi quando Wemby listou os três motivos pelos quais ele deveria levar o MVP. E olha, os argumentos fazem sentido pra caramba.

    Primeiro: “Defesa é 50% do jogo e é desvalorizada na corrida do MVP. Eu acredito ser o jogador mais impactante defensivamente da liga.” E aí, discordam? O cara tá fazendo 3 tocos por jogo numa liga onde todo mundo quer apenas enterrar e fazer chuva de três.

    Segundo ponto foi ainda mais ousado. Ele falou que quase varreram o OKC na temporada e dominaram eles três vezes “com o time real deles”. Isso é uma cutucada direta no Shai Gilgeous-Alexander, que tá na frente dele nas odds do MVP.

    E o terceiro argumento? “Impacto ofensivo não é só pontos.” Traduzindo: o cara distribui 3 assistências por jogo sendo um pivô de 2,24m. É absurdo.

    Spurs voando e Wemby crescendo

    A real é que os Spurs ganharam 22 dos últimos 24 jogos. Vinte e dois! Lembram quando todo mundo falava que San Antonio ia brigar lá embaixo? Pois é, Wemby chegou e mudou tudo.

    Nas odds, ele tá em terceiro lugar atrás do Shai e do Dončić. Mas olha, se continuar nesse ritmo e os Spurs chegarem nos playoffs (coisa que parecia impossível no começo da temporada), essa conversa vai esquentar muito.

    Na minha opinião? O francês tem razão sobre a defesa ser desvalorizada. A NBA virou um videogame de pontos, mas quem ganha título é quem para o adversário na hora H. E esse moleque para TODO MUNDO no garrafão.

    Vocês acham que Wemby consegue tirar o MVP do Shai? Ou é muita pretensão pra um cara no segundo ano?