Tag: Miami Heat

  • LeBron de volta ao Heat? Windhorst solta a bomba (mas tem pegadinha)

    LeBron de volta ao Heat? Windhorst solta a bomba (mas tem pegadinha)

    Olha, eu não esperava acordar hoje e ver essa especulação maluca, mas aqui estamos nós. Brian Windhorst, o cara que literalmente seguiu LeBron James pela carreira toda, foi no podcast Hoop Collective e jogou uma bomba: Miami Heat como possível destino para o King na free agency.

    Mas calma aí, pessoal. Antes de vocês começarem a sonhar com o return 2.0, tem uma pegadinha do tamanho do American Airlines Arena: LeBron teria que aceitar assinar por salário mínimo.

    A realidade por trás da especulação

    Sinceramente? Por mais que a ideia seja tentadora, isso cheira a conversa de podcast mesmo. LeBron aos 39 anos, vindo de uma temporada onde ainda fez média de 25 pontos, 7 rebotes e 8 assistências, aceitar salário mínimo? Meio difícil de engolir essa.

    O Heat tá numa situação complicada há alguns anos já. Pat Riley tem ficado meio parado nas últimas janelas de transferência, e o time precisa urgentemente de criação de jogadas e tamanho nas alas – exatamente o que LeBron ainda oferece, diga-se de passagem.

    Faz sentido mesmo?

    Por um lado, Miami sempre foi casa pra LeBron. Os caras construíram um dynasty juntos entre 2010-2014, duas finais seguidas, aquele time monstro com Wade e Bosh. A conexão emocional tá lá.

    Mas vamos ser realistas: mesmo com LeBron, esse Heat atual seria candidato real no Leste? Difícil. Boston, Philadelphia, Milwaukee continuariam na frente no papel. E o King não é mais aquele cara que carrega time sozinho – não dessa forma pelo menos.

    A maioria dos analistas ainda aposta numa possível volta pra Cleveland, que faz mais sentido tanto pelo lado sentimental quanto pelo esportivo. Os Cavs têm uma base jovem interessante e seria uma história linda de final de carreira.

    Minha visão sobre isso

    Olha, eu adoro especulação de offseason tanto quanto qualquer fã de NBA, mas essa aí me parece mais papo de radio mesmo. LeBron ainda tá jogando em alto nível, acabou de fazer uma Olimpíada absurda, e vai aceitar salário mínimo? Duvido muito.

    Agora, se por algum milagre isso rolar, vocês conseguem imaginar o clima? O cara que trouxe dois títulos pra Miami voltando na reta final da carreira? Seria épico, não vou mentir.

    E aí, galera do Heat, vocês topariam essa volta mesmo sabendo que provavelmente não seria suficiente pra brigar pelo título? Ou preferem que o Riley finalmente mexa no time de outras formas?

  • Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Giannis quer sair do Bucks e já tem 2 favoritos na mira

    Galera, a bomba que todo mundo estava esperando finalmente explodiu. Giannis Antetokounmpo está mesmo de saco cheio dos Bucks e já tem duas franquias na cabeça: Miami Heat e Boston Celtics. E olha, não posso dizer que estou surpreso — depois da temporada decepcionante que Milwaukee fez, era questão de tempo.

    O mais interessante é que o Greek Freak quer ficar no Leste. Faz todo sentido, né? Além de ficar mais perto da Grécia (imagina o jet lag que seria ir pra Califórnia toda hora), ele sabe que o caminho até as Finais por aqui é bem menos complicado que enfrentar os monstros do Oeste como Oklahoma City e San Antonio.

    Miami já tinha interesse desde sempre

    O Heat não é novidade nessa história. Eles correram atrás do Giannis no deadline de trades e, pelo que rolou, foram os que chegaram mais perto de fazer negócio com Milwaukee. A proposta de Miami gira em torno de Kel’el Ware, Tyler Herro e Jaime Jaquez, mais as picks de primeira rodada que eles têm disponíveis.

    Sinceramente? Herro jogando ao lado de Giannis seria absurdo. O cara é um cestinha nato e o Greek Freak criaria espaços infinitos pra ele. Pat Riley deve estar babando só de imaginar.

    Boston teria que sacrificar Jaylen Brown

    Agora os Celtics… aí a coisa complica. Boston demonstrou interesse no deadline, mas todo mundo sabe que pra conseguir um cara do calibre do Giannis, eles teriam que colocar Jaylen Brown no pacote. E aí eu pergunto: vocês acham que vale a pena desfazer a dupla que acabou de ganhar o título?

    Por um lado, Giannis + Tatum seria uma dupla demolidora. Por outro, Brown tem só 27 anos e uma química absurda com Tatum. É uma decisão complicadíssima, mas que qualquer GM faria correndo se tivesse a chance de pegar o Greek Freak.

    O que mais me chama atenção é a pressão da diretoria dos Bucks. Eles querem uma resposta até o Draft — ou seja, as coisas estão esquentando rápido. Na minha opinião, Giannis já bateu o martelo internamente e só está decidindo entre Heat e Celtics.

    Imaginem o caos que seria Giannis no Heat de Spoelstra ou destruindo todo mundo com a camisa verde dos Celtics. De qualquer forma, o Leste vai ficar ainda mais insano na próxima temporada.

  • Bam finalmente volta ao All-Defense e manda a real: ‘Mereço o First Team’

    Bam finalmente volta ao All-Defense e manda a real: ‘Mereço o First Team’

    Cara, o Bam Adebayo não tava nada feliz com essa história de ser ‘esquecido’ na temporada passada do All-Defense Team. E olha, ele tinha razão mesmo — como que um dos melhores defensores da liga fica de fora?

    Mas sexta-feira foi o dia da redenção. Bam não só voltou pro All-Defense Second Team (pela sexta vez na carreira, recorde da franquia do Heat), como ainda ganhou o Social Justice Championship. O cara tá voando.

    “Eu faço coisas de First Team”

    E aí que vem a parte mais interessante. Bam não ficou só feliz e pronto — ele mandou a real mesmo: “É ótimo estar de volta na lista. Eu sinto que faço coisas de First Team, mas a gente pega o que consegue. É bom ser reconhecido pelo trabalho duro que coloco”.

    Mano, eu adoro essa honestidade. O cara sabe que merece mais, mas também reconhece o valor do que conquistou. Recebeu 10 votos de primeiro lugar e 51 de segundo, totalizando 71 pontos e ficando em oitavo.

    A temporada histórica do monstro

    E que temporada foi essa do Bam, hein? O maluco fez 83 pontos em um jogo contra o Washington — 83! Segundo maior da história da NBA. Eu ainda não acredito que vi isso acontecer. Foi no dia 20 de março e eu fiquei grudado na TV vendo aquela loucura.

    “Foi um grande ano”, disse Bam. “Os 83 pontos definitivamente ajudaram a conseguir a temporada de 20 e 10. Ainda tem trabalho a fazer. Penso em quão longe cheguei nesta liga. Tenho muito mais para dar”.

    E tem mesmo. Média de 20.1 pontos e 10 rebotes por jogo, aproveitamento de 44.2%. Para um cara que foi escolhido apenas na 14ª posição do Draft, como ele mesmo frisou, é surreal.

    Vocês acham que Bam realmente merecia estar no First Team? Eu sinceramente acho que sim. O Heat vai precisar muito dessa defesa monstro dele, principalmente com todos esses rumores do Giannis rondando Miami. O que será que vem por aí?

  • Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Olha, eu sempre soube que o Bam Adebayo era especial dentro de quadra, mas o cara acabou de provar que é ainda mais monstro fora dela. O pivô do Miami Heat ganhou o prêmio Kareem Abdul-Jabbar de Campeão de Justiça Social, se tornando o primeiro jogador da franquia a conquistar essa honraria.

    E cara, que declaração humilde do Bam: “Não espero prêmios por isso. O prêmio mesmo foi ver todas essas pessoas tendo suas vidas transformadas. Esse é o prêmio”. Isso que é maturidade, né?

    O trabalho que ninguém vê

    A NBA reconheceu os esforços do Adebayo para “promover justiça social e avançar a missão de vida do Abdul-Jabbar de engajar, empoderar e promover igualdade para comunidades historicamente desfavorecidas”. Como parte do prêmio, 100 mil dólares vão direto para a fundação do Bam, a “Bam, Books, and Brotherhood Foundation”.

    Na minha visão, isso mostra como os jogadores da nova geração entendem o papel social que têm. O Bam não tá só jogando basquete — ele tá realmente mudando vidas em Miami.

    Família e mentores

    O que mais me impressionou foi quando ele creditou tudo à mãe, Marilyn Blount, e ao veterano Udonis Haslem. “Começou com a minha mãe. Foi assim que a fundação nasceu”, disse o Bam. “O UD tem me ajudado muito. Obviamente ele é de Miami, então poder ajudar essa comunidade e fazer parte disso [é especial]”.

    Sinceramente, acho lindo ver como o Haslem continua sendo uma influência positiva mesmo depois de aposentado. O cara passou a vida toda no Heat e agora tá ajudando a próxima geração a entender a responsabilidade de ser um atleta profissional.

    E aí, vocês acham que mais jogadores deveriam se inspirar no exemplo do Bam? Porque olha, temporada passada ele fez 20.1 pontos e 10 rebotes por jogo, ou seja, o cara consegue ser All-Defense em quadra E campeão de justiça social fora dela. Isso que é completude de jogador.

    O melhor de tudo? Ele falou que isso é “um prêmio para muitas pessoas que não conseguem falar”. Cara, que maturidade. O Bam tá mostrando que dá pra ser estrela da NBA e ainda usar a plataforma pra fazer a diferença real na comunidade. Parabéns, monstro!

  • Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Bulls querem entrevistar assistente do Heat — será a escolha certa?

    Olha, os Bulls tão levando essa busca por técnico bem a sério mesmo. Depois de uma temporada horrorosa (31-51, que tristeza), eles estão virando Chicago de cabeça pra baixo — e agora querem conversar com Chris Quinn, assistente técnico do Miami Heat.

    Quem é esse Chris Quinn?

    Cara, esse nome me traz lembranças! Quinn foi jogador do próprio Heat de 2006 a 2010 — inclusive pegou aquele anel de campeão de 2006 com Shaq e Wade. Depois rodou por aí (Nets, Spurs, Cavaliers) antes de pendurar as chuteiras e partir pro lado técnico.

    Desde 2014 ele tá como assistente em Miami, e convenhamos: trabalhar com Erik Spoelstra não é pra qualquer um. O cara viu de perto como se constrói uma cultura vencedora, como se desenvolve jogador jovem (olha o Tyler Herro, o Bam Adebayo).

    Por que os Bulls tão de olho nele?

    Simples: eles querem técnicos jovens que manjam de analytics e entendem a NBA moderna. E faz sentido, né? Depois de anos patinando com estratégias ultrapassadas, Chicago precisa se modernizar urgentemente.

    Além do Quinn, outros nomes estão no radar, incluindo Jerry Stackhouse. Mas sinceramente? Acho que contratar alguém que já trabalhou com o Spoelstra pode ser genial. O Heat sempre tira leite de pedra, sempre desenvolve jogadores que ninguém esperava.

    E agora, o que rola?

    Com a 4ª escolha do Draft na mão e uma reformulação total da franquia (Bryson Graham chegou como novo VP), os Bulls têm uma chance real de recomeçar direito. Mas escolher o técnico certo é fundamental — não dá pra errar de novo.

    Vocês acham que Quinn tem o perfil pra comandar essa reconstrução? Ou preferiam um nome mais experiente como técnico principal? Eu tô curioso pra ver como isso vai desenrolar, porque Chicago não pode dar mais um passo em falso.

  • Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Giannis quer ir pros Celtics, mas Boston não quer ele?

    Olha só que plot twist interessante: Bill Simmons soltou uma bomba no podcast dele que me deixou pensando. Segundo o cara, Giannis Antetokounmpo tem interesse em jogar pelo Boston Celtics, mas… os Celtics podem não estar assim tão afim do Greek Freak.

    “Eu acho que o Giannis quer ir pra Boston, e não tenho certeza se Boston quer o Giannis”, disse Simmons. Cara, isso é de quebrar a cabeça de qualquer fã de NBA, não é?

    Por que Giannis olharia pra Boston?

    Na visão do Simmons, faz total sentido o bicampeão de MVP mirar nos Celtics. Primeiro, ele quer ficar no Leste — que é meio óbvio, né? Milwaukee tá ali do lado. Segundo, tem um detalhe curioso: aparentemente Giannis tem o mesmo treinador de arremesso que um jogador dos Celtics (provavelmente o Jayson Tatum).

    E convenhamos, a organização dos Celtics sempre teve muito respeito na liga. Mesmo com essa temporada decepcionante, onde entregaram uma vantagem de 3-1 contra os Sixers no primeiro round — meu Deus, que vexame —, Boston ainda é Boston.

    Mas Giannis também tá de olho no Miami Heat, segundo Simmons. E sinceramente? Faz até mais sentido. O Heat tem aquela cultura de vencedores, Pat Riley no comando, e sempre consegue atrair estrelas. Imagina o monstro que o Giannis viraria no sistema do Erik Spoelstra?

    Por que Boston hesitaria?

    Aqui que a coisa fica interessante. Os Celtics têm um dos elencos mais talentosos da liga no papel. Tatum, Brown, eles construíram algo sólido ali. Trazer o Giannis significaria provavelmente desmontar boa parte dessa base.

    E olha, eu entendo a hesitação. O cara é um monstro — 31 anos, ainda no auge, dois MVPs no currículo. Mas Boston já tem dois forwards de elite. Como você encaixa todo mundo? Alguém teria que sair, e não seria barato.

    Além disso, depois daquela melada épica contra os Sixers, talvez a diretoria esteja mais focada em ajustar o que já tem do que fazer uma revolução completa. Às vezes menos é mais, sabe?

    E agora?

    Por enquanto, Giannis não pediu trade oficial dos Bucks. Milwaukee contratou Taylor Jenkins depois da saída do Doc Rivers, então ainda tem esperança de consertar as coisas por lá. Mas convenhamos, ficar fora dos playoffs foi um baque pesado.

    O que vocês acham? Boston deveria ir com tudo atrás do Giannis ou focar em melhorar o que já tem? Eu fico dividido — o cara é genial, mas às vezes mexer muito numa receita pode dar errado. E o Heat ali de espreita só complica mais a situação.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser movimentada. E se o Giannis realmente se movimentar, vai balançar a liga inteira.

  • Bam Adebayo ganha prêmio de Justiça Social da NBA e me faz acreditar mais nele

    Bam Adebayo ganha prêmio de Justiça Social da NBA e me faz acreditar mais nele

    Cara, eu já admirava o Bam Adebayo pelos 83 pontos que ele fez essa temporada (segundo maior jogo da história da NBA, né?), mas agora o cara me conquistou de vez. Ele acabou de ganhar o prêmio de Campeão de Justiça Social da NBA, e olha, quando você vê o tanto de coisa que ele fez, fica difícil não se emocionar.

    O pivô do Miami Heat levou o troféu Kareem Abdul-Jabbar — e a NBA ainda vai doar 100 mil dólares pra caridade em nome dele. Mas o que mais impressiona não é o prêmio, é o trabalho por trás.

    Mais de meio milhão investido em quem precisa

    A Fundação Bam Adebayo investiu mais de 563 mil dólares em 18 iniciativas diferentes só nessa temporada. E não foi qualquer coisa não — o foco dele foi educação, segurança alimentar e desenvolvimento juvenil no sul da Flórida e na Carolina do Norte, onde ele cresceu.

    Sabe o que mais me impressiona? O cara sabe o que é crescer com pouco. E ao invés de só falar sobre isso, ele botou a mão na massa de verdade.

    Forneceu colchões, uniformes e material escolar pra estudantes da SEED School of Miami. Bancou transporte pra mais de 19 mil estudantes irem na Feira do Livro de Miami. Organizou distribuição de comida e um drive de brinquedos que atendeu mais de 2 mil crianças — e olha que legal: os brinquedos que sobraram (que cobriram a quadra inteira do Kaseya Center) foram doados pra outras organizações.

    De monstro na quadra a herói fora dela

    O Bam também reformou uma quadra de basquete no abrigo para moradores de rua Camillus House. Sinceramente, quando você vê um cara que pode fazer 83 pontos numa noite e ainda assim se importa em dar oportunidade pro pessoal jogar basquete… é outro nível de caráter.

    Ele concorreu com nomes pesados: Harrison Barnes (San Antonio), Jaylen Brown (Boston), Tobias Harris (Detroit) e Larry Nance Jr. (Cleveland). Mas levou merecido.

    O prêmio existe desde 2021 e já teve gente como Carmelo Anthony, Stephen Curry, Karl-Anthony Towns e Jrue Holiday. Agora o Bam entra nessa lista seleta, e eu acho que ele representa perfeitamente o que o Abdul-Jabbar sempre defendeu sobre usar a plataforma pra fazer diferença.

    Vocês acham que os jogadores brasileiros na NBA poderiam se inspirar mais nesse exemplo? Porque, cara, ver um atleta no auge da carreira fazendo essa diferença toda me dá uma esperança danada no esporte.

  • Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Olha só que agenda maluca o Kasparas Jakucionis vai ter em julho. O armador do Miami Heat foi convocado pra defender a Lituânia nas eliminatórias da Copa do Mundo da FIBA na primeira semana do mês, e logo depois vai direto pra Las Vegas jogar a Summer League pelo Heat. Cara vai viver no avião!

    Pra quem não lembra, o Miami pescou o Jakucionis com a 20ª escolha do draft de 2025, direto da Universidade de Illinois. E sinceramente? Acho que foi uma baita escolha. O cara tem 1,96m e joga de armador — essa combinação de tamanho e visão de jogo é ouro no basquete moderno.

    Números de estreante promissores

    Na temporada de rookie dele, Jakucionis fez uma média de 6,2 pontos, 2,6 rebotes e 2,6 assistências em apenas 17,8 minutos por jogo. Não são números de All-Star, óbvio, mas pra um calouro jogando poucos minutos no Heat (que sempre foi durão com novatos), tá longe de ser ruim.

    O que me impressiona é a eficiência. Pat Riley não dá moleza pra ninguém, e o fato do Jakucionis ter conseguido tempo de quadra consistente na primeira temporada já diz muito sobre o potencial dele.

    Estreia pela seleção principal

    Agora vem a parte mais interessante: vai ser a primeira vez que o Jakucionis defende a Lituânia na categoria adulta. Ele já representou o país nas categorias de base por anos — inclusive ajudou a conquistar o ouro no EuroBasket Sub-16 em 2022.

    A Lituânia sempre foi uma potência no basquete europeu, e ter a chance de jogar ao lado de caras experientes vai ser uma escola e tanto pro garoto. Depois dessa experiência internacional, ele vai pra Summer League com uma confiança completamente diferente.

    Vocês acham que essa agenda corrida vai ajudar ou atrapalhar o desenvolvimento dele? Na minha opinião, quanto mais basquete de alto nível, melhor. O cara vai chegar na próxima temporada muito mais maduro e preparado pra brigar por mais minutos em Miami.

  • Arenas confessa: ‘Ficamos com medo quando Shaq não veio jogar’

    Arenas confessa: ‘Ficamos com medo quando Shaq não veio jogar’

    Cara, essa história do Gilbert Arenas é surreal. O cara acabou de revelar uma das confissões mais bizarras que já ouvi sobre os playoffs da NBA. Em 2005, quando o Washington Wizards enfrentou o Miami Heat, a galera ficou apavorada quando souberam que o Shaq não ia jogar os jogos 3 e 4 em Washington.

    Pensa bem na ironia: seu adversário perde o pivô de 2,16m que dominava o garrafão na época, e você fica mais preocupado? Pois é exatamente isso que rolou.

    A confissão que ninguém esperava

    No podcast Gil’s Arena, o Arenas contou com todas as letras: “Eles estavam nos dando tanto pau que o Shaq nem veio pra Washington. Ele foi tipo ‘vocês tão bem sem mim mesmo’. E ninguém no nosso vestiário comemorou. Todo mundo fez ‘ahhh… mais Dwyane Wade?’”

    Mano, imagina a cena. Você tá tomando uma surra nos playoffs e quando o cara mais dominante do time adversário some, seu primeiro pensamento é “agora ferrou de vez”. Isso mostra o monstro que o Wade era naquele momento.

    Sinceramente, eu entendo o desespero do Wizards. O Shaq podia ser gigantesco, mas ele também era lento e ocupava muito a bola. Sem ele, o Wade tinha carta branca total pra fazer o que quisesse na quadra.

    Wade destruindo sem dó nem piedade

    E olha que não é exagero do Arenas não. O Heat varreu o Wizards por 4-0, e o Wade fechou a série com 42 pontos no jogo 4. Quarenta e dois pontos. O cara simplesmente resolveu que queria ir pra casa cedo naquele dia.

    Lembro que nessa época o Wade estava subindo como um foguete na liga. Era jovem, explosivo, e tinha uma sede de vencer absurda. O Wizards que havia passado pelo Bulls no primeiro round (o que já era mérito) simplesmente não tinha resposta pra intensidade dele.

    O mais louco? Miami chegou até a final da conferência leste naquele ano, perdendo só pro Detroit Pistons em sete jogos. E no ano seguinte, Wade e Shaq trouxeram o primeiro título da história da franquia.

    A lição que fica

    Essa história mostra como o basquete pode ser contraditório às vezes. Perder uma peça importante nem sempre enfraquece o time — pode até liberar outros jogadores pra brilharem ainda mais.

    E vocês, acham que o Wizards teria mais chances se o Shaq jogasse todos os jogos? Ou o Wade realmente estava num nível tão absurdo que não faria diferença mesmo? Deixa aí nos comentários!

  • Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Olha, eu sempre soube que apostas esportivas iam dar uma dor de cabeça gigante na NBA. E agora temos o caso do Terry Rozier — que tá virando uma novela mexicana de tão bizarro.

    O armador, que jogava pelo Miami Heat até ser cortado mês passado, tá enfrentando a liga em arbitragem pela segunda vez por causa do salário de US$ 26,6 milhões (uns R$ 140 milhões na cotação atual). A NBA simplesmente congelou a grana dele depois que foi acusado federalmente de esquema de apostas.

    O que rolou com o Rozier

    A história é surreal: os promotores dizem que ele avisava um amigo quando ia sair de jogo mais cedo, e esse “amigo” vendia a informação pra apostadores que faziam apostas nas estatísticas individuais do próprio Terry. Tipo, imagina a cara de pau — o cara literalmente controlando quando ia parar de jogar pra galera ganhar dinheiro apostando contra ele.

    Aconteceu isso numa partida de março de 2023. O Rozier alegadamente saiu antes do esperado, e quem tinha a informação privilegiada faturou nas apostas de props (aquelas apostas em estatísticas individuais, tipo quantos pontos o jogador vai fazer).

    A NBA colocou ele em licença administrativa em outubro e congelou o salário. Primeira arbitragem? Rozier ganhou — o árbitro disse que ele tinha direito ao dinheiro mesmo com as acusações. Mas a liga não engoliu e apelou, argumentando que as condições da fiança impediam ele de jogar mesmo.

    A situação tá feia

    Sinceramente, esse caso mostra como a NBA ainda tá perdida com essa onda de apostas que ela mesma abraçou. A promotora Kaitlin Farrell foi direto ao ponto numa audiência em abril: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou suborno”.

    Terry se declarou inocente, mas a coisa tá preta. Um dos seis envolvidos no esquema, o ex-jogador Damon Jones, já se declarou culpado. E tem mais bomba vindo: uma nova acusação formal deve sair este mês.

    O mais absurdo? Rozier não jogou nem um minuto nesta temporada depois da prisão em 23 de outubro. O Heat simplesmente cortou ele mês passado — imagino que não queriam mais essa dor de cabeça no vestiário.

    E não é só a NBA que tá pegando fogo com isso. A MLB tá no mesmo barco com os arremessadores Emmanuel Clase e Luis Ortiz, acusados de manipular arremessos pra beneficiar apostadores. Pelo menos lá os dois ficaram em licença sem pagamento até o julgamento em novembro.

    Vocês acham que a NBA vai conseguir não pagar o Rozier? Porque, cara, US$ 26,6 milhões não é brincadeira. Mas também, se ele realmente fez o que tão acusando, é sacanagem demais receber essa grana toda.