Tag: Miami Heat

  • LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    Cara, o LaMelo Ball finalmente se pronunciou sobre aquela jogada polêmica com o Bam Adebayo — e sinceramente? Eu meio que acredito nele.

    O armador do Hornets foi multado em 60 mil dólares (35 mil pela falta flagrante 2 e mais 25 mil por falar palavrão na entrevista pós-jogo), mas escapou da suspensão pro jogo decisivo contra o Magic. E olha, considerando que o Charlotte não vai aos playoffs há nove anos — NOVE! — foi um alívio pra torcida.

    “Só queria saber se ele tá bem”

    O que me chamou atenção foi o tom do LaMelo falando sobre o Bam. O cara parecia genuinamente preocupado: “Principalmente só quero ter certeza de que ele está bem. Não queremos ninguém machucado nesta liga nunca.”

    E vocês sabem como é, né? Quando alguém se machuca por causa da sua jogada, mesmo que sem querer, fica aquele peso na consciência. O LaMelo até tentou falar com o Bam depois do jogo, ficou esperando do lado do vestiário do Heat… mas imagina a situação: time eliminado, temporada acabada, cara machucado. Normal que o Bam não quisesse papo.

    Histórico ou coincidência?

    Agora, o que complicou as coisas foi quando apareceu um vídeo de janeiro de 2024 — LaMelo fazendo uma jogada meio suspeita no Bam de novo. Aí já fica difícil defender, né?

    Mas o armador do Hornets foi categórico: “É tudo basquete. Sinto que o Bam sabe. Nunca tivemos nada rolando, sabe? Eu nunca tive realmente nada com ninguém.”

    Olha, eu acompanho o LaMelo desde que chegou na NBA e, sinceramente, nunca vi ele como jogador sujo. Impulsivo? Com certeza. Às vezes meio inconsequente? Também. Mas sujo mesmo? Não sei não.

    Spoelstra deu a palavra final

    E o Erik Spoelstra, técnico do Miami, meio que confirmou minha impressão. Mesmo puto com a jogada (e com razão), ele foi claro: “Não acho que ele seja um jogador sujo. Foi uma jogada suja e perigosa, deveria ter sido marcada na hora. Mas não foi, e agora seguimos em frente.”

    Isso aí é classe, viu? Spoelstra podia ter desandado a falar mal do garoto, mas escolheu ser profissional.

    No fim das contas, o LaMelo tá focado no que importa: quebrar a seca de nove anos sem playoffs do Charlotte. E convenhamos, seria absurdo se ele perdesse esse jogo por conta de uma jogada que — na minha visão — foi mais desajeitada que maldosa.

    E aí, vocês acham que foi intencional ou só azar mesmo? Eu tô no time do “azar”, mas admito que aquele vídeo de 2024 deixou a situação meio complicada…

  • O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    Cara, eu fico pensando nisso desde que o Heat foi eliminado pelos Hornets no play-in. Tyler Herro e Norman Powell juntos deveriam ter sido algo especial, mas virou uma das maiores frustrações da temporada. E o Spoelstra foi bem direto sobre isso nas entrevistas de fim de temporada.

    Os números são brutais: os dois jogaram apenas 21 partidas juntos. Vinte e uma! Herro perdeu 48 jogos por lesão, Powell virou All-Star pela primeira vez na vida (merecido, diga-se), mas depois começou a quebrar também com problemas na virilha e ainda pegou uma gripe que derrubou ele por semanas.

    A matemática não fechou

    Olha, quando os dois estavam em quadra ao mesmo tempo, o Heat tinha -1.8 de rating. Negativo. Isso é preocupante pra caramba, especialmente quando você tem dois caras que fizeram mais de 20 pontos de média na temporada. O problema é óbvio: ambos são criadores de jogada, gostam da bola na mão, e acabavam se atropelando.

    Spoelstra admitiu que foi um “desafio” fazer a coisa funcionar. No final da temporada, Herro voltou pro quinteto inicial e Powell foi pro banco – imagina como deve ter sido difícil pro cara que tinha acabado de ser All-Star pela primeira vez na carreira?

    O que poderia ter sido

    “Acho que eles poderiam ter sido dinâmicos, foi só azar mesmo”, disse o Spo. E eu concordo com ele. Dois caras talentosos, Powell fazendo a melhor temporada da vida (21.7 pontos de média), Herro mostrando que é um talento único no ataque quando tá saudável.

    Mas aí que tá – quando um estava bem, o outro estava machucado. Era um vai-e-vem que não deixou os caras desenvolverem química. E química no basquete não é algo que você inventa da noite pro dia, ainda mais quando você muda todo o sistema ofensivo como o Heat fez essa temporada.

    Powell foi honesto: “Não tivemos uma chance real de descobrir como fazer funcionar”. E faz sentido. Como você vai criar entrosamento se mal consegue treinar junto?

    Lições pra próxima temporada

    O Heat vai ter decisões difíceis no verão. Manter os dois? Trocar um deles? Sinceramente, acho que mereciam uma chance real de jogarem saudáveis juntos por uma temporada inteira. Mas na NBA você não sempre tem esse luxo.

    O que mais me deixa frustrado é que dava pra sentir o potencial ali. Dois caras que sabem marcar, que podem criar pro time todo. Se tivessem conseguido 50, 60 jogos juntos e saudáveis, talvez a história seria diferente.

    E vocês, acham que o Heat deveria insistir nessa dupla ou partir pra outra? Porque pra mim, 21 jogos juntos é muito pouco pra julgar qualquer coisa.

  • Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Cara, que dor no peito foi ver o Heat ser eliminado assim, né? Perder por UM ponto na prorrogação pro Charlotte Hornets no Play-In… sinceramente, essas são as derrotas que mais doem. 127 a 126 e tchau temporada.

    Erik Spoelstra não gostou nem um pouco das críticas que vieram depois. E olha, eu entendo o cara perfeitamente — seis anos consecutivos de playoffs não é brincadeira nessa liga. Agora galera tá falando que foi uma temporada perdida? Spoelstra mandou a real:

    “Eu realmente senti que poderíamos ter tido de quatro a seis vitórias a mais, mas isso não aconteceu. Isso também poderia ter mudado como nos sentíamos sobre este time.”

    A dura realidade da NBA

    O técnico foi direto ao ponto sobre como é difícil manter o sucesso na NBA. E cara, ele tem razão. Quantos times conseguem ir aos playoffs seis anos seguidos? É coisa de time grande mesmo.

    “Não gostamos nem um pouco dessa sensação de estar fora no meio de abril. Mas também acho que vocês não podem simplesmente descartar ou desacreditar isso dizendo como é horrível que fizemos playoffs seis anos seguidos e não ganhamos um título. Este é um negócio difícil, e não há muitos times que conseguem fazer isso todo ano.”

    Mano, quando você para pra pensar… desde aquela final em 2023 contra o Denver (que dor), o Heat vem sofrendo. Duas eliminações seguidas na primeira rodada e agora nem pros playoffs chegaram. Mas 43-39 é uma melhora de seis vitórias em relação à temporada passada.

    Os garotos deram trabalho

    Uma coisa que eu gostei foi o Spoelstra destacar os jovens. Jaime Jaquez Jr., Kel’el Ware, Pelle Larsson e Kasparas Jakucionis… esses moleques têm potencial. E vocês, acham que o Heat consegue se reerguer na próxima temporada com essa base jovem?

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que o Spoelstra tá certo em defender o trabalho. Seis anos de playoffs consecutivos não é pouca coisa, mesmo sem título. Agora é hora de renovar e voltar mais forte — porque cultura Heat não morre assim não.

  • Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Olha, eu não esperava estar escrevendo isso, mas parece que a era Bam Adebayo e Tyler Herro no Miami Heat tá chegando numa encruzilhada. E quem tá cobrando uma definição é nada menos que Kendrick Perkins — e o cara não poupou palavras.

    O Heat fechou mais uma temporada fora dos playoffs depois de perder no play-in para o Charlotte Hornets. Quatro anos consecutivos brigando no play-in, gente. QUATRO. Pra uma franquia que se acostumou com finais e títulos, isso tem que doer.

    Perkins mandou a real sobre Pat Riley

    No podcast Road Trippin, Perkins foi cirúrgico ao criticar Pat Riley. “Cara, você quer pescar uma baleia todo verão, todo deadline de trocas. Mas só consegue trazer peixinhos”, disse o ex-pivô. E continuou: “É hora de ter uma conversa honesta: Bam Adebayo e Tyler Herro são os caras que vão levar o Heat onde ele quer chegar? A resposta é não.”

    Sinceramente? Perkins tem um ponto. O Heat tentou ir atrás do Kevin Durant (que não quis), não foi no Damian Lillard quando teve chance, e agora tá nessa situação meio sem rumo.

    O que esperar do futuro em Miami

    Bam é um monstro defensivo, isso ninguém discute. Triple-double quando quer, defesa de elite, joga em qualquer posição. Mas será que ele é a peça principal de um time campeão? Tyler Herro tem o arremesso de 3 e consegue criar jogadas, mas na hora H das decisões importantes, ele some do mapa.

    O Heat terminou com 43-39, décimo no Leste. Acima dos Bucks (que decepção) e Bulls, mas atrás dos Hornets e Magic. Pra uma franquia com a cultura Miami Heat, isso é inaceitável.

    Na minha visão, Riley vai ter que tomar uma decisão difícil nesse verão. Ou aposta todas as fichas na dupla Bam-Herro e constrói um elenco competitivo ao redor deles, ou usa um dos dois (provavelmente o Herro) como moeda de troca pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    E aí, vocês acham que o Heat deveria apostar nessa dupla ou é hora de uma reformulação geral? Porque do jeito que tá, só dá pra brigar por play-in mesmo.

  • Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que o Jaime Jaquez Jr. ia dar essa resposta toda depois das especulações de trade que rolaram o ano inteiro. O cara simplesmente ignorou a pressão e mandou ver na temporada.

    E que temporada, meu amigo! Médias de carreira em tudo: 15.4 pontos, 50.7% nos arremessos de quadra, 5.0 rebotes e 4.7 assistências saindo do banco. Compare isso com a temporada passada, quando ele passou pelo famoso ‘slump do segundo ano’ que derruba muito calouro promissor por aí.

    Spoelstra não escondeu a empolgação

    O Erik Spoelstra, que já viu muita coisa boa passar pelo Heat, não economizou nos elogios. Segundo ele, o que mais impressiona no Jaquez é a capacidade de penetrar no garrafão e criar jogadas para os companheiros. “Ele teve um grande ano de ressurreição. Foi trabalhar no verão passado e voltou com uma temporada impactante para nós”, disse o técnico.

    E cara, isso que o Spoelstra falou sobre a melhora no passe é real. O Jaquez evoluiu muito na visão de jogo — coisa que separa os bons dos grandes na liga.

    Disputando espaço com os gigantes

    A parte mais impressionante? O cara conquistou seus minutos (28.3 por jogo) mesmo com o Heat tendo um batalhão de alas: Andrew Wiggins, Norman Powell, Nikola Jovic, Simone Fontecchio. Não é fácil se destacar nesse meio.

    Aliás, vocês acham que ele merece algumas considerações para Sexto Homem do Ano? Eu acho que sim, embora o próprio Jaquez tenha se mostrado modesto sobre suas chances quando perguntaram.

    Infelizmente, a temporada do Heat acabou naquela derrota dolorosa para o Charlotte Hornets no play-in. Mas o Jaquez fez sua parte: 13 pontos, 6 rebotes e 8 assistências. Um veterano de 25 anos que claramente encontrou seu lugar no esquema do Spoelstra.

    Sinceramente, acho que Miami acertou em apostar no garoto. Depois de toda essa pressão de trade e críticas, ele respondeu da melhor forma possível: dentro de quadra. E isso, meus amigos, é o que separa os guerreiros dos meros jogadores.

  • 3 destinos perfeitos pro Kawhi se os Clippers cansarem dessa novela

    3 destinos perfeitos pro Kawhi se os Clippers cansarem dessa novela

    Olha, eu vou ser bem direto: Kawhi Leonard nos Clippers foi uma das maiores decepções da NBA nos últimos anos. Quando o cara chegou em 2019, a gente pensou “pronto, agora os Clippers vão roubar a cena de Los Angeles”. Cinco anos depois… bem, vocês sabem como é.

    O Intuit Dome novinho em folha refletiu mais uma vez as caras de desapontamento da torcida. Load management eterno, lesões no pior momento possível, e eliminações precoces nos playoffs viraram marca registrada. A última foi contra o Warriors no Play-In, 126-121, e foi doloroso de assistir.

    A realidade bateu na porta

    Sinceramente, chegou a hora dos Clippers tomarem uma decisão. O elenco tá envelhecendo, não têm mais picks de draft pra negociar, e o sonho do título parece cada vez mais distante. Kawhi continua sendo um monstro quando tá saudável – dois Finals MVP com times diferentes não é brincadeira -, mas aí que tá: “quando tá saudável” virou a palavra-chave.

    E se os Clippers decidirem recomeçar do zero? Onde o Kawhi poderia parar? Vou listar os três destinos que fazem mais sentido na minha cabeça.

    Miami Heat: Pat Riley não perdoa

    Se tem uma coisa que eu aprendi é: nunca subestimem Pat Riley. O cara tá sempre caçando uma oportunidade, e com o Heat fora dos playoffs de novo, ele deve tá louco pra fazer alguma coisa grande.

    Kawhi no Heat faz sentido demais. A cultura defensiva de Miami, a disciplina tática, tudo casa perfeitamente com o perfil do Leonard. Imaginem ele junto com o Bam Adebayo? Tyler Herro provavelmente seria incluído na negociação, talvez o Kel’el Ware também, mais uma pick de loteria.

    Pro Heat, seria ter um veterano clutch que pode decidir jogos. Pros Clippers, seria começar uma nova era com juventude e peças interessantes.

    Golden State Warriors: a revanche

    Tem uma ironia deliciosa nisso aqui. O time que eliminou o Kawhi pode ser o próximo lar dele. Os Warriors querem desesperadamente estender a janela de títulos do Curry, e Leonard seria perfeito pra isso.

    Imaginem uma defesa com Draymond Green E Kawhi Leonard. Meu Deus, seria o pesadelo de qualquer técnico adversário. E no ataque? Curry criando espaço pro Kawhi operar no meio da quadra, ou vice-versa. Seria lindo de ver.

    Claro, os Warriors teriam que abrir mão de peças importantes, mas com Curry já com 36 anos, o tempo tá correndo.

    E aí, vocês acham que algum desses cenários rola? Ou os Clippers vão insistir nessa aposta até o fim? Uma coisa eu garanto: se o Kawhi sair de LA, vai ser uma das maiores novelas da offseason. E olha que a NBA não tá faltando drama ultimamente…

  • Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Olha, quem acompanha o Miami Heat sabe que o Erik Spoelstra não pega leve com ninguém — especialmente com os jovens. E o Kel’el Ware, coitado, tem sido o alvo preferido do técnico nos últimos dois anos. Mas sabe quem tá salvando a vida do garoto? O Bam Adebayo.

    É isso mesmo. O Bam virou mentor do Ware e tá ensinando como sobreviver ao “tratamento Spoelstra”. E sinceramente, foi a melhor coisa que podia ter acontecido pro pivô de 22 anos.

    A Parceria que Tá Funcionando

    Os dois jogaram juntos em 49 jogos nesta temporada — uma dupla que os fãs do Heat adoram ver em quadra. E pelo que o próprio Ware falou, ter o Bam do lado faz toda diferença:

    “Bam é um grande mentor, ele passou por tudo que eu passei, lidou com o Spo, conversa comigo sobre isso… Estou desenvolvendo um relacionamento melhor com o Spo também”

    Cara, imagina estar no segundo ano da NBA e ter que aguentar o Spoelstra pegando no seu pé 24 horas por dia? Eu ficaria louco. Mas o Ware tá crescendo justamente por causa disso — e o Bam sabe disso melhor que ninguém.

    “Wade e Haslem me Deixavam Maluco”

    O mais interessante é ouvir o Bam contando como foi a própria experiência quando era novato. O cara confessou que D-Wade e Udonis Haslem faziam a mesma coisa com ele:

    “Wade costumava me irritar o tempo todo quando eu era rookies. Ele e o UD — um ficava me enchendo o saco em quadra, e quando eu ia pro banco, o UD continuava me irritando.”

    Mas olha o que ele falou depois (e isso é ouro puro): “Você precisa disso se quiser alcançar seu teto. Se você quer chegar em lugares que nem imagina, precisa dessas conversas honestas onde as pessoas vão te falar que você tá errado.”

    Monstro demais essa mentalidade, né? É a cultura Heat funcionando na prática.

    O Heat Não Perdeu o DNA

    Mesmo com a temporada decepcionante — primeira vez fora dos playoffs desde 2018-19 — o Heat mantém aquela pegada de formar jogadores na pressão. O Spoelstra admitiu que o crescimento do Ware “não foi linear”, teve altos e baixos, mas o garoto mostrou que consegue produzir nos momentos decisivos.

    E vocês sabem como é: no Heat, ou você aguenta a pressão ou sai pela porta dos fundos. O Ware tá claramente escolhendo aguentar — e com o Bam como mentor, as chances de dar certo são enormes.

    Sinceramente, acho que essa dupla Bam-Ware pode ser o futuro do garrafão do Miami. Se o pivô jovem continuar crescendo nesse ritmo, o Heat pode ter algo especial nas mãos. E aí, vocês acham que o Ware vai conseguir virar peça fundamental mesmo com toda essa pressão?

  • Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Olha, essa situação entre LaMelo Ball e Bam Adebayo virou um baita climão, mas o Erik Spoelstra surpreendeu geral com a postura dele. O técnico do Heat foi super ponderado e disse que não acha que o armador do Hornets merecia ser suspenso pelo lance polêmico que machucou o Bam.

    “Não acho que ele precisava ser penalizado mais”, disse Spoelstra ontem. E olha, vindo do técnico do time que foi prejudicado, isso pesa muito.

    O lance que parou a NBA

    Pra quem perdeu: na terça-feira, durante aquela derrota dolorosa do Heat por 127-126 em Charlotte (que eliminou Miami dos playoffs), o LaMelo agarrou o tornozelo do Bam enquanto ele estava caindo. O resultado? Adebayo machucou as costas e ficou fora de boa parte do jogo.

    A liga investigou tudo e classificou como falta flagrante. LaMelo levou multa de $35 mil pelo lance, mais outros $25 mil por soltar palavrão na entrevista pós-jogo. Mas não foi suspenso – e isso é o que importa pro Hornets, que joga hoje contra o Orlando no play-in.

    Sinceramente? Eu achava que ia dar suspensão. Esse tipo de lance é perigosíssimo e a NBA tem sido mais rigorosa ultimamente.

    Adebayo ainda espera um pedido de desculpas

    Agora, o Bam não ficou muito feliz com uma coisa: até agora, LaMelo não pediu desculpas pelo lance.

    “Não aconteceu”, disse Adebayo. “Quero que isso fique claro. Em algum momento vou encontrar ele de novo e vamos ter essa conversa.”

    E olha, não é a primeira vez que esses dois se desentendem. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha agarrado a perna do Bam durante uma corrida de transição. Na época, o pivô do Heat tropeçou mas não caiu.

    Spoelstra mostra classe

    O mais impressionante nessa história toda foi a postura do Spoelstra. Cara, o técnico podia estar pistola – afinal, perdeu um jogador importante num momento decisivo e ainda foi eliminado dos playoffs. Mas não, ele foi super equilibrado:

    “Não acho que ele é um jogador sujo. Apenas acho que, naquele momento, tudo pode ser verdade. Foi um lance sujo e perigoso. Deveria ter sido marcado na hora. Mas não foi, e aí você segue em frente.”

    Essa é a diferença entre técnicos experientes e os outros, né? Spoelstra sabe que reclamar não vai mudar nada. O Heat já era mesmo, então melhor manter a dignidade.

    E vocês, acham que LaMelo deveria ter sido suspenso? Eu ainda tô na dúvida se a liga foi muito mole ou se realmente foi justo. O que importa agora é ver se o garoto aprendeu a lição e para de fazer essas palhaçadas perigosas em quadra.

  • NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    Olha só que situação absurda rolou na NBA. A liga saiu publicamente pra admitir que os árbitros erraram feio no jogo entre Charlotte e Miami. LaMelo Ball deveria ter sido expulso por uma falta flagrante em Bam Adebayo — e isso pode ter mudado completamente o resultado da partida.

    O que aconteceu foi o seguinte: no segundo quarto, LaMelo puxou o tornozelo do Bam de forma completamente desnecessária, causando uma lesão nas costas que tirou o pivô do Heat do jogo. E os três árbitros da partida (Zach Zarba, Curtis Blair e Gediminas Petraitis) simplesmente não viram nada. Nada!

    A polêmica que definiu tudo

    A NBA classificou a jogada como “contato desnecessário e imprudente” e disse que deveria ter sido falta flagrante tipo 2 — ou seja, expulsão automática. Se tivesse sido marcada na hora, Miami ganharia dois lances livres e a posse de bola. Mas não foi.

    E o pior? Charlotte ganhou de 127 a 126 na prorrogação, com LaMelo fazendo a bandeja decisiva. O próprio cara que deveria ter sido expulso acabou decidindo o jogo. Miami foi eliminada e perdeu sua melhor chance nos playoffs sem o Bam em quadra.

    Sinceramente, eu fico impressionado como uma jogada dessas passa despercebida. Erik Spoelstra, técnico do Heat, não poupou críticas: “Não acho que isso pertence ao jogo, derrubar caras, palhaçadas”. E ele tá certo, né?

    LaMelo já tinha histórico

    O mais bizarro é que não foi a primeira vez. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha feito algo parecido com o Bam — agarrou a perna dele durante uma transição. Na época, Adebayo tropeçou mas não caiu. Agora não teve a mesma sorte.

    LaMelo foi multado em 60 mil dólares: 35 mil pela falta e mais 25 mil por usar palavrões em entrevista depois do jogo. Ah, e teve também um lance onde ele bateu no mascote do Charlotte na comemoração, mas a NBA nem comentou isso (vai entender).

    Vocês acham que a NBA deveria ter algum mecanismo pra revisar jogadas assim mesmo quando não são marcadas na hora? Porque pela regra atual, como não houve apito, não rolou revisão no replay. Miami ficou literalmente sem recurso.

    O Charlotte segue vivo nos playoffs e vai enfrentar Orlando na sexta-feira. LaMelo pode jogar normalmente, mesmo com toda essa polêmica. Já o Heat… bem, temporada encerrada por causa de um erro de arbitragem que a própria liga admitiu.

  • LaMelo Ball leva multa pesada após jogada suja no Bam Adebayo

    LaMelo Ball leva multa pesada após jogada suja no Bam Adebayo

    Olha, eu sei que o play-in é tenso e a pressão tá lá em cima, mas o que o LaMelo Ball fez com o Bam Adebayo foi totalmente desnecessário. O cara levou uma multa de 35 mil dólares da NBA e ainda foi retroativamente punido com flagrante 2 pela jogada que machucou o pivô do Heat.

    A situação foi assim: segundo quarto do jogo eliminatório entre Hornets e Heat, LaMelo leva um toco, cai no chão e — aqui que a coisa fica feia — puxa a perna do Adebayo na raiva. O resultado? Bam caiu de mal jeito, saiu de jogo com lesão nas costas e não voltou mais.

    Erik Spoelstra não perdoou

    O técnico do Miami não poupou palavras. Chamou a jogada de “estúpida” e disse que Ball deveria ter sido expulso ali mesmo. Sinceramente? Spoelstra tá coberto de razão. A NBA concordou, tanto que deu flagrante 2 — que é exatamente a punição para jogadas que merecem expulsão.

    E não parou por aí. LaMelo ainda levou mais 25 mil de multa por ter soltado uns palavrões na entrevista depois do jogo. Cara, 60 mil dólares numa noite só. Dá pra comprar um carro importado com isso!

    Desculpa que não cola

    Depois da vitória por 127-126 na prorrogação — que por sinal foi um jogaço —, Ball tentou se justificar dizendo que “não sabia nem onde estava” porque tinha levado uma pancada na cabeça. E pediu desculpas, falou que ia falar com o Adebayo.

    Olha, eu entendo que no calor do momento as coisas acontecem. Mas puxar a perna de um cara de 2,06m que tá caindo? Isso aí é perigoso demais. O próprio James Jones, vice-presidente executivo da NBA, classificou como “contato desnecessário e imprudente que criou risco significativo de lesão”.

    O curioso é que essa punição foi mais pesada que a do Joel Embiid em situação parecida há dois anos. Embiid só levou flagrante 1 quando pareceu derrubar o Mitchell Robinson dos Knicks. A diferença? Embiid pelo menos tentou argumentar que estava se protegendo de uma queda.

    LaMelo não vai ser suspenso — o que é bom pros Hornets, que jogam contra o Orlando Magic na sexta pela 8ª posição no Leste. Mas fica a lição: por mais que a pressão seja gigante, não dá pra perder a cabeça assim. E vocês, acham que a punição foi justa ou deveria ter sido mais pesada?