Tag: Miami Heat

  • Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Olha, parece que a bomba finalmente vai explodir em Milwaukee. Segundo o Shams Charania da ESPN, Giannis Antetokounmpo deve recusar a oportunidade de fazer um compromisso de longo prazo com os Bucks quando os dois lados se reunirem nas próximas semanas. E os Bucks? Já começaram a sondar outros times para uma possível troca do astro grego.

    Sinceramente, eu não tô surpreso. O time fez de tudo para montar um elenco ao redor dele — trouxeram Jrue Holiday, Damian Lillard, gastaram uma fortuna com Myles Turner depois de executar o maior stretch-and-waive da história da NBA nos $113 milhões do Dame. Mas convenhamos, não deu certo.

    O poder está nas mãos do Greek Freak

    A situação do Giannis é privilegiada, cara. Ele tem apenas um ano garantido de contrato, o que lhe dá um poder de barganha absurdo. Na NBA, quando um jogador desse calibre tem só um ano restante, ele basicamente escolhe onde quer jogar. É matemática simples.

    “Qualquer conversa que os Bucks vão ter com Giannis vai ser bem direta: ‘Você quer ficar aqui e se comprometer a longo prazo em junho?’”, explicou Charania no Pat McAfee Show. “A resposta, pelo que tudo indica, será ‘não’. E aí a pergunta muda para: onde Giannis quer jogar?”

    A fila de pretendentes já se formou

    E olha que fila bonita se formando! Miami Heat, Golden State Warriors, Lakers, Minnesota Timberwolves e Cleveland Cavaliers estão entre os times esperados para ir atrás do monstro grego. Imaginem Giannis com Curry nos Warriors? Ou fazendo dupla com LeBron em Los Angeles? Meu Deus do céu.

    O Heat sempre foi aquele time que todo mundo associa ao Giannis, né? Pat Riley é capaz de vender a alma para conseguir um jogador desse nível. E os Warriors… cara, se eles conseguirem encaixar o Giannis financeiramente, pode esquecer o resto da liga pelos próximos anos.

    Jon Horst, GM dos Bucks, passou a última década construindo ao redor de Giannis. Trouxe peças de qualidade, gastou dinheiro que nem água — tudo para tentar ganhar um anel. Conseguiram em 2021, mas desde então tem sido decepção atrás de decepção nos playoffs.

    A resolução deve sair até o draft de junho (dia 23). Se Giannis quiser ficar, ele pode assinar uma extensão de quatro anos por $275 milhões em outubro — mas precisaria se comprometer agora em junho para isso acontecer.

    Vocês acham que ele fica em Milwaukee ou finalmente vai procurar um time com mais chances de título? Eu, na moral, acho que essa história já chegou ao fim por lá.

  • Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Gente, a bomba já começou a rolar nos bastidores da NBA. O Giannis Antetokounmpo, o Greek Freak em pessoa, aparentemente não está mais satisfeito em Milwaukee. E sinceramente? Depois de ver os Bucks lutando pra se manter relevantes, eu até entendo o cara.

    A informação que chegou até mim é que vários times já estão preparando suas melhores ofertas de troca para o verão. Warriors, Rockets, Trail Blazers… todo mundo quer botar a mão no bicampeão de MVP. Mas aqui vem o plot twist que ninguém esperava.

    O Greek Freak tem preferências bem claras

    Segundo fontes próximas ao jogador, o Giannis não quer ir pra qualquer lugar não. O cara tem uma preferência bem específica: quer continuar no Leste, mas jogando por um time que realmente brigue pelo título. Faz todo sentido, né?

    Olha, depois de ganhar aquele anel em 2021 e ver o time desmoronando aos poucos, eu entendo perfeitamente a frustração dele. O cara deu tudo por Milwaukee, mas basketball é negócio também.

    Na lista dos possíveis destinos estão Celtics, Heat e até os Raptors. Imaginem o Giannis com a camisa verde dos Celtics? Seria absolutamente monstruoso. Ou então no Heat, com a cultura do Pat Riley? Nossa Senhora…

    Knicks e outros times na espreita

    Não para por aí. Os Knicks também podem entrar na briga, assim como Timberwolves e Cavaliers – especialmente se essas equipes não chegarem onde querem nos playoffs deste ano.

    O que me chama atenção é que o Giannis só vira agente livre em 2027, então ele tem bastante poder de negociação pra escolher seu destino. É aquela situação clássica: o jogador manda no próprio futuro.

    Vocês acham que ele realmente sai de Milwaukee? Na minha visão, se os Bucks não conseguirem montar um elenco competitivo ao redor dele até o fim desta temporada, a saída é praticamente certa. O cara já deu o que tinha que dar por lá.

    E aí, qual time vocês acham que seria o encaixe perfeito pro Greek Freak? Eu, particularmente, morro de curiosidade pra ver ele com a camisa do Heat. Seria o casamento perfeito entre talento individual e cultura vencedora.

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Olha, nunca pensei que ia escrever isso, mas Pat Riley — sim, O Pat Riley — tá enfrentando a primeira crise real de confiança da sua era em Miami. E quem tá falando isso não sou eu, é o Dan Le Batard, que conhece o Heat melhor que a própria mãe.

    Depois da eliminação vergonhosa pro Charlotte Hornets no play-in (cara, Charlotte!), a torcida do Heat tá questionando se o lendário executivo ainda tem o toque de Midas que sempre teve. Le Batard não poupou palavras no podcast dele: “As pessoas tão reagindo ao Pat Riley como se ele fosse o Joe Biden. Isso é algo que eu nunca vi antes.”

    O que diabos aconteceu com esse time?

    A temporada começou bem, o Heat parecia ter encontrado uma química boa. Mas aí veio aquela queda típica — só que dessa vez foi diferente. Não foi só uma oscilação normal, foi uma derrocada que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Sinceramente, é estranho ver Pat Riley sendo questionado assim. O cara trouxe LeBron e Wade pra Miami, construiu um super time que foi pra quatro finais seguidas e ganhou duas. Voltou pra técnico em 2006 e virou uma série de 2-0 contra os Mavs pra ganhar o anel. Trouxe o Jimmy Butler que levou o time pra duas finais (2020 e 2023).

    A realidade atual é dura demais

    Mas Le Batard tem razão numa coisa: desde aquela final épica contra o Denver Nuggets em 2023, o Heat tá parecendo time de várzea. E olha que não tô exagerando — perder pro Hornets no play-in é algo que ninguém esperava, nem nos piores pesadelos.

    O problema é que Riley sempre foi visto como esse cara infalível, o “Godfather” que sempre dá um jeito. Agora, pela primeira vez na era moderna do Heat, ele tá sendo tratado como… sei lá, um executivo comum que pode errar.

    E aí, vocês acham que Pat Riley ainda tem fôlego pra mais uma reconstrução aos 79 anos? Ou será que chegou a hora de pensar numa transição? Uma coisa é certa: depois de décadas sendo intocável em Miami, pela primeira vez ele vai ter que provar que ainda é o monstro que sempre foi.

  • Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Olha, se tinha alguém ainda sonhando com uma possível troca do Bam Adebayo, Pat Riley acabou de jogar um balde de água fria nessa ideia. O presidente do Miami Heat foi categórico na coletiva de fim de temporada: Bam é intocável. Ponto final.

    “Eu quero construir isso em torno do Bam”, disse Riley sem papas na língua. “Acho que [o proprietário Micky Arison] quer a mesma coisa, e [o CEO Nick Arison], e [o gerente geral Andy Elisburg], e todos nós queremos. Então vou dar um não categórico, eu não faria isso.”

    A comparação que não colou

    A pergunta veio depois dos jornalistas citarem outros times do Leste que trocaram seus melhores jogadores e se deram bem. Indiana mandou Domantas Sabonis embora em 2022, conseguiu Tyrese Haliburton e chegou às finais da NBA ano passado. Toronto negociou Pascal Siakam, Atlanta movimentou Trae Young pro Washington…

    Mas Riley cortou essa conversa na raiz. “Os jogadores que foram trocados nesses exemplos não são o Bam”, foi a resposta seca. E sinceramente? Faz todo sentido.

    Bam teve mais uma temporada sólida: 20,1 pontos, 10 rebotes e 3,2 assistências por jogo. O cara é um monstro dos dois lados da quadra e ainda tem apenas 28 anos. Ah, e quem pode esquecer daquela noite épica contra Washington quando ele fez 83 pontos? Segundo maior placar individual da história da NBA, pessoal!

    A frustração do craque

    Claro que nem tudo foram flores. O Heat começou bem (14-7) mas despencou no final da temporada, perdendo 10 dos últimos 15 jogos e terminando em 10º no Leste. Mais uma vez no play-in pelo quarto ano seguido — e Bam deixou claro que tá de saco cheio disso.

    Riley admitiu que sentiu a frustração do pivô na conversa de fim de temporada. “Tive uma ótima entrevista de saída com Bam, e sinto sua frustração”, contou o presidente. “Assim como senti a frustração do Dwyane [Wade], do Shaquille [O’Neal], do Alonzo [Mourning] e de todos os jogadores que trouxemos aqui ao longo dos anos.”

    A promessa? Buscar “alguém que seja diferente” pra ajudar Bam. E aí, Heat Nation, quem vocês acham que pode ser esse reforço de peso?

    Uma coisa é certa: com Bam blindado e Riley decidido a construir algo especial em Miami, a offseason promete ser bem movimentada. O pivô brasileiro naturalizado americano continua sendo a pedra fundamental dos planos do Heat — e olha, não podia ser diferente mesmo.

  • Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Olha, eu sabia que a situação do Terry Rozier estava complicada, mas isso aqui passou de todos os limites. O cara que já estava enfrentando acusações federais por esquema de apostas agora vai pegar mais uma — dessa vez por aceitar propina. Não é brincadeira não.

    Na segunda-feira, durante uma audiência federal, os promotores soltaram a bomba: eles têm evidências de que o Rozier não só pediu como aceitou suborno. A promotora Kaitlin Ferrell foi direto ao ponto: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou propina.” Imagina o advogado do cara recebendo essa notícia duas horas antes da audiência — deve ter gelado.

    O esquema que pode derrubar o armador

    A história toda começou lá em março de 2023, quando Rozier ainda defendia o Charlotte Hornets. Segundo os federais, ele passou informação privilegiada pro tal do Deniro Laster sobre quando ia sair de jogo mais cedo. O Laster? Vendeu essa informação pra apostadores que queriam lucrar em cima do tempo de quadra do Terry.

    Dois crimes federais já estavam na conta dele por isso. Agora vem mais suborno e fraude por “serviços desonestos” — basicamente, os promotores dizem que ele traiu tanto a NBA quanto os Hornets. Cara, que situação.

    Miami dispensou, NBA suspendeu, mas o salário…

    O Heat não perdeu tempo e dispensou o Rozier logo depois que essa confusão toda veio à tona. A NBA também suspendeu ele, mas aqui tem um detalhe interessante: um árbitro decidiu que ele ainda tem direito aos $26,4 milhões do contrato. Vinte e seis vírgula quatro milhões! Mesmo suspenso, mesmo dispensado.

    Sinceramente? Eu não sei o que é pior — se é a situação legal dele ou o fato de que um cara com esse talento decidiu se meter numa dessa. Terry Rozier sempre foi daqueles jogadores que eu respeitava, sabe? “Scary Terry”, como chamavam ele nos playoffs de 2018 com o Celtics. Mas isso aqui… é de outro mundo.

    E não para por aí. Tem mais cinco réus no caso, incluindo o ex-NBA Damon Jones, que vai se declarar culpado na terça-feira — primeiro do grupo a fazer isso. Até o Chauncey Billups tá envolvido numa parada de poker ilegal separada, mas ele se declarou inocente.

    A próxima audiência tá marcada pra 10 de junho. E vocês, acham que o Terry consegue se livrar dessa ou vai mesmo pro xadrez? Porque pelo jeito que a coisa tá andando, não tá fácil não.

  • O filho do dono do Heat agora manda mais que Pat Riley

    O filho do dono do Heat agora manda mais que Pat Riley

    Olha, eu nunca pensei que veria o dia em que Pat Riley não fosse o cara que mais manda no Miami Heat. Mas aparentemente esse dia chegou, e a coisa tá mais complicada do que eu imaginava.

    Segundo informações que estão circulando — e confirmadas pelo Barry Jackson do Miami Herald —, Nick Arison (filho do dono Micky Arison) assumiu um papel muito mais ativo nas decisões do Heat nos últimos anos. E pasmem: agora o Pat Riley precisa da aprovação de DOIS Arisons antes de fazer qualquer movimento importante.

    A nova hierarquia do Heat

    Jake Fischer, que é insider da NBA, foi quem soltou essa bomba. Segundo ele, o Nick Arison não só ganhou muito mais poder no dia a dia da franquia, como também virou praticamente o CEO que o Riley precisa convencer antes de qualquer negociação.

    “Riley ainda tem uma voz muito proeminente, mas precisa da aprovação de dois Arisons na hora da decisão (Nick e o pai Micky) e não consegue isso com a frequência de antes”, disse Fischer.

    Cara, isso é meio surreal quando você para pra pensar. Estamos falando do Pat Riley — o cara que trouxe LeBron, Wade, Bosh… O arquiteto de praticamente tudo que o Heat conquistou nas últimas décadas. E agora ele tá tendo que pedir permissão pro filho do patrão?

    Timing perfeito pra essa notícia

    Essa informação vazou bem na véspera da coletiva anual de fim de temporada do Riley. E olha, vai ser interessante demais ver como ele vai lidar com essas perguntas, porque você sabe que a imprensa vai apertar.

    A temporada foi decepcionante — ficaram fora dos playoffs depois de perder no play-in pro Charlotte Hornets. Sim, pro Hornets. E agora, com toda essa mudança de poder interno, como fica o futuro da franquia?

    Uma coisa que me chama atenção é que essa offseason pode ser crucial, especialmente com os rumores do Giannis Antetokounmpo que certamente vão esquentar. Será que com essa nova dinâmica de poder o Heat vai conseguir fazer os movimentos certos?

    Sinceramente, eu sempre respeitei demais a autonomia que o Riley tinha no Heat. Era ele quem decidia, ponto final. Agora, com mais gente metendo o dedo na panela… não sei não. Vocês acham que isso pode prejudicar a tomada de decisões da franquia? Ou talvez seja hora mesmo de uma renovação na liderança?

  • Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Cara, toda vez que alguém fala sobre a saída do LeBron do Heat em 2014, sempre pintam aquela história romântica dele voltando pra Cleveland pra conquistar o título que prometeu. Mas a real pode ser bem mais bizarra do que a gente imaginava.

    Michael Beasley foi lá no podcast do Shannon Sharpe e soltou uma bomba sobre o que realmente rolou nos bastidores. Segundo o Beasley, a treta dos biscoitos foi só a ponta do iceberg — e tanto Pat Riley quanto Erik Spoelstra fizeram questão de mostrar quem mandava no pedaço.

    A guerra dos biscoitos que mudou a NBA

    Vocês lembram daquela história maluca? O LeBron tinha o hábito de levar biscoitos especiais nos voos da equipe — feitos pelo chef pessoal dele. Aí o Pat Riley simplesmente proibiu. Assim, do nada. O Dwyane Wade já tinha contado isso antes, mas agora o Beasley deu mais detalhes.

    “O Spo tentou mostrar autoridade, e o Riley também”, disse Beasley. “Tenho certeza de que se tivessem conversado com ele como pessoa, como homem, talvez a história fosse diferente. Mas ele trazia os biscoitos pessoalmente. O chef dele. Essa parte da história eles não contam.”

    Mano, imagina a cena: o cara que acabou de ganhar dois títulos seguidos pro seu time não pode nem levar um biscoito no avião? É de fuder, né?

    O momento que tudo mudou

    O mais interessante é o que o Beasley falou sobre a reação da organização depois disso. “Foi a primeira vez que vi toda a organização com medo. A partir daquele momento, eles andaram na ponta dos pés ao redor dele. Eles sabiam que ele ia embora.”, revelou o ex-jogador.

    E olha, quem acompanhava na época lembra que realmente rolou uma tensão estranha nos últimos meses do LeBron em Miami. Aquela final de 2014 contra o Spurs foi meio esquisita, o time parecia desconectado.

    “Todo mundo sabia. Cem por cento. Se eles não sabiam, eu sabia porque tudo estava diferente”, completou Beasley, que jogou uma temporada com o King em Miami.

    Sinceramente? Essa história faz total sentido. O LeBron sempre foi muito ligado nos detalhes, na preparação, no cuidado com o corpo. Aí você vem e corta uma coisinha besta dessas? É como mexer com a rotina de um atleta de elite — pode parecer besteira, mas psicologicamente faz diferença.

    No fim das contas, o Heat nunca mais ganhou título depois que o LeBron foi embora. Será que valeu a pena essa briga por biscoito? E vocês, acham que uma treta dessas realmente pode influenciar na saída de um jogador do calibre do LeBron?

    Como diz o ditado: às vezes é nas pequenas coisas que a casa cai. Ou melhor, é assim que o biscoito esfarela.

  • Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Olha, eu não sei se vocês viram, mas o Giannis Antetokounmpo meio que deu uma cutucada no Milwaukee Bucks ontem. E de quebra ainda elogiou Miami numa conversa que tá deixando todo mundo maluco.

    Foi assim: o Goran Dragic chamou o Greek Freak pro podcast dele, o Gogi’s Garage. E aí começou a zoar o cara sobre os joelhos, falando que com 31 anos ele precisa de um clima quente pra se recuperar melhor. A resposta do Giannis? “Miami não é um lugar ruim não. Linda, linda cidade. Cidade linda.”

    Cara, isso aí não foi por acaso. O monstro tá há 13 anos em Milwaukee e sinceramente? Acho que ele tá de saco cheio mesmo.

    A situação tá complicada em Milwaukee

    Vamos combinar: os Bucks estão numa decadência absurda. Eliminações em primeira rodada, nem pros playoffs conseguiram ir dessa vez. E o Giannis teve uma temporada 2025-26 horrorosa de lesões — jogou apenas 36 partidas.

    Mesmo assim, quando jogou, foi Giannis sendo Giannis: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. Aproveitamento de 62.4% nos arremessos de quadra. Mas de que adianta números individuais se o time não funciona?

    Na minha opinião, Milwaukee desperdiçou os melhores anos do cara. Ganharam um título em 2021 e depois… nada. Frustrante demais.

    Miami Heat na espreita

    E do outro lado temos o Heat, que também não anda lá essas coisas. Terminaram 43-39 na temporada passada e caíram logo no play-in pro Charlotte Hornets — que era apenas o 9º colocado, velho!

    Desde que chegaram na final de 2023, o time de Miami vem decepcionando. Duas eliminações seguidas em primeira rodada (2024 e 2025), e agora nem conseguiram entrar nos playoffs.

    Mas olha só: Bam Adebayo e Tyler Herro são bons jogadores, mas precisam de uma estrela de verdade. E o Giannis seria perfeito no sistema do Erik Spoelstra — imagina esse cara com a disciplina tática do Heat?

    Heat, Knicks e Warriors são os times que mais correm atrás do grego, segundo os rumores. E Miami tem clima quente, estrutura boa e uma organização que sabe como ganhar títulos. Vocês acham que ele vai mesmo deixar Milwaukee?

    Sinceramente, depois dessa declaração no podcast, eu não duvido de mais nada. O cara praticamente pediu pra sair sem pedir diretamente. Típico do Giannis — sempre educado, mas mandando o recado.

  • Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Olha, se eu fosse torcedor dos Bucks agora eu tava com o coração na mão. O Giannis Antetokounmpo simplesmente foi no podcast do Goran Dragić e soltou umas bombas que deixaram todo mundo especulando se ele vai mesmo vazar de Milwaukee.

    No “Gogi’s Garage”, o Greek Freak não confirmou nada sobre uma possível saída, mas cara… quando ele chamou Miami de “cidade linda, linda” repetindo duas vezes, deu pra sentir que a coisa tá séria. E vocês acham que isso foi por acaso?

    Entre a lealdade e a vontade de ganhar

    O mais interessante foi ver o Giannis sendo honesto sobre o dilema que todo craque passa. Ele falou que é “leal” ao pessoal que acreditou nele, mas ao mesmo tempo é competitivo e quer ganhar. Essa frase me pegou: “você tem que tomar uma decisão melhor para você mesmo”.

    13 anos em Milwaukee, né? O cara praticamente cresceu lá, virou MVP duas vezes, trouxe um título em 2021. Mas sinceramente, depois daquela temporada horrível (32-50, nem playoffs), eu entendo a frustração dele.

    E quando perguntaram se ele tinha jogado seu último jogo como Buck, a resposta foi de arrepiar: “Essa é uma pergunta muito boa. Eu não sei. Não depende mais de mim”.

    Miami na mira do Greek Freak

    O timing não podia ser mais suspeito. O Dragić, que jogou sete temporadas no Heat, sugeriu que o Giannis deveria ir pra um lugar mais quente por causa da idade (31 anos). A resposta? “Miami não é um lugar ruim, cara. É uma cidade linda, linda”.

    Mano, se o Pat Riley tá assistindo isso, deve estar ligando pro agente do Giannis agora mesmo. O Heat sempre foi aquele time que consegue atrair estrelas, e imaginem o Greek Freak jogando ao lado do Jimmy Butler e Bam Adebayo?

    Claro que tem aquele detalhe “pequeno” do contrato até 2028, mas a NBA já nos ensinou que quando um astro quer sair, sempre dá um jeito. E pelo visto, depois de uma temporada desastrosa e com o Doc Rivers saindo do comando, parece que todo mundo em Milwaukee tá repensando as coisas.

    E aí, vocês acham que o Giannis realmente vai deixar Milwaukee depois de mais de uma década? Ou será que é só pressão pra diretoria se mexer e montar um time competitivo ao redor dele?