Tag: Miami Heat

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Heat x Pacers: Miami precisa vencer pra garantir playoffs

    Olha, eu não vou mentir — tô tenso por esse jogo do Heat hoje. Miami tá numa situação complicadíssima na conferência leste, brigando pra sair dessa zona de play-in e garantir uma vaga direta nos playoffs. E agora tem que ir até Indiana enfrentar os Pacers, que mesmo com um monte de lesionado ainda conseguem ser perigosos jogando em casa.

    O Heat tá apostando todas as fichas no Bam Adebayo, que tá fazendo uma temporada monstruosa. O cara tá quase num double-double de média (20 pontos e 9,7 rebotes) e é simplesmente a âncora defensiva do time. Mas o que me deixa preocupado é que Miami vem de uma sequência ruim e não pode dar bobeira.

    Andrew Wiggins e Tyler Herro precisam aparecer

    A boa notícia é que o Wiggins tá ajudando bastante no ataque — 15,6 pontos por jogo com 46% nos arremessos. E o Tyler Herro, quando tá no ritmo dele, é capaz de resolver qualquer jogo. O problema é que o Norman Powell tá machucado e é dúvida pro jogo.

    Do lado dos Pacers, sem o Tyrese Haliburton (que é craque demais), o time fica nas costas do Bennedict Mathurin. O moleque tá fazendo 18,5 pontos por jogo e pode dar muito trabalho. E esse Jarace Walker também não é brincadeira não — 11,3 pontos e mais de 5 rebotes.

    A matemática é simples: Miami não pode perder

    Cara, a situação do Heat é desesperadora. Cada jogo virou uma final. E jogar fora de casa contra um time que não tem nada a perder é sempre complicado. Os Pacers jogam num ritmo alucinado e em casa conseguem fazer uns placares absurdos.

    Mas apostaria no veteranismo e na experiência de Miami. O Erik Spoelstra sabe como preparar o time pra esses jogos decisivos, e o Bam Adebayo tá numa fase que consegue marcar qualquer um — desde pivôs até armadores na troca.

    As casas de aposta tão dando o Heat como favorito por 9,5 pontos, o que até faz sentido. Mas vocês acham que Miami consegue cobrir essa diferença jogando fora de casa? Eu acho que vai ser um jogo bem mais apertado.

    O tip-off é às 18h (horário de Brasília) e promete ser um jogaço. Miami precisa dessa vitória pra manter vivo o sonho de uma vaga direta nos playoffs. Cada ponto vai importar.

  • Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Cara, o Erik Spoelstra tava PISTOLA depois do que aconteceu ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    O Miami Heat tomou uma surra histórica do Cleveland Cavaliers — 149 a 128. Sim, você leu certo: 149 pontos. Isso é o RECORDE de pontos que o Heat permitiu em toda a história da franquia. Absurdo total.

    A defesa que sumiu do mapa

    O mais revoltante pra Spoelstra (e pra qualquer um que torce pro Heat) é que essa mesma defesa estava entre as TOP-4 da liga há apenas duas semanas. Duas semanas! Agora estão em 9º lugar e tomando vareio de todo mundo.

    “É extremamente decepcionante”, disparou o técnico na coletiva. “Os caras colocaram sangue, suor e lágrimas pra desenvolver uma defesa top-4 há duas semanas. E quando mais precisamos dela é quando ela desaparece. Isso é inaceitável nesse momento.”

    Mano, eu fico pensando: como um time que tinha uma identidade defensiva tão sólida consegue desmoronar assim? Os Cavs fizeram QUARENTA pontos em dois quartos seguidos no primeiro tempo. Quarenta!

    Cinco meses de trabalho pelo ralo

    O que mais me chamou atenção foi a frustração real do Spoelstra. O cara deixou bem claro que não tá inventando moda — eles tinham cinco meses de bons hábitos defensivos.

    “Não é como se estivéssemos tentando fabricar algo do nada”, continuou ele. “Temos cinco meses de ótimos hábitos defensivos, colocamos muito trabalho pra desenvolver esses hábitos, e você desenvolve orgulho na sua defesa.”

    E aí vem a parte que mais dói: “Seria uma coisa se tivéssemos a 20ª defesa da liga por meses. Mas literalmente há duas semanas, ou menos, tínhamos a 4ª melhor defesa.”

    Sinceramente, dá pra sentir a dor do técnico. Imagina trabalhar o ano todo pra construir algo e ver tudo desmoronar bem na reta final da temporada?

    O Heat tem uma chance de se redimir domingo contra o Indiana Pacers. Vocês acham que eles conseguem voltar ao nível defensivo que conhecemos, ou essa queda é definitiva? Porque se continuar assim, nem playoffs eles pegam.

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cara, que diferença três dias fazem! Depois de tomar uma surra do Miami Heat na quarta-feira, o Cleveland Cavaliers resolveu devolver na mesma moeda — com juros. 149 a 128. Cento e quarenta e nove pontos!

    Max Strus simplesmente decidiu que ia destruir o ex-time dele. Oito bolas de três. OITO. O cara meteu 29 pontos e mostrou pro Heat o que eles perderam quando deixaram ele ir embora. Sinceramente? Deve ter sido uma das vinganças mais doces que eu já vi na NBA.

    Jarrett Allen de volta faz toda diferença

    Kenny Atkinson colocou o Jarrett Allen de volta no quinteto titular e — meu Deus — que diferença isso fez. O cara teve um double-double (18 pontos e rebotes suficientes) e mostrou porque a pintura dos Cavs fica muito mais protegida com ele e o Evan Mobley juntos.

    Os números não mentem: o Heat só conseguiu 24% dos arremessos dele na pintura. Isso é quase 8% abaixo da média deles na temporada. Quando você tem dois grandões intimidando no garrafão, fica difícil mesmo para qualquer time.

    E o James Harden? O cara tá jogando como se fosse moleza demais. 17 pontos e 14 assistências — um double-double que parecia fácil demais. A conexão dele com o Allen nos pick-and-rolls tava absurda. Uma bandejinha aqui, uma enterrada ali… era show de bola.

    Donovan Mitchell nem precisou forçar

    Olha que coisa linda: o Mitchell, que normalmente carrega o time nas costas, teve uma noite quieta no ataque e nem fez falta. Quando todo mundo tá acertando assim, o craque pode dar uma relaxada e focar em outras coisas — seis assistências e quatro roubadas de bola.

    Já o Evan Mobley começou devagar mas explodiu no último quarto. Seis pontos seguidos no começo do período final e terminou com 23 pontos e 10 rebotes. Quando ele resolve ser agressivo assim, fica impossível parar o cara.

    Heat frustrado até no final

    O jogo ficou meio tenso no final, com Tyler Herro levando técnica depois de atropelar o Sam Merrill numa tela e ainda reclamar da arbitragem. Depois rolou mais confusão com falta dura e mais técnicas voando. Mas convenhamos, quando você tá perdendo de mais de 20 pontos e sendo humilhado na casa do adversário, a frustração é natural.

    O Heat saiu perdendo 15 a 2 logo no começo e nunca mais conseguiu se recuperar. Foi uma daquelas noites que você só quer esquecer — se você torce pelo Miami, claro.

    Agora os Cavs têm uns dias para descansar antes de encarar uma viagem pela Costa Oeste, começando contra o Jazz na segunda-feira. E vocês acham que eles conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Cara, que noite foi essa do Max Strus! O cara simplesmente resolveu mostrar pro Miami Heat que saiu de lá por um motivo. Oito bolas de três em uma noite só — oito! — e 29 pontos no placar. Os Cavs passaram o rodo no Heat por 149 a 128, e sinceramente? Foi lindo de ver.

    Olha, eu já esperava que o Strus quisesse se vingar do antigo time, mas não imaginava que seria desse jeito. O maluco fez seis das oito tentativas de três só no primeiro tempo, ajudando Cleveland a abrir uns absurdos 35 pontos de vantagem. Uma enterrada de três bem na buzina do intervalo deixou o placar 81 a 46. Monstro demais.

    Jarrett Allen volta e faz a diferença

    E não foi só o show do Strus não. Jarrett Allen voltou de lesão depois de ficar 10 jogos parado por causa de uma tendinite no joelho. O pivô fez 18 pontos e mais importante que isso — deu aquela segurança defensiva que estava fazendo uma falta danada pro time.

    A volta do Allen é crucial principalmente pela química com o James Harden, que chegou na trade deadline e tá elevando o nível do time. Falando no Harden, o barbudo distribuiu 14 assistências (recorde dele com a camisa dos Cavs) e ainda fez 17 pontos. Evan Mobley também colaborou com 23 pontos.

    Agora, uma coisa que me chamou atenção: Donovan Mitchell praticamente não existiu no jogo. Só 6 pontos, acertando apenas 1 de 10 arremessos. Quando um cara do calibre dele tem uma noite dessas e o time ainda ganha por mais de 20, é sinal de que o elenco tá bem encorpado mesmo.

    Miami tenta, mas não consegue reagir

    O Heat até tentou uma reação no terceiro quarto. Chegaram a diminuir a diferença para 19 pontos (101 a 82) com uma bola de três do Jamie Jaquez Jr., que foi o melhor do time visitante com 20 pontos. Bam Adebayo fez um double-double modesto: 14 pontos e 16 rebotes.

    Mas aí que tá — quando o time de casa tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Keon Ellis acertou uma bomba no final do terceiro quarto e selou a sorte: 109 a 87 entrando nos 12 minutos finais.

    Essa derrota foi pesada pro Miami, que caiu da disputa pelo 8º lugar do Leste e agora tá na 10ª colocação. Enquanto isso, Cleveland continua sonhando alto na temporada. E vocês, acham que os Cavs conseguem manter esse nível nos playoffs?

    Próximos jogos: Heat vai enfrentar o Indiana no domingo, enquanto os Cavs viajam pra Utah na segunda-feira.

  • Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Olha, eu não esperava que o Miami Heat fosse resolver tão bem assim contra Cleveland depois de cinco derrotas seguidas. Mas foi exatamente isso que rolou na noite de quarta: um atropelo de 120 a 103 nos Cavaliers, com todo mundo contribuindo.

    Norman Powell liderou a festa com 19 pontos, Tyler Herro colou com 18, e o mais impressionante? Oito jogadores do Heat terminaram com dois dígitos no placar. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo de verdade.

    Quase entregaram, mas se recuperaram

    Agora, não vou mentir — o Heat quase fez aquela clássica entregada no terceiro quarto. Tinham 17 pontos de vantagem e viram os Cavs chegarem pertinho. Mas aí que entra a experiência dessa turma de Miami.

    Nos momentos decisivos do último quarto, Bam Adebayo converteu um and-one e Kel’el Ware marcou uma bandeja — tudo em 11 segundos. Pronto, jogo encerrado. Bam terminou com 17 pontos, enquanto Ware fez um double-double com 13 pontos e 11 rebotes.

    Do lado de Cleveland, Donovan Mitchell fez o que pôde com 28 pontos, mas acabou saindo de quadra por faltas nos minutos finais. James Harden e Sam Merrill ajudaram com 18 cada, mas não foi suficiente para segurar o temporal de Miami.

    Heat testou a defesa dos Cavs

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, já tinha reclamado da defesa do time depois de tomar 131 pontos do Orlando na terça. E olha, contra o Heat não foi muito diferente. Miami converteu 13 bolas de três e chegou a abrir 21 pontos no primeiro tempo.

    O que me chama atenção é que os Cavs estão lidando com lesões o tempo todo. Jarrett Allen já está fora há 10 jogos, e agora Dean Wade torceu o tornozelo no aquecimento pisando no pé de um gandula. Cara, que azar!

    Vocês acham que Miami consegue embalar agora ou foi só um alívio momentâneo? Os times se enfrentam novamente na sexta-feira, ainda em Cleveland. Vai ser interessante ver se o Heat consegue repetir a dose ou se os Cavaliers vão buscar a revanche em casa.

    Uma coisa é certa: quando o ataque do Heat funciona assim, com todo mundo envolvido, eles viram um problema sério para qualquer time da liga. E com os playoffs se aproximando, esse tipo de performance coletiva pode fazer toda a diferença.

  • Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers foram simplesmente atropelados pelo Heat ontem, perdendo por 120-103, e adivinha qual foi o problema? A defesa. De novo.

    Olha, eu tentei ser otimista com esse time depois das últimas partidas, mas sinceramente está difícil. Kenny Atkinson já tinha chamado atenção do grupo depois de tomar 131 pontos do Orlando Magic, e os caras simplesmente ignoraram. É como se estivessem jogando com os olhos fechados na marcação.

    O buraco é mais embaixo

    E não é só preguiça não, viu? Claro que esforço conta, mas tem algo estruturalmente quebrado nessa defesa dos Cavs. Eles ficaram sem Dean Wade (tornozelo), Jarrett Allen (joelho), Jaylon Tyson (dedão do pé) e Max Strus (gestão de carga) – ou seja, sem peças importantes no esquema defensivo.

    O que mais me incomoda é essa proteção exagerada do garrafão. Os caras do Heat nem precisavam forçar a penetração pra conseguir arremessos abertos de 3. Foi só jogar a bola pro lado e tchau. Resultado? Heat acertando 7 de 16 do perímetro só no primeiro quarto (43,9%). Absurdo.

    No segundo quarto ficou pior ainda. 35 pontos do Miami acertando metade das tentativas de 3 (6-12). Enquanto isso, o ataque dos Cavs – que vinha salvando a pátria – simplesmente sumiu. Apenas 19 pontos no primeiro período e 3-15 de longe no primeiro tempo. Déficit de 17 no intervalo.

    A reação que quase foi

    No terceiro quarto, finalmente acordaram. Donovan Mitchell fez 13 pontos no período, o time acertou 7 de 11 do perímetro (63,6%) e conseguiram 37 pontos. Chegaram a virar o placar no começo do último quarto!

    Mas aí vem a parte frustrante: quando mais precisavam, o ataque travou. Mitchell – que estava comandando a reação – foi expulso faltando pouco mais de 3 minutos. O time fez apenas 5-19 nos arremessos e 2-11 de 3 no quarto final.

    Enquanto os Cavs pipocavam, o Heat fez 37 pontos no último período acertando 14 de 18 arremessos (77,8%). Foi passeio. Eles acabaram com uma sequência de 5 derrotas sem nem suar muito.

    Números individuais

    Mitchell liderou Cleveland com 28 pontos (12-22 nos arremessos), mas as 6 faltas pesaram. James Harden teve uma noite irregular: 18 pontos, mas 5 turnovers e apenas 3-9 do perímetro. Sam Merrill e Keon Ellis ajudaram com 18 e 17 pontos respectivamente.

    Evan Mobley? Praticamente sumiu no ataque. Só 8 pontos em 3-8 arremessos. Para um cara do tamanho dele, isso é pouco demais.

    Do lado do Heat, oito caras terminaram em dois dígitos. Norman Powell com 19, Tyler Herro com 18, e Bam Adebayo fazendo um double-double de 17 pontos e 10 rebotes.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no jogo de sexta, novamente contra o Heat? Porque do jeito que a defesa está, vai ser difícil…

  • Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Vocês já imaginaram dormir no vestiário da faculdade só pra não perder tempo de treino? Tyler Herro fez isso. E quem conta a história é ninguém menos que John Calipari, que agora treina Arkansas mas foi técnico do cara em Kentucky.

    Na minha opinião, essa é uma das histórias mais inspiradoras que já ouvi sobre dedicação no basquete. Calipari soltou essa no Pat McAfee Show: “Tyler Herro vivia no ginásio… Eu cheguei uma manhã e ele estava dormindo no vestiário numa cadeira porque não queria atravessar a rua pra ir pro alojamento.”

    O monstro que já era monstro

    Cara, isso explica MUITA coisa sobre o Tyler que vemos hoje no Heat. O maluco passou só um ano em Kentucky — jogou quase 33 minutos por jogo, média de 14 pontos — mas já mostrava essa mentalidade diferenciada. E olha que ele era considerado um prospecto “cru” na época.

    A coroação dele com Calipari foi no Sweet 16 de 2019. Lembram? Aquela enterrada de três no finalzinho que classificou Kentucky pro Elite Eight. Jogaço absurdo. Mesmo tendo caído na rodada seguinte pro Auburn (que tava ranqueado em 5º), Herro fez o time ideal da região.

    De Kentucky pro Heat: a evolução continua

    E essa ética de trabalho que Calipari mencionou claramente não ficou pra trás quando Herro virou profissional. Sinceramente, acho que é isso que separa os caras especiais dos jogadores medianos — essa obsessão doentia por melhorar.

    Enquanto isso, Calipari seguiu mais cinco temporadas em Kentucky antes de se mudar pro Arkansas. Nesta temporada, levou os Razorbacks pra um recorde de 22-8 e tá no Sweet 16 de novo. Curioso: a última vez que ele chegou tão longe no March Madness foi justamente no ano do Herro.

    Agora ele enfrenta Arizona buscando o segundo título nacional (o primeiro foi com Kentucky em 2022). E aí, acham que ele consegue repetir a mágica sem um gym rat dormindo no vestiário? Eu apostaria que ele tá procurando alguém com essa mesma mentalidade no elenco atual.

  • Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Olha, eu vou confessar uma coisa: às vezes tenho medo de ficar muito animado com esse San Antonio Spurs. É sério. Quando um time tá funcionando tão perfeitamente assim, a mente já vai direto pro “peraí, que pegadinha é essa?”

    Mas aí você olha os números e… 16-2 desde o All-Star break. Dezesseis vitórias e duas derrotas. É de maluco.

    Miami era pra ser o teste real

    A partida contra o Heat era aquele jogo clássico de “vamos ver se é real mesmo”. Miami em casa, lutando por playoff, com aquela famosa Heat Culture™ que todo mundo conhece. Era o cenário perfeito pros Spurs pisarem na casca de banana e tomarem uma surra de trabalho.

    E sabe o que aconteceu? Spurs liderou do começo ao fim. Trinta pontos de vantagem no pico da partida. A maior vantagem que qualquer time visitante conseguiu em Miami na temporada toda.

    Eu fiquei esperando o momento que o Heat ia acordar e mostrar por que são perigosos em casa. Não veio. Os caras simplesmente foram atropelados por um time que parece ter descoberto a fórmula secreta do basquete.

    Wembanyama continua sendo um alienígena

    Minha teoria era que uma hora a maré ia virar pro Victor. Que Bam Adebayo, que é monstro defensivo, ia encontrar uma forma de parar ele. Que teoria nada — 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. E olha só que absurdo: ele se tornou apenas o terceiro jogador na história da NBA a chegar em 4 mil pontos e 300 cestas de três nos primeiros 175 jogos da carreira.

    Terceiro. Na. História.

    Mas tá bom, quando o Wemby sai de quadra é que a coisa desanda, né? Errado de novo. Keldon Johnson e Dylan Harper combinaram 42 pontos saindo do banco. O segundo time não só segurou o rojão — enterrou Miami de vez.

    Os números contam a história: 17 rebotes ofensivos contra 6 do Heat. Venceram no garrafão por 60-40. Foi uma demonstração de força física que transformou cada arremesso errado numa nova chance de pontuar.

    O problema de ser bom demais

    Sabe qual é a parada mais estranha? Não consigo achar defeito nenhum gritante nesse time. E isso me deixa nervoso pra caramba (eu sei, sou ansioso mesmo). Quando você consegue apontar “ah, eles não arremessam bem de três” ou “falta físico”, pelo menos você sabe onde os adversários vão tentar furar. Você tem algo concreto pra se preocupar.

    Mas não tem. Os Spurs têm detalhezinhos aqui e ali, pontos cegos teóricos, mas nada gritante. Nada que você olhe e fale “é aqui que vão pegar eles nos playoffs”.

    E aí fico eu aqui, torcedor que acompanha NBA há anos, tentando encontrar pelo em ovo e não achando nada. É uma experiência meio surreal assistir seu time jogar tão bem que você mesmo fica desconfiado.

    Vocês tão sentindo isso também? Essa mistura estranha de euforia com paranoia? Porque sinceramente, faz tempo que um time não me deixava tão animado E tão nervoso ao mesmo tempo.