Tag: Mikal Bridges

  • Knicks dominam Cavs e abrem 3-0 na Final do Leste: título à vista?

    Knicks dominam Cavs e abrem 3-0 na Final do Leste: título à vista?

    Gente, eu tô começando a acreditar de verdade. Os Knicks acabaram de atropellar os Cavaliers por 121-108 no jogo 3 da Final da Conferência Leste e agora estão com uma vantagem de 3-0 na série. Dez vitórias seguidas nos playoffs. ABSURDO.

    Olha, quando o jogo começou e eles abriram 9-1 logo nos primeiros dois minutos, forçando o Cleveland a pedir tempo, eu já senti que seria uma daquelas noites especiais. E foi mesmo.

    O show começou cedo

    O mais impressionante foi ver a profundidade do banco dos Knicks funcionando perfeitamente. Mesmo com Jalen Brunson começando devagar (de novo), Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges assumiram o protagonismo logo cedo. Sete jogadores diferentes marcaram pontos no primeiro quarto, com o time convertendo absurdos 72% dos arremessos.

    Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem manter esse ritmo alucinante. E realmente não conseguiram — o segundo quarto foi mais complicado. Cleveland encostou até dois pontos de diferença, especialmente com James Harden encontrando o ritmo depois que Donovan Mitchell teve que sair de quadra temporariamente.

    Mikal Bridges = puro veneno

    Mas cara, esse Mikal Bridges tá jogando numa dimensão paralela. O cara foi escolhido como MVP do jogo e mereceu cada voto. 22 pontos com 11/15 nos arremessos, defendendo pra caramba do outro lado. Tá sendo o X da questão nessa sequência toda.

    E no final das contas, mesmo com os Cavs sempre voltando pro jogo (chegaram a ficar só 9 pontos atrás no último quarto), os Knicks tinham resposta pra tudo. Landry Shamet foi cirúrgico nos momentos decisivos, acertando 3 de 4 tentativas do perímetro.

    Os números finais? Brunson liderou com 30 pontos, OG Anunoby contribuiu com 21, KAT fez 13-8-7 (quase um triple-double), e Josh Hart teve 12-9-5. O time como um todo converteu 56% dos arremessos de quadra e 39% das bolas de três.

    1999 foi há quanto tempo mesmo?

    Vocês conseguem acreditar que os Knicks podem estar a DOIS DIAS de voltar às Finais da NBA? A última vez foi em 1999, galera. EU TINHA 5 ANOS DE IDADE (tá, talvez mais que isso, mas vocês entenderam).

    O jogo 4 é segunda-feira em Cleveland, às 22h. Se ganharem, vão enfrentar o vencedor de Celtics x Heat nas Finais. E olha, do jeito que esse time tá jogando — principalmente longe de casa — eu não duvido NADA.

    Que fase mágica, meu povo. Dez vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira. E aí, vocês acham que o Cleveland consegue reagir ou os Knicks fecham na segunda?

  • KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    Olha, eu não sei vocês, mas quando você tá liderando 2-0 numa final de conferência, a última coisa que deveria estar fazendo é falando em jogar “desesperado”. Mas é exatamente isso que Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges estão pregando antes do jogo 3 contra o Cleveland.

    “A gente tem que executar num nível alto, ter aquele desespero que tivemos contra Philly e Atlanta”, disse o KAT. “Obviamente, a gente só precisa acertar os arremessos.”

    E o Bridges completou: “Temos que continuar jogando desesperados. Eu sei que é mais fácil pro time que tá perdendo de 0-2 jogar mais desesperado, mas não podemos ser nós. Continuar fazendo o que estamos fazendo. Todos os playoffs, mantendo o desespero independente da situação. Pra gente, é 0-0.”

    A verdade por trás dos 27 pontos de vantagem

    Sinceramente? Eles têm razão em estar preocupados. Por mais que o New York tenha vencido os dois primeiros jogos por uma margem combinada de 27 pontos, os jogos foram muito mais apertados do que parece no papel.

    No jogo 1, cara, eles estavam perdendo de 22 pontos no último quarto! Foi o Jalen Brunson que virou completamente monstro, fez uma sequência absurda e forçou a prorrogação pra roubar a vitória. No jogo 2, começaram perdendo de novo no primeiro quarto, mas dominaram completamente o segundo e terceiro períodos.

    É aquela coisa: placar mente, mas quem acompanha sabe que Cleveland tá longe de estar morto nessa série.

    KAT virou facilitador e tá adorando

    Uma parada que eu achei interessante é como o papel do Towns mudou ao longo dos playoffs. Contra Atlanta e Philadelphia, ele virou praticamente um armador — média de 8,6 assistências nos últimos três jogos contra os Hawks, 7,5 por jogo na varredura contra os Sixers.

    Mas agora contra Cleveland, que tem mais tamanho pra marcar ele, o Brunson voltou a comandar a ofensiva (14 assistências no jogo 2, imaginem!). E o KAT? Tá de boa com isso.

    “Sempre disse que estou disposto a me sacrificar e fazer o que for preciso pra impactar as vitórias”, falou Towns. “Essa é a benção do nosso grupo. Temos várias maneiras e sistemas que podemos usar pra conseguir a vitória.”

    Olha, eu acho isso aí fundamental. Time que quer chegar longe precisa ter essa versatilidade, essa falta de ego. E pelos playoffs do Knicks até agora, parece que eles encontraram essa fórmula.

    Vocês acham que essa mentalidade de “desespero” mesmo liderando vai funcionar? Ou pode acabar virando ansiedade demais? O jogo 3 é hoje às 21h, em Cleveland, e pode definir muito do rumo dessa série.

  • Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Cara, eu preciso falar sobre o Mikal Bridges. O cara simplesmente acordou na hora certa e tá carregando os Knicks rumo às finais da NBA. E olha que há um mês atrás eu tava aqui duvidando se ele justificava toda aquela troca maluca que o time fez.

    Na conferência pós-jogo, depois de ver o Josh Hart acertar cinco bolas de três e colocar os Knicks em vantagem de 2-0 nas finais do Leste, o Bridges falou uma coisa que me chamou atenção: “É questão de mentalidade forte. Continuar confiando no seu jogo, no seu trabalho”.

    A pressão do negócio da década

    Vocês lembram da negociação né? Os Knicks praticamente hipotecaram o futuro pra tirar o Bridges do Brooklyn. Foram picks de primeira rodada de 2025, 2027, 2029 e 2031, mais outro pick de 2025, uma troca em 2028 e ainda uma segunda rodada. E depois ainda deram 150 milhões de extensão pra ele.

    Quando o cara não tá jogando bem, a torcida fica pistola. É natural. Mas o Bridges é tipo aquele jogador que quando tá funcionando, ninguém percebe muito – ele só faz o trabalho sujo, marca os caras mais perigosos, corre como um desgramado na transição e acerta os arremessos de canto.

    O momento da virada

    Sinceramente, eu não esperava que ele ia ressurgir assim nos playoffs. A temporada regular dele foi meio morna – 14,4 pontos por jogo, números mais baixos desde os tempos de Phoenix quando ele era a quarta opção. E ele tava evitando muito o contato, quase não indo pra linha de lance livre.

    Mas playoffs é outra história, né? O cara simplesmente entendeu que era agora ou nunca. E tá respondendo à pressão de uma forma absurda.

    O mais impressionante é como ele consegue impactar sem necessariamente aparecer nas estatísticas malucas. Ele não vai fazer 35 pontos como o Brunson ou pegar 15 rebotes como o Towns, mas quando você vê o jogo, percebe que ele tá em tudo.

    Rumo às finais?

    Com essa vantagem de 2-0 sobre Cleveland, os Knicks tão com um pé nas finais da NBA. E muito disso tem o dedo do Bridges. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar aquela troca virar piada na internet.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série? Porque se conseguirem, vai ser em grande parte por causa desse ressurgimento do Bridges na hora H. O cara pode não ser o astro principal, mas tá sendo o sexto homem perfeito quando mais precisam dele.

  • Bridges travou Maxey e os Knicks abriram 3-0 na série

    Bridges travou Maxey e os Knicks abriram 3-0 na série

    Cara, que sufoco essa defesa dos Knicks aplicou nos Sixers no jogo 3! 108 a 94 e agora tão com a série praticamente na mão, 3-0. E olha, o grande destaque foi o Mikal Bridges fazendo o trabalho sujo na marcação do Tyrese Maxey.

    Mike Brown foi direto ao ponto depois do jogo: o cara simplesmente elogiou demais o trabalho que o Bridges tá fazendo na marcação do garoto dos Sixers. “Eu não estaria fazendo meu trabalho se não destacasse o que o Mikal tá fazendo na marcação do Maxey”, disse o técnico. E tá certo mesmo — segurar um cara desses não é moleza.

    Defesa que decide playoff

    Vocês viram como foi? Os Sixers fizeram só 18 pontos no último quarto. Dezoito! Isso é quase um crime contra o basquete, mas mostra o nível da defesa dos Knicks. O Maxey, que normalmente explode, ficou com “só” 17 pontos e 7 assistências. Claro que não é um jogo ruim, mas pra ele, que tem capacidade de fazer 30+ fácil, foi bem controlado.

    Do outro lado, Jalen Brunson continuou sendo o monstro que tem sido nesses playoffs. 33 pontos liderando o ataque dos Knicks, enquanto o próprio Bridges contribuiu com 23. Ou seja, defendeu bem E ainda ajudou no ataque. Jogador completo demais.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me impressiona nos Knicks é a mentalidade. O Bridges falou uma parada que resume tudo: “Só tentando fazer o que for preciso para vencer. No começo dos playoffs, sabendo que todos os 82 jogos da temporada regular significam muito, mas tem outra temporada depois”. Mano, isso é mindset de quem quer título mesmo.

    E o Brunson complementou falando sobre confiar na defesa: “A coisa mais importante é confiar na nossa defesa. Vai ter momentos que a bola entra e quando não entra, temos que controlar o que podemos controlar”.

    Infelizmente o OG Anunoby ficou fora por lesão no posterior da coxa, mas sinceramente? Nem fez falta ontem. O time tá tão entrosado que conseguiu compensar bem a ausência.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem reagir no jogo 4 domingo, ou vai ser sweep mesmo? Porque olhando esse nível de defesa dos Knicks, tá difícil viu…

  • Knicks estão construindo algo especial rumo às Finais da NBA

    Knicks estão construindo algo especial rumo às Finais da NBA

    Cara, eu não esperava isso dos Knicks quando eles estavam perdendo de 2-1 para o Hawks há duas semanas. Todo mundo querendo demitir o Mike Brown, colocando o Mikal Bridges no banco… e olha onde estamos agora.

    Os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade. Seis vitórias consecutivas – três para virar contra Atlanta e agora estão 3-0 contra o Philadelphia 76ers depois de ganhar fora de casa por 108-94 na última sexta. Isso é coisa de time grande, gente.

    Brunson virando lenda em Nova York

    O Jalen Brunson tá jogando um absurdo. 33 pontos no jogo 3, sendo 18 só no segundo tempo quando a coisa apertou. Sinceramente acho que ele pode virar o melhor jogador da história dos Knicks – e olha que isso não é pouco. O cara simplesmente resolve nos playoffs, é um monstro.

    E não é só ele não. O Karl-Anthony Towns distribuiu 46 assistências nessa sequência de seis jogos! Towns fazendo assistência, meu amigo. Isso abriu um leque completamente novo para o ataque dos Knicks que não precisa mais depender só do Brunson.

    Bridges calou os críticos

    Falando em reviravolta, o Mikal Bridges tava sendo massacrado pelos torcedores há pouco tempo. Zero pontos no jogo 3 contra o Hawks – zero mesmo. Mas aí o cara virou a chave: 20,5 pontos de média nos últimos quatro jogos, acertando 68% dos arremessos. Na moral, isso é coisa de gente grande.

    Ontem foram 23 pontos contra um Sixers desesperado jogando em casa. O Paul George fez 15 pontos só no primeiro quarto e depois… sumiu. Não marcou mais nada. A defesa dos Knicks grudou nele que foi uma beleza.

    Esse time tem cara de Final

    Olha, eu tô começando a acreditar seriamente nesse time. Eles têm identidade, todo mundo sabe seu papel, e a defesa tá funcionando que é uma maravilha. O Josh Hart dando energia, o OG Anunoby (quando não tá machucado) sendo um two-way player de elite, e até o banco rendendo com Landry Shamet e Mitchell Robinson.

    O mais impressionante? Eles não entraram em desespero quando o Sixers veio com tudo no primeiro quarto. Time maduro faz isso – mantém o curso, aperta a defesa e vai buscar a vitória profissional.

    E aí, vocês acham que os Knicks chegam mesmo nas Finais? Porque pelo que eu tô vendo, seja Detroit ou Cleveland que vier pela frente na final da Conferência Leste, Nova York vai ser favorito. E merecidamente.

  • Knicks dominam Sixers fora de casa e abrem 3-0 nos playoffs

    Knicks dominam Sixers fora de casa e abrem 3-0 nos playoffs

    Mano, que noitaça dos Knicks! Eles foram lá na Filadélfia e simplesmente DESTRUÍRAM os Sixers por 108-94, abrindo uma vantagem de 3-0 na série. E olha, sem o OG Anunoby ainda por cima — o cara tá machucado com um problema no posterior da coxa.

    O que mais me impressionou foi a torcida. A Xfinity Arena parecia o Madison Square Garden, com uma galera absurda de torcedores dos Knicks que foram até lá apoiar o time. Isso é paixão, pessoal!

    Brunson mais uma vez sendo monstro

    E o Jalen Brunson? Cara, esse maluco não tem limites mesmo. 33 pontos, 9 assistências e 5 rebotes. Ele simplesmente fez picadinho da defesa dos Sixers a noite inteira. Sinceramente, acho que ele tá num nível que poucos armadores da liga conseguem chegar nos playoffs.

    Mas não foi só ele não. O Mikal Bridges tá voltando a ser aquele jogador que a gente conhece — 23 pontos com 8/14 nos arremessos de quadra. Que eficiência, né? Depois de uns jogos meio apagados no começo da série, o homem resolveu aparecer quando mais precisava.

    Todo mundo contribuiu

    O que mais me chamou atenção foi como TODOS os caras dos Knicks entraram no clima. O Karl-Anthony Towns fez um jogo completíssimo: 8 pontos, 12 rebotes e 7 assistências. Josh Hart pegou mais um double-double (12 pontos e 11 rebotes) e ainda incomodou demais na defesa.

    E tem o Landry Shamet saindo do banco e metendo 15 pontos em 26 minutos! Plus-20 no jogo. Mitchell Robinson deixou a vida do Joel Embiid um inferno lá embaixo. Essa profundidade do elenco dos Knicks tá sendo fundamental.

    Vocês sabem o que isso significa, né? NENHUM time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero times. Os Sixers até conseguiram uma remontada histórica contra o Celtics depois de estar perdendo por 3-1, mas agora seria literalmente fazer algo inédito.

    E o melhor de tudo: ganharam sem o Anunoby. Agora podem trazer ele de volta com calma total, sem pressa. Série praticamente decidida, galera. Os Knicks tão voando!

  • Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo tá falando dos 26 pontos do Jalen Brunson no Jogo 2 contra os Sixers. Mas o cara que realmente roubou a cena foi o Mikal Bridges — e até o próprio Brunson admitiu isso depois da partida.

    A mudança que definiu o jogo

    A situação tava feia no segundo quarto. O Tyrese Maxey tinha simplesmente explodido, fazendo 18 pontos em apenas um período. Aí que entra o plot twist: os Knicks colocaram o Bridges pra marcar o garoto dos Sixers. E cara… foi um show à parte.

    Maxey, que tinha começado destruindo, conseguiu fazer apenas 8 pontos pelo resto do jogo. Oito! E não foi sorte não — Bridges literalmente anulou o cara, forçando 4 turnovers no processo. Sinceramente, foi uma das melhores exibições defensivas que vi nos playoffs até agora.

    “Eles me marcaram de forma agressiva. Muito, muito agressiva. Não foi… uma marcação mole”, admitiu o próprio Maxey após a derrota. Dá pra sentir a frustração do rapaz.

    Brunson reconhece o trabalho do companheiro

    E aqui que entra a classe do Brunson. Mesmo tendo feito um jogaço, ele desviou toda atenção pra performance defensiva do Bridges. “O que tem sido mais consistente nele é sua rotina diária, fazendo as coisas que precisa fazer para estar pronto”, disse Brunson.

    Não é só papo furado não. Bridges terminou o jogo com números impressionantes: 18 pontos (quarto maior pontuador dos Knicks), 5 rebotes, 2 assistências, 1 toco e 1 roubo de bola. Completíssimo.

    O mais impressionante? Os Knicks conseguiram limitar os Sixers a apenas 12 pontos no último quarto. Doze pontos! Isso é defesa de playoff raiz, pessoal.

    E aí, vocês acham que os Knicks encontraram a fórmula pra parar o Maxey no restante da série? Porque se conseguirem manter essa intensidade defensiva, os Sixers vão ter problemas sérios.

  • Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Cara, uma das principais dúvidas antes da série começar era: quem diabos vai marcar o Tyrese Maxey? O garoto é um monstro, quebra qualquer marcação com aquela explosão dele.

    Josh Hart tinha passado a primeira rodada grudado no CJ McCollum dos Hawks. O OG Anunoby sempre pega os principais pontuadores adversários. Mas convenhamos — nem Hart nem OG têm pernas pra acompanhar a velocidade absurda do Maxey.

    A dupla que funcionou

    Aí entra o Mikal Bridges de volta ao seu papel natural: marcador principal. E quando ele saía, quem assumia era o Miles McBride. Resultado? Os dois simplesmente anularam o cara.

    “Isso foi gigantesco”, disse Josh Hart depois do treino. “Os dois obviamente são abençoados atleticamente para conseguir acompanhar ele, usar a fisicalidade, usar o comprimento a favor deles.”

    E os números não mentem: Maxey fez apenas 13 pontos com um aproveitamento péssimo de 3/9 nos arremessos de quadra. Errou todas as três tentativas do perímetro. Nenhum desses três acertos veio com Bridges ou McBride na marcação. Ainda por cima, perdeu 4 bolas.

    Treze pontos! O cara que vinha fazendo 26.9 de média contra os Celtics na primeira rodada, acertando 46.4% dos arremessos e 41.8% das bolas de três.

    Trabalho em equipe

    McBride foi humilde na análise: “Sinto que o time todo estava focado, honestamente. O Mikal começou muito bem na marcação e depois eu entrei, mas teve momentos que outros caras marcaram ele, e todas as nossas antenas estavam ligadas para marcar ele como equipe.”

    Os Knicks claramente estudaram bem o jogo. Sempre tinham um segundo defensor pronto pra ajudar quando o Maxey tentava alguma coisa no pick-and-roll. Foram duros com ele fisicamente — do jeito que tem que ser nos playoffs.

    O único problema foi que ele conseguiu ir à linha de lance livre 7 vezes, convertendo todas. Isso é perigoso.

    Maxey vai voltar com tudo?

    Olha, eu sinceramente acho que o técnico Mike Brown tem razão quando fala que o Maxey vai ser mais agressivo no Jogo 2. O garoto ficou meio sumido durante longas sequências — só fez sua primeira cesta no segundo quarto. Nove arremessos foram disparadamente o menor número dele nos playoffs.

    “Sabemos que o Maxey vai ser mais agressivo”, disse Brown. “Então temos que estar mais alerta do que estivemos no último jogo.”

    E vocês acham que os 76ers não vão ter um plano B? Claro que vão tentar outras coisas pra liberar o cara. Porque se ele jogar mal de novo como no Jogo 1, podem esquecer a série.

    Mas nos Bridges e McBride, os Knicks podem ter encontrado a fórmula. Dois caras com físico, comprimento e velocidade pra incomodar. A questão é: será que conseguem manter esse nível por uma série inteira? Isso que vai decidir tudo.

  • Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Gente, que situação complicada pro Mikal Bridges. O cara que chegou no Knicks como a grande aposta pra playoffs simplesmente virou banco no jogo mais importante da série até agora. Mike Brown tirou ele da partida no terceiro quarto e praticamente não colocou mais — apenas 21 minutos em quadra, recorde negativo na carreira dele em playoffs.

    E olha, não foi uma decisão técnica qualquer não. O Bridges estava completamente perdido em quadra: zero pontos, quatro erros de ataque e um rating de -26 que dói só de ver. Pra vocês terem noção do buraco que ele estava cavando pro time, o Knicks perdeu por apenas um ponto (109-108) pro Hawks, e boa parte da culpa foi dele estar jogando mal demais.

    A queda livre continua

    Sinceramente, eu já estava desconfiado do Bridges desde o jogo 2. O cara zerou no segundo tempo daquela partida também, com -11 de rating enquanto o Hawks virava o jogo. Duas partidas seguidas jogando muito mal no momento que mais precisa — isso preocupa qualquer torcedor do Knicks.

    Mike Brown tentou passar pano na coletiva: “Não estou preocupado com ele, só fui com o que o jogo pedia naquele momento”. Mas cara, quando você tira um dos seus principais jogadores e coloca o Miles McBride no lugar (que, diga-se de passagem, meteu cinco bolas de três), é porque a coisa está feia mesmo.

    Knicks em apuros na série

    Agora os caras estão atrás no placar da série (2-1) e precisam reagir rápido. O OG Anunoby fez sua parte com 29 pontos e 9 rebotes, o Brunson também colaborou com 26 pontos — mas perdeu todas as cinco tentativas de três que tentou, o que mostra como o Hawks conseguiu incomodar eles defensivamente.

    E tem mais: o Jonathan Kuminga saindo do banco do Hawks e fazendo 21 pontos, destruindo a segunda unidade do Knicks com velocidade e energia. Quando o seu banco está sendo dominado pelo adversário E seu titular estrela está jogando mal, a conta não fecha mesmo.

    O próprio Bridges assumiu a responsabilidade depois: “Tenho que aceitar isso e estar pronto pro próximo jogo. Vai ser difícil, mas é o que é. Preciso jogar melhor pra ajudar meu time”. Pelo menos o cara tem caráter pra assumir quando erra.

    Agora é torcer pra ele conseguir se recuperar mentalmente, porque playoffs não perdoa mesmo. E aí, vocês acham que o Bridges volta a jogar bem ou vai continuar nessa queda livre?

  • Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Olha, eu não esperava ver isso tão cedo nos playoffs, mas parece que o Mikal Bridges pode ir pro banco no próximo jogo dos Knicks. Mike Brown deixou a porta aberta pra mudanças no quinteto titular antes do jogo 4 contra o Hawks, e sinceramente? Depois do que a gente viu no jogo 3, faz todo sentido.

    “Neste ponto da temporada, tudo está em aberto”, disse Brown numa coletiva na sexta. E quando um técnico fala assim, você já sabe que coisa boa não vem por aí pra quem tá mal na fita.

    Bridges numa fase complicada

    O cara simplesmente desapareceu nos playoffs. 8 de 22 arremessos em três jogos — isso é menos de 37% de aproveitamento, meu amigo. No jogo 3? Zero pontos. ZERO. Ainda por cima entregou quatro bolas e quase não jogou no segundo tempo. Pra um jogador que custou uma fortuna pros Knicks, é de partir o coração.

    “Eu preciso jogar melhor pra conseguir ficar em quadra”, admitiu Bridges depois do jogo. Pelo menos o cara tem consciência da situação, né?

    McBride pode ser a solução?

    Miles McBride aparece como o principal candidato pra assumir a vaga. E olha, os números não mentem: o quinteto com Brunson, McBride, Anunoby, Hart e Towns teve +24 de rating no jogo 3 em 14 minutinhos juntos. Enquanto isso, o quinteto titular tradicional tá com -7.4 nos playoffs.

    É uma diferença absurda. Durante a temporada regular, esse mesmo grupo titular foi o segundo mais usado da NBA inteira, com rating positivo de 2.3. Mas nos playoffs? Completamente diferente. A pressão muda tudo.

    Vocês acham que o Brown vai ter coragem mesmo de bancar o McBride? Porque olha, seria a primeira mudança no quinteto desde o começo da temporada, quando o Josh Hart assumiu o lugar do Mitchell Robinson. E foi o próprio Hart que sugeriu a troca pro Thibodeau na época.

    Agora é decisivo. Se os Knicks perderem o jogo 4, a série fica 3-1 pro Hawks e aí já era. Não dá pra vacilar mais.