Tag: Mike Brown

  • Knicks arrasam os 76ers e voam para a final do Leste

    Knicks arrasam os 76ers e voam para a final do Leste

    Meus amigos, os Knicks estão VOANDO nesses playoffs. Ontem eles simplesmente massacraram os 76ers por 144-114 fora de casa e fecharam a série em 4×0. Quatro jogos. Zero para os Sixers. Uma varredura completa.

    E olha, eu não esperava que fosse tão fácil assim. Philadelphia tem Embiid, tem Maxey, tem nome… mas os Knicks chegaram na Filadélfia e resolveram mostrar quem manda. Começaram chovendo bolas de três, abriram logo uma vantagem de dois dígitos e nunca mais olharam para trás.

    Sete vitórias seguidas — isso é coisa de monstro

    A real é que New York está numa sequência absurda. Depois de ficar atrás dos Hawks por 2-1 na primeira rodada (eu já estava até preocupado), emplacaram sete vitórias consecutivas. E não é qualquer vitória não — seis dessas foram por mais de 10 pontos de diferença.

    O técnico Mike Brown não escondeu o orgulho: “Foi um jogo e tanto dos nossos caras. O foco, a atenção aos detalhes, trazendo energia e esforço não só hoje mas durante toda a série esteve num nível bem alto.”

    Sinceramente? Esse time está jogando um basquete que dá gosto de ver. Karl-Anthony Towns finalmente encontrou seu lugar, Landry Shamet está distribuindo assist que é uma beleza, e a defesa… nossa, a defesa está sufocando todo mundo.

    Agora é final do Leste — de novo

    Os Knicks voltam à final da Conferência Leste pelo segundo ano seguido. E vocês sabem o que isso significa, né? Que esse projeto realmente está funcionando. Não foi sorte, não foi acaso — é um time que se montou direito e está colhendo os frutos.

    Agora eles esperam quem vai sair entre Pistons e Cavaliers. E olha, qualquer um dos dois vai ser mais dureza que os 76ers, isso eu garanto.

    “Fizemos o que precisava ser feito para vencer um bom time dos Sixers”, disse Shamet. “Cuidamos do nosso negócio, prestamos muita atenção aos detalhes ofensivamente e simplesmente fizemos o que tinha que ser feito.”

    Towns complementou com uma maturidade que eu não via nele antes: “É muito bom ver nosso time nessa mentalidade. O sentimento de que temos muito mais trabalho pela frente, nos ver não relaxando, mas de certa forma olhando para os próximos dias como uma forma de nos realinharmos.”

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem chegar às Finals? Depois dessa exibição, eu tô começando a acreditar cada vez mais. O time está maduro, jogando junto, e — mais importante — não está se achando depois das vitórias. Esse é o mindset de quem vai longe.

  • Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Gente, vocês precisam ver essa! O Mike Brown dos Knicks simplesmente roubou a cena ontem depois da vitória por 109-94 sobre os Sixers. O cara interrompeu uma entrevista do Karl-Anthony Towns pra literalmente zoar o próprio trabalho como técnico. Eu tô rindo até agora.

    A situação foi assim: o KAT tava respondendo uma pergunta sobre os ajustes ofensivos do time quando o Brown simplesmente invadiu a entrevista e soltou: “Ele vai falar a verdade, o Mike fez um trabalho porco, mas o Mike tá tentando e o KAT e o resto dos jogadores tão carregando minha bunda grande nas costas.”

    Cara, que humildade (e senso de humor) é essa? 😂

    Knicks a um passo da final do Leste

    Mas olha, por mais que o Brown tenha zoado a própria cara, o trabalho dele tá funcionando. Os Knicks estão 3-0 na série contra os Sixers e a uma vitória da segunda final consecutiva do Leste. São seis vitórias seguidas nos playoffs — um momentum absurdo.

    E isso jogando o Jogo 3 sem o OG Anunoby, que é peça importante na defesa. Mostra como esse elenco tá entrosado e confiante.

    O Jalen Brunson mais uma vez comandou a parada com 33 pontos e 9 assistências. Começou mal (2/8 nos primeiros arremessos), mas se encontrou no jogo e fechou quando precisava. Esse cara virou craque mesmo, não tem jeito.

    Sixers em desespero total

    Do outro lado, que desastre pros Sixers depois do primeiro quarto. O Paul George simplesmente sumiu de campo — errou TODOS os nove arremessos depois do primeiro período. Zero pontos nos três quartos finais. Como assim?

    O Embiid voltou e fez 18 pontos em 35 minutos, mas não foi suficiente. O time que começou com 12 pontos de vantagem no primeiro quarto virou pó nas outras três parciais.

    Agora a matemática é cruel: nenhum time na história da NBA conseguiu se recuperar de um 0-3 em playoff de melhor de sete jogos. Os Sixers precisam de um milagre.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham em casa no próximo jogo ou dão bobeira? Porque sinceramente, depois de ver o Brown zoando a própria cara desse jeito, eu tô achando que esse time tá muito relaxado pra deixar escapar agora.

  • Mike Brown mete o dedo na ferida após vitória dos Knicks

    Mike Brown mete o dedo na ferida após vitória dos Knicks

    Olha, os Knicks ganharam mais uma dos 76ers ontem à noite (108-102), tá bom, mas o técnico Mike Brown não tá nem um pouco satisfeito. E olha que o cara tem razão de sobra pra reclamar.

    O homem foi direto no ponto: “Temos que parar de mandar eles pra linha do lance livre, cara. Eles tão nos destruindo de lá.” E não é só impressão não — Brown fez as contas ali mesmo na coletiva (adoro quando técnico vira professor de matemática).

    A conta não fecha

    “Olha só esses números: eles foram 34 vezes na linha no Jogo 1, mais 28 hoje à noite. Isso dá 62. Nós? 17 e 25. Ou seja, 42 contra 62 deles.” Mike Brown não é bobo não.

    E sinceramente, ele tá certíssimo. Como é que você vai bater de frente com um time bom tomando essa surra nos lances livres? Impossível. Ainda mais considerando que os 76ers tão sem o Joel Embiid machucado — imagina quando ele voltar.

    Vitória suada no Garden

    Diferente da primeira partida (que foi uma lavada de 39 pontos), dessa vez os Knicks tiveram que suar a camisa. Os Sixers chegaram a abrir 99-96 no último quarto, mas aí que o negócio ficou bom.

    Jalen Brunson, Josh Hart e Mikal Bridges resolveram mostrar serviço e meteram uma sequência de 7-0 que decidiu o jogo. Nos últimos três minutos, foi só administrar. Os Knicks converteram 21 dos 25 lances livres (84%) e aproveitaram bem as 18 bolas perdidas dos adversários pra fazer 23 pontos.

    Agora é série 2-0 e o negócio vai pra Filadélfia na sexta-feira. Vocês acham que os 76ers conseguem reagir jogando em casa? Porque se continuarem mandando os Knicks pra linha assim, vai ser complicado mesmo sem o Embiid em quadra.

    Uma coisa é certa: Mike Brown já deixou o recado. Agora é ver se os jogadores conseguem ser mais espertos defensivamente no Jogo 3.

  • KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    Cara, que transformação foi essa do Karl-Anthony Towns? Durante cinco meses ficamos discutindo se o cara sabia jogar basquete ou se os Knicks não sabiam usar ele direito. Agora, depois de dominar os Hawks nos playoffs, acho que a conversa mudou completamente.

    Olha só os números: nas últimas três vitórias contra Atlanta, KAT teve média de 8,7 assistências e 11,6 rebotes por jogo. Dois triple-doubles nesse período. Ah, e detalhe importante: o time fez +62 pontos com ele em quadra nos jogos 4, 5 e 6. Sessenta e dois pontos de diferença! É absurdo.

    A virada veio no momento certo

    A mudança começou depois do jogo 3, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 na série. O técnico Mike Brown mexeu no esquema tático e começou a colocar o Towns no topo do garrafão para distribuir jogo. Sinceramente? Demorou pra caralho para descobrir isso, mas funcionou perfeitamente.

    “Ele jogou fenomenal”, disse o Jalen Brunson sobre o companheiro. E não é papo furado não – KAT distribuiu 10 assistências no jogo 4 e seguiu achando os companheiros livres pelo resto da série. Virou um verdadeiro facilitador.

    O Josh Hart também elogiou a defesa do Towns no jogo 6: “KAT foi incrível. Começou o jogo pressionando, protegendo o aro, teve uns tocos grandes, a energia dele foi gigante pra gente”. Ver o cara defendendo com essa intensidade é algo que a gente não via há muito tempo.

    De perdido a protagonista

    Lembram lá em outubro quando perguntaram pro Towns sobre o papel dele no time e ele respondeu: “Honestamente, não sei. Não sei mesmo”? Pois é, que diferença seis meses fazem na vida de um jogador.

    Agora ele fala com toda confiança: “Nunca duvidei da minha capacidade. É só questão de se adaptar, especialmente quando te pedem pra fazer coisas que nunca pediram consistentemente na sua carreira”.

    E olha, essa humildade do KAT é impressionante. O cara podia estar pistola por ter demorado tanto tempo pra encontrar seu lugar no sistema, mas não. Ele abraçou as mudanças e virou peça fundamental nos playoffs.

    Mike Brown acertou na mosca

    Depois da série, Brown fez questão de agradecer toda sua comissão técnica pelos ajustes táticos. E cara, que ajustes foram esses! Depois das mudanças implementadas no jogo 4, os Knicks fizeram +96 pontos contra os Hawks. Noventa e seis!

    “Tivemos que mudar porque cada posse era um sofrimento nos três primeiros jogos”, explicou o técnico. “Precisávamos encontrar formas de colocar nossos jogadores em suas forças, chegando lá rapidamente”.

    A jogada foi simples mas genial: usar o Towns como um ponto-pivô, distribuindo bola do alto e criando vantagens pro time todo. Por que ninguém pensou nisso antes?

    O que vocês acham? KAT finalmente encontrou sua identidade nos Knicks ou ainda é cedo pra comemorar? Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe nos playoffs se mantiver esse nível.

  • Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Mike Brown revela mudança no ataque que salvou os Knicks nos playoffs

    Cara, tem coisa mais bonita que um técnico reconhecendo que o adversário ajudou a melhorar seu time? Mike Brown fez exatamente isso depois de os Knicks atropelarem os Hawks por 3×2 nos playoffs, e olha — isso me fez refletir sobre como o basquete às vezes funciona de jeitos inesperados.

    “Os Hawks nos ajudaram a ficar melhores”, disse Brown após a vitória. E não foi só papo de vestiário, não. O cara estava sendo sincero mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Pensa comigo: há algumas semanas, os Knicks estavam perdendo por 2×1 na série. Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns pareciam completamente perdidos no ataque. Eu mesmo tava começando a desacreditar. Era posse perdida atrás de posse perdida, aquele basquete feio que dói de assistir.

    Mas aí veio o Jogo 4. E tudo mudou.

    “Mudamos a forma como jogávamos no ataque e na defesa na metade da temporada, e mudamos de novo depois do Jogo 3”, explicou Brown. Translation: os caras tiveram que reinventar o time no meio dos playoffs. Que loucura é essa?

    Towns virou o protagonista que sempre deveria ter sido

    A mudança principal? Colocar o Towns no centro de tudo. E cara, funcionou de um jeito absurdo. O pivô fez seu primeiro triple-double nos playoffs no Jogo 4 (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências), depois repetiu a dose no Jogo 6 que fechou a série.

    “Eu só queria atender ao chamado”, disse Towns. Simples assim. Mas olha, não foi só sorte — o cara realmente assumiu a responsabilidade. No Jogo 6, mesmo acertando apenas 1 de 4 arremessos, ele distribuiu 10 assistências e pegou 11 rebotes. Isso é jogar para o time.

    O que mais me impressiona é como Brown conseguiu fazer essa transição no meio de uma série de playoffs. Imagina a pressão? “Cada posse foi uma batalha nos três primeiros jogos”, admitiu o técnico. “Tivemos que encontrar maneiras de colocar nossos caras em suas forças.”

    E agora, será que cola contra Boston ou Philadelphia?

    A pergunta que não quer calar: esse novo sistema vai funcionar contra Celtics ou 76ers nas semifinais? Sinceramente, acho que sim. Towns mostrou que pode ser tanto o cara dos pontos quanto o facilitador, e isso dá uma versatilidade danada para os Knicks.

    Brown deixou claro que não gosta de chamar toda jogada — prefere que os jogadores leiam onde está a vantagem rapidamente. É basquete moderno, fluido. E os Hawks, querendo ou não, forçaram essa evolução.

    “Atlanta nos forçou a encontrar uma maneira de fazer isso e nos sentimos bem com onde estamos agora”, finalizou o técnico. Às vezes a pressão realmente faz diamante, né? Os Knicks que o digam.

  • Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Cara, eu assisti esse jogo dos Knicks contra o Hawks ontem e ainda tô processando o que aconteceu. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! E olha, Mike Brown não tá exagerando quando fala que a conexão do time dele tá ‘off the charts’ — traduzindo pro português claro: fora de série mesmo.

    “É difícil replicar, duplicar, como vocês quiserem falar”, disse o técnico dos Knicks após a classificação. “A conexão dos nossos caras agora tá fora da realidade. Quando você entra nos detalhes e se conecta assim com um grupo tão talentoso e versátil quanto esse, você tem a chance de fazer isso.”

    O massacre que entrou pra história

    Gente, vamos falar sobre os números porque eles são simplesmente absurdos. Depois de estar perdendo por 12 a 11 no início — tipo, um placar normal de basquete — os Knicks resolveram partir pra cima e fizeram uma sequência de 61 a 10. Sessenta e um a dez, mano!

    No intervalo já era 83 a 36, quebrou o recorde da NBA de maior vantagem no primeiro tempo dos playoffs. O recorde anterior era do Sixers em 2017, com 41 pontos de diferença. Os Knicks foram lá e fizeram 47.

    E não foi sorte não. O time acertou 59% dos arremessos, cravou 13 bolas de três e distribuiu 33 assistências com apenas 9 erros de ataque. Quinze jogadores entraram em quadra porque o jogo virou passeio — seis caras do banco chegaram aos dois dígitos.

    Anunoby e Bridges viraram monstros

    OG Anunoby foi o cestinha com 29 pontos, acertando 11 de 14 arremessos. Mas olha só que eficiência absurda: Mikal Bridges fez 24 pontos convertendo 12 de 14 tentativas. Doze de quatorze! É o tipo de aproveitamento que você vê no 2K no modo fácil.

    Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem, mas o jogo acabou antes do intervalo mesmo. Passaram o segundo tempo curtindo da lateral, merecido demais.

    Sinceramente, eu não esperava uma surra dessas proporções. Os Hawks são um time decente, mas os Knicks simplesmente decidiram jogar basquete perfeito por 48 minutos. Agora vão encarar o vencedor de Sixers e Celtics — Philly ganhou o jogo 6 ontem também, então vai ter jogo 7 em Boston.

    E aí, vocês acham que essa conexão que o Mike Brown falou vai sustentar contra times mais cascudos? Porque se for assim, os Knicks podem ir longe mesmo nestes playoffs.

  • Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Técnico Mitchell Robinson detona Mike Brown: ‘medroso demais’

    Olha, eu não esperava isso mas o clima esquentou MESMO entre o técnico do Mitchell Robinson e Mike Brown dos Knicks. E não é pra menos — ver um pivô daquele tamanho jogando só 11 minutos numa derrota por 1 ponto nos playoffs é de doer o coração.

    O cara que treina o Robinson, Marcell Scott, simplesmente perdeu a paciência e foi direto ao ponto no Instagram: “Mike Brown tá com MEDO de se irritar!!! Ele é bonzinho demais pra treinar o New York Knicks!!!”

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do cara. Robinson tá sendo praticamente esquecido na série contra o Hawks, enquanto Brown prefere improvisar com OG Anunoby no garrafão. É meio absurdo quando você pensa que tem KAT e Mitchell ali parados no banco.

    A estratégia “Hack-a-Mitch” tá funcionando

    Tá, vou ser justo com o Brown aqui. O Atlanta descobriu a fórmula: faz falta no Robinson e torce pra ele errar os lances livres. E tá dando certo — o cara acertou só 2 de 6 tentativas na série.

    Mas porra, 11 minutos? Em um jogo de playoff decidido por 1 ponto? Isso é jogar com medo mesmo. Brown até tentou usar o Robinson no começo dos quartos no jogo 2 (quando Atlanta não pode fazer a estratégia da falta), mas na hora H deixou o cara no banco de novo.

    A dupla Robinson + Towns que não rola

    Scott tá pedindo pra jogar com Robinson e Karl-Anthony Towns juntos, mas Brown não quer nem ouvir falar. A explicação dele até faz sentido do ponto de vista tático — seria complicado defender os matchups do Hawks com essa dupla de torres.

    Só que eu fico pensando: será que não vale a pena pelo menos TENTAR? Os Knicks precisam de algo diferente, porque do jeito que tá não tá funcionando. Robinson tem 2,13m e é um monstro no rebote e nas finalizações perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Brown deveria dar mais chances pro Robinson mesmo com o problema dos lances livres? Ou tá certo em priorizar a versatilidade tática? Porque uma coisa é certa: se os Knicks caírem nessa série, essa polêmica vai render MUITO assunto na offseason.

  • Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Mikal Bridges vira banco no Knicks e série fica no sufoco

    Gente, que situação complicada pro Mikal Bridges. O cara que chegou no Knicks como a grande aposta pra playoffs simplesmente virou banco no jogo mais importante da série até agora. Mike Brown tirou ele da partida no terceiro quarto e praticamente não colocou mais — apenas 21 minutos em quadra, recorde negativo na carreira dele em playoffs.

    E olha, não foi uma decisão técnica qualquer não. O Bridges estava completamente perdido em quadra: zero pontos, quatro erros de ataque e um rating de -26 que dói só de ver. Pra vocês terem noção do buraco que ele estava cavando pro time, o Knicks perdeu por apenas um ponto (109-108) pro Hawks, e boa parte da culpa foi dele estar jogando mal demais.

    A queda livre continua

    Sinceramente, eu já estava desconfiado do Bridges desde o jogo 2. O cara zerou no segundo tempo daquela partida também, com -11 de rating enquanto o Hawks virava o jogo. Duas partidas seguidas jogando muito mal no momento que mais precisa — isso preocupa qualquer torcedor do Knicks.

    Mike Brown tentou passar pano na coletiva: “Não estou preocupado com ele, só fui com o que o jogo pedia naquele momento”. Mas cara, quando você tira um dos seus principais jogadores e coloca o Miles McBride no lugar (que, diga-se de passagem, meteu cinco bolas de três), é porque a coisa está feia mesmo.

    Knicks em apuros na série

    Agora os caras estão atrás no placar da série (2-1) e precisam reagir rápido. O OG Anunoby fez sua parte com 29 pontos e 9 rebotes, o Brunson também colaborou com 26 pontos — mas perdeu todas as cinco tentativas de três que tentou, o que mostra como o Hawks conseguiu incomodar eles defensivamente.

    E tem mais: o Jonathan Kuminga saindo do banco do Hawks e fazendo 21 pontos, destruindo a segunda unidade do Knicks com velocidade e energia. Quando o seu banco está sendo dominado pelo adversário E seu titular estrela está jogando mal, a conta não fecha mesmo.

    O próprio Bridges assumiu a responsabilidade depois: “Tenho que aceitar isso e estar pronto pro próximo jogo. Vai ser difícil, mas é o que é. Preciso jogar melhor pra ajudar meu time”. Pelo menos o cara tem caráter pra assumir quando erra.

    Agora é torcer pra ele conseguir se recuperar mentalmente, porque playoffs não perdoa mesmo. E aí, vocês acham que o Bridges volta a jogar bem ou vai continuar nessa queda livre?

  • Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Olha, eu não esperava ver isso tão cedo nos playoffs, mas parece que o Mikal Bridges pode ir pro banco no próximo jogo dos Knicks. Mike Brown deixou a porta aberta pra mudanças no quinteto titular antes do jogo 4 contra o Hawks, e sinceramente? Depois do que a gente viu no jogo 3, faz todo sentido.

    “Neste ponto da temporada, tudo está em aberto”, disse Brown numa coletiva na sexta. E quando um técnico fala assim, você já sabe que coisa boa não vem por aí pra quem tá mal na fita.

    Bridges numa fase complicada

    O cara simplesmente desapareceu nos playoffs. 8 de 22 arremessos em três jogos — isso é menos de 37% de aproveitamento, meu amigo. No jogo 3? Zero pontos. ZERO. Ainda por cima entregou quatro bolas e quase não jogou no segundo tempo. Pra um jogador que custou uma fortuna pros Knicks, é de partir o coração.

    “Eu preciso jogar melhor pra conseguir ficar em quadra”, admitiu Bridges depois do jogo. Pelo menos o cara tem consciência da situação, né?

    McBride pode ser a solução?

    Miles McBride aparece como o principal candidato pra assumir a vaga. E olha, os números não mentem: o quinteto com Brunson, McBride, Anunoby, Hart e Towns teve +24 de rating no jogo 3 em 14 minutinhos juntos. Enquanto isso, o quinteto titular tradicional tá com -7.4 nos playoffs.

    É uma diferença absurda. Durante a temporada regular, esse mesmo grupo titular foi o segundo mais usado da NBA inteira, com rating positivo de 2.3. Mas nos playoffs? Completamente diferente. A pressão muda tudo.

    Vocês acham que o Brown vai ter coragem mesmo de bancar o McBride? Porque olha, seria a primeira mudança no quinteto desde o começo da temporada, quando o Josh Hart assumiu o lugar do Mitchell Robinson. E foi o próprio Hart que sugeriu a troca pro Thibodeau na época.

    Agora é decisivo. Se os Knicks perderem o jogo 4, a série fica 3-1 pro Hawks e aí já era. Não dá pra vacilar mais.

  • Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistindo o jogo 2 dos Knicks contra o Hawks segunda-feira, bateu aquela sensação de “lá vamos nós de novo”. Karl-Anthony Towns, o cara que ganha 53 milhões por ano, simplesmente desapareceu no quarto período.

    Nos três primeiros quartos? O homem estava voando. 18 pontos, 8 rebotes, 8 de 10 nos arremessos. Em 25 minutos, os Knicks ganharam por 15 pontos quando ele estava em quadra. Aí chegou a hora da verdade e… duas tentativas de arremesso em oito minutos. Duas! E errou as duas.

    Mike Brown coloca a culpa no Towns

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown não poupou o astro. Basicamente disse que Towns precisa se impor mais no jogo. “Ele sabe que precisamos que ele seja agressivo”, falou o treinador.

    Olha, eu entendo a posição do Brown. Towns não é mais um novato – o cara já foi várias vezes All-Star. Mas sinceramente? Acho que o problema vai além da “falta de agressividade”.

    No jogo 1 foi o contrário: Towns começou mal (2 de 9 nos três primeiros quartos) mas explodiu no final – 11 pontos em 7 minutos no último período, acertando tudo que tentou. Essa inconsistência está matando os Knicks.

    O problema é mais profundo

    A real é que os Knicks ainda não descobriram como usar o Towns de forma consistente no ataque. Em 77 jogos com Brown, eles ainda não acharam a fórmula mágica.

    E olhem os números que descobri: quando Towns joga contra alas, ele tem posse de bola 32% do tempo. Contra outros pivôs? Esse número salta para 48%. No jogo 2, os Hawks colocaram Onyeka Okongwu pra marcar ele no meio do terceiro quarto, mas mesmo assim os Knicks não conseguiram explorar essa vantagem.

    O próprio Brown admitiu depois: “Não executamos bem no ataque, começando por mim. Não variamos o suficiente no final do jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem resolver isso a tempo? Porque com expectativas de título e o salário que o Towns ganha, não dá pra continuar com ele desaparecendo nos momentos decisivos. Se não resolverem logo, podem dar tchau pros playoffs mais cedo do que esperavam.