Tag: Mike Brown

  • Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Cara, o Mike Brown tá pistola — e com razão. Depois da derrota dos Knicks pro Spurs no Jogo 3 das Finais da NBA, o técnico de Nova York simplesmente explodiu na coletiva. O motivo? Uma discrepância absurda nos lances livres que deixou qualquer um de queixo caído.

    “Nunca pensei que veria algo assim nas Finais da NBA”, disparou Brown após ver seu time tomar 24 lances livres do Spurs contra apenas 8 deles no segundo tempo. Vinte e quatro contra oito, gente. No segundo tempo de um jogo de Finais!

    A virada que não veio

    O jogo começou bem pros Knicks. Saíram atrás no primeiro quarto, mas meteram 42 pontos no segundo (absurdo!) e foram pro intervalo vencendo 64-57. Só que aí veio o pesadelo: saíram mortos no terceiro quarto e mesmo com uma tentativa de comeback no final, não conseguiram segurar a onda.

    Os Spurs dominaram o segundo tempo, 58-47, e aí que mora o problema. Como que em um jogo de Finais você vê uma diferença dessas nos lances livres? Brown deixou claro que não costuma reclamar da arbitragem, mas essa passou dos limites.

    “San Antonio é um grande time, eles são um grande time. Mas se jogarmos o Jogo 4 e no segundo tempo eles conseguirem 24 tentativas de lance livre contra nossas oito, isso vai diminuir muito nossas chances”, desabafou o técnico.

    Quando a física não bate

    Olha, eu entendo que o Spurs joga com muita intensidade física — o próprio Brown reconheceu isso. Mas basquete é um esporte de contato dos dois lados, né? Como que só um time consegue ir tantas vezes à linha de lance livre?

    No geral, San Antonio fez 25 de 32 lances livres, enquanto Nova York converteu 18 de 22. A diferença não tava só na quantidade, mas na oportunidade de pontuar “de graça”.

    Brown foi cirúrgico na análise: reconheceu que seu time jogou mal, que foram “estagnados como nunca” no ataque, tiveram 13 turnovers e deixaram Stephon Castle e De’Aaron Fox chegarem fácil no garrafão. Mas mesmo assim, aquela discrepância nos lances livres foi impossível de engolir.

    “Conversamos com os árbitros sobre a diferença nas marcações e espero que seja diferente na quarta-feira no Jogo 4”, disse Brown. E completou com um recado direto: “Se fizerem isso no Jogo 4, onde seja 24-8 no segundo tempo, vai ser difícil pra gente vencer”.

    E aí, vocês acham que Brown tem razão de reclamar ou é mimimi de quem perdeu? Porque sinceramente, 24 contra 8 em um segundo tempo de Finais é de doer mesmo…

  • Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mano, que jogo foi aquele dos Knicks ontem? Sinceramente, eu já estava meio desconfiado quando vi o time perdendo por 14 pontos no segundo tempo, mas aí o Jalen Brunson resolveu lembrar que é MVP da vida.

    30 pontos do cara. Trinta! E o mais absurdo? 14 vieram no último quarto, quando a coisa estava feia mesmo. Os Knicks viraram aquela bomba e bateram o Spurs por 105-95 no próprio Frost Bank Center. Isso é personalidade, galera.

    “Ele é um guerreiro”, diz Mike Brown

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown — que, pasmem, já foi assistente técnico do próprio Spurs — não poupou elogios ao seu armador estrela:

    “Ele é um guerreiro, cara. Nos momentos mais importantes, ele aparece. É isso que MVPs fazem. Colocamos a bola nas mãos dele e dissemos que íamos viver ou morrer com ele, e ele fez acontecer pra gente.”

    Olha, eu entendo o Brown. O Brunson tem essa pegada clutch que todo mundo gostaria de ter no seu time. É aquele cara que não some quando a pressão aperta — pelo contrário, parece que joga ainda melhor.

    Time coletivo fez a diferença

    Mas não foi só o Brunson não, viu? Karl-Anthony Towns mandou um double-double bem sólido com 18 pontos e 12 rebotes (finalmente o cara tá mostrando por que veio pra Nova York), e o OG Anunoby contribuiu com 17 pontos.

    E tem um dado que tá deixando todo mundo de queixo caído: com essa vitória, os Knicks chegaram a 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Doze! Eles viraram apenas o sétimo time na história da NBA a conseguir uma sequência dessas. É ou não é absurdo?

    Agora falta só mais três vitórias para o que seria o primeiro título dos Knicks desde 1973. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo? Porque convenhamos, o Spurs não vai facilitar as coisas no Game 2, que rola na sexta-feira ainda em San Antonio.

    Depois disso, a série volta pra Nova York, onde a torcida vai estar ensandecida. Promete ser um espetáculo!

  • Mike Brown quase mandou novato para as Finals por causa do Brunson

    Mike Brown quase mandou novato para as Finals por causa do Brunson

    Cara, vocês viram a loucura que quase rolou no Jogo 1 das Finals? O Mike Brown dos Knicks quase fez uma dessas que a gente só vê em filme — mandar um rookie direto pro fogo das Finais da NBA.

    Tudo começou quando o Jalen Brunson levou uma pancada e saiu de quadra temporariamente. O Brown, que pelo jeito fica meio desesperado quando vê alguém se machucando, já estava gritando pro José Alvarado se aquecer. Mas o mais absurdo? Ele tava pronto pra colocar o Tyler Kolek, um novato, nas FINALS contra o Wembanyama e companhia.

    O susto que virou vitória

    “Eu fico muito emocional quando rola lesão, então quando ele se machucou e saiu, falei ‘José, vamos!’ Eu tava pronto pra mandar o Tyler Kolek entrar no jogo, mas o Jalen voltou”, disse o Brown depois da partida.

    Imaginem a cena: Tyler Kolek, rookie, entrando nas Finals da NBA no lugar do principal armador dos Knicks. Seria um desses momentos que ou vira lenda ou vira pesadelo — não tem meio termo.

    Felizmente pro New York, o Brunson voltou e mostrou por que é peça fundamental. O cara fez 30 pontos, sendo 13 só no último período. Os Knicks tavam perdendo por 14 pontos no segundo tempo contra os Spurs em San Antonio, mas viraram com uma corrida de 11-0 no final. Resultado: 105-95 e 1-0 na série.

    Wembanyama vs Knicks — o duelo que todo mundo quer ver

    O Victor Wembanyama tava fazendo a festa no primeiro tempo, aproveitando o apoio da torcida texana. Mas os Knicks mostraram que não vieram pra passear — defenderam bem, acertaram os arremessos na hora certa e conseguiram anular o fator casa adversária.

    Karl-Anthony Towns ajudou com um double-double (18 pontos e 12 rebotes), e o OG Anunoby apareceu nos momentos decisivos. Mas convenhamos: se não fosse a volta do Brunson, talvez estaríamos falando de como um rookie quase decidiu o Jogo 1 das Finals.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Brown faria mesmo essa loucura se o Brunson não voltasse? O Jogo 2 é sexta, em San Antonio, e os Knicks têm a chance de praticamente decidir a série se conseguirem sair de lá com 2-0.

  • Dolan abre o jogo sobre os Knicks na Final e o que isso significa pra NYC

    Dolan abre o jogo sobre os Knicks na Final e o que isso significa pra NYC

    Cara, o James Dolan finalmente abriu a boca e falou sobre essa campanha épica dos Knicks rumo à Final da NBA. E olha, o homem tá confiante pra caramba!

    Em uma entrevista bombástica ao New York Post, o dono dos Knicks não segurou a língua quando perguntaram se esse time representa Nova York. “Representa o povo de Nova York, sim. Absolutamente. Esses são os nova-iorquinos, né? São duros, são gritty, são cheios de personalidade”, disparou Dolan.

    “Bring ‘em on!” – Dolan não tem medo de ninguém

    O mais impressionante? O cara tá tão confiante que disse que não importa quem vier do Oeste (na época da entrevista, Spurs e Thunder ainda disputavam). “Qualquer um dos dois times, eu acho que vamos vencer. Então podem vir!”, declarou.

    Sinceramente, eu admiro essa confiança toda. Depois de décadas de sofrimento, ver o Dolan falando assim é quase surreal. Mas olhando essa temporada dos Knicks, dá pra entender de onde vem essa empolgação.

    Na visão dele, os Knicks estão dando algo que Nova York não tinha há muito tempo: otimismo e entusiasmo. “Todo mundo, independente da sua posição política, todo mundo é fã dos Knicks, se vocês não perceberam”, disse.

    O segredo do sucesso: coração de campeão

    Quando perguntaram por que ele acredita que o time vai levar o caneco, a resposta foi direto ao ponto: “Porque eles são um time. Porque eles têm coração, e eles têm esse fator X no coração”.

    E cara, vendo os jogos dos playoffs, é difícil discordar. Esse time simplesmente não desiste nunca. É aquela garra que só Nova York sabe ter mesmo.

    O mais engraçado foi quando compararam ele ao Joe Namath garantindo o Super Bowl. Dolan riu e disse: “Eu não tô garantindo nada… Mas eu acredito!” (risos). Pelo menos o cara tem humildade, né?

    A troca de técnico que mudou tudo

    Um dos pontos mais interessantes foi quando ele explicou a decisão de trocar o Thibodeau pelo Mike Brown. “Finals ou nada” – foi isso que ele disse em janeiro, e agora tá explicando o porquê.

    “Nós sabíamos desde o momento que dissemos tchau pro Thibs e contratamos o Mike, que íamos ficar numa situação quente porque acabamos de chegar nas finais de conferência”, revelou. Faz sentido – você não muda um técnico pra ficar pior, né?

    A escolha do Mike Brown veio toda do Leon Rose, que fez todo o trabalho de casa. Queriam alguém colaborativo, flexível, que soubesse usar todas as mentes ao redor. E pelo visto, acertaram em cheio.

    E aí, galera, vocês acham que o Dolan tem razão em estar tão confiante assim? Depois de tantos anos de decepção, será que finalmente chegou a hora dos Knicks voltarem ao topo? Uma coisa é certa: Nova York tá fervilhando, e esse time realmente tem algo especial.

  • Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Mano, vocês viram o que tá rolando nas finais da NBA? De’Aaron Fox, Harrison Barnes e Mike Brown — todos nas finais. E adivinha? Nenhum deles tá vestindo a camisa do Sacramento.

    Cara, isso é de doer. Os Kings viraram literalmente uma fábrica de talentos para outros times. É como se fosse aquela escola que forma os melhores jogadores, só que eles sempre vão brilhar em outro lugar.

    A maldição de Sacramento

    Olha só essa lista absurda: Tyrese Haliburton (que chegou nas finais ano passado com o Indiana), De’Aaron Fox, Mike Brown, Harrison Barnes… Todos passaram por Sacramento, todos estão agora brigando pelo anel. Só que não pelos Kings.

    E o mais doido? Sacramento não errou nas escolhas. Eles acharam os caras certos! O problema é que criaram um ambiente tão tóxico que sair de lá virou a única opção lógica para quem quer ganhar alguma coisa na carreira.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais puto ou triste vendo isso.

    O caso Haliburton que ainda dói

    Vamos falar do elefante na sala: a troca do Haliburton. Em 2022, os Kings mandaram ele para o Indiana em troca do Domantas Sabonis. Na época, até fez sentido — Sabonis ajudou Sacramento a quebrar um jejum de 16 anos sem playoffs.

    Mas aí que tá o problema. Enquanto Sacramento comemorava uma temporada de 48 vitórias e a terceira colocação no Oeste (só para perder pros Warriors em 7 jogos), Haliburton estava lá em Indiana virando um monstro. O cara virou um dos jogadores mais clutch da liga — quatro cestas decisivas nos últimos 5 segundos numa única pós-temporada. QUATRO!

    Toda vez que os Kings perdiam três seguidas, começavam a circular highlights do Haliburton. Era tipo uma tortura psicológica constante.

    O fim melancólico de uma era

    Aí veio o pior: Mike Brown foi demitido em dezembro de 2024 depois de um início horrível (13-18). Seis semanas depois, Fox foi trocado para o San Antonio em troca do Zach LaVine. Cara, o Fox! Um All-Star de 28 anos que ajudou a tirar o time do buraco.

    E agora? Fox tá nas finais com Wembanyama em San Antonio, depois de eliminar o atual campeão Oklahoma City num jogo 7 fora de casa. Mike Brown levou o Knicks para a primeira final desde 1999. Harrison Barnes também tá lá, contribuindo.

    Vocês conseguem imaginar a dor de quem torce pelos Kings vendo isso? É como se você tivesse todos os ingredientes de uma receita campeã, mas sempre conseguisse queimar o prato na hora H.

    Sacramento virou um case de como NÃO construir uma franquia vencedora. Eles encontram os caras certos, mas sempre no momento errado, no ambiente errado. E aí os caras saem de lá revoltados e vão ser campeões usando outra camisa.

    É de partir o coração, mas infelizmente é a realidade dos Kings. E aí, será que um dia eles vão aprender com os próprios erros?

  • NYC inteira vibra com os Knicks: até Yankees e Giants celebraram!

    NYC inteira vibra com os Knicks: até Yankees e Giants celebraram!

    Cara, que momento absurdo pros Knicks! Depois de 27 anos — vinte e sete anos, gente! — eles finalmente voltaram às Finais da NBA. E olha, a cidade de Nova York inteira pirou junto.

    O negócio foi tão emocionante que até os outros times da cidade entraram na festa. Giants mandando “Go New York Go” no Twitter, Jets postando com emojis de vassoura celebrando a varredura nos Cavaliers… Mano, quando você vê NFL e MLB parando pra comemorar basquete, é porque a coisa tá séria mesmo.

    A cidade que nunca dorme finalmente pode sonhar

    Os Yankees fizeram questão de dar aquele carinho especial pro Jalen Brunson, MVP das Finais da Conferência Leste. E sinceramente? Merecidíssimo. O cara tem sido um monstro nessa temporada inteira.

    Até os Mets entraram na onda — e olha que baseball e basquete nem sempre se misturam assim. Rangers, Islanders, e até o time universitário de St. John’s mandaram mensagem. Quando a cidade inteira se une assim, você sabe que é histórico.

    Na minha opinião, essa união faz todo sentido. Todo mundo em NYC sabe o sufoco que foi acompanhar os Knicks nos últimos anos. 16 vezes fora dos playoffs desde 1999. Dezesseis! Era de dar dó, não vou mentir.

    As jogadas que mudaram tudo

    E que reviravolta, hein? A troca do Karl-Anthony Towns que deixou todo mundo de queixo caído — inclusive o próprio KAT. Mas o cara chegou e foi fundamental pra essa caminhada. Aquela enterrada dele no jogo 4 contra Cleveland? Destruiu qualquer esperança que sobrava pro adversário.

    Mas a decisão mais corajosa mesmo foi mandar o Thibodeau embora e contratar o Mike Brown. Olha, eu confesso que fiquei meio receoso na época. Thibs tinha história com a cidade, mas Brown provou que veio pra vencer. E que mentalidade ele trouxe pro grupo!

    Agora é esperar pra ver quem vem do Oeste. Vocês acham que os Knicks conseguem levar tudo? Porque eu tô começando a acreditar de verdade nesse time. Depois de tanto sofrimento, a torcida merece essa alegria.

  • Knicks na Final da NBA depois de 27 anos! É real ou sonho?

    Knicks na Final da NBA depois de 27 anos! É real ou sonho?

    Gente, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Os New York Knicks estão de volta à Final da NBA depois de 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. A última vez foi em 1999, quando eu ainda era moleque assistindo pela madrugada.

    Na noite de segunda-feira, eles completaram uma varredura histórica contra o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste. 4-0. Sem dó, sem piedade. O Mike Brown conseguiu algo que parecia impossível no começo da temporada.

    A sequência mais absurda que eu já vi

    Olha só que loucura: os Knicks não perdem há 11 jogos consecutivos. Começou quando estavam perdendo por 2-1 para o Hawks na primeira rodada – eu já estava preparando o obituário da temporada deles. Mas não, os caras simplesmente viraram a chave e destruíram Atlanta, Philadelphia e agora Cleveland.

    Durante essa sequência monstruosa, eles têm um saldo de +272 pontos. Duzentos e setenta e dois! E todas as vitórias fora de casa foram por dois dígitos de diferença. Isso é dominação completa, mano.

    E agora? Thunder ou Spurs?

    Sinceramente, eu não sei quem vai sair do Oeste – Thunder e Spurs estão 2-2 na série deles. Mas uma coisa eu posso garantir: depois de ver os Knicks jogando esse basquete absurdo, qualquer um que vier vai ter trabalho.

    Vocês conseguem imaginar? Os Knicks brigando pelo terceiro título da franquia (o primeiro desde 1973). O Madison Square Garden vai virar um hospício se isso acontecer. E olha, do jeito que eles estão jogando, eu tô começando a acreditar que é possível mesmo.

    Que temporada mágica, pessoal. Quem aí tá na torcida pelos Knicks levarem tudo?

  • Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Cara, eu preciso admitir uma coisa: sempre achei que os Knicks eram aquele time que prometia mas nunca entregava. Time de Nova York, né? Muita mídia, pouca substância. Mas olha só onde estamos agora — eles tão a UMA vitória das finais da NBA. Uma. Vitória.

    Dez jogos seguidos ganhando. Dez! E o mais louco é como chegaram até aqui. Lembram das contratações do começo da temporada? Guerschon Yabusele e Malcolm Brogdon eram as grandes apostas. O francês saiu da rotação em quatro jogos, e o Brogdon simplesmente se aposentou dois dias antes do último jogo de pré-temporada. Imagina o desespero da torcida…

    O plano que ninguém acreditava

    Mas aí que tá o bagulho mais interessante dessa história toda. Mike Brown, o técnico, chegou falando que ia tirar a bola das mãos do Brunson, que o time ia ser mais coletivo, que iam jogar mais rápido. Todo mundo pensou: “mais um técnico vendendo sonho”.

    Só que não, né? O cara realmente fez acontecer. E de uma forma que eu sinceramente não esperava. Brunson continua sendo o cara — 38 pontos em um jogo, 19 pontos e 14 assistências em outro. Mas agora ele não precisa carregar o piano sozinho.

    Karl-Anthony Towns tá jogando um basquete inteligente, sem forçar jogada. Zero turnovers nos últimos dois jogos. ZERO. Mikal Bridges e OG Anunoby fizeram 43 pontos combinados no último jogo sem nem ter jogada desenhada pra eles. É o basquete fluindo, cara.

    Cleveland tá sentindo o golpe

    Os Cavaliers devem tá se perguntando o que aconteceu. Estavam lá, tranquilos, até tomarem uma surra de 121-108 em casa e agora enfrentam um sweep na segunda-feira. Depois do jogo, o técnico Mike Brown tava lá no pódium “olhando pra todo mundo como um rei pros seus vassalos”, como brincou um repórter.

    Brown tentou ser humilde, falando de sorte e mérito dos jogadores. Mas cara, quando você ganha dez seguidas nos playoffs, não é sorte mais não. É competência mesmo.

    O que mais me impressiona é como eles resolvem problemas diferentes a cada jogo. Num jogo é o Brunson explodindo, no outro é o coletivo funcionando. Uma hora o Towns domina, outra hora ele só distribui e deixa os outros brilharem. Landry Shamet saindo do banco pra incomodar todo mundo.

    Agora é só não entregar o ouro

    Olha, ainda faltam quatro vitórias pro título. Quatro. E a gente sabe como é NBA — qualquer coisa pode acontecer. Mas sinceramente? Esse time dos Knicks tá com uma cara diferente. Não é mais aquele time perdedor que a gente zoava.

    Todas as apostas que eles fizeram nos últimos anos tão dando certo. Brunson como estrela principal, Towns como segundo violino perfeito, elenco profundo que funciona… E o Mike Brown, que todo mundo duvidava, tá provando que entende de basquete sim senhor.

    Vocês acham que eles conseguem fechar contra Cleveland na segunda? E mais importante: se chegarem nas finais, quem vocês acham que aguenta a pressão — Brunson ou Towns?

  • Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida — mas cadê o respeito?

    Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida — mas cadê o respeito?

    Cara, o Jalen Brunson conseguiu mais uma vez! Terceiro All-NBA Second Team consecutivo para o armador dos Knicks. 26 pontos e 6.8 assistências por jogo na temporada regular — números que qualquer um respeitaria, né?

    Mas olha só, eu fico meio pistola com essa situação. O técnico Mike Brown tá certo quando reclama que o Brunson merecia estar na conversa de MVP. Zero votos nos top 5? Sério?

    Líder em cargas defensivas e ninguém fala

    O Brown soltou uma real que me marcou: “Ele também joga dos dois lados da quadra, e ninguém fala que ele lidera a liga em cargas defensivas”. Mano, isso é MUITO importante! Quantos caras que aparecem mais na mídia fazem isso?

    É que nem o Brown falou — tem uns caras por aí que são só ataque, outros que são melhores na defesa que no ataque. Mas o Brunson? O cara tá mandando bem nos dois lados e ainda liderando um time que ficou no top 3 da conferência.

    Sinceramente, acho que o Brunson sofre um pouco por não ter o marketing de outros astros. Ele não é o cara mais atlético, não faz as jogadas mais bonitas pras redes sociais, mas é efetivo pra caramba.

    A lista completa e algumas surpresas

    No Second Team, o Brunson dividiu espaço com Jaylen Brown, Kawhi Leonard, Kevin Durant e Donovan Mitchell. Time respeitável demais!

    Já no First Team ficaram Shai Gilgeous-Alexander, Cade Cunningham, Luka Doncic, Victor Wembanyama e Nikola Jokic. Olha, não vou reclamar muito dessa lista não — todos merecem estar ali.

    No Third Team rolou Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren. É interessante ver o Jalen Duren ali — o pivô dos Pistons tá crescendo mesmo.

    E aí, vocês acham que o Brunson deveria ter ficado no First Team? Eu acho que pelo menos uma conversa sobre MVP ele merecia ter, viu. O cara tá carregando os Knicks nas costas há três anos e entregando resultado.

    Uma coisa é certa: em Nova York eles sabem o tesouro que têm. Brunson chegou lá em 2022 e transformou a franquia. Terceiro All-NBA seguido não é pra qualquer um não — e olha que ele nem é um lottery pick. Respeita o moleque!

  • Mike Brown detona: ‘OG foi roubado no All-Defensive Team’

    Mike Brown detona: ‘OG foi roubado no All-Defensive Team’

    Cara, o Mike Brown não engoliu essa não. O técnico do Knicks saiu em defesa do seu jogador de uma forma que eu nunca vi — chamou os votantes na lata e disse que OG Anunoby foi “roubado” por não estar no First Team All-Defensive da temporada.

    “Vocês podem imprimir isso tudo”, disse Brown pros repórteres numa coletiva por Zoom. “Jogadores incríveis por aí — não tô desmerecendo ninguém — mas o maldito OG foi roubado. Ele deveria estar no First Team All-Defense, First Team All-Defense.”

    A revolta do técnico faz sentido?

    Olha, eu entendo a bronca do Brown. O Knicks teve uma das cinco melhores defesas da liga, e muito disso tem a ver com a versatilidade absurda do OG. O cara marca desde armadores até pivôs, e faz isso num nível elite.

    “A versatilidade que esse cara traz pro nosso time é fora de série”, continuou Brown. “Todo mundo sempre fala ‘ah, vocês têm o KAT, têm o Jalen Brunson’, blá blá blá. Mas a versatilidade que esse cara traz é off the charts.”

    E sinceramente? Quando você vê quem ficou no First Team — Derrick White, Ausar Thompson, Chet Holmgren, Wemby e Rudy Gobert — dá pra entender que a briga estava pesada mesmo. Mas será que o OG não merecia estar ali?

    O próprio OG também não curtiu

    O engraçado é que o próprio Anunoby, sempre na dele, admitiu que esperava o First Team. “Foi legal ter o reconhecimento”, disse ele. “Second Team é legal, mas eu tava esperando o First Team — achei que merecia estar no First Team.”

    OG acabou no Second Team junto com Dyson Daniels, Cason Wallace, Scottie Barnes e Bam Adebayo. Não é pouca coisa, né? Estar entre os 10 melhores defensores da liga é monstro.

    Mas eu fico pensando: será que a galera não vê o OG porque ele não faz aqueles bloqueios espetaculares do Wemby ou não tem os números de roubadas do Derrick White? Às vezes parece que defesa “invisível” — aquela que impede o cara nem de tentar o arremesso — não é valorizada.

    E aí, vocês acham que o Mike Brown tem razão ou tá sendo técnico protetor demais? Pra mim, OG no Second Team já é justo, mas entendo a revolta. O cara é uma muralha andante.