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  • Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Cara, os New York Knicks estão fazendo algo que eu nunca pensei que ia ver na minha vida. Dez vitórias seguidas nos playoffs, e não é qualquer sequência não — é uma que tá reescrevendo os livros de história da NBA.

    Pensa comigo: eles estavam perdendo por 2-1 pro Atlanta no primeiro round. Parecia que ia ser mais uma temporada de frustração pro torcedor dos Knicks. Mas aí o time simplesmente explodiu. Ganhou os três jogos restantes contra os Hawks, passou por cima do Philadelphia com uma varredura de 4-0, e agora tá 3-0 contra Cleveland nas finais do Leste.

    Dominação histórica: +225 pontos de saldo

    Olha só esse número absurdo: os Knicks ganharam esses dez jogos por uma diferença combinada de 225 pontos. Nunca, e eu digo NUNCA, houve uma sequência de dez vitórias tão avassaladora na história da NBA — nem na temporada regular, nem nos playoffs.

    Pra vocês terem uma ideia do que isso significa: o recorde anterior de maior saldo em dez vitórias seguidas nos playoffs era do Golden State Warriors de 2016-17, com +171. E adivinha quem era assistente técnico naquele time? Mike Brown, atual técnico dos Knicks. O cara sabe o que tá fazendo.

    “Não há nada fácil nisso”, disse Brown após mais uma vitória. “Eles estão fazendo as coisas que sempre falo: cobrando uns aos outros, acreditando no processo, jogando com um espírito competitivo incomparável.”

    Quebrando recordes a cada jogo

    Essa sequência de dez vitórias coloca os Knicks entre os maiores da história. Eles se juntaram a times lendários como o Boston de 2024, Cleveland de 2016 e 2017, e San Antonio de 2012 que também conseguiram dez vitórias seguidas numa mesma pós-temporada.

    O mais impressionante? Antes dessa temporada, a maior sequência de vitórias dos Knicks nos playoffs era de apenas seis jogos, lá em 1999. Agora eles estão voando muito mais alto.

    E tem mais números monstruosos: os Knicks marcaram 1.222 pontos nessa sequência. Dos sete times anteriores que conseguiram marcar tantos pontos em dez jogos de playoff, cinco foram campeões da NBA. Coincidência? Eu acho que não.

    Aproveitamento absurdo nos arremessos

    Sabe qual é o segredo dessa dominância toda? Os caras estão acertando 53,8% dos arremessos durante essa sequência. É de longe o melhor aproveitamento da NBA desde 25 de abril, quando a sequência começou. Oklahoma City vem em segundo com 50,1%, e nenhum outro time passa dos 50%.

    Quando você junta esse aproveitamento com uma defesa sufocante, o resultado é o que estamos vendo: uma máquina de fazer cestas que não dá chance pros adversários.

    Na estrada, então, eles viraram uns verdadeiros guerreiros. Cinco vitórias seguidas fora de casa nos playoffs, todas por diferenças de dois dígitos. Só Miami em 2013 e Golden State em 2017 conseguiram fazer isso antes — e os dois foram campeões naqueles anos.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar contra Cleveland e chegar nas finais? Eu tô começando a acreditar seriamente nesse time. Depois de anos de sofrimento, talvez seja a hora de Nova York brilhar de novo.

  • José Alvarado vira líder emocional dos Knicks sem nem jogar

    José Alvarado vira líder emocional dos Knicks sem nem jogar

    Cara, tem coisa mais linda do que ver um jogador impactar o jogo sem nem precisar pontuação? José Alvarado tá provando que basquete vai muito além dos números na planilha.

    Os Knicks abriram 2-0 na final do Leste contra o Cavaliers depois de uma vitória tranquila por 109-93 no Madison Square Garden. Jalen Brunson comandou no último quarto (19 pontos no total), mas quem chamou atenção mesmo foi o José — e olha que ele jogou apenas 8 minutos!

    O técnico percebeu o que importa

    Mike Brown, técnico dos Knicks, foi direto ao ponto depois do jogo: “Ele tá levantando o time inteiro quando fica no banco. Sempre falando de forma positiva. Tá mostrando pros nossos jovens que dá pra impactar o jogo se você se fizer presente, porque o José sempre se faz presente.”

    E isso é liderança pura, galera. Alvarado terminou a partida com 0 pontos, 1 rebote, 1 assistência e 1 toco. Estatisticamente? Zero relevância. Na prática? Foi fundamental pro clima do time.

    Brooklyn no sangue

    O mais emocionante é que o José cresceu no Brooklyn — literalmente um sonho de criança se realizando. Quantas vezes a gente não viu jogador brasileiro falando que sonhava jogar no Corinthians ou no Flamengo? Pois é, mesmo rolê aqui.

    Sinceramente, eu acho isso gigantesco. O cara podia estar frustrado por jogar pouco (com o Brunson jogando assim, não tem muito espaço mesmo), mas preferiu virar o cara que levanta todo mundo. Isso que é maturidade profissional.

    Líder de verdade

    E vocês viram as imagens? O José gritando, animando a galera, fazendo a torcida ir ao delírio. Parecia mais um décimo segundo técnico do que um reserva. Brown sacou na lata: “É isso que um bom líder faz.”

    Os Knicks tão a duas vitórias de chegar nas Finais pela primeira vez desde 1999. Vinte e sete anos, mano! E pode ser que o José Alvarado, esse baixinho esperto do Brooklyn, seja peça chave nisso tudo — mesmo jogando 8 minutos por jogo.

    Às vezes o basquete é sobre muito mais que cestas, né? É sobre levantar seu companheiro quando ele erra, vibrar quando ele acerta, e fazer todo mundo acreditar que é possível. O José entendeu isso melhor que muita estrela por aí.

  • Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Cara, que jogaço foi esse Game 1 das Finais do Leste! Os Knicks viraram um jogo que tavam perdendo por 22 pontos e venceram na prorrogação por 115-104. E o mais louco? Mike Brown usou uma estratégia que aprendeu quando era assistente técnico dos Warriors contra James Harden.

    “Quando eu estava em Golden State e jogamos contra Houston, nós contávamos os dribles do James Harden”, revelou Brown após a vitória. “Falamos pros nossos caras que ele tava dribland quase mil vezes por jogo. Continuem pressionando ele na quadra toda e fazendo ele driblar. No final do jogo, isso ia cansar ele.”

    A estratégia anti-Harden funcionou de novo

    E funcionou mesmo, meu amigo. Jalen Brunson começou a forçar troca de marcação pra pegar o Harden e simplesmente destruiu no último quarto — 7 de 9 arremessos e 15 pontos só ali. Enquanto isso, Harden fez 1 de 6 e errou a única tentativa na prorrogação.

    Sinceramente, eu já vi essa estratégia funcionar nos playoffs de 2018 e 2019, mas ver ela sendo aplicada agora pelos Knicks é absurdo. Brown literalmente pegou o manual dos Warriors e aplicou contra seu ex-time.

    Kenny Atkinson cometeu erro de iniciante

    Do outro lado, Kenny Atkinson — que também veio dos Warriors — parece que esqueceu as lições de Steve Kerr. O cara deixou Harden jogar TODO o quarto período e a prorrogação. Donovan Mitchell ficou 17 minutos direto em quadra no final.

    E o pior: Atkinson segurou os timeouts que nem o Tite na Copa do Mundo. Deixou os Knicks fazerem uma corrida de 16-1 no quarto período antes de pedir tempo. Na prorrogação, esperou um 9-0 pra reagir. Cara, isso não é estratégia — é teimosia.

    Olha, eu entendo a filosofia do Kerr de não pedir timeout às vezes pra pegar a defesa desorganizada. Mas guardar timeout “por guardar” quando seu time tá derretendo? Aí não dá.

    Outras lições dos Warriors que Brown aplicou

    Os Knicks defenderam os cantos exatamente como os Warriors fazem há anos. Cleveland construiu aquela vantagem grande justamente porque os Knicks ajudavam demais e deixavam caras como Sam Merrill e Max Strus livres pra três.

    E no final? Brown foi small ball que nem o Kerr adora. Cinco armadores diferentes jogaram o último quarto. Três deles com 1,88m ou menos. Landry Shamet até acertou duas bolas de três na virada — e olha que o cabelo dele é quase tão doido quanto o do Brandin Podziemski!

    Uma coisa que me chamou atenção: Brown rodou o ataque pelo Karl-Anthony Towns, que acabou com 7 turnovers. Mas diferente de certo pivô dos Warriors que a gente conhece, pelo menos o KAT pegou 13 rebotes pra compensar.

    No fim das contas, quando a coisa apertou, Brown fez que nem Kerr sempre faz: deu a bola pro melhor jogador. Jalen Brunson assumiu a responsa e decidiu o jogo.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se ajustar ou os Knicks vão aplicar essa pressão a série toda? Porque se for pra continuar assim, vai ser massacre.

  • Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Knicks. Não é só hype não — é que cada jogo que passa, eles parecem mais e mais um desses times marcados pelo destino, sabe?

    A virada histórica contra o Cavaliers no Jogo 1 das finais da conferência foi só mais um capítulo dessa história maluca que eles tão escrevendo. 22 pontos de desvantagem faltando 7 minutos? Qualquer um desistiria. Mas não esse time.

    E olha, eu lembro bem do que aconteceu ano passado contra o Pacers. A mesma situação, só que invertida — os Knicks tinham 14 pontos na frente faltando 3 minutos e conseguiram entregar de bandeja. Aquela cesta absurda do Haliburton na prorrogação ainda me dá pesadelo.

    Quando tudo mudou de figura

    A virada dessa temporada começou no Jogo 4 da primeira rodada contra o Atlanta. O Karl-Anthony Towns passou o ano todo reclamando do papel dele no time, mas de repente tudo se encaixou. Mike Brown começou a usar ele como um pivô armador, distribuindo bola lá de trás do arco, e o ataque simplesmente decolou.

    Sete vitórias seguidas por uma diferença combinada de 185 pontos. Isso é coisa de San Antonio Spurs de 2014, monstro. Towns jogando a melhor defesa da carreira, o time todo entrosado — parecia que eles tavam jogando um esporte diferente dos adversários.

    Sinceramente? Eu não esperava que eles conseguissem manter esse nível depois de nove dias parados. Mas mesmo saindo atrás no placar, nunca tiraram o pé do acelerador.

    A lição que custou caro

    Sabe por que eles não desistiram? Porque já passaram pela dor de entregar um jogo desses. Aquela derrota pro Pacers ano passado não foi só uma derrota — foi o fim de uma era. Custou o emprego do Thibodeau, que construiu a cultura mas não soube se adaptar na hora H.

    A mudança que ele se recusou a fazer foi exatamente o que salvou o time dessa vez. Josh Hart tinha oferecido pra sair do quinteto inicial no ano passado, mas Thibs não aceitou mesmo com todos os dados mostrando que deveria. Resultado? Perderam jogos por causa dos minutos que os titulares ficaram no banco.

    Agora, com essa nova mentalidade, eles parecem ter achado a fórmula perfeita. Towns distribuindo, defesa travada, todo mundo sabendo seu papel — é assim que nasce um time campeão.

    Falta muito ainda? Claro, sete vitórias é muita coisa, especialmente com um favorito pesado vindo do Oeste. Mas vocês tão sentindo essa energia também? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano dos Knicks mesmo.

  • O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    Às vezes o que um jogador precisa é de uma bronca na cara mesmo. Foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns depois do jogo 3 da primeira rodada dos playoffs contra o Hawks. Mike Brown, técnico dos Knicks, simplesmente parou a sessão de vídeo e perguntou na lata: “Você quer a bola? O que você está fazendo aí?”.

    E cara, que transformação absurda desde então.

    De pivô parado a point center

    O problema era óbvio: Towns estava parado no canto da quadra em vez de fazer a tela para Jalen Brunson. Brown não teve papas na língua e chamou a atenção do cara na frente de todo mundo. Foi constrangedor? Provavelmente. Funcionou? Com certeza.

    Desde essa bronca memorável, os Knicks emplacaram sete vitórias consecutivas nos playoffs, e Towns virou literalmente um point center. Os números não mentem: 15,7 pontos, 9,6 rebotes e 8,0 assistências por jogo, com 60% de aproveitamento nos arremessos. Tudo isso em apenas 26 minutos por partida!

    O mais impressionante? Sua taxa de assistências de 18,5% lidera todos os jogadores com pelo menos 100 passes nos playoffs. É mais do que o dobro do que ele fazia na temporada regular. Simplesmente monstruoso.

    “Point KAT” revolucionou o ataque

    Agora os Knicks chamam essa versão dele de “Point KAT”, e sinceramente, faz todo sentido. Towns sempre citou Magic Johnson como uma de suas maiores inspirações — inclusive usa a camisa 32 por causa dele. Agora finalmente está jogando como o Magic faria se fosse um pivô de 2,11m.

    “Ele sempre foi uma grande inspiração na minha vida, e poder ter esse momento é incrível”, disse Towns. “Como o Magic, eu sempre falo sobre impacto e vitórias, e poder potencializar meus companheiros é uma das maiores honras.”

    E os resultados falam por si só. Mikal Bridges, que não pontuou em 20 minutos naquele fatídico jogo 3, agora está fazendo média de 15,6 pontos com 67% de aproveitamento. Brunson continua com seus 27,4 pontos por jogo, mas está tendo sua pós-temporada mais eficiente como Knick.

    Numbers que impressionam

    Quer saber como esse ataque está funcionando? O rating ofensivo dos Knicks nessa sequência de sete vitórias é de 130,5 pontos por 100 posses. É o melhor entre todas as equipes dos playoffs de 2026.

    Brown admitiu que foi uma mudança meio “dane-se, vou fazer do meu jeito”. “Colocar o KAT nessa posição, sabendo que temos ótimos cortadores, ótimos armadores e um ótimo facilitador, foi algo que definitivamente foi fácil de aceitar”, explicou o técnico.

    Olha, eu sempre achei que Towns tinha potencial para ser mais do que só um pivô que arremessa de 3. Mas ver ele distribuindo assistências como se fosse o Chris Paul é outro nível. Vocês acham que ele consegue manter essa pegada até o fim dos playoffs?

  • Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Cara, que loucura que vai ser esse confronto! Mike Brown (Knicks) e Kenny Atkinson (Cavaliers) vão se enfrentar na final da Conferência Leste, mas há apenas quatro anos eles estavam no mesmo lado da quadra, conquistando um anel juntos no Golden State Warriors.

    É surreal quando você para pra pensar. Em 2022, os dois eram assistentes técnicos do Steve Kerr e comemoraram o título dos Warriors. Agora? Estão nos bancos opostos brigando por uma vaga na final da NBA.

    Do banco do Warriors para técnicos do ano

    Desde que saíram de Golden State, os dois simplesmente decolaram. Brown foi pro Sacramento Kings e transformou um time que não via playoffs há 18 anos numa máquina — foi eleito Técnico do Ano em 2023. Atkinson pegou o Cleveland e levou os Caras para 64 vitórias na temporada passada, também ganhando o prêmio de melhor técnico.

    Mas olha só que reviravolta cruel: Cleveland era o primeiro colocado da conferência ano passado e tomou uma surra do Indiana Pacers na segunda rodada. Imagina a frustração! Um time de 64 vitórias eliminado antes de chegar na final de conferência.

    “Nós nos conhecemos bem do tempo juntos em Golden State”, disse Brown após o treino de segunda. “Ele é uma pessoa incrível e obviamente um técnico muito bom.”

    Cleveland aprendeu com a pancada

    Essa temporada foi meio conturbada pros Cavs, não vou mentir. Começaram 17-16 — uma ressaca daquela eliminação humilhante do ano passado era bem visível. Mas, cara, eles se recuperaram e chegaram na final de conferência pela primeira vez em oito anos!

    O que me impressiona é como os dois times chegaram aqui pegando jogos de sete partidas. Cleveland levou tanto o Boston quanto o Miami pro limite máximo e conseguiu virar os jogos quando tudo parecia perdido. Isso mostra o tanto que esse grupo amadureceu.

    “Kenny fez um trabalho fenomenal”, elogiou Brown. “Ele tem esses caras jogando em alto nível. Ver eles levarem ambas as séries pro jogo 7 e encontrarem força pra vencer mostra o quanto esse time tem experiência nos playoffs.”

    Sinceramente, eu não esperava que Cleveland chegasse até aqui depois daquele início ruim de temporada. Mas Atkinson — que é de Long Island e já foi assistente nos próprios Knicks — conseguiu fazer a magia acontecer.

    E aí, pessoal? Acham que esse conhecimento mútuo vai influenciar a série, ou cada técnico evoluiu tanto que não faz diferença? Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço ver esses dois cara a cara.

  • OG Anunoby pode voltar na Final do Leste! Knicks ganham tempo

    OG Anunoby pode voltar na Final do Leste! Knicks ganham tempo

    Gente, que notícia boa pra quem torce pelos Knicks! O OG Anunoby tá praticamente liberado pra Final da Conferência Leste. O Mike Brown deu uma atualização que deixou todo mundo animado: o cara já tá participando normalmente dos treinos.

    Olha, sinceramente? Era exatamente isso que Nova York precisava. Depois de passar o rodo na Filadélfia (varreu os 76ers de 4-0, que coisa linda), os Knicks ganharam um tempinho precioso pra se reorganizar enquanto esperam saber quem vai enfrentar — se vai ser Cleveland ou Detroit, que ainda tão decidindo a semifinal deles.

    A lesão que assustou todo mundo

    O OG machucou o posterior da coxa durante a semifinal contra os Sixers e ficou de fora dos jogos 3 e 4. Na hora pensei: “ferrou, lá se vai o sonho do título”. Porque vamos combinar — sem o Anunoby, os Knicks perdem muito da identidade defensiva que construíram.

    Mas pelo jeito, a recuperação tá indo melhor do que esperado. E olhem só que números absurdos ele tava colocando antes de se machucar: 21.4 pontos por jogo nos playoffs! Com 61.9% de aproveitamento nos arremessos e — segurem-se — 53.8% nas bolas de três. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele faz tanta diferença?

    Cara, o OG é daqueles jogadores que você só percebe o valor quando não tá em quadra. Defensivamente, o cara é um pesadelo pra qualquer ala da liga. E no ataque? Bom, 24 pontos no último jogo que fez (contra os Sixers) fala por si só.

    A questão é: será que ele vai estar 100% fisicamente? Lesão no posterior é traiçoeira. Mas considerando que já tá treinando normal, a tendência é que esteja pronto pro Jogo 1 da Final do Leste.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem chegar nas Finais da NBA com o OG de volta? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. Com Jalen Brunson jogando como tá jogando e agora o Anunoby voltando, pode dar zebra no Leste.

  • Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente mandou a real ontem quando um repórter perguntou sobre sua aceitação de um papel reduzido na armação dos Knicks. A resposta? “1) Eu não sou uma estrela. 2) Eu quero ganhar.” E ainda completou saindo da entrevista: “Eu não sou egocêntrico, é por isso.”

    Mano, que humildade absurda. Numa era onde todo mundo quer ser o protagonista, o cara simplesmente aceita dividir os holofotes com o Karl-Anthony Towns sem piscar o olho.

    A virada que mudou tudo

    A história começou quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para o Atlanta Hawks na primeira rodada dos playoffs. O técnico Mike Brown chegou no vestiário e propôs uma mudança radical: passar mais bolas pro KAT, tirando um pouco da responsabilidade do Brunson.

    E qual foi a reação do armador? “Foi assim: ‘OK, vamos fazer isso’”, contou Brunson. “Foi simples assim. Não tem muito o que discutir quando você está perdendo por 2-1.”

    Resultado? Sete vitórias consecutivas. SETE. Os Knicks estão destruindo os adversários por uma média de 26.4 pontos de diferença no período. É de dar inveja em qualquer time da liga.

    Números que falam por si só

    E olha, não é que o Brunson saiu perdendo nessa história. Muito pelo contrário. Durante essa sequência absurda de vitórias, ele está fazendo 27.3 pontos por jogo com 51.9% nos arremessos de quadra e 42.6% de três pontos. Sua eficiência por posse de bola subiu de 0.285 na temporada regular para 0.324 agora nos playoffs.

    Já o Towns? O cara registrou 66 assistências nos playoffs – 44 a mais que no ano passado. É muita evolução, pessoal.

    “Colocar o KAT nessa posição sabendo que temos ótimos bloqueadores e cortadores, e como eu disse, um ótimo facilitador, ficou mais fácil dizer ‘vamos tentar e fazer mais isso’”, explicou o técnico Brown.

    Mentalidade de campeão

    Sinceramente? Essa atitude do Brunson me lembra muito do que acontece com os grandes campeões. O cara assinou uma extensão de contrato de 4 anos e US$ 156.5 milhões aceitando MENOS que o valor de mercado para ajudar os Knicks a não passarem do segundo patamar salarial e fortalecerem o elenco.

    Vocês acham que muitos jogadores fariam isso hoje em dia? Eu tenho minhas dúvidas. Mas é exatamente essa mentalidade que separa os verdadeiros vencedores dos caçadores de estatísticas.

    Com os Knicks voando alto e Brunson mostrando que liderança às vezes é saber quando dar um passo para trás, fica a pergunta: será que Nova York finalmente encontrou a fórmula para uma campanha longa nos playoffs?

  • OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa lesão do OG Anunoby tá me deixando com um pé atrás. O cara ainda não consegue treinar 100% por causa da contusão no posterior da coxa que o tirou dos dois últimos jogos contra o Philadelphia. Mas pelo menos os Knicks têm tempo de sobra pra esperar ele se recuperar.

    O técnico Mike Brown falou que o Anunoby participou de algumas partes do treino de quarta-feira, mas nada muito intenso. Quando a coisa esquentou no treino, ele ficou de fora. Brown disse que ele pareceu bem no que fez, mas convenhamos — tem uma distância gigante entre “parecer bem no treino light” e aguentar a pancadaria dos playoffs da NBA.

    Tempo é aliado dos Knicks

    A boa notícia? Os caras têm pelo menos mais alguns dias antes do jogo 1 das finais do Leste. Detroit e Cleveland ainda tão batendo cabeça no 2-2 deles, então pode ser que o primeiro jogo só role na semana que vem. Isso dá uma folga boa pro OG se recuperar direito.

    “Eles me disseram o que ele podia fazer hoje. Não me disseram o que ele pode fazer amanhã, então não sei o que ele vai conseguir fazer no jogo 1”, disse Brown. Meio vago, né? Mas entendo a cautela.

    E olha, o Anunoby não é qualquer peça nesse time dos Knicks. O cara é um dos principais defensores e tá jogando o melhor basquete ofensivo da carreira nesses playoffs. Conseguiram ganhar duas sem ele contra um Philadelphia já desgastado (que levou sete jogos pra passar pelo Boston no primeiro turno), mas enfrentar Detroit ou Cleveland sem o OG? Aí complica.

    Knicks dominando os playoffs

    Cara, preciso falar que esse time dos Knicks tá simplesmente monstruoso. Sete vitórias seguidas desde que perderam pro Atlanta e ficaram atrás por 2-1. E o mais absurdo? Eles golearam Hawks e Sixers por uma diferença combinada de 194 pontos em 10 jogos de playoffs. Isso é recorde histórico, pessoal!

    Josh Hart falou uma parada interessante: “Na primeira série tivemos quatro dias de folga, foi o suficiente. Agora vai ser pelo menos uma semana, talvez nove dias. É muito tempo. Obviamente é bom pra recuperação, mas mentalmente eu tô aqui assistindo os jogos e só esperando pra voltar à quadra.”

    Brown já passou por isso antes. Em 2009, com o Cleveland, varreu as duas primeiras séries e depois ficou mais de uma semana parado antes das finais do Leste (que perderam pro Orlando). Em 2017, no Golden State, foram três séries de varrida e 10 dias parados antes das finais da NBA.

    Vocês acham que essa folga longa vai atrapalhar o ritmo dos Knicks? Eu tenho minhas dúvidas. Por um lado, é tempo pra recuperar o OG. Por outro, perder o ritmo nos playoffs é perigoso. Jalen Brunson disse que eles têm um plano pra manter a intensidade, mas vamos ver se funciona na prática.

  • Knicks arrasam os 76ers e voam para a final do Leste

    Knicks arrasam os 76ers e voam para a final do Leste

    Meus amigos, os Knicks estão VOANDO nesses playoffs. Ontem eles simplesmente massacraram os 76ers por 144-114 fora de casa e fecharam a série em 4×0. Quatro jogos. Zero para os Sixers. Uma varredura completa.

    E olha, eu não esperava que fosse tão fácil assim. Philadelphia tem Embiid, tem Maxey, tem nome… mas os Knicks chegaram na Filadélfia e resolveram mostrar quem manda. Começaram chovendo bolas de três, abriram logo uma vantagem de dois dígitos e nunca mais olharam para trás.

    Sete vitórias seguidas — isso é coisa de monstro

    A real é que New York está numa sequência absurda. Depois de ficar atrás dos Hawks por 2-1 na primeira rodada (eu já estava até preocupado), emplacaram sete vitórias consecutivas. E não é qualquer vitória não — seis dessas foram por mais de 10 pontos de diferença.

    O técnico Mike Brown não escondeu o orgulho: “Foi um jogo e tanto dos nossos caras. O foco, a atenção aos detalhes, trazendo energia e esforço não só hoje mas durante toda a série esteve num nível bem alto.”

    Sinceramente? Esse time está jogando um basquete que dá gosto de ver. Karl-Anthony Towns finalmente encontrou seu lugar, Landry Shamet está distribuindo assist que é uma beleza, e a defesa… nossa, a defesa está sufocando todo mundo.

    Agora é final do Leste — de novo

    Os Knicks voltam à final da Conferência Leste pelo segundo ano seguido. E vocês sabem o que isso significa, né? Que esse projeto realmente está funcionando. Não foi sorte, não foi acaso — é um time que se montou direito e está colhendo os frutos.

    Agora eles esperam quem vai sair entre Pistons e Cavaliers. E olha, qualquer um dos dois vai ser mais dureza que os 76ers, isso eu garanto.

    “Fizemos o que precisava ser feito para vencer um bom time dos Sixers”, disse Shamet. “Cuidamos do nosso negócio, prestamos muita atenção aos detalhes ofensivamente e simplesmente fizemos o que tinha que ser feito.”

    Towns complementou com uma maturidade que eu não via nele antes: “É muito bom ver nosso time nessa mentalidade. O sentimento de que temos muito mais trabalho pela frente, nos ver não relaxando, mas de certa forma olhando para os próximos dias como uma forma de nos realinharmos.”

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem chegar às Finals? Depois dessa exibição, eu tô começando a acreditar cada vez mais. O time está maduro, jogando junto, e — mais importante — não está se achando depois das vitórias. Esse é o mindset de quem vai longe.