Tag: Mike Brown

  • Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Olha, quando um cara que tem três anéis da NBA fala, a gente escuta. E o Danny Green não tá nada otimista com os Knicks nestes playoffs. O veterano, que conhece bem o que é pressão de pós-temporada, soltou o verbo sobre Nova York: “Eles podem implodir”.

    Cara, isso doeu até em mim que nem torço pros Knicks.

    Os problemas internos que ninguém quer admitir

    Green, que hoje trabalha como analista da ESPN, explicou por que mudou sua previsão inicial. No começo da temporada, ele apostava nos Knicks pra chegar longe. Agora? Nem tanto.

    “Simplesmente pelo fato de que os Knicks este ano, especialmente no final da temporada, pareceram muito instáveis”, disparou o veterano. “Pareciam desconectados. A química não estava lá.”

    E aí vem a parte mais pesada: Danny falou que tá rolando uns “rumblings” – aquelas conversas de bastidor que todo mundo da NBA conhece. Alguns jogadores não curtem o técnico Mike Brown (que substituiu o Thibodeau), outros acham que o Jalen Brunson tá com a bola demais. Sabe como é, né? Ego de jogador profissional é complicado.

    O mais interessante é que Green jogou com o OG Anunoby no título dos Raptors em 2019. Então ele conhece bem o canadense e provavelmente tem informação privilegiada sobre o clima no vestiário de Nova York.

    Celtics favoritos? Faz sentido

    Na visão do Danny, os Celtics vão eliminar os Knicks na segunda rodada. E olha, por mais que doa admitir, faz sentido. Boston tem aquela química que só time campeão desenvolve, mesmo com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada.

    “Os Knicks têm todo o talento, todas as ferramentas, tudo”, reconheceu Green. “Mas com a mudança de técnico, eles parecem mais desconectados na hora errada do ano.”

    Sinceramente? Eu concordo. Trocar técnico no meio do processo nunca é fácil, ainda mais saindo do Thibs, que é conhecido por criar uma identidade forte nos times dele.

    O Charles Oakley, lenda dos Knicks, também meteu o pau. Disse que ano passado “estava tudo na mesa” e o time foi “comer no Popeyes” – ou seja, fizeram merda quando tinham tudo pra dar certo.

    Mas calma, nem tudo está perdido

    Olha, os números não mentem completamente. Os Knicks ganharam dois jogos a mais que na temporada passada e fecharam com 12 vitórias nos últimos 16 jogos. Isso não é de um time completamente perdido.

    O problema é que às vezes a química é mais importante que o talento individual. E se tem uma coisa que a NBA nos ensina é isso: time desunido não ganha título. Pode ter o roster mais caro do mundo que não adianta.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se encontrar nos playoffs ou o Danny Green tá certo? Eu tô na torcida pra eles provarem que o veterano tá errado, mas confesso que as preocupações dele fazem sentido.

  • Knicks chegam nos playoffs de 2026 com histórico da franquia

    Knicks chegam nos playoffs de 2026 com histórico da franquia

    Olha, quando vi esses números dos Knicks para os playoffs de 2026, quase não acreditei. Mike Brown pode estar desapontado por não ter conseguido a primeira seed no Leste, mas cara — os caras fizeram uma temporada histórica pra franquia.

    O SRS (Simple Rating System) de 6.23 dos Knicks nesta temporada é o TERCEIRO MELHOR da história da franquia. Ficaram atrás apenas dos times de 1969-70 e 1993-94. E adivinha? Dois desses times foram campeões da NBA, e o terceiro chegou nas Finals. Não é má companhia, né?

    A dupla Brunson-Towns finalmente encaixou

    Sinceramente, eu vinha duvidando se o Karl-Anthony Towns ia dar certo no esquema dos Knicks. Mas nas últimas semanas da temporada regular, especialmente nas vitórias sobre Hawks e Celtics, a parceria dele com Jalen Brunson foi simplesmente monstruosa.

    Os Knicks terminaram com o quarto melhor ataque da liga e uma defesa sólida (7º lugar). Net rating no top 5. São números que mostram que esse time pode brigar de igual pra igual com qualquer um no Leste.

    Brown mesmo admitiu que demorou pra encontrar o encaixe perfeito: “Eu gostaria de ter descoberto algumas coisas um pouco mais cedo”, disse o técnico. Mas no final das contas, eles chegaram lá quando importava.

    McBride pode ser o X da questão

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Miles “Deuce” McBride voltando em grande estilo. 21 pontos em 15 arremessos no último jogo da temporada, depois de ficar semanas fora por cirurgia de hérnia esportiva.

    O cara pode ser aquele sexto homem que faz a diferença nos momentos decisivos. Brown elogiou a agressividade dele: “Foi bom vê-lo jogar livre, arremessar qualquer bola que quisesse”.

    Vocês acham que os Knicks têm condições reais de chegar nas Finals do Leste de novo? Porque olhando esses números, eu tô começando a acreditar. A dupla Brunson-Towns funcionando, uma defesa consistente e agora o McBride voltando… pode dar zebra nesse playoff.

    A primeira rodada contra os Hawks vai ser o primeiro teste de fogo. Mas depois de 82 jogos provando que são um dos melhores times da liga, os Knicks chegam confiantes. E olha, confiança é meio caminho andado nos playoffs da NBA.

  • Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Cara, vou ser bem direto: os Knicks estão com um problema sério e só agora que tá todo mundo percebendo. Eles não conseguem vencer um time acima de .500 há exatas quatro semanas. O último foi contra o Denver lá em 6 de março — desde então? Zero vitórias em cinco jogos contra times de playoff.

    Olha, eu entendo que todo time tem suas oscilações durante a temporada, mas essa sequência tá meio preocupante. Lakers, Clippers, Hornets, Thunder e Rockets — todos com campanha positiva, todos passaram o rodo nos caras de Nova York. E o pior: todos esses jogos foram fora de casa.

    A reta final decisiva chegou

    Agora vem o teste de fogo de verdade. Quatro jogos para fechar a temporada regular, todos contra times acima de .500: Hawks fora, depois Celtics, Raptors e Hornets em casa. É literalmente a última chance de mostrar que conseguem competir contra os grandes antes dos playoffs começarem.

    Josh Hart tentou passar uma vibe positiva depois do treino: “Para nós, é questão de manter o foco. É uma boa sequência para terminar a temporada e chegar afiado nos playoffs.” Mas sinceramente? Eu tô vendo mais como desespero disfarçado de otimismo.

    A situação fica ainda mais estranha quando você olha o contexto completo. Entre essas cinco derrotas contra times fortes, os Knicks emplacaram sequências de sete e duas vitórias seguidas. Contra quem? Times horríveis que tão claramente fazendo tanking. É como se fossem dois times diferentes dependendo do adversário.

    O problema vai além dos resultados

    E não é só perder que me incomoda — é COMO eles perdem. O ataque vira uma bagunça total, fica tudo concentrado no Jalen Brunson (que é monstro, mas não pode carregar o piano sozinho). Começam mal os jogos, a defesa de transição vira um queijo suíço…

    Mike Brown foi honesto na coletiva: “Temos que dar crédito para Charlotte, Oklahoma City e Houston, eles jogaram bem. Nós não jogamos bem nessas três partidas e merecemos perder.” Pelo menos alguém tá sendo realista na franquia.

    O técnico ainda mencionou uma questão interessante: eles não querem mostrar todas as jogadas para potenciais adversários de playoffs. Faz sentido estrategicamente, mas será que não é desculpa para performances ruins?

    Flashbacks do ano passado

    Landry Shamet tocou num ponto que eu acho crucial: “É um período desafiador que pouca gente fala. Você tá se preparando pros playoffs, mas tem que estar ligado a cada jogo.” Exato! Não dá pra simplesmente ignorar essas derrotas e torcer que nos playoffs seja diferente.

    Ano passado os Knicks também apanharam dos times fortes na temporada regular, principalmente dos Celtics. Nos playoffs foi outra história, é verdade. Mas contar com essa virada automática é perigoso demais, não acham?

    Essa última semana vai mostrar se os Knicks realmente têm condições de incomodar nos playoffs ou se vão ser só mais um time que fez barulho na temporada regular. Eu tô na torcida, mas confesso que tô com um pé atrás depois dessa sequência ruim.

  • Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Cara, o que está acontecendo com os Knicks? Oito meses depois da contratação do Mike Brown, Karl-Anthony Towns ainda tá tentando entender onde ele se encaixa no sistema. “Ainda estou tentando descobrir onde posso impactar mais o time e as vitórias”, disse o pivô antes da derrota para o Thunder. Oito meses, pessoal. OITO.

    E olha, isso é só a ponta do iceberg de uma temporada que tá virando uma bagunça completa para Nova York.

    A derrota que escancarou os problemas

    A goleada de 111-94 que os Knicks tomaram do Houston na terça foi simplesmente constrangedora. Jalen Brunson fez apenas 12 pontos em 14 arremessos – o cara que deveria ser o cérebro do time sumiu completamente. Towns até marcou 22, mas precisou de 17 tentativas e a maioria veio no último quarto quando o jogo já tava perdido.

    O pior? Nova York converteu apenas 29% das bolas de três. Para um time que se vende como candidato ao título, isso é inadmissível. Mesmo pegando 12 rebotes ofensivos e conseguindo 23 pontos de segunda chance, o ataque produziu míseros 80,7 pontos por 100 posses no meio de quadra. Décimo percentil da temporada, gente!

    O padrão preocupante contra times fortes

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Knicks estão com três derrotas seguidas para times de playoff – perderam para Lakers, Clippers e agora Rockets. No mês de março, levaram duas do Thunder também. Coincidência? Eu acho que não.

    É como se o time tivesse duas caras: uma que atropela times medianos (lembram da sequência de sete vitórias em março?) e outra que simplesmente desmorona quando enfrenta concorrência de verdade. E isso tá acontecendo bem na reta final da temporada regular, quando deveriam estar afiando o jogo para os playoffs.

    Na minha visão, o problema principal tá na dupla Brunson-Towns. No papel, faz todo sentido: um armador ultra eficiente e um pivô que abre o garrafão com o arremesso de longa distância. Mas na prática? Houston conseguiu explorar os dois a noite toda em situações de pick-and-roll, tirando o pior que cada um tem defensivamente.

    Os números não mentem

    Olha, eu entendo o otimismo da torcida. Os Knicks têm tudo para dar certo: Brunson como hub ofensivo, uma defesa comprida com Anunoby, Bridges e Hart, Mitchell Robinson dominando o rebote e nove caras do grupo principal acertando mais de 36% das bolas de três.

    Defensivamente contra times top 10 ofensivos, eles são sexto colocados em pontos permitidos por 100 posses. Contra defesas top 10, ficam em quinto em pontos marcados. Números de contender mesmo.

    Mas aí vem o porém gigantesco: a defesa do perímetro é uma peneira. 27º lugar em tentativas de três permitidas e 21º em conversão. Houston, que normalmente arremessa poucos tiros de longa distância, acertou 15 de 35 contra eles (43%). Quinze bolas de três, cara!

    E aí, vocês acham que dá tempo dos Knicks consertarem essa bagunça antes dos playoffs? Porque com 48 vitórias e 28 derrotas, eles estão apenas meio jogo à frente do Cleveland pela terceira posição no Leste. Se continuarem nesse ritmo contra times bons, podem até cair mais posições e pegar um adversário mais complicado logo na primeira rodada.

    Sinceramente, eu esperava mais desse grupo. No papel tinham tudo, mas basketball não é jogado no papel…

  • Mike Brown detona arbitragem em jogo do Thunder: ‘São mestres na cera’

    Mike Brown detona arbitragem em jogo do Thunder: ‘São mestres na cera’

    Olha, eu já vi muito técnico reclamar de arbitragem, mas Mike Brown dos Knicks conseguiu ser sarcástico e elogioso ao mesmo tempo ontem. Depois da derrota por 111-100 pro Thunder, o cara basicamente disse que Oklahoma City é mestre em “vender” faltas pros árbitros.

    “Você não pode nem encostar porque o time faz um trabalho fantástico, começando pelo SGA, de convencer os oficiais que houve falta. A malandragem deles tá fora de série”, disparou Brown. “Eles exploram isso muito bem, então tiro o chapéu pra eles.”

    E os números não mentem, galera. Os Knicks cometeram 25 faltas contra 22 do Thunder — praticamente igual. Mas aí que tá o pulo do gato: Nova York foi só 17 vezes na linha de lance livre, enquanto OKC foi 38 vezes. TRINTA E OITO!

    SGA é o rei dos lances livres

    O mais absurdo? Shai Gilgeous-Alexander sozinho tentou 16 lances livres e converteu 13. Cara fez 30 pontos no jogo — quase metade veio da linha de lance livre. Isso é ser eficiente ou não é?

    Sinceramente, eu entendo a frustração do Brown. Ver o adversário indo quase 40 vezes na linha enquanto seu time vai só 17… é de dar nos nervos mesmo. Mas ao mesmo tempo, você tem que reconhecer: o Thunder tá fazendo algo certo aí.

    Knicks perderam a cabeça

    O que mais irritou o técnico dos Knicks foi ver seus jogadores gastando energia reclamando da arbitragem em vez de se adaptar ao jogo.

    “Você não pode desperdiçar energia contra os oficiais, e foi isso que fizemos hoje à noite — e ainda assim não mudou nada”, continuou Brown. “[Eles continuaram recebendo as faltas].”

    E aí, vocês acham que foi roubalheira ou os Knicks que não souberam se adaptar? Porque olha, perder por 11 pontos não é só culpa da arbitragem não.

    Com essa derrota, Nova York caiu pra 48-27 e agora tá dois jogos e meio atrás do Boston na briga pela segunda colocação no Leste. O Thunder, por outro lado, segue voando no Oeste e mostrando que além de jogar bem, sabe usar a “esperteza” a seu favor.

  • Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Olha só que loucura: os Knicks estão a meio jogo dos Celtics pela 2ª posição no Leste. MEIO JOGO! Quem diria que veríamos isso em 2026, né?

    Mas nem tudo são flores em Nova York. Landry Shamet vai ficar fora do segundo jogo consecutivo por conta de uma contusão no joelho direito (“contusão do planalto tibial”, para ser mais técnico). E o Deuce McBride continua se recuperando da cirurgia de hérnia.

    Mike Brown elogia Mikal Bridges

    Mike Brown não poupou elogios ao Mikal Bridges, que anda recebendo algumas críticas injustas ultimamente:

    “Ele mostrou repetidas vezes que é um jogador de alto nível. Já estive com muitos jogadores que passaram por altos e baixos durante a temporada. E ele trabalha muito duro. Ele se importa em um nível alto. Normalmente, quando você tem essa combinação de um veterano que produziu da forma que ele produziu na NBA, isso tende a levar a bons resultados, eventualmente.”

    E cara, eu concordo 100% com o Brown. O pessoal às vezes esquece que o Bridges foi o cara principal no Brooklyn por um ano e meio. Agora ele tem um papel diferente — menos jogadas desenhadas para ele, mas ainda essencial pro sistema.

    Josh Hart defende o companheiro

    Josh Hart também saiu em defesa do Bridges, e olha que argumento:

    “Ele está fazendo o que foi pedido para ele fazer. Quando você é um cara que por um ano e meio no Brooklyn Nets foi o número 1 e tinha jogadas desenhadas para ele… ano passado, ele não teve muitas jogadas para ele. Este ano, ele provavelmente tem ainda menos. Obviamente há uma barreira mental que ele precisa superar.”

    Sinceramente? Hart tem razão. Se pedissem pro Bridges arremessar 15 vezes por jogo, ele seria eficiente e faria isso numa boa. Mas não é isso que o time precisa dele agora.

    E sobre o Zion Williamson, que os Knicks enfrentam hoje? Hart foi direto: “Ele é um fenômeno da natureza. Digo isso com todo respeito. Quando ele está focado, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, se não melhor.”

    O recado de Jordan Clarkson

    Agora a parte mais interessante. Mike Brown falou sobre Jordan Clarkson estar dando exemplo pro time todo:

    “Você está falando do ex-Sexto Homem do Ano — isso deveria dizer a qualquer um e a todos que se ele pode lidar com isso tão profissionalmente quanto ele faz, então qualquer um neste time deveria conseguir lidar. Dos minutos aos arremessos, seja lá o que for. Isso deveria definitivamente mandar um recado bem claro para todo mundo.”

    Monstro de profissionalismo, esse Clarkson. Se um cara que já ganhou prêmio de Sixth Man consegue aceitar menos minutos e menos arremessos pelo bem do time, qualquer jogador no elenco pode fazer o mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e brigar pela 2ª posição? Com essa mentalidade de equipe e profissionalismo, eu tô começando a acreditar mesmo nesse time. Vai ser um final de temporada absurdo no Leste!