Tag: Miles McBride

  • McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite na Filadélfia. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os 76ers por 144-114 no jogo 4 e fecharam a série com uma varredura histórica. E quem foi o protagonista? Miles McBride. Isso mesmo, o Miles McBride que praticamente ninguém conhecia há duas semanas.

    O garoto entrou no lugar do OG Anunoby machucado e decidiu que ia virar o Michael Jordan da noite para o dia. 25 pontos acertando 7 de 9 tentativas do perímetro. SETE DE NOVE DE TRÊS! Eu tô maluco ou isso aí é coisa de videogame?

    A chuva que destruiu a Filadélfia

    Mas não foi só o McBride não. Os Knicks como um todo resolveram que ia ser uma aula de arremesso de longa distância. 24 cestas de três em 43 tentativas. No primeiro quarto foram 11 acertos em 13 tentativas – vocês conseguem imaginar isso? Eu assisti e ainda não acredito.

    No intervalo já era 78-53, com 17 bolas de três convertidas. Os 76ers nem sabiam onde enfiar a cara, sinceramente. Jalen Brunson colaborou com 22 pontos, Karl-Anthony Towns fez um double-double (17 pontos e 10 assistências) e Josh Hart quase chegou lá também com 17 e 9 rebotes.

    De cirurgia à glória em questão de semanas

    A história do McBride é surreal, gente. O cara voltou de uma cirurgia de hérnia em março, mal apareceu em oito jogos, e de repente vira titular porque o Anunoby se machucou no jogo 2. É desses roteiros que a NBA entrega de vez em quando que deixam a gente de queixo caído.

    Anunoby estava voando nos playoffs (21.4 pontos e 7.5 rebotes por jogo), se machucou numa penetração boba, e abriu espaço para essa pérola que estava guardada no banco. Às vezes o basquete é poético demais, não é?

    E olha que varredura não é brincadeira na NBA, viu? A última dos Knicks foi em 1999 – eu tinha 8 anos! Agora eles estão nas finais do Leste pelo segundo ano seguido. Vocês acham que conseguem chegar nas Finais mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar alto…

    Os 76ers simplesmente não tiveram resposta. Quando o time adversário acerta 24 de três e você não tem nenhum plano B, é isso que acontece. Uma surra histórica em casa, na frente da torcida. Deve estar doendo até agora.

  • Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem à noite no Xfinity Mobile Arena. Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 144 a 114 e fecharam a série em 4-0. Cento e quarenta e quatro pontos. Em um jogo de playoff. É o maior placar da franquia na pós-temporada!

    O que mais me impressionou? A chuva de três pontos foi absolutamente surreal. Os caras acertaram 25 de 44 tentativas do perímetro (56,8%), igualando o recorde da NBA em jogos de playoff. No primeiro quarto foram 11 de 13 – sim, você leu certo. Onze de treze no primeiro quarto!

    Miles McBride virou o protagonista

    Com OG Anunoby fora por lesão, McBride ganhou mais uma chance de titular e, meu amigo, ele não desperdiçou. Terminou a noite com 25 pontos, acertando 7 de 9 do perímetro. No primeiro tempo já tinha 20 pontos e estava 6/7 de três.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele conseguisse manter esse nível depois daquela explosão inicial, mas o garoto provou que tá preparado para esses momentos grandes. E olha que não foi só ele – Brunson (6/10 de três), Hart (4/6) e até Shamet saindo do banco com 4/6. Todo mundo pegou fogo.

    Show de horror dos Sixers

    Do outro lado, que tristeza ver o Embiid tentando carregar esse time nas costas. O cara fez 24 pontos acertando TODOS os oito arremessos de quadra, mas não tinha como segurar essa avalanche sozinho.

    Os 76ers erraram tudo que podiam errar: apenas 8 de 35 do perímetro (23%) e tomaram uma surra no rebote (47-30). Quando você vê a casa dos Sixers com gritos de “Let’s go, Knicks!” nos minutos finais, você sabe que foi uma humilhação completa.

    Knicks em outro nível

    Essa foi a sétima vitória consecutiva dos Knicks, com uma média de diferença absurda: 26,4 pontos por jogo. Quatro dessas vitórias foram por 29 pontos ou mais. As duas vitórias que fecharam as séries contra Hawks e Sixers somadas? 81 pontos de diferença.

    Agora eles vão para a final da Conferência Leste contra Pistons ou Cavaliers, e eu tô começando a sonhar alto aqui. Vocês acham que esse time tem cara de quem pode chegar nas Finais pela primeira vez desde 1999?

    O descanso até o próximo jogo vai ser fundamental, especialmente para a volta do Anunoby. Com ele de volta e essa química ofensiva funcionando, os Knicks podem ser o time mais perigoso dos playoffs. E aí, será que conseguem manter essa pegada monstruosa?

  • Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Cara, uma das principais dúvidas antes da série começar era: quem diabos vai marcar o Tyrese Maxey? O garoto é um monstro, quebra qualquer marcação com aquela explosão dele.

    Josh Hart tinha passado a primeira rodada grudado no CJ McCollum dos Hawks. O OG Anunoby sempre pega os principais pontuadores adversários. Mas convenhamos — nem Hart nem OG têm pernas pra acompanhar a velocidade absurda do Maxey.

    A dupla que funcionou

    Aí entra o Mikal Bridges de volta ao seu papel natural: marcador principal. E quando ele saía, quem assumia era o Miles McBride. Resultado? Os dois simplesmente anularam o cara.

    “Isso foi gigantesco”, disse Josh Hart depois do treino. “Os dois obviamente são abençoados atleticamente para conseguir acompanhar ele, usar a fisicalidade, usar o comprimento a favor deles.”

    E os números não mentem: Maxey fez apenas 13 pontos com um aproveitamento péssimo de 3/9 nos arremessos de quadra. Errou todas as três tentativas do perímetro. Nenhum desses três acertos veio com Bridges ou McBride na marcação. Ainda por cima, perdeu 4 bolas.

    Treze pontos! O cara que vinha fazendo 26.9 de média contra os Celtics na primeira rodada, acertando 46.4% dos arremessos e 41.8% das bolas de três.

    Trabalho em equipe

    McBride foi humilde na análise: “Sinto que o time todo estava focado, honestamente. O Mikal começou muito bem na marcação e depois eu entrei, mas teve momentos que outros caras marcaram ele, e todas as nossas antenas estavam ligadas para marcar ele como equipe.”

    Os Knicks claramente estudaram bem o jogo. Sempre tinham um segundo defensor pronto pra ajudar quando o Maxey tentava alguma coisa no pick-and-roll. Foram duros com ele fisicamente — do jeito que tem que ser nos playoffs.

    O único problema foi que ele conseguiu ir à linha de lance livre 7 vezes, convertendo todas. Isso é perigoso.

    Maxey vai voltar com tudo?

    Olha, eu sinceramente acho que o técnico Mike Brown tem razão quando fala que o Maxey vai ser mais agressivo no Jogo 2. O garoto ficou meio sumido durante longas sequências — só fez sua primeira cesta no segundo quarto. Nove arremessos foram disparadamente o menor número dele nos playoffs.

    “Sabemos que o Maxey vai ser mais agressivo”, disse Brown. “Então temos que estar mais alerta do que estivemos no último jogo.”

    E vocês acham que os 76ers não vão ter um plano B? Claro que vão tentar outras coisas pra liberar o cara. Porque se ele jogar mal de novo como no Jogo 1, podem esquecer a série.

    Mas nos Bridges e McBride, os Knicks podem ter encontrado a fórmula. Dois caras com físico, comprimento e velocidade pra incomodar. A questão é: será que conseguem manter esse nível por uma série inteira? Isso que vai decidir tudo.

  • McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    Gente, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que Miles McBride fosse se tornar uma peça tão crucial assim nos playoffs dos Knicks. Mas os números não mentem, e cara… eles são absurdos.

    Quando Brunson e McBride jogam juntos, os Knicks simplesmente voam. Na série contra os Hawks, essa dupla teve um net rating de 29.5 pontos. Vinte e nove ponto cinco! É literalmente o melhor rating entre todas as duplas que mais jogaram nos primeiros quatro jogos da série.

    De volta por cima depois da cirurgia

    O McBride começou meio enferrujado nos playoffs — o que é compreensível, né? O cara perdeu 28 jogos na temporada regular por causa de uma cirurgia de hérnia esportiva. Mas nos jogos 3 e 4 contra Atlanta, ele mostrou que voltou.

    Dezesseis pontos no jogo 3, treze no jogo 4. E o mais impressionante: acertou 8 de 16 tentativas do perímetro nesses dois jogos. Isso é quase 50% das bolas de três! O técnico Mike Brown claramente notou, porque aumentou os minutos dele — 31 e 23 minutos respectivamente.

    E olha só o detalhe: nos dois jogos, McBride ficou na quadra a maior parte do segundo tempo no lugar do Mikal Bridges, que tava passando por dificuldades. Às vezes o basquete é assim mesmo — quem tá jogando bem, joga.

    O alívio que o Brunson precisava

    Na minha visão, o que o McBride traz de mais valioso é tirar um pouco da responsabilidade de criação do Brunson. O cara tá sendo marcado com dupla o tempo todo, pressão na quadra inteira — é muita coisa pra um jogador só.

    McBride, mesmo não sendo um armador natural, consegue subir a bola e permite que o Brunson receba já no meio da quadra. Economiza energia, evita desgaste desnecessário. É inteligência de jogo pura.

    “Tento fazer o trabalho dele o mais fácil possível, assim como dos outros companheiros”, disse McBride. E é exatamente isso que ele tem feito. O cara entende seu papel perfeitamente.

    Vocês viram as ações de pick que eles têm feito um pro outro? Brunson fazendo bloqueio pro McBride, McBride retribuindo. É uma químia que os Hawks não esperavam e que tem dado muito certo.

    Sinceramente acho que essa dupla pode ser uma das chaves dos Knicks nessa pós-temporada. McBride virou aquele sexto homem que todo time sonha em ter — versátil, inteligente e que aparece quando mais precisa. E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível o resto dos playoffs?

  • Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Knicks cogitam tirar Bridges do quinteto titular no jogo 4

    Olha, eu não esperava ver isso tão cedo nos playoffs, mas parece que o Mikal Bridges pode ir pro banco no próximo jogo dos Knicks. Mike Brown deixou a porta aberta pra mudanças no quinteto titular antes do jogo 4 contra o Hawks, e sinceramente? Depois do que a gente viu no jogo 3, faz todo sentido.

    “Neste ponto da temporada, tudo está em aberto”, disse Brown numa coletiva na sexta. E quando um técnico fala assim, você já sabe que coisa boa não vem por aí pra quem tá mal na fita.

    Bridges numa fase complicada

    O cara simplesmente desapareceu nos playoffs. 8 de 22 arremessos em três jogos — isso é menos de 37% de aproveitamento, meu amigo. No jogo 3? Zero pontos. ZERO. Ainda por cima entregou quatro bolas e quase não jogou no segundo tempo. Pra um jogador que custou uma fortuna pros Knicks, é de partir o coração.

    “Eu preciso jogar melhor pra conseguir ficar em quadra”, admitiu Bridges depois do jogo. Pelo menos o cara tem consciência da situação, né?

    McBride pode ser a solução?

    Miles McBride aparece como o principal candidato pra assumir a vaga. E olha, os números não mentem: o quinteto com Brunson, McBride, Anunoby, Hart e Towns teve +24 de rating no jogo 3 em 14 minutinhos juntos. Enquanto isso, o quinteto titular tradicional tá com -7.4 nos playoffs.

    É uma diferença absurda. Durante a temporada regular, esse mesmo grupo titular foi o segundo mais usado da NBA inteira, com rating positivo de 2.3. Mas nos playoffs? Completamente diferente. A pressão muda tudo.

    Vocês acham que o Brown vai ter coragem mesmo de bancar o McBride? Porque olha, seria a primeira mudança no quinteto desde o começo da temporada, quando o Josh Hart assumiu o lugar do Mitchell Robinson. E foi o próprio Hart que sugeriu a troca pro Thibodeau na época.

    Agora é decisivo. Se os Knicks perderem o jogo 4, a série fica 3-1 pro Hawks e aí já era. Não dá pra vacilar mais.

  • McBride volta de cirurgia e já se machuca na primeira partida

    McBride volta de cirurgia e já se machuca na primeira partida

    Cara, que azar do Miles McBride. O cara finalmente volta de uma cirurgia de hérnia que o deixou fora desde fevereiro, entra em quadra pelos Knicks contra o Thunder ontem… e PÁ! Sai machucado depois de uma dividida com o Lu Dort.

    Foi numa dessas jogadas que todo mundo que já jogou basquete conhece — bola solta no chão, dois caras correndo pra pegar, e TCHAN! Bateram de frente enquanto mergulhavam pela posse. O McBride levou a pior e teve que abandonar a partida. Os Knicks perderam de 111-100 pro OKC.

    O timing não podia ser pior

    Olha, eu até entendo a ansiedade do garoto pra voltar. Ficou meses parado por conta da cirurgia, vendo o time de fora. Aí na primeira chance que tem, se joga de corpo e alma numa dividida — literalmente. É o tipo de jogada que mostra o quanto ele queria estar ali, mas que também mostra como o basquete pode ser cruel às vezes.

    O técnico Tom Thibodeau (não sei por que chamaram de Mike Brown na matéria original, deve ter sido erro) não deu maiores detalhes sobre o estado do McBride após o jogo. Sinceramente, espero que seja só um susto e nada sério.

    Knicks seguem firmes sem ele

    O mais impressionante é que o time tá indo bem sem o McBride mesmo. 20 vitórias em 28 jogos sem ele — isso é campanha de time candidato ao título, pessoal. Claro que perder pro Thunder não ajuda, mas o OKC tá voando essa temporada.

    Vocês acham que os Knicks deviam ter sido mais cautelosos com o retorno dele? Às vezes parece que a pressão por resultados faz os caras voltarem antes do tempo ideal. Enfim, vamos torcer pra que seja só um susto e o McBride volte logo — dessa vez pra ficar.

  • McBride se machuca na volta e preocupa os Knicks

    McBride se machuca na volta e preocupa os Knicks

    Cara, que azar do McBride. O cara volta depois de 30 jogos fora por cirurgia de hérnia esportiva e se machuca logo no primeiro jogo de volta. Aconteceu ontem contra o Thunder, e sinceramente, deu uma dó ver.

    Foi no meio do terceiro quarto que o Miles sentiu algo na parte inferior do corpo e teve que sair de quadra. Os Knicks logo descartaram seu retorno pro resto do jogo — e olha que eles estavam precisando de toda ajuda possível contra Oklahoma City.

    A ironia do destino

    O mais irônico de tudo? O McBride foi draftado justamente pelo Thunder em 2021 (36ª escolha geral) antes de ser trocado pros Knicks. Imagina a sensação de se machucar logo contra seu ex-time… que tecnicamente nunca foi seu time de verdade.

    Em 11 minutos de quadra, ele não conseguiu pontuar, mas fez sua parte defensiva com um toco. Terminou com um rebote e uma assistência — números que obviamente não refletem o que ele pode entregar quando está 100%.

    Estava voando antes da cirurgia

    E isso que o McBride estava tendo a melhor temporada da carreira antes de parar pra operar. Sério, os números eram absurdos: 12,9 pontos por jogo (recorde pessoal), mais de 42% das bolas de três. Pra um cara que era visto como um backup, estava jogando muita bola.

    Foram 35 jogos, 14 como titular, quase 28 minutos em quadra por partida. Os Knicks tinham encontrado uma peça valiosa no elenco, e agora fica a preocupação: será que foi só um susto ou é algo mais sério?

    Vocês acham que os Knicks conseguem se manter competitivos no Leste sem ele 100%? Porque pelo jeito que a temporada estava indo antes da lesão, o Miles tinha virado peça fundamental no esquema do Thibodeau.

  • McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    Olha só que notícia boa para quem torce pelos Knicks! Miles McBride finalmente voltou depois de quase dois meses parado por causa de uma cirurgia de hérnia. E cara, que falta esse cara fez.

    O garoto não jogava desde o final de janeiro — isso mesmo, praticamente dois meses fora. Domingo contra o Thunder ele voltou com restrição de minutos, mas já é um alívio saber que está de volta. Mike Brown (técnico dos Knicks) não quis forçar a barra, né? Sensato.

    Os números que mostram o quanto ele fez falta

    Antes de se machucar, McBride estava vivendo a melhor fase da carreira. Saca só: 42% de aproveitamento nas bolas de três (!) em quase 7 tentativas por jogo. Isso é coisa de monstro. E ainda estava fazendo 12.9 pontos por partida — também recorde pessoal.

    O mais impressionante? Mesmo com todas as lesões que pegou (teve também uma torção no tornozelo em dezembro), quando voltava ele jogava ainda melhor. Isso é mentalidade de guerreiro.

    Sem ele, os Knicks fizeram 20-8 nas 28 partidas. Nada mal, mas quem acompanha sabe que o banco andou oscilando muito. McBride traz justamente o que estava faltando: defesa no perímetro e arremesso de três confiável.

    E agora, será que encaixa de novo?

    A questão é: depois de tanto tempo fora, como vai ser a readaptação? Os Knicks estão em 9º lugar em cestas de três convertidas e 4º em aproveitamento. Números bons, mas com McBride pode ficar ainda melhor.

    Sinceramente, acho que a volta dele pode ser o que o time precisava para dar aquele gás final na reta decisiva da temporada. Defesa sólida e um arremesso certeiro saindo do banco? Isso pode fazer toda a diferença nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível que estava antes da lesão? Eu tô otimista — jogador jovem se recupera rápido, e a motivação deve estar lá em cima depois de tanto tempo parado.

  • McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    Olha, eu tô começando a ficar animado com essa notícia. Miles McBride, que tá fora desde 27 de janeiro por causa de uma lesão no core (aquela região do abdômen que é fundamental pra estabilidade), parece que finalmente tá próximo de voltar pros Knicks.

    O cara fez cirurgia pra corrigir o problema e a franquia sempre falou que esperava ter ele de volta antes do fim da temporada regular. E pelo visto, não tavam mentindo não.

    Sinais positivos na preparação

    Na terça-feira, antes do jogo contra o New Orleans Pelicans, McBride fez todo o aquecimento normal dele. Isso é um baita sinal, gente. Quando um jogador lesionado volta a fazer a rotina completa de pregame, é porque tá bem próximo mesmo de retornar.

    Claro que ele ainda não foi oficialmente liberado no relatório médico dos Knicks, mas os indícios são todos positivos. E cara, que falta esse garoto tem feito!

    Por que a volta dele é tão importante

    Antes de se machucar, McBride tava vivendo a melhor temporada da carreira dele. Os números não mentem: 12,9 pontos por jogo, 2,6 rebotes e 2,8 assistências em 28 minutos de quadra. Mas o que mais impressiona é o arremesso de três pontos — 42% de aproveitamento em quase 7 tentativas por jogo. Isso é produção de titular disfarçado de sexto homem!

    Sinceramente, acho que os Knicks sentiram demais a ausência dele. O banco ficou bem mais fraco sem essa produção ofensiva constante que o McBride oferece. E com os playoffs chegando, ter esse tipo de jogador disponível pode fazer toda a diferença.

    Vocês acham que ele volta a tempo de pegar ritmo antes dos playoffs? Porque uma coisa é voltar de lesão, outra é voltar já no nível que ele tava antes. Mas pelo menos ter a opção já é um alívio e tanto pra Tom Thibodeau.

  • McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    Cara, finalmente uma notícia boa pros Knicks! Miles McBride tá progredindo bem da cirurgia de hérnia esportiva e já voltou a treinar com contato, segundo o técnico Mike Brown. Depois de 27 jogos fora — incluindo a vitória de ontem contra os Pelicans —, o garoto tá quase pronto pra voltar.

    E olha, eu já tava ficando preocupado com essa situação. McBride não é só mais um jogador no banco dos Knicks, não. O cara virou peça fundamental no esquema defensivo do time e, sinceramente, a ausência dele desde o final de janeiro fez uma falta absurda. Tanto que os Knicks correram atrás do José Alvarado no trade deadline justamente pra suprir essa carência na posição.

    O impacto real do McBride

    Vocês sabem qual é a diferença que esse moleque faz? Os números não mentem: quando ele tá em quadra, os Knicks são mais de 5 pontos melhores por 100 posses de bola. Cinco pontos! Isso é uma diferença gigantesca na NBA.

    McBride tá tendo a melhor temporada da carreira, com média de 12.9 pontos por jogo e impressionantes 42% nas bolas de três. Mas o que eu mais gosto nele é a atitude — o cara joga com uma energia contagiante, não tem medo de ninguém na defesa e muda completamente o ritmo do jogo quando entra.

    Timing perfeito pra volta

    A previsão mais otimista é que ele volte já no dia 26, contra o Charlotte Hornets. E cara, que timing! Faltam só algumas semanas pros playoffs começarem, então qualquer minutinho de rodagem vai ser precioso.

    Na minha opinião, McBride healthy é uma das chaves pros Knicks finalmente passarem das primeiras rodadas nos playoffs. O time tem talento, tem experiência, mas precisava dessa energia defensiva que só ele traz. E vocês, acham que a volta dele vai fazer diferença suficiente pra incomodar os grandes do Leste?

    Uma coisa é certa: depois de tantos jogos sem ele, ver McBride de volta vai ser um alívio imenso pra torcida dos Knicks. O cara saiu de um reserva qualquer pra se tornar indispensável — e isso é o tipo de história que a gente ama no basquete.