Tag: Milwaukee Bucks

  • Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Cara, que azar desgraçado. Kevin Porter Jr., dos Milwaukee Bucks, vai passar por mais uma cirurgia no joelho e pode esquecer o resto da temporada 2025-26. É a segunda cirurgia dele no joelho só nesta temporada — imagina a frustração do cara.

    Porter estava fora há dez jogos por causa de uma sinovite (inflamação severa no joelho, pra quem não manjou o termo médico). E olha, quando o cara conseguia jogar, tava mandando muito bem. Médias de carreira em assistências (7.4 por jogo), roubadas de bola (2.2) e aproveitamento nos arremessos (.465). O problema? Só conseguiu disputar 38 jogos na temporada inteira.

    Uma temporada de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A bad luck do Porter começou cedo. O maluco torceu o tornozelo nove minutos depois do início da temporada — nove minutos! Depois foi uma sequência de contusões que não acabava mais: menisco rompido, distensão no oblíquo… Uma coisa atrás da outra.

    E é frustrante porque quando estava em quadra, Porter mostrava uma evolução absurda. A distribuição de bola dele melhorou demais, a eficiência nos arremessos também. Dava pra ver que o cara tinha dado um salto no jogo. Mas aí o corpo não colaborou.

    Doc Rivers e o papo sincero

    O que mais me chamou atenção foi o que o técnico Doc Rivers contou na coletiva. Porter chegou pra ele domingo e falou: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu que era só azar mesmo, que faz parte do jogo.

    Sinceramente, acho que isso mostra o caráter do Porter. O moleque tava se cobrando mesmo sabendo que não tinha culpa das lesões. Isso é mentalidade de jogador que quer vencer.

    E agora? Fica ou sai?

    Aqui é que a coisa complica. Porter tem uma opção de jogador de US$ 5,3 milhões pros Bucks. Com essas lesões todas, será que ele aceita o dinheiro garantido ou arrisca na agência livre? Imagino que os times vão ficar meio receosos com o histórico dele agora.

    Na minha visão, Milwaukee perdeu uma peça importante. Com Porter saudável, eles estariam bem mais próximos dos playoffs. O cara tinha encontrado seu lugar no sistema, virou um facilitador de primeira. Agora é torcer pra que volte 100% na próxima temporada.

    E vocês, acham que Porter deveria aceitar a opção com os Bucks ou tentar a sorte no mercado?

  • Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Cara, o Doc Rivers praticamente já tem um pé fora do Milwaukee — e o motivo é dos mais nobres possíveis. O veterano técnico dos Bucks, que tá indo pro Hall da Fama esse ano, deu a entender que pode pendurar as chuteiras quando essa temporada desastrosa acabar.

    O motivo? Os netos dele.

    “Não vou responder isso, mas eu tenho netos que quero ver”, disse Rivers pros repórteres quando perguntaram sobre o futuro dele. “Vou deixar vocês descobrirem o resto.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Rivers tem 64 anos, é o técnico em atividade com mais vitórias na NBA (sexto de todos os tempos), já ganhou um título em 2008 com o Boston — tem mais o que provar não.

    Temporada de pesadelo em Milwaukee

    Sinceramente, depois do que foi essa temporada dos Bucks, eu também estaria pensando em aposentar. A equipe começou com sonhos de título, tinha o Giannis (quando não tava machucado), contrataram o Myles Turner… e deu no que deu.

    Começaram 8-5 e depois perderam sete seguidas. Desde novembro que não conseguem nem ficar no top 8 do Leste. O Giannis jogou apenas 36 partidas — de longe o menor número da carreira de 13 anos dele. E pra piorar, rolou até especulação sobre trocar o Greek Freak!

    “A parte difícil de tudo isso é que eu tô no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou Rivers na semana passada. “Técnicos não decidem nada disso. Mas o problema da nossa liga é que os técnicos ficam na frente e temos que responder essas perguntas.”

    “Sete netos, todos com 8 anos ou menos”

    Mas voltando ao que realmente importa pra ele agora. Rivers foi bem claro sobre suas prioridades: “Tenho seven netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles. Provavelmente é hora de vê-los mais.”

    Mano, isso aí é muito real. Quem tem neto sabe — esses momentos não voltam. O cara já provou tudo o que tinha que provar no basquete. Rivers entrou no meio da temporada 2023-24 em Milwaukee tentando salvar o barco, mas às vezes não tem jeito mesmo.

    E se ele realmente aposentar, pode apostar que as emissoras vão brigar pra contratar ele como comentarista. O cara já trabalhou na TV antes e tem aquela personalidade que funciona bem nos estúdios.

    Vocês acham que ele realmente vai parar? Ou é só pressão do momento depois dessa temporada frustrante? Eu, particularmente, acho que depois de ir pro Hall da Fama, com sete netinhos esperando o vovô em casa… talvez seja mesmo hora de uma nova fase na vida do Doc Rivers.

  • Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Cara, o bagulho tá feio em Milwaukee. E quando digo feio, é FEIO mesmo.

    O Giannis mandou um recado que não dá pra ignorar — e olha, sinceramente, eu já tava esperando isso há um tempo. Em uma entrevista que foi praticamente uma indireta do tamanho de um prédio, o Greek Freak deixou bem claro o que ele quer: “Sem desculpas. Mexer como um grupo, mexer como uma unidade.”

    Sabe pra quem isso foi direcionado? Pro Doc Rivers. E não precisa ser gênio pra entender.

    O Problema Rivers

    Desde que o Doc chegou em janeiro de 2024 (demitindo o Adrian Griffin no meio da temporada), o Bucks tem um cartel de 95-100. Noventa e cinco vitórias, cem derrotas. Com GIANNIS no time. É de dar vergonha alheia.

    E o pior? O cara sempre tem uma desculpa na manga. Sempre. É tradição dele — já perdeu mais séries de 3-1 na história dos playoffs do que qualquer outro técnico e ainda acha que não recebe crédito suficiente pelas três vitórias que conseguiu.

    No Philadelphia, a desculpa era o Ben Simmons. Depois que trocaram o Ben, virou o James Harden que ficou “egoísta” depois de não ir pro All-Star Game. Agora em Milwaukee? “É difícil pegar um time no meio da temporada”, disse ele depois de perder 7 dos primeiros 10 jogos.

    Meu brother, qualquer técnico desempregado mataria pra treinar um time com Giannis e Damian Lillard!

    Giannis Não Aguenta Mais

    A entrevista do Giannis foi cirúrgica. Ele falou que conversou com o Joe Mazzulla, do Celtics, e elogiou justamente o fato do cara não ficar arrumando desculpa. “Vocês tiveram tantas oportunidades de inventar desculpas, mas não fizeram”, disse o Giannis.

    É óbvio que o Celtics tem um elenco muito superior — isso é fato. Mas a questão é a mentalidade, né? E o Doc Rivers simplesmente NÃO tem essa mentalidade de accountability que o Giannis tá cobrando.

    O que me impressiona é como o Giannis foi direto ao ponto sem citar nomes. Classe pura. Mas a mensagem chegou: ou muda a postura ou muda o técnico.

    Milwaukee Tem Que Decidir

    Olha, na minha opinião, se eu fosse o front office do Bucks, já taria ligando pro agente do Giannis pra garantir que ele fica e procurando um novo técnico ao mesmo tempo. O cara é um two-time MVP, um dos melhores jogadores do planeta — você não deixa ele sair por causa de ego de técnico.

    E aí, vocês acham que o Doc aguenta essa pressão? Porque pelo histórico dele, sempre que a coisa aperta, ele arruma um culpado. Dessa vez não tem pra onde correr — o problema é ele mesmo.

    Se o Bucks quer manter o Greek Freak vestindo verde até o fim da carreira, a solução é simples: Doc Rivers tem que vazar. Não tem meio termo aqui.

  • Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Olha, eu não esperava essa. Doc Rivers praticamente sinalizou que pode pendurar as chuteiras de técnico quando a temporada dos Bucks acabar — e o motivo é dos mais humanos possíveis: ele quer passar mais tempo com os netos.

    “Eu não vou responder isso, mas eu tenho netos que eu quero ver”, disse Rivers aos repórteres antes do jogo contra o Brooklyn. “Vou deixar assim. Deixo vocês tirarem suas conclusões.”

    Cara, dá pra sentir o peso nas palavras dele. Rivers tem 64 anos, ainda tem mais um ano de contrato, mas a diretoria dos Bucks vai decidir sobre o futuro dele na próxima semana. E sinceramente? Depois da temporada que eles tiveram, eu não culparia ninguém por querer dar uma pausa.

    Uma temporada pra esquecer

    Milwaukee entrou na temporada sonhando com o título. Tinham o Giannis, contrataram o Myles Turner na free agency… parecia que ia dar tudo certo. Só que não deu.

    Começaram 8-5, aí perderam sete seguidas e nunca mais se recuperaram. Ficaram fora do playoff, rolaram rumores de trade do Giannis (imagina só), e ainda por cima o astro grego apareceu em apenas 36 jogos — o menor número da carreira dele.

    Rivers ficou no meio dessa confusão toda, tendo que responder sobre o futuro do Giannis sem ter poder de decisão sobre nada. “A parte difícil de tudo isso é que eu estou no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou o técnico.

    Mais que um técnico, um avô

    Mas o que mais me tocou foi quando Rivers falou dos netos. “Eu tenho sete netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que eu perco o dia dos avós de cada um deles na escola.”

    Pô, isso aí é real. O cara é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA, vai entrar no Hall da Fama esse verão, ganhou um anel com o Celtics em 2008… mas no final das contas, família é família né?

    E vocês, acham que Rivers deveria mesmo dar uma pausa? Ou será que Milwaukee consegue convencer ele a ficar mais uma temporada?

    Se ele realmente sair, certeza que vira comentarista — o cara já fez TV antes e tem carisma de sobra. Mas sabe como é, tem hora que a gente tem que escolher entre a carreira e momentos que não voltam mais. E esses primeiros anos dos netos? Passam voando.

  • Situação de Giannis no Bucks virou uma ‘guerra’ completa

    Situação de Giannis no Bucks virou uma ‘guerra’ completa

    Cara, o que tá rolando entre Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks é de dar dó. O que começou como uma conversa civilizada de bastidores agora virou uma das situações mais tóxicas da NBA inteira.

    “Esta é uma das situações de equipe mais tóxicas de toda a liga”, disse uma fonte próxima ao time para a ESPN. E olha, quando alguém fala isso sobre um time que tem o Greek Freak, a coisa tá realmente feia.

    O pedido que virou barraco

    Giannis passou meses tentando resolver isso na boa. Ele foi claro com a organização desde antes do deadline de fevereiro: queria ser trocado. Não fez escândalo público (pelo menos não até agora), mas deixou bem claro que precisava sair de Milwaukee.

    E sinceramente? Eu entendo o cara. Os Bucks gastaram tudo que tinham nas trocas pelo Jrue Holiday e Damian Lillard – três picks de primeira rodada e quatro trocas de picks. Resultado: três eliminações consecutivas na primeira rodada dos playoffs. Que desespero.

    “Giannis queria lidar com isso profissionalmente, sendo muito direto com o time”, contou uma fonte que conhece a situação. “Isso poderia ter sido resolvido de boa, mas pode acabar virando um término bem feio.”

    O deadline que mudou tudo

    Mais de 12 times ligaram interessados no Giannis até o deadline. Minnesota, Miami e Golden State estavam na briga pesada. Os Bucks quase aceitaram a oferta do Heat – com Tyler Herro, Kel’el Ware e várias escolhas de draft – mas a diretoria desistiu no último minuto, dia 4 de fevereiro.

    E aí que a coisa desandou de vez. A relação entre Giannis e o GM Jon Horst azedou completamente depois do deadline. Pior ainda: a NBA abriu uma investigação pra ver se Milwaukee não tava fazendo tanking ao deixar Giannis no banco. Os dois lados deram versões contraditórias pros investigadores da liga.

    Imagina a tensão no vestiário? “Quando seu melhor jogador está com um pé dentro e outro fora”, disse uma fonte do time, “você não vai ganhar nada.”

    E agora, José?

    A realidade é que a diretoria do Bucks já aceitou que uma troca é inevitável nesta offseason. Eles têm três picks de primeira rodada pra oferecer, mas a grande pergunta é: qual time vai entregar ativos suficientes sem uma garantia de longo prazo do Giannis?

    Vocês acham que ainda dá pra consertar essa situação? Ou o casamento já era mesmo? Na minha visão, quando chega nesse ponto de toxicidade, é melhor cortar logo o mal pela raiz. Giannis merece um time que lute por título, e Milwaukee merece recomeçar com uma base sólida.

    O que mais me impressiona é como uma situação que poderia ter sido resolvida na boa virou essa novela. Agora é esperar pra ver onde o monstro grego vai parar – e torcer pra que seja um lugar onde ele possa finalmente brigar pelo anel que tanto merece.

  • Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Gente, vocês não fazem ideia do que quase rolou na trade deadline de fevereiro. O Miami Heat chegou MUITO perto de tirar o Giannis Antetokounmpo do Milwaukee Bucks. E quando eu digo muito perto, é porque eles montaram um pacote que fez a diretoria dos Bucks suar frio.

    A proposta do Heat? Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks de draft. Simples assim. E olha, segundo as fontes da liga, essa foi a oferta que mais chegou perto de convencer Milwaukee entre todas as que apareceram. O negócio estava tão quente que os Bucks levaram a proposta a sério no dia 4 de fevereiro — um dia antes do deadline.

    A diretoria entrou em campo

    Mas aí que tá a parada: a propriedade do time meteu o pé no freio. No último minuto mesmo. Na manhã do dia 5, ligaram pro Heat e falaram “não rola”. A justificativa? Que era melhor segurar o Giannis e buscar um retorno maior no verão.

    Cara, imagina a frustração do Pat Riley nesse momento. O cara que já pescou LeBron, Bosh, Jimmy Butler… quase fisgou o Greek Freak também. Quase.

    E não foi só Miami não. Timberwolves e Warriors também entraram na dança, mas a proposta do Heat era a que mais fazia sentido pro que Milwaukee queria: um jogador jovem e talentoso (Ware), um cara que produz ofensivamente (Herro) e um monte de picks pra reconstruir.

    Milwaukee pedindo a lua

    Agora, os Bucks também não facilitaram pra ninguém. Eles queriam Evan Mobley do Cleveland E o VJ Edgecombe do Philadelphia. Ao mesmo tempo. Mais outros ativos. Sinceramente, meio irreal né?

    Vários times ficaram putos porque a diretoria de Milwaukee demorava DIAS pra retornar as ligações. Aí você fica na dúvida: será que eles estavam levando a sério mesmo ou só testando o mercado?

    E agora, José?

    A questão do contrato também complicou tudo. Ninguém ia largar um pacote gigante sem garantia que o Giannis assinaria uma extensão. Ele pode renovar por 4 anos e US$ 275 milhões em outubro se ficar em Milwaukee, ou seis meses depois de qualquer trade.

    O co-proprietário Wes Edens já soltou em março: “Uma de duas coisas vai acontecer: ou ele renova, ou é tradado”. Direto ao ponto.

    E adivinha quem tá na pole position pra uma nova tentativa no verão? Isso mesmo, o Heat. A diretoria dos Bucks já meio que aceitou que uma trade pode rolar, segundo a ESPN.

    Vocês acham que Miami consegue fechar dessa vez? Ou Milwaukee vai pedir ainda mais caro agora que todo mundo sabe que Giannis pode sair mesmo?

  • Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Olha, eu tô indignado com essa história. O Giannis Antetokounmpo perdeu uma grana PESADA da Nike porque os Bucks simplesmente se recusaram a liberá-lo para jogar no final da temporada. É de fuder, bicho.

    O contrato do Greek Freak com a Nike tinha uma cláusula que exigia pelo menos 41 jogos na temporada para ele receber um bônus substancial. Ele jogou apenas 36 – o menor número da carreira. E o pior? Ele QUERIA jogar, mas o time não deixou.

    A treta toda começou em março

    Depois de hiperextender o joelho esquerdo contra o Indiana Pacers no dia 15 de março, os Bucks pediram para o Giannis parar de jogar pelo resto da temporada. Mas ele recusou! O cara literalmente disse “não, eu quero jogar” e ainda empurrou para voltar já contra o Utah Jazz dois dias depois.

    A resposta do departamento médico? “Não, você não está liberado.” Imagina a frustração do cara, mano. Ele continuou insistindo durante a road trip, mas nunca mais pisou em quadra.

    E aqui que fica interessante: o Doc Rivers aparentemente disse para outros veteranos do time que a diretoria esperava que NINGUÉM ficasse fora por lesões “ilegítimas”. Mas essa ordem nunca chegou no Giannis. Suspeito, né?

    NBA teve que investigar essa palhaçada

    A coisa ficou tão feia que o sindicato dos jogadores soltou uma nota no dia 24 de março basicamente acusando Milwaukee de prejudicar a integridade da liga ao manter o Giannis no banco. A NBA teve que abrir uma investigação formal!

    Entrevistaram todo mundo: Giannis, seus representantes, dirigentes dos Bucks, médicos do time. E olha que foi o próprio Greek Freak que pediu para o sindicato e a liga investigarem. O cara não estava brincando.

    “Para alguém vir e me dizer para não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara”, disparou o Giannis pros repórteres no dia 3 de abril. “Eu estou disponível para jogar. Agora mesmo. Estou disponível. Então, eu não sei onde vai parar essa relação.”

    Os Bucks ainda tiveram a cara de pau de dizer para os investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Ele negou, obviamente.

    Sinceramente? Essa situação toda é um absurdo. O cara quer jogar, está saudável o suficiente na visão dele, e ainda perde uma grana considerável por causa de uma decisão questionável da organização. E aí, vocês acham que os Bucks fizeram certo ou foi protecionismo demais?

  • Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Gente, essa história do Giannis é muito mais séria do que a gente imaginava. O Greek Freak e o empresário dele se reuniram com os donos do Milwaukee em janeiro pra cobrar um acordo que já existia desde 2020 — basicamente, se a situação ficasse ruim, eles ajudariam numa troca “amigável”.

    E olha, a situação realmente ficou ruim. Logo depois dessa reunião, o GM Jon Horst foi direto ao ponto com o Giannis: “cara, eu tô negociando sua troca e você pode não estar aqui na temporada 26-27”.

    Imagina receber essa no vestiário?

    A dança das cadeiras antes do deadline

    Mais de 12 times ligaram pro Milwaukee antes do deadline de fevereiro. Os principais interessados? Minnesota, Miami e Golden State. E pelo que rolou, o Horst tava negociando sério mesmo — não era só pra subir o preço.

    O Heat chegou perto, cara. MUITO perto. A proposta deles era o Tyler Herro, o rookie Kel’el Ware e várias picks de draft. Milwaukee quase aceitou no dia 4 de fevereiro, mas no último minuto a diretoria resolveu segurar pra tentar algo melhor no verão.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. O Herro é bom jogador, mas trocar o Giannis por ele seria meio… questionável.

    Alguns executivos ficaram putos porque Milwaukee demorava dias pra responder as ligações (meio desrespeitoso, né?). E teve pedido absurdo também — queriam o Evan Mobley do Cleveland e o VJ Edgecombe dos Sixers, mais outras peças. Aí é demais.

    E agora, josé?

    A situação tá assim: Giannis tem mais um ano garantido de contrato, com opção de jogador em 2027. Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de 4 anos por 275 milhões de dólares em outubro. Se for trocado, só pode renovar 6 meses depois.

    O dono Wes Edens foi claro em março: “uma de duas coisas vai acontecer — ou ele renova, ou é trocado”.

    Na minha visão, o verão vai ser decisivo. Milwaukee precisa mostrar pro Giannis que pode montar um time competitivo ao redor dele. Se não conseguir, acho que a troca acontece mesmo. E vocês, acham que ele fica ou vaza? Pra mim, Miami continua sendo o destino mais provável se ele sair.

    Uma coisa é certa: essa novela tá longe do fim.

  • Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Cara, que temporada azarada pro Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks operou o joelho direito e já era — temporada acabou pra ele. E olha que ironia: a lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Oito minutos!

    A cirurgia foi feita na terça-feira em Vail, Colorado, pelo Dr. Tom Hackett. Procedimento artroscópico no joelho direito, aquela coisa que a gente torce pra ser simples mas que acabou sendo mais complicada do que imaginavam.

    Doc Rivers conta os bastidores

    O técnico Doc Rivers foi bem honesto sobre a situação toda. “Começou oito minutos depois do primeiro jogo da temporada”, disse Rivers antes do jogo contra o Brooklyn Nets. “Quando você olha como ele jogou no geral, ele teve um ano do caramba e ia ter um ano ainda melhor, mas a lesão pegou ele nos primeiros oito minutos e ele nunca se recuperou totalmente.”

    E aqui que fica emocionante — Porter foi falar com Rivers no domingo e disse: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu na lata: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece.”

    Números que mostram o que perdemos

    Olha só os números do Porter nessa temporada: 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes em 38 jogos. Pra um cara jogando machucado desde o começo da temporada, esses números são absurdos. Imagina se ele tivesse 100% saudável?

    O último jogo dele foi em 17 de março. Desde então, o Milwaukee teve que se virar sem um dos seus principais criadores de jogada. E agora é oficial: não volta mais essa temporada.

    Sinceramente, acho que essa história do Porter mostra como o basquete pode ser cruel às vezes. O cara com 25 anos, na força da idade, querendo mostrar serviço no Milwaukee, e uma lesão no joelho direito estraga tudo. Vocês acham que ele volta com força total na próxima temporada, ou essas lesões no joelho sempre deixam aquela pulga atrás da orelha?

  • Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Cara, tem coisa mais triste no basquete do que ver um time campeão virando piada? Os Bucks de 2026 conseguiram esse feito “épico” — e olha que eu uso épico no sentido mais irônico possível.

    A temporada virou funeral depois que mandaram Damian Lillard embora e gastaram 113 milhões de dólares pra… bem, pra nada. Imaginem só: eles esticaram esse dinheiro por cinco anos pra poder contratar Myles Turner por quatro anos e 108 milhões. Matemática que nem eu entendo direito, mas o resultado tá aí: 22,5 milhões por ano jogados no lixo até 2030.

    O grito de desespero do Bobby Portis

    Dezembro foi o mês em que tudo desmoronou de vez. Depois de levar uma surra histórica de 45 pontos do Brooklyn Nets (sim, aquele mesmo Brooklyn que tava uma bagunça), os caras chegaram no treino como se nada tivesse acontecido.

    Aí que o Bobby Portis — que é meio que a alma desse time desde 2021 — perdeu a paciência completamente:

    “É por isso que somos uma m***a — agimos como se tudo estivesse bem, sem nenhuma urgência. Perdemos por 45 pontos. A linguagem corporal de todo mundo é terrível. Ninguém escuta os técnicos.”

    Imagina a cena: um cara que conquistou título com essa franquia tendo que gritar com os companheiros porque ninguém mais ligava. Sinceramente, dói só de pensar.

    Giannis pedindo música

    E o Giannis? Rapaz, o cara basicamente implorou pra sair desde maio passado. Teve até reunião na Grécia no meio do ano — coisa de filme mesmo — onde ele deixou claro que só jogaria nos Knicks se saísse de Milwaukee.

    Os números não mentem: 17-19 com ele em quadra, 14-28 sem ele. O cara jogou apenas 36 partidas na temporada — recorde negativo da carreira. E quando jogou aquele jogo contra o Minnesota onde levaram 33 de diferença em casa, a torcida vaiou ele. ELE! O cara que trouxe o único título da história moderna da franquia.

    “Parece um funeral”, disse uma fonte do time após aquela derrota. E olha, não tá errado não.

    O fim de uma era dourada

    Pela primeira vez desde 2016, os Bucks vão participar da loteria do draft. Nove anos consecutivos de playoffs pelo ralo. Não ganham uma série de playoff desde 2022. E pra fechar com chave de ouro, bateram o recorde histórico da franquia com 13 derrotas por 25+ pontos numa única temporada.

    Entre 27 de fevereiro e 4 de março, eles perderam quatro seguidas sendo superados por 97 pontos somados. Noventa e sete! É um número que nem faz sentido pra quem torce pra esse time.

    Vocês acham que dá pra recuperar essa relação entre Giannis e Milwaukee? Porque pela forma que as coisas andam, esse divórcio vai ser bem mais feio do que a gente imagina. E pensar que há poucos anos eles eram os reis do Leste…

    O basquete é isso aí: uma hora você tá no topo do mundo, na outra tá explicando como conseguiu desperdiçar um dos melhores jogadores da década.